Niterói se prepara para a terceira etapa do Super Paddle

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Tradicional competição de canoa havaiana acontecerá em Itaipu, no dia 18. Inscrições abertas

Niterói recebe a terceira etapa do Super Paddle 2025, tradicional competição de canoa havaiana que promete agitar suas águas. Com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), o evento acontecerá em Itaipu, no dia 18 de outubro. A etapa será um dia repleto de superação, amizade e boas energias, reunindo atletas de diversas categorias.

Do aquecimento à premiação, cada detalhe foi planejado para os apaixonados por remar e competir. As inscrições já estão abertas e se encerrarão no dia 15 de outubro. Elas poderão ser feitas pelo Instagram oficial do evento: @superpaddle.21.

“O Super Paddle já faz parte do calendário esportivo de Niterói e é uma grande festa da canoa polinésia. Além da competição de alto nível, é um momento de integração, saúde e contato com a natureza. Temos orgulho de apoiar esse evento que representa tanto o espírito esportivo da nossa cidade, que hoje é referência no país na modalidade”, ressalta Luiz Carlos Gallo, secretário municipal de Esporte e Lazer de Niterói.

Cronograma de largadas:

  • 1ª largada – 6h30 – 7 km – Modalidades: OC1 e V1 – Categorias: Estreante, NiJr. e M60
  • 2ª largada – 7h45 – 7 km – Modalidades: OC1, V1 e OC2 – Categorias: Open, M40 e M50
  • 3ª largada – 9h – 7 km – Modalidade: OC6 – Categorias: Estreante, Jr. e M60
  • 4ª largada – 10h15 – 10 km – Categorias: M40 e M50
  • 5ª largada – 11h45 – 10 km – Modalidades: OC6 e V3 – Categoria: Open
  • 6ª largada – 13h45 – 10 km – Categoria: Mista (Estreante, Open, M40, M50 e M60)

Serviço:

  • Inscrição para a terceira etapa do Super Paddle 2025
  • Período: 25/09 a 15/10
  • Instagram oficial: @superpaddle.21

 

 

Evento Cultura Surda 2025 leva programação gratuita, acessível e bilíngue a Niterói

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Campo de São Bento recebe atrações em português e Libras neste domingo (28)
A inclusão vai dar o tom do fim de semana no Campo de São Bento, em Icaraí. Neste domingo (28), a Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, promove o Cultura Surda 2025, evento gratuito e bilíngue ― em português e Libras ― que reúne atividades literárias, artísticas e pedagógicas. A iniciativa reforça a importância da acessibilidade e do ativismo pela eliminação de barreiras comunicacionais.
Segundo a secretária das Culturas, Julia Pacheco, o Cultura Surda 2025 mostra que inclusão e acessibilidade são direitos da população.
“Ao promover uma programação bilíngue e gratuita, reafirmamos o compromisso da Secretaria Municipal das Culturas em garantir que todas as pessoas tenham pleno acesso à produção, circulação e fruição cultural. A cultura é um direito fundamental e deve ser vivida sem barreiras por toda a população, especialmente pela comunidade surda, que tem papel ativo e protagonista na construção da vida cultural da cidade”, afirma.
A programação começa às 10h, com contação de histórias e o lançamento do livro A luva mágica, de João Paulo Silva. A obra narra a trajetória de Dony, um jovem guia de turismo que cria uma luva mágica para aprender Libras e incluir turistas surdos em seus passeios. Após a atividade, haverá o lançamento oficial e sorteio de exemplares para as crianças presentes.
Na sequência, às 11h, o público poderá acompanhar as Poesias Surdas, com os artistas Bruno Ramos, Ricardo Boaretto de Siqueira, Marcelo William da Silva e Paulo Sérgio da Silva Andrade. As produções unem a expressividade poética à língua de sinais.
 
Encerrando a programação principal, das 12h às 13h, a professora, pesquisadora e artista surda Flávia Oliver, mestre em Dança pela UFRJ, ministra a oficina Dança Contemporânea Inclusiva. A proposta é valorizar a liberdade de movimento e a singularidade de cada corpo, incentivando a dança como linguagem acessível e transformadora.
 
Além das atrações culturais, o evento contará com a Feira de Artesanato Surdo, que valoriza a produção artística da comunidade, e a Tenda de Sensibilização a Libras, coordenada por Cristiane Alves Sant’Anna, com atividades lúdicas voltadas ao ensino da Língua Brasileira de Sinais para crianças.
Mais do que um encontro cultural, o Cultura Surda 2025 é também um ato de ativismo, que busca promover a autoestima e o orgulho da comunidade surda, além de sensibilizar a sociedade para a valorização dessa cultura. A iniciativa reafirma a importância de eliminar barreiras comunicacionais e de garantir protagonismo aos fazedores de cultura surdos, mostrando que inclusão e acessibilidade são pilares da transformação social.
O evento conta com apoio da Universidade Federal Fluminense, por meio da Comissão UFF Acessível, e do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (COMPED).

