A exposição Entre o cá e o lá reúne as artistas Bel Barcellos e Maria Fernanda Lucena a partir de um território comum: a investigação sensível da existência e de suas camadas emocionais. Suas pesquisas se debruçam sobre as experiências íntimas para desvelarem narrativas que entrelaçam memória, realidade e o imaginário.
Com trajetórias que têm em comum a passagem pelas artes cênicas como figurinistas, suas práticas, embora distintas, também se aproximam pelo fazer manual e pela atenção ao tempo do gesto: Maria Fernanda, por meio da pintura, das colagens e dos objetos; Bel, pelo bordado, cerâmica e pintura.
A exposição propõe um encontro entre diferentes linguagens e sensibilidades, onde marcas, costuras, pinceladas e sobreposições dão forma ao que é subjetivo e imaterial. Um convite para que o espectador atravesse essas imagens e reconheça, nelas, fragmentos de suas próprias memórias e emoções.
Visitação: 29/08/26 à 08/10/26
Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira das 14:00h às 18:00h
sábados sob agendamento
Estrada da Gávea, 712 – São Conrado
Intervenção na Rua Ary Parreiras será concluída neste domingo (30)
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, vistoriou, nesta quinta-feira (27), as obras de modernização do sistema de esgotamento sanitário na Rua Ary Parreiras, em Icaraí. A intervenção, que está na fase final, será concluída neste domingo (30). Na primeira semana de setembro, a via será recapeada para a normalização do trânsito na região.
Com investimento de mais de R$ 10 milhões, a obra realizada pela concessionária Águas de Niterói substitui cerca de 710 metros de tubulações antigas por novas redes em PEAD (Polietileno de Alta Densidade), material mais resistente e durável. A estrutura é responsável pelo transporte de todo o efluente tratado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Icaraí até o emissário submarino na Baía de Guanabara. A intervenção beneficia cerca de 300 mil moradores.
“Conforme o planejamento, a implantação da nova tubulação termina neste fim de semana e, na primeira semana de setembro, vamos ter a Ary Parreiras recapeada e a região normalizada. Foram três meses de transtornos necessários para substituir uma estrutura antiga por uma tubulação mais moderna e durável”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.
Além da instalação da nova tubulação, toda a rede coletora de esgoto na área da intervenção está sendo substituída. Com a renovação da estrutura, a expectativa é reduzir a necessidade de intervenções pontuais e ampliar a segurança e a eficiência operacional do sistema.
O diretor da concessionária, Bernardo Gonçalves, destacou a complexidade da intervenção e o trabalho realizado para cumprir o cronograma. Cerca de 60 profissionais atuaram na execução dos serviços.
“Estamos trabalhando em ritmo acelerado para entregar as obras dentro do prazo definido. É uma intervenção de alta complexidade, que apresentou diversos desafios durante a execução. É uma obra importante para o saneamento e para o desenvolvimento do município”, destacou Bernardo Gonçalves.
Obras na Rua Luís Alves Cavalcanti incluem recomposição do canal, instalação de manilhas, novos ralos e remoção de árvore que obstruía o escoamento
A Prefeitura de São João de Meriti está realizando obras de drenagem e manutenção na Rua Luís Alves Cavalcanti, em Vilar dos Teles. A intervenção é conduzida pelas Secretarias Municipais de Obras e de Resiliência Urbana, Proteção e Defesa Civil.
O serviço inclui a instalação de galerias, manilhas de 1.500 mm no canal e colocação de meios-fios, além da instalação de novas grades e ralos para melhorar a captação e o escoamento da água. A equipe também realizou a remoção de uma árvore que estava obstruindo o canal para recuperar e ampliar o sistema de drenagem.
Essas ações fazem parte dos serviços de prevenção e manutenção realizados pelo município para melhorar o escoamento das águas pluviais e reduzir riscos para a população.
Acompanhamento médico e precauções em campo são fundamentais para os atletas mais experientes
O futebol é uma paixão do brasileiro, não importa a sua idade. Por todo o país, é possível identificar os “atletas de fim de semana”, pessoas comuns que praticam o esporte por diversão, muitas delas já acima dos 60 anos. Embora a atividade física seja algo saudável na terceira idade, a intensidade de um jogo de futebol exige cuidados mais específicos, para evitar lesões e acidentes mais graves.
Segundo um estudo da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) publicado no ano passado, cerca de 65% dos jogadores de futebol amadores observadores já havia sofrido pelo menos uma lesão, sendo que 46% deles não realizava um treinamento semanal estruturado. Especificamente em relação a jogadores amadores da terceira idade, um estudo de 2025 da American Heart Association indicou que a doença arterial coronariana ganha relevância como fator de risco na prática de exercícios físicos.
