Banda Marisko grava novo videoclipe

 

 

A banda Marisko gravou na última semana o videoclipe de “Liberdade” seu novo single, que vem com uma pegada que mistura o Pop Xote com Reggae, o  lançamento da música está previsto para o final do mês de abril.

Os integrantes da banda apostam na escolha desta canção  que é o terceiro lançamento da Marisko, o primeiro foi  “Seja onde For” seguido da faixa “Oi Pra Depois”, todas as canções foram produzidas por Marcos Maynard no Centro Artístico Maluly em São Paulo.

O clipe foi gravado em várias locações em Maresias,  entre elas: Pousada Sumatra, Praia das Calhetas, Mirante Maresias, Praia dos Pescadores e algumas cenas em Paúba.

A Marisko mostra em seus shows uma fusão de ritmos com estilo e personalidade que agrada o seu público. Para quem quiser curtir o som da banda, no mês de abril se apresentam no  bar Tô a Toa – Ribeirão Pires,  El Toro em Mauá e Dom House SBC.

No repertório músicas como: “Oi Pra Depois”, “Seja onde for”, “Xote das meninas”, “Ouvi Dizer”, “Meu erro” ,“Bate coração”, entre outras.

Vale conferir!

Fotos Creditos:  Elóra

 

Cidadão já pode baixar Cartilha de Combate à Intolerância Religiosa no site da Prefeitura do Rio

 

Material detalha práticas que configuram o crime e ensina as formas de denunciá-lo

 

Os cariocas poderão baixar a Cartilha Rio de Combate à Intolerância Religiosa no site da Prefeitura. O documento detalha as práticas que configuram intolerância religiosa, as leis de combate ao crime e as formas de denunciá-lo — entre as quais, a própria Central de Atendimento 1746 do município.

 

Produzido pela Coordenadoria Executiva de Diversidade Religiosa e pela Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública, por meio da Coordenadoria Executiva de Promoção da Igualdade Racial, o material pode ser baixado no link https://prefeitura.rio/wp-content/uploads/2022/04/Cartilha2-Combate-a-Intolerância-Religiosa-21x21cm.pdf. O objetivo é conscientizar a população carioca sobre o respeito à multiplicidade de crenças, assegurado pelo artigo 5º da Constituição Brasileira, e de ajudar as vítimas de intolerância a acessar os canais de denúncia.

 

Entre eles, está a Central de Atendimento 1746, que começou a notificar casos de preconceito religioso, antissemitismo e racismo no mês passado.  Após o registro — que pode ser feito via aplicativo, WhatsApp (3460-1746), telefone, Facebook Messenger (/Central 1746) ou presencialmente na Agência 1746 (localizada na sede da Prefeitura, na Cidade Nova) —, o município tem até 10 dias para acolher o cidadão e encaminhar a denúncia à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI), responsável pela investigação.

 

“A intolerância étnico-religiosa, dentre os temas abrangidos pelo panteão dos Direitos Humanos, sem dúvida, é o que mais necessita de debates, informações e ações afirmativas. A Cartilha significa um grande avanço nesse sentido. É uma maneira de levar à população a base dos seus direitos e de fomentar o respeito à diversidade de credos”, afirma Pai Márcio de Jagun, coordenador executivo da Diversidade Religiosa do Rio.

 

A Cartilha também relembra o histórico de violência contra os judeus e as religiões de matrizes africanas, maiores vítimas dos crimes de intolerância, cuja pena pode chegar a três anos de prisão. Segundo balanço do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, 26% das denúncias de intolerância registradas pelo Disque 100 em 2019 eram de ataques a templos ou adeptos de religiões afro-brasileiras.

 

Existente desde o período colonial, a perseguição aos cultos originários dos povos africanos chegou a ser institucionalizada pelo Código Penal de 1890, que criminalizava as práticas religiosas da população negra, classificando-as como “prática de espiritismo, magia e sortilégios”. Somente em 1946, a Constituição brasileira passou a reconhecer o direito ao livre exercício de crença, graças a uma emenda de autoria do escritor Jorge Amado, então deputado.

