Mais de dez mil pessoas assistiram ao show que abriu as comemorações pelo aniversário de Niterói
A Praia de São Francisco ficou lotada neste sábado (1º), dia que marcou a abertura das comemorações pelos 452 anos de Niterói. Mais de dez mil pessoas se emocionaram, dançaram e cantaram com Elba Ramalho e Geraldo Azevedo, no espetáculo “Um encontro inesquecível”, em mais uma edição do Circuito Quatro Estações da Música. A apresentação, com entrada franca, foi organizada pela Prefeitura, por meio da Coordenadoria de Gestão de Eventos, com apoio da Fundação de Arte de Niterói (FAN) e patrocínio da Águas de Niterói. O show de abertura foi do cantor João Ramalho, que traz a música no DNA: é filho de Zé Ramalho e Amelinha.
Antes de Elba Ramalho e Geraldo Azevedo subirem ao palco, a dupla recebeu, no camarim, o prefeito Rodrigo Neves. Acompanhado pela secretária das Culturas, Júlia Pacheco, pelo secretário de Economia Criativa e Ações Estratégicas, André Diniz, e pela presidente da FAN, Micaela Costa, o prefeito destacou os investimentos de Niterói em projetos culturais, como o Programa Aprendiz Musical, e o quanto essas iniciativas contribuem para reduzir os índices de violência na cidade e proporcionar mais qualidade de vida.
“Estamos muito felizes com a presença de vocês. É sempre uma alegria ver a nossa cidade vibrante, com os polos gastronômicos repletos e celebrando a música e a cultura”, disse Rodrigo Neves. “Aqui, investimos muito em cultura. O Aprendiz Musical, por exemplo, é o maior programa de iniciação musical do Brasil: são dez mil alunos aprendendo música nas escolas. Essas crianças não se envolvem com o crime, e isso se reflete nos resultados da cidade”, acrescentou.
Elba Ramalho observou que a arte faz a diferença na vida das pessoas. “Eu mesma digo que, se não fosse a arte, talvez tivesse tomado outro rumo. A gente passa por muitas coisas quando é muito jovem”, contou ela.
Mais tarde, no palco, Elba elogiou Niterói: “Gostei do que vi aqui. Moro há anos no Rio de Janeiro e sei a diferença. Vim para o show pela praia, vi as pessoas caminhando, jogando bola, um clima bacana. Parecia João Pessoa”, disse.
Sobre o show
Amigos há cerca de 40 anos, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo mostraram a sintonia pessoal e profissional em uma noite recheada de sucessos. A viagem musical incluiu “Dia Branco”, “Chão de Giz”, “Dona da Minha Cabeça”, “Espumas ao Vento”, “Anunciação”, “De Volta pro Aconchego”, “Festa do Interior”, “Frevo Mulher” e “Banho de Cheiro”, entre outras. Elba ainda recebeu dois convidados: João Ramalho e o pernambucano Ayrton Montarroyos, que se tornou conhecido em todo o país ao ser um dos finalistas da edição de 2015 do programa The Voice Brasil.
A atração de abertura desta edição do Circuito Quatro Estações da Música também foi especial: João Ramalho é filho de dois ícones da música brasileira — Zé Ramalho e Amelinha. Nascido em Fortaleza, ele se mudou para Niterói na adolescência, onde montou a banda JPG, em atividade há mais de uma década. Ele embalou a plateia com canções autorais, como “Merci”, e sucessos de outros artistas, como “Borbulhas de Amor”, conhecida na voz de Fagner.
O Circuito Quatro Estações da Música também teve a participação de comerciantes do polo cervejeiro de Niterói e do polo gastronômico de São Francisco.
Culto de Ação de Graças promovido pela ABME – Associação Brasileira de Mídias Evangélicas.
DATA: 01 de dezembro (segunda-feira)
HORÁRIO: 18h
LOCAL: Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
ORADOR OFICIAL:
Desembargador Dr. Fábio Dutra – TJ RJ
Presidente da ANDES – Associação Nacional dos Desembargadores
Apresentação será no dia 9 de novembro (domingo), no Teatro Popular Oscar Niemeyer
A arte como voz e a palavra como lugar de existência. É a partir dessa perspectiva que o espetáculo “O nome das coisas” será apresentado no dia 9 de novembro (domingo), às 19h, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói. Encenado por 25 atores com síndrome de down, autismo e deficiência intelectual, o trabalho reafirma a potência criativa, expressiva e transformadora da arte inclusiva. A entrada é gratuita e haverá tradução em Libras para o público.
Com dramaturgia e concepção de Leonardo Corajo, “O nome das coisas” foi desenvolvido ao longo de oito meses de residência artística no Teatro Popular Oscar Niemeyer. A produção integra a Rede de Escolas Livres de Formação, do programa Olhos D’Água, da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura, com apoio da Prefeitura de Niterói e da Secretaria Municipal das Culturas.
