Bernardo Sá Earp apresenta a exposição “A Invenção de Si”,  com curadoria de Cota Azevedo, no Centro Cultural Correios RJ.

 
 
O artista traz cerca de 40 obras, entre desenhos, pinturas e esculturas, resultado dos mais de 10 anos de atividade nas artes visuais.
 
 
 
 
O artista Bernardo Sá Earp apresenta a exposição “A Invenção de Si”, com curadoria de Cota Azevedo, no Centro Cultural Correios RJ, trazendo trabalhos de desenho, pintura e escultura, totalizando cerca de 40 obras, construídas ao longo dos seus mais de 10 anos de atividade nas artes visuais.
 
 

Ao que se refere a sua linguagem poética pode-se apontar para expressividade e para crítica social contemporânea.
Cores latentes, personagens fantasmas e cenas do cotidiano são presenças marcantes na composição das obras desta mostra, que pretende reverberar os campos de forças que podem haver em trabalhos artísticos que fogem da estética funcionalista contemporânea. A exposição busca falar do existencialismo humano e de como a arte é pulsão da vida e vice-versa.
A ideia da liberdade criativa da “A invenção de Si” pode ser percebida desde da escolha da paleta de cor ao traço desconstruído da imagem. O que se poderá observar no conjunto exibido, ainda, será uma dinâmica discursiva filosófica inquietante e que tensiona o conceito: O que é o SER arte?


 
A exposição pode ser visitada entre os dias 24 de novembro e 20 de janeiro, na sala B (2º andar), de terça a sábado, das 12h às 19h.
 
 
Sobre Bernardo Sá Earp

 
Bernardo Sá Earp, Petrópolis, RJ, 1983
Artista visual e escritor, residente da cidade do Rio de Janeiro. Trabalha com uma linguagem poética expressiva. As questões existenciais humanas aliadas aos temas sócio-políticos são assuntos centrais em suas obras. Influenciado pelo movimento Fluxos, dos anos 60, passa a usar a pop–arte também como referencial criativo. Bernardo busca explorar a questão da violência existencial advinda da tomada de consciência da própria finitude, que se traduz na “brutalidade” de suas obras — pinturas, esculturas, objetos — expressando o caráter trágico de uma existência baseada no “absurdo”. Utiliza o gesto, cores marcantes, figuras humanas em situações cotidianas mais  
mundanas.
 
 
Possui formação em filosofia contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, (PUC-RIO), 2010. Entre os anos 2011 a 2021, fez cursos de pintura, esculturas, desenho de modelo vivo, photoshop, crítica, história e teoria da arte, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no EAV– RJ. Em 2018 começou a estudar literatura, na PUC – RIO; e ingressou na pós-graduação do departamento de letras, no curso “Formação do Escritor”. Já em 2016 e 2017, ingressou no grupo de formação de artistas da Casa França-Brasil. A partir de 2014 participa de exposições de artes visuais coletivas no cenário nacional, publica crônicas e contos em coletâneas e jornais. Atualmente se dedica à pintura, à escrita literária e ao estudo da música. Cursou a especialização “Formação do Escritor”, de dois anos na PUC-RIO, e atualmente colabora como cronista mensal na revista digital Escritor Brasileiro ( https://escritorbrasileiro.com.br/author/bernardo-sa/)”.
 
 
Exposições

• Coletiva “Múltiplo Olhar”, Sala Djanira, CEPERJ. Rio de Janeiro, Maio
2014;
• Coletiva “Pocket Collection”, Galeria Monique Paton, Rio de Janeiro,
Abril, 2015;
• Coletiva “ArtRua”, Rio de Janeiro, Setembro, 2015;
• Coletiva “Papel ao Cubo”, Helsinque, 2015;
• Coletiva “Papel ao Cubo”, Osaka, 2015;
• Coletiva “Olho Nu”, Galeria Modernista, 2015, ( Curadoria: Gianguido
Bonfanti);
• Coletiva “Composições”, 2015-2016, Hostel Contemporâneo. (Curadoria:
Isabel Portella);
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea
Abril, 2016;
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea
Outubro, 2016;
• Coletiva “Coletivo Das Neo-Neo”, Proarte seminários de música,
Outubro 2016;
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea
Março, 2017;
• Coletiva “Imersões”, Casa França-Brasil, Março 2017;
• Coletiva “Para Todos”, Galeria Carpintaria, Agosto 2017;
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea,
Março 2018;
• Coletiva “Bandeiras”, Galeria de Arte “Paulo Branquinho”, Julho, 2018
• Coletiva “exposição [-]é[+]”, Galeria de arte “Paulo Branquinho”,
Dezembro, 2018;
• Coletiva “Parque #9”, Galeria de Arte “Casa do Paulo Branquinho”,
Agosto, 2019;
• Coletiva “Ocupaçãp Rua Moraes e Vale”( Curadoria Paulo Branquinho),
Dezembro, 2019;
• Coletiva “MuvucAto Vem de Dentro”, “Olugar Arte Contemporânea”,
Dezembro, 2019 ;
• Coletiva “Exposição de Final de Ano”, EAV, Dezembro, 2019.