 

“Estamos bastante entusiasmados com a qualificação dos canais de contato da Prefeitura com o cidadão, que também estão sendo pensados como instrumentos de combate à discriminação racial, étnica e religiosa. Agora, com a Cartilha, damos mais um passo: além de oferecer o apoio e o acolhimento, passamos a informar os cariocas sobre o que são essas violências e como eles podem se portar frente a cada uma delas. Nosso objetivo é formar cidadãos comprometidos, de maneira irrestrita e profunda, com o combate a todas essas práticas discriminatórias”, afirma o coordenador executivo de Promoção da Igualdade Racial, Jorge Freire.

 

No estado do Rio, dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que, no ano passado, houve aumento nos registros de crimes relacionados ao preconceito étnico-racial e religioso: foram 1.365 casos de injúria por preconceito, contra 1.188 em 2020 (+14,9%); 166 ocorrências de preconceito de raça, cor, religião, etnia e procedência nacional, contra 144 no ano anterior (+15,2%); e 33 registros de ultraje a cultos religiosos (ridicularização pública, impedimento ou perturbação de cerimônia religiosa) — em 2020, foram 23 (aumento de 43,4%).

“É imprescindível que todas as esferas do poder público estabeleçam entre si um pacto de governança direcionado ao enfrentamento das mazelas do racismo, do preconceito e da intolerância religiosa. O cidadão também tem parte neste processo. Esta é uma ação educativa, desenvolvida pela Prefeitura do Rio, que atende à necessidade de informar a população sobre seus direitos e deveres, e convoca cada carioca a se juntar a nós nessa luta tão importante em defesa do respeito à dignidade humana”, destaca o secretário municipal de Governo e Integridade Pública, Tony Chalita.

Oi Futuro inaugura exposição inédita “100 anos de robôs”

A partir de 20 de abril, mostra internacional conta a história da robótica nas artes, entre imaginação e realidade, com curadoria de Zaven Paré

No mundo tecnológico onde se vive, em que as redes sociais estão consolidadas como um meio de interação e a internet tornou-se imprescindível, há uma espécie que evolui também rapidamente: os robôs. E não é de agora. Há 101 anos, por ocasião de uma peça teatral em Praga, foi criada a palavra ‘robô’. Desde então, essas criaturas têm ocupado as mais diversas esferas sociais – do cinema à literatura, das artes plásticas à indústria, do entretenimento à inteligência artificial. E, para contar um pouco desta rica história, o Centro Cultural Oi Futuro, no Flamengo, abre ao público, no dia 20 de abril, quarta-feira, a partir das 11h, a exposição “100 anos de robôs”, que celebra o centenário dos robôs, sintetizando, de forma lúdica e criativa, sua presença no imaginário social e na arte. A curadoria é assinada pelo artista visual Zaven Paré, que trabalha com ‘MachineArt’, inventou a marionete eletrônica na década de 1990 e possui obras representadas em coleções e arquivos.

A mostra inaugura uma colaboração inédita entre três artistas que, até então, só haviam trabalhado em duplas independentes, em parcerias de projetos curatoriais, apresentação artística e cenografia. São eles: ZavenParé (artista, pesquisador e curador), Fred Paulino (artista, curador e produtor cultural – responsável pelo projeto Gambiologia), e Sérgio Marimba (artista e cenógrafo, reconhecido por seu trabalho no Carnaval do Rio).

Também participam da exposição três artistas estrangeiros: o belga Patrick Tresset, com seus robôs desenhistas, que fazem retratos dos visitantes a serem, progressivamente, instalados na parede da galeria durante o período expositivo; o canadense Samuel St-Aubin, que apresenta os robôs do cotidiano, que executam tarefas banais relacionadas ao dia a dia nas residências das pessoas; e Dmitry Morozov, com vídeos de esculturas mecânicas em funcionamento.

Zaven destaca a presença dos robôs no imaginário das pessoas: “as criaturas artificiais sempre estiveram presentes na imaginação dos homens. Mas, para se consolidar a figura do que hoje consideramos um robô, muito tempo se passou. Suas origens estariam em Frankenstein, o ‘Prometeu moderno’, personagem do romance de Mary Shelley, publicado pela primeira vez em 1818. Porém, foi a peça de KarelČapek, R.U.R. – Rossum’s Universal Robots –, em 1921, que inaugurou não apenas a aparição em cena de seres artificiais, como também fixou o neologismo ‘robô’”.