Para a secretária das Culturas de Niterói, Júlia Pacheco, o projeto reforça o compromisso da cidade com políticas culturais inclusivas e de acesso amplo à produção artística.
“O Instituto Teatro Novo tem uma trajetória exemplar na construção de uma cultura mais acessível e diversa. Apoiar uma iniciativa como essa é reafirmar que a arte deve representar e acolher todas as vozes, porque o acesso à cultura é um direito de todos e a sua garantia é um dever do Estado”, afirma a secretária.
Inspirado na frase “Os limites da linguagem denotam os limites do meu mundo”, do filósofo Ludwig Wittgenstein, o espetáculo mergulha nas dimensões do poder da palavra, que pode libertar ou aprisionar, acolher ou excluir. Em cena, os artistas questionam os rótulos sociais, afirmam suas próprias formas de comunicação e constroem um espaço de escuta, inclusão e resistência ao preconceito.
“O teatro é um espaço de encontro, escuta e transformação. Eles não estão lá para inspirar, mas para ocupar seu lugar, falar e serem ouvidos”, destaca Leonardo Corajo.
O secretário de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura, Fabiano Piúba, celebra a ação e reforça que o espetáculo é fruto de uma política pública de formação, arte e educação do MinC com a Rede de Escolas Livres.
“Não há educação sem cultura. Ambas caminham em nossas vidas e devem andar juntas como políticas integradas. Dessa confluência, temos uma diversidade de espaços formativos que oferecem à sociedade civil atividades em áreas como teatro, dança, circo, literatura, música, audiovisual, culturas populares, afro-brasileiras e indígenas”, diz ele.
Sobre o Instituto Teatro Novo – O Instituto Teatro Novo é uma ONG sem fins lucrativos e referência nacional em teatro inclusivo, com 18 anos de atuação em Niterói. Reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, o instituto desenvolve projetos voltados à cultura, cidadania, protagonismo e enfrentamento ao capacitismo.
Com mais de 50 peças produzidas e 270 apresentações em 11 capitais brasileiras, além de participações na Colômbia e nos Estados Unidos, o instituto mantém viva a metodologia de Rubens Emerick Gripp, pioneiro do teatro inclusivo, aplicada atualmente por Leonardo Corajo.
Entre os reconhecimentos recebidos estão os prêmios Sérgio Mamberti, Heloneida Studart e Nicette Bruno. A instituição também promove iniciativas como o Festival Teatro Novo e o Cultura Surda, ampliando a visibilidade de artistas com deficiência e fortalecendo a cultura como direito de todos.
Serviço:
Espetáculo: O nome das coisas
Data: 9 de novembro (domingo)
Horário: 19h
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer (Rua Jornalista Rogério Coelho Neto s/nº, Centro, Niterói)
Acessibilidade: tradução em Libras, além de rampas e espaços dedicados
Indicação: livre
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/o-nome-das-coisas/3183923
O Instituto Bienal Amazônia e a Saphira Ventura Media & Entertainment promovem a Bienal Amazônia®️ 2025, em Belém, durante a COP 30, quando arte, cinema, ciência e inovação se unem para repensar o futuro do planeta. Entre exposições, conferências e experiências imersivas, a Bienal Amazônia®️ também apresenta o Earth Film Festival, uma mostra cinematográfica dedicada à Terra — às suas vozes, às suas lutas, às suas belezas. A Amazônia não será apenas tema. Será presença. Será inspiração viva. Um chamado global para criar, sentir e transformar.
Em novembro de 2025, Belém, PA, sediará a 1ª Bienal Amazônia, com a participação de artistas nacionais e internacionais, tornando-se uma das maiores exposições visuais do país. O objetivo de realizar a Bienal Amazônia durante a COP 30 é buscar o alinhamento com as discussões e decisões sobre mudanças climáticas e outras questões ambientais e sociai
A Bienal Amazônia visa promover a cultura brasileira, especialmente a indígena, a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável, buscando conscientizar sobre a importância da floresta amazônica. Além da projeção da arte brasileira, a Bienal tem compromisso com o fortalecimento da economia local, geração de empregos e incentivo ao turismo na região.
Organizado pelo Instituto Bienal Amazônia, o Earth Film Festival mantém conexão direta com a COP 30, que será realizada em Belém. Os documentários finalistas do festival terão o privilégio de serem exibidos durante a conferência climática mais importante do mundo, ampliando o alcance das narrativas ambientais para uma audiência global. Além de Belém, os filmes finalistas do festival circularam por espaços estratégicos: Brasília (Senado Federal), Rio de Janeiro e Nova York, levando suas mensagens de consciência ambiental a diferentes públicos e contextos.
