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O Mapa da Produção de Energia Solar no Rio de Janeiro foi apresentado pelo governo do estado, nesta quinta-feira (19/05), a representantes do setor de energia. Elaborada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, em parceria com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a publicação apresenta o cenário de produção, as oportunidades de crescimento e as iniciativas do governo estadual para estimular os investimentos na geração de energia limpa no estado.
– O Rio de Janeiro tem um enorme potencial para o desenvolvimento da energia solar, que já alavancou cerca de R$ 1,9 bilhão em investimentos no estado e criou mais de 10 mil vagas de emprego para a população. É uma fonte de energia limpa e sustentável, que traz inúmeros benefícios ambientais e também promove significativa economia nas contas por ser bem mais barata – afirma o governador Cláudio Castro.
O Mapa mostra que o estado ocupa o 8º lugar no ranking nacional de geração distribuída, com potência instalada atual de mais de 428 MW, correspondendo a 4,05% da matriz energética brasileira. O Rio de Janeiro é também o 5º estado do Brasil em quantidade de sistemas solares instalados: mais de 45 mil casas, mil propriedades rurais, 3.500 comércios e 250 indústrias utilizam a fonte, e há mais de 100 sistemas instalados.
Além disso, o Rio de Janeiro possui hoje 10 projetos de geração centralizada, que totalizam a potência de mais de 4,5 MWp e geração de até 7,4 GWh/ano. Dois outros projetos estão em fase de construção, em São João da Barra, no Norte Fluminense, e totalizam a potência de 468 MWp.
– Este é o segundo de uma série de estudos sobre a geração de energia renovável no estado. Os próximos serão sobre o potencial de geração de energia eólica offshore e hidrogênio, que vamos lançar durante um evento sobre energias renováveis, programado para julho – explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Cássio Coelho.
A coordenadora da Absolar no Rio de Janeiro, Camila Nascimento, observou que o estado é uma grande potência energética dentro do país e elogiou as iniciativas governamentais:
– É muito bom ver que o governo do estado vem tratando com seriedade, perspicácia, planejamento, e de forma pragmática, um tema tão importante para o desenvolvimento econômico. Esse impulso é fundamental para o crescimento sustentável do Rio de Janeiro – afirmou ela.
Estiveram presentes ao evento de apresentação do mapa representantes da AgeRio, BNDES, Porto do Açu, GNA, Shell, Eneva, Natural Energia, GreenYellow, Revolusolar, e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), entre outras instituições e empresas do setor de energia.





Secretaria apresentou aos cariocas o Centro de Monitoramento e Operações, e os sistemas e protocolos de prevenção e de emergência
As Defesas Civis do Rio e de Niterói realizaram um encontro para conversar sobre os canais utilizados para comunicação com a população, desde o sistema de sirenes que permite mensagens faladas ao vivo, passando pelas mídias sociais e o aplicativo Alerta DCNIT. Os dois órgãos destacaram a relevância dos mais de 2.500 voluntários, as ações preventivas e a importância da comunicação direta por meio dos grupos de whatsapp, que constituem ferramenta essencial para acelerar a difusão de informações e a mobilização, principalmente em situações de emergência ou na iminência delas (evacuações de áreas e direcionamento dos moradores para os pontos de apoio e primeira atuação em cenários de desastre).
A equipe carioca, chefiada pelo tenente-coronel BM Lauro Botto, demonstrou interesse nas ações em desenvolvimento do Programa de Desenvolvimento de Projetos Aplicados (PDPA), principalmente sensores de baixo custo para detecção de movimentos em encostas.
Além da apresentação das atividades, projetos e protocolos da Secretaria de Defesa Civil e Geotecnia de Niterói, durante o encontro foram compartilhadas diversas experiências relacionadas a ações preventivas e de resposta.
“Trata-se de um encontro bastante importante de compartilhamento de informações com a Defesa Civil da capital do estado e que, pelas dimensões do município, possui desafios bastante complexos. Ficamos felizes em receber a Defesa Civil do Rio de Janeiro e podermos compartilhar experiências, principalmente dos nossos projetos que envolvem participação do cidadão, em especial os NUDECs, e as inovações tecnológicas. Somos municípios vizinhos e compartilhamos ameaças semelhantes, o que destaca ainda mais a importância de dividirmos conhecimento para o aprimoramento de nossas estruturas de prevenção e resposta”, explicou o secretário municipal de Defesa Civil e Geotecnia, tenente-coronel Walace Medeiros.