Ópera de Paris apresenta recital gratuito no Teatro Firjan SESI Centro nesta sexta

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Com canções de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga e Francis Poulenc, “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” celebra a colaboração artística entre França e Brasil

A Ópera de Paris, maior casa lírica da França e uma das mais importantes do mundo, chega ao Rio de Janeiro com um recital inédito no Brasil, que marca o retorno da companhia ao país após 23 anos. “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” terá apresentação única e gratuita nesta sexta-feira (26), às 19h, no Teatro Firjan SESI Centro, integrando a programação oficial da Temporada França-Brasil 2025. Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

O recital reúne obras de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Reynaldo Hahn, Francis Poulenc, entre outros artistas consagrados em ambos os países. O repertório será interpretado pelo corpo de residentes da Ópera de Paris, formado por solistas de diversas partes do mundo. Amandine Portelli (França), Antoine Dutaillis (França), Bergsvein Toverud (Estados Unidos e Noruega), Clemens Frank (Áustria), Daria Akulova (Ucrânia), Isobel Anthony (Estados Unidos), Lorena Pires (Brasil), Luis Felipe Sousa (Brasil) e Sima Ouahman (França) compõem o elenco internacional da temporada.

Aclamados na Opéra Bastille, em Paris, os solistas da Academia da Ópera de Paris interpretam canções que propõem o diálogo entre melodias francesas e brasileiras, celebrando os 200 anos de relações entre os dois países. Juntam-se aos artistas dois brasileiros convidados: o pianista Ramon Theobald e a cantora Juliana Kreling.

No dia 11 de outubro, a Ópera de Paris apresenta o concerto “Bizet e seus Contemporâneos” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão interpretadas uma seleção de romances, melodias, peças líricas e duetos, revelando diferentes facetas da obra de Georges Bizet (1838-1875) para além das mais conhecidas. O terceiro lote de ingressos estará disponível para venda nesta sexta (26).

 

Sobre a Academia da Ópera Nacional de Paris:

Criada em 2015, a Academia da Ópera Nacional de Paris concentra suas missões em três eixos: transmissão, formação e criação. A Academia se organiza em duas áreas: a área de formação profissional, destinada a jovens artistas e artesãos, e a seção de educação artística e cultural, com diversos programas e uma programação destinada ao público jovem. A cada temporada, cerca de trinta artistas de todo o mundo ingressam no programa de residência da Academia para aprimorar suas habilidades na Ópera de Paris. Os artistas participam de produções na Ópera Bastilha e no Palais Garnier, além da programação de concertos, recitais e espetáculos. A Academia também oferece um percurso de treinamento avançado em artes e ofícios para jovens artesãos que desejam aprender as habilidades e técnicas específicas dos ateliês da Opéra de Paris. Os programas de educação artística e cultural da Academia (L’Opéra en Guyane, OpérApprentis, L’Opéra pour moi aussi, Dix Mois d’École et d’Opéra, ADO – Apprentissage de l’Orchestre, etc.), desenvolvidos em escala nacional, permitem que uma ampla gama de públicos descubra ativamente o mundo da ópera e do balé. Além disso, sua programação concebida especialmente para o público jovem, a partir de 6 meses de idade, permite que cerca de 20.000 novos espectadores a cada temporada conheçam obras, artistas e companhias de todo o mundo, com atenção especial ao público com deficiência e cerca de trinta apresentações escolares.

 

SERVIÇO:

“Mélodies françaises, Melodias brasileiras”

Data: 26/09, às 19h

Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 338 pessoas.

Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

Ingressos gratuitos. Sujeito à lotação.

 

“Bizet e seus Contemporâneos”

Data: 11/10, às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 2.361

Tempo de duração: 1h30min

Ingressos:

Frisas e Camarotes – R$60,00

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior e Lateral – R$30,00

Galeria Central e Lateral– R$15,00

https://feverup.com/m/378288

O terceiro lote abrirá no dia 26/09.

Foto: Vincent Lappartient/OnP

 

Amandine Portelli – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Iniciou sua formação artística na dança clássica e descobriu o canto aos 8 anos no Coro de Meninas da Maîtrise de Bordeaux, tornando-se rapidamente solista. Estudou canto no Conservatório de Bordeaux com Maryse Castets e, desde 2020, tem se apresentado sob a direção de nomes como Salvatore Caputo e Raphaël Pichon. Estreou na Ópera Garnier em L’Enfant et les Sortilèges. Vencedora de concursos internacionais, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2024.

 

Antoine Dutaillis – França (pianista) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Antoine Dutaillis é pianista, maestro e preparador vocal francês. Formou-se com distinção em regência no Conservatório de Paris e foi assistente de maestros como Alexandre Bloch, Alain Altinoglu e Semyon Bychkov. Como pianista, trabalha com solistas e instituições renomadas, além de atuar em projetos educativos e inclusivos. Ingressou na Academia da Ópera de Paris em setembro de 2024, e estreia como maestro convidado com as orquestras de Lille e da Picardia na temporada 24/25.

 

Bergsvein Toverud – Estados Unidos e Noruega – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

O tenor americano-norueguês Bergsvein Toverud é mestre pela Eastman School of Music e bacharel pela Universidade Furman. Foi premiado pela George and Nora London Foundation e pelo concurso Laffont do Metropolitan Opera em 2023. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2024.