Earth Film Festival (EFF) tem como eixo central os 17 ODS da ONU — um pacto global para construir um futuro mais justo, inclusivo e ambientalmente equilibrado. O Festival celebra cineastas visionários que desafiam paradigmas e propõem futuros sustentáveis; exibe curtas e longas-metragens, documentários, animações e formatos experimentais; prioriza originalidade, relevância temática e impacto emocional; conecta públicos e comunidades por meio de painéis, oficinas e experiências imersivas.
Entre os artistas da exposição estão Aline Coutinho, Alexandre Dantas, Bari Bing, Cati Alionis, Erika Nogueira, Ezo, Giselle Faganello, Jean & Nancy, Johnatan Hyder, Josie Mengai, Ju Chagas, Khaled Hafez, Lorenzo Marini, Loreni Schenkel, Luciana Grether, Marco Santos, María A. Teason , Mario Schuster, Meireles Junior, Odair Mindelo , Pedro Gui,
Regina Duarte, Tugba Celebi e Vilina Gaia.
Artistas, fotógrafos, cineastas, videografistas, escultores, pintores, poetas, escritores, estilistas, arquitetos, empreendedores, criadores de arte digital, que fazem da sua criação uma solução para uma questão de sustentabilidade ou um apelo à preservação da natureza. Arte com propósito!
Cidade será a primeira a receber nova edição do evento que une arte, mobilidade e cidadania nas ruas de forma gratuita e acessível
O Festival Bike Arte Brasil abre nova temporada na cidade de Niterói, na Praça João Saldanha, em Santa Bárbara, no dia 1º de novembro, trazendo para as ruas da cidade fluminense uma programação gratuita que une arte urbana, cultura popular e mobilidade sustentável. Criado pelo Instituto Aromeiazero, o festival é mais que um evento: é uma ocupação cultural e cidadã das ruas que promove a bicicleta como símbolo de mobilidade justa, inclusão e diversidade. A edição em Niterói conta com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Coordenadoria Niterói de Bicicleta, que atua na promoção da mobilidade urbana sustentável e no incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte seguro e acessível.
“A presença do Bike Arte em Niterói reforça o compromisso da cidade com políticas públicas que incentivam o uso da bicicleta e a ocupação dos espaços públicos de forma segura e criativa. É uma iniciativa que soma ao que a Prefeitura de Niterói e o Niterói de Bicicleta vêm construindo ao longo dos últimos anos”, afirma Filipe Simões, coordenador da Coordenadoria Niterói de Bicicleta.
Desde 2012, o Bike Arte Brasil tem sido um manifesto vivo de que “a cidade é de todas as pessoas”. A cada edição, o festival conecta artistas e coletivos locais para valorizar a cultura do território, reforçando que a pluralidade de corpos e culturas não é um detalhe.
“Niterói tem uma importante cultura de mobilidade por bicicleta. Levar o Bike Arte para lá é celebrar essa diversidade e ocupar os espaços públicos de forma democrática, acessível e criativa”, destaca Carol Pires, coordenadora do festival.
Referência nacional na cultura da bicicleta
Niterói se consolidou como uma das principais referências do país no uso da bicicleta para transporte e lazer. Com uma infraestrutura cicloviária moderna e políticas públicas inovadoras — como o sistema gratuito de compartilhamento NitBike, que já ultrapassou 1 milhão de viagens, e a ciclovia da Avenida Marquês de Paraná, a mais movimentada do Brasil —, a cidade reafirma seu compromisso com a mobilidade ativa e sustentável. O Bicicletário Arariboia, próximo à Estação das Barcas, oferece 850 vagas gratuitas e estrutura para bicicletas elétricas, fortalecendo ações que reduzem emissões de CO₂ e promovem a bicicleta como agente de transformação urbana.
Nesse cenário, o Bike Arte Brasil chega para potencializar a cultura local, por meio de uma programação cultural gratuita, que inclui pedaladas, oficinas, espetáculos teatrais, shows e intervenções urbanas, para que todas as pessoas possam participar, sentir-se pertencentes e contribuir com o coletivo.
“O Bike Arte reforça a ideia de que cultura é direito, não privilégio. Ao fortalecer artistas locais e gerar renda criativa, o festival democratiza o acesso à cultura e cria um espaço onde a arte urbana funciona como linguagem de resistência, memória e pertencimento”, finaliza Carol.
O evento já passou por diversas cidades brasileiras e, nas últimas duas edições, reuniu um público total de aproximadamente 10.541 pessoas. Além disso, realizou a manutenção de 353 bicicletas, reforçando seu compromisso com a mobilidade sustentável e o acesso facilitado à bicicleta como meio de transporte.
Realizado pelo Instituto Aromeiazero, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura, o festival conta com o patrocínio da Rede (Itaú Unibanco) e, na edição de Niterói, recebe apoio da Prefeitura de Niterói, da Coordenadoria Niterói de Bicicleta, da Regional Santa Bárbara, do Santa Bárbara Bikers, da Decisão Bike, da Roda Cultural de Santa Bárbara e do Samba da Paixão.