O superintendente da Defesa Civil do Rio de Janeiro, tenente-coronel Lauro Botto, ressaltou a relevância do compartilhamento de informações entre os órgãos dos dois municípios. “Estamos muito próximos geograficamente, mas muito distantes. Estreitar essa relação e compartilhar conhecimento e experiência é sempre importante. Foi uma tarde muito proveitosa, e nos colocamos à disposição para estreitar ainda mais esses laços e poder oferecer um serviço de excelência tanto para a população de Niterói como do Rio”.





Ferramenta começa a ser utilizada na 2ª feira (23) e poderá beneficiar, além dos clientes, 2.500 motoristas profissionais
A Prefeitura de Niterói assinou, nesta quinta-feira (19), um termo de cooperação com a Prefeitura do Rio de Janeiro para implementação do aplicativo Taxi.Rio Cidades. Desenvolvido pela Empresa Municipal de Informática do Rio (IplanRio) o aplicativo, que já pode ser baixado no celular dos usuários, permite que o passageiro solicite um táxi com até 40% de desconto na corrida. O Taxi.Rio Cidades conta com 1,2 milhão de passageiros cadastrados e realiza uma média de 1 milhão de corridas por mês apenas na capital. Sem qualquer cobrança de taxa de serviço para os taxistas, a ferramenta foi criada para alavancar a categoria frente à concorrência de aplicativos de transporte. A ferramenta já está disponível para os 2.500 taxistas de Niterói, mas eles precisarão fazer, presencialmente, a validação do cadastro na Subsecretaria Municipal de Transportes, a partir de segunda-feira (23).
O compromisso foi firmado durante evento no Teatro Popular Oscar Niemeyer, que reuniu cerca de 300 taxistas, representantes daquele sindicato, e diversas autoridades, dentre essas, o vice-prefeito de Niterói, Paulo Bagueira, o secretário municipal de Urbanismo e Mobilidade, Renato Barandier, o deputado federal Pedro Paulo Carvalho, ex-secretário de Fazenda e Planejamento do Rio, e o presidente da Iplan, Cláudio Fonseca. Diagnosticado com Covid-19, o prefeito de Niterói, Axel Grael, participou remotamente da cerimônia. Axel lembrou da importância da parceria entre os taxistas e a Prefeitura.
“Essa parceria é muito bem-vinda. Esse foi um trabalho de muitas mãos. O fato de ser um aplicativo que será usado pelos dois municípios é uma vantagem. Quando o niteroiense estiver no Rio ele poderá utilizar essa ferramenta com facilidade. O aplicativo é bom para o taxista e para o usuário. É uma estratégia importante para os problemas do trânsito da cidade. No passado, todos queriam ter carteira de motorista. Hoje em dia esse hábito mudou. As pessoas estão se acostumando a usar mais o táxi, o que ajuda na gestão da mobilidade da nossa cidade, ao diminuir o número de veículos transitando”, analisou o prefeito.
Já Celso Wermelinger, presidente do Sindicato de Taxistas de Niterói, salientou a importância da divulgação para que a ferramenta seja rapidamente implantada.
“Num primeiro momento esperamos a adesão de cerca de mil taxistas porque há a necessidade de fazer a validação do cadastro e, entendemos, que existem pessoas com um pouco mais idade que terão um pouco mais de dificuldade. Mas, vamos orientar a todos que precisarem e divulgar o mais rapidamente possível, para que toda a categoria possa fazer uso desse aplicativo no menor tempo possível”, disse.
O ex-secretário municipal de Fazenda e Planejamento do Rio, o deputado federal Pedro Paulo Carvalho destacou a importância do aplicativo para a categoria e incentivou o uso desse serviço de transporte.
“O Taxi.Rio atua nas falhas de mercado, geradas pelos apps de transporte, que sufocam os motoristas com taxas exorbitantes. E o Taxi.Rio entra justamente nessas falhas como uma alternativa real para os taxistas e passageiros. Lembro ainda que há uma questão de segurança importante para o cidadão. Se houver qualquer problema com um taxista, ou uma corrida, o cliente pode identificá-lo de imediato através do cadastro que há na Prefeitura. Isso não ocorre com outras modalidades. O táxi não morreu e não vai morrer. É mais seguro, homologado e contribui de fato para a cidade”, destacou o deputado.
Plataforma digital de intermediação de corridas
Dados do 1º trimestre de 2022 mostram que o número de corridas realizadas subiu 89% em relação ao mesmo período de 2019 (2,46 milhões vs. 1,3 milhão). Em paralelo, o tempo de aceite das corridas caiu 38% e o tempo de embarque, 17%. O Táxi.Rio Cidades é uma plataforma digital de intermediação de corridas gerida pela IplanRio e reúne cerca de 32,4 mil taxistas cadastrados. O aplicativo, que pode ser baixado no celular do usuário, permite que o passageiro solicite um táxi com até 40% de desconto e não exige, do motorista, nenhum tipo de pagamento pelo uso do serviço.
