Anéis de formatura: Símbolo de conquista, joias resgatam a tradição e ampliam as possibilidades de escolha com estilos variados e com custos acessíveis

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A Convex Joias é especialista na produção desse acessório como modelos personalizados que se adaptam a cada formando

Ganhar um anel de formatura sempre foi um dos marcos mais simbólicos na vida de quem está concluindo o ensino superior. Mais do que um acessório, ele carrega consigo valores, memórias e significados que vão muito além da moda. Desde o século XIX, quando a tradição começou a se espalhar pelo país, os anéis se tornaram um método de reconhecimento, esforço e um elo com a coletividade da profissão escolhida.

Cada anel carrega consigo o símbolo gravado, cor e pedra de cada curso, fazendo uma ligação direta com a área de estudo do formando. Um engenheiro, por exemplo, recebe um anel como sinal de comprometimento com ética e responsabilidade técnica, seu anel recebe pedra de cor azul, sendo a mais usada a safira. Enquanto um advogado carrega a lembrança do compromisso com a justiça, com a pedra do seu anel sendo a rubi, que carrega a cor vermelha.

Atualmente, o significado do anel de formatura ultrapassa o quesito de tradição. Ele se torna uma lembrança material de uma etapa da vida marcada por desafios e superações. Para muitas pessoas, o anel representa não apenas um esforço do estudante, mas também o apoio coletivo – de pais, amigos, professores e colegas.

O valor simbólico se soma ao valor afetivo: o anel passa a ser, muitas vezes, uma joia que será lembrada e preservada por toda a vida do formando.

Diversidade de estilos e custos acessíveis 

Se no passado os anéis de formatura eram quase sempre associados a metais nobres e pedras preciosas com um custo muito elevado, hoje há uma democratização desse símbolo. A Convex Joias, aposta na variedade de materiais e designs para tornar a tradição presente na vida do formando.

É possível encontrar modelos clássicos em ouro 18k, mas também com prata em banho de ouro 18k, e versões modernas em prata, sem abrir mão da beleza e da qualidade. A personalização do anel é um outro diferencial, cada cliente pode escolher símbolos e detalhes que mais representam sua trajetória, além da pedra que representa a cor da profissão.

Símbolo de transformação 

Assim como a educação, as profissões evoluíram e o anel de formatura também se transformou. Hoje ele pode ser discreto ou maximalista, clássico ou moderno, caro ou acessível. O que importa realmente para a marca é que mantenha sua função original: ser um símbolo de conquista e um lembrete permanente do caminho percorrido até o final do curso.

A Convex Joias mostra que tradição e inovação podem andar juntas, oferecendo aos formandos a possibilidade de escolher uma joia que dialogue com a sua história pessoal e profissional. Dessa forma, o anel continua sendo não apenas uma joia, mas um símbolo vivo de vitória e pertencimento.

O impacto emocional do anel 

Para Lana Monaco, a jornada de cada formando não se resume apenas à graduação. “Cada história que leva alguém até o momento da formatura é única. O anel de formatura, nesse contexto, é a síntese desse esforço, desse sonho realizado. Ele carrega consigo não só o nome da profissão, mas a essência da trajetória de cada aluno. Cada anel da Convex Joias tem um toque pessoal que o torna ainda mais especial e significativo”, responsável pela Inovação e Marketing.

Além disso, a marca enfatiza a importância da sustentabilidade e do uso de materiais éticos no processo de produção. Sabendo da importância do impacto social e ambiental de quem adquire uma joia, a Convex trabalha com práticas que respeitam a sustentabilidade, sem comprometer a qualidade e a beleza das joias. Garantindo que cada anel seja produzido de forma responsável, com materiais que não atendem somente às necessidades estéticas, mas também às exigências de um futuro consciente.

A evolução do design e a personalização com protagonista 

A Convex Joias tem se destacado pela evolução do design dos anéis de formatura. O que antes era limitado a modelos convencionais e tradicionais agora se amplia para uma gama de opções que atendem às diferentes personalidades dos formandos. A rede tem investido fortemente em inovação, trazendo novas texturas, formas e acabamentos que permitem que os formandos encontrem um modelo que seja o seu estilo.

“Para nós, o design é muito além de uma estética. É uma forma de contar uma história. Quando um cliente escolhe seu anel, ele está decidindo não apenas a forma do anel, mas como ele será lembrado ao longo de sua vida” afirma Rinaldo.

Com mais de 38 anos de experiência no segmento joalheiro, a Convex Joias é referência no atendimento e satisfação do seu cliente. Pioneira na introdução e fabricação de joias em aço 316L no país e líder absoluta neste segmento, além da fabricação das joias em prata e prata revestida com ouro; joias com design moderno, de altíssima qualidade.

Inovadora, a Convex Joias usa tecnologias Suíça, italiana, Alemã, Tcheca, Austríacas, Japonesas, entre outras. Conectada com as tendências do mercado e da moda, tornando suas joias objetos de desejo. Possui um grande número de joias exclusivas e patenteadas com lançamentos frequentes.