Andressa Dias, geriatra e professora de pós-graduação da Afya Educação Médica Curitiba, aponta que existem alguns fatores aos quais a pessoa precisa prestar mais atenção na hora de praticar o esporte. Para ela, apesar de eventuais riscos de lesão, há muitos benefícios em se jogar futebol na terceira idade, se for algo feito com o devido cuidado.
Quais os benefícios do futebol para os idosos?
“Para os idosos, jogar de uma a duas horas traz muitos benefícios. A atividade melhora a saúde do coração, ajuda no controle de peso e também na prevenção do diabetes e da sarcopenia, que é a perda de função muscular. O futebol atua ainda em outra área importante: a da força física e do equilíbrio, pois é um exercício que trabalha esses fundamentos, o que pode prevenir quedas. Naturalmente, o idoso tem outro ganho que é o da saúde mental: o futebol promove socialização e bem-estar psicológico. Os riscos de lesão articular são pequenos, se a prática for ao ritmo da pessoa”.
Que tipo de lesão ou trauma o idoso pode sofrer jogando futebol?
“Curiosamente, quando olhamos para as lesões específicas do futebol, encontramos casos próximos do que sofre um jovem: ruptura de ligamento de joelho, que geralmente é tratada por meio de cirurgia; as entorses, que podem gerar lesão nos ligamentos que fixam o pé e são tratados com imobilização e medicamentos; alguns hematomas também podem surgir, mas eles são mais comuns caso o idoso já tenha tomado anticoagulante. Há também as situações de quedas e traumas em crânio e face, pelo futebol ser um esporte de contato. Mas, no geral, as lesões mais recorrentes são de joelho ou tornozelo.
É importante ressaltar, no entanto, que o idoso que faz atividade física possui um preparo muscular bem melhor para lidar com eventuais casos como esses, pois o exercício diminui a chance de um trauma ou lesão. Aqueles que são sedentários e sofrem um acidente em casa, por exemplo, estão em uma situação bem pior do que quem se exercita regularmente”.
Antes e durante o jogo, que cuidados são necessários?
“Antes de entrar em campo, o idoso precisa fazer uma boa avaliação médica para checar o coração, ajudar o controle da pressão e da glicemia. No dia da partida, o idoso deve cuidar da hidratação, usar chuteiras adequadas e fazer um bom aquecimento antes de jogar. Durante a partida, o ideal é manter um ritmo confortável e parar imediatamente caso sinta dor no peito, falta de ar ou tontura. Um cuidado importante é o evitar o cabeceio da bola, para não gerar pequenos traumas neurológicos a longo prazo”.
Quantos minutos de jogo e quantos dias na semana o idoso pode jogar?
“Os estudos mais recentes indicam que o ideal é uma partida de 40 a 60 minutos, duas vezes por semana. Esse volume contribui bastante para a meta da OMS, que é de 150 minutos de atividade física semanal. Se o paciente está em uma condição sedentária, o mais recomendado é começar com um tempo menor de jogo e progredir aos poucos, além de complementar o futebol com caminhadas ou musculação nos outros dias da semana”.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas de Medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
Com cerca de 50 autores e uma ampla programação cultural, o país participa da 28.ª edição do evento, de 4 a 13 de setembro, no Distrito Anhembi
A Espanha apresenta sua programação como País Convidado de Honra da Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026, que acontece de 4 a 13 de setembro, no Distrito Anhembi. Sob o conceito «Confluências», a participação espanhola reunirá, no maior evento literário da América Latina, cerca de 50 autores e uma ampla programação de literatura, exposições, música, oficinas e atividades profissionais, com o objetivo de aproximar a criação contemporânea espanhola do público brasileiro e reforçar os vínculos entre os dois mercados editoriais.
A iniciativa é coordenada pela Direção-Geral do Livro, do Cômic e da Leitura do Ministério da Cultura da Espanha, em colaboração com a Acción Cultural Española (AC/E), o Instituto Cervantes, a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) e a Federação de Câmaras de Editores da Espanha (FGEE).
O ministro da Cultura da Espanha, Ernest Urtasun, estará presente na inauguração do pavilhão, no dia 4 de setembro. Também participarão do ato a diretora-geral do Livro, do Cômic e da Leitura, María José Gálvez; a diretora de Programação da Acción Cultural Española (AC/E), Inmaculada Ballesteros; o diretor do Instituto Cervantes, Luis García Montero; e a curadora da Bienal, Marta Sanz, entre outros.
A literatura como ponto de encontro
Com curadoria da escritora Marta Sanz, a programação literária foi estruturada a partir da ideia de convergência entre culturas distintas, mas com inúmeros pontos de encontro. Inspirado na obra paisagística de Roberto Burle Marx, o conceito utiliza a imagem dos mosaicos do artista como metáfora para representar a diversidade cultural e o intercâmbio permanente de experiências entre os dois países.