Sobre o Instituto Aromeiazero
O Instituto Aromeiazero é uma organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta como ferramenta para reduzir desigualdades sociais e tornar as cidades mais resilientes e inclusivas. Com patrocínio institucional do Itaú Unibanco e apoio de leis de incentivo, o Aromeiazero realiza ações prioritariamente em periferias e comunidades vulneráveis desde 2011, promovendo cultura, geração de renda e hábitos saudáveis.
Serviço
Festival Bike Arte – Niterói
Data: 01/11 (sábado)
Horário: 9h às 14h
Local: Praça de Santa Bárbara (Praça João Saldanha) – Santa Bárbara, Niterói
Saiba mais: https://aromeiazero.org.br/bikearte/
Projeto encantou o público com espetáculos gratuitos e atividades culturais
Com o apoio da Prefeitura de São João de Meriti, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o Sesc realizou entre os dias 24 e 26 de outubro, a 10ª edição do Picadeiro Móvel, um dos maiores projetos dedicados à arte circense no Estado do Rio de Janeiro.
A abertura aconteceu na sexta-feira (24-10), no Sesc, com o espetáculo “Teco-Teco”, do Circo Dux. Nos dias seguintes, o evento tomou conta da Rua Panamense, em frente ao Centro Cultural Meritiense, no Jardim Meriti, levando alegria e cultura para toda a comunidade. Ao longo do fim de semana, quase 20 atrações se apresentaram na lona cultural.
O projeto reuniu artistas do Brasil e do exterior, apresentando uma mistura entre o circo tradicional e o contemporâneo, com muita música, teatro, trabalho educativo e performances artísticas.
O secretário municipal de Cultura e Turismo, Tião Pinheiro, comentou sobre esse marco cultural para o município. “A gente está levando o circo para o povo, de forma totalmente acessível. É um processo absolutamente democratizado, que aproxima a arte do cotidiano das pessoas, valorizando os artistas e garantindo que todos tenham a oportunidade de viver experiências culturais de qualidade”, pontuou o secretário.
A coordenadora de cultura do Sesc, Fabiana Vilar, destacou a importância da iniciativa. “O Picadeiro Móvel é um projeto que leva o circo a diferentes cidades e mostra que a cultura pode transformar espaços e aproximar as pessoas. Trouxemos artistas do Brasil e do mundo para compartilhar essa experiência com a população meritiense”, declarou a coordenadora.
Quem foi ao local aprovou a programação. A dona de casa Helena Martins, moradora do Jardim Meriti, se encantou com o espetáculo. “Foi tudo muito bonito. A gente se diverte e ainda traz as crianças para ver um circo de verdade, como era na minha infância”, disse Helena. O estudante Lucas André, de 17 anos, também acompanhou as apresentações. “Gostei de ver artistas tão diferentes e que trazem tanta alegria. Um fim de semana inteiro com essas atrações foi especial”, completou Lucas.
Espetáculo “Sozinhas somos pétalas, juntas somos rosas” trabalha o corpo e ajuda a ressignificar traumas e dores
Quem gosta de acrobacias e de artes diferenciadas vai ter a oportunidade de, nos dias 1 e 2 de novembro (sábado e domingo) de assistir gratuitamente ao espetáculo “Sozinhas somos pétalas, juntas somos rosas”, em Charitas e Itaipu. Com apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, o projeto vem impactando a vida de dezenas de pessoas ao longo dos últimos cinco anos
O projeto, além da força física, vem imprimindo uma nova forma de ver e enfrentar a vida a quem experimenta os exercícios praticados nas alturas em liras, trapézios e tecidos. A iniciativa nasceu a partir de edital da Secretaria Municipal das Culturas.
“O projeto Pendurados representa exatamente o que acreditamos: o esporte e a arte como caminhos de transformação, inclusão e bem-estar. Ver mulheres e jovens da nossa cidade ganhando força, confiança e expressão através das acrobacias aéreas é inspirador. Apoiamos com orgulho essa iniciativa que une superação, sensibilidade e coletividade”, afirma o secretário de Esporte e Lazer de Niterói, Luis Carlos Gallo.
O “Pendurados” já é conhecido por quem costuma passar pela orla da Praia de Icaraí, na Zona Sul da cidade, onde as aulas acontecem. Mas quem conhece de perto o trabalho de Juliana Berti testemunha o quanto o projeto transforma vidas. “Penduradas” nas alturas por liras, trapézios e tecidos, elas ganham força muscular e, mais do que isso, se veem impactadas por uma nova forma de enxergar a si mesmas.