“Com a exposição 100 anos de robôs, o Oi Futuro convida o público a refletir por meio da arte, da ciência e da tecnologia, resgatando a história dos robôs e suas representações na cultura, da literatura ao cinema, que revelam muito sobre o espírito do tempo que os habitam. Ao abrir essa cápsula do tempo, o Oi Futuro pretende inspirar uma visão crítica e transformadora sobre como a tecnologia poderianos tornar mais humanos e ajudar a construir novos futuros para todos, que é o propósito do instituto”, diz Victor D’Almeida, gerente de Cultura do Oi Futuro.

O público vai poder ver, ainda, em “100 anos de robôs”, nas Galerias 1 e 2 do Oi Futuro: a história dos robôs no imaginário e na sociedade,da literatura aos eletrodomésticos; os robôs nas artes, no artesanato e na indústria, com o  tema ‘ArsIndustrialis’ – que trata do progresso industrial e das vanguardas artísticas que sempre acompanharam o desenvolvimento tecnológico, mas que, com suas habilidades, ajudaram as pessoas aprenderem mais sobre si mesmas; linha do tempo, que conta a história dessas criaturas, em um mural com extensão de 8 metros, inspirado em ‘quadros de detetive’, contendo documentos originais, fac-similes, desenhos e anotações – a história da robótica desde 2500 A.C. até os dias atuais; acervos particulares inéditos, com cartazes, livros, fotografias e documentos originais de material histórico; além de coleção pessoal de 100 robôs de plástico do tipo ‘Mecha’ – acervo do cenógrafo Marimba, coletado durante décadas; e um conteúdo audiovisual diverso com imagens em movimento sobre o universo dos robôs, makingof de laboratórios de robótica, peças de teatro, reportagens, entre outros.

“Os robôs têm 100 anos, mas mal se sustentam nas duas pernas. O que realmente sabemos sobre eles? Na cultura popular, têm sido retratados como personagens de ficção científica, em um futuro sempre distante. Mas será que esse futuro não está mais próximo do que se pode imaginar?”, deixa no ar o curador, para que os visitantes reflitam a respeito.

“A exposição tem bastante conteúdo. É um privilégio poder compartilhar um pouco da minha experiência no Japão, com meu acervo que reuni ao longo dos anos. Vamos entregar uma exposição de alto padrão de qualidade e isso me deixa muito feliz. Acredito no impacto local da mostra. Se uma criança entra no espaço e se surpreende, isso para mim já é o suficiente”, afirma ZavenParé, que apresenta fotos instantâneas (Polaroids) raras dos bastidores de laboratórios de testes de robôs em Universidades no Japão.

Alguns destaques de “100 anos de Robôs” prometem chamar a atenção dos visitantes: o robô foca bebê Paro  para fins terapêuticos, que desperta respostas emocionais em pacientes de hospitais e casas de repouso, uma cortesia do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro;  ‘Instalação robôs domésticos’ – uma ‘família’ de cinco robôs aspiradores em funcionamento durante todo o período expositivo, em uma sala mobiliada e temática que remete a uma residência familiar; ‘Vídeo-caleidoscópios: robôs industriais’ – dois caleidoscópios gigantes com a exibição de vídeos de linhas de produção industrial – robótica; ‘Robôs e artesania’ –conjunto de quadros inéditos em madeira criadas pelo artista mineiro Daniel Herthel; ‘Instalação: robôs desenhistas’ – três ‘drawingrobots’ criados pelo artista belga Patrick Tresset, que desenharão, de forma autônoma, os rostos dos visitantes da exposições; ‘Robôs artísticos do cotidiano’ – esculturas mecânicas, com ou sem utilidade prática para a vida caseira, do jovem artista canadense Samuel St-Aubin, expoente da arte robótica; e ‘Robôs artísticos abstratos’ –  vídeos de três esculturas mecânicas em funcionamento, criadas pelo artista russo Dmitry Morozov, conhecido como ::vtol::.