A delegação reunirá cerca de 50 autores, entre eles alguns já conhecidos do público brasileiro e com obras traduzidas para o português, como Bernardo Atxaga, Xesús Fraga, Alana S. Portero, Sabina Urraca, María Folguera, Katixa Agirre, Berta Dávila, Carlos Zanón, Elena Medel, Elvira Navarro e Rosario Izquierdo, ao lado de outras vozes menos conhecidas da literatura contemporânea espanhola.
Ao longo dos dez dias, serão realizados cerca de 30 encontros, nos quais serão abordadas questões como memória democrática, identidade, deslocamentos, ecologia, autoficção, a escrita do espaço, a revisão histórica, as novas narrativas, o terror e as transformações sociais. Mais do que apresentar uma seleção da literatura que se produz atualmente na Espanha, a programação permitirá aos leitores brasileiros conhecer, por meio desses encontros, autores que ainda não têm presença ampla no Brasil, ampliando as possibilidades de tradução, publicação e intercâmbio entre os dois mercados.
A programação dará também protagonismo à diversidade linguística, com atividades em torno da criação em castelhano, catalão, basco e galego, e de gêneros como o romance, a poesia, a dramaturgia, o ensaio, o cômic e a literatura infantojuvenil.
Além da agenda no Distrito Anhembi, parte dos escritores participará de atividades paralelas em centros do Instituto Cervantes de diferentes cidades brasileiras, com oficinas, conferências, leituras e encontros com o público.
Pavilhão inspirado em Roberto Burle Marx
Com aproximadamente 500 metros quadrados, o Pavilhão da Espanha será o principal espaço de representação do país durante a Bienal.
Projetado pelo estúdio PeiPe Estudio SL, o projeto parte dos mosaicos de Roberto Burle Marx para traduzir visualmente o conceito de “Confluências”. Formas orgânicas e um percurso contínuo conduzem os visitantes por um espaço que simboliza a pluralidade da produção espanhola e suas conexões com o Brasil.
O pavilhão contará com uma exposição de livros, um auditório para debates e apresentações culturais, uma área destinada ao setor editorial e um espaço dedicado à negociação internacional de direitos autorais.
Exposições, música e programação cultural
A programação cultural ampliará o diálogo literário a outras linguagens. O pavilhão receberá oito recitais de poesia contemporânea espanhola e uma homenagem a José Manuel Caballero Bonald, em razão do centenário de seu nascimento.
Também apresentará uma instalação com 20 fotografias de Palmira Puig e Marcel Giró, como extensão da exposição “Palmira Puig / Marcel Giró — Humanismo na Fotografia Modernista Brasileira”, que será apresentada em São Paulo no Instituto Cervantes. A mostra recupera a trajetória dos dois profissionais e a conexão entre o exílio republicano espanhol e o desenvolvimento da fotografia moderna no Brasil.
A música também integra a programação, com apresentações da cantora Sheila Blanco, responsável por inaugurar as atividades do pavilhão e, posteriormente, por apresentar um espetáculo dedicado às mulheres da Geração de 27. O saxofonista e compositor Carles Margarit participa com uma apresentação que aproxima o jazz e a poesia.
A agenda inclui ainda atividades dedicadas ao cômic, oficinas de escrita criativa e tradução, e propostas voltadas a crianças e jovens.
Setor editorial e cooperação internacional
A aproximação entre os mercados editoriais brasileiro e espanhol será um dos eixos da participação espanhola. Além de colocar os leitores em contato com novos autores, a presença do país gerará oportunidades para que obras e escritores avancem em processos de tradução, publicação, circulação e aquisição de direitos nos dois mercados.
Editoras, agentes literários e profissionais de diferentes áreas da cadeia do livro participarão de encontros profissionais, rodadas de negociação e debates sobre a compra e venda de direitos autorais, com o objetivo de impulsionar novas parcerias e ampliar a circulação internacional de obras brasileiras e espanholas.
Também estarão presentes entidades como a Federação Nacional de Associações de Distribuidores de Edições (FANDE), a Confederação Espanhola de Câmaras e Associações de Livreiros (CEGAL) e a Federação de Câmaras de Editores da Espanha (FGEE), que organizarão painéis sobre os desafios e as perspectivas do setor.
Ao reunir literatura, artes visuais, música, encontros entre autores e uma programação voltada tanto ao público quanto ao setor editorial, a participação da Espanha na Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026 transforma o livro em um ponto de encontro entre os dois países, fortalecendo o intercâmbio cultural, a circulação de ideias e os vínculos entre Brasil e Espanha.