A ferramenta foi lançada em 2017 com o objetivo de reduzir custos associados ao transporte de servidores públicos e funcionar como uma alternativa ao aluguel de veículos e contratação de serviços de cooperativas de táxis por parte do poder público. Hoje, o aplicativo conta com 1,2 milhão de passageiros cadastrados e contabiliza 1 milhão de corridas por mês.





É! Para pais, nem sempre é tão simples. Mas, para o professor de educação física Paulo Hage, dono da Academia Paulo Hage, que há 43 anos conta com escolinha de atividades na piscina para baixinhos no Clube Português, e há 42 anos, no Clube Central, trata-se de um desafio que mais uma vez se cumpre com sucesso! E foi assim, repleto de resultados positivos, o banho de mar, que visa encorajamentos de seus pequenos alunos, deixou a Praia da Boa Viagem movimentada, no último dia 15 de maio.
Para que tudo desse certo, Paulo Hage mobilizou professores acostumados a atividades físicas junto ao mar, guarda-vidas, pranchas e uma raia de 25 metros, por onde as crianças tiveram seu contato tão importante com as águas salgadas, uma vez que na piscina, eles já são habitués, alcançando resultados de superação e crescimento um dia após o outro. Das 80 crianças esperadas, compareceram 22. “Tivemos o caso de alunos de 3 anos que nunca tinham entrado no oceano”, revela Paulo Hage, certo de um resultado ímpar para a qualidade de vida destas crianças.

A participação dos pais foi marcante, levando o ambiente desejável para que os pequenos se sentissem apoiados. “Mesmo com a subida dos níveis do mar, foram bastante entusiasmados. Nosso objetivo é encorajá-los, não só na piscina ”, conta Hage. O evento foi marcado para às 8h, e, mesmo com temperatura baixa, mar batendo, houve a participação intensa de alunos, pais e colaboradores. “Apesar de estarmos em um período de outono-inverno, correu tudo bem”, completa Paulo Hage, que também explica a sua visão, crendo que está no caminho certo.




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Nos dias 20 e 21 de maio, o Theatro Municipal de Niterói recebe a Banda do Síndico, que fará uma grande homenagem ao eterno Síndico, Tim Maia. Completam-se vinte e quatro anos de sua partida e foi no Theatro Municipal de Niterói a sua última apresentação. Um momento de emoção para todos os músicos e o grande público.
Vai ser uma noite pra matar a saudade dos grandes sucessos, como “Do Leme ao Pontal”, “Vale Tudo”, “Primavera”, “Descobridor de Sete Mares”, “Sossego”, etc., o show conta ainda com a simpatia e o alto astral da banda que divide com o público algumas histórias bem humoradas de sua vivência com Tim Maia.
Naipes afinadíssimos, desde o romântico ao mais dançante, no melhor dos anos 70, 80 e 90. Com a voz aveludada de Bruno Maia, um cantor com estilo e característica do “Charme”. Músicos como: Silvério Pontes (trompete), Tinho Martins (Saxofone), Paulo Black (Bateria), Toca Delamare (Teclados), Adriano Giffoni (Baixo), Jeferson Victor (Trompete), Nando Chagas (Guitarra), Jhonson de Almeida (Trombone), integrantes da Banda de Tim Maia, garantem que o Show seja uma viagem ao Túnel do tempo.
Protocolos sanitários:
É necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.
É facultativo o uso de máscaras pelo público durante a permanência nas dependências do teatro.
SERVIÇO:
BANDA DO SÍNDICO – TRIBUTO A TIM MAIA – 24 ANOS DE SAUDADE
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Datas: 20 e 21 de maio Horário: sexta, às 20h, e sábado, às 19h Duração: 90 min Classificação etária: Livre Ingresso: R$ 60,00 Local: Theatro Municipal de Niterói Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro Tel: 2620-1624 |
BILHETERIA
Sympla – vendas presenciais e online.
Ingressos à venda na bilheteria do teatro.- aceita dinheiro, cartões de crédito/débito e Vale Cultura
Horário de Funcionamento:
Dias com espetáculo – Quarta a domingo, das 14h até o início do mesmo.
Dias sem espetáculo – Quarta a sexta, das 14h às 18h.





Inspirado em peça de Shakespeare e fatos de sua infância e juventude na Vila Vintém, RJ
Prefácio assinado pelo ator e diretor Antônio Pedro Borges que atua em televisão, cinema e teatro
Darlan de Andrade, aos 52 anos, é o primeiro escritor nascido numa favela a realizar um lançamento de livro na Sede da ONU, em Nova York (2014). Depois de seis publicações independentes, ele estreia como romancista transitando entre realidade e poesia: “Em uma Favela chamada Senzala” (Editora Viseu).
