Royal Air Maroc traz ao Brasil etapa de torneio internacional de golfe

Classificatória, realizada em parceria com a Embratur e GRU Airport, reuniu mais de 70 jogadores em SP e definiu os nomes brasileiros que irão representar o país na final no Marrocos

A Royal Air Maroc (RAM), companhia aérea nacional do Marrocos, realizou, pela primeira vez no Brasil, o torneio ‘Royal Air Maroc Golf Trophy’, etapa classificatória de um circuito internacional que percorre diferentes países onde a companhia atua, com o objetivo de aproximar mercados estratégicos e fortalecer relações com clientes e parceiros. A iniciativa, que contou com a parceria da Embratur e do Aeroporto de Guarulhos na promoção do evento, reuniu no último domingo (29), no tradicional São Fernando Golf Club, em Cotia (SP), mais de setenta jogadores, entre associados do clube e convidados. Os vencedores da etapa brasileira carimbaram o passaporte para representar o país na final, a ser disputada entre 27 e 30 de novembro na costa atlântica marroquina, ao lado de golfistas de diversos países no deslumbrante El Jadida Royal Golf Club.

Além da competição, o encontro foi dedicado à aproximação da companhia com parceiros e representantes das principais consolidadoras, operadoras e agências de turismo do país. Os convidados participaram de uma clínica de golfe exclusiva, promovida pela Royal Air Maroc, momento em que receberam aulas para iniciantes e puderam ter contato direto com o esporte.

Segundo Othman Baba, diretor regional da Royal Air Maroc para a América do Sul, a realização inédita da etapa brasileira do torneio representa tanto um gesto de reconhecimento da relevância do mercado nacional quanto uma oportunidade de aproximar culturas. Para ele, o evento cumpre um duplo papel: estreitar relações com os profissionais que movem o turismo no Brasil e, ao mesmo tempo, conectar a comunidade local de golfe à tradição centenária do esporte no Marrocos. “O Brasil é um dos países mais relevantes para a estratégia de expansão da Royal Air Maroc. Trazer a classificatória para cá é uma forma de valorizar esse mercado e de fortalecer os laços com quem faz o setor do turismo acontecer”, afirma.

Outro ponto destacado por Othman Baba é o potencial do Brasil como destino internacional de golfe: “A Royal Air Maroc gostaria de trazer golfistas de todo o mundo para jogar nos belos e desafiadores greens do Brasil. Para isso, nossa companhia aceita transportar, livre de taxas, todos os equipamentos de golfe”, explica.

Campeões brasileiros com destino ao Marrocos

O Royal Air Maroc Golf Trophy foi dividido em duas categorias: A, handicap até 14, e B, handicap 14,1 a 25,1. Daniel Rolim garantiu o título na categoria A: “Foi uma experiência única. Essa é uma oportunidade de desenvolver minhas habilidades e, ao mesmo tempo, visitar o Marrocos pela primeira vez”. Já na categoria B, o destaque foi Valdir Baraldi, que comemorou: “A classificatória simboliza o quanto o golfe pode unir pessoas, países e culturas. Foi um dos campeonatos mais importantes da minha vida”.

A emoção não parou no topo do pódio. Os vice-campeões também foram premiados com troféus e passagens para o Marrocos, com acompanhante. Rodrigo Somlo, presidente do São Fernando Golf Club e segundo colocado da categoria A, resumiu: “Fico feliz de ver iniciativas como a da Royal Air Maroc que incentivam o crescimento do esporte e as interações entre culturas e pessoas”. Na categoria B, Estela Simomoto celebrou a notícia da viagem: “O torneio foi muito bem organizado, achei um sucesso, e já estou preparando os tacos para conhecer um dos países que são referência no esporte”.

O evento também chamou atenção fora do Brasil: jornalistas marroquinos acompanharam a classificatória em São Paulo, registrando o ineditismo da etapa e reforçando a conexão cultural entre os dois países.

Marrocos: polo de golfe e porta de entrada para a Europa

A conexão com o destino esteve presente ao longo de todo o evento. O Marrocos se consolida como polo internacional do golfe, com quase 40 campos de padrão internacional em cidades como Marrakech, Agadir, Rabat e Casablanca, além de funcionar como porta de entrada para a Europa e outras regiões do globo. A partir de seu hub na capital econômica do país, a Royal Air Maroc conecta viajantes a mais de 90 destinos em todo o mundo.

O golfe no território marroquino faz parte de uma oferta turística muito mais ampla. Os resorts oferecem diversas atividades relacionadas a bem-estar, natureza, aventura, esportes, gastronomia e passeios por medinas tombadas pela Unesco. Além disso, o Marrocos possui localização estratégica, está a menos de três horas de voo das principais capitais europeias. Essa combinação permite criar pacotes de viagem que unem uma gama de atrativos.

Nesse sentido, o voo direto São Paulo–Casablanca, com cerca de 9 horas de duração em aeronave moderna, é estratégico para conectar brasileiros a experiências de golfe no Marrocos e arredores.

“Para os apaixonados pelo esporte, vale reforçar que tacos e outros equipamentos de golfe são aceitos pela nossa companhia como parte da franquia total de bagagem dos passageiros, uma vantagem para quem viaja com esse foco”, avisa Marcos Belucci, executivo de vendas da Royal Air Maroc no Brasil.

Golfe como oportunidade para novos produtos de viagem

Entre os profissionais do setor, a avaliação geral é a de que o evento destacou o potencial do golfe como produto a ser explorado e evidenciou a consistência com que a Royal Air Maroc associa sua marca a experiências de alto valor agregado.