Serviço
Evento: Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Data: 4 a 13 de setembro de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo
Público estimado: mais de 700 mil visitantes
Expositores: 269
Inaugurada na semana do Dia da Amazônia, mostra terá obras de artistas mulheres do Pará, Acre e Amazonas, e também será apresentada no metaverso, com experiência imersiva
A Amazônia é um território historicamente marcado por mulheres protagonistas, pioneiras e fundamentais para a formação cultural do Brasil. Partindo desta ideia, a exposição “Amazônicas: Poéticas femininas” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ) na próxima quarta-feira, dia 2 de setembro de 2026, apresentando a potência da arte contemporânea produzida por mulheres, de diferentes gerações, oriundas dos estados do Pará, Acre e Amazonas. A mostra será inaugurada na semana em que se comemora o Dia da Amazônia, instituído em 2007 e celebrado no dia 5 de setembro, reforçando a importância da Amazônia e estimulando a conscientização sobre sua preservação.
Idealizada pelo Museu das Mulheres (Museu DAS), a mostra, que tem curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, reunirá 80 obras de 21 artistas contemporâneas da região Norte do país e ocupará todas as salas do segundo andar do CCBB RJ, depois de ter sido apresentada em Belém, Fortaleza e Brasília. Um espaço imersivo no metaverso, com realidade aumentada, ampliará a experiência do público, através de óculos 3D. A exposição foi aprovada na Seleção Petrobras Cultural e conta com patrocínio da Petrobras, via Lei Rouanet, com realização do Ministério da Cultura e apoio do CCBB.
“Nesta exposição afirmamos que a Amazônia é o verdadeiro ventre do Brasil e do mundo. Para tanto, seguimos no reconhecimento deste território mágico, ancestral e poderoso, não apenas como motivo, tema ou suporte, mas como energia elementar da encantaria, da força estética e artística das mulheres”, afirma a curadora Sissa Aneleh, que há 16 anos pesquisa mulheres da arte amazônica.
A exposição apresentará um amplo panorama da arte produzida por mulheres da região amazônica, desde a década de 1970 até os dias de hoje. São trabalhos feitos em diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia, gravura, objeto, arte digital e videoarte, das artistas Auá Mendes, Bárbara Savannah, Cristiane Martins, Diná Oliveira, Elaine Arruda, Elieni Tenório, Keila-Sankofa, Lise Lobato, Lúcia Gomes, Maria Auxiliadora Zuazo, Nina Matos, Rafa Bqueer, Rafaela Kennedy, Rafaela Moreira, Renata Aguiar, Rita Huni Kuin, Rita Loureiro, Sanchris, Val Sampaio, Wɨra Tini e Yaka Huni Kuin.
Dividida em quatro núcleos temáticos – Materialidades Ancestrais, Gravura Feminina, Amazônia Pictórica e Performáticas –, a mostra traz trabalhos cujas temáticas abordam questões de gênero, regionalismo, identidade nacional e diversidade. “O conceito da exposição, com base temática e histórica, tece interpretação de gêneros das obras de arte demonstrando os estilos e as temáticas predominantes nas artes de mulheres que constroem historicamente a arte produzida no Norte do Brasil. A pluralidade das temáticas e narrativas abordam o artivismo, o corpo como obra, culturas amazônica-indígena-afrobrasileira, pré-história e tecnologias amazônicas, arte do afeto, biografias e ancestralidades femininas, completando-se com a História das Mulheres”, diz a curadora.
A exposição conta com recursos de acessibilidade, como obra tátil, audiodescrição de obras e intérprete de libras. Ao longo do período da mostra, serão realizadas visitas guiadas com a curadora e palestra com algumas artistas. Além disso, também será lançado o catálogo da mostra.
EXPERIÊNCIA IMERSIVA E OBRA COLETIVA
Ampliando a experiência do público, a exposição contará com o Espaço Petrobras Amazônicas, um cenário conceitual com realidade expandida (XR), realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), no qual o público utilizará óculos 3D para vivenciar uma visitação espacial imersiva e assistir filme em realidade virtual. Será possível ter uma visão em 360 graus, cenário em realidade aumentada e visualizar algumas obras de forma totalmente imersiva e inovadora.
Como parte da exposição, haverá, ainda, a obra coletiva em vídeo “Mensagem para a Amazônia”, que está sendo construída ao longo da itinerância da exposição com a participação do público. “É um convite para deixar uma mensagem do público sobre a importância da preservação ambiental”, diz a curadora.
NÚCLEOS EM EXPOSIÇÃO
A exposição estará dividida em quatro núcleos temáticos: Materialidades Ancestrais, Gravura Feminina, Amazônia Pictórica e Performáticas.
No núcleo “Materialidades Ancestrais” estarão obras nas quais a ancestralidade se manifesta por meio da matéria, como, por exemplo, nas cerâmicas táteis da artista Lise Lobato, que constroem um vocabulário simbólico que remete a ciclos de vida, nascimento, transformação e espiritualidade. Também neste núcleo estarão obras da série “Revoltosas”, de Cristiane Martins, que apresentam figuras escultóricas que dialogam com mitologias indígenas, feminilidade ancestral e forças simbólicas da floresta. “Neste núcleo, a arte se constrói como herança viva, onde cada material carrega história, cada forma carrega memória e cada obra se torna um elo entre passado e presente”, afirma a curadora Sissa Aneleh.