Serviço

Exposição “100 Anos de Robôs”

Curadoria: Zaven Paré

Abertura: 20 de abril, quarta-feira

Horário: a partir das 11h

Visitação: de 20 de abril a 19 de junho de 2022

De quarta a domingo, das 11h às 20h

Local: Centro Cultural Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ, 22220-040

Entrada gratuita

É necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.

 

Prefeitura de Niterói promove ações para o resgate da cidadania


Durante o atendimento no Centro Pop e outros espaços do município, usuários são encaminhados para retirada de documentos, como RG e certidões de nascimento e casamento

A Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária, realiza um trabalho com os grupos em vulnerabilidade social no município de Niterói. Dentre o público, pessoas em situação de rua que, muitas vezes, não possuem nenhum tipo de documento. O Centro Pop é a porta de entrada dos principais serviços que a secretaria disponibiliza com atendimento com assistentes sociais, psicólogos, orientação jurídica, encaminhamento para serviços de saúde, trabalho e renda. O objetivo principal é construir com os acolhidos um trabalho que culmine na sua autonomia e reinserção social. Desde 2019, 3.010 pessoas conseguiram tirar seus documentos.

O secretário de Assistência Social, Elton Teixeira, explica que a documentação é essencial para o cidadão conseguir o mínimo de autonomia na busca por seus direitos.

“Um dos importantes trabalhos desenvolvidos pelo Centro POP é auxiliar o usuário do serviço na retirada de documentos pela primeira vez ou que porventura tenha perdido, algo que parece simples, mas não é. Estar com a documentação em dia faz toda a diferença numa retomada de vida autônoma”, declarou o secretário.

O Centro Pop faz o encaminhamento para retirada de documentos que inclui RG, certidões de nascimento e casamento, título de eleitor e carteira de trabalho. Somente na última segunda-feira (11), 21 usuários foram atendidos. No hotel emergencial e nos espaços de acolhimentos esses serviços também são prestados de forma rotineira.

A.A., 36 anos, é natural de São João de Meriti e está em Niterói desde 2015. O usuário é atendido pelo Centro Pop onde já tirou documentos e também fez o cadastro para auxílios socioassistenciais.

“O Centro Pop resolveu tudo pra mim. Cheguei em 2015 do Rio pra cá, sem nenhum documento. Através do projeto tirei RG, CPF e título de eleitor. Com a documentação, eu consegui dar entrada nos benefícios do governo e já fui acolhido algumas vezes”, contou.

Parceria com o Detran – Desde maio, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH) vem viabilizando a desburocratização para emitir a documentação básica, como identificação civil e certidão de nascimento para os grupos vulneráveis.  Até o momento, mais de 1.200 documentos foram emitidos. O projeto é uma parceria com o Detran e vai ao encontro da meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) que zera a ausência de documentação de grupos vulneráveis até 2030.

O serviço é oferecido no Centro de Cidadania (Cecid) através do Zap da Cidadania, no número (21) 96992-9577, às famílias beneficiárias de programas sociais, vítimas de violação (racismo, assédio, homofobia, etc) e a população de migrantes e refugiados.

Fotos: Divulgação

Ilha da Menina, em Itaipu, terá ecossistema recuperado

Prefeitura de Niterói está implantando o maior projeto de Restauração Ecológica já realizado na cidade

Conhecida como Ilha da Menina, da Filha e até mesmo Pitanga, a menor das ilhas que fica na enseada de Itaipu terá seu ecossistema totalmente recuperado. A intervenção faz parte do Projeto de Restauração Ecológica e Inclusão Social da Prefeitura de Niterói – o maior programa desse tipo já realizado na cidade.

Técnicos da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade da Prefeitura (SMARHS), acompanhados de um pesquisador do Departamento de Biologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC), especialista em revegetação e restauração ecológica, estão realizando um diagnóstico da ilha. O objetivo é estudar a melhor forma de reconstituir aquele ecossistema, as técnicas que serão empregadas e espécies da flora que mais se adequarão ao solo para devolver a biodiversidade ao local que foi degradado pelo homem.

“Temos um trabalho estratégico na cidade. O que estamos fazendo é a maior restauração ecológica já realizada pelo município e vamos levar isso para as gerações futuras. É um trabalho feito em todas as regiões por técnicos, com a ajuda de voluntários. Vamos avançar nas nossas metas protegendo cada vez mais as áreas verdes de Niterói”, afirma o secretário de Meio Ambiente, Rafael Robertson.

Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Recursos Hídricos, o Projeto de Restauração Ecológica e Inclusão Social teve início em 2019, com investimento de R$ 2,9 milhões, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O objetivo do programa é recuperar um total de 203,1 hectares de diferentes fitofisionomias da Mata Atlântica em diversos pontos da cidade e unidades de conservação incluindo praias, áreas de restingas e lagunas, além de áreas de Parques Municipais.

A meta desta fase do projeto para 2022 é fazer o diagnóstico da vegetação das três ilhas e iniciar a restauração na Ilha Menina. O plantio de espécies nativas também irá contemplar áreas no entorno da Lagoa de Itaipu e manguezais.

Vistoria – Durante a vistoria técnica na Ilha da Menina, foram investigados: formações vegetais, tipo de solo, fauna, presença de água doce e profundidade associados à topografia, entre outros aspectos. Além da revegetação, será feita a restauração do meio ambiente. Serão introduzidas espécies nativas resistentes à seca e adaptadas àquele ecossistema, de modo a controlar a dominância atual do capim colonião e fornecer atrativos para a fauna. O objetivo a longo prazo é aumentar a biodiversidade.

“O objetivo desta expedição à Ilha da Menina foi diagnosticar o uso e a ocupação do solo, visando o planejamento de sua restauração ecológica. A partir daí vamos estudar a melhor forma, mas sabemos que é um processo lento”, explica Marcos Dertoni, assessor técnico do projeto que também tem em sua equipe pela prefeitura o biólogo Bruno Oliveira e o voluntário Thiago Gomes.

Os técnicos avaliam a possibilidade de utilizar a mesma técnica que está sendo empregada nas ilhas Cagarras, um dos santuários ecológicos do Rio de Janeiro, onde vem sendo feito o plantio manual das espécies após a retirada do capim invasor.

“Fizemos esse reconhecimento para avaliar a profundidade do solo e se é saudável ou não. O local está tomado pelo capim colonião, que é uma espécie invasora. Vamos fazer um experimento plantando mudas que façam sombra, para eliminar o capim. É um projeto que vai durar alguns anos. Tentaremos utilizar inicialmente espécies nativas para aumentar a biodiversidade. Uma área como essa deveria ter 60 espécies arbóreas antes de ser degradada. O processo de restauração começa quando retirarmos o capim colonião”, destaca o especialista da PUC, Richieri Antonio Sartori.

Jairo Augusto da Silva é pescador artesanal há quarenta anos na região da Reserva Extrativista (Resex) de Itaipu ressalta a importância das intervenções.

“As ilhas têm um papel fundamental nessa região porque os animais levam sementes de um lado para o outro e isso interfere em todo o ecossistema e até mesmo nessa rede de pescado. A recuperação da vegetação das ilhas é muito necessária”, disse o pescador.

 

Niterói está se conectando a trilha de longo curso com 16 municípios


Cidade já faz parte da trilha sinalizada mais longa da América do Sul e da Rede Brasileira de Trilhas, que inclui a Rota de Darwin

A Prefeitura de Niterói está participando do projeto “Volta ao Rio” que unirá 16 municípios na trilha sinalizada mais longa da América do Sul e dará ao Estado do Rio de Janeiro uma nova alternativa para o turismo verde no período pós-pandemia. A rota está conectando as unidades de conservação de Niterói a municípios como Maricá, Rio Bonito, Saquarema, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Rio das Ostras, Macaé e Quissamã, entre outros, formando uma trilha contínua no litoral norte fluminense.

“A Prefeitura de Niterói tem um olhar especial voltado para suas trilhas. Nossa cidade conta paisagens exuberantes, mais de 50% de seu território preservado por meio de um decreto municipal e um voluntariado forte e atuante. Temos 45 trilhas, a maioria localizada em unidades de conservação, um potencial para o ecoturismo que, cada vez mais, se apresenta como oportunidade de preservação e de geração de emprego e renda”, destaca o prefeito de Niterói, Axel Grael.

A ideia do projeto “Volta ao Rio” é unir o incentivo ao turismo, à geração de emprego e renda e à preservação do meio ambiente, envolvendo governo, voluntários, grupos escoteiros e empresários como parceiros e patronos de trechos das trilhas.

“Ao adotar o conceito das trilhas de longo curso em Niterói, o município integra uma rede de caminhos que são conectores de paisagens. Ao incentivar iniciativas voltadas para o turismo de natureza conjugadas, entende-se que haverá uma maior conscientização ambiental na conservação das áreas protegidas. O Parnit e o Peset já formam um mosaico local de áreas prioritárias que podem ser acessadas pela Rota Charles Darwin. Ao aderir ao Projeto Volta ao Rio, Niterói se insere definitivamente nas rotas nacionais e internacionais de trilhas”, explica a assessora ambiental da Prefeitura de Niterói, Amanda Jevoux.

Rota Darwin – Niterói também está incluída na Rede Nacional de Trilha de Longo Curso e Conectividade através da Rota Darwin, trilha de longo curso implantada no ano de 2018 pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade (SMARHS).

A trilha conecta paisagens dos municípios de Niterói e Maricá, ligando importantes unidades de conservação municipais e estaduais, bem como outras áreas de grande relevância ambiental. A Rota Darwin possui parceria com o Parque Estadual da Serra da Tiririca, a Secretaria de Meio Ambiente de Maricá, o Instituto Estadual do Ambiente e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade, sendo ainda membro da Rede Brasileira de Trilhas.

A trilha conta com sinalização rústica por toda a sua extensão de 74 quilômetros e tem início na estação hidroviária da Praça Araribóia, no centro de Niterói, seguindo junto à orla da Baía de Guanabara em direção à Praia das Flechas, passando pelo Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit) em seu setor Costeiro Lagunar, onde é possível observar a Ilha da Boa Viagem, as cavernas localizadas abaixo do Museu de Arte Contemporânea (MAC) e as pedras do Índio e de Itapuca.

O percurso segue, então, para o bairro São Francisco em direção à sede do Parnit no Parque da Cidade e, neste trecho, segue pela Trilha Tupinambás em direção à Ilha do Pontal – parte integrante do Parnit em seu Setor Costeiro Lagunar. A partir deste momento a Rota Darwin corta o bairro de Itaipu e adentra o Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset) através da trilha do Morro da Peça, mangue do Canal do Camboatá e trilha Córrego dos Colibris. Após, a trilha segue pelo Caminho de Darwin, um importante trecho histórico e ambiental por onde o naturalista Charles Darwin passou em sua viagem ao Brasil em 1832. Em seguida a Rota Darwin segue para Maricá. A iniciativa conta com o trabalho de voluntários e apoio de escoteiros.

A Rota Darwin também integra a Trilha Oiapoque x Barra do Chuí, maior rota de caminhada da América do Sul, conectando os extremos do litoral brasileiro.

“A Rota Darwin, que retraça os passos do grande naturalista inglês, alia natureza e história, tornando-se assim um dos roteiros de caminhada mais interessantes da Trilha Oiapoque x Barra do Chuí e de toda a Rede Brasileira de Trilhas”, disse Pedro da Cunha e Menezes, diretor da Rede.

 

Governo do Estado abre inscrições para projetos voltados para a terceira idade

 

Ao todo, são cerca de 5 mil vagas para as iniciativas “Ativa Idade” e “Envelhecimento Ativo”

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Envelhecimento Saudável, abre inscrições para os dois projetos da pasta – “Ativa Idade” e “Envelhecimento Ativo”. Ao todo, são cerca de 5 mil vagas em 35 núcleos localizados nas regiões das Zona Oeste e Norte da capital, além das cidades de Queimados e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

– Por serem do grupo de risco, os idosos sofreram muito durante a pandemia em virtude do isolamento social, extremamente necessário para que pudéssemos salvar vidas. Infelizmente, muitos se tornaram depressivos. Com estes novos projetos da Secretaria de Envelhecimento Saudável, queremos devolver qualidade de vida e sociabilidade aos cidadãos fluminenses da melhor idade. Vale lembrar que as atividades estão sendo retomadas graças ao sucesso da vacinação do Estado do Rio de Janeiro – disse o governador Cláudio Castro.

Enquanto o projeto “Ativa Idade” consiste em atividades laborais e de ginástica, o “Envelhecimento Ativo” promove ações voltadas para fisioterapia e reabilitação. O público alvo são pessoas acima dos 40 anos. Os interessados podem se inscrever em um dos núcleos nos endereços abaixo.

Serviço:

Inscrições abertas para os projetos “Envelhecimento Ativo” e “Ativa Idade”

A partir do dia 19 de abril (terça-feira)

Envelhecimento Ativo – Inscrições das 08h às 17h

Vacinação contra gripe: Niterói imuniza idosos com 70 anos ou mais a partir de segunda-feira (25) 

Profissionais de saúde com 40 anos ou mais também serão imunizados

A Prefeitura de Niterói inicia, na segunda-feira (25), a aplicação da vacina contra a Influenza (gripe) em idosos a partir de 70 anos, e profissionais de saúde com 40 anos ou mais. A quarta dose ou segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19 permanece sendo aplicada em idosos a partir de 80 anos, com intervalo de quatro meses da terceira dose (primeira dose de reforço). A imunização estará disponível em quatro policlínicas, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas, com entrada até as 16 horas.

Para receber a dose da vacina contra a gripe, o idoso precisa apresentar identidade, CPF e cartão de vacinação. Já o profissional de saúde, além desses documentos, é necessário comprovante profissional. Para a quarta dose ou segunda dose de reforço da vacina contra a Covid-19 também é preciso apresentar a identidade e comprovante das doses anteriores. A imunização estará disponível de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas, com entrada até as 16 horas.O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Oliveira, alerta para a importância da vacinação.

“É fundamental que o público-alvo compareça a um posto de vacinação para receber a dose da vacina contra a Influenza. A imunização é segura e evita quadro grave da doença”, enfatiza.

Idosos, crianças, gestantes e pacientes com comorbidades possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à doença Influenza. A vacinação é a intervenção mais importante na redução do impacto da doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a Influenza acomete de 5% a 10% dos adultos e 20% a 30% das crianças, causando de 3 milhões a 5 milhões de casos graves, e 250 mil a 500 mil mortes todos os anos.

 

Gripe – A Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente, é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura uma semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Os vírus Influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem três tipos de vírus Influenza: A, B e C. A influenza C causa infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. Os tipos A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus Influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Confira os locais de vacinação:

Policlínica Sérgio Arouca – Rua Vital Brazil Filho, s/nº – Vital Brazil.

Policlínica Dr. João da Silva Vizella – Rua Luiz Palmier, 726 – Barreto.

Policlínica Regional de Itaipu – Avenida Irene Lopes Sodré, s/nº, Itaipu.

Policlínica Regional Carlos Antônio da Silva – Avenida Jansen de Melo, s/nº, São Lourenço.

Juliana Gabriel cria a TRIBU – plataforma de atendimento médico multiprofissional, humanizado e individualizado online.

 
Dividido em Tribu Saúde e Tribu Education, projeto une saúde, educação e empreendedorismo em favor do ser humano.
 
 
 

endocrinologista Juliana Gabriel acaba de fundar a TRIBU (acrônimo de TRansformação através da metodologia Interdisciplinar de Base Unificada), uma plataforma de atendimento online, formada por uma equipe médica multiprofissional, com abordagem humanizada e soluções individualizadas. Saúde, educação e empreendedorismo harmonizados e voltados ao ser humano.

 
“O projeto TRIBU vem consolidar um trabalho que venho realizando nos últimos anos em conjunto com minha equipe e parceiros. É um trabalho de união, em prol da saúde e da educação, baseado na ética e na ciência, com atendimento ‘artesanal’. Foi um longo caminho até a realização desse sonho, mas empreender em prol do ser humano tornou o processo incansável”, explica Dra. Juliana Gabriel. “Na Tribu estamos preparados para atender indivíduos transgêneros, veganos e vegetarianos. Todxs!”
 
A TRIBU vem confirmar a médica como mulher empreendedora na área de saúde e educação,  já que o projeto divide-se em dois braços:
 
Tribu Saúde – formada por um coletivo de profissionais de saúde que, além de já fazerem parte da equipe de Juliana, têm em comum os valores e a forma diferenciada de atendimento – individualizada e  humanizada.
 
. Tribu Educação – escola de cursos livres para profissionais de saúde, onde serão tratados temas atuais da prática de saúde, bem como questões polêmicas e relevantes, por profissionais capacitados, com embasamento científico, metodologia moderna e dinâmica. O objetivo é ensinar, desmistificar mitos e capacitar os alunos a exercerem suas profissões de forma ética, artesanal e humana, com base científica comprovada. 
 
Atualmente, a Tribu Education é online, mas futuramente, haverá eventos presenciais. Recentemente, Dra. Juliana Gabriel realizou o 1º Congresso Online de Saúde Trans, por três dias, com palestras de profissionais e palestrantes de diversas áreas relacionadas à transgeneridade. No YouTube possui o canal “Endocrinologia Para Todos”, de educação em saúde, com acesso gratuito.
 
Como o objetivo é a conexão, e formar uma comunidade de indivíduos que querem melhorar a saúde, nada melhor do que estar junto a outros que também queiram iniciar uma atividade física. Por isso, foi criado o Clube Strava da Tribu Saúde, com dicas, acompanhamento da evolução da performance esportiva, e estímulo, não só da equip médica, como da torcida dos outros participantes do clube. O Strava é um aplicativo utilizado para monitorar treinos e acompanhar a evolução da performance esportiva, utilizado por atletas profissionais e amadores em todo o mundo, mas o clube da Tribu é privado, apenas os participantes do clube tem acesso aos conteúdos da comunidade.
 
Sobre Dra. Juliana Gabriel
CRM-SP 127584 / RQE 20007
 

Médica Endocrinologista

Formação:

– Graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com Especialização pela PUC-RJ/IEDE, Título de Especialista em Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (TEEM-SBEM) e Certificado de Área de Atuação em Endocrinologia Pediátrica (CAAEP).

– Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente e Doutora em Ciências pela UNICAMP

Atuação:

– Professora Colaboradora e membro do grupo de pesquisa GIEDDS da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

– Professora na Faculdade de Medicina da São Leopoldo Mandic.

– Médica Endocrinologista do Centro Infantil Boldrini

– Fundadora da Empresa Ribeiro de Andrade Consultoria em Saúde, que é dividida em duas frentes: assistência à saúde e ensino.

– Presta serviços de Consulta Médica Individual pessoalmente e por sua equipe.

– Ministra Palestras e Treinamentos sobre Saúde, tanto para profissionais quanto para o público leigo e empresas.

– Produção de conteúdo: textos em Blog e vídeos no Youtube, além  de ser colaboradora em diversas mídias e canais de comunicação.

– Criadora do projeto “Endocrinologia para todos”, um canal de Educação em Saúde, online e gratuito.

– Fundadora da Tribu Saúde – clínica multiprofissional humanizada

– Fundadora da Tribu Educação – escola de cursos livres para a área da saúde 

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Agora é lei: candidatos aprovados em concursos publicos deverao ser imcluidos em cadastro de reserva

Candidatos aprovados em concurso público realizados no Estado do Rio que excederem o número de vagas podem ser convocados ao longo do prazo de validade edital. É o que determina a Lei 9.650/22, de autoria da deputada Martha Rocha (PDT), sancionada pelo governador Cláudio Castro e publica em edição extra do Diário Oficial de segunda-feira (19/04).

De acordo com a norma, os candidatos não podem ser eliminados e deverão compor o cadastro de reserva, esteja ou não prevista esta categoria no edital, com ou sem esta nomenclatura. Caso seja comprovado o déficit no quadro de pessoal e a viabilidade orçamentária em relação ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), os candidatos terão direito à nomeação, não estando autorizado o órgão ou entidade organizadora do concurso a realizar nova seleção para a ocupação dos mesmos cargos.

A medida vale para os concursos em andamento e os certames que se encontram dentro do prazo de validade ou de sua prorrogação. “Demonstrada a necessidade do órgão para que novos candidatos sejam convocados, fica a realização de novo concurso público, evitando a utilização da já escassa verba pública estadual”, justificou a