A obra literária é inspirada na peça “Romeu e Julieta” (Shakespeare) e em fatos reais da infância e juventude do autor na Favela Vila Vintém, no bairro de Padre Miguel, Zona Oeste do RJ. A nova versão do drama poético apresenta os protagonistas lutando por um amor inter-racial e personagens controversos que ilustram cenas tão comuns do cotidiano da periferia.
Com livros de poesia prefaciados pelos acadêmicos Antonio Olinto e Arnaldo Niskier, o poeta “Em uma Favela chamada Senzala” retrata com mais profundidade temas como violência, discriminação e, principalmente, o amor que falta a uma sociedade cheia de barreiras do preconceito. De pano de fundo está a paixão de “Catulo” e “Marina Celeste”; um jovem branco da favela e uma moça negra de família rica. Assim, o escritor brasileiro que é fã do bardo inglês, destaca as diversas imperfeições humanas da sociedade do século XXI.
Como diz o ator e diretor Antônio Pedro Borges no prefácio do livro “Em uma Favela chamada Senzala”: “A história se desenvolve, cheia de peripécias, voos poéticos e o amor dos meninos cresce junto a eles. O preconceito está presente, mas o poeta quer falar de amor. Então usa sua licença e troca os signos”.
Quanto à inspiração que vem dos personagens desenhados pelo dramaturgo Inglês, na nova trama os pais das famílias rivais continuam inimigos como no romance original Romeu (Montecchio) e Julieta (Capuleto). Um é o delegado Vladimir Peçanha, negro que não admite o namoro de sua filha Marina com “um favelado” – o jovem estudante Catulo, filho de Tertúlio, poderoso traficante da favela. Com isso, apimenta o clima de oposição à história de amor entre duas pessoas de classes sociais diferentes.
Lembranças de personagens reais da Favela Vila Vintém
Não é de hoje que paisagens turísticas como os morros “Vidigal”, “Rocinha” e “Babilônia” na zona sul carioca foram referências para diretores da dramaturgia e grandes nomes da escrita. Já a comunidade Vila Vintém, muito conhecida por abrigar a Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, não teve ainda esse privilégio, além de citações nas letras dos sambas-enredo.
Darlan aproveita seu cenário literário para homenagear pessoas da Vila Vintém que não saem da sua memória. A Mãe Ivete, por exemplo, ele conheceu na infância, uma baiana que fazia garrafadas, antigas combinações de plantas medicinais.
— Ela era tia da cantora Elza Soares a filha mais ilustre da Vintém, desde quando a favela ainda era conhecida pelo nome de “Moça Bonita”. Mãe Ivete ajudou a minha família no tratamento de um dos meus tios com caxumba e suas complicações. A vida não foi fácil por lá, mas guardo muitas lembranças daquela época! É só eu fechar os olhos para ver um filme na minha frente. Eu me lembro de Surama, o travesti que viveu na favela em um tempo em que não se falava de questões como transgênero e transexualidade — lembra.
Mas na publicação as lembranças de Darlan de Andrade não param e são repletas de vida e a mesma esperança daquele garoto que aos 15 anos de idade guardava em casa suas poesias manuscritas em uma gaiola de passarinho. Talvez, esperando se sentir pronto para, hoje, escrever seu primeiro romance. As recordações dos nomes juntos aos apelidos, ainda com muita graça e sem nenhuma maldade, surgem até dentro de sua família.
— Dona Joana Lavadeira foi minha avó materna, convivi pouco com ela que teve morte prematura. Na nossa porta passava o Seu Waldomiro dos Bolinhos, que ganhou o apelido porque vendia salgadinhos em um cesto durante todo o dia — explica o escritor e poeta.
Darlan não mora mais na Vila Vintém, mas não saiu de Padre Miguel e tem o desejo que seu livro sirva de incentivo para a nova geração da favela que gosta de poesia, sonha em ser roteirista ou romancista. Para o escritor, “quando o assunto é favela, ninguém pensa naqueles que gostam da literatura”.
Ele, que começou a gostar de poesia ouvindo no rádio as músicas do cantor e compositor Chico Buarque, acredita ter na sua comunidade de origem jovens talentos para ser descobertos com atuações que vão muito além do samba e funk.
É com base nessa costura entre ficção e realidade que Antonio Pedro, conhecedor da obra de Shakespeare, finaliza com otimismo seu texto na abertura do livro: “Aqui na Terra impera a violência do tráfico e a corrupção da polícia e dos políticos, mas, graças ao povo, o alívio das festas, do samba e do futebol, a vida se veste de esperança”.