 
“A arte contemporânea é minha forma de pensamento, uma expressão sensorial que transcende palavras. Em minhas pinturas figurativas, busco desvendar a “Questão do Ser”, inspirado por Heidegger. No momento da criação, encontro plenitude, harmonizando luzes e sombras em corpos nus. Quando uma obra se completa, ela ganha vida própria, deixando de ser minha e tornando-se uma experiência pública, onde meu pensamento se entrelaça com o espectador. Pintar é minha jornada para o desvelamento do Ser, uma busca incessante que me impulsiona artisticamente”, diz Bernardo.

 
Sobre a curadora Cota Azevedo
 
 
Curadora independente, comunicóloga crítica, produtora e artista transdisciplinar. Possui formação de pós-graduação em Curadoria, Museologia e Gestão de Produção, bem como em História da Arte, pela Universidade Estácio de Sá (RJ). É também pós-graduada em Psicanálise e em Psicologia pela Faculdade Metropolitana (RJ). Atua, desde 2021, como produtora e curadora em artes, planejando e executando exposições tanto individuais como coletivas. Como comunicadora, obteve a sua formação em Jornalismo no Centro Universitário Newton Paiva (BH), em 2009, e, desde então, tem produzido textos críticos para diferentes meios de comunicação e desenvolvendo projetos no setor.
 
 
“Nesta exposição, explora-se o existencialismo humano, revelando como a arte é uma pulsão vital, intrinsecamente ligada à essência da vida. Sob o tema “A Invenção de Si”, convido o público a contemplar a liberdade criativa manifestada na escolha da paleta de cores e no traço desconstruído das imagens. Ao observar este conjunto, somos instigados por uma dinâmica discursiva filosófica que nos leva a questionar: o que verdadeiramente significa SER arte? Cada obra exposta reflete a profunda ponderação do artista sobre essa questão essencial. Nas obras, há uma interação fascinante entre cores latentes, personagens fantasmáticos e cenas do cotidiano. Esses elementos não apenas adornam as telas, mas também um diálogo sobre os campos de forças artísticas e a estética contemporânea”, explica Cota.
 
 
Serviço
 
 
Exposição: “A Invenção de Si”
Artista: Bernardo Sá Earp
Curadoria: Cota Azevedo
Visitação: 24 de novembro de 2023 a 20 de janeiro de 2024
De terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios RJ – 2º andar – sala B
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – 20010-976 – Rio de Janeiro – RJ
Censura Livre
Gratuito
Apoio: Centro Cultural Correios RJ
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Público alvo: O projeto pretende atingir estudantes, professores, artistas, críticos, visitantes do espaço cultural, frequentadores do Centro do Rio e público em geral de faixa etária, nível socioeconômico e cultural diferenciados.
Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção a Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).
Informações: (21) 2253-1580 / E-mail: centroculturalrj@correios.com.br
A unidade conta com acesso para pessoas cadeirantes

O Centro Cultural Correios RJ apresenta a exposição ‘Três Marias’, reunindo trabalhos de Daniela Schiller, Mariana Porto e Flavia Renault, de diferentes momentos de suas trajetórias.

 
 
 
 
Com curadoria de Ruy Luduvice, as artistas trazem uma visão feminina e conexões entre o ancestral e o contemporâneo.
 
 
 
 
 

O Centro Cultural Correios RJ apresenta a exposição ‘Três Marias’, reunindo trabalhos de Daniela Schiller, Mariana Porto e Flavia Renault, de diferentes momentos de suas trajetórias. As artistas compartilham os mesmos princípios e ideias da arte como experiência e possibilidades.

Grande parte dos trabalhos são feitos em tecidos, sejam nas pinturas de céus imaginários de Daniela, nos bordados e trançados de Mariana, ou nos vestidos de Flavia. A mostra, com curadoria de Ruy Luduvice, traça um recorte do universo com ações femininas, possibilitando conexões entre o ancestral e o contemporâneo.