Pablo Árias, gestor comercial e marketing da SPL Consolidadora, reforça a percepção de sofisticação: “Achei o torneio bem organizado e de muito bom gosto. A companhia aérea ligada à realeza marroquina criou uma atmosfera que remeteu ao luxo. Iniciativas como essa posicionam a Royal Air Maroc em pé de igualdade com grandes companhias já consolidadas no país”, diz o executivo que ainda aponta o potencial do segmento: “O golfe é um nicho interessantíssimo que abre espaço para lazer e negócios. Pela duração e pelo contexto do jogo, pode ser um ambiente estratégico para reuniões. E, no turismo, existe um mercado mundial enorme a ser melhor aproveitado.”

Na mesma linha, Daniel Almeida, diretor de produtos da CVC, destaca que o contato com o esporte amplia as possibilidades de interação entre famílias, amigos e parceiros de negócios: “É um esporte que une lazer, relacionamento e viagens, criando experiências inesquecíveis. Essa vivência mostra como o turismo de golfe pode se tornar um produto diferenciado para o público brasileiro, e a Royal Air Maroc pode ampliar ainda mais esse nicho.”

Luana Rodrigues Ruy, sócia da agência Click Mundi, também destaca o valor que o esporte e a cultura somam ao produto turístico: “Não é apenas o golfe que atrai, mas todo o lazer, a cultura e a convivência. Vemos um aumento na procura por destinos como Marrakech, Casablanca e os desertos do Norte da África. Associar esse interesse ao esporte amplia ainda mais as possibilidades de pacotes para os viajantes”.

SOBRE A ROYAL AIR MAROC

A Royal Air Maroc (RAM), fundada em 1957, é a companhia aérea nacional do Marrocos. A partir do Aeroporto Internacional Mohammed V, em Casablanca – onde conta com um terminal exclusivo -, conecta África, Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, operando voos para mais de 90 destinos em 46 países.

Integrante da Oneworld, transportou 7,5 milhões de passageiros em 2024 e, como parte de seu plano estratégico de expansão (2023–2037), projeta alcançar 200 aeronaves e 31,6 milhões de passageiros até o fim do período. Em 2025, realizou seu primeiro voo com combustível sustentável. Nesse contexto de expansão, o Marrocos sediará a Copa Africana de Nações e será coanfitrião da Copa do Mundo de 2030, junto a Portugal e Espanha.

Desde dezembro de 2024, a Royal Air Maroc retomou os voos diretos entre São Paulo e Casablanca, inicialmente com três frequências semanais e, a partir de dezembro de 2025, com quatro voos por semana, operados por aeronaves modernas. Entre 2025 e 2026, está prevista a abertura de uma nova rota para o Rio de Janeiro. Com presença relevante em mercados estratégicos, a companhia atua como plataforma de mobilidade internacional, combinando turismo, negócios e logística.

 

“Damas do Bem” ganham homenagens e retribuem com emoção

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Rita Rivello, Piedade Quintanilha, Myrthes Felisberto, Marta Dantas e Maria Alice Gaspar são aplaudidas no Clube do Vinho 

A última edição do Clube do Vinho – só para elas foi uma das mais emocionantes. O grupo homenageou Rita Rivello, Piedade Quintanilha, Myrthes Felisberto, Marta Dantas e Maria Alice Gaspar, “As Damas do Bem”. Acostumadas a levar amor e carinho ao próximo, elas foram  recebidas calorosamente por mais de 70 convidados, no restaurante Olimpo. 

“Que mulheres incríveis! O Bem deve sempre ser divulgado e valorizado”, resumiu a organizadora do Clube do Vinho, a produtora cultural Cacau Dias.

Nas apresentações, ela destacou o perfil de cada homenageada. Ex-presidente da Associação dos Amigos do Hospital Universitário Antônio Pedro (Achuap), Rita Rivello também presidiu a Casa da Amizade das Esposas dos Rotarianos e das Rotarianas de Niterói e o Lar da Criança Padre Franz Neumair, além de ter integrado os Conselhos Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente e de Políticas para as Mulheres. 

Piedade Quintanilha apoia a Associação de Desenvolvimento Educacional e Cultural, em Jurujuba, com projetos para adolescentes e mulheres há mais de 25 anos. A psicóloga Myrthes Felisberto é pós-graduada em Direito Especial da Criança e do Adolescente e formada pelo Centro de Psicologia Humanista de Niterói, estando sempre atenta aos diálogos familiares.

Professora estadual concursada, Marta Dantas trabalhou no Instituto de Educação Ismael Coutinho e como supervisora da merenda escolar do Estado do Rio. Depois, cursou Direito e foi secretária escolar do Fórum Cultural, nas áreas jurídica e educacional. Fonte de inspiração, Maria Alice Gaspar é atuante nos movimentos sociais de ajuda ao próximo e integra o Conselho Deliberativo da Associação Fluminense de Reabilitação. 

Além das homenagens, a noite teve a entrega de carterinhas de ”Amigas do Clube” para as primeiras integrantes: Valéria Oliveira, Mariza Dias, Fatima Dantas, Denise Corrêa, Bia Torres, Natália Antoine, Vanessa Sobral Pinto, Célia Boumaroum, Rosinah Jacobson, Fátima Pimenta e Rita Rivello.

A reunião do Clube teve o saxofonista Rafael Gomes como atração musical, com menu a cargo do chef  Daniel Hollanda.

Horto do Fonseca celebra 120 anos com atração infantil e samba

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Show de Dudu Nobre encerrou o domingo de festa

O domingo (28) foi de festa na Zona Norte de Niterói. Para celebrar os 120 anos do Horto do Fonseca, o local teve uma tarde inteira de programação especial e gratuita, que terminou com show do cantor e compositor Dudu Nobre. Segundo a organização, mais de mil pessoas marcaram presença.