“Gravura Feminina” reunirá obras que utilizam as técnicas da gravura como instrumento de expressão, memória e identidade das mulheres. As xilogravuras de Elieni Tenório dialogam com o corpo feminino, suas medidas simbólicas, seus limites e sua presença no espaço social. Já as obras de Maria Auxiliadora Zuazo constroem um imaginário poético onde feminino, natureza e liberdade se entrelaçam, criando figuras híbridas que transitam entre o humano e o simbólico. Também neste núcleo estarão gravuras de Elaine Arruda, que exploram texturas, densidades e abstrações que transformam a superfície em campo sensível de experimentação estética. “Neste núcleo, a imagem impressa se transforma em território de permanência, resistência, construção identitária e registro das técnicas artísticas usadas pelas mulheres que dominam a gravura no Brasil”, diz a curadora.
A pintura se apresenta como linguagem central e imagética da experiência amazônica feminina no núcleo “Amazônia Pictórica”. As obras de Elieni Tenório exploram identidade, subjetividade e construção do feminino como experiência íntima e simbólica. Já as pinturas de Nina Matos constroem narrativas visuais que atravessam memória, deslocamento e afetividade. Haverá, ainda, obras de Sanchris, que criam paisagens simbólicas de reconstrução, memória e reinvenção existencial do corpo feminino diverso. Artistas como Rita Loureiro, Lise Lobato, Bárbara Savannah, Rafaela Moreira, Auá Mendes e Wɨra Tini ampliam esse território pictórico com narrativas que dialogam com cotidiano, território, espiritualidade, pertencimento e identidade amazônica. “Neste núcleo, a Amazônia não é paisagem: é experiência imagética, memória, símbolo e linguagem”, afirma Sissa Aneleh.
O quarto e último núcleo, “Performáticas”, apresenta o corpo como suporte e temática central da criação. Aqui estarão as fotoperformances de Renata Aguiar, que resgatam mitologias femininas, espiritualidades e narrativas ancestrais do território amazônico, assim como obras de Keila-Sankofa, que exploram identidade, memória, ancestralidade e corpo como arquivo vivo. Também neste espaço será apresentada a série “Mênstrua, Monstro, Monstra, Mostarda”, de Lúcia Gomes, que transforma o corpo feminino em território político, simbólico e discursivo, rompendo silêncios e tabus. As obras de Rafa Bqueer, Val Sampaio, Rafaela Kennedy e Wɨra Tini ampliam esse campo performático, onde o corpo se torna linguagem, gesto político, território de resistência e poética visual.
“Neste núcleo, a arte acontece no corpo, no gesto, na presença e na experiência”, ressalta a curadora.
PROGRAMAÇÕES COMPLEMENTARES
Como parte da exposição, serão realizadas oficinas presenciais de economia criativa, voltadas para o desenvolvimento profissional de mulheres em áreas técnicas e artísticas das artes visuais e plásticas. Além disso, também haverá uma programação formativa em economia criativa do programa Avanço das Mulheres do museu, que objetiva o desenvolvimento de carreira e mais atuação de mulheres no setor cultural nas áreas de produção executiva, projetos coletivos de arte e produção de exposições de artes visuais.
Haverá, ainda, uma programação educativa voltada para o público infanto-juvenil com a realização da atividade “Sons da Natureza”, para criação de memória sensorial, vivência lúdica com réplicas de esculturas da exposição inspiradas em sementes e sons de animais do Marajó. Durante toda a temporada, serão realizadas visitas mediadas para escolas públicas e privadas, grupos diversos e programação educativa inspirada no projeto. “Essas oficinas de economia criativa foram pensadas para o avanço das mulheres, ampliando a formação técnica e artística de quem está começando ou querendo começar uma carreira profissional no universo artístico e atuar em grandes projetos. Também oferecemos ao público infanto-juvenil atividades com esculturas sonoras inspiradas na natureza amazônica que podem ser tocadas e ouvidas, almejando outras formas sensíveis de conscientização ambiental por meio da arte com a Amazônia brasileira em suas mãos”, ressalta Sissa Aneleh.
SOBRE A PETROBRAS
O Programa Petrobras Cultural tem a brasilidade como eixo central, refletida nas temáticas, origens, curadorias e narrativas dos projetos apoiados em todo o país. A exposição tem patrocínio exclusivo da Petrobras e apresentação do Ministério da Cultura.