 

Clemens Frank – Áustria – Bizet e seus Contemporâneos

Clemens Frank estudou canto na Universidade de Música de Viena, onde concluiu o bacharelado com distinção e iniciou o mestrado em Vocal Performance. Venceu os concursos Zukunftsstimmen e Lions Music Award Áustria, e foi finalista do SWR Junge Opernstars 2024. É bolsista do fundo Anny Felbermayr. Em setembro de 2024, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Daria Akulova – Ucrânia – Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Dnipro, na Ucrânia, Daria Akulova iniciou-se no canto e nas artes dramáticas aos 5 anos. Formada em canto e piano, venceu o concurso nacional B. Gmyrya em 2016. Estudou na Academia Tchaikovsky de Kiev, onde obteve graduação e mestrado. Em 2022, recebeu bolsa presidencial e venceu o Concurso Internacional de Música de Lugano. Participou de concertos na Suíça, Itália, Bulgária e Ucrânia. Em 2024, ingressou na Academia da Ópera de Paris.

 

Isobel Anthony – Estados Unidos – Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Isobel Anthony estreou na Lyric Opera de Chicago e na Santa Fe Opera, com destaque para The Righteous, de Gregory Spears, e Der Rosenkavalier, de Strauss. Participou de estreias mundiais de compositores contemporâneos na Bienen School of Music. É mestra em canto e ópera pela Northwestern University e bacharel em Linguística pela Universidade de Yale. Em setembro de 2024, passou a integrar a Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Lorena Pires – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Lorena Pires é bacharel em Canto pela Faculdade de Música do Espírito Santo. Estreou profissionalmente em 2019 e, desde então, vem interpretando papéis como Zweite Dame (Die Zauberflöte), Arbace (Catone in Utica), Lauretta (Gianni Schicchi) e Anna (Nabucco). Em 2024, fez sua estreia internacional no Uruguai com a Camerata Antiqua de Curitiba. Premiada em concursos nacionais, é considerada o novo destaque da cena lírica brasileira. Participou de recital na Ópera de Paris em abril de 2025 e fará seu debut como Clara em Porgy and Bess no Theatro Municipal de São Paulo. Ingressa como residente na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2025.

 

Luis Felipe Sousa – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Natural do Brasil, Luis Felipe Sousa é formado em canto lírico pela Universidade de São Paulo e mestre em musicologia e interpretação pela Unicamp, onde atuou no Ópera Studio e no coro contemporâneo de Campinas. Iniciou sua carreira como solista na companhia Minaz, em Ribeirão Preto, e desde então interpretou papéis como Figaro, Don Basilio, Seneca e Simone. Premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, apresentou-se no Brasil e na Europa, incluindo Itália, Alemanha, Áustria e Luxemburgo. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023, onde atuou em Street Scene, L’Isola Disabitata e L’Enfant et les Sortilèges.

 

Sima Ouahman – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Paris e radicada em Bordeaux, a soprano irano-marroquina Sima Ouahman iniciou seus estudos musicais aos sete anos no Conservatório de Bordeaux. Descobriu o canto lírico na classe de Maryse Castets e aperfeiçoou-se com mestres como Claudia Visca e Béatrice Uria Monzon. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023. Em 2025, recebeu o Prêmio Lírico da AROP.

 

Juliana Kreling – Brasil (artista convidada) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

A soprano brasileira Juliana Kreling iniciou seus estudos aos 8 anos no projeto Vale Música, em Belém, e estreou aos 18 como Serpina em La Serva Padrona, no Theatro da Paz. Atuou em produções como Suor Angelica, Amahl and the Night Visitors e As Bodas de Fígaro. Estudou na UNICAMP e no Conservatório Leo Kestenberg, em Berlim, além de integrar o estúdio de ópera de Carlos Montané, nos EUA. Cantou as Bachianas nº5 ao lado de David Chew. Atualmente, cursa canto na Universidade Mozarteum de Salzburgo com Michèle Crider e se apresenta como solista em igrejas e salas de concerto na Áustria.

 

Ramon Theobald – Brasil (artista convidado) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Natural do Brasil, Ramon Theobald é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com passagem pela Hochschule für Musik de Karlsruhe por meio de bolsa do DAAD. Trabalhou com artistas como Jessica Pratt, Lawrence Brownlee, Lisette Oropesa e Yusif Eyvazov. Premiado em diversos concursos no Brasil, apresentou recitais no país e na Alemanha. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris de 2021 a 2023.

 

Festival da Pesca – Feira de Projetos do Mar leva diversão para os cariocas enquanto educa sobre o mar

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Nos dias 20 e 21 de setembro, os sabores e saberes do mar inundaram a Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, na primeira edição do Festival da Pesca – Feira de Projetos do Mar. O evento, que reuniu mais de mil visitantes ao longo do fim de semana, superou as expectativas dos organizadores. Famílias, estudantes, pesquisadores e comunidades pesqueiras se divertiram enquanto celebravam o encontro entre ciência, cultura e tradição.

A pesca artesanal e a biodiversidade marinha foram destaque nos 30 quiosques que materializaram iniciativas apoiadas com recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) FRADE e geridos pelo Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO). Em clima de celebração, os quatro grandes projetos que integram o TAC Frade, Conservação da Toninha, Pesquisa Marinha e Pesqueira, Educação Ambiental e Apoio a UCs compartilharam importantes resultados dos últimos anos e encantaram o público exibindo as belezas do mar.

“Muitos estão vendo e tocando nesses animais pela primeira vez, o que é muito gratificante. É uma sensação de concretização do projeto trabalhar com a divulgação científica, pois é inspirador e recompensador observar a reação positiva das pessoas.”, destacou Luciano Gomes Fischer, coordenador do Projeto Salvar, do Instituto NUPEM/UFRJ – apoiado pelo projeto Pesquisa Marinha e Pesqueira. Quem passou pela barraca do projeto encontrou tubarões e raias preservados em álcool, além de animais vivos, coletados no início do dia, como, por exemplo, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar, que podiam ser tocados pelos participantes, o que instigou a curiosidade do público de todas as idades.