O prefeito Rodrigo Neves ressaltou que esse tipo de evento reafirma o compromisso da gestão municipal com a valorização dos espaços públicos e da identidade cultural da cidade.

“Cultura é um direito da população e democratizar o acesso a ela é dever do poder público. Comemorar os 120 anos de um espaço tão importante para a cidade como o Horto do Fonseca é motivo de muita alegria. Embalado por samba, então, fica melhor ainda. Tenho orgulho de dizer que me criei no bairro e o Horto faz parte da minha história, assim como acontece com muitos niteroienses”, disse ele.

A celebração começou às 14h, com o grupo Lekolé animando as crianças com música e brincadeiras. Antes de Dudu Nobre subir ao palco, às 18h, o grupo Destak do Samba embalou o público com sucessos do gênero. Na sequência, foi a vez de o carioca empolgar a plateia com seu repertório, que incluiu canções como “Vou botar teu nome na macumba”, “No mexe mexe, no bole bole”, “Posso até me apaixonar”, “Quem é ela?”, “Na fé de Jorge”, “Nêga, nêga, nêga” e “Água da minha sede”, entre outras.

O aniversário do Horto do Fonseca teve apoio da Administração Regional do Fonseca, Cubango e Caramujo, Coordenadoria Geral de Eventos (CGE) e Fundação de Arte de Niterói (FAN), além de parceiros como Donna Toscana e Santa Marta.

Revitalização

O Horto do Fonseca passou por uma grande reforma em 2015, no primeiro governo de Rodrigo Neves. O espaço, antes abandonado e tomado pelo mato, foi totalmente revitalizado. Entre as melhorias, a construção de skatepark, pista de patinação e caminhada, parcão para o lazer dos animais e playground. Também foram implementadas uma academia da terceira idade e rota de acessibilidade para portadores de deficiência. O local se tornou um parque público completo, com espaços para crianças, jovens, idosos e famílias.

Fotos: Lucas Benevides

 

Prefeitura de Niterói promove seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas”

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Evento debate os desafios da saúde mental na sociedade contemporânea
 
Rotina em ritmo acelerado, sobrecarga de trabalho e estudo, dependência digital, insegurança e pressões das mais variadas formas são alguns dos fatores que levam ao estresse na sociedade contemporânea. Para discutir a saúde mental de crianças, jovens e adultos, a Prefeitura de Niterói promove, nesta segunda-feira (29), o seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas”, organizado pelo Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenadoria de Acessibilidade. O evento, com entrada franca, será realizado no Theatro Municipal de Niterói, no Centro, a partir das 9h.
 
Inspirado na campanha Setembro Amarelo, voltada para a prevenção ao suicídio e a preservação da vida, o seminário tem como objetivo debater e produzir conhecimento sobre os desafios da saúde mental nos dias atuais. A proposta é estimular a ação concreta e solidária para a proteção da vida, alinhando-se à Agenda 2030 da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de Saúde e Bem-Estar, Educação de Qualidade, Igualdade de Gênero, Redução das Desigualdades, Cidades e Comunidades Sustentáveis e Paz, Justiça e Instituições Eficazes.
 
Fernanda Sixel Neves, primeira-dama do município e gestora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados, explica que o evento será um espaço de escuta, reflexão e conscientização para todos. O público-alvo inclui profissionais das áreas de saúde, educação, assistência social, segurança viária e pública, gestores públicos, lideranças comunitárias, juventudes, cuidadores, conselhos de direitos, estudantes universitários, ONGs e coletivos.
 
“O seminário ‘Agir, proteger e cuidar de vidas’ nasce do compromisso de Niterói, em parceria com o setor privado, com o que é mais sagrado: a vida. Olhar com atenção para a saúde mental, para além do bem-estar físico, revela a preocupação de uma cidade que cuida das pessoas”, destaca Fernanda. “Mais do que um evento, é um pacto coletivo pela valorização da vida, pela conscientização da importância do acolhimento e do fortalecimento de políticas públicas que façam da nossa cidade um lugar cada vez mais humano, justo e acolhedor”, acrescenta.
 
Além da prevenção da perda voluntária da vida, que é o foco da campanha Setembro Amarelo, o seminário aborda temas urgentes no mundo atual. Entre eles, o impacto da cultura do ódio nas redes sociais, o adoecimento mental em ambientes de trabalho e urbanos, os efeitos de diversas formas de discriminação, a relação entre mobilidade urbana, segurança viária e saúde mental, o papel da tecnologia no desenvolvimento infantil e a importância da prevenção e dos cuidados no ambiente escolar.
 
O seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas” tem patrocínio da EcoviasPonte e parcerias com o Centro de Valorização da Vida (CVV), a consultoria NeuroConecte e a concessionária SGA Toyota.
Confira a programação completa:
9h — Credenciamento.
9h30 — Apresentação dos alunos do Programa Aprendiz Musical.
 
10h — Mesa de abertura.
 
10h30 — Mesa 1 | Conferência magna: Agir, proteger e cuidar de vidas
 
Com Karina Okajima Fukumitsu, psicóloga especializada em suicídio e luto.
 
11h30 — Mesa 2 | Trânsito e saúde mental: territórios do trânsito
Análise sobre a relação entre estresse urbano, estados emocionais e comportamentos no trânsito. Ponte Rio-Niterói: marco simbólico da engenharia e palco de situações críticas, com proposição de ações integradas que unam segurança viária, acolhimento e prevenção.
 
Com Thatiana Michelsem Monteiro de Barros, psicóloga clínica com especialização em cuidados paliativos e luto; Sandro Mattos, gerente de operações da EcoviasPonte; e Agnaldo Rodrigues da Silva, instrutor de abordagem técnica à tentativa de suicídio do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro.
 
