







Comunica







Os acadêmicos Liane Areas, Marcia Pessanha e Edgard Fonseca, na noite de comemoração pelo aniversario da Academia Fluminense de Letras, que contou com entrega de Moções de Aplausos, no plenario da Camara Municipal de Niteroi.
A solenidade foi seguida de coquetel marcado por boas conversas.







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No próximo dia 18 de maio, a partir das 16h00, a igreja Ad Renascer, localizada no bairro do Tanque, em Jacarepaguá, será palco de uma conferência especial voltada para mulheres. Organizada pela pastora Edna Franco, líder da comunidade, o evento promete oferecer um momento de comunhão, ressignificação e cura emocional.
Para abrir esse encontro marcante, a renomada escritora e mentora Ana Beatriz Oliveira foi convidada para compartilhar suas perspectivas sobre superação, saúde mental e inteligência emocional. Reconhecida por suas palestras transformadoras, Ana Beatriz traz consigo um vasto conhecimento e experiência em temas que são fundamentais para o bem-estar e o desenvolvimento pessoal.
“Agradeço à pastora Edna Franco pelo convite para participar deste evento tão significativo”, expressa Ana Beatriz Oliveira. “Estou ansiosa para contribuir com minha mensagem e proporcionar um momento de reflexão e fortalecimento para todas as mulheres presentes.”
Durante a conferência, Ana Beatriz irá compartilhar insights inspiradores e histórias de superação que visam encorajar e empoderar as participantes. Sua abordagem acolhedora e empática promete criar um ambiente propício para a troca de experiências e o crescimento pessoal.
Mulheres de todas as idades e origens são convidadas a participar desse evento único, que oferecerá uma oportunidade valiosa de se conectar, aprender e se fortalecer mutuamente. Não perca essa chance de fazer parte de uma experiência que pode transformar positivamente sua vida.







A história do complexo de favelas Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, na Zona Sul, é tema de exposição na Casa de Cultura Laura Alvim, sede da Casa G20, em Ipanema. Organizada pelo Programa Cidade Integrada, do Governo do Estado do Rio, a mostra foi inaugurada na terça-feira (16/04) e a visitacao vai de 17 de abril a 11 de maio. Com a participação dos artistas das comunidades, a exposição conta com pinturas a óleo, grafite, esculturas, vídeos de moradores das comunidades contando suas histórias e totens interativos com quiz.
De acordo com a coordenadora-geral do Cidade Integrada, Ruth Jurberg, a exposição foi organizada mostrando as três grandes intervenções governamentais no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. São elas: Cada Família Um Lote, iniciado em 1983; PAC Favelas, iniciado em 2007, e o Cidade Integrada, que atua no local desde 2021, tendo como os principais pilares o urbanismo e o trabalho social.
Na mostra, o público poderá conferir uma sala com a linha do tempo da história do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, contando com imagens de cada época, os projetos e obras de melhoria realizadas pelos governos ao longo das décadas.
Como grande destaque, a mostra conta ainda com uma sala que reúne desenhos realizados por moradores – de crianças a idosos – com seus sonhos para sua comunidade. Os desenhos fazem parte do projeto “Oficina do Imaginário”. Nesta ação, a equipe do Cidade Integrada pede aos participantes façam esses desenhos, para se tornarem inspirações a futuros projetos urbanísticos no local.
– Esse evento é uma oportunidade para todos os cariocas e brasileiros conhecerem a história do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, através do olhar e da participação dos moradores, que contam sua própria história – ressalta Ruth.
O Cidade Integrada faz reuniões mensais com lideranças comunitárias do complexo de favelas, representantes do poder público e moradores. Além disso, o Cidade Integrada ainda distribui gratuitamente um jornal, que reúne entrevistas com moradores, agenda de eventos, obras e reformas realizadas nas localidades.
– Realizar essa exposição é mais um caminho para o Cidade Integrada mostrar o seu respeito ao Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. É um orgulho que o programa faça parte da agenda 2030 e do G20 – comenta Ruth.
Morador do Pavão-Pavãozinho, o artista plástico Marco Antônio da Silva, de 46 anos, tem dois quadros de pintura acrílica sobre tela na exposição. Para ele, a participação da comunidade na mostra é uma oportunidade de divulgar o trabalho dos artistas locais.
-É mais uma porta que se abre para mostrarmos que a favela é feliz, educada. Muitas vezes, o noticiário só fala do lado ruim da comunidade. E essa exposição mostra que também fazemos cultura, arte, música e muitas outras coisas do bem – comenta Marco Antônio.