Das atividades lúdicas para as crianças a rodas de conversa, passando por oficinas de artesanato e experiências gastronômicas, o festival mostrou que a Costa Fluminense é fonte de conhecimento e cultura. “Eu gostei muito, foi uma surpresa agradável, porque estávamos trabalhando em sala sobre animais marinhos e agora eu sei que tem tantos projetos.”, contou Karina Borisa, estudante de pedagogia, que levou seus alunos para vivenciar a feira.

As mulheres que constroem seu lugar na pesca 

Além de aproximar a pesquisa da sociedade, o evento também foi um espaço de valorização das comunidades locais. “Essa associação foi formada para mulheres se libertarem, produzirem e ter a sua própria renda financeira, para não ficar só dependendo de marido ou só da pesca”, contou Daize Menezes, representante da Associação de Mulheres Pescadoras do Litoral do Rio de janeiro (AMUPESCAR), que produz artesanato sustentável a partir de insumos do mar da Baía de Guanabara e no festival serviu croquetes, empadas e quibes, todos feitos de pescados.

Nesse contexto, o presidente da Associação de Pescadores e Pescadoras Artesanais da Resex de Itaipu e Lagoa de Itaipu (APPREILI), Jairo Augusto da Silva, reforçou o papel do festival como motor de mudança social ao mostrar “tanto a questão do fortalecimento institucional como a cadeia produtiva, na gastronomia, nos produtos da sociobiodiversidade”. Para ele, os recursos do TAC foram essenciais para impulsionar o engajamento de jovens e mulheres nas atividades pesqueiras, quebrando paradigmas e oferecendo oportunidade de que essas populações superem os processos de gentrificação impulsionados pelo turismo desregulado.

Dos tubarões à toninha: a diversidade da vida marinha

As barracas e atividades interativas na Quinta da Boa Vista buscaram trazer de forma lúdica os desafios enfrentados por algumas espécies marinhas. Com a produção de toninhas de pelúcia, as iniciativas apoiadas pelo projeto Conservação da Toninha, abordaram a realidade dessa espécie de golfinho ameaçada de extinção pela pesca não intencional.

Para as pesquisadoras Camila Domit e Danielle Monteiro, participantes do projeto de Conservação da Toninha, a feira tem um papel fundamental para impulsionar o diálogo e “encontrar soluções com as comunidades pesqueiras para reduzir a mortalidade das toninhas nas redes de pesca”, explica Danielle, representante da iniciativa Toninhas do Sul, do ECOMEGA, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FURG).

Camila, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e representante da iniciativa Toninha na área de manejo 2, reforça que “dialogar com as pessoas que estão no dia a dia tomando decisões” é essencial para que o conhecimento atravesse os “muros das universidades e traga resultados para preservação da espécie.”

Já para os tubarões, Luciano Gomes Fischer, coordenador do Projeto Salvar, destacou que o festival foi justamente esse espaço para “desmistificar que são perigosos”. Assim, uma arcada se transformou em “boca de tubarão” para a brincadeira conhecida popularmente como “boca de palhaço”, se tornando um dos pontos altos para os pequenos visitantes.

Luciano ressaltou que, ao longo da execução do projeto, os recursos do TAC foram tão bem aproveitados que foi possível ampliar os resultados, construindo um laboratório de quase 300 metros e um museu para abrigar as coleções biológicas da universidade, “uma área que não existia na UFRJ em Macaé”, complementa. Hoje, a estrutura já recebe mil crianças por mês e oferece um espaço de referência para ciência, educação e conservação. Segundo ele: “o projeto começou a crescer mesmo depois do projeto do TAC”, celebra.

 

As histórias ao redor de FRADE 

Para Emerson Nepomuceno, Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o evento foi uma oportunidade única de “dar uma devolutiva para a sociedade” em relação ao compromisso assinado há mais de dez anos, por meio do Termo de Ajustamento de Conduta do Campo de Frade. “Eu acho que isso tudo potencializa uma gestão mais bem qualificada da pesca e ambiental aqui no Rio de Janeiro. Então, o TAC é um apoio fundamental e tem sido utilizado de forma muito importante para a gente fortalecer essas redes da nossa região”, declarou Emerson.

Para Rafael Pereira, presidente da Associação de Caranguejeiros e Amigos do Mangue de Magé (ACAMM) apresentar os resultados do trabalho é “levar ao público uma história de superação”. Ele reforça que graças ao projeto as mulheres da associação têm novas oportunidades de renda e podem compartilhar os conhecimentos ancestrais do território.

“ Houve uma evolução da cozinha das caranguejeiras. Muitas das vezes elas ficaram com seus conhecimentos dentro do território. A associação proporcionou para elas uma segunda renda na sua casa, além do esposo que pesca. É uma cadeia produtiva dentro do ciclo familiar. Hoje esse evento está podendo demonstrar isso”

O Festival terá mais duas edições em 18 e 19 de outubro em Armação dos Búzios e 29 e 30 de novembro em Paraty e se consolida como espaço de educação ambiental para crianças e jovens, a partir da curiosidade e consciência sobre a importância de proteger o mar.