Sobre a Convex Joias

Com uma história de 38 anos, A Convex joias se tornou pioneira na introdução e fabricação de joias em aço 316L no país e líder absoluta neste segmento, além da fabricação das joias em prata e prata revestida com ouro, ouro e tungstênio. Possui joias masculinas, femininas, infantis e religiosas, pensadas para atender todo tipo de público. Em 2017, iniciou sua expansão pelo franchising e desde então soma mais de 50 unidades em operação, através dos modelos: quiosques, lojas Street Slim e Home Based, que se destacam pelo formato compacto e atrativo para shoppings e centros comerciais. Com investimento inicial a partir de R$ 154,7 mil, a rede estima prazo de retorno de 18 meses. https://franquiaconvex.com.br/

 

 

Ópera de Paris apresenta recital gratuito no Teatro Firjan SESI Centro nesta sexta

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Com canções de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga e Francis Poulenc, “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” celebra a colaboração artística entre França e Brasil

A Ópera de Paris, maior casa lírica da França e uma das mais importantes do mundo, chega ao Rio de Janeiro com um recital inédito no Brasil, que marca o retorno da companhia ao país após 23 anos. “Mélodies françaises, Melodias brasileiras” terá apresentação única e gratuita nesta sexta-feira (26), às 19h, no Teatro Firjan SESI Centro, integrando a programação oficial da Temporada França-Brasil 2025. Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

O recital reúne obras de Villa-Lobos, Chiquinha Gonzaga, Reynaldo Hahn, Francis Poulenc, entre outros artistas consagrados em ambos os países. O repertório será interpretado pelo corpo de residentes da Ópera de Paris, formado por solistas de diversas partes do mundo. Amandine Portelli (França), Antoine Dutaillis (França), Bergsvein Toverud (Estados Unidos e Noruega), Clemens Frank (Áustria), Daria Akulova (Ucrânia), Isobel Anthony (Estados Unidos), Lorena Pires (Brasil), Luis Felipe Sousa (Brasil) e Sima Ouahman (França) compõem o elenco internacional da temporada.

Aclamados na Opéra Bastille, em Paris, os solistas da Academia da Ópera de Paris interpretam canções que propõem o diálogo entre melodias francesas e brasileiras, celebrando os 200 anos de relações entre os dois países. Juntam-se aos artistas dois brasileiros convidados: o pianista Ramon Theobald e a cantora Juliana Kreling.

No dia 11 de outubro, a Ópera de Paris apresenta o concerto “Bizet e seus Contemporâneos” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Serão interpretadas uma seleção de romances, melodias, peças líricas e duetos, revelando diferentes facetas da obra de Georges Bizet (1838-1875) para além das mais conhecidas. O terceiro lote de ingressos estará disponível para venda nesta sexta (26).

 

Sobre a Academia da Ópera Nacional de Paris:

Criada em 2015, a Academia da Ópera Nacional de Paris concentra suas missões em três eixos: transmissão, formação e criação. A Academia se organiza em duas áreas: a área de formação profissional, destinada a jovens artistas e artesãos, e a seção de educação artística e cultural, com diversos programas e uma programação destinada ao público jovem. A cada temporada, cerca de trinta artistas de todo o mundo ingressam no programa de residência da Academia para aprimorar suas habilidades na Ópera de Paris. Os artistas participam de produções na Ópera Bastilha e no Palais Garnier, além da programação de concertos, recitais e espetáculos. A Academia também oferece um percurso de treinamento avançado em artes e ofícios para jovens artesãos que desejam aprender as habilidades e técnicas específicas dos ateliês da Opéra de Paris. Os programas de educação artística e cultural da Academia (L’Opéra en Guyane, OpérApprentis, L’Opéra pour moi aussi, Dix Mois d’École et d’Opéra, ADO – Apprentissage de l’Orchestre, etc.), desenvolvidos em escala nacional, permitem que uma ampla gama de públicos descubra ativamente o mundo da ópera e do balé. Além disso, sua programação concebida especialmente para o público jovem, a partir de 6 meses de idade, permite que cerca de 20.000 novos espectadores a cada temporada conheçam obras, artistas e companhias de todo o mundo, com atenção especial ao público com deficiência e cerca de trinta apresentações escolares.

 

SERVIÇO:

“Mélodies françaises, Melodias brasileiras”

Data: 26/09, às 19h

Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 338 pessoas.

Os ingressos estarão disponíveis para retirada 1 hora antes do evento.

Ingressos gratuitos. Sujeito à lotação.

 

“Bizet e seus Contemporâneos”

Data: 11/10, às 19h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, S/N – Centro, Rio de Janeiro

Capacidade: 2.361

Tempo de duração: 1h30min

Ingressos:

Frisas e Camarotes – R$60,00

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior e Lateral – R$30,00

Galeria Central e Lateral– R$15,00

https://feverup.com/m/378288

O terceiro lote abrirá no dia 26/09.

Foto: Vincent Lappartient/OnP

 

Amandine Portelli – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Iniciou sua formação artística na dança clássica e descobriu o canto aos 8 anos no Coro de Meninas da Maîtrise de Bordeaux, tornando-se rapidamente solista. Estudou canto no Conservatório de Bordeaux com Maryse Castets e, desde 2020, tem se apresentado sob a direção de nomes como Salvatore Caputo e Raphaël Pichon. Estreou na Ópera Garnier em L’Enfant et les Sortilèges. Vencedora de concursos internacionais, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2024.

 

Antoine Dutaillis – França (pianista) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Antoine Dutaillis é pianista, maestro e preparador vocal francês. Formou-se com distinção em regência no Conservatório de Paris e foi assistente de maestros como Alexandre Bloch, Alain Altinoglu e Semyon Bychkov. Como pianista, trabalha com solistas e instituições renomadas, além de atuar em projetos educativos e inclusivos. Ingressou na Academia da Ópera de Paris em setembro de 2024, e estreia como maestro convidado com as orquestras de Lille e da Picardia na temporada 24/25.

 

Bergsvein Toverud – Estados Unidos e Noruega – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

O tenor americano-norueguês Bergsvein Toverud é mestre pela Eastman School of Music e bacharel pela Universidade Furman. Foi premiado pela George and Nora London Foundation e pelo concurso Laffont do Metropolitan Opera em 2023. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2024.