Nas aulas, os participantes são introduzidos ao universo circense através da acrobacia área, nos aparelhos lira e tecido, tendo como base os princípios de educação somática e consciência corporal. Há o incentivo para se explorar os corpos de maneira consciente e criativa. A acrobacia aérea exige concentração, confiança e trabalho em equipe, promovendo habilidades socioemocionais importantes para o desenvolvimento, em especial, dos jovens.
“Vim para Niterói com o propósito de trazer para a cidade uma escola de circo de excelência e segura. Criei o Projeto Pendurados em 2020, em plena pandemia de Covid. Hoje, cinco anos depois, tenho muito orgulho do que iniciei e no que nos transformamos, pois aprendi com o circo que, sozinho, você não levanta uma lona. O Pendurados hoje é referência, reúne um grupo de pessoas – na maioria mulheres, os homens ainda são cerca de 2% dos alunos – fortes, empoderadas, mais seguras de si”, afirma Juliana Berti
O Espetáculo – Além das aulas diárias, de segunda a sexta-feira, na Praia de Icaraí, das 6h30 às 9h e das 18h às 20h, o projeto Pendurados Acrobacias Circenses montou, em 2023, seu primeiro espetáculo: Marcas do Passado, abordando a violência doméstica. O sucesso foi tanto que, em 2025, resolveram partir para um novo espetáculo.
O “Sozinhas Somos Pétalas, Juntas Somos Rosas”, montado por meio de edital da Secretaria das Culturas de Niterói, reunirá alunas regulares do Pendurados, bolsistas que chegaram por meio do edital e os artistas Raphael Pompeu, Daniel Leubach, Mila Werneck, Maria Julia Teixeira de Macedo e Julia Kassuga. A dramaturgia e direção geral estão a cargo de Juliana Berti e Raphael Pompeu.
Os movimentos no palco serão influenciados pelas aulas, que usam a lira e tecidos como aparelhos, baseadas em princípios da educação somática e consciência corporal, e incentivam os participantes a explorar seus corpos de maneira consciente e criativa.
“Arte para superar e ressignificar traumas e dores. Essa é a premissa desse projeto inédito, que acolhe meninas e mulheres que superam as más experiências por meio das artes, da educação e do esporte. Para isso, o trabalho com esse tema sensível é feito de forma lúdica, utilizando técnicas de circo e teatro em um espaço de acrobacia totalmente seguro, com profissionais capacitados e treinados. O corpo fala, grita com a lira, os tecidos e o trapézio. As mulheres conseguem usá-los como válvulas de escape, numa experiência transformadora. Isso desperta a autoconfiança e impacta no que elas conseguem fazer”, explica Juliana Berti.
O “Sozinhas Somos Pétalas, Juntas Somos Rosas” aborda o enfrentamento às várias formas de violência, através do circo, do teatro e dos movimentos corporais, utilizando contrapontos que equilibram a maneira como este assunto pode ser tratado. A narrativa se desenvolve através da música, da dança e de elementos do teatro físico, com coreografias e números circenses, num espetáculo, ao mesmo tempo, lúdico e reflexivo. A criação é orientada pelos princípios do teatro do oprimido, onde a arte é utilizada como uma forma de expressão e conscientização social.
Quase duas décadas de história com a vocação de revelar novos talentos da música brasileira e de dialogar sobre a formação e prática artística. Este é o FestVilla 2025, da Escola de Música Villa-Lobos do Rio de Janeiro que, mais uma vez, reuniu diversos alunos em prol da arte: foram 50 inscritos para a edição deste ano e mais de 30 músicos selecionados para as semifinais.
Os alunos que concorrem aos prêmios do FestVilla 2025 têm entre 18 e 60+ anos, e representam a diversidade e a vitalidade artística da escola. Dez canções estarão na grande final, marcada para o dia 5 de novembro, no Teatro João Caetano, com transmissão ao vivo pela TV ALERJ. A comissão julgadora — formada por professores, artistas, produtores e jornalistas — vai definir os vencedores em diversas categorias: melhor canção, intérprete vocal, instrumentista, arranjo e performance.
Além dos troféus e prêmios em dinheiro, os ganhadores terão sua obra gravada, editada e masterizada no estúdio da Escola de Música Villa-Lobos, um reconhecimento simbólico e técnico que reafirma a vocação do festival para revelar novos criadores e intérpretes da cena musical brasileira.
Celebrando 18 anos, o FestVilla reafirma sua importância como vitrine da produção autoral emergente, conectando gerações de músicos e reforçando a canção como expressão viva e transformadora da cultura.
“O festival, oferece a oportunidade de troca entre os alunos e de colocarem em prática o que aprenderam durante o ano; oferece uma experiência similar a que vão encontrar num futuro próximo, no exercício da profissão; além da possibilidade de criarem com inteira liberdade. E mais: oferece a oportunidade de verdadeira colaboração entre as classes diversas da escola, entre instrumentistas e cantores, e ainda a forma genuina de expressão através da linguagem da música. O FestVilla é uma das estratégias pedagógicas da Escola de Música Villa-Lobos” – ressalta o maestro José Maria Braga – Diretor da Escola de Música Villa-Lobos.