Foto: Joaquim Lima/FUNBIO

Niteroiense Léo Luz leva histórias de amor para os palcos do Rio

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Roteirista conhecido por sucessos no cinema e na TV estreia como dramaturgo e diretor com a peça “Não é você, sou eu”

O roteirista Léo Luz, niteroiense, estreia como dramaturgo e diretor teatral com a peça “Não é você, sou eu”. O espetáculo chega ao palco do Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, no dia 10 de outubro, às 20h, e fica em cartaz até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras.

Com carreira consolidada no audiovisual, Léo foi roteirista dos filmes Até que a Sorte nos Separe 3 e Incompatível, além de ter participado da terceira temporada da série Vai que Cola. Também foi cofundador do canal de humor Parafernalha, onde atuou como redator final. Agora, ele se lança no teatro com um texto inspirado em parte em seus próprios relacionamentos e em conversas que ouve no dia a dia. “Escutar conversas alheias é quase um esporte para mim”, brinca o roteirista. “E como minha vida amorosa é uma tragicomédia, não me faltou material”, explica.

Segundo ele, a decisão de transformar os textos em espetáculo veio de uma inquietação criativa. “Percebi que eles poderiam funcionar bem no palco, que é um espaço que eu nunca tinha explorado, nem como autor nem como diretor. Para não perder o controle criativo, decidi produzir e dirigir a peça eu mesmo.”

Apesar de lidar com situações amorosas que podem parecer catastróficas, Léo afirma que busca sempre transmitir uma mensagem otimista. “Seja em textos mais românticos ou de comédia, no fim do dia o amor sempre vale a pena. E quando ele é engraçado, melhor ainda.”

O elenco conta com Amanda Iglesias, atriz e dubladora com trajetória no cinema e na TV; Carolina Rial, jovem atriz formada no Tablado; Douglas Felix, ator e humorista com passagens por novelas, cinema e stand-up; e Bernardo Peixoto, formado pela CAL e com experiências no teatro e na televisão. Sobre a escolha do time, Léo revela: “Eu já tinha em mente meu amigo Douglas Félix e pedi que ele me indicasse outros nomes de confiança. Foi assim que cheguei a Carol, Bernardo e Amanda. Brinco que essa peça é quase um cabide de empregos do Douglas”, diverte-se.

“Não é você, sou eu” marca também a estreia de Léo no teatro. “É a minha primeira peça, tanto como autor quanto como diretor. Aos 45 anos, é praticamente o início de uma nova carreira. Me sinto com 25, só que com joelhos ruins e uma hérnia de disco. A semelhança é que continuo no Tinder”, ironiza.

Para o diretor, a identificação imediata com o público é um dos trunfos da montagem. “Todo mundo já viveu um término, uma paixão repentina ou um mal-entendido que parecia trágico e depois virou história engraçada para contar. É isso que queremos levar para o palco: a possibilidade de rir e se emocionar com aquilo que nos torna humanos.”

Serviço

Peça: Não é você, sou eu
Texto e direção: Léo Luz
Elenco: Amanda Iglesias, Carolina Rial, Douglas Felix e Bernardo Peixoto
Estreia: 10 de outubro (sexta-feira), às 20h
Em cartaz: até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras
Local: Teatro Cândido Mendes – Rua João Cabral de Melo Neto, 222, Ipanema, Rio de Janeiro
Ingressos: Sympla

Roupa Nova no Qualistage, dias 26 e 27 de setembro

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Mais de 20 milhões de cópias vendidas, 38 discos lançados e 35 temas de novela, é assim que a banda Roupa Nova segue com números que impressionam e shows cada vez mais lotados. Uma trajetória aplaudida de pé por quem conhece a história da única banda com 4 décadas de estrada e a mesma formação desde o início em atividade no Brasil.

Considerado um dos melhores shows nacionais, Roupa Nova atrai para suas apresentações um público dos mais diversos. São gerações que atravessaram as mudanças na música e seguem fiéis em cada palco que pisam Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Paulinho (in memorian), Serginho Herval e Fábio Nestares, que chegou para somar.

Tudo começou em 1980 quando foram chamados para gravar um tema de final de ano da rádio Cidade. Mariozinho Rocha, produtor naquela ocasião, sugeriu que o nome da banda mudasse para o que hoje é um nome conhecido e amado por todo Brasil.

Quando o assunto é trilha de novela, Roupa Nova é recordista, são responsáveis por tocar o “Tema da Vitória”, composto e arranjado por Eduardo Souto Neto, que mais tarde se tornaria tema de Ayrton Senna, pela música tema do “Xou da Xuxa” e do “Vídeo Show”, todos da Rede Globo, além do “Rock in Rio”. Nas canções mais famosas estão Whisky a Go-Go, Dona, Volta pra Mim, Anjo, Seguindo no Trem Azul, A Viagem, Coração Pirata, entre muitas outras.

Vencedores do Grammy Latino de melhor álbum pop contemporâneo brasileiro com o disco Roupa Nova em Londres, gravado em 2009 nos estúdios de Abbey Road na capital britânica, a banda acumula discos de ouro e platina, como com o álbum Roupa Nova 30 anos, de 2010. Em 2015, o grupo lançou o CD e DVD Todo Amor do Mundo, que conta com participações de Tico Santa Cruz, Alexandre Pires, Ed Motta e Angélica. O disco intercala canções e narrativas trazendo partes da história da banda desde antes do seu início, na década de 1960.

Dentre as parcerias que a banda já fez ao longo de toda a carreira estão Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro & Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso, Luan Santana, Maite Perroni e outros.

Sempre inovando, nesses 40 anos de muitos acordes, a banda lançou o álbum As Novas do Roupa, composto por 11 canções inéditas, que estão disponíveis nas principais plataformas digitais.

Em 2020 a banda comemorou 40 anos de carreira e havia preparado um grande evento para a gravação do projeto comemorativo, mas com a chegada repentina da pandemia por conta da COVID-19, o show foi adiado. No mesmo ano, Roupa Nova perdeu um de seus integrantes. Paulinho faleceu em 14 de dezembro deixando um vazio e muita saudade no coração de todos os admiradores da banda.

Em 2022 a banda gravou um inédito e emocionante projeto comemorativo aos 40 anos, com participações especiais de ANAVITÓRIA, Daniel, Marcos & Belutti, Melim e Tiago Abravanel, que deram voz a sucessos que transcendem as barreiras da música. Dando continuidade ao sonho da banda com uma linda e merecida homenagem ao Paulinho, Roupa Nova usou uma holografia do ídolo, que interpretou junto aos demais integrantes a canção “Os Corações Não São Iguais”, fazendo as mais de 10 mil pessoas presentes irem às lágrimas no Rio de Janeiro.
Oficialmente fazendo parte da banda, Fábio Nestares entra para somar, e passa a ser o sétimo Roupa Nova, assumindo os vocais ao lado dos demais integrantes.

O ano de 2023 chegou trazendo lançamentos e novidades. Disponível nas plataformas de streaming, Roupa Nova 40 anos também está disponível para assinantes Globoplay e no YouTube oficial da banda.

Uma das grandes novidades deste ano, foi o “Navio Roupa Nova 40 anos”, que coroou a grande história de uma das maiores bandas brasileiras em atividade. Promovido pela PromoAção, principal empresa de navios temáticos do mundo, a embarcação saiu em março de com cabines esgotadas.

ROUPA NOVA
Apresentação Data Extra: 26 de setembro às 21h30 – Abertura dos portões: 19h30
Apresentação: Dia 27 de setembro às 22h – Abertura dos portões: 20h / ESGOTADO
QUALISTAGE: AV Ayrton Senna, 3000 – VIA PARQUE SHOPPING
Classificação: 18 anos. Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos responsáveis legais
A partir de R$ 97,50
Venda: https://qualistage.com.br/roupa-nova
Ou na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, RJ
De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h
Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade da casa: 9 mil em pé / 3.500 sentados
Acessibilidade

“Upcycled Factory’ é a primeira individual do artista EZO, reconhecido por transformar materiais descartados em arte e mostrar o cotidiano dos subúrbios do Rio

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“Upcycled Factory’ é a primeira exposição individual do artista EZO, em Nova York, reconhecido por transformar materiais descartados em potentes comentários sociais e poesia visual, com curadoria de Alcinda Saphira e co-curadoria Mariana Bahia, na Galeria Saphira & Ventura. O lixo urbano atravessa o Atlântico e renasce nas mãos do artista visual contemporâneo EZO, natural de Nilópolis, subúrbio do Rio de Janeiro.

“O trabalho de EZO se alinha perfeitamente à visão contemporânea da galeria, abordando temas como vida urbana, identidade e cultura de rua. Sua estética – que mescla objetos descartados e a realidade cotidiana dos subúrbios do Rio – oferece uma perspectiva nova e inovadora”, observa Alcinda Saphira, curadora da Galeria Saphira & Ventura.

A escolha de apresentar o trabalho de Ezo em Nova York reflete uma valorização do talento dele, que emerge de contextos culturais específicos, uma geometria elegante e trabalha com cores vibrantes mas que possuem uma ressonância universal. Este momento é importante para destacar a diversidade de vozes na arte contemporânea, especialmente aquelas oriundas do subúrbio carioca, que muitas vezes permanecem à margem dos circuitos tradicionais. Além disso, a galeria busca fortalecer a troca cultural entre o Brasil e Nova York, promovendo um diálogo entre diferentes realidades urbanas e culturais.

O público de Nova York, com sua vasta experiência em narrativas urbanas e culturais diversas, se identifica com o trabalho de Ezo ao reconhecer elementos universais de urbanidade, resistência e identidade.

A estética e as histórias transmitidas por Ezo refletem experiências comuns às cidades globais—como a busca por expressão, pertencimento e transformação social—mesmo que suas referências específicas sejam do subúrbio carioca. Assim, seu trabalho serve como uma ponte que conecta diferentes realidades urbanas, promovendo empatia e compreensão.

A galeria identifica em EZO uma voz autêntica, com relevância global e potencial de diálogo entre comunidades urbanas distintas. O momento atual da cena de Nova York valoriza perspectivas de periferia, imaginação urbana e crítica social, tornando a exposição de EZO particularmente oportuna para ampliar a pluralidade de vozes na programação.

A exposição acontece de 01 a 15 de outubro, com abertura no dia 02, das 18h às 20h. Entre os dias 19 e 30 de setembro, ocorre a residência imersiva do artista, na Saphira & Ventura. No dia 9, Ezo se encontra com o jornalista e crítico Peter Ortega, que vai falar sobre o trabalho do artista, com a presença de outros curadores e artistas, público e imprensa.

Sobre Ezo

Ezo reescreve o que foi descartado. CDs, discos de vinil, disc lasers e toldos, reaparecem como superfícies de cor e textura, revelando camadas de memória urbana. Sua prática do reuso transforma precariedade em potência, crítica em beleza, gesto político em poética visual. O que a cidade abandona, o artista reconfigura como narrativa e corpo, devolvendo à matéria um sentido de permanência.

Aqui, o público é convidado a ver de perto as cicatrizes dos materiais, fragmentos que se tornam imagem, resíduos que se tornam futuro. Uma estética de sobrevivência que insiste em criar beleza.

Serviço

Exposição: Upcycled Factory

Artista: Ezo

Instagram: @ezo_art_

Curadoria: Alcinda Saphira ( NY)

Co-curadoria: Mariana Bahia

Produção: Mariana Lemos

Período exposição: 01 a 15 de outubro

Abertura : 2 de outubro, das 18h às 20h

Residência imersiva: 19 a 30 de setembro

Dia 9 de outubro

Encontro com o Crítico e jornalista Peter Ortega: 09 de outubro

Local: Saphira Ventura Gallery

4W 43rd St , 4th FL, New York, NY-10036

RSVP info@artSVgallery.com

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Instagram: @saphiraventuragallery

 

Laura Pigossi e Carol Meligeni confirmadas na lista do Rio Ladies Open

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Solana Sierra, que fez oitavas de final em Wimbledon, lidera a lista oficial que também tem semifinalista de Roland Garros

Foi divulgada a lista oficial das tenistas que disputarão o Rio Ladies Open, o WTA do Rio de Janeiro, evento que acontece entre os dias 12 e 19 de outubro, na Techset Academy. A competição conta com premiação de US$ 115 mil e oferece 125 pontos no ranking mundial da WTA.

Duas brasileiras estão confirmadas na diretamente na chave: Laura Pigossi, 180ª colocada, medalhista olímpica de bronze em 2021 nas duplas, e Carol Meligeni Alves, 237ª.

“Estou muito feliz em poder jogar o Rio Ladies Open, mais um torneio grande no Brasil para o tênis feminino. O Rio e o Brasil precisam disso, torneios desse nível, com grandes jogadoras. E jogar no seu país não tem nada igual, com apoio da torcida que sempre nos faz dar 110% em quadra”, disse Laura.

“O tênis brasileiro vive um momento especial, e nada simboliza melhor isso do que a sequência de torneios femininos neste segundo semestre, como o Rio Ladies Open, um WTA 125. Jogar no Brasil é muito importante: competir em alto nível, evoluir constantemente e, ao mesmo tempo, estar perto de casa, com o apoio da torcida e da família. Estou muito animada, porque acredito que é uma grande oportunidade para todas as brasileiras somarem pontos e, acima de tudo, elevarem o nível de jogo. O resto vem como consequência”, destacou Carol.

A principal favorita será a argentina Solana Sierra, 72ª do mundo, que fez história para o tênis argentino ao furar o qualifying e atingir as oitavas de final em Wimbledon, o torneio mais tradicional do esporte. Ela bateu pelo caminho a favorita britânica Katie Boulter. A tenista ainda furou os qualies de Roland Garros e Cincinnati, dois dos maiores eventos do planeta.

A egípcia Mayar Sherif, 100ª colocada, será a segunda favorita, seguida pela húngara Panna Udvardy. Outro destaque é a italiana Martina Trevisan, semifinalista de Roland Garros em 2022 e quadrifinalista em 2020. A ex-top 20 vem buscando o retorno ao melhor nível após nove meses de ausência do circuito mundial. A eslovaca Polona Hercog, ex-top 40, também disputa o evento.

Veja a lista do Rio Ladies Open

1 – SOLANA SIERRA (ARG) 72
2 – MAYAR SHERIF (EGY) 100
3 – PANNA UDVARDY (HUN) 113
4 – SIMONA WALTERT (SUI) 117
5 – JULIA GRABHER (AUT) 122
6 – LEYRE ROMERO GORMAZ (ESP) 127
7 – MARTINA TREVISAN (ITA) 127 SR
8 – MARIA LOURDES CARLE (ARG) 129
9 – SINJA KRAUS (AUT) 133
10 – MAJA CHWALINSKA (POL) 135
11 – OLEKSANDRA OLIYNYKOVA (UCR) 163
12  – JULIA RIERA (ARG) 171
13  – POLONA HERCOG (SLO) 171 SR
14 – LAURA PIGOSSI (BRA) 180
15 – CAROLE MONNET (FRA) 200
16 – TARA WUERTH  (ALE)  218
17 – IRENE BURILLO (ESP) 221
18 – EVA VEDDER (HOL) 223
19 – MIRIAM BULGARU (ROM) 232
20 – CAROLINA ALVES (BRA) 237
21 – SADA NAHIMANA (BRI) 245
22 – EKATERINE GORGODZE (GEO) 248
23 – NICOLE FOSSA HUERGO (ITA) 250

Victoria Barros muda planejamento e desiste – A potiguar Victória Barros, que mora na França, e havia pedido um convite para o Rio Ladies Open e o ENGIE Open by MundoTênis Tours, em Florianópolis, mudou seu planejamento de torneios e não irá mais jogar as competições no Rio de Janeiro e em Florianópolis. Nos próximos dias a organização irá revelar convite para novas jogadoras.

Ingressos à venda

Seguem à venda os ingressos para o Rio Ladies Open, pelo site www.rioladiesopen.com.

O Rio Ladies Open tem os patrocínios da  MundoTênis Tours, ENGIE Brasil, BRB e Decathlon.

Realização: MundoTênis Tours.
Co-realização: Confederação Brasileira de Tênis.

 

Crédito: Rafael Pignataro

CADEG lança evento inédito para celebrar a primavera no Rio

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“Flor & Ser: Seja primavera no Cadeg!” marca a chegada da estação mais colorida do ano

Conhecido como o maior entreposto de flores da cidade, o Mercado Municipal do Rio se prepara para receber a estação mais colorida do ano. Entre os dias 24 e 27 de setembro, será realizada a primeira edição do Flor & Ser – Seja primavera no Cadeg!

O evento é fruto de uma parceria inédita com a Cooperativa Veiling Holambra, referência nacional no setor, garantindo ao público uma experiência ainda mais vibrante e cheia de novidades.

“O Flor & Ser nasce para transformar a experiência da chegada da primavera em um momento inesquecível para os nossos clientes. Queremos reafirmar o nosso compromisso como maior entreposto do Rio, e garantir que todos saiam daqui ainda mais encantados pela estação mais colorida do ano” – destaca, André Lobo, Diretor Social do Cadeg.

Durante os quatro dias, de quarta a sábado, os apaixonados por flores vão poder assistir palestras de profissionais, sempre das 9h às 12h.

Nos dois primeiros dias de evento, 24 e 25, a arquiteta e paisagista Karina Saab, do Ateliê Karina Saab Flores e Decorações, vai ensinar como montar arranjos encantadores para datas e eventos especiais.

O terceiro dia será marcado por capacitação e oficinas. Márcia Dytz, do Projeto Estufa, oferecerá uma capacitação gratuita para quem quer trabalhar na área da floricultura, abordando todas as etapas do processo, desde a compra da matéria-prima até a entrega do produto final. E Taynan Saund irá oferecer uma oficina de kokadamas, ensinando a tradicional técnica japonesa de criar plantas em terra e musgo. Além disso, para completar a programação, Valdir Lopes fará a montagem de lindos buquês para noivas.

No último dia, 27, Misael Mello e Valdir Lopes vão demonstrar como explorar e valorizar a beleza natural das flores através do paisagismo.

Quem estiver no Mercado Municipal vai poder conhecer as tendências da primavera, se encantar com a variedade de flores que faz do Cadeg um ponto obrigatório para quem ama a natureza e suas cores. Será impossível sair sem uma muda de flores.

Serviço:

Flor & Ser – Seja primavera no CADEG!

24 a 27 de setembro de 2025

Rua Capitão Félix, 110 – Benfica – Rio de Janeiro (RJ)

 

Sobre o Cadeg

Inaugurado em 1962 por comerciantes, em sua maioria imigrantes portugueses, do antigo Mercado Municipal da Praça XV, o Cadeg (Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara) é hoje o maior entreposto comercial de plantas do estado, além de ter um dos polos gastronômicos mais famosos da cidade. Situado em uma área de 100 mil metros quadrados em Benfica, o Cadeg é um condomínio com 604 lojas e 104 salas comerciais, que abrange diversos segmentos, entre hortifrutigranjeiros, vestuário, calçados, bebidas, empórios, decoração e descartáveis, além de serviços diversos, como banco, loteria, farmácia, cabeleireiro, entre outros. Por sua importância histórica, recebeu o título de Mercado Municipal do Rio de Janeiro em 2012.

Fim de semana de Energia e Movimento na Orla de Icaraí

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Projeto Academia Natural volta às areias de Icaraí com uma programação imperdível

A orla de Icaraí será, mais uma vez, palco de uma programação vibrante do projeto Academia Natural. Neste fim de semana (21 e 22), quem passar pela Praia de Icaraí vai poder participar de uma série de atividades gratuitas que estimulam a integração e o bem-estar, sempre com muito espírito comunitário.

A programação acontece em frente à Rua Belisário Augusto e é uma excelente oportunidade para praticar esportes e se divertir ao ar livre. Para garantir a participação, basta acessar o link disponível na bio do perfil do Instagram @academia.natural. O Academia Natural é uma iniciativa da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Niterói (SMEL).

“A Academia Natural já é uma tradição em nossa cidade. Mais do que incentivar a prática de atividades físicas, o projeto promove saúde, qualidade de vida e fortalece a integração em um dos cenários mais bonitos de Niterói”, afirma Luiz Carlos Gallo, secretário municipal de Esporte e Lazer.

 

SERVIÇO
Academia Natural
Data: 21 e 22 de setembro
Local: Praia de Icaraí
Endereço: Em frente à Rua Belisário Augusto

Programação

SÁBADO – 21/09 (Manhã de Energia)
09h00 – Funcional
09h40 – Abdominal e Alongamento
10h20 – Funcional
11h00 – Abdominal e Alongamento
11h30 – Encerramento

DOMINGO – 22/09 (Festival de Movimento)
07h30 – Yoga (com X Fusion), Bike (com X Fusion), Kickboxing, Altinha
09h50 – Dança (com X Fusion)
10h30 – Funcional, Bike (com X Fusion), Kickboxing, Altinha
11h10 – Abdominal e Alongamento
11h40 – Bike (com X Fusion)