 

Clemens Frank – Áustria – Bizet e seus Contemporâneos

Clemens Frank estudou canto na Universidade de Música de Viena, onde concluiu o bacharelado com distinção e iniciou o mestrado em Vocal Performance. Venceu os concursos Zukunftsstimmen e Lions Music Award Áustria, e foi finalista do SWR Junge Opernstars 2024. É bolsista do fundo Anny Felbermayr. Em setembro de 2024, ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Daria Akulova – Ucrânia – Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Dnipro, na Ucrânia, Daria Akulova iniciou-se no canto e nas artes dramáticas aos 5 anos. Formada em canto e piano, venceu o concurso nacional B. Gmyrya em 2016. Estudou na Academia Tchaikovsky de Kiev, onde obteve graduação e mestrado. Em 2022, recebeu bolsa presidencial e venceu o Concurso Internacional de Música de Lugano. Participou de concertos na Suíça, Itália, Bulgária e Ucrânia. Em 2024, ingressou na Academia da Ópera de Paris.

 

Isobel Anthony – Estados Unidos – Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Isobel Anthony estreou na Lyric Opera de Chicago e na Santa Fe Opera, com destaque para The Righteous, de Gregory Spears, e Der Rosenkavalier, de Strauss. Participou de estreias mundiais de compositores contemporâneos na Bienen School of Music. É mestra em canto e ópera pela Northwestern University e bacharel em Linguística pela Universidade de Yale. Em setembro de 2024, passou a integrar a Academia da Ópera Nacional de Paris.

 

Lorena Pires – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

A soprano Lorena Pires é bacharel em Canto pela Faculdade de Música do Espírito Santo. Estreou profissionalmente em 2019 e, desde então, vem interpretando papéis como Zweite Dame (Die Zauberflöte), Arbace (Catone in Utica), Lauretta (Gianni Schicchi) e Anna (Nabucco). Em 2024, fez sua estreia internacional no Uruguai com a Camerata Antiqua de Curitiba. Premiada em concursos nacionais, é considerada o novo destaque da cena lírica brasileira. Participou de recital na Ópera de Paris em abril de 2025 e fará seu debut como Clara em Porgy and Bess no Theatro Municipal de São Paulo. Ingressa como residente na Academia da Ópera Nacional de Paris em setembro de 2025.

 

Luis Felipe Sousa – Brasil – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Natural do Brasil, Luis Felipe Sousa é formado em canto lírico pela Universidade de São Paulo e mestre em musicologia e interpretação pela Unicamp, onde atuou no Ópera Studio e no coro contemporâneo de Campinas. Iniciou sua carreira como solista na companhia Minaz, em Ribeirão Preto, e desde então interpretou papéis como Figaro, Don Basilio, Seneca e Simone. Premiado em diversos concursos nacionais e internacionais, apresentou-se no Brasil e na Europa, incluindo Itália, Alemanha, Áustria e Luxemburgo. Ingressou na Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023, onde atuou em Street Scene, L’Isola Disabitata e L’Enfant et les Sortilèges.

 

Sima Ouahman – França – Mélodies françaises, Melodias brasileiras e Bizet e seus Contemporâneos

Nascida em Paris e radicada em Bordeaux, a soprano irano-marroquina Sima Ouahman iniciou seus estudos musicais aos sete anos no Conservatório de Bordeaux. Descobriu o canto lírico na classe de Maryse Castets e aperfeiçoou-se com mestres como Claudia Visca e Béatrice Uria Monzon. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris em 2023. Em 2025, recebeu o Prêmio Lírico da AROP.

 

Juliana Kreling – Brasil (artista convidada) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

A soprano brasileira Juliana Kreling iniciou seus estudos aos 8 anos no projeto Vale Música, em Belém, e estreou aos 18 como Serpina em La Serva Padrona, no Theatro da Paz. Atuou em produções como Suor Angelica, Amahl and the Night Visitors e As Bodas de Fígaro. Estudou na UNICAMP e no Conservatório Leo Kestenberg, em Berlim, além de integrar o estúdio de ópera de Carlos Montané, nos EUA. Cantou as Bachianas nº5 ao lado de David Chew. Atualmente, cursa canto na Universidade Mozarteum de Salzburgo com Michèle Crider e se apresenta como solista em igrejas e salas de concerto na Áustria.

 

Ramon Theobald – Brasil (artista convidado) – Mélodies françaises, Melodias brasileiras

Natural do Brasil, Ramon Theobald é formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com passagem pela Hochschule für Musik de Karlsruhe por meio de bolsa do DAAD. Trabalhou com artistas como Jessica Pratt, Lawrence Brownlee, Lisette Oropesa e Yusif Eyvazov. Premiado em diversos concursos no Brasil, apresentou recitais no país e na Alemanha. Integrou a Academia da Ópera Nacional de Paris de 2021 a 2023.

 

Niterói expande os serviços de atendimento ao cidadão com mais um Balcão Gov.Br

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Município é o único do Rio a contar com dois locais para atendimento presencial da iniciativa
A Prefeitura de Niterói segue expandindo os serviços de relacionamento com o cidadão com o objetivo de promover a transformação digital em todos os órgãos da gestão. Nesta segunda-feira (22), a cidade ganhou mais uma unidade presencial do Balcão Gov.Br, portal digital do Governo Federal que centraliza serviços, informações e documentos digitais para o cidadão. O serviço está sob gestão da Coordenadoria de Governo Digital e Relacionamento Cidadão da Prefeitura de Niterói e é uma parceria com o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.
O município já conta com um espaço para tirar dúvidas e auxiliar à população, na Engenhoca, e se tornou o único do Rio de Janeiro a ganhar a segunda sala de atendimento. O espaço começou a funcionar no prédio da Secretaria de Fazenda, na Rua da Conceição, no Centro. O coordenador de Governo Digital e Relacionamento Cidadão da Prefeitura de Niterói, Fernando Stern, destacou o compromisso municipal com a transformação digital.
“Em Niterói, uma de nossas prioridades é a digitalização do governo como forma de facilitar a vida das pessoas. O Balcão Gov.Br é uma ótima iniciativa que une o atendimento presencial e humanizado à digitalização dos serviços. O município fez parte do programa piloto e agora será a cidade com mais balcões do Brasil porque a gente acredita que a tecnologia e os serviços digitais precisam servir para facilitar e tornar a vida do cidadão mais simples. Os direitos digitais são um compromisso da nossa gestão”, reforçou Stern.
O portal GOV.BR é uma plataforma de relacionamento que unifica os canais digitais do Governo Federal, reunindo serviços, notícias e informações sobre a atuação de todas as áreas do governo. Com o cadastro no GOV.BR, o cidadão pode acessar mais de 4 mil serviços públicos digitais. Uma das metas da Coordenadoria é a expansão do serviço para outros locais de Niterói.
Niterói já conta com um espaço para atendimento na Plataforma Urbana Digital da Engenhoca. Lá, o cidadão que tem dificuldades para acessar serviços digitais e/ou utilizar a sua conta GOV.BR, pode contar com ajuda de uma equipe para resolver suas dúvidas de forma humanizada e acessível. Dentre as principais demandas estão: criação ou recuperação de conta de forma segura, auxílio na proteção de segurança da conta, acesso à serviços públicos digitais com mais autonomia, além de acesso gratuito à internet nas unidades.
Além do Balcão Gov.BR, em parceria com o Governo Federal, a prefeitura, nos últimos anos, vem passando por uma transformação digital que já conta com inúmeros serviços para a população, além de maximizar os processos internos também.
Dentre as muitas formas de se relacionar com o cidadão, o Colab é um destaque. O Colab é uma ferramenta de participação cidadã que funciona como um canal direto para a prestação de serviços digitais e o envio de demandas e sugestões, fortalecendo a gestão colaborativa da cidade, além da participação social através das consultas públicas. Além dele, o Portal de Serviços também faz parte da estratégia de transformação digital. A plataforma fornece informações sobre mais de 300 serviços municipais. A população pode, sem sair de casa, acessar serviços de vários tipos como fazendários, urbanísticos, pedir autorização para realização de eventos, entre outros.
Unidades de atendimento:
Centro – Palácio Araribóia – R. da Conceição, 100 – Centro. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.
Engenhoca – Plataforma Urbana Digital – Praça José Vicente Sobrinho – Engenhoca. Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e sábado, das 9h30 às 12h30.
Foto: Lucas Benevides

 

Gabriela Martins conquista maior título na carreira e se aproximará do top 100 mundial

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Atleta faturou título no ITF BT 50 de Vitória (ES) ao lado de Sue Farias

A jovem atleta carioca Gabriela Martins, de 21 anos conquistou no último fim de semana seu primeiro título ITF BT50 ao lado de Sue Farias, em Vitória (ES), com triunfo sobre Aquila Souza e Isabela Andrade por 6/7 (8/6) 6/3 10/3. O resultado marca um passo importante em sua carreira rumo ao sonho de figurar entre as 100 melhores do mundo no beach tennis.

Gabriela iniciou sua trajetória no esporte ainda na infância e treina desde os 14 anos com a coordenadora da BASA beach tennis no Rio de Janeiro, Claudia Joppert, que acompanha de perto seu amadurecimento técnico e pessoal. Além disso, a atleta também já treinou com Samantha Barijan, quando a ex-número 1 do mundo quando morava no Rio de Janeiro. Hoje, Samantha acompanha Gabriela sob outro olhar: como inspiração e mentoria.

Com trajetória construída de forma consistente, Gabriela já havia conquistado três títulos BT10, sendo dois deles ao lado da própria Samantha, em um gesto simbólico de inspiração e incentivo. Agora, o título BT50 confirma sua evolução e maturidade como atleta de alto rendimento.

“A vitória no BT50 de Vitória foi simplesmente inesquecível. Cada jogo representou não só esforço e dedicação, mas também a confirmação de como estou evoluindo mentalmente, fisicamente e taticamente. Foi uma mistura de felicidade, orgulho e alívio, aquele sentimento de que tudo se encaixou no momento certo. Essa conquista me mostrou que sou capaz de ir além, que posso confiar mais em mim e no meu jogo. Meu objetivo é continuar evoluindo e me dedicando cada vez mais ao esporte que eu amo. Quero transformar cada experiência em aprendizado e cada conquista em motivação para alcançar objetivos ainda mais altos”, disse Gabriela.

“É da evolução que vem uma conquista. A Gabriela segue firme na busca pelo seu sonho de ser atleta profissional e a BASA tem orgulho de estar presente nesse processo de formação e desenvolvimento”, destaca Claudia Joppert, coordenadora da BASA no Rio de Janeiro e treinadora que acompanha a atleta desde a adolescência.

Hoje, Samantha direciona seus esforços ao protagonismo da nova geração através do projeto NN1, implantado na Arena Deco Beach em Indaiatuba (SP).

“Dividir a quadra com a Gabi nos seus primeiros títulos foi especial. É gratificante ver esse crescimento e perceber que o futuro do beach tennis feminino está nas mãos de uma geração de meninas fortes e determinadas. A Gabi é um exemplo dessa transição e dessa nova etapa do esporte”, afirma Samantha Barijan, que é sócia fundadora da BASA.

Além do trabalho técnico, a BASA vem consolidando um novo braço estratégico, o BASA Talent, criado para potencializar e auxiliar na gestão de carreira de atletas profissionais BASA que disputam o circuito mundial ITF.

“Acreditamos que o esporte é uma ferramenta de transformação, por isso estruturamos iniciativas como o BASA Talent e o NN1. O resultado da Gabi mostra, na prática, o impacto desse ecossistema: preparar, apoiar e dar visibilidade a uma nova geração de talentos”, reforça Daniela Bergamo, responsável pelo marketing da BASA Beach Tennis.

Com apenas 21 anos, Gabriela Martins segue firme em sua trajetória profissional, acumulando conquistas e experiência em busca do tão sonhado lugar no Top 100 mundial.

 

Alerj celebra os 80 anos da Feira de São Cristóvão em solenidade no Palácio Tiradentes

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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) celebrou, na noite desta terça-feira (23/09), os 80 anos da tradicional Feira de São Cristóvão em solenidade realizada no Palácio Tiradentes, sede histórica do Parlamento fluminense. Em 2023, a Alerj aprovou um projeto de lei da deputada Tia Ju (REP), que reconhece a feira como Patrimônio Histórico, Turístico, Cultural e Gastronômico do Estado.

“É um espaço não somente de tradição e cultura, mas um local que marca a luta e resiliência de um povo que saiu da sua terra natal e que escolheu Rio de Janeiro como sua residência. Com pequenas barracas, de uma forma bem artesanal, começaram a feira. Hoje, ela funciona em um pavilhão. Isso já perdurou 80 anos”, celebrou Tia Ju.

Ainda segundo a parlamentar, tramita na Casa o requerimento para a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura e Tradições Nordestinas.

Realização de sonhos

Feirante há mais de 28 anos, Jerlany Versia contou que, para ela, a Feira de São Cristóvão é sinônimo de acolhimento. “A gente vem do Nordeste com sonhos e a feira realizou todos os meus. Criei meu filho lá, com muita luta e trabalho, e falo que ela nos proporciona muita coisa”, expressou.

Já o diretor da Comissão dos Feirantes do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, Luiz Carlos dos Santos, relatou como começou a se dedicar à feira. “Quando entrei, em 2009, eu nem queria, mas fui criando uma paixão e, depois, mais ainda porque meu pai é nordestino. Hoje, no quarto mandato na direção da feira, eu passei a lutar por esse lugar e agradeço a quem faz ela andar: os clientes, os músicos e, por fim, a comissão”, agradeceu.

Homenagens

Durante a solenidade, foram entregues honrarias em reconhecimento à Feira de São Cristóvão. Músicos, bandas e artistas que se apresentam no espaço receberam o Diploma Cultural Agamenon-Marabá. Já os feirantes mais antigos e integrantes da diretoria da feira foram agraciados com o Diploma de Mérito Legislativo.

No encerramento das homenagens, também foi concedida Moção de Aplausos, Louvor e Congratulações em comemoração aos 80 anos do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, onde a feira funciona.

Foto: Octacílio Barbosa

 

Festival da Pesca – Feira de Projetos do Mar leva diversão para os cariocas enquanto educa sobre o mar

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Nos dias 20 e 21 de setembro, os sabores e saberes do mar inundaram a Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, na primeira edição do Festival da Pesca – Feira de Projetos do Mar. O evento, que reuniu mais de mil visitantes ao longo do fim de semana, superou as expectativas dos organizadores. Famílias, estudantes, pesquisadores e comunidades pesqueiras se divertiram enquanto celebravam o encontro entre ciência, cultura e tradição.

A pesca artesanal e a biodiversidade marinha foram destaque nos 30 quiosques que materializaram iniciativas apoiadas com recursos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) FRADE e geridos pelo Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO). Em clima de celebração, os quatro grandes projetos que integram o TAC Frade, Conservação da Toninha, Pesquisa Marinha e Pesqueira, Educação Ambiental e Apoio a UCs compartilharam importantes resultados dos últimos anos e encantaram o público exibindo as belezas do mar.

“Muitos estão vendo e tocando nesses animais pela primeira vez, o que é muito gratificante. É uma sensação de concretização do projeto trabalhar com a divulgação científica, pois é inspirador e recompensador observar a reação positiva das pessoas.”, destacou Luciano Gomes Fischer, coordenador do Projeto Salvar, do Instituto NUPEM/UFRJ – apoiado pelo projeto Pesquisa Marinha e Pesqueira. Quem passou pela barraca do projeto encontrou tubarões e raias preservados em álcool, além de animais vivos, coletados no início do dia, como, por exemplo, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar, que podiam ser tocados pelos participantes, o que instigou a curiosidade do público de todas as idades.

Das atividades lúdicas para as crianças a rodas de conversa, passando por oficinas de artesanato e experiências gastronômicas, o festival mostrou que a Costa Fluminense é fonte de conhecimento e cultura. “Eu gostei muito, foi uma surpresa agradável, porque estávamos trabalhando em sala sobre animais marinhos e agora eu sei que tem tantos projetos.”, contou Karina Borisa, estudante de pedagogia, que levou seus alunos para vivenciar a feira.

As mulheres que constroem seu lugar na pesca 

Além de aproximar a pesquisa da sociedade, o evento também foi um espaço de valorização das comunidades locais. “Essa associação foi formada para mulheres se libertarem, produzirem e ter a sua própria renda financeira, para não ficar só dependendo de marido ou só da pesca”, contou Daize Menezes, representante da Associação de Mulheres Pescadoras do Litoral do Rio de janeiro (AMUPESCAR), que produz artesanato sustentável a partir de insumos do mar da Baía de Guanabara e no festival serviu croquetes, empadas e quibes, todos feitos de pescados.

Nesse contexto, o presidente da Associação de Pescadores e Pescadoras Artesanais da Resex de Itaipu e Lagoa de Itaipu (APPREILI), Jairo Augusto da Silva, reforçou o papel do festival como motor de mudança social ao mostrar “tanto a questão do fortalecimento institucional como a cadeia produtiva, na gastronomia, nos produtos da sociobiodiversidade”. Para ele, os recursos do TAC foram essenciais para impulsionar o engajamento de jovens e mulheres nas atividades pesqueiras, quebrando paradigmas e oferecendo oportunidade de que essas populações superem os processos de gentrificação impulsionados pelo turismo desregulado.

Dos tubarões à toninha: a diversidade da vida marinha

As barracas e atividades interativas na Quinta da Boa Vista buscaram trazer de forma lúdica os desafios enfrentados por algumas espécies marinhas. Com a produção de toninhas de pelúcia, as iniciativas apoiadas pelo projeto Conservação da Toninha, abordaram a realidade dessa espécie de golfinho ameaçada de extinção pela pesca não intencional.

Para as pesquisadoras Camila Domit e Danielle Monteiro, participantes do projeto de Conservação da Toninha, a feira tem um papel fundamental para impulsionar o diálogo e “encontrar soluções com as comunidades pesqueiras para reduzir a mortalidade das toninhas nas redes de pesca”, explica Danielle, representante da iniciativa Toninhas do Sul, do ECOMEGA, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FURG).

Camila, pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e representante da iniciativa Toninha na área de manejo 2, reforça que “dialogar com as pessoas que estão no dia a dia tomando decisões” é essencial para que o conhecimento atravesse os “muros das universidades e traga resultados para preservação da espécie.”

Já para os tubarões, Luciano Gomes Fischer, coordenador do Projeto Salvar, destacou que o festival foi justamente esse espaço para “desmistificar que são perigosos”. Assim, uma arcada se transformou em “boca de tubarão” para a brincadeira conhecida popularmente como “boca de palhaço”, se tornando um dos pontos altos para os pequenos visitantes.

Luciano ressaltou que, ao longo da execução do projeto, os recursos do TAC foram tão bem aproveitados que foi possível ampliar os resultados, construindo um laboratório de quase 300 metros e um museu para abrigar as coleções biológicas da universidade, “uma área que não existia na UFRJ em Macaé”, complementa. Hoje, a estrutura já recebe mil crianças por mês e oferece um espaço de referência para ciência, educação e conservação. Segundo ele: “o projeto começou a crescer mesmo depois do projeto do TAC”, celebra.

 

As histórias ao redor de FRADE 

Para Emerson Nepomuceno, Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), o evento foi uma oportunidade única de “dar uma devolutiva para a sociedade” em relação ao compromisso assinado há mais de dez anos, por meio do Termo de Ajustamento de Conduta do Campo de Frade. “Eu acho que isso tudo potencializa uma gestão mais bem qualificada da pesca e ambiental aqui no Rio de Janeiro. Então, o TAC é um apoio fundamental e tem sido utilizado de forma muito importante para a gente fortalecer essas redes da nossa região”, declarou Emerson.

Para Rafael Pereira, presidente da Associação de Caranguejeiros e Amigos do Mangue de Magé (ACAMM) apresentar os resultados do trabalho é “levar ao público uma história de superação”. Ele reforça que graças ao projeto as mulheres da associação têm novas oportunidades de renda e podem compartilhar os conhecimentos ancestrais do território.

“ Houve uma evolução da cozinha das caranguejeiras. Muitas das vezes elas ficaram com seus conhecimentos dentro do território. A associação proporcionou para elas uma segunda renda na sua casa, além do esposo que pesca. É uma cadeia produtiva dentro do ciclo familiar. Hoje esse evento está podendo demonstrar isso”

O Festival terá mais duas edições em 18 e 19 de outubro em Armação dos Búzios e 29 e 30 de novembro em Paraty e se consolida como espaço de educação ambiental para crianças e jovens, a partir da curiosidade e consciência sobre a importância de proteger o mar.

Foto: Joaquim Lima/FUNBIO

THE LED entrega projeto tecnológico inédito no Museu Olímpico do Rio com experiência imersiva de padrão internacional

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Empresa transforma a narrativa esportiva em impacto sensorial com soluções de LED inovadoras, tecnologias inéditas no Brasil e design integrado à emoção

O Museu Olímpico do Rio de Janeiro foi inaugurado recentemente, no Velódromo do Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca. O espaço é dedicado aos jogos de 2016 e reúne exposições imersivas e objetos históricos.

Com o objetivo de tornar a experiência ainda melhor, a THE LED, maior empresa de soluções em painéis de LED da América Latina, foi convidada para executar o projeto de LED do Museu, entregando soluções tecnológicas e um design de alto impacto para o espaço.

A instalação conta com mais de 230m² em painéis de LED de última geração, aplicados em formatos variados e soluções de alta complexidade. Entre os destaques estão tecnologias inéditas no Brasil, como o LED flexível com mais de 40 metros de extensão em curvas côncavas e convexas, além de um globo interativo de 1,4 m de diâmetro.

O Rio de Janeiro é a primeira cidade da América do Sul a fazer parte de Rede de Museus Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional, que coordena outros 22 espaços como este ao redor do mundo. O maior foi inaugurado em março, no Catar.

Tecnologias inéditas no Brasil

Distribuídos em 13 áreas temáticas, os painéis foram desenvolvidos sob medida para reforçar a narrativa do espaço. As telas conduzem o visitante em uma jornada que combina imagem, som, movimento e interatividade, criando uma experiência imersiva de padrão internacional.

“O desafio não era apenas instalar tecnologia de ponta, mas criar uma experiência viva, capaz de conectar o público à essência do esporte. Para isso, cada painel precisou dialogar com a arquitetura, com o conteúdo e com a emoção da visita. Projetos icônicos pedem tecnologias icônicas, e foi isso que entregamos”, afirma Richard Albanesi, CEO da THE LED.

Curadoria colaborativa e parceria estratégica

A curadoria do projeto é assinada por Karina Israel, CEO da YDreams, e Eduardo Carvalho, jornalista e curador independente, que foram responsáveis por traduzir a narrativa esportiva em experiências imersivas capazes de sensibilizar o público.

“Desde o início, nossa parceria foi pautada por essa visão, unindo criatividade, curadoria e soluções de ponta. Esse alinhamento foi essencial para materializar um museu que convida o público a sentir o esporte com intensidade, e não apenas assisti-lo”, afirma Karina Israel, CEO da YDreams Global.

Execução de alta complexidade

Entre os equipamentos utilizados estão modelos como THE OUT 1.9, THE SQUARE 1.9 e FLEX P1.8mm, aplicados em tetos, rampas, superfícies curvas, painéis imersivos e áreas interativas. A instalação envolveu engenharia de precisão, testes visuais, controle de temperatura, adaptação ao layout arquitetônico e desenvolvimento de estruturas customizadas, como suportes tridimensionais e aplicações suspensas.

“Transformar ideias que estavam no papel em uma experiência real é o que nos move. Entregamos um ambiente imersivo, funcional e impactante, com soluções de LED que nunca haviam sido implementadas no Brasil”, finaliza Albanesi.

Sobre a THE LED

Com mais de 5.000 projetos entregues e presença no Brasil, América Latina e Europa, a THE LED é líder em comunicação visual digital por meio de painéis de LED. A empresa atua em projetos de Retail Media, OOH, eventos, televisão, museus, estúdios virtuais e imersivos, com soluções tecnológicas integradas, criativas e executadas com excelência. É a única empresa do setor indicada ao Festival de Cannes e já recebeu prêmios como POPAI, Prêmio Caio, Shops Awards e Central de Outdoor.

 

Niterói é a terceira cidade mais inteligente e conectada do Brasil

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Município também conquistou o 1º lugar nacional em Economia e Finanças e o 2º lugar geral na Região Sudeste, aponta Ranking Connected Smart Cities 2025
 
Niterói foi eleita a terceira cidade mais inteligente do Brasil e a segunda mais bem colocada da Região Sudeste no Ranking Connected Smart Cities 2025, elaborado pela consultoria Necta. A cidade também foi premiada com o primeiro lugar em Economia e Finanças. O novo Ranking Connected Smart Cities 2025 mapeou todas as cidades brasileiras para identificar aquelas com maior potencial de desenvolvimento, com recortes regionais e por eixo temático.
As primeiras cidades colocadas no ranking nacional são Vitória, Florianópolis, Niterói, São Paulo e Curitiba. Niterói é o único município que não é capital.
“Esse reconhecimento é gratificante, sobretudo pela trajetória da gestão pública de Niterói nos últimos anos. É resultado da dedicação de muitos servidores, um trabalho sério, planejado e contínuo que temos realizado para transformar nossa cidade em um lugar mais moderno, inovador e sustentável”, afirmou Rodrigo Neves, prefeito de Niterói, que recebeu o prêmio nesta terça-feira (23), em cerimônia em São Paulo. Ele estava acompanhado pelo secretário Executivo, Felipe Peixoto, e da secretária de Inovação, Ciência e Tecnologia, Juliana Benício.
“Estar entre as cidades mais bem colocadas do país no Ranking Connected Smart Cities mostra que estamos no caminho certo. Investimos em planejamento urbano, inovação, tecnologia, sustentabilidade e gestão fiscal responsável para garantir qualidade de vida para a população e atrair novos investimentos. Niterói é hoje referência nacional em desenvolvimento inteligente e transformação digital — com todos os bairros conectados ao 5G, por exemplo, e sistemas como o SIGeo, de gestão da geoinformação — e esse resultado é motivo de orgulho para todos nós que acreditamos e trabalhamos por uma cidade cada vez melhor. Ao mesmo tempo, aumenta nossa responsabilidade de avançar ainda mais. Governar é uma corrida sem linha de chegada”, destacou ele.
Nova versão do Ranking
Niterói vem subindo posições de forma consistente desde a primeira edição do Ranking Connected Smart Cities, em 2015, quando ficou em 17º lugar geral. Em 2020, o município já ocupava a 11ª posição e, em 2023, alcançou o 5º lugar geral, além do 1º lugar entre cidades de 100 mil a 500 mil habitantes e também em Governança.
A edição de 2025 marca uma reformulação da Plataforma Connected Smart Cities, alinhada à visão de promover cidades sustentáveis, resilientes e inovadoras até 2035. Para definir as 100 cidades brasileiras mais inteligentes, o ranking Connected Smart Cities considera 75 indicadores divididos em 13 áreas temáticas, como economia e finanças, meio ambiente e mudanças climáticas, habitação e planejamento urbano, mobilidade urbana, energia e educação, entre outros. Para a maior parte desses indicadores, a base da avaliação são quatro normas ISO ligadas a serviços urbanos e qualidade de vida, cidades inteligentes, cidades resilientes e métricas de ESG.
Outra novidade é a parceria com a SPIn – Soluções Públicas Inteligentes e a Scipopulis, que reforçam a expertise em planejamento urbano e mobilidade. O ranking também passa a contar com uma metodologia de ponderação aprimorada e com a plataforma Plancity, que oferece visualização interativa dos dados para gestores públicos.
Niterói apresenta soluções em tecnologia e mobilidade no Cidade CSC
Além de ser destaque no Ranking Connected Smart Cities 2025, a Prefeitura de Niterói participa como expositora em dois estandes do Cidade CSC – Conectando Cidades Inteligentes, Mobilidade Urbana e Transformação Digital, que acontece de 23 a 25 de setembro, em São Paulo. Um deles apresenta as soluções tecnológicas aplicadas à segurança pública, dentro da política municipal de prevenção e monitoramento. O outro destaca o sistema de bicicletas compartilhadas Nitbike, referência em mobilidade urbana sustentável. O evento, que deve reunir mais de 8 mil participantes no Expo Center Norte, integra quatro grandes encontros nacionais voltados à inovação urbana, mobilidade, aviação e transformação digital. A presença de Niterói reforça o protagonismo do município no debate sobre o futuro das cidades inteligentes, humanas e sustentáveis no Brasil.
Foto: Evelen Guedes

PLOA 2026: Cláudio Castro se reúne com representantes dos poderes estaduais para ajustes finais ao projeto e criação de pacto pelas contas estaduais

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A proposta de orçamento será encaminhada à Alerj, na próxima semana, para apreciação dos deputados

O governador Cláudio Castro se reuniu, nesta terça-feira (23/09), com representantes dos poderes estaduais para debater os últimos detalhes do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) para o exercício do ano de 2026, que será enviado à Alerj na próxima semana. A proposta foi montada tendo como base o Regime de Recuperação Fiscal (RRF), cenário em que o Rio de Janeiro está atualmente. O encontro também teve como objetivo a criação de um pacto pelas contas estaduais, garantindo que cada poder e instituição desse sua contribuição antes da entrega do planejamento orçamentário ao Legislativo.

– O Rio de Janeiro vem enfrentando desafios nos últimos anos, em função da queda de receita. Nossa gestão tem feito o dever de casa, implementando ações para aumento de receita que têm se mostrado eficazes e contribuído para o ajuste das contas. No entanto, esses ganhos não são proporcionais às perdas causadas por fatores externos, como a redução do preço do barril do petróleo, os juros da dívida, a menor arrecadação de royalties e de ICMS. Para isso, é importante a aprovação dos projetos econômicos, como o Refis e o Fundo Orçamentário Temporário (FOT), para recompor parte dessas perdas, que afetam o orçamento do Estado – declarou o governador.
Durante a reunião, Castro explicou que o Refis permitirá que empresas regularizem sua situação tributária, a partir do parcelamento de dívidas de ICMS em até 90 meses, com uma estimativa de arrecadação para o Estado em torno de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões.
Já o Fundo Orçamentário Temporário resultará em maior justiça tributária para as empresas fluminenses, além de recompor parte das perdas resultantes da Lei Complementar Federal 194/2022, que reduziu as alíquotas de ICMS de combustíveis, energia elétrica e telecomunicações. O FOT prevê redução ampla e gradativa dos benefícios fiscais do Rio de Janeiro entre 2026 e 2032, para assegurar o equilíbrio fiscal sustentável do Estado.
– Estamos mobilizando todos os poderes para defender os interesses do Rio de Janeiro, ninguém está interessado em ter o estado quebrado. Estamos buscando atualizar e aperfeiçoar a legislação estadual para reforçar o caixa e conseguirmos diminuir os danos do déficit, e continuar executando projetos que desenvolvam o RJ – enfatizou Castro.
A reunião contou com a presença dos presidentes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, e do Tribunal de Contas do Estado, Márcio Pacheco e dos deputados estaduais Rodrigo Amorim e André Correa, entre outras autoridades.

 

Niteroiense Léo Luz leva histórias de amor para os palcos do Rio

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Roteirista conhecido por sucessos no cinema e na TV estreia como dramaturgo e diretor com a peça “Não é você, sou eu”

O roteirista Léo Luz, niteroiense, estreia como dramaturgo e diretor teatral com a peça “Não é você, sou eu”. O espetáculo chega ao palco do Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, no dia 10 de outubro, às 20h, e fica em cartaz até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras.

Com carreira consolidada no audiovisual, Léo foi roteirista dos filmes Até que a Sorte nos Separe 3 e Incompatível, além de ter participado da terceira temporada da série Vai que Cola. Também foi cofundador do canal de humor Parafernalha, onde atuou como redator final. Agora, ele se lança no teatro com um texto inspirado em parte em seus próprios relacionamentos e em conversas que ouve no dia a dia. “Escutar conversas alheias é quase um esporte para mim”, brinca o roteirista. “E como minha vida amorosa é uma tragicomédia, não me faltou material”, explica.

Segundo ele, a decisão de transformar os textos em espetáculo veio de uma inquietação criativa. “Percebi que eles poderiam funcionar bem no palco, que é um espaço que eu nunca tinha explorado, nem como autor nem como diretor. Para não perder o controle criativo, decidi produzir e dirigir a peça eu mesmo.”

Apesar de lidar com situações amorosas que podem parecer catastróficas, Léo afirma que busca sempre transmitir uma mensagem otimista. “Seja em textos mais românticos ou de comédia, no fim do dia o amor sempre vale a pena. E quando ele é engraçado, melhor ainda.”

O elenco conta com Amanda Iglesias, atriz e dubladora com trajetória no cinema e na TV; Carolina Rial, jovem atriz formada no Tablado; Douglas Felix, ator e humorista com passagens por novelas, cinema e stand-up; e Bernardo Peixoto, formado pela CAL e com experiências no teatro e na televisão. Sobre a escolha do time, Léo revela: “Eu já tinha em mente meu amigo Douglas Félix e pedi que ele me indicasse outros nomes de confiança. Foi assim que cheguei a Carol, Bernardo e Amanda. Brinco que essa peça é quase um cabide de empregos do Douglas”, diverte-se.

“Não é você, sou eu” marca também a estreia de Léo no teatro. “É a minha primeira peça, tanto como autor quanto como diretor. Aos 45 anos, é praticamente o início de uma nova carreira. Me sinto com 25, só que com joelhos ruins e uma hérnia de disco. A semelhança é que continuo no Tinder”, ironiza.

Para o diretor, a identificação imediata com o público é um dos trunfos da montagem. “Todo mundo já viveu um término, uma paixão repentina ou um mal-entendido que parecia trágico e depois virou história engraçada para contar. É isso que queremos levar para o palco: a possibilidade de rir e se emocionar com aquilo que nos torna humanos.”

Serviço

Peça: Não é você, sou eu
Texto e direção: Léo Luz
Elenco: Amanda Iglesias, Carolina Rial, Douglas Felix e Bernardo Peixoto
Estreia: 10 de outubro (sexta-feira), às 20h
Em cartaz: até 28 de novembro, sempre às sextas-feiras
Local: Teatro Cândido Mendes – Rua João Cabral de Melo Neto, 222, Ipanema, Rio de Janeiro
Ingressos: Sympla