Promovido pela Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ), o FestVilla é um festival de canções inéditas em língua portuguesa, aberto a todos os gêneros e estilos musicais, que tem como propósito fomentar o intercâmbio entre alunos e professores e incentivar a criação musical contemporânea dentro do ambiente pedagógico da Villa-Lobos.
Mais do que uma competição, o FestVilla é um laboratório criativo — um espaço de encontro entre compositores, intérpretes, arranjadores e instrumentistas que fazem da escola um dos núcleos mais férteis de formação artística do país. As apresentações das eliminatórias reúnem alunos dos três cursos regulares da instituição, acompanhados por professores de prática de conjunto que colaboram na preparação dos arranjos e ensaios, qualificando cada performance.
A Escola Villa-Lobos também está antenada com os novos tempos. Questões artísticas e técnicas que dizem respeito à produção da obra musical — desde a composição e gravação de instrumentos até a experiência de se apresentar ao vivo — fazem parte do cotidiano da instituição. Temas como direitos autorais na era digital e as possíveis áreas de atuação profissional do músico contemporâneo são abordados com profundidade, preparando os alunos para um mercado cada vez mais dinâmico e conectado.
Para o pianista e compositor Jonathan Ferr, um dos nomes de maior destaque da nova cena instrumental brasileira e ex-aluno da Villa-Lobos, o festival foi um marco na sua trajetória:
“A Escola de Música Villa-Lobos, essa escola que me formou, que me fez ser o artista que eu sou. E eu me lembro quando eu estava no curso básico e o Festvilla foi marcante para mim. Esse festival que coloca os músicos todos pra se apresentarem, pra realmente exercer o ofício de ser artista, de estar no palco. A experiência de conhecer outras pessoas, de tocar com outros músicos, como é tocar para um grande público. Então, é uma forma muito legal de você se conhecer no palco. E de perceber o quanto é gostoso esse movimento de poder se apresentar para outras pessoas e se conectar através da sua música com outras pessoas. Vale muito a pena.”
Ao longo de sua história, a Villa-Lobos formou gerações de artistas que hoje se destacam na cena musical. Além de Jonathan Ferr, nomes como Tim Rescala, Maximiano Cobra, o maestro Ricardo Rocha, Biafra, Frejat e o próprio maestro José Maria Braga – que hoje é diretor da Escola – já passaram pelas suas salas de aula, além de grandes mestres como Paulo Moura e Alceu Boquino, que marcaram época como professores da casa.
“Uma parte muito importante da minha formação musical aconteceu na Escola de Música Villa-Lobos. Foi uma fase áurea sob a direção de Alyton Escobar. Lá estudei piano com Maria Yeda Cadah e comecei a frequenter as classe de Koellreutter, com quem estudaria composição mais tarde, por quatro anos, em aulas particulares. Mas na Escola frequentei suas classes de arranjo e contraponto. Além dele, outros professores da escola me abriram a cabeça: Esther Scliar, José Maria Neves, Vania Dantas Leite, Marlene Fernandes e Carol Gubernikoff. Em outra gestão ganhei um concurso de composição, promovido pela escola, em parceria com o Colégio da OSB. Uma escola fundamental para a história da música brasileira e, sobretudo, carioca” – afirma o compositor, produtor musical e pianista, Tim Rescala.
Sobre a Escola de Música Villa-Lobos
A história da Escola de Música Villa-Lobos remonta a 1914, quando as irmãs Figueiredo e Celina Roxo fundaram a Escola de Música Figueiredo Roxo, trazendo ao Rio de Janeiro as modernas técnicas pianísticas aprendidas em Berlim. Em 1934, por sugestão do compositor Oscar Lorenzo Fernandez, a escola uniu-se ao recém-criado Conservatório de Música do Distrito Federal.
Em 1952, o governo instituiu a Escola Popular de Educação Musical (EPEMA), precursora do atual modelo de ensino da Villa-Lobos. Após várias mudanças de endereço, a escola fixou-se nos anos 1960 em um charmoso sobrado Art-nouveau na Rua Ramalho Ortigão, hoje parte do Corredor Cultural. Sob a direção de nomes como Cacilda Borges Barbosa, Aylton Escobar e Renault Pereira de Araújo, a instituição consolidou-se como referência em educação musical pública, com a criação, em 1981, do Curso de Qualificação Profissional em Música.
Ao longo das décadas, diretores como Miguel Proença, Wilson Dantas e o atual gestor, o flautista José Maria Braga, mantiveram viva a vocação de democratizar o ensino musical. A escola conta hoje com cerca de 70 professores e oferece cursos que vão da iniciação musical à formação técnica.
