Niterói Ecotur Sem Barreiras oferece atividades gratuitas em diferentes pontos da cidade, promovendo inclusão e contato com a natureza
A Prefeitura de Niterói preparou uma programação especial do projeto Niterói Ecotur Sem Barreiras para o mês de agosto, com uma série de trilhas acessíveis que proporcionam contato com a natureza, inclusão e turismo para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Em algumas atividades, os participantes contam com o apoio da cadeira adaptada Julietti, equipamento que permite percorrer áreas naturais com segurança e conforto. As atividades são gratuitas, e as inscrições podem ser feitas pelo site www.visit.niteroi.br/niteroiecotur.
Reconhecido como referência em turismo inclusivo, o Niterói Ecotur Sem Barreiras é uma iniciativa da Prefeitura de Niterói, por meio da Niterói Empresa de Lazer e Turismo (Neltur), em parceria com o Clube Niteroiense de Montanhismo (CNM) e a Coordenadoria de Acessibilidade, por meio do programa Niterói Inclusivo. A iniciativa amplia o acesso das pessoas com deficiência às belezas naturais da cidade, reforçando o compromisso de Niterói com a acessibilidade, a inclusão e a democratização do ecoturismo.
Programação de agosto
14 de agosto (sexta-feira) – Trilha Parque Orla – Museu Ecocultural Sueli Pontes
Ponto de encontro: às 9h, no POP – Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis, na pista de pouso de parapente, no Cafubá.
15 de agosto (sábado) – Trilha Costão e Bananal
Ponto de encontro: às 9h, na Rua das Papoulas, na entrada para o Costão de Itacoatiara.
22 de agosto (sábado) – Trilha da Ilha da Boa Viagem
Ponto de encontro: às 9h, no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) Boa Viagem, localizado na Avenida Almirante Benjamin Sodré, 798.
28 de agosto (sexta-feira) – Trilha Museu de Arqueologia e Sambaqui
Ponto de encontro: às 9h, no início da Vila dos Pescadores, na Praia de Itaipu, nº 134.
29 de agosto (sábado) – Trilha Bosque dos Eucaliptos
Ponto de encontro: às 9h, na sede do Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit), na subida do Parque da Cidade, em São Francisco.
Estruturas ocupavam a escadaria na altura do Túnel Sá Freire Alvim e comprometiam a circulação segura de pedestres
Uma operação de ordenamento urbano coordenada pela Subprefeitura da Zona Sul, nesta sexta-feira (07/08), recolheu 40 carcaças de bicicletas abandonadas na entrada do Túnel Sá Freire Alvim, em Copacabana. A ação foi realizada em conjunto com a Gerência Executiva Local (GEL), a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP) e a Guarda Municipal.
Os equipamentos estavam presos ao gradil do parque infantil e ao longo do guarda-corpo da escadaria que dá acesso às comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho. Em avançado estado de deterioração, as estruturas ocupavam diversos trechos da passagem, dificultando a circulação de pedestres e comprometendo a segurança e a acessibilidade no local. Após a remoção das carcaças, a escadaria foi desobstruída, garantindo melhores condições de mobilidade para quem utiliza o acesso diariamente.
— O espaço público precisa estar livre e acessível para a população. Essas bicicletas estavam completamente abandonadas, em péssimo estado de conservação e impediam a circulação segura de quem utiliza diariamente essa escadaria. Mais do que retirar as carcaças, essa ação reforça a importância de difundirmos uma cultura de ordenamento e de respeito ao espaço público —, afirmou o subprefeito da Zona Sul, Pedro Angelito.
A operação faz parte das ações permanentes de ordenamento desenvolvidas pela Subprefeitura da Zona Sul, em parceria com outros órgãos municipais, para preservar os espaços públicos, combater o abandono de materiais em vias e garantir mais organização, segurança e qualidade de vida para moradores e visitantes da região.
A segunda edição do Conexão Fashion Niterói–Rio, promovida pela assessora de comunicação Cacau Dias em parceria com a Casa DB, reuniu um seleto grupo de convidadas para uma experiência que celebrou moda, gastronomia, networking e lifestyle. O encontro aconteceu no showroom da Casa DB, no Recreio dos Bandeirantes, e foi ideal para fortalecer relacionamentos e apresentar as principais novidades da marca.
Recepcionadas pela estilista e sócia da Casa DB, Amanda Villas Boas, as participantes desfrutaram de um almoço especial com bobó de camarão, duas opções de massas e uma irresistível seleção de sobremesas assinadas pela Doçaria Brada, da chef Gabriella Dittz, tornando a experiência ainda mais memorável.
O grande destaque da tarde foi a liquidação exclusiva das peças da coleção anterior, além da apresentação de uma prévia da coleção Verão/Alto Verão, que encantou as convidadas com propostas leves, sofisticadas e cheias de personalidade. As novidades despertaram grande interesse e movimentaram as compras durante o evento.
Mais uma vez, o Conexão Fashion reforçou sua proposta de unir moda, experiências gastronômicas e relacionamento feminino em um ambiente elegante e inspirador, consolidando a parceria entre Casa DB e Cacau Dias como referência na realização de encontros exclusivos para mulheres apaixonadas por estilo e boas experiências.
Créditos:
Fotos: equipe Cacau Dias
Doces: Doçaria Brada – Gabriella Dittz
A Galeria de Arte Solar, na comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, no Rio de Janeiro, inaugura no dia 14 de agosto, sexta-feira, a exposição “Maré de origem”, de Brenda Guimarães. Com curadoria de Adriana Nakamuta, a individual reúne cerca de dez obras, entre objetos, esculturas e pinturas matéricas, incluindo cinco trabalhos inéditos. A mostra apresenta a pesquisa da artista cearense que transforma resíduos de plástico e papelão em objetos de arte e design a partir de uma técnica autoral derivada do papel machê. Em cartaz até 9 de outubro, com entrada gratuita, a exposição conecta-se com o programa Do Morro ao Mar: Justiça Ambiental em Ação, projeto pedagógico e ambiental, que rendeu ao Solar Meninos de Luz o selo Escola Azul.
Na Galeria de Arte Solar, Brenda Guimarães apresenta um conjunto de obras que parte de uma investigação sobre memória, materialidade e futuro, com base em material de descarte urbano, atado, rearranjado, sobreposto e recoberto por massa de celulose, feita de papelão e pigmentos minerais. Entre camadas que remetem a formações geológicas, organismos imaginados e paisagens afetivas, a artista constrói um território onde lembranças e natureza se encontram, numa reflexão sobre as relações entre o humano e a terra. Daí o título da exposição, “Maré de origem”, e das séries apresentadas, Escavação e Abissal.
Entre as obras se destaca Aquilo que resiste, pintura realizada com massa de celulose, pigmentos minerais e tampa de garrafa pet sobre madeira, de 130 x 110 x 10 cm. Entre as esculturas, está Corpo sedimentado, feita a partir de embalagem de marmita de isopor e rolo de fita, revestidos com polpa de celulose com pigmento orgânico e tinta acrílica, de 20 x 17 x 9 cm. E, ainda, Coral, de 80 x 20 x 27 cm, de massa de celulose, galão plástico, garrafa pet, embalagem plástica de alfinete, marmita de isopor, cápsula de café, tampa de garrafa pet, rolo de fita kraft, rolo de papel toalha e arame.
Formada em Design de Moda, Brenda Guimarães trabalhou por mais de 18 anos no varejo antes de dedicar-se às artes visuais. A convivência com uma cadeia produtiva marcada pelo consumo acelerado despertou questionamentos que hoje atravessam sua obra. “Os objetos descartados carregam marcas do tempo e da nossa relação com o mundo. Ao reinseri-los em novos contextos, convido o público a refletir sobre o impacto que produzimos no meio ambiente e sobre outras possibilidades de convivência com a matéria”, diz a artista.
Incluindo amostras dos insumos utilizados, das etapas do processo e outras referências, a expografia pretende revelar o percurso de criação das obras. “Brenda olha o processo artístico como algo transformador de mentalidade, sendo propulsor de uma nova concepção de mundo. Queremos que o público seja sensibilizado por esse pensamento. A exposição é também um convite a refletirmos sobre as relações que estabelecemos com aquilo que consumimos e descartamos”, diz Adriana.
Segundo Guilherme Maltaroli, diretor do Solar Meninos de Luz, a exposição amplia, no campo da arte, o debate sobre sustentabilidade, conceito que integra a formação dos alunos e a cultura da instituição. “Neste ano, conquistamos o selo Escola Azul com o projeto Do Morro ao Mar: Justiça Ambiental em Ação, que norteará as ações pedagógicas e ambientais do Solar pelos próximos dois anos. A exposição de Brenda Guimarães reforça esse movimento ao trazer essas discussões para o campo da expressão artística”, afirma.
Sem fins lucrativos, a Galeria de Arte Solar é a única no Rio de Janeiro com programação curatorial contínua instalada dentro de uma comunidade. Há 18 anos, incorpora a arte contemporânea ao cotidiano do Solar Meninos de Luz, promovendo ações educativas e formação de público. O espaço conta com patrocínio do Belmond Copacabana Palace, do Instituto Yduqs e da Lorinvest, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (ISS-RJ). Ao aproximar uma pesquisa artística singular das ações de educação ambiental desenvolvidas pelo Solar Meninos de Luz, “Maré de origem” reforça a vocação da Galeria de Arte Solar como um espaço em que arte, educação e comunidade se encontram.
Abertura: 14/08/26 às 15:00h
Visitação: 14/08/26 à 09/10/26 (segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira) das 09:00h às 18:00h
Solar Meninos de Luz: Rua Saint Roman, 149 – Pavão-Pavãozinho – Copacabana – Rio de Janeiro
solarmeninosdeluz.org.br
A curadoria é da violinista da OSTM, Suray Soren Ingressos a preços populares
No Dia dos Pais, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro oferece uma programação recheada de música de qualidade! O Quarteto Atlântico chega ao Música no Assyrio com um repertório focado na pesquisa e execução de obras de compositores brasileiros e latino-americanos, inclusive estreando e gravando peças de compositores atuais. Além disso, os músicos também trabalham e interpretam um tradicional repertório para quartetos de cordas. A apresentação acontece no próximo domingo, dia 9 de agosto, às 11h, no Salão Assyrio, um dos mais importantes espaços do Municipal do Rio. Os ingressos a preços populares já estão disponíveis através do site theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
Músicos:
Ivan Scheinvar – violino
Thiago Teixeira – violino
Luiz Felipe Ferreira – viola
Bruno Valente – cello
Sobre o Quarteto Atlântico
Completando mais de 10 anos de existência, o quarteto apresenta uma grande afinidade artísticomusical entre os integrantes que, por sua vez, individualmente também se destacam no cenário musical, com extensa experiência em recitais individuais, outros pequenos grupos, nas principais orquestras do estado e inclusive como solistas a nível nacional.
O grupo conta, em seu currículo, com premiações importantes em competições destacadas no Brasil, tais como: Vencedor do Concurso de Música de Câmara da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro; Menção Honrosa no Concurso Internacional de Música de Câmara do Festival Villa Lobos e Vencedor da categoria “Jovens Talentos” do edital BNDES.
O Quarteto Atlântico tem se apresentado nas principais salas de concerto do Rio de Janeiro,como Theatro Municipal do Rio de Janeiro; Cidade das Artes; Espaço Cultural BNDES e Centro Cultural da Justiça Federal. Além disso, se apresentou em outras cidades e estados do país e, por fim, o mais importante: no começo de 2023 foi convidado para integrar a programação de um projeto em Berlim, Alemanha, tocando em uma das principais salas de concerto do mundo, a Sala Filarmônica de Berlim.
O repertório apresentado pelo grupo é focado na pesquisa e execução de obras de compositores brasileiros e latino-americanos, inclusive estreando e gravando peças de compositores atuais, muitas das quais dedicadas especialmente ao grupo. Além disso, também trabalha e executa o incrivelmente rico repertório tradicional para quartetos de cordas.
Vídeos:
Serviço:
Música no Assyrio – Quarteto Atlântico
Data: 9 de agosto (domingo)
Horário: 11h
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Centro
Entrada pelo Boulevard da Av. Treze de Maio
Preços populares: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia – entrada)
na bilheteria do Theatro ou através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Praia Sem Barreiras acontece neste domingo, com café da manhã especial e atividades esportivas
A Prefeitura de Niterói promove, neste domingo (9), uma edição especial do projeto Praia Sem Barreiras, iniciativa voltada à acessibilidade, à inclusão e à promoção do esporte para pessoas com deficiência. A atividade será realizada pela Coordenadoria de Acessibilidade na Praia de Icaraí, das 9h às 12h, em frente à Reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF).
“Celebrar o Dia dos Pais com uma partida de futebol entre pais e filhos na praia é mostrar que o esporte é um caminho para a inclusão. No Praia Sem Barreiras, pessoas com e sem deficiência vão compartilhar uma manhã de alegria, convivência e troca de experiências, reforçando que a praia e o esporte são espaços de todos”, destacou a coordenadora de Acessibilidade, Camila Rodrigues.
Em celebração ao Dia dos Pais, a programação contará com um café da manhã especial e uma partida de futebol entre atletas com síndrome de Down e seus pais, proporcionando um momento de convivência, lazer e integração entre as famílias.
A ação busca ampliar a participação de pessoas com deficiência em atividades esportivas e de lazer, fortalecendo a inclusão e a convivência nos espaços públicos da cidade.
O ponto de referência para a atividade será em frente à Reitoria da UFF, na Praia de Icaraí. A iniciativa é realizada pela Prefeitura de Niterói, por meio da Coordenadoria de Acessibilidade, em parceria com o Niterói Inclusivo e instituições ligadas ao esporte e à inclusão.
Serviço
Praia Sem Barreiras – Especial Dia dos Pais
Data: 9/8 (domingo)
Horário: das 9h às 12h
Local: Praia de Icaraí, em frente à Reitoria da UFF
Após percorrer alguns dos principais endereços dedicados à gastronomia síria no Rio de Janeiro, nossa série chega ao fim com uma visita a um dos estabelecimentos mais tradicionais da cidade. Desde 1968, a Rotisseria Sírio Libaneza, localizada no Largo do Machado, preserva receitas, sabores e tradições que conquistam gerações de cariocas e visitantes.
Carinhosamente conhecida como “o Árabe do Largo”, a casa se tornou referência quando o assunto é culinária árabe. Fundada por portugueses apaixonados pela gastronomia do Oriente Médio, a rotisseria mantém até hoje a essência das receitas originais, preparadas diariamente de forma artesanal e com ingredientes cuidadosamente selecionados.
Logo na entrada, o aroma das esfihas recém-saídas do forno convida os clientes para uma experiência gastronômica inesquecível. As versões de carne, queijo, frango e verdura fazem sucesso, mas as de carne e queijo continuam sendo as preferidas do público graças à massa leve e ao recheio generoso.
Outro destaque são os tradicionais kibes, disponíveis nas versões de carne, ricota e verdura. Crocantes por fora e macios por dentro, eles revelam o equilíbrio perfeito entre textura e tempero. Para quem busca uma experiência ainda mais autêntica, o kibe cru servido com tabule forma uma combinação clássica da culinária árabe.
Os acompanhamentos também merecem atenção. O pão sírio preparado diariamente chega sempre fresco à mesa e harmoniza perfeitamente com o tradicional mate da casa, disponível com ou sem açúcar.
A visita não estaria completa sem conhecer a vitrine de doces, um verdadeiro espetáculo para os amantes da confeitaria árabe. Os delicados ninhos recheados com pistache, amêndoas, damasco e nozes dividem espaço com a Belewa folhada, recheada com nozes, além do tradicional Halawi de gergelim, uma receita que atravessa gerações e preserva o sabor das antigas famílias árabes.
Mais do que um restaurante, a Rotisseria Sírio Libaneza é um patrimônio afetivo da cidade. A história está presente em cada detalhe, inclusive no logotipo da casa, desenhado ainda na infância por uma das sócias. O ambiente acolhedor e o atendimento caloroso reforçam a sensação de estar em um lugar onde tradição, cultura e hospitalidade caminham lado a lado.
Encerramos esta série com a certeza de que a culinária síria e árabe continua encontrando no Rio de Janeiro um terreno fértil para preservar suas raízes e conquistar novos admiradores. Entre receitas passadas de geração em geração, ingredientes frescos e muito afeto, a Rotisseria Sírio Libaneza segue escrevendo sua história como um dos grandes símbolos dessa tradição gastronômica na cidade.
Serviço Rotisseria Sírio Libaneza
Largo do Machado, 29 – Lojas 16 a 19 / 32 e 33 – Catete
Funcionamento: segunda a sábado, das 8h às 22h.
Instagram: @rotisseriasiriolibaneza
O Estado do Rio de Janeiro poderá contar com o Programa de Acesso Audiovisual. A proposta consta no Projeto de Lei 1.998/23, aprovado em segunda discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quarta-feira (05/08). A medida busca garantir o acesso da população fluminense a obras audiovisuais, especialmente brasileiras. O texto seguirá para o Governo do Estado, que terá prazo de até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.
Serão beneficiários do programa escolas e bibliotecas estaduais, estudantes e jovens de todos os segmentos sociais, cineclubes e cineclubistas, produtoras independentes, realizadores audiovisuais, comunidades em situação de vulnerabilidade social, agentes culturais, artistas e professores.
Entre os objetivos estão estimular o protagonismo social na elaboração e gestão de políticas públicas para o setor; garantir o direito à cidadania e à diversidade por meio do audiovisual; fomentar iniciativas já existentes mediante transferência de recursos estaduais; e transformar as escolas públicas em núcleos de produção, difusão, estudo e preservação audiovisual.
O projeto surge da necessidade direta de promover grupos como a Associação de Cineclubes do Rio de Janeiro (Ascine-RJ) e a Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas do Rio de Janeiro (ABDeC-RJ).
Em junho de 2026, a Prefeitura de Duque de Caxias, através da Secretaria Municipal de Saúde, colocou em funcionamento o programa Visão Caxiense, projeto que descentraliza o atendimento oftalmológico, oferecendo consultas, exames, diagnóstico precoce e tratamento especializado mais perto da população.
O maior diferencial do Visão Caxiense é oferecer gratuitamente óculos para os pacientes que necessitarem de correção visual. Após a consulta, o paciente escolhe a armação e receberá os óculos completo, lente e armação gratuitamente, assim que estiverem prontos.
No último sábado, 01/08, aconteceu a cerimônia de entrega dos primeiros 1.300 óculos prontos para uso dos pacientes. O evento, que contou com as presenças do Prefeito Netinho Reis; da Secretaria Municipal de Saúde, Dra. Célia Serrano; entre outras autoridades, foi realizado no espaço da Nova Arena da Baixada, à margem da Rodovia Washington Luíz, altura de Santa Cruz da Serra. A previsão do programa é entregar 33 mil óculos ao longo dos próximos 12 meses.
O Visão Caxiense foi criado para fortalecer a rede municipal de saúde e contribuir para a redução da demanda do Hospital do Olho Júlio Cândido de Brito, referência em oftalmologia na Baixada Fluminense. Outro diferencial do Visão Caxiense é o acompanhamento integral do paciente, desde o diagnóstico até o tratamento, garantindo uma assistência contínua e humanizada.
Os números registrados no primeiro mês de atividades, confirmam a importância do programa para o cidadão duque-caxiense, com mais de 8.700 pessoas atendidas nos seguintes serviços:
– Exame de Refração: 7.099 atendimentos;
– Exame de Catarata: 653 atendimentos;
– Capsulotomia: 243 atendimentos;
– Outras patologias 753 atendimentos;
Como participar?
O atendimento é destinado exclusivamente aos pacientes regulados pela Secretaria Municipal de Saúde. O agendamento pode ser realizado pelo WhatsApp 0800 000 3627 ou por encaminhamento da unidade de saúde mais próxima da residência do paciente, garantindo um fluxo organizado e mais ágil. No momento, a carreta do Visão Caxiense está localizada na Rua Dois, Jardim Primavera e o funcionamento é de segunda a sábado, das 8h às 16h. O Visão Caxiense será itinerante, percorrendo diferentes bairros de Duque de Caxias, para ampliar ainda mais o acesso da população aos serviços oftalmológicos especializados e promover mais saúde, prevenção e qualidade de vida.
Para destacar a beleza, a vulnerabilidade e os desafios da chamada “savana tropical”, a artista Flavia Daudt, juntamente com a fotógrafa documental e curadora de arte ecológica Ana Paula Freitas Valle, idealizaram a mostra “Ser(tão): imersão no Cerrado”, que ocupa o Museu do Jardim Botânico. Especializada em arte ambiental, a dupla visita o bioma desde 2021, registrando a exuberância da fauna, a flora, apesar da deterioração e a contaminação de solos, matas e rios. A partir do material, são produzidas fotocolagens e instalações conceituais.
Ser (Tão): Imersão no Cerrado
Museu do Jardim Botânico – Jardim Botânico – Acesso pela Rua Jardim Botânico, 1008
Abertura: 10h às 17h
Visitação: de 23 de maio a 3 de novembro de 2026
Funcionamento: de quinta a terça-feira (fechado às quartas-feiras), das 10h às 18h, com a última entrada às 17h
Entrada gratuita mediante retirada de ingresso pelo site https://jbrj.eleventickets.com/#!/home