SOBRE A CURADORA
Sissa Aneleh é fundadora e diretora do Museu das Mulheres, Mestra e doutora em Artes, historiadora de arte, diretora artística, curadora e produtora executiva. Trabalha há mais de 15 anos na área artística, dirigiu projetos aprovados pela Petrobras, CCBB, Caixa Cultural, Fundo de Apoio à Cultura do DF e Goethe Institut. Faz a direção executiva e artística da programação expositiva, audiovisual e educativa do museu, além da coordenação editorial da editora do Museu das Mulheres. Realizou a curadoria de mais de 17 exposições, incluindo 2 circulações internacionais de exposição do museu com artistas brasileiras na Alemanha, passando pelo Museu de Arte de Bochum, Centro de Cultura de Manheim, Bienal de Arte de Bochum e Festival de Berlim. Diretora Artística e Curadora da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará no CCBB São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro – 2025 a 2026. Possui pesquisas de arte voltadas para história da arte, mulheres artistas, arte brasileira, arte decolonial, cinema autoral feminino e poéticas curatoriais.
SOBRE O CCBB RJ
Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro marca o início do investimento do Banco do Brasil em cultura. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. São 35 anos ampliando a conexão dos brasileiros com a cultura com uma programação relevante, diversa e regular nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e ideias. Quando a cultura gera conexão ela inspira, sensibiliza, gera repertório, promove o pensamento crítico e tem o poder de impactar vidas. A cultura transforma o Brasil e os brasileiros e o CCBB promove o acesso às produções culturais nacionais e internacionais de maneira simples, inclusiva, com identificação e representatividade que celebram a pluralidade das manifestações culturais e a inovação que a sociedade manifesta. Acessível, contemporâneo, acolhedor, surpreendente: pra tudo que você imaginar.
SOBRE O MUSEU DAS MULHERES
O Museu das Mulheres (Museu DAS), sediado em Brasília, é o primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres. Com execução de projetos diversos em espaços físicos no Brasil e no mundo, lança experiências em ambientes espaciais e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, acervo e editora própria.
Serviço: Amazônicas: Poéticas Femininas
2 de setembro a 16 de novembro de 2026
Curadoria: Sissa Aneleh
CCBB Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br
De quarta a segunda, das 9h às 20h (fecha às terças).
Entrada gratuita.
Ingressos retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB
Luciana Rique fotografa o mundo para fazê-lo desaparecer. Diante de sua câmera, aquilo que está à vista perde contorno, escala e gravidade. Luzes se tornam corpos, superfícies sugerem paisagens, formas parecem flutuar em um espaço cuja localização não podemos precisar. “Nada é o que parece quando a Luciana fotografa”, diz o curador Eder Chiodetto. Se a fotografia nasceu historicamente associada à capacidade de registrar o visível, a artista carioca parece interessada no movimento inverso: “Em geral, os fotógrafos atuam para revelar algo do mundo. A Luciana fotografa para ocultar a aparência do mundo”, observa.
É desse território incerto, entre o que existe e o que apenas parece existir, que nasce Entre Órbitas, terceira exposição individual de Luciana Rique, que será inaugurada no dia 17 de setembro de 2026, às 19h, na Casa Proeza, no Centro do Rio, durante a ArtRio. Com curadoria de Eder Chiodetto, que acompanha a pesquisa da artista desde 2022, a mostra reunirá cerca de 35 obras e marca um novo momento de uma investigação que tem a fotografia como ponto de partida, mas progressivamente ultrapassa seus limites.
Se nas exposições anteriores, Entreato (2023) e Sólido Volátil (Rio de Janeiro, 2024; São Paulo, 2025), Luciana já tensionava a imagem fotográfica ao colocá-la em relação com diferentes suportes e materiais, agora esse movimento se radicaliza. Fotografias passam a conviver com chapas de ferro, folhas de ouro, carvão e papéis artesanais coreanos. Em determinados conjuntos, torna-se difícil distinguir onde termina a fotografia e começam o desenho, a superfície ou a matéria em estado bruto.
As imagens partem de situações encontradas no mundo, mas raramente permitem reconhecer aquilo que esteve diante da câmera. Luciana procura cantos, frestas, incidências de luz e sombra, e trabalha com o desfoque e o movimento do próprio aparelho. “Uso a câmera como um pincel”, afirma. “Não quero fotografar a coisa dada, quero que tenha algum mistério.” Eder define o resultado como uma “iconografia de atmosferas”, situada numa zona intermediária entre figuração e abstração.
A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, realiza o projeto ‘Isaque Alves In Concert’, com o pianista Isaque Alves, nos dias 1º e 2 de setembro, no Theatro Municipal de Niterói. Trata-se de um espetáculo que convida o público a uma experiência imersiva pela música e pela arte.
A programação começa na terça-feira (1º), com ensaio aberto ao público às 9h30. Na quarta-feira (2), o público poderá acompanhar duas sessões de ensaio aberto, às 14h e às 17h30, e a apresentação oficial do concerto, às 19h.