Reconhecida como um celeiro de talentos, a Villa-Lobos formou nomes como Paulo Moura, Guerra Peixe, Tim Rescala, Tato Taborda, Jorge Vercillo, Biafra e Jonathan Ferr, reafirmando sua importância histórica e cultural para a música brasileira.
Serviço:
FestVilla 2025
Final: 5 de novembro de 2025, no Teatro João Caetano
Endereço: Praça Tiradentes, S/N – Centro
Entrada gratuita
Horário: 18h
Realização: Escola de Música Villa-Lobos | FUNARJ | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro
Apoio: Leia Brasil – Organização Não Governamental De Promoção Da Leitura
Ele recebe o saxofonista americano, Tom Bergeron, e comemora aniversário da apresentadora Mylena Ciribelli
O pianista e compositor Marvio Ciribelli se apresenta no Espaço Gafieira, novo local para música na zona sul de Niterói, no dia 25 de Outubro, sábado, às 21h.
Ciribelli também conta com a presença o baixista Adalberto Miranda que toca com a cantora Ludmilla; com os cantores Edson Monteiro, Fernanda Feiteira e Rosi Bergeron (esposa de Tom Bergeron); além dos talentosos alunos e ex-alunos da Orquestra La Salle Abel: Bernardo Ricciardi (trompete), Lucca Machado (bateria), Pedro Moraes (guitarra) e Gabriel Cyro (sax alto).
No Repertório, “Libertango” (Astor Piazzolla), “Rosa Morena” (Dorival Caymmi), “Samba de uma Nota Só” (Jobim e Mendonça); “Bala com Bala” (João Bosco e Aldir Blanc); “Sans Souci” (Giovanni Bizzotto e Marvio Ciribelli) e “Magalenha” (Carlinhos Brown).
Sobre os artistas:
Marvio Ciribelli tocou no Adelaide Fringe (Austrália), Java Jazz Festival (Indonésia), Jazz Plaza (Cuba) e Montreux Jazz Festival (Suíça), onde gravou 3 CDs, ao vivo. O pianista possui gravações com o vocalista inglês John Lawton (Uriah Heep) e com o cantor norte-americano, Freddy Cole (irmão de Nat King Cole), além de CD gravado com o grupo holandês Focus. Nos últimos anos, Marvio Ciribelli tem se apresentado em casas como Blue Note Rio e Beco das Garrafas, além de Festivais de Jazz em Paraty, Rio das Ostras, Serra da Mantiqueira, Visconde de Mauá e Penedo.
Tom Bergeron, que vem do Oregon (EUA), tocou com nomes como Ella Fitzgerald, Anthony Braxton, Natalie Cole, Robert Cray e The Temptations, em quase 50 anos de carreira. Tom é apaixonado pelo ‘choro’, gênero genuinamente brasileiro e que domina, como poucos estrangeiros. É uma das maiores autoridades do mundo em multifonia, técnica esotérica de produzir várias notas de só uma vez no saxofone.
Mylena Ciribelli, que é apresentadora de Rádio e TV, começou na ‘Maldita’ Fluminense FM e foi a cara do Globo Esporte e Esporte Espetacular, durante muitos anos. Mylena canta com o irmão desde criança.
Serviço:
Marvio Ciribelli recebe Tom Bergeron e Mylena Ciribelli
Data: 25 de outubro, Sábado,
Horário: 21h. A casa abre às 19h, com música ambiente
Local: Espaço Gafieira – Rua Gavião Peixoto, 142 / sobrado, Icaraí – Niterói/RJ
Ingresso: R$ 55,00 até 24 de outubro; R$ 60,00 (no dia)
Informações e reservas no Espaço Gafieira: (21) 99348-7727
Evento reúne mulheres empreendedoras, empresárias, investidoras, mentoras e lideranças no 1º Summit que fomenta negócios, parcerias e rodadas de investimento no RJ
O Café de Negócios com Dani Mantovanelli acontece no dia 25 de outubro de 2025, das 9h às 18h, no Impact Hub Rio de Janeiro (formato presencial). O evento que faz parte de um Ecossistema de Negócios, tem como objetivo principal conectar mulheres empreendedoras, empresárias, executivas, especialistas e investidoras do estado do RJ, para realizar negócios de
maneira intencional com propósito, oferecendo um dia de conteúdos práticos com 4 painéis e 16 especialistas do mercado, mentorias gratuitas com 6 especialistas, rodadas de negócios com 3 investidoras, exposição de produtos femininos com 8 marcas selecionados e experiências no digital, além de surpresas para as inscritas, com o propósito de fomentar parcerias intencionais e geração efetiva de negócios. A expectativa é reunir mais de 50 participantes, superando a 1ª edição realizada no RJ em 2023.
O Café de Negócios nasceu da inquietação de sua CEO em entregar experiências múltiplas em um mesmo espaço, unindo conhecimento, inspiração e oportunidades reais com foco e direcionamento, colocando a experiência a serviço da transformação e do fortalecimento de empreendedoras, empresárias e executivas. Foram realizadas duas edições, sendo uma no RJ e outra em SP.
Seus diferenciais e impacto estão em reunir em um espaço único e através de experiências simultâneas, todas as oportunidades de relacionamento estratégico, aprendizados, convergência de propósitos e potenciais de novos negócios e investimentos com parcerias potencialmente estratégicas, incentivando alianças duradouras e potentes e foco em crescimento coletivo. Mulheres caminharão com outras na mesma visão, eliminando a competição e estimulando a colaboração e crescimento contínuo de seus negócios. É feito para um público seleto, que entende o valor de um summit e deseja transformação real nos negócios.
O que será oferecido – 10 experiências práticas
• 1ª experiência: Painéis: quatro painéis com 16 speakers (12 mulheres e 5 homens) — CEOs, sócios, fundadoras e especialistas dos setores de inovação, venture capital, venture builder, tecnologia, governança, vendas, agilidade, gestão de projetos, moda & beleza, ações sociais, posicionamento de marca, redes de negócios, associações e mercado literário. Haverá dois moderadores; Dani Mantovanelli participa como uma das moderadoras.
• 2ª experiência: Mentorias pro bono: sala dedicada com slots para as inscritas. Mentores convidados por meio de parcerias com Associação Carioca de Startups e Founders Hunter.
• 3ª experiência: Rodadas de negócios: sala de matchmaking com pitches das inscritas para investidoras e apresentação entre empreendedoras, gerando oportunidades reais de parcerias e investimentos. Parceria com Associação Carioca de Startups.
• 4ª experiência: Exposição de marcas femininas selecionados – em sala específica.
• 5ª experiência: Networking de impacto no 2o andar com os Coffees – em
ambiente aconchegante e propício às interações, sem interferência com as outras ações.
• 6ª experiência: Sala Instagramável para as mulheres treinarem vídeos e fotos de posicionamento para suas redes sociais.
• 7ª experiência: Olfativa. Os ambientes do Impact Hub serão aromatizados com uma fragrância criada especialmente para o evento, para a Marca Café de Negócios.
• 8ª experiência: Kits de Welcome entregues com o cheiro da fragrância criada para o Café de Negócios.
• 9ª experiência: um momento surpresa, através de uma atividade inédita, para fortalecimento da autoestima e com alto poder de encorajamento.
• 10ª experiência: sorteios de brindes de marcas presentes no Café, e outras marcas elegantes do mercado feminino.
O Café de Negócios nasceu da demanda de mulheres que buscam fazer negócios entre si sem precisar frequentar múltiplos eventos. Em um único dia e em um ambiente acolhedor — o Impact Hub Rio, as participantes transitam entre painéis, mentorias e rodadas de negócio, além de áreas de networking desenhadas para conversas de alto nível e descompressão, entre outras experiências. A CEO aposta na curadoria de speakers e mentores com histórico prático de geração de resultados, priorizando conexões estratégicas e retorno sobre investimento (ROI) para as participantes.
Daniela Mantovanelli
Mentora de negócios, carreira e editais; CEO da Dunamis e do Café de Negócios com Dani Mantovanelli, avaliadora de startups e fintechs, palestrante internacional, CEO experiente, partner de Venture Builder, escritora. Com mais de 20 anos de carreira, Dani atuou em setores
como energia, offshore, oil & gas, serviços, telecom, logística, gestão pública, crypto, fintechs, edtechs e agro. Reconhecida por projetos tecnológicos premiados e por impacto em gestão pública, Dani já treinou mais de 20.000 pessoas e tem ampla atuação como C-Level, mentora e articuladora de ecossistemas de inovação.
“Meu sonho é transformar a vida e o negócio dessas mulheres, encurtando os desafios da jornada, e acelerando seus resultados. Mulheres com autonomia financeira cumprem com propósito seus papéis na sociedade, potencializando os setores onde atuam. Se tornam flechas”.
Informações práticas
• Data: 25/10/2025
• Horário: 09h às 18h
• Local: Impact Hub Rio de Janeiro (presencial) — também com transmissão AO VIVO.
• Vagas presenciais previstas: 50 a 70.
• Ingressos e patrocínios: ingressos sendo vendidos pelo Sympla. O evento possui apoio financeiro do Faperj. Apoiadores: Impact Hub RJ, Rede Imulheres, Editora Imulheres, Sociedade Brasileira de Inovação, Mulheres que Inovam, Associação Carioca de StartUps, Gespro Consulting, Founders Hunter, SBF Contabilidade, Direito Ágil, Ella Protegida, Brazão Tur e Eventos.