A Focus Cia. De Dança faz uma curta temporada de 26 a 28 de abril, no Theatro Municipal de Niterói, com o seu mais recente espetáculo “Carlota”. Na apresentação, a Cia traz mais uma vez, a potência do movimento contemporâneo que é uma das marcas dos seus trabalhos. Ao criar “Carlota”, Alex Neoral presta homenagem às suas mestras (Regina Sauer, Giselle Tápias, Deborah Colker e Carlota Portella) e também investiga e propõe novas possibilidades do bailar austero somado às composições do genial bandoneonista Astor Piazzolla.
“Carlota” pincela da matriz do tango, poucas referências diretas, e quando aparecem, as ressignifica em sequências únicas que são aplicadas em diálogos entre os corpos dos oito bailarinos no palco. A passionalidade não está no clichê e nas imagens óbvias que lembramos das famosas e apaixonantes danças de casais, e sim na força da mistura dessa envolvente música com os vigorosos movimentos da Focus. No vértice está presente o drama do abandono, característica indissociável do principal convidado da cena: o “señor” tango. Os oito bailarinos se encontram em composições em grupos, quintetos, quartetos, solos e também danças a dois. Aproveitando as nuanças musicais de Piazzolla, Neoral constrói um espetáculo rico sonoramente, onde se tem espaço para cenas mais dramáticas à cenas mais brilhantes, sempre tendo presente a atitude forte que esse encontro proporcionou.
A Companhia
Com 26 obras e 16 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança se consagrou através das críticas especializadas e sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá.
Em 2023 estreou CARLOTA – Focus Dança Piazzolla. Em 2021, estreou o primeiro espetáculo infantil da Cia, BICHOS DANÇANTES. Em 2020 lançou CORAÇÕES EM ESPERA, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube, indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 ganhou o 1o Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta do espetáculo STILL REICH e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda neste ano recebeu a indicação de melhor coreografia para FOCUS DANÇA BACH pelo 2o Prêmio Cesgranrio de Dança e melhor bailaria Marina Teixeira e melhor bailarino José Villaça. Em 2017 se apresentou na última edição do Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira.
Com o espetáculo “AS CANÇÕES QUE VOCÊ DANÇOU PRA MIM”, já ultrapassou a marca de 300 apresentações, recebeu diversas indicações a melhor espetáculo do ano, por sua criatividade e originalidade. Em 2012 foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de um milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral e nos movimentos precisos de seus bailarinos.
A EQUIPE
Direção artística e coreografia: Alex Neoral
Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias
Produção Executiva: Giselli Ribeiro e Náshara Silveira
Coordenação de Projeto: Taísa Diniz
Cenógrafa: Natália Lana
Figurinos: Maria Osório
Confecção de Figurinos: Jacira Garcias e Lucas Pereira
Iluminação: Anderson Ratto
Direção de Palco: Pedro Junior
Programação Visual: Bárbara Lana
Fotos: Leo Aversa
Assessoria de Imprensa: Mônica Riani
Assessoria de Redes Sociais | Gestão de Tráfego: GuiiuG Comunicação
Dançado com: Bianca Lopes, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Letícia
Tavares, Lindemberg Mallí, Iure de Castro, Paloma Tauffer, Vanessa
Fonseca e Wesley Tavares
Co-produção: Festival Quartiers Danses
Patrocinadora da Cia: Petrobras
Realização: Neoral Garcias Produções Artísticas
SERVIÇO
Datas: 26 a 28 de abril
Horário: 20h (sexta) | 18h (sábado e domingo)
Duração: 65 min
Classificação etária: 12 anos
Ingresso: R$ 40,00
Local: Theatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói
Tel: (21) 3628-6908







Os eventos vão reunir a nata do choro fluminense na terça-feira, 23 de abril
O Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, em homenagem à data de nascimento de Pixinguinha, uma das figuras exponenciais da música popular brasileira, e em especial do choro, este que é considerado o primeiro gênero musical urbano do Brasil. E para lembrar e eternizar o mestre e deus discípulos, vai rolar uma manhã de muita musicalidade em três diferentes palcos na cidade, sempre às 11h.
A festa do chorinho começa no “Palco Vou Vivendo” montado no Horto do Fonseca, com os rapazes do Clube do Choro e a participação especial da cantora Mônica Mac e da flautista Ana Paula Cruz. As comemorações passam pelo “Palco Carinhoso”, no coreto do Campo de São Bento, com os músicos do Choro na Rua e o cantor Marcos Sacramento. Já no “Palco 1 X 0”, montado no Horto do Barreto, se apresentam Whatson Cardozo e o Choro Araribóia, que terão como convidados, Ronaldo do Bandolim e André Jamaica.
O choro entra na cena musical brasileira em meados e final do século XIX, e nesse período se destacam nomes como Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth. Inicialmente, o gênero mesclava elementos da música africana e européia e era tocado principalmente por funcionários públicos, instrumentistas das bandas militares e operários têxteis. O termo choro resultaria dos sons plangentes, graves (baixaria) das modulações que os violonistas exercitavam a partir das passagens de polcas que lhes transmitiam os cavaquinistas, que induziam a uma sensação de melancolia. Popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical, uma música popular e instrumental brasileira, com mais de 130 anos de existência. O século XX traria uma grande leva de chorões, compositores, instrumentistas, arranjadores, e entre eles, com destaque, Pixinguinha!
Sobre os Artistas
Com onze anos de estrada, o Clube do Choro de Niterói nasceu com o objetivo de pesquisar, divulgar e preservar o choro. Promoveu suas primeiras reuniões na Praça da Cantareira propiciando uma aproximação do gênero com o público universitário da Universidade Federal Fluminense e o público em geral. O quarteto, formado por Paulinho Bandolim (bandolim), Leo Fernandes (violão de 7 cordas), Phelipe Ornellas (cavaquinho) e Diogo Barreto (pandeiro), passeia por compositores consagrados como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ernesto Nazareth e outros menos conhecidos do grande público, além de autores de outros gêneros da música brasileira. A niteroiense Monica Mac é pedagoga por formação e cantora por devoção. Há mais de 20 anos dedica-se exclusivamente à música, tendo o samba papel de destaque no seu repertório. Pesquisadora da MPB, Monica encontra na obra dos grandes mestres e revelações, a inspiração para o trabalho ao qual se dedica, tornando-se referência no mundo do samba niteroiense. Graduada em música pela UNIRIO, com mestrado em Práticas Interpretativas e pós-graduação em Arteterapia pela mesma instituição, a flautista Ana Paula Cruz possui uma formação sólida tanto erudita quanto popular. Seus estudos incluíram colaborações com professores nacionais e internacionais, participação em diversos festivais e uma notável turnê internacional em 2000, promovida pelo Intercâmbio Amizade Cultural Brasil-França.
O Coletivo Choro na Rua, formado em 2016, tem como missão a prática da roda de choro, que ajuda a manter viva a rica tradição instrumental do gênero no Brasil. O grupo, que se tornou referência no Polo Gastronômico de Icaraí, é formado, entre outros, por Silvério Pontes, Alexandre Maionese, Tiago Souza, Bebe Kramer, Henrique Cazes, Alessandro Cardozo, Rogério Caetano, Vinicius Magal, Charles da Costa, Netinho Albuquerque e Rodrigo Jesus. Uma das vozes mais elogiadas da recente safra de intérpretes do samba – que tem na redescoberta da Lapa seu circuito referencial -, o niteroiense Marcos Sacramento não se encaixa em rótulos. Taxá-lo simplesmente por um estilo é deixar de ver vários lados do artista. Sacramento é hoje um intérprete capaz de alinhar em um mesmo roteiro delícias de Noel Rosa ou Cartola com contemporâneos os cariocas Luís Capucho e Luiz Alcofra e o paulistano Paulo Padilha.
O Choro Araribóia surgiu da ideia de criar um coletivo de músicos de Niterói para atuar em diversos gêneros da música brasileira, podendo, assim, fazer shows voltados para a música nordestina, a gafieira, o samba, entre outros. Para o dia Nacional do Choro, o diretor artístico e clarinetista Whatson Cardozo convidou o instrumentista Ronaldo do Bandolim e o compositor e cantor André Jamaica. A apresentação contará com os músicos Daniel Karin (pandeiro), Maico Lopes (trompete), Fabiano Segalote (trombone), Marcio Hulk (cavaquinho), Lucas Marques (violão) e Gabriel Policarpo (percussão). Clarinetista e saxofonista, Whatson Cardozo iniciou seus estudos ainda aos dez anos de idade, na banda de música do Colégio Salesiano de Santa Rosa, sob a orientação do maestro Affonso Reis e Jorgelen de Oliveira. Como solista, participou da OSB Jovem, em 2004, da Cia Experimental de Ópera, em 2005, e da Academia Petrobras Sinfônica, em 2006. O petropolitano Ronaldo do Bandolim iniciou-se na música já na infância, influenciado pelos pais. Aprimorou seus conhecimentos a partir dos 18 anos, quando passou a residir em Niterói. Solista do tradicional Conjunto Época de Ouro e integrante do contemporâneo Trio Madeira Brasil, vem contribuindo, nas últimas quatro décadas, com shows, gravações de todos os gêneros e oficinas de música no Brasil e no exterior. André Jamaica é cantor, compositor e pesquisador com quase 30 anos de carreira dedicados à cultura popular. Morador da comunidade do Viradouro, notabilizou-se pelo trabalho musical voltado para as religiões de matriz africana com destaque para o projeto Samba de Fé em parceria com o Quilombo do Grotão. Além disso, Jamaica é vocalista do grupo Filhos de Oxóssi e há 15 anos integra o Sambalangandã, grupo que marcou época com uma roda de samba histórica no bairro de Santa Teresa.
Serviço
Palco Vou Vivendo
Local: Horto do Fonseca, 11h
Horário: 11h
Atração: Clube do Choro com participação especial de Mônica Mac e da flautista Ana Paula
Palco Carinhoso
Local: Coreto do Campo de São Bento, 11h
Atração: Choro na Rua com participação especial de Marcos Sacramento
PALCO 1 X 0
Local: Horto do Barreto, 11h
Atração: Whatson Cardozo e Choro Arariboia convidam Ronaldo do Bandolim e André Jamaica
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“Estamos realizados: Missão dada, missão cumprida. Já estamos tirando de letra as exigências dos nossos weeventoscelebrits”, brincou Leco Biagioni que já tem na sua lista de clientes nomes como: Romário, Gabigol, Mel Maia, entre outros.
A decoração da festa foi escolhida pela anfitriã e planejada por Leco Biagioni, seguindo o estilo moderno de baladas, com predominância das cores preta e branca, além de uma iluminação especial e um belo paisagismo. Quanto à gastronomia, estações de massas pela Espazziano e estação de gastronomia vegana, assinadas pelo restaurante Maria Bonita. Na ala dos doces, destaque para G. Churros e açaí e muitos topping assinados Ana Rangel Estações.
Uma boa balada não poderia deixar de contar com uma seleção de bons drinks. O welcome começava logo de cara com a Doce Agrado servindo Espumante Salton, o bar da Drinkeria Luxe Prime cuidava das bebidinhas à base de Vodka Absolut e preparação de diversos drinks, além do lançamento Itts, energéticos saudáveis à base de sucos com vários sabores. Outra opção ficou por conta do Chopp Portuga.
Yasmin Brunet, loiríssima, chegou abalando a noite em um modelito transparente, que destacava ainda mais a sua boa forma.
A animação da festa ficou por conta do DJ Braga, Dj Kelve e Trio Locco Squad, que animaram a pista com muito funk, rap e trap.
Além dos amigos e ex-participantes do BBB, a festa também contou com a presença de tatuadores renomados Fernanda Christofolo e Raphael Phink, conhecidos por serem os queridinhos dos artistas.
O evento não apenas celebrou o final de uma edição do programa, mas também proporcionou momentos de diversão e confraternização dos participantes do BBB e amigos, como Rodriguinho e sua esposa, Wanessa Camargo, Mc Binn, Leidy Elin, Raquele, Nizan, Buda, Lucas Luigi, Pitel, o ator Marcello Melo Jr., a cantora Pocah chegou deslumbrante em um macacão branco, MC Daniel e DJ Tucho também deram um confere na festa.






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Durante o encontro da FNP, Axel Grael foi cumprimentado por diversas autoridades como a ministra da Saúde, Nísia Trindade. A ministra destacou a experiência de Niterói no combate à dengue. A cidade é pioneira no uso, em parceria com a Fiocruz, do chamado método Wolbachia para controlar a disseminação da doença. Apesar do contexto de emergência sanitária com a dengue no país, Niterói manteve índices controlados da doença. O resultado foi atribuído por especialistas à introdução, em todas as áreas da cidade, do método Wolbachia.
A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Uma vez inserida artificialmente em ovos de Aedes aegypti, a capacidade do Aedes transmitir o vírus da zika, chikungunya e febre amarela fica reduzida.