Com um repertório que percorre diferentes momentos da música erudita, da tradição clássica à produção contemporânea, o espetáculo reúne piano e músicos de cordas, além da participação de bailarinos em cena. A proposta é criar uma experiência sensorial em que música e movimento dialogam para aproximar a arte de diferentes públicos.
“Minha vida se resume em música. Dedico minha vida a isso e o que eu mais desejo é que uma porcentagem do amor que sinto pela música alcance a alma e o coração de todos. Que as pessoas possam perceber que, independentemente da cor ou do status na sociedade, a música tem o poder de unir todo mundo”, afirma Isaque.
O projeto também tem como compromisso a acessibilidade. Durante as apresentações, serão distribuídos balões para que pessoas com deficiência possam sentir as vibrações do concerto, além da presença de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) em todos os momentos do espetáculo que tenham conteúdo falado.
Residente em Niterói, Isaque Alves da Silva é considerado um dos jovens talentos da música erudita brasileira. Sua relação com o piano começou aos 9 anos e, em apenas três meses de estudos, surpreendeu professores e espectadores ao interpretar uma obra de Johann Sebastian Bach. Um vídeo dessa apresentação ganhou grande repercussão nas redes sociais e chamou atenção do público e da imprensa para o talento do jovem músico.
Em 2018, Isaque estudou por dois semestres na Escola de Música da UFRJ, ampliando sua formação pianística. Sua trajetória também foi marcada pelo encontro com o maestro e pianista João Carlos Martins, uma das maiores referências da música clássica no Brasil. A partir desse contato, passou a receber orientação artística do maestro, experiência que se tornou fundamental para seu desenvolvimento musical e humano.
O talento de Isaque também ganhou destaque em programas de televisão, como ‘Mais Você’, da TV Globo, Programa Silvio Santos e Eliana, do SBT, além de reportagens em veículos como Record, Band e O Globo. Em uma das participações mais marcantes, Ana Maria Braga apresentou a história do jovem pianista e conversou também com João Carlos Martins, em uma homenagem ao talento de Isaque.
Posteriormente, o músico iniciou estudos com a pianista Linda Bustani, dando continuidade ao aprimoramento técnico e interpretativo.
Para Isaque, o concerto representa uma nova etapa em sua trajetória. “Esse projeto é mais do que mais uma apresentação. Representa esperança e expectativa. Será o início de uma nova fase após anos de preparo, um recomeço”, destaca.
Com técnica, sensibilidade artística e dedicação aos estudos, Isaque representa uma nova geração de intérpretes da música clássica brasileira. Seu objetivo é seguir construindo uma carreira sólida e compartilhar com o público a emoção que encontra na música.
“Eu diria que minha motivação é o amor. Mas o amor não se sustenta sozinho: exige atenção, cuidado, carinho e, na música, acrescentamos a disciplina. É isso que mantém minha motivação firme. Também existem os sonhos, que nunca vou deixar de lado. Um deles é ser um grande intérprete de Chopin”, conta o pianista.
O projeto é uma iniciativa via edital do ISS da Secretaria Municipal das Culturas da Prefeitura de Niterói.
Repertório:
– Fantaisie-Impromptu in C-sharp minor, Op. 66
– Polonaise in A-flat major, Op. 53 (“Heroic”)
– Étude in C minor, Op. 10, No. 12 (“Revolutionary”)
– Étude in C-sharp minor, Op. 10, No. 4
– Étude in C minor, Op. 25, No. 12 (“Ocean”)
– Étude in A-flat major, Op. 25, No. 1 (“Aeolian Harp”)
– Grande Valse Brillante in E-flat major, Op. 18
– Waltz in D-flat major, Op. 64, No. 1 (“Minute Waltz”)
– Scherzo No. 2 in B-flat minor, Op. 31
– Ballade No. 1 in G minor, Op. 23
– Nocturne in F minor, Op. 55, No. 1
– Nocturne in B-flat minor, Op. 9, No. 1
– Prelude No. 2 in C minor, BWV 847 (from The Well-Tempered Clavier, Book 1)
– Por una cabeza (Carlos Gardel) [com quarteto de cordas]
– Ária da 4ª Corda / Air on the G String, BWV 1068 (J. S. Bach) [com quarteto de cordas]
– Bachianas Brasileiras No. 4 (Heitor Villa-Lobos) [com quarteto de cordas]
– Tico-Tico no Fubá (Zequinha de Abreu) [com quarteto de cordas]
Serviço
Isaque Alves In Concert
Isaque Alves ao piano, com participação de músicos convidados de cordas e sopros e bailarinos.