A mostra ‘Três Marias’ será aberta no dia 20 de dezembro, das 16hs às 19hs, e pode ser visitada até 24 de fevereiro de 2024, no 3º andar do Centro Cultural Correios RJ, de terça a sábado, das 12h às 19h.

Texto crítico –  Ruy Luduvice

Trajetórias de artistas visuais no Brasil se fazem de muitas maneiras, porém sempre com um traço comum: a decisão resoluta de trabalhar na matéria a obsessão criativa que toma alguns indivíduos. Silenciosamente ou com estardalhaço, precariamente ou em meio à abundância, dia após dia o labor da arte é tecido entre as responsabilidades cotidianas. Esta exposição é um belo testemunho de como persistir na invenção do sentido e na ampliação da sensibilidade, resultado do entrelaçamento voluntário dos caminhos poéticos de Daniela Schiller, Flávia Renault e Mariana Porto, que optam por se mostrarem ao público reunidas temporariamente em voz coral, numa mostra na qual obras feitas em diferentes contextos e momentos das respectivas carreiras compõe uma espécie de grande instalação que se matiza de sala em sala, celebrando um laço de amizade que é camaradagem e sororidade na arte e na vida.

Daí a opção pela alusão ao asterismo das Três Marias, como é conhecido em português o cinturão da constelação de Órion, figura criada da perspectiva humana do céu em seu esforço de ampliação da imaginação simbólica que quer dar conta do infinito. Mencionadas brevemente na Bíblia, as Marias visitantes do túmulo de Jesus se tornaram, apesar da escassez dos relatos, figuras largamente presentes no imaginário da religiosidade popular, muitas vezes como versões femininas dos reis magos. Mas se estes recebem o nascimento do Salvador oferecendo riquezas materiais, estas trabalham na passagem da morte do humano que renascerá – também três dias depois -, vencendo a morte, purificando o mundo e instaurando o grande mistério. Figuras herdeiras de deusas pré-cristãs, se estabelecem como avatares de passagem entre o sagrado e o profano. Este caráter arquetípico da feminilidade como a portadora de saberes muitas vezes recalcados pela racionalidade instrumental é presente nos trabalhos expostos tanto pela hegemonia da arte têxtil presente de uma forma ou de outra em todas as peças, bem como nas ciências dos astros de Schiller, da indumentária de Renault e na costura de linha e contas de Porto, por exemplo.

São saberes que até pouco tempo viviam relegados à pobreza de divisões muito simplistas entre arte e artesanato, ciência e técnica, alta e baixa cultura, esquemas de compreensão da produção imagética dos quais felizmente temos nos despedido.

Esses signos associados à mulher são agenciados com segurança e maturidade pelas artistas, pois sem nenhum compromisso com a construção de identidades fixas ou de uma vivência de gênero que quer se ver apressadamente como substância. Aliás, se ela existe é líquida ou vaporosa, como as figuras fantasiosas que uma vez possam ter vestido as peças de Renault, surgido entre as cartas celestes de Schiller ou festejado em meio à geometria discreta e lúdica de Porto. Trata-se de abordar aquilo que as atravessa na relação entre corpo, alma e mundo, convidando o público a redescobrir esta dimensão que está de alguma maneira em todos nós.


Sobre as artistas



Daniela Schiller, São Paulo, Brasil, 1968, vive e trabalha em São Paulo. Formação acadêmica –  1993 arquiteta e urbanista FAUUSP

Daniela é pesquisadora de cartografia: mapas de astronomia, mapas celestes europeus do século XVI, mapas astrais além dos corriqueiros mapas de cidades. Vem pesquisando, nos últimos tempos, a relação entre a cosmologia ocidental e cosmologia dos povos indígenas brasileiros. Através da pintura e bordado a artista busca estabelecer a relação entre a terra e o cosmos, tecendo uma associação muito particular dos símbolos e mitos, buscando um recorte pessoal para a imensidão dos cosmos.

Flavia Renault – Rio de Janeiro, 1971, vive e trabalha em São Paulo/SP. Formação acadêmica: bacharelado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado em 2001.

Flavia tem sua pesquisa explorando as nuances entre vida e morte, abordando o conceito de renascimento como ocorrências metafóricas. Sua análise se estende à multiplicidade desse conceito, incluindo sua manifestação como ciclo, revisitação de memórias, sobreposição de fatos e transformações.

Na busca por inspiração, Flavia dedica-se ao estudo da Antroposofia, das Leis Biográficas conforme Steiner e da Fenomenologia de Goethe, valendo-se da observação da natureza. Essa imersão a leva a uma transformação artística, onde bordados se metamorfoseiam em paisagens, anatomia se converte em representações de plantas, e papéis rasgados ganham vida como estalactites, mapas ou nuvens. Atualmente esses territórios passaram a viver em diversos vestidos fantasmagóricos, performances e vivências.

Mariana Porto – São Paulo, 1974.   Formação acadêmica : 1997, Bacharelado em Artes Plásticas, Faculdade Santa Marcelina, São Paulo, Brasil

A obra de Mariana Porto tem o tecido como suporte principal. Para além de uma pesquisa cromática e de combinações de materiais, seus trabalhos investigam os limites entre arte e objeto, e frequentemente tratam de um espaço mítico a partir de símbolos universais. A artista vem ampliando seu repertório de mídias e linguagens, sendo exemplos as performances e seus registros em vídeos e fotos, e a ocupação do espaço arquitetônico com instalações têxteis. Uma autoria compartilhada e coletiva também se apresenta em trabalhos nos quais a artista se disponibiliza à escuta e à colaboração com observadores-participantes

Sobre o curador

 

Ruy Luduvice (São Paulo, SP, 1985) é professor universitário, crítico de arte e curador. Antes foi arte-educador durante mais de dez anos, além de atuar na pesquisa e preservação de acervos de arte contemporânea. Possui graduação (2009), mestrado (2013) e doutorado (2022) em Filosofia pela Universidade de São Paulo, com dissertação sobre a obra da artista Louise Bourgeois e tese sobre o pensamento do filósofo Georges Bataille. Seus estudos se concentram na Filosofia e História da Arte do final do século XIX até o pós 2ª Guerra; e pelas relações entre ética, estética e artes na contemporaneidade.

Serviço

Exposição: ‘Três Marias’
Artistas: Daniela Schiller, Mariana Porto e Flavia Renault
Instagram: @flaviarenault_art @estelares__ @marianaportoart
Curador: Ruy Luduvice
Abertura: 20.12.2023, das 16h às 19h
Visitação: 21.12.2023 a 24.02.2024
Local:Centro Cultural Correios RJ – 3º andar
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Apoio:  Centro Cultural Correios RJ

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.
Evento gratuito
Censura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes


O Centro Cultural Correios RJ abre a exposição ‘Do Gibi aos Quadrinhos – Os Super Heróis Brasileiros’, no dia 21 de dezembro, mostrando a importância e diversidade do quadrinho nacional.


 
Com curadoria de Paula Ramagem e Raphael Gomide, a exposição vem mostrar que os quadrinhos estão em todas as regiões, com personagens que representam as características históricas e sócio-culturais brasileiras

O Centro Cultural Correios RJ abre a exposição ‘Do Gibi aos Quadrinhos – Os Super Heróis Brasileiros’, no dia 21 de dezembro, com curadoria de Paula Ramagem e Raphael Gomide, mostrando a importância do quadrinho nacional e a qualidade de produção dos personagens de super-herois que, ao contrário do que se possa pensar, são ricos em características regionais, diversidade, sustentabilidade, empoderamento e ancestralidade, existindo já há dois séculos e povoando as imaginações de todas as idades.

A exposição, com patrocínio da Editora Kimera e Rio Comics, vem para resgatar o antigo que nunca deixou de existir e apresentar o novo, que surge com novas ideias a cada dia, pelas mãos de talentosos quadrinistas das cinco regiões do país. Os quadrinhos tornaram-se tão importantes na cultura nacional que o quadrinista Lorde Lobo criou o canal no YouTube GRANDES HERÓIS BR, com o objetivo de divulgar a produção de histórias em quadrinhos de super-heróis brasileiros.

A mostra poderá ser visitada de 21.12.23 a 24.02.24, na sala A, 3º andar, de terça a sábado, das 12h às 19h, onde, além da apresentação dos personagens, os visitantes poderão participar de visitas guiadas, palestras e conhecer os novos lançamentos nessa área que atrai todas as idades.

Sobre Gibis e História em Quadrinhos

Gibi, originalmente, foi o título de uma revista em quadrinhos brasileira lançada em 1939, publicada pelo grupo Globo. O termo gibi significava ‘moleque’, porém, com a popularização, tornou-se sinônimo de “revista em quadrinhos” no Brasil. História em quadrinhos – ou HQ – é uma das formas mais atraentes de se contar histórias através de desenhos e textos em sequência, normalmente na horizontal. Como nos livros, apresentam os fundamentos básicos das narrativas: enredo, personagens, tempo, lugar e desfecho.

Os quadrinhos são frequentemente considerados como uma forma de arte, pois exigem habilidades artísticas e criatividade para montar uma história, com personagens, cores e uma apresentação capaz de atrair os leitores visualmente. Além disso, muitos quadrinhos apresentam um estilo único, cativando, inclusive, os fãs de arte e design. O objetivo da exposição, apesar das expressões serem sinônimas, é mostrar que o tempo não apagou essa forma de arte, mas auxiliou em sua evolução, com a tecnologia e o talento desses artistas.

Os visitantes vão poder conhecer a diversidade de personagens de super-heróis, temas e criadores relacionados às HQs e viajar no tempo, percebendo que os antigos gibis e a tecnologia das HQs sempre fizeram parte das memórias afetivas e de nossas histórias. Os heróis nacionais também fazem parte de nossas vidas, sempre estiveram de guarda na calada da noite ou nas correrias do dia.

Sobre os personagens e quadrinistas

01 – Hans Kalymor (Igor Martins de Menezes),
02 – Invictos (Rafael Tavares),
03 – Guerreiros da Tempestade (Anísio Serrazul),
04 – Projeto Força BR (Chris Pereira),
05 – Beta Max (Hugo Maximo),
06 – Velta (Emir Ribeiro),
07 – Diamante (Sandro Marcelo),
08 – Valkiria (Alex Mir e Alex Genaro),
09 – Conector (Adalberto Bernardino),
10 – Crânio (Francinildo Sena),
11 – Xamã (Eberton Ferreira),
12 – Cara-Unicórnio (Adri A),
13 – Lagarto Negro (Gabriel Rocha),
14 – Bombeiro Mascarado (Ruan Victor),
15 – Pajé (Fabiano Silva),
16 – Timerman (Fabiano Ferreira),
17 – Catalogador (Lancelott Martins),
18 – Tatu-man (Bira Dantas),
19 – Maximus (Alan Yango),
20 – Raio Negro (Gedeone Malagola),
21 – Escorpião de Prata (Eloyr Pacheco),
22 – Penitente (Lorde Lobo),
23 – Jaguara (Altemar Domingos),
24 – Menino Caranguejo (Chicolam),
25 – Capitão Ninja (Cassaro).

Tótens fornecidos pela Editora Kimera – Capitão Sete, Dragões do Futuro, Capitão R. E. D , Arianna e  Alquimia.

Vídeo em looping com personagens de diversas épocas e características: Cometa (Samicler Gonçalves), Judoka (Pedro Anisio), Homem Lua (Gedeone Malagola), Espartano (Adriano Sapão), Velox (Ellyan), Cavaleiro do Blues (Rodrigo Pie), Capitão Gordo (Sillas), Guardião Soturno (Francisco Moreira), Mula Sem Cabeça (Erick Lustosa), Pulsar (Arthur Garcia), Corcel Negro (Alcivan Gameleira), Cover (José Amorim Neto), Megasônicos (Valu Vasconcelos), Grimorium (Rom Freire), Fantastic Man (Tony Fernandes), Combo Rangers (Fabio Yabu), Enemus (Marcos Gratão), Meteoro (Roberto Guedes), Espectro Ancestral (Felipe Barros) e Lampião (Akamatsu).

Sobre a curadoria

Paula Ramagem, jornalista formada pela PUC Rio, trabalha como assessora de imprensa há mais de 30 anos. Em 2021, terminou a graduação em Gestão do Terceiro Setor e está fazendo pós em Jornalismo, ambas na Unicesumar. Certificada em gestão de tráfego, redes sociais, empreendedorismo, storytelling em instituições como PUC RS, FGV Rio, EBAC, Instituto Gênesis e Univeritas RJ. Atende diversos
profissionais e empresas nas áreas de arte, cultura, tecnologia, gastronomia, empreendedorismo, negócios, saúde, entre outros. Colunista e colaboradora nos sites ArteCult, Reino Literário BR/Reino News, Portal Olhar Dinâmico, Sala da Notícia e Gazeta 24h.

Instagram: @paulasoaresramagem

Raphael Gomide é formado em Tecnologia em Processamento de Dados pela Pontifícia Universidade Católica e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. É o fundador, CEO e Diretor-Geral do ArteCult.com (@artecult), Sócio-fundador e Diretor-Geral do QuadriMundi (Quadrinhos, Mangás e Animações) @quadrimundi , sócio-diretor do Cinema e Companhia  (@cinemaecompanhia), admin do @portalteamigo no Instagram. Também é o Diretor de Comunicