Parque Rural de Niterói reúne exposição de Cães de Raça, competição nacional, adoção responsável e serviços gratuitos

Evento vai ocorrer no próximo fim de semana

O Parque Rural, equipamento da Prefeitura de Niterói, vai realizar a Exposição de Cães de Raça, evento gratuito que reunirá criadores, expositores, especialistas e amantes do universo pet em uma programação voltada à valorização do bem-estar animal e convivência familiar. O evento acontece neste final de semana (11 e 12).

A diretora do Parque Rural de Niterói, Ana Machado, destaca que o evento amplia a relação entre a população e o espaço público por meio de atividades educativas e de integração.

“O Parque Rural vem se consolidando como um espaço de convivência para toda a família. Receber uma exposição desta dimensão fortalece nossa proposta de aproximar a população de ações que unem educação, esporte, lazer, bem-estar animal e responsabilidade social. É uma oportunidade para que crianças, jovens e adultos vivenciem experiências enriquecedoras, conheçam o trabalho desenvolvido por criadores e profissionais da área e participem de uma programação gratuita e acessível a todos”, explicou Ana Machado.

Realizada em parceria com entidades da área, a programação contará com exposição de cães de diversas raças, Campeonato Carioca Country, feira de adoção responsável, vacinação antirrábica gratuita, serviços do Pet Móvel SENAC, demonstrações de adestramento, prova social, rodas de conversa, praça de alimentação e a participação do Batalhão de Ações com Cães (BAC).

A Exposição de Cães de Raça integra o calendário de eventos do Parque Rural de Niterói e reforça a vocação do espaço para receber atividades voltadas ao lazer, à educação, ao esporte, à cultura e à promoção do bem-estar animal.

Para o presidente da Federação Cinológica do Estado do Rio de Janeiro (FECERJ), Luís Eduardo Ferreira de Almeida, o evento representa uma oportunidade de fortalecer a criação responsável e aproximar a população da cinofilia.

“A exposição de cães de raça é um evento que tem por objetivo congregar criadores de cães e promover e divulgar as diferentes raças. A competição visa avaliar o plantel nacional e nortear o futuro da criação responsável, sempre atenta ao bem-estar do cão e à interação com a família”, afirmou Luís Eduardo.

Além das competições e exposições, o evento promoverá ações de conscientização sobre guarda responsável, vacinação e cuidados com os animais. Haverá ainda um ponto de arrecadação de ração destinado a apoiar animais em situação de vulnerabilidade, incentivando a participação solidária do público.

A entrada é gratuita, e a organização orienta que os tutores que levarem seus pets observem as normas de segurança do evento, mantendo os animais sempre com guia e apresentando a carteira de vacinação quando necessário para utilização dos serviços oferecidos.

Alerj avança com medidas para reforçar a segurança das mulheres no estado do Rio

Da prevenção à adulteração de bebidas ao acesso a instrumentos não letais de legítima defesa, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vem aprovando uma série de medidas para ampliar a proteção das mulheres e prevenir casos de violência. As iniciativas incluem ações voltadas tanto à segurança em locais de lazer quanto ao fortalecimento dos mecanismos de autodefesa. Além disso, a Casa aprovou, no último mês, a Lei 11.231/26, que cria o Pacto Estadual Rio de Janeiro Contra o Feminicídio, mecanismo permanente de monitoramento, cooperação e articulação interinstitucional destinado a fortalecer as ações de prevenção, proteção e enfrentamento à violência letal contra as mulheres.

A criação do pacto ocorre em um cenário de crescimento da violência de gênero. De acordo com o Dossiê Mulher 2026, do Instituto de Segurança Pública (ISP), divulgado na última quarta-feira (01/07), ao longo de 2025 159.041 meninas e mulheres sofreram algum tipo de violência no Estado do Rio de Janeiro, o equivalente a aproximadamente 18 vítimas por hora.

Os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública também apontam avanço nos casos de feminicídio. O país registrou 1.568 vítimas em 2025, aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. Desde que o crime foi tipificado, em 2015, ao menos 13.703 mulheres foram assassinadas em razão da condição de gênero, evidenciando a necessidade de fortalecer políticas públicas de prevenção, acolhimento e proteção.

Proteção ao sair

Na busca por ampliar a segurança das mulheres em bares, restaurantes e casas de eventos, uma das propostas em tramitação na Alerj determina que estabelecimentos que comercializam bebidas passem a oferecer protetores adesivos para copos e recipientes abertos. A iniciativa, prevista no Projeto de Lei 6.430/25, busca dificultar a adulteração de bebidas com substâncias como a conhecida “Boa Noite, Cinderela”, utilizadas por criminosos para facilitar a prática de crimes, especialmente os de natureza sexual.

O dispositivo descartável cobrirá a abertura do copo ou recipiente, permitirá a passagem de um canudo e apresentará sinais visíveis caso seja violado, tornando mais difícil a adulteração da bebida.

A proposta, já aprovada em primeira discussão pelo Parlamento, prevê que o uso do protetor seja opcional e fique a critério do consumidor. Os estabelecimentos deverão informar a disponibilidade do dispositivo em cartazes e cardápios, além de manter estoque suficiente para atender à demanda. Em caso de descumprimento, poderão ser aplicadas advertências, multas e até a suspensão temporária do alvará em caso de reincidência. Se aprovada em segunda discussão, a matéria seguirá para sanção ou veto do governador.

A programadora Alessandra Silva, considera que o projeto pode contribuir para tornar bares, restaurantes e casas de eventos mais seguros ao criar um mecanismo simples de prevenção contra a adulteração de bebidas.

“Medidas como essa representam um avanço importante para a proteção das pessoas, principalmente das mulheres, que muitas vezes deixam de aproveitar momentos de lazer por medo de situações de violência. Disponibilizar um protetor para copos é uma ação simples, mas que pode inibir crimes e aumentar a sensação de segurança. O mais importante é que o consumidor tenha a opção de utilizar esse recurso sempre que achar necessário”.

Ação imediata para a vítima

Outra iniciativa aprovada pelo Parlamento amplia o acesso das mulheres a instrumentos não letais de legítima defesa. O Projeto de Lei 6.142/25 altera a Lei 10.260/23 e autoriza mulheres maiores de 18 anos a adquirir e portar arma de incapacitação neuromuscular por eletrochoque e spray de extrato vegetal para defesa pessoal. O texto também estende esse direito a adolescentes a partir dos 16 anos, desde que autorizadas pelos responsáveis legais.

A proposta estabelece critérios para a comercialização dos equipamentos e amplia a legislação que já autorizava o uso do spray de pimenta. A arma de eletrochoque somente poderá ser adquirida em lojas especializadas, limitada a uma unidade por pessoa, mediante apresentação de documento de identidade e comprovante de residência.

Já o spray poderá ser comercializado em estabelecimentos farmacêuticos, com limite de duas unidades por mês e acondicionado em recipientes de até 70 gramas.

Moradora da Lagoa, na zona sul do Rio, a jornalista Clariana Dantas afirma que já carrega o spray na bolsa e diz sentir mais segurança ao realizar atividades cotidianas, como ir e voltar do trabalho.

“Moro em um bairro onde muitas ruas ficam desertas, o que aumenta minha preocupação dependendo do horário em que preciso passar por elas. Ter o spray comigo me dá mais segurança para ir e vir. Infelizmente, como mulher, estamos sempre em estado de alerta quando estamos sozinhas”, conta.

Os dados do Dossiê Mulher 2026 mostram ainda que a violência física permaneceu como a segunda forma de agressão mais frequente contra mulheres no Estado do Rio de Janeiro, com 43.307 vítimas em 2025 — o equivalente a um caso a cada 12 minutos. O crime só ficou atrás da violência psicológica. A lesão corporal dolosa respondeu por 42.363 registros e, em mais da metade dos casos, os autores eram companheiros ou ex-companheiros das vítimas.

FLIN 2026 – Chamada para Autores Expositores e Editoras de Niterói

Ainda dá tempo de ter seu livro na FLIN 2026. Já estão abertas as inscrições para autores expositores independentes e editoras de Niterói participarem da FLIN 2026 – Festa Literária Internacional de Niterói. Faça seu cadastro para participar ativamente de uma das maiores feiras literárias do país, e venha compartilhar suas publicações com novos leitores!
Lembramos que as inscrições vão até 13/07. Não deixe para a última hora!
Confira o edital e faça sua inscrição pelos links oficiais:
As atualizações podem ser acompanhadas através do Instagram @flinoficial, e para tirar dúvidas, mande um email para planejamentocultural.fan@niteroi.rj.gov.br

Primeira UBS de Icaraí terá foco na população idosa e atenderá região com cerca de 100 mil habitantes

Unidade de saúde vai funcionar em imóvel desapropriado pelo município

A Prefeitura de Niterói iniciou as obras da primeira Unidade Básica de Saúde (UBS) de Icaraí, na Rua Álvares de Azevedo. O novo equipamento funcionará em um imóvel que abrigava uma clínica pediátrica privada, desapropriado pelo município para ampliar a rede de Atenção Primária à Saúde. A unidade será voltada especialmente ao atendimento da população idosa, já que Icaraí é o bairro com a maior proporção de moradores com 60 anos ou mais da cidade.

Durante vistoria às obras, o prefeito Rodrigo Neves destacou a importância do investimento para a região.

“Estamos iniciando a reforma deste prédio, que funcionava como uma clínica privada e foi desapropriado pela Prefeitura. Aqui vamos implantar a primeira Unidade Básica de Saúde de Icaraí, com foco especial no atendimento à população com 60 anos ou mais. Teremos clínica médica, geriatria, sala de vacinação e o primeiro Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso (PAD) do bairro, em parceria com o Ministério da Saúde. As obras já começaram e nossa expectativa é entregar a nova unidade no segundo semestre. A partir daí, os idosos e outras pessoas do bairro não precisarão se deslocar até o Vital Brasil”, ressaltou o prefeito.

A secretária municipal de Saúde, Ilza Fellows, reforçou que a nova UBS foi planejada para responder às necessidades da população do bairro.

“Esta será a primeira Unidade Básica de Saúde de Icaraí e foi pensada com um olhar especial para a população idosa, já que o bairro concentra a maior proporção de pessoas com 60 anos ou mais da cidade. A unidade também será a primeira de Icaraí a oferecer o Programa de Atenção Domiciliar (PAD), desenvolvido em parceria com o Ministério da Saúde. Além do atendimento na unidade, haverá uma equipe dedicada ao acompanhamento domiciliar dos idosos que necessitam desse cuidado, fortalecendo a Atenção Primária e ampliando o acesso da população à saúde”, afirmou a secretária.

Com capacidade para realizar entre 800 e 1.000 consultas médicas e de enfermagem por mês e aplicar até 1.200 doses de vacinas mensalmente, a nova unidade contará com consultórios para atendimento multiprofissional, sala de vacinação, espaços para procedimentos de enfermagem, acolhimento e atividades coletivas, oferecendo uma estrutura completa para o acompanhamento da população.

O equipamento foi dimensionado para atender às necessidades de um território com grande concentração de idosos e alta demanda por acompanhamento de doenças crônicas, reunindo, em um mesmo espaço, assistência, imunização, ações preventivas, grupos de convivência e atividades de promoção da saúde, fortalecendo o cuidado contínuo e a qualidade de vida dos moradores.

O administrador regional de Icaraí, Raphael Costa, destacou a expectativa dos moradores com a nova unidade.

“A população está muito animada com essa conquista. Este imóvel já era uma referência em atendimento de saúde para a região e agora passa a oferecer um serviço público de qualidade. Estamos falando de uma área que atende cerca de 100 mil habitantes, que há muitos anos aguardava uma Unidade Básica de Saúde”, concluiu Raphael Costa.

Foto: Lucas Benevides

Acervo do Palácio Tiradentes preserva memórias da política fluminense

A Biblioteca Dona Maria Portugal Duque Costa reúne um acervo de 40 mil exemplares; O espaço é aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, além de integrar o roteiro das visitas guiadas promovidas pelo Palácio

Um livro de taquigrafia em latim, publicado em 1748, constituições e documentos que preservam a memória da política fluminense fazem parte do acervo da Biblioteca Dona Maria Portugal Duque Costa, no coração do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Com um acervo de 40 mil exemplares, a biblioteca é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, para consulta pública ao acervo, além de integrar o roteiro das visitas guiadas promovidas pelo Palácio.

Para a diretora de Cultura do Palácio, Fernanda Figueiredo, a biblioteca é um dos principais diferenciais por seu acervo histórico significativo. A vasta coleção concentra diários oficiais, anais do legislativo, periódicos e obras de referências. “A Biblioteca Maria Portugal Duque Costa encanta os visitantes que passam pelo Palácio Tiradentes. Além de possuir um denso acervo, sendo referência em literatura legislativa, ela impressiona por sua importância histórica e beleza arquitetônica. É um dos pontos mais emblemáticos da visita guiada”, destaca Fernanda.

Páginas que preservam a memória da política fluminense

O livro de taquigrafia em latim, publicado em 1748, é o mais antigo do acervo. Segundo a diretora da biblioteca, Patrícia Tavares, a obra simboliza a importância dessa técnica na preservação da memória legislativa. Isso porque foi por meio da taquigrafia que debates e discursos foram registrados ao longo da história. “Se hoje nós temos esses registros legislativos, é por conta da taquigrafia”, lembra a bibliotecária.

O acervo acompanha a história do Palácio Tiradentes e do Rio de Janeiro ao longo do tempo. Criada em 1947, a biblioteca leva o nome da servidora Maria Portugal Duque Costa desde 1989, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido por ela na formação do acervo bibliográfico quando o Palácio ainda abrigava a Câmara dos Deputados, entre 1926 e 1960. “À frente do seu tempo, ela atuou na preservação dos documentos legislativos que hoje integram o acervo histórico. Além disso, ela era poeta e uma mulher atuante no meio político”, pontua Patrícia.

No acervo, também é possível consultar a Constituição do Estado da Guanabara de 1967 e a Constituição Estadual do Rio de Janeiro de 1989, a mais atual, ambas assinadas pelos deputados. Outro destaque do acervo que chama atenção é o Relatório da Província de 1878, um documento que reúne informações sobre a administração pública e o cotidiano da época, reunindo desde dados estatísticos até acontecimentos envolvendo a Família Imperial.

“Eu costumo dizer que ele é uma mistura de censo e coluna social. Nós podemos ver dados de quantas pessoas faleceram, ou quantas escolas abriram, além de termos acesso aos dados sobre mortalidade da população e alistamento militar, por exemplo. Eu acho muito interessante porque, quando abrimos, é possível encontrar tudo que possamos imaginar”, relata Patrícia.

Os exemplares dos Regimentos Internos de 1904 e 1936 também estão entre os documentos preservados pela biblioteca. Mais do que reunir as regras de funcionamento da Casa, as publicações revelam como eram os ritos legislativos em diferentes períodos e mostram como as normas evoluíram ao longo das décadas.

Para preservar a memória política, a biblioteca adota alguns cuidados para garantir a preservação do acervo, como cadarços próprios para amarração e papéis especiais para envelopamento, materiais que ajudam a proteger obras e documentos que atravessam e continuarão perdurando para futuras gerações.

Niterói promove programação do “Tô de Férias na Escola” para estudantes da rede municipal

Atividades incluem oficinas, música, teatro, jogos e atividades culturais em 15 escolas municipais

A Prefeitura de Niterói realiza, entre os dias 13 e 24 de julho, o programa “Tô de Férias na Escola”, iniciativa da Secretaria Municipal de Educação que transforma o período de recesso escolar em um momento de aprendizado, convivência e vivências culturais para estudantes da rede municipal. As atividades acontecem de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h.

Ao todo, 15 escolas da rede municipal participam desta edição, reunindo 704 estudantes. Durante as duas semanas de atividades, as unidades escolares desenvolvem uma programação diversificada, com oficinas de dança, teatro, música, contação de histórias, jogos, brincadeiras e ações culturais, promovendo a convivência, a criatividade e o protagonismo infantil.

A abertura e o encerramento da programação vão ocorrer no Centro de Formação Darcy Ribeiro, no Barreto, e os estudantes também participarão de atividades no Theatro Municipal. As inscrições foram feitas internamente pelas unidades escolares que optaram por integrar a iniciativa.

O secretário municipal de Educação, Bira Marques, destacou a importância da iniciativa para ampliar as experiências e vivências das crianças.

“A escola é um lugar de aprendizagem, mas também de descobertas. O “Tô de Férias na Escola” reforça essa missão ao transformar o recesso em uma oportunidade para que nossas crianças explorem novos espaços, desenvolvam a criatividade e convivam de forma leve, com música, cultura, arte e muita diversão”, afirmou o secretário.

O programa integra as ações da Secretaria Municipal de Educação voltadas ao fortalecimento de experiências educativas ampliadas, valorizando o direito à infância, ao lazer e ao acesso à cultura dentro da rede pública de ensino.

Escolas participantes:

E.M. Alberto Francisco Torres
E.M. Demenciano Antonio de Moura
E.M. Djalma Coutinho
E.M. Jacinta Medela
E.M. Profª Maria Felisberta Baptista da Trindade
E.M. Santos Dumont
UMEI Alberto de Oliveira
UMEI Almir Garcia
UMEI Geraldo Montedonio Bezerra de Menezes
UMEI Jacy Pacheco
UMEI Julieta Botelho
UMEI Lizete Fernandes Maciel
UMEI Profª Áurea Trindade Pimentel de Menezes
UMEI Renata Gonçalves Magaldi
UMEI Vinicius de Moraes

Circuito Robótica em Rede leva ciência, tecnologia e inovação para estudantes da Rede Municipal de Educação de Niterói

Centro de Formação Darcy Ribeiro recebe atividades práticas de tecnologia e aprendizagem criativa

A Secretaria Municipal de Educação realizou, nesta sexta-feira (03), a segunda edição do Circuito Robótica em Rede, reunindo cerca de 400 estudantes do 4º e 5º anos de oito escolas municipais de Ensino Fundamental I em tempo integral. O evento aconteceu no Centro de Formação Darcy Ribeiro, no Barreto, e proporcionou aos alunos uma imersão em atividades de tecnologia, ciência, robótica e cultura maker.

O Circuito foi criado para ampliar as oportunidades de aprendizagem por meio de experiências práticas, despertando o interesse dos estudantes pela investigação científica, pela criatividade e pela inovação desde os anos iniciais da vida escolar. Durante a programação, os participantes passaram por 11 estações interativas, com desafios de programação, demonstrações de robôs, experiências científicas, atividades dos Clubes Maker, Inovação e Linguagens, jogos eletrônicos de dança e esportes, além de oficinas de arte, desenho e experimentos com luz e sombra.

O secretário municipal de Educação, Bira Marques, destacou que o Circuito Robótica em Rede é mais uma ação estratégica para levar ciência, tecnologia e inovação aos estudantes da rede.

“Queremos estimular nos estudantes a curiosidade, a investigação, a cultura do fazer e a criatividade por meio de experiências práticas e significativas. Além das edições realizadas no Centro de Formação Darcy Ribeiro, vamos promover circuitos itinerantes nas escolas, aproximando essas vivências dos territórios e garantindo que cada vez mais estudantes tenham acesso a esse universo da ciência e da inovação”, destacou o secretário Bira Marques.

A diretora adjunta Bruna Cabral acompanhou os estudantes e professores da Escola Municipal Bolívia de Lima Gaetho. Segundo ela, experiências como essa ampliam as possibilidades de aprendizagem dos estudantes.

“Ver os olhinhos deles brilhando, eles correndo, experimentando e nos trazendo com entusiasmo todas as novidades que estão aprendendo é muito bacana. Obrigada por apresentar tantas possibilidades de aprendizado na rede de Niterói. Além de saírem dos muros da escola, eles ficaram encantados por viver outras experiências com estudantes de outras escolas”, elogiou a diretora.

Professora da mesma unidade, Marcela Gerhard também elogiou a programação, ressaltando a conexão dessas vivências com o aprendizado em sala de aula.

“Isso aqui realmente é a contextualização da educação. As crianças têm a oportunidade de vivenciar aquilo que estão aprendendo em sala de aula. É um sonho para todo professor”, ressaltou Marcela.

“Eu achei tudo maravilhoso aqui, mas o que achei mais legal e diferente foi o futebol de robôs. Foi uma experiência muito legal”, contou Alice Silva, de 9 anos.

Além das atividades interativas, o evento também contou com a participação de escolas da Rede Municipal que apresentaram projetos desenvolvidos por estudantes e professores. A Escola Municipal Rachide da Glória Salim Saker levou uma maquete interativa em formato de jogo de tabuleiro, enquanto a Escola Municipal João Brazil apresentou os projetos desenvolvidos por suas equipes de robótica, reconhecidas nacionalmente e entre as dez melhores do país na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR).

Espaços culturais da Prefeitura de Niterói promovem experiência acolhedora e inclusiva

Equipamentos públicos da cidade emprestam mochilas sensoriais para dar mais conforto aos visitantes autistas e neurodivergentes

Em Niterói, cultura e acessibilidade caminham juntas. Cinco dos principais equipamentos culturais públicos da cidade passaram a oferecer mochilas sensoriais para pessoas autistas e neurodivergentes. A iniciativa da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal das Culturas, tem como objetivo proporcionar aos visitantes proteção sensorial, conforto e autorregulação, transformando o passeio em uma experiência acolhedora e inclusiva.

As mochilas estão disponíveis para empréstimo no Teatro Popular Oscar Niemeyer, no Caminho Niemeyer; no Centro Cultural Cauby Peixoto, no Fonseca; no Centro Eco Cultural Sueli Pontes, em Piratininga; no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), na Boa Viagem; e no Centro Cultural de Cidadania e Economia Criativa, conhecido como MACquinho, no Ingá. A retirada é gratuita, mediante a apresentação de um documento oficial com foto, que ficará retido até a devolução do kit. O material pode ser utilizado durante todo o período de permanência nos espaços, com devolução obrigatória ao fim da visita.

“Em Niterói, temos um compromisso permanente com a inclusão e a acessibilidade, fundamentais para que todos possam exercer sua cidadania de forma plena. Inauguramos o CAIS, o porto seguro das famílias atípicas da cidade, que é a porta de entrada para toda uma rede de serviços, e agora estamos disponibilizando as mochilas sensoriais nos equipamentos culturais. Os kits oferecem suporte a pessoas com sensibilidades sensoriais, contribuindo para uma experiência cultural mais confortável, segura e adequada às necessidades de cada um”, ressalta o prefeito Rodrigo Neves.

Cada kit contém itens como abafadores de ruído (ou protetores auriculares), que ajudam pessoas com hipersensibilidade auditiva a lidar com o excesso de barulho, evitando sobrecargas e crises sensoriais; bolinhas antiestresse, que funcionam como uma importante ferramenta de acessibilidade invisível para pessoas autistas, auxiliando na proteção do sistema nervoso e na autorregulação diante dos estímulos do ambiente; pulseiras luminosas, que podem funcionar como recurso de estimulação visual suave e previsível, promovendo relaxamento, conforto e sensação de bem-estar para algumas pessoas; e óculos escuros, que auxiliam na redução da intensidade da luz e do excesso de estímulos visuais, proporcionando maior conforto em locais com iluminação forte, luzes artificiais intensas ou reflexos excessivos, ajudando a prevenir desconforto visual e sobrecarga sensorial.

“Garantir que pessoas autistas e neurodivergentes possam acessar os nossos equipamentos com acolhimento, conforto e autonomia é uma forma concreta de afirmar a cultura como direito. Queremos que todos se sintam pertencentes nesses espaços”, afirma a secretária municipal das Culturas, Júlia Pacheco.

Após cada utilização, a equipe responsável realiza a higienização completa da mochila e de seus itens, garantindo que o recurso esteja sempre organizado, seguro e em boas condições para os próximos usuários. O cuidado coletivo com o material é fundamental para que ele permaneça disponível para todas as pessoas que necessitem desse recurso.

A psicóloga Andressa Hernams, de 45 anos, aprovou a mochila sensorial. Ela retirou o kit para o filho, Augusto, durante uma visita dos dois ao MAC. O adolescente, de 14 anos, é autista e teve uma boa experiência durante o passeio.

“Achei a iniciativa muito importante, porque inclui essas pessoas nesses espaços. Os autistas têm questões sensoriais, e o kit oferece itens que permitem desfrutar o ambiente cultural com mais conforto, como o abafador, que ajuda a focar em lugares com muitos ruídos, e a bolinha antiestresse, que contribui para a autorregulação em meio aos estímulos. Lugar de autista é onde ele quiser, não apenas dentro de casa ou do consultório”, ressaltou Andressa.

Referência no atendimento a famílias atípicas

Em novembro do ano passado, a Prefeitura de Niterói inaugurou o Centro de Avaliação e Inclusão Social (CAIS). Localizada no Centro, a unidade representa um marco na política municipal voltada às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O CAIS foi estruturado como um espaço de referência no acolhimento, na avaliação clínica e na construção de caminhos de cuidado para casos suspeitos de TEA. O modelo reúne, em uma mesma rede de apoio, profissionais das áreas de saúde, educação, assistência social, cultura, trabalho e acessibilidade, promovendo uma atuação integrada entre as secretarias municipais. A proposta de centralizar diagnóstico, orientação e encaminhamentos é considerada essencial por profissionais e familiares.

Apoio escolar – A Prefeitura está com inscrições abertas para o processo seletivo simplificado para a contratação temporária de 300 Agentes de Apoio Escolar, que irão reforçar o atendimento aos estudantes da Rede Municipal de Educação. A contratação temporária tem como objetivo atender ao crescimento da demanda por educação especial nas escolas da rede municipal e ampliar as estratégias de inclusão, enquanto a Prefeitura avança na realização do concurso público para o cargo, criado por lei sancionada recentemente pelo prefeito Rodrigo Neves. A medida integra a nova Política Municipal de Educação Especial Inclusiva, estruturada em alinhamento com as diretrizes do Ministério da Educação.

Prioridade – Em Niterói, é possível emitir a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA). O documento é gratuito e possui um QR Code que comprova a apresentação dos laudos exigidos, garantindo mais segurança e veracidade ao processo de identificação, além de assegurar prioridade no atendimento em estabelecimentos públicos e privados, conforme previsto em lei.

Moeda Arariboia – A legislação que instituiu a Moeda Social Arariboia foi ampliada para incluir, entre os beneficiários, mães atípicas, além de pessoas com deficiência.

Niterói Cuida de Quem Cuida – Desde 2024, foi implementada na cidade a Política Municipal de Atenção à Mãe Atípica “Niterói Cuida de Quem Cuida”, que define diretrizes e ações para atender mães de filhos e filhas com deficiência, síndromes, transtornos, doenças raras, TDAH e dislexia, entre outros casos. A lei busca melhorar a qualidade de vida das mães atípicas, considerando as dimensões emocional, física, cultural, social e familiar; estimular a ampliação de políticas públicas voltadas à preservação da saúde mental materna, com apoio ao acesso a serviços psicológicos, terapêuticos e assistenciais; e desenvolver ações de bem-estar e autocuidado como parte da rotina, para prevenir e reduzir sintomas de transtornos psíquicos, comuns em pessoas que vivenciam situações desafiadoras diariamente.

Créditos das fotos:
Mochila e itens do kit: Divulgação
Personagens: Bruno Eduardo Alves

Diabetes pode permanecer silencioso por anos, saiba como identificar sintoma

Profissional do Departamento Médico da Alerj, Natália Crespo explica sintomas, formas de tratamento e a importância do diagnóstico precoce; pessoa com diabetes relata como descobriu a doença aos 12 anos

Sede excessiva, emagrecimento sem causa aparente e o surgimento frequente de furúnculos podem ser sinais de alerta para o diabetes, uma doença crônica que afeta milhões de brasileiros e que, muitas vezes, pode se desenvolver de forma silenciosa. O portal da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aborda os principais sintomas da doença, a importância do diagnóstico precoce e os cuidados necessários para garantir qualidade de vida aos pacientes.

Para esclarecer as principais dúvidas sobre a doença, a nutricionista do Departamento Médico da Casa, Natália Crespo, explica os sintomas, as formas de tratamento e a importância do diagnóstico precoce. A reportagem também traz o relato da professora Theresa Carvalho, que convive com diabetes tipo 1 desde os 12 anos e compartilha os desafios enfrentados desde o diagnóstico até a adaptação ao tratamento.

Desafio na adolescência

Theresa Carvalho tinha apenas 12 anos quando percebeu que algo não estava bem. Os primeiros sinais, no entanto, não foram imediatamente associados ao diabetes. “Muita sede, surgimento de furúnculo e emagrecimento. Fui tratar e não resolvia, até que passei mal e fiquei no hospital. Lá, fiquei desacordada, eles tentaram medir minha glicose, quando conseguiram estava em mais de 500. Não conseguiram medir antes porque estava muito alta”, relatou.

Receber o diagnóstico ainda na adolescência trouxe inseguranças e receios. “Fiquei muito insegura, eu tinha 12 anos, estava entrando na adolescência. O medo de ter que me privar de muitas coisas me assustava. Eu raramente contava para alguém que eu tinha diabetes tipo 1. Tinha medo do julgamento, de acharem que foi devido ao alto consumo de açúcar, o que não foi”, afirmou.

A adaptação ao tratamento também foi um desafio para Theresa. “No início, quando descobri, contava com a ajuda dos meus familiares para a aplicação da insulina. A própria aplicação era desconfortável. A seringa, fornecida pelo SUS, inicialmente era grande. Pelo menos duas vezes ao dia eu tinha que aplicar e, no início, a glicose estava descontrolada, então eu tinha que aplicar mais vezes ao dia. A alimentação era muito controlada e, em 2014, não tínhamos muitos produtos ‘zero açúcar’ e ‘diet’. Foi bem desafiador”, lembrou.

Após alguns anos, Theresa deixou de seguir parte dos cuidados necessários, situação que resultou em uma nova internação em 2023. Em setembro de 2023, ela foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com pneumonia que, somada ao diabetes, gerou complicações.

Ela ainda conta que, desde então, passou a lidar de forma mais saudável com a doença. “Juntamente com minha psicóloga, comecei a lidar melhor com o diabetes, a entender que não era culpa minha. Hoje em dia, eu consigo falar sem culpa e partilho até mesmo para que as pessoas possam me ajudar quando estou com hipoglicemia e hiperglicemia. Também fizemos alterações, melhorando a marca e a qualidade da insulina, passei a usar a canetinha, monitorar a glicemia sempre, além da prática de atividade física e de uma alimentação mais equilibrada”, completou.

Afinal, o que é diabetes?

Natália Crespo, explica que o diabetes é uma doença crônica causada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue.

“Esse aumento acontece porque o organismo não produz insulina suficiente ou não consegue utilizar a insulina de forma eficiente. A insulina é um hormônio responsável por permitir que a glicose entre nas células para ser usada como fonte de energia. Quando esse processo não acontece adequadamente, a glicose se acumula na corrente sanguínea”, explicou.

Segundo a especialista, os sintomas podem surgir gradualmente e, muitas vezes, passar despercebidos. “Os sinais mais comuns são aumento da sede, vontade frequente de urinar, aumento da fome, cansaço excessivo, perda de peso sem explicação aparente, visão embaçada, principalmente ao acordar, e dificuldade de cicatrização de feridas”, afirmou.

Ela ressalta que, em muitos casos, especialmente no diabetes tipo 2, a doença pode permanecer sem sintomas por anos, por isso, a realização de exames periódicos é fundamental.

Tratamento e qualidade de vida

De acordo com a nutricionista, embora o tratamento varie conforme o tipo de diabetes e as características individuais de cada paciente, a mudança no estilo de vida é importante.

“Uma alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle de peso, sono adequado e manejo do estresse são fundamentais. Em muitos casos, também é necessário o uso de medicamentos e, algumas vezes, insulina. O mais importante é entender que a diabetes pode ser controlada e que, com acompanhamento adequado, a pessoa pode ter qualidade de vida”, explicou.

A especialista também reforça que a doença não está relacionada exclusivamente ao consumo de açúcar. “O diabetes não está relacionado apenas com o consumo de açúcar. Ele é uma condição multifatorial que envolve genética, hábitos de vida e fatores metabólicos. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, melhores são os resultados para a saúde e qualidade de vida do paciente”, concluiu.

Diabetes na legislação

Além do trabalho de orientação realizado pelo Departamento Médico, a Alerj aprovou leis voltadas à prevenção e ao tratamento do diabetes.

A Lei nº 3.885/2002 definiu diretrizes para uma política de prevenção e atenção integral à saúde da pessoa com diabetes no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Já a Lei nº 4.119/2003 dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários para aplicação de insulina e monitoramento da glicemia. A Lei nº 4.614/2005, por sua vez, instituiu o Programa de Prevenção e Controle do Diabetes nas escolas das redes pública e privada de ensino do Estado do Rio de Janeiro.

Edifício histórico terá o primeiro investimento privado em retrofit no Centro de Niterói

Prédio na Avenida Amaral Peixoto passará por reforma e ganhará 168 novas moradias

Niterói deu mais um passo no processo de revitalização do Centro da cidade com a aprovação do primeiro projeto privado de retrofit. O edifício localizado na Avenida Amaral Peixoto, nº 35, em frente à Praça Arariboia, será restaurado e transformado em um empreendimento residencial com 168 unidades habitacionais, entre estúdios e apartamentos de um quarto. O projeto representa um marco na política de requalificação urbana do município ao recuperar um imóvel histórico e devolver o edifício à população com uma nova função, estimulando a ocupação residencial da região central.

“Estamos avançando na revitalização do Centro de Niterói com a aprovação do primeiro retrofit privado do programa Reviver Centro. Um edifício histórico, na esquina da Avenida Amaral Peixoto com a Avenida Visconde do Rio Branco, será transformado em um moderno empreendimento residencial, com 168 novas unidades habitacionais, preservando sua história e contribuindo para devolver vida ao coração da cidade. Além disso, os futuros moradores terão isenção de IPTU por dez anos. Esse é mais um avanço na nossa estratégia de requalificação do Centro, estimulando a ocupação da região e construindo uma cidade mais dinâmica, viva e conectada”, afirmou o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

O secretário municipal de Urbanismo, Carlos Krykhtine, destacou que o retrofit inaugura uma nova etapa da política de recuperação do Centro.

“Temos muitos edifícios grandes e subutilizados no Centro de Niterói. Estamos muito felizes em aprovar o primeiro projeto de retrofit de um prédio emblemático, localizado na Avenida Amaral Peixoto, em frente às Barcas. É um edifício modernista preservado que será restaurado e transformado em 168 novas moradias. É uma iniciativa que contribuirá significativamente para revitalizar essa região da cidade”, ressaltou.

A secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcelle Sardinha, afirmou que o empreendimento demonstra que o mercado imobiliário já reconhece o potencial da região.

“Hoje tivemos uma grande notícia para o projeto de requalificação do Centro de Niterói. Este é o primeiro investimento privado em retrofit de um edifício simbólico da cidade, na esquina da Avenida Amaral Peixoto com a Avenida Visconde do Rio Branco. Serão 168 novas unidades habitacionais em um prédio histórico que será recuperado e devolvido à população. O Centro já é uma realidade para investidores e novos moradores, e esse lançamento confirma que estamos no caminho certo”, disse.

Ela lembrou ainda que, por se tratar de um imóvel histórico, os futuros proprietários terão direito à isenção de IPTU por dez anos, conforme prevê a legislação municipal.

Responsável técnico pelo projeto, o arquiteto Joaquim Andrade destacou a importância da recuperação de um dos edifícios mais conhecidos da cidade.

“É uma grande satisfação participar de um empreendimento como esse, em um prédio que é um ícone de Niterói, voltado para o mar e para a Avenida Amaral Peixoto. Vamos requalificar esse imóvel preservado para oferecer apartamentos dentro do novo conceito de moradia urbana que a cidade demanda atualmente”, afirmou.

Representando a iniciativa privada, o empresário Rafael Rames de Andrade, da Rames Incorporadora, destacou o ambiente favorável criado pela Prefeitura para atrair investimentos.

“Estamos muito empolgados em participar do primeiro retrofit privado da cidade. A Prefeitura criou condições para que empreendedores e incorporadores possam investir com segurança. Esse apoio tem sido fundamental para viabilizar o empreendimento e estimular novos investimentos em Niterói”, afirmou.

Revitalização do Centro

O retrofit do edifício da Avenida Amaral Peixoto integra o programa Reviver Centro, que reúne ações voltadas à reocupação urbana, à recuperação de imóveis históricos, ao fortalecimento da economia e à ampliação da oferta de moradias na região central.

Entre os projetos em andamento está o retrofit do antigo prédio da Caixa Econômica Federal, que será realizado pela Prefeitura para ampliar a oferta habitacional no Centro. Outro destaque é o Fundo de Desenvolvimento Imobiliário do Centro de Niterói (FDICN), parceria entre o Município e a Caixa Econômica Federal que oferece financiamento com juros subsidiados para empreendimentos residenciais, hoteleiros e projetos de retrofit, além de viabilizar desapropriações estratégicas destinadas ao desenvolvimento da região.

Também estão em andamento a requalificação urbana da Avenida Amaral Peixoto e de seu entorno, a implantação do Distrito Criativo da Cantareira, voltado aos setores de inovação, economia criativa e tecnologia, e a ampliação do Programa Aluguel Universitário, que incentiva estudantes a morarem no Centro, contribuindo para aumentar a circulação de pessoas e fortalecer o comércio local.

Foto: Lucas Benevides