Datas:
1º de setembro (terça-feira) – ensaio aberto ao público, às 9h30
2 de setembro (quarta-feira) – ensaios abertos ao público, às 14h e às 17h30; apresentação oficial às 19h
Local: Theatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro – Niterói
Duração: 80 minutos
Entrada: gratuita
Ingressos: retirada de 1 ingresso por pessoa na bilheteria, 1 hora antes do início do espetáculo
345 lugares
A Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal de Saúde, realizou, no auditório dos Núcleos Internos de Educação em Saúde (NIEPS), no Centro, uma capacitação para o atendimento odontológico às gestantes. O evento foi voltado para profissionais que compõem as equipes de Atenção Primária da rede municipal de saúde de Niterói.
A secretária municipal de Saúde, Ilza Fellows, destacou a importância do cuidado integral e seguro durante o pré-natal.
“Cuidar da saúde bucal da gestante é um passo fundamental para garantir uma gravidez saudável e segura para mãe e bebê. Capacitar nossos profissionais é investir diretamente na qualidade da assistência prestada à nossa população”, explicou a secretária.
A capacitação teve duas palestras. A primeira foi do especialista em Estomatologia e professor da Faculdade de Odontologia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Wagner Chagas. Ele falou sobre o tema “Terapêutica medicamentosa na gestação e lactação, o que o cirurgião dentista precisa saber”.
Em seguida, foi a vez da cirurgiã-dentista Glória Barros, especialista em Odontologia Hospitalar e Saúde da Família pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e servidora pública da Fundação Municipal de Saúde de Niterói.
“Garantir um atendimento odontológico humanizado e de qualidade à gestante passa, necessariamente, por entender o letramento em saúde. Precisamos nos certificar de que as futuras mamães compreendam as orientações e tenham acesso pleno aos serviços, fortalecendo o cuidado integral desde o pré-natal”, afirmou Glória Barros.
A rede pública de Niterói oferece atendimento odontológico gratuito por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS), Policlínicas Regionais e módulos do Programa Médico de Família (PMF). Os serviços incluem prevenção, limpezas, restaurações, extrações e atendimento infantil ou adulto, com encaminhamento para especialistas quando necessário.
Comenda da Fecomércio-RJ reconhece trajetórias marcadas pela responsabilidade pública e pelo empreendedorismo
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, teve seu trabalho na gestão municipal reconhecido pela Fecomércio-RJ. Nesta quarta-feira (26), ele recebeu a Ordem do Mérito Comercial Estácio de Sá das mãos de Antonio Florencio de Queiroz Junior, presidente da Fecomércio e grão-mestre da Ordem, em cerimônia no Rio de Janeiro.
A comenda, que leva o nome do fundador da cidade do Rio de Janeiro, reconhece trajetórias que contribuem de forma significativa para o fortalecimento do comércio, da livre iniciativa e do desenvolvimento social e econômico do país, prestando relevantes serviços para a comunidade. A honraria evoca valores como dedicação, coragem, responsabilidade pública e contribuição efetiva para a construção de uma sociedade mais forte e mais próspera.
O prefeito Rodrigo Neves estava acompanhado da irmã, Adriana; da filha mais velha, Mayara, e do neto, Vicente.
“É uma honra receber essa medalha. Nós acreditamos muito no setor privado, no desenvolvimento das pequenas e médias empresas, na força do comércio em Niterói e no estado do Rio”, disse ele.
Antonio Florencio de Queiroz Junior ressaltou a importância de administradores públicos que fazem políticas de estado, olhando para o futuro.
“Na época da pandemia, a gestão de Rodrigo Neves foi um exemplo para o Brasil inteiro. Um bom número de empresas de Niterói está com as portas abertas, hoje, mantendo esses empregos, por conta das medidas adotadas pela Prefeitura naquela época. Sabemos que não foi fácil. Queremos que Niterói seja para nós um modelo e um exemplo, como é para o resto do país”, afirmou ele.
Compareceram ao evento o chanceler da Ordem do Mérito Comercial Estácio de Sá, Pedro José Maria Fernandes Belo; o conselheiro de ética da Ordem, Nestor Porto de Oliveira Neto; autoridades estaduais, como o secretário de Fazenda, Guilherme Mercês, e vários representantes da Indústria e Comércio. Entre as autoridades municipais de Niterói, estavam a chefe de gabinete da Prefeitura, Marcilene Souto; o secretário Executivo Felipe Peixoto; Luiz Paulino Moreira Leite, secretário de Desenvolvimento Econômico; Marcele Sardinha, secretária de Habitação e Regularização Fundiária; Claudia Almeida, secretária de Direitos Humanos; Elissa Rasma, secretária de Planejamento; Rubia Secundino, secretária de Administração; Carlos Krykhtine, secretário de Urbanismo; Rodrigo Ramalho, secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia; Bira Marques, secretário de Educação, e André Bento, presidente da Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur).