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Desde cedo, agentes da guarda e da Nittrans trabalham nas entradas de Camboinhas, Itaipu e Itacoatiara
A Secretaria de Ordem Pública de Niterói (Seop) reimplantou a barreira na entrada do bairro de Camboinhas nos fins de semana, além de intensificar a fiscalização nos acessos às praias de Itaipu e Itacoatiara. Somente moradores, mediante apresentação de documentação, poderão acessar as praias da Região Oceânica. A entrada está liberada apenas para atividades físicas individuais no mar, areia e no calçadão, das 6h às 12h30 e das 16h às 22h.
O objetivo é reduzir a circulação de pessoas nas praias durante os finais de semana, evitando aglomerações e a disseminação do coronavírus. Além das barreiras, a Guarda Municipal está fazendo a fiscalização com viaturas e motocicletas no reforço às varreduras nas praias para que as pessoas não permaneçam nas áreas fora dos horários de atividades permitidas.
O Departamento de Fiscalização de Posturas também intensificou as ações em quiosques na orla de Niterói.
A Secretaria de Ordem Pública reitera que a Prefeitura de Niterói prorrogou até o dia 28 de fevereiro todas as medidas restritivas de distanciamento social para redução da transmissão do novo coronavírus na cidade. A decisão de prorrogar as medidas de isolamento foi motivada pelo aumento no número de casos de Covid-19 nas últimas semanas em toda a Região Metropolitana.
“Nossa recomendação continua sendo para que as pessoas saiam de casa apenas em casos necessários como trabalho, compra de gêneros alimentícios ou de produtos nas farmácias, por motivos médicos ou para ida a estabelecimentos cujo funcionamento esteja permitido ou por conta de atividade permitida ou ainda para atividades físicas nos horários estabelecidos. Sabemos o quanto é difícil, mas é fundamental que a população continue colaborando. Niterói tem trabalhado intensamente desde o início para minimizar os efeitos da Pandemia e precisamos continuar mantendo essa linha” orienta Paulo Henrique de Moraes, secretário de Ordem Pública.
A cobrança para o uso de máscaras também está sendo reforçada. A Seop lembra que o uso de máscara facial em áreas públicas, assim como em espaços particulares em que houver atendimento ao público, segue obrigatório, sob pena de aplicação de multa instituída em lei e haverá também reforço na cobrança do uso, sob pena de multa de R$ 180.
Quiosques – O Departamento de Fiscalização de Posturas da Secretaria Municipal de Ordem Pública vai intensificar as ações em todos os quiosques da Baía e das praias da Região Oceânica. O acesso aos estabelecimentos continua liberado no mesmo horário que as atividades físicas individuais no mar, areia e no calçadão, das 6h às 12h30 e das 16h às 22h. O uso de mesas nas areias continua proibido. Cada quiosque só pode colocar módulos nas calçadas, com espaçamento mínimo de dois metros, e obedecendo a esses horários. A multa para quem for flagrado descumprindo as regras é de, no mínimo, R$500. Os quiosques também devem disponibilizar álcool em gel nas bancadas e fazer higienização das mesas após a saída de cada cliente. A música ao vivo continua proibida.




A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói informa que o município já tem 24.700 pacientes recuperados da Covid-19. Ao todo, a cidade registra 25.805 casos confirmados da doença e 176 pessoas em isolamento domiciliar sendo acompanhados pela Secretaria. Niterói registra 689 óbitos.




O período da flexibilização do coronavírus, a obrigação de determinado tipo de isolamento social (mesmo menos rigoroso) e a abertura dos locais de compras e entretenimento são fatores pontuais que favoreceram o crescimento da procura por cirurgias plásticas e estéticas. O aumento de pelo menos 30% desses procedimentos, nos últimos três meses, pode ser observado pelo. cirurgião José Mauro Monteiro, pós graduado em cirurgia plástica pelo Hospital da Força Aérea do Galeão-RJ, com consultório na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
De acordo com o médico, a demanda por procedimentos estéticos cresceu consideravelmente, entre mulheres mais jovens mesmo durante este período de pandemia da COVID-19. “Um dos estimuladores está na orientação das pessoas ainda se resguardar socialmente, tornando possível o repouso pós-cirúrgico, necessário para a recuperação de qualquer procedimento invasivo.”
A necessidade de ficar em casa mesmo na flexibilização e o afastamento compulsório do trabalho foram, para muitos desses pacientes, uma oportunidade de realizar a “sonhada cirurgia plástica” planejada por algum tempo. “Como as pessoas estão mais reclusas, as mais jovens, principalmente mulheres, têm procurado mais o consultório”, confirma José Mauro lembrando que as cirurgias mais realizadas nesse período são as próteses de silicone de mama, as lipoaspirações, para remoção do excesso de gordura e as plásticas redutoras, para a retirada do excesso de pele dos seios para dar forma mais harmônica.
Os cuidados e prevenção contra a COVID-19 também são importantes e devem ser seguidos, juntamente com as orientações do pós-operatório, evitando o contato social e aglomerações, uma vez que o sistema imunológico pode ficar comprometido por causa do trauma cirúrgico. “Manter isolamento domiciliar e uma alimentação saudável são medidas importantes. Também é fundamental tomar os cuidados com a higienização do ambiente com álcool em gel, água com sabão ou água sanitária. E em caso de qualquer sintoma respiratório, antes ou após a cirurgia, é importante informar ao médico que deverá orientar sobre realização de testes, ou se houver suspeita de coronavírus” explica José Mauro Monteiro.
É certo afirmar que atualmente fazer uma cirurgia plástica é muito mais seguro do que há décadas atrás. Os equipamentos são mais modernos, a anestesia oferece um risco menor de causar complicações e os médicos são mais bem preparados para qualquer eventualidade. Contudo, ainda existem procedimentos e comportamentos perigosos.
“Imagine-se atravessando uma avenida. Estando na faixa de pedestre, com o sinal vermelho para os carros e atenção à sua volta, é difícil que ocorra algum atropelamento. Mas se atravessar no meio dos carros, com o sinal aberto, ficará exposto a diversos riscos”, explica o cirurgião que abaixo responde as perguntas mais frequentes sobre segurança na hora de realizar uma cirurgia plástica.
1. Manter a saúde em dia
Antes de encarar a mesa de cirurgia, você precisa passar nos exames pedidos pelo médico e manter sob controle as doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Fumantes também exigem cuidados. “A nicotina prejudica a circulação de sangue nos tecidos, favorecendo a má cicatrização. É recomendado deixar de fumar pelo menos 1 mês antes”, alerta o cirurgião.
2. Redobrar a atenção com os remédios
É fundamental procurar saber como os medicamentos de uso frequente interferem na cirurgia. “Existem fitoterápicos, como ginkgo biloba, cáscara sagrada e pílulas de alho, que podem aumentar o sangramento e trazer riscos para a paciente”, diz José Mauro Monteiro. Tais produtos não precisam de receita médica para a compra e passam a falsa ideia de que são inofensivos.
Outro grupo importante é o das fórmulas de emagrecimento. A obesidade é um fator de risco para a cirurgia. Por esse motivo, diversas pessoas optam pelo uso desse tipo de medicamento para perder peso rápido e se adequar às normas de segurança pré-operatórias. “Outros comprimidos a serem evitados são: a aspirina, o AAS e alguns antiinflamatórios, que alteram a coagulação do sangue. Já a isotretinoína, substância derivada da vitamina A e usada no tratamento da acne, pode mudar a síntese de colágeno na pele e, por isso, também atrapalha a cicatrização”, explica o especialista.
Por fim, há os anticoncepcionais. “O problema das pílulas e da reposição hormonal estáno aumento da possibilidade de trombose. Ainda assim, na maioria dos casos, não se deve suspender o uso porque existem medidas eficazes para prevenir o problema, como o uso de anticoagulantes, meias elásticas e massageadores para as pernas”, completa.
3. Buscar referências sobre o cirurgião
Por mais importantes que sejam as indicações feitas por amigos e outros médicos, não se restrinja a elas. Vale ir atrás de referências sobre a formação do cirurgião. Ainda que apenas o diploma de uma boa instituição não seja garantia de segurança máxima, é um dos fatores que se deve ficar de olho.
Outra medida importante é saber se o médico é especialista ou pós graduado em cirurgia plástica. De acordo com a legislação brasileira, depois de concluir o curso regular de seis anos, o médico pode realizar qualquer procedimento. Ou seja, um médico que se formou ontem e não tem nenhuma expertise em cirurgia está legalmente habilitado a fazê-la. “Não é raro encontrar anúncios de médicos que se dizem especialistas em medicina estética e cirurgia plástica e não o são. Deve-se tomar cuidado”, alerta José Mauro.
4. Perguntar todos os detalhes
O lugar onde será feita a cirurgia também determina o nível de risco. Hospitais oferecem mais segurança do que clínicas. “É preciso ter, no mínimo, uma mini-UTI no local”, ressalta o cirurgião.
Mulheres que pretendem aumentar os seios também precisam se informar sobre a marca da prótese. “Pesquise o site do fabricante, verifique se é certificado pela Anvisa, veja se ele atua no mercado europeu ou norte-americano, busque o histórico da empresa para checar se há bons antecedentes”, orienta.
5. Anestesia
Todos os tipos de anestesia podem ocasionar problemas, seja local, peridural ou geral e a raquianestesia. “Porém, atualmente o choque anafilático é muito raro”, diz o médico. O problema é que, na ânsia da transformação, muitas mulheres acreditam que é uma boa ideia “aproveitar” para realizar vários procedimentos de uma vez, o que pode até ser feito com cautela.
De acordo com José Mauro é fundamental ter acesso fácil ao médico e disponibilidade para voltar ao consultório ou ao hospital se ele recomendar. “Daí a importância de saber se o cirurgião que atende você no consultório é o mesmo que chefiará a equipe na operação”, recomenda. Ele saberá seu histórico e poderá tomar decisões mais acertadas, algo que nem sempre acontece nos consórcios de cirurgias plásticas.
6. Respeitar o pós-operatório
Uma das partes mais importantes do processo é seguir as orientações médicas depois da cirurgia. Parece óbvio, mas existem diversas pessoas que não seguem as recomendações à risca. “As recomendações sobre repouso, atividade física, exposição ao sol, direção de veículos, alimentação e uso da medicação e de cintas cirúrgicas também são critérios de segurança”, diz o cirurgião.
“Deixar de colocar em prática o que prescreve o médico pode abrir espaço para o surgimento de infecções, manchas, aderências, fibroses e problemas de cicatrização, o que, obviamente, vai interferir no resultado do procedimento”, finaliza.
O Dr. José Mauro Monteiro da Silva possui graduação em Medicina pela Universidade Iguaçu (2009), pós graduação em cirurgia geral pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro(2013) e pós graduação em cirurgia plástica pelo Hospital da Força Aérea do Galeão(2016). Atualmente é médico do Hospital de Clínicas Santa Cruz Ltda.




Mesmo com as oscilações nos níveis de progressão da COVID-19 no Brasil nos últimos meses, a Universidade Federal Fluminense manteve ativas diversas ações voltadas ao enfrentamento da pandemia e diminuição do seu impacto na sociedade. Um exemplo, dentre muitos, é o projeto “Alimentação e Solidariedade na Rede de Agroecologia da UFF”, que busca ampliar e fortalecer os circuitos de produção e consumo de alimentos agroecológicos existentes em Niterói, Macaé, Angra dos Reis, Santo Antônio de Pádua, Rio das Ostras e Campos dos Goytacazes. A iniciativa é apoiada pelo Edital de Projetos de Pesquisa, Ensino e Extensão voltados para o enfrentamento da Pandemia de COVID-19 (Edital PROPPI-PROGRAD-PROEX nº04/2020), sendo executado através de arranjos locais nesses seis diferentes campi da Universidade.
O projeto articula os Núcleos e Coletivos de Pesquisa e Extensão em Agroecologia da UFF com movimentos e organizações da agricultura familiar e tem como intuito fortalecer iniciativas de comercialização e abastecimento desses alimentos, a exemplo das feiras, dos programas de venda de cestas, dos armazéns e das lojas, assim como das ações organizadas em parceria com grupos de consumo.
De acordo com o professor de Políticas Públicas no Instituto de Educação de Angra dos Reis, José Renato Porto, um dos integrantes da Rede de Agroecologia da UFF, “diante das restrições impostas pela pandemia, um conjunto bastante significativo e diversificado de respostas tem sido oferecido pelas organizações do campo da agricultura familiar, com ensinamentos relevantes a serem observados”, enfatiza.
O docente complementa explicando que: “de um lado, vê-se uma importante capacidade de adaptação (ainda que constrangida por restrições políticas e de ordem sanitária) das organizações da agricultura familiar em torno de novos arranjos de comercialização e estratégias para acesso a mercados. De outro lado, também proliferam iniciativas de doações de alimentos agroecológicos a populações em situação de vulnerabilidade, mobilizando sinergias entre entidades da sociedade civil e movimentos sociais do campo e da cidade na construção de redes de solidariedade. A proposta do projeto é acompanhar essas iniciativas nos seis territórios do estado do Rio de Janeiro onde a Rede de Agroecologia da UFF atua”.
De acordo com a coordenadora do projeto “Alimentação e Solidariedade”, Ana Maria Motta Ribeiro, professora do Departamento de Sociologia e Metodologia das Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito (PPGSD/UFF), “esse projeto tem uma singularidade que o faz reunir um conjunto de professores pesquisadores extensionistas da universidade, cada um com sua equipe de trabalho, em diferentes campi da instituição. Construímos juntos a Rede de Agroecologia, que está viabilizando a realização do projeto em diferentes regiões do estado”, explica.
Segundo Ana Motta, “a iniciativa possui um viés colaborativo, incluindo alunos que estão sendo formados por cada um desses núcleos de pesquisa. O sentido é o de promover a solidariedade, o trabalho coletivo em plena pandemia, discutindo uma forma de alimento limpo, sem veneno e agrotóxico, uma produção fincada em agricultura familiar, que não tem a exploração da mão de obra do homem pelo próprio homem”, comemora.
O projeto “Alimentação e Solidariedade” está também articulado a um mapeamento colaborativo de âmbito nacional, a Ação Coletiva Comida de Verdade, uma iniciativa em curso construída por organizações da sociedade civil ligadas à agroecologia para o acompanhamento das estratégias e respostas que estão sendo organizadas para lidar com o contexto da pandemia.
A Rede de Agroecologia da UFF
A Rede de Agroecologia da UFF, que desenvolveu o projeto “Alimentação e Solidariedade”, consiste numa iniciativa de articulação entre núcleos e coletivos de agroecologia desses seis campi. Criada em 2019, ela tem como proposta principal construir iniciativas interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão a partir da integração e do trabalho coletivo, fortalecendo o tema da agroecologia dentro da Universidade e ampliando as conexões em rede com organizações e movimentos sociais ligados à agricultura familiar camponesa.
José Renato destaca que “a presença desses vários projetos de agroecologia assinala o aporte da instituição para este campo do conhecimento, em franco processo de expansão, que se define a partir da convergência entre as práticas científicas, conhecimentos populares e as experiências localizadas de promoção da agroecologia”. Nesse sentido, segundo ele, a Rede funcionaria como um espaço institucional e político para a construção de um programa permanente de apoio à agroecologia no âmbito da Universidade Federal Fluminense.
Trata-se, enfim, de um processo de construção coletiva que parte da instituição, mas que só ganha sentido transbordando seus limites para o conjunto da sociedade. Além disso, vale destacar que a articulação de parcerias em rede é uma prerrogativa de atuação da Rede de Agroecologia da UFF, que se vincula com a Articulação de Agroecologia do estado do Rio de Janeiro (AARJ), a partir de suas representações regionais.




Serão mais 8 mil cestas distribuídas para população em vulnerabilidade social. Entregas serão realizadas em escolas do Centro e Região Oceânica
A Prefeitura de Niterói vai entregar o primeiro lote de cestas básicas de 2021 para população em vulnerabilidade social. Essa foi uma das promessas feitas pelo atual prefeito, Axel Grael, durante a campanha, para garantir a alimentação da população enquanto perdurar a pandemia. A distribuição acontece entre os dias 18 e 21 de janeiro, das 9h às 17h, na Unidade Municipal de Educação Infantil (UMEI) Alberto de Oliveira, no Centro, e na Escola Municipal Francisco Portugal Neves, em Piratininga.
Tem direito ao benefício as famílias em situação de vulnerabilidade social e risco de desnutrição e que não fazem jus de nenhum outro programa de mitigação dos impactos financeiros da pandemia do novo coronavírus. A lista com o nome dos beneficiários e o local onde devem buscar sua cesta está disponível no Portal da Transparência da Prefeitura no link https://transparencia.niteroi.rj.gov.br/#/cms/48.
A entrega será realizada de acordo com a letra inicial do nome para acontecer de forma segura e organizada, evitando aglomeração, seguindo a ordem: na segunda-feira (18), pessoas com nomes começados pelas letras de A até C, na terça (19) para pessoas com nomes que comecem por D até I, na quarta (20) é a vez das pessoas com letras iniciais J, K e L, na quinta (21) com letras M até P e na sexta (22) para nomes iniciados pelas letras Q até Z.
Quem não puder comparecer pode indicar um procurador para buscar a cesta. Basta imprimir e preencher o formulário disponível no Portal da Transparência. O uso da máscara é obrigatório.
Serviço:
Entrega de cestas básicas para população em situação vulnerável
Data: 18 a 22 de janeiro de 2021
Horário: 9h às 17h
Locais: a lista com data e local de cada beneficiário está disponível em https://transparencia.niteroi.rj.gov.br/#/cms/48




A Secretaria de Estado de Saúde (SES) dará início, neste sábado (16/01), à distribuição do primeiro lote de seringas para a campanha de vacinação contra Covid-19. Ao todo, nesta primeira fase, serão enviadas 5,5 milhões de seringas descartáveis de 3 ml com agulha aos 92 municípios do Estado. Os lotes serão entregues aos municípios pela Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) de forma escalonada até o dia 22 de janeiro.
Nesta quarta-feira (13/01), a Subsecretaria de Vigilância em Saúde encaminhou aos secretários municipais de Saúde um ofício recomendando que as seringas sejam de uso exclusivo da campanha de vacinação contra Covid-19. O material corresponde ao mesmo número de doses que serão necessárias para imunizar a população que se encaixa nas quatro fases iniciais da vacinação.
Fases da vacina – A primeira fase prioriza os trabalhadores da saúde, a população idosa a partir de 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena;
A segunda fase inclui pessoas de 60 a 74 anos; A terceira fase prevê a vacinação de pessoas com comorbidades e, por isso, maior risco de agravamento da doença (como portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares);
A quarta fase abrangerá professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.
População – As quatro fases juntas contabilizam 5.454.912 habitantes. Na primeira fase, serão cerca de 811.235 idosos acima de 75 anos; 545.197 trabalhadores da saúde; 339 indígenas; e 10.892 mil idosos em instituições de longa permanência (1.367.663 pessoas, ao todo). Na segunda fase, teremos cerca de 2.181.861 de idosos na faixa de 60 a 74 anos. Na terceira, cerca de 1.666.259 de pessoas com comorbidades. Na quarta fase, 97.225 professores; 92.205 profissionais das forças de segurança pública e salvamento; 991 funcionários do sistema prisional e 48.708 privados de liberdade.




Bloqueios serão reforçados também nas praias de Itaipu e Itacoatiara. Fiscalização de Posturas também intensificará ações nos quiosques
A Secretaria de Ordem Pública de Niterói (Seop) vai reimplantar a barreira na entrada do bairro de Camboinhas nos fins de semana, além de intensificar a fiscalização nos acessos às praias de Itaipu e Itacoatiara. Somente moradores, mediante apresentação de documentação, poderão acessar às praias da Região Oceânica. A cobrança para o uso de máscaras também será reforçada. As medidas visam a reduzir a circulação de pessoas nas praias da Região Oceânica durante os finais de semana, evitando aglomerações e, consequentemente, a proliferação do coronavírus.
O acesso às praias continuará liberado para atividades físicas individuais no mar, areia e no calçadão, das 6h às 12h30 e das 16h às 22h. Além das barreiras, a Guarda Municipal fará a fiscalização com viaturas e motocicletas. O Departamento de Fiscalização de Posturas também intensificará as ações em quiosques na orla de Niterói.
A Secretaria de Ordem Pública reitera que a Prefeitura de Niterói prorrogou até o dia 28 de fevereiro todas as medidas restritivas de distanciamento social para redução da transmissão do novo coronavírus na cidade. A decisão de prorrogar as medidas de isolamento foi motivada pelo aumento no número de casos de Covid-19 nas últimas semanas em toda a Região Metropolitana.
“Nossa recomendação continua sendo para que as pessoas saiam de casa apenas por motivos de trabalho, compra de gêneros alimentícios ou de produtos nas farmácias, por motivos médicos ou para ida a estabelecimentos cujo funcionamento esteja permitido ou por conta de atividade permitida ou ainda para atividades físicas nos horários estabelecidos. Sabemos o quanto é difícil, mas é fundamental que a população continue colaborando. Niterói tem trabalhado intensamente desde o início para minimizar os efeitos da Pandemia e precisamos continuar mantendo essa linha” orienta Paulo Henrique de Moraes, secretário de Ordem Pública.
A Seop reforça ainda que a Guarda Municipal segue reforçando as varreduras nas praias para que as pessoas não permaneçam nas áreas fora dos horários de atividades permitidas.
O uso de máscara facial em áreas públicas, assim como em espaços particulares em que houver atendimento ao público, segue obrigatório, sob pena de aplicação de multa instituída em lei e haverá também reforço na cobrança do uso, sob pena de multa de R$ 180.
Quiosques – O Departamento de Fiscalização de Posturas da Secretaria Municipal de Ordem Pública vai intensificar as ações em todos os quiosques da Baía e das praias da Região Oceânica. O acesso aos estabelecimentos continua liberado no mesmo horário que as atividades físicas individuais no mar, areia e no calçadão, das 6h às 12h30 e das 16h às 22h. O uso de mesas nas areias continua proibido. Cada quiosque só pode colocar módulos nas calçadas, com espaçamento mínimo de dois metros, e obedecendo a esses horários. A multa para quem for flagrado descumprindo as regras é de, no mínimo, R$500. Os quiosques também devem disponibilizar álcool em gel nas bancadas e fazer higienização das mesas após a saída de cada cliente. A música ao vivo continua proibida.




Na primeira fase, a imunização será apenas para profissionais de saúde e idosos em casas de repouso e abrigos. Campanha começa no dia 20, às 10 horas, seguindo plano do Governo Federal
O planejamento de imunização de Niterói terá mais de 100 pontos de vacinação contra a Covid-19 para a primeira fase, que começa na próxima semana. Nesta etapa, receberão a vacina profissionais de Saúde e idosos que vivem em instituições de longa permanência, como casas de repouso e abrigos. A campanha está programada para começar no dia 20, às 10 horas, de acordo com o planejamento do Governo Federal. A data depende da aprovação da Anvisa, que está analisando os pedidos de uso emergencial dos imunizantes, e da chegada, ao Brasil, de doses de vacina já compradas pelo Ministério da Saúde.
Os idosos acima de 60 anos serão imunizados na própria instituição onde vivem, em horários agendados, pela equipe de vacinação da Secretaria Municipal de Saúde. A vacinação para profissionais de saúde será feita nas unidades onde eles trabalham, sejam públicas ou particulares. Já os profissionais autônomos deverão procurar uma das 54 salas de vacinação da rede básica mais próxima de sua residência, com o documento de registro profissional.
Com a proibição da compra de vacinas, Niterói entrou no Plano Nacional de Imunização do Governo Federal e aguarda a entrega das doses, ainda sem o quantitativo definido. A Prefeitura é responsável pela logística, distribuição nas salas de vacinação, refrigeração, armazenamento e segurança dos insumos.
O prefeito de Niterói, Axel Grael, afirmou que a cidade está preparada para começar a vacinação contra a Covid-19 já que conta com os insumos necessários e equipes preparadas. Ele explicou que, de acordo com o Ministério da Saúde, as doses serão distribuídas igualmente para os municípios, de forma proporcional à população, sem prioridade para as capitais.
“Hoje, mais cedo, participei de uma reunião por videoconferência com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e mais de cem prefeitos, para falarmos do processo de vacinação. A reunião foi promovida pela Frente Nacional de Prefeitos. De acordo com o número de doses que forem recebidas estaremos cumprindo as regras e ordens de prioridade”, explicou Axel em pronunciamento nas redes sociais do Município nesta quinta-feira (14).
Na reunião, Pazuello confirmou o início da vacinação para a próxima quarta-feira (20), se a Anvisa aprovar, neste domingo (17), os pedidos de uso emergencial das vacinas contra a Covid-19 no Brasil.
Carnaval – O chefe do Executivo informou, também, que nos próximos dias será publicado um decreto estabelecendo que não haverá carnaval na cidade em 2021.
“Estarão suspensas atividades de blocos e desfiles de carnaval e todas as atividades que produzam aglomeração. Mesmo com a chegada da vacina, neste momento ainda será preciso manter todos os cuidados e controle necessários para o combate ao coronavírus”, enfatizou.
Novo normal – O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Oliveira, informou que foi iniciado, há cerca de um mês, um trabalho para revisão do Plano de Transição Gradual para o Novo Normal.
“Como observamos ao longo de toda a pandemia, o conhecimento sobre o coronavírus é muito dinâmico. Hoje, há mais informações sobre a Covid-19 do que havia quando o plano foi criado, por exemplo. Agora, temos muito mais conhecimento do vírus e isso traz a necessidade de reorganizar o plano, mantendo a segurança e mantendo a defesa da vida, que sempre pautou o gabinete de crise”, disse. “Temos observado uma tendência de redução na taxa de ocupação dos leitos exclusivos para a doença, tanto nas unidades públicas quanto privadas. Nos últimos sete dias também observamos uma pequena redução no número de casos. Por isso, é fundamental continuar perseverando nos protocolos de segurança”, frisou.
Volta às aulas – O secretário municipal de Educação, Vinicius Wu, falou sobre o planejamento para a volta às aulas e destacou que na última quarta-feira foi realizada a primeira reunião do gabinete de coordenação para a retomada das atividades escolares.
“Estamos concentrados em algumas etapas deste processo. Agora, estamos concluindo a matrícula. Os responsáveis que não conseguirem efetuar a matrícula no prazo, terão nova oportunidade para inscrever as crianças para as vagas. Para isso, é preciso que estejam atentos às informações disponibilizadas nos canais de comunicação oficiais da Prefeitura”, afirmou.
Vinicius Wu pontuou, ainda, que foram iniciadas a preparação das condições estruturais das escolas, como a distribuição de material individual de proteção, orientação e protocolos junto à direção das unidades para uma retomada responsável e com segurança para alunos e professores.
“Vou pessoalmente a cada uma das escolas municipais até o início do ano letivo. Estamos preparando um conjunto de ações que envolvem a ampliação das condições de conectividade e a inclusão digital nas escolas. Vamos apresentar um conjunto de medidas de apoio aos professores, garantindo sua segurança e condições para o desenvolvimento do trabalho pedagógico ao longo de 2021. Sabemos que temos um longo desafio que é o de recompor as perdas do ano passado”, enfatizou.
Boletim – A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói informa que o município já tem 24.243 pacientes recuperados da Covid-19. Ao todo, a cidade registra 25.315 casos confirmados da doença e 173 pessoas em isolamento domiciliar sendo acompanhados pela Secretaria. Niterói registra 681 óbitos.




E é baseado nas ideias do grande mentor do Método, que a Ironfisio oferece aos alunos a possibilidade de praticar uma atividade física com excelência, conforto e segurança, além da possibilidade de uma maior interatividade entre os vizinhos, acarretando o fortalecimento de laços e até mesmo conquistas de novas amizades.
A prática do Método Pilates dentro dos condomínios é o futuro da qualidade de vida, literalmente, batendo à sua porta.