Mediação: Priscilla Lundstedt Rocha, educadora de trânsito e especialista em Gestão, Educação, Segurança no Trânsito e Infâncias.
14h — Mesa 3 | Prevenção, inclusão, uso de telas e promoção da saúde mental nas infâncias: o papel da escola e da família
Debate sobre a importância das famílias e da escola como espaço estratégico para promover a saúde mental e a inclusão das crianças, atuando não apenas no ensino acadêmico, mas também na formação emocional, social e cognitiva. Serão discutidos fatores de risco que impactam o bem-estar infantil e o efeito do uso excessivo de telas no desenvolvimento emocional e cognitivo, isolamento social e dependência digital.
 
Com Alcione Marques, psicopedagoga clínica e escolar com aprimoramento em reabilitação cognitiva e pós-graduação em Neurociência do Comportamento; e Eduardo Lopes, psicólogo clínico, psicodramatista e professor de psicodrama.
 
Mediação: Fernanda Sixel Neves, pedagoga, primeira-dama de Niterói e diretora do Escritório de Políticas Transversais de Direitos e Cuidados da Prefeitura.
Serviço:
Seminário “Agir, proteger e cuidar de vidas”
Data: 29 de setembro (segunda-feira)
Horário: a partir das 9h
Local: Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro, 35, Centro).

 

Rio das Ostras Instrumental celebra a música brasileira em cinco etapas no fim de 2025

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Com artistas consagrados e novos talentos, o projeto abre caminho para a diversidade cultural e fortalece a cena regional

Precursor do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival, hoje reconhecido pela mídia especializada nacional e internacional como o maior festival do gênero da América Latina, o Rio das Ostras Instrumental volta em 2025 dando continuidade ao formato que conquistou o público desde 2002. A programação reúne alguns dos melhores instrumentistas, compositores e intérpretes da música instrumental brasileira, além de valorizar novos talentos e a cena local.

Neste ano, o festival será realizado em cinco etapas, sempre aos sábados, a partir das 16h, na Concha Acústica da Praça São Pedro, no Centro. As datas já estão confirmadas: 04 de outubro, 01 de novembro, 22 de novembro, 06 e 13 de dezembro. Ao longo da programação, o público poderá prestigiar apresentações de nomes como Josiel Konrad, Nico Rezende, Blues Etílicos, AfroJazz, Segundo Set Instrumental, Macahiba Jazz, entre outros grandes artistas.

Além de valorizar a cena nacional, o projeto também abre espaço para músicos da cidade. Em cada etapa, a abertura ficará por conta de artistas locais, incluindo alunos da Escola de Música de Rio das Ostras, reforçando o compromisso com a formação e o fortalecimento da cultura regional.

A abertura oficial acontece no dia 04 de outubro, às 16h, com o gaitista Jefferson Gonçalves & Duo Bittencourt, que recebem como convidado especial o mestre da gaita Mauricio Einhorn. O espetáculo contará ainda com a participação do músico local Diogo Spadaro e Freetação, dando início a uma temporada de encontros musicais inesquecíveis.

O Rio das Ostras Instrumental está alinhado aos objetivos do Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Turismo (SETUR), ao promover a cultura, incentivar o turismo e descentralizar atividades pelo interior, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região.

O projeto conta com o patrocínio da ENEL, da SETUR, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e é realizado pela Fundação Rio das Ostras de Cultura e pela Prefeitura de Rio das Ostras.

 

Embaixador Rubens Ricupero fala sobre Geopolítica, Agricultura e Ciência no SIAGRO

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Embaixador Rubens Ricupero será destaque no 2º dia do SIAGRO 2025

O ex-ministro e embaixador Rubens Ricupero é um dos destaques do Simpósio Nacional de Instrumentação Agropecuária (SIAGRO), que será realizado pela Embrapa Instrumentação, em São Carlos (SP). No dia 15 de outubro, às 11 horas, ele faz uma palestra sobre “Geopolítica, Agricultura e Ciência”, como parte da programação do Business Day – no qual haverá demonstração de tecnologias e apresentação de resultados de pesquisas.

Ministro do Meio Ambiente e da Amazônia Legal entre 1993 e 1994, e da Fazenda em 1994, Ricupero é diplomata de carreira e já atuou em Viena, Buenos Aires, Quito, Washington, Genebra e Roma. Foi secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), com mandatos de 1995 a 1999 e de 1999 a 2004, e subsecretário geral da ONU no mesmo período.

Comércio, clima e demografia

Na palestra, o embaixador vai abordar as recentes alterações no comércio global, o clima e a demografia, com foco na importância crescente da Ásia, além dos Estados Unidos e da Europa, a construção de uma nova geopolítica e os desafios para a agricultura brasileira, entre os quais, a forte dependência de exportações de commodities e a vulnerabilidade do País em relação à importação de fertilizantes e defensivos.

A ciência como instrumento estratégico e fundamental para a competitividade e sustentabilidade será outro tópico da apresentação, com destaque para os novos fluxos mundiais de conhecimento, a necessidade de novas parcerias com a Ásia para cooperação científica-tecnológica, a busca por maior independência em insumos essenciais como componentes eletrônicos, e a melhoria do olhar externo sobre nossa agricultura e meio ambiente.

Ciência e mercado

O SIAGRO 2025 ocorrerá no Laboratório de Referência Nacional em Agricultura de Precisão (Lanapre). É um fórum voltado à ciência, tecnologia, inovação e mercado, com temas relacionados à instrumentação agropecuária, com enfoque na sua contribuição para a resiliência e adaptação aos estresses abióticos e bióticos, em função das mudanças climáticas, para a qualidade dos alimentos.

A programação inclui a apresentação de 199 trabalhos científicos, além de 7 painéis nos quais ocorrerão 14 palestras com profissionais do Brasil e do exterior (Estados Unidos e Itália). No Espaço Conexão Ciência e Mercado vão ser apresentados 20 tecnologias e resultados de pesquisa em andamento, para diferentes segmentos e setores da produção agropecuária, principalmente, para o estabelecimento de novas parcerias.

Presencial e virtual

“Durante o Business Day, no dia 15 pela manhã, antes da palestra do embaixador Ricupero, os pesquisadores vão atender as pessoas interessadas em saber detalhes sobre o diferencial competitivo, o estágio de validação das tecnologias, as possibilidades de licenciamento, bem como as oportunidades de parcerias para o avanço dos resultados de pesquisas em andamento”, comenta o pesquisador Luís Henrique Bassoi, coordenador do SIAGRO.

As inscrições para o evento (híbrido) podem ser feitas até 5 de outubro: o valor é de R$ 250,00 para estudante presencial e R$ 300,00 para estudante virtual; R$ 500,00 para profissional presencial e R$ 600,00 para profissional virtual. Todos os detalhes e a programação estão disponíveis na página https://www.embrapa.br/siagro.

 

 

Niterói se prepara para a terceira etapa do Super Paddle

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Tradicional competição de canoa havaiana acontecerá em Itaipu, no dia 18. Inscrições abertas

Niterói recebe a terceira etapa do Super Paddle 2025, tradicional competição de canoa havaiana que promete agitar suas águas. Com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), o evento acontecerá em Itaipu, no dia 18 de outubro. A etapa será um dia repleto de superação, amizade e boas energias, reunindo atletas de diversas categorias.

Do aquecimento à premiação, cada detalhe foi planejado para os apaixonados por remar e competir. As inscrições já estão abertas e se encerrarão no dia 15 de outubro. Elas poderão ser feitas pelo Instagram oficial do evento: @superpaddle.21.

“O Super Paddle já faz parte do calendário esportivo de Niterói e é uma grande festa da canoa polinésia. Além da competição de alto nível, é um momento de integração, saúde e contato com a natureza. Temos orgulho de apoiar esse evento que representa tanto o espírito esportivo da nossa cidade, que hoje é referência no país na modalidade”, ressalta Luiz Carlos Gallo, secretário municipal de Esporte e Lazer de Niterói.

Cronograma de largadas:

  • 1ª largada – 6h30 – 7 km – Modalidades: OC1 e V1 – Categorias: Estreante, NiJr. e M60
  • 2ª largada – 7h45 – 7 km – Modalidades: OC1, V1 e OC2 – Categorias: Open, M40 e M50
  • 3ª largada – 9h – 7 km – Modalidade: OC6 – Categorias: Estreante, Jr. e M60
  • 4ª largada – 10h15 – 10 km – Categorias: M40 e M50
  • 5ª largada – 11h45 – 10 km – Modalidades: OC6 e V3 – Categoria: Open
  • 6ª largada – 13h45 – 10 km – Categoria: Mista (Estreante, Open, M40, M50 e M60)

Serviço:

  • Inscrição para a terceira etapa do Super Paddle 2025
  • Período: 25/09 a 15/10
  • Instagram oficial: @superpaddle.21

 

 

Evento Cultura Surda 2025 leva programação gratuita, acessível e bilíngue a Niterói

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Campo de São Bento recebe atrações em português e Libras neste domingo (28)
A inclusão vai dar o tom do fim de semana no Campo de São Bento, em Icaraí. Neste domingo (28), a Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, promove o Cultura Surda 2025, evento gratuito e bilíngue ― em português e Libras ― que reúne atividades literárias, artísticas e pedagógicas. A iniciativa reforça a importância da acessibilidade e do ativismo pela eliminação de barreiras comunicacionais.
Segundo a secretária das Culturas, Julia Pacheco, o Cultura Surda 2025 mostra que inclusão e acessibilidade são direitos da população.
“Ao promover uma programação bilíngue e gratuita, reafirmamos o compromisso da Secretaria Municipal das Culturas em garantir que todas as pessoas tenham pleno acesso à produção, circulação e fruição cultural. A cultura é um direito fundamental e deve ser vivida sem barreiras por toda a população, especialmente pela comunidade surda, que tem papel ativo e protagonista na construção da vida cultural da cidade”, afirma.
A programação começa às 10h, com contação de histórias e o lançamento do livro A luva mágica, de João Paulo Silva. A obra narra a trajetória de Dony, um jovem guia de turismo que cria uma luva mágica para aprender Libras e incluir turistas surdos em seus passeios. Após a atividade, haverá o lançamento oficial e sorteio de exemplares para as crianças presentes.
Na sequência, às 11h, o público poderá acompanhar as Poesias Surdas, com os artistas Bruno Ramos, Ricardo Boaretto de Siqueira, Marcelo William da Silva e Paulo Sérgio da Silva Andrade. As produções unem a expressividade poética à língua de sinais.
 
Encerrando a programação principal, das 12h às 13h, a professora, pesquisadora e artista surda Flávia Oliver, mestre em Dança pela UFRJ, ministra a oficina Dança Contemporânea Inclusiva. A proposta é valorizar a liberdade de movimento e a singularidade de cada corpo, incentivando a dança como linguagem acessível e transformadora.
 
Além das atrações culturais, o evento contará com a Feira de Artesanato Surdo, que valoriza a produção artística da comunidade, e a Tenda de Sensibilização a Libras, coordenada por Cristiane Alves Sant’Anna, com atividades lúdicas voltadas ao ensino da Língua Brasileira de Sinais para crianças.
Mais do que um encontro cultural, o Cultura Surda 2025 é também um ato de ativismo, que busca promover a autoestima e o orgulho da comunidade surda, além de sensibilizar a sociedade para a valorização dessa cultura. A iniciativa reafirma a importância de eliminar barreiras comunicacionais e de garantir protagonismo aos fazedores de cultura surdos, mostrando que inclusão e acessibilidade são pilares da transformação social.
O evento conta com apoio da Universidade Federal Fluminense, por meio da Comissão UFF Acessível, e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (COMPED).

Ópera de Paris apresenta recital gratuito no Teatro Firjan SESI Centro nesta sexta

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Com canções de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga e Francis Poulenc, “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” celebra a colaboração artística entre França e Brasil

A Ópera de Paris, maior casa lírica da França e uma das mais importantes do mundo, chega ao Rio de Janeiro com um recital inédito no Brasil, que marca o retorno da companhia ao país após 23 anos. “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” terá apresentação única e gratuita nesta sexta-feira (26), às 19h, no Teatro Firjan SESI Centro, integrando a programação oficial da Temporada França-Brasil 2025. Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

O recital reúne obras de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Reynaldo Hahn, Francis Poulenc, entre outros artistas consagrados em ambos os países. O repertório será interpretado pelo corpo de residentes da Ópera de Paris, formado por solistas de diversas partes do mundo. Amandine Portelli (França), Antoine Dutaillis (França), Bergsvein Toverud (Estados Unidos e Noruega), Clemens Frank (Áustria), Daria Akulova (Ucrânia), Isobel Anthony (Estados Unidos), Lorena Pires (Brasil), Luis Felipe Sousa (Brasil) e Sima Ouahman (França) compõem o elenco internacional da temporada.

Aclamados na Opéra Bastille, em Paris, os solistas da Academia da Ópera de Paris interpretam canções que propõem o diálogo entre melodias francesas e brasileiras, celebrando os 200 anos de relações entre os dois países. Juntam-se aos artistas dois brasileiros convidados: o pianista Ramon Theobald e a cantora Juliana Kreling.

No dia 11 de outubro, a Ópera de Paris apresenta o concerto “Bizet e seus Contemporâneos” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão interpretadas uma seleção de romances, melodias, peças líricas e duetos, revelando diferentes facetas da obra de Georges Bizet (1838-1875) para além das mais conhecidas. O terceiro lote de ingressos estará disponível para venda nesta sexta (26).

 

Sobre a Academia da Ópera Nacional de Paris:

Criada em 2015, a Academia da Ópera Nacional de Paris concentra suas missões em três eixos: transmissão, formação e criação. A Academia se organiza em duas áreas: a área de formação profissional, destinada a jovens artistas e artesãos, e a seção de educação artística e cultural, com diversos programas e uma programação destinada ao público jovem. A cada temporada, cerca de trinta artistas de todo o mundo ingressam no programa de residência da Academia para aprimorar suas habilidades na Ópera de Paris. Os artistas participam de produções na Ópera Bastilha e no Palais Garnier, além da programação de concertos, recitais e espetáculos. A Academia também oferece um percurso de treinamento avançado em artes e ofícios para jovens artesãos que desejam aprender as habilidades e técnicas específicas dos ateliês da Opéra de Paris. Os programas de educação artística e cultural da Academia (L’Opéra en Guyane, OpérApprentis, L’Opéra pour moi aussi, Dix Mois d’École et d’Opéra, ADO – Apprentissage de l’Orchestre, etc.), desenvolvidos em escala nacional, permitem que uma ampla gama de públicos descubra ativamente o mundo da ópera e do balé. Além disso, sua programação concebida especialmente para o público jovem, a partir de 6 meses de idade, permite que cerca de 20.000 novos espectadores a cada temporada conheçam obras, artistas e companhias de todo o mundo, com atenção especial ao público com deficiência e cerca de trinta apresentações escolares.

 

SERVIÇO:

“Mélodies françaises, Melodias brasileiras”

Data: 26/09, às 19h

Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 338 pessoas.

Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

Ingressos gratuitos. Sujeito à lotação.

 

“Bizet e seus Contemporâneos”

Data: 11/10, às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 2.361

Tempo de duração: 1h30min

Ingressos:

Frisas e Camarotes – R$60,00

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior e Lateral – R$30,00

Galeria Central e Lateral– R$15,00

https://feverup.com/m/378288

O terceiro lote abrirá no dia 26/09.

Foto: Vincent Lappartient/OnP

 

Amandine Portelli – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Iniciou sua formação artística na dança clássica e descobriu o canto aos 8 anos no Coro de Meninas da Maîtrise de Bordeaux, tornando-se rapidamente solista. Estudou canto no Conservatório de Bordeaux com Maryse Castets e, desde 2020, tem se apresentado sob a direção de nomes como Salvatore Caputo e Raphaël Pichon. Estreou na Ópera Garnier em L’Enfant et les Sortilèges. Vencedora de concursos internacionais, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2024.

 

Antoine Dutaillis – França (pianista) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Antoine Dutaillis é pianista, maestro e preparador vocal francês. Formou-se com distinção em regência no Conservatório de Paris e foi assistente de maestros como Alexandre Bloch, Alain Altinoglu e Semyon Bychkov. Como pianista, trabalha com solistas e instituições renomadas, além de atuar em projetos educativos e inclusivos. Ingressou na Academia da Ópera de Paris em setembro de 2024, e estreia como maestro convidado com as orquestras de Lille e da Picardia na temporada 24/25.

 

Bergsvein Toverud – Estados Unidos e Noruega – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

O tenor americano-norueguês Bergsvein Toverud é mestre pela Eastman School of Music e bacharel pela Universidade Furman. Foi premiado pela George and Nora London Foundation e pelo concurso Laffont do Metropolitan Opera em 2023. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2024.

 

Clemens Frank – Áustria – Bizet e seus Contemporâneos

Clemens Frank estudou canto na Universidade de Música de Viena, onde concluiu o bacharelado com distinção e iniciou o mestrado em Vocal Performance. Venceu os concursos Zukunftsstimmen e Lions Music Award Áustria, e foi finalista do SWR Junge Opernstars 2024. É bolsista do fundo Anny Felbermayr. Em setembro de 2024, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Daria Akulova – Ucrânia – Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Dnipro, na Ucrânia, Daria Akulova iniciou-se no canto e nas artes dramáticas aos 5 anos. Formada em canto e piano, venceu o concurso nacional B. Gmyrya em 2016. Estudou na Academia Tchaikovsky de Kiev, onde obteve graduação e mestrado. Em 2022, recebeu bolsa presidencial e venceu o Concurso Internacional de Música de Lugano. Participou de concertos na Suíça, Itália, Bulgária e Ucrânia. Em 2024, ingressou na Academia da Ópera de Paris.

 

Isobel Anthony – Estados Unidos – Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Isobel Anthony estreou na Lyric Opera de Chicago e na Santa Fe Opera, com destaque para The Righteous, de Gregory Spears, e Der Rosenkavalier, de Strauss. Participou de estreias mundiais de compositores contemporâneos na Bienen School of Music. É mestra em canto e ópera pela Northwestern University e bacharel em Linguística pela Universidade de Yale. Em setembro de 2024, passou a integrar a Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Lorena Pires – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Lorena Pires é bacharel em Canto pela Faculdade de Música do Espírito Santo. Estreou profissionalmente em 2019 e, desde então, vem interpretando papéis como Zweite Dame (Die Zauberflöte), Arbace (Catone in Utica), Lauretta (Gianni Schicchi) e Anna (Nabucco). Em 2024, fez sua estreia internacional no Uruguai com a Camerata Antiqua de Curitiba. Premiada em concursos nacionais, é considerada o novo destaque da cena lírica brasileira. Participou de recital na Ópera de Paris em abril de 2025 e fará seu debut como Clara em Porgy and Bess no Theatro Municipal de São Paulo. Ingressa como residente na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2025.

 

Luis Felipe Sousa – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Natural do Brasil, Luis Felipe Sousa é formado em canto lírico pela Universidade de São Paulo e mestre em musicologia e interpretação pela Unicamp, onde atuou no Ópera Studio e no coro contemporâneo de Campinas. Iniciou sua carreira como solista na companhia Minaz, em Ribeirão Preto, e desde então interpretou papéis como Figaro, Don Basilio, Seneca e Simone. Premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, apresentou-se no Brasil e na Europa, incluindo Itália, Alemanha, Áustria e Luxemburgo. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023, onde atuou em Street Scene, L’Isola Disabitata e L’Enfant et les Sortilèges.

 

Sima Ouahman – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Paris e radicada em Bordeaux, a soprano irano-marroquina Sima Ouahman iniciou seus estudos musicais aos sete anos no Conservatório de Bordeaux. Descobriu o canto lírico na classe de Maryse Castets e aperfeiçoou-se com mestres como Claudia Visca e Béatrice Uria Monzon. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023. Em 2025, recebeu o Prêmio Lírico da AROP.

 

Juliana Kreling – Brasil (artista convidada) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

A soprano brasileira Juliana Kreling iniciou seus estudos aos 8 anos no projeto Vale Música, em Belém, e estreou aos 18 como Serpina em La Serva Padrona, no Theatro da Paz. Atuou em produções como Suor Angelica, Amahl and the Night Visitors e As Bodas de Fígaro. Estudou na UNICAMP e no Conservatório Leo Kestenberg, em Berlim, além de integrar o estúdio de ópera de Carlos Montané, nos EUA. Cantou as Bachianas nº5 ao lado de David Chew. Atualmente, cursa canto na Universidade Mozarteum de Salzburgo com Michèle Crider e se apresenta como solista em igrejas e salas de concerto na Áustria.

 

Ramon Theobald – Brasil (artista convidado) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Natural do Brasil, Ramon Theobald é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com passagem pela Hochschule für Musik de Karlsruhe por meio de bolsa do DAAD. Trabalhou com artistas como Jessica Pratt, Lawrence Brownlee, Lisette Oropesa e Yusif Eyvazov. Premiado em diversos concursos no Brasil, apresentou recitais no país e na Alemanha. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris de 2021 a 2023.

 

Festival da Pesca – Feira de Projetos do Mar leva diversão para os cariocas enquanto educa sobre o mar

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

Nos dias 20 e 21 de setembro, os sabores e saberes do mar inundaram a Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, na primeira edição do Festival da Pesca – Feira de Projetos do Mar. O evento, que reuniu mais de mil visitantes ao longo do fim de semana, superou as expectativas dos organizadores. Famílias, estudantes, pesquisadores e comunidades pesqueiras se divertiram enquanto celebravam o encontro entre ciência, cultura e tradição.

A pesca artesanal e a biodiversidade marinha foram destaque nos 30 quiosques que materializaram iniciativas apoiadas com recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) FRADE e geridos pelo Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO). Em clima de celebração, os quatro grandes projetos que integram o TAC Frade, Conservação da Toninha, Pesquisa Marinha e Pesqueira, Educação Ambiental e Apoio a UCs compartilharam importantes resultados dos últimos anos e encantaram o público exibindo as belezas do mar.

“Muitos estão vendo e tocando nesses animais pela primeira vez, o que é muito gratificante. É uma sensação de concretização do projeto trabalhar com a divulgação científica, pois é inspirador e recompensador observar a reação positiva das pessoas.”, destacou Luciano Gomes Fischer, coordenador do Projeto Salvar, do Instituto NUPEM/UFRJ – apoiado pelo projeto Pesquisa Marinha e Pesqueira. Quem passou pela barraca do projeto encontrou tubarões e raias preservados em álcool, além de animais vivos, coletados no início do dia, como, por exemplo, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar, que podiam ser tocados pelos participantes, o que instigou a curiosidade do público de todas as idades.

Das atividades lúdicas para as crianças a rodas de conversa, passando por oficinas de artesanato e experiências gastronômicas, o festival mostrou que a Costa Fluminense é fonte de conhecimento e cultura. “Eu gostei muito, foi uma surpresa agradável, porque estávamos trabalhando em sala sobre animais marinhos e agora eu sei que tem tantos projetos.”, contou Karina Borisa, estudante de pedagogia, que levou seus alunos para vivenciar a feira.

As mulheres que constroem seu lugar na pesca 

Além de aproximar a pesquisa da sociedade, o evento também foi um espaço de valorização das comunidades locais. “Essa associação foi formada para mulheres se libertarem, produzirem e ter a sua própria renda financeira, para não ficar só dependendo de marido ou só da pesca”, contou Daize Menezes, representante da Associação de Mulheres Pescadoras do Litoral do Rio de janeiro (AMUPESCAR), que produz artesanato sustentável a partir de insumos do mar da Baía de Guanabara e no festival serviu croquetes, empadas e quibes, todos feitos de pescados.

Nesse contexto, o presidente da Associação de Pescadores e Pescadoras Artesanais da Resex de Itaipu e Lagoa de Itaipu (APPREILI), Jairo Augusto da Silva, reforçou o papel do festival como motor de mudança social ao mostrar “tanto a questão do fortalecimento institucional como a cadeia produtiva, na gastronomia, nos produtos da sociobiodiversidade”. Para ele, os recursos do TAC foram essenciais para impulsionar o engajamento de jovens e mulheres nas atividades pesqueiras, quebrando paradigmas e oferecendo oportunidade de que essas populações superem os processos de gentrificação impulsionados pelo turismo desregulado.

Dos tubarões à toninha: a diversidade da vida marinha

As barracas e atividades interativas na Quinta da Boa Vista buscaram trazer de forma lúdica os desafios enfrentados por algumas espécies marinhas. Com a produção de toninhas de pelúcia, as iniciativas apoiadas pelo projeto Conservação da Toninha, abordaram a realidade dessa espécie de golfinho ameaçada de extinção pela pesca não intencional.

Para as pesquisadoras Camila Domit e Danielle Monteiro, participantes do projeto de Conservação da Toninha, a feira tem um papel fundamental para impulsionar o diálogo e “encontrar soluções com as comunidades pesqueiras para reduzir a mortalidade das toninhas nas redes de pesca”, explica Danielle, representante da iniciativa Toninhas do Sul, do ECOMEGA, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FURG).

Camila, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e representante da iniciativa Toninha na área de manejo 2, reforça que “dialogar com as pessoas que estão no dia a dia tomando decisões” é essencial para que o conhecimento atravesse os “muros das universidades e traga resultados para preservação da espécie.”

Já para os tubarões, Luciano Gomes Fischer, coordenador do Projeto Salvar, destacou que o festival foi justamente esse espaço para “desmistificar que são perigosos”. Assim, uma arcada se transformou em “boca de tubarão” para a brincadeira conhecida popularmente como “boca de palhaço”, se tornando um dos pontos altos para os pequenos visitantes.

Luciano ressaltou que, ao longo da execução do projeto, os recursos do TAC foram tão bem aproveitados que foi possível ampliar os resultados, construindo um laboratório de quase 300 metros e um museu para abrigar as coleções biológicas da universidade, “uma área que não existia na UFRJ em Macaé”, complementa. Hoje, a estrutura já recebe mil crianças por mês e oferece um espaço de referência para ciência, educação e conservação. Segundo ele: “o projeto começou a crescer mesmo depois do projeto do TAC”, celebra.

 

As histórias ao redor de FRADE 

Para Emerson Nepomuceno, Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o evento foi uma oportunidade única de “dar uma devolutiva para a sociedade” em relação ao compromisso assinado há mais de dez anos, por meio do Termo de Ajustamento de Conduta do Campo de Frade. “Eu acho que isso tudo potencializa uma gestão mais bem qualificada da pesca e ambiental aqui no Rio de Janeiro. Então, o TAC é um apoio fundamental e tem sido utilizado de forma muito importante para a gente fortalecer essas redes da nossa região”, declarou Emerson.

Para Rafael Pereira, presidente da Associação de Caranguejeiros e Amigos do Mangue de Magé (ACAMM) apresentar os resultados do trabalho é “levar ao público uma história de superação”. Ele reforça que graças ao projeto as mulheres da associação têm novas oportunidades de renda e podem compartilhar os conhecimentos ancestrais do território.

“ Houve uma evolução da cozinha das caranguejeiras. Muitas das vezes elas ficaram com seus conhecimentos dentro do território. A associação proporcionou para elas uma segunda renda na sua casa, além do esposo que pesca. É uma cadeia produtiva dentro do ciclo familiar. Hoje esse evento está podendo demonstrar isso”

O Festival terá mais duas edições em 18 e 19 de outubro em Armação dos Búzios e 29 e 30 de novembro em Paraty e se consolida como espaço de educação ambiental para crianças e jovens, a partir da curiosidade e consciência sobre a importância de proteger o mar.

Foto: Joaquim Lima/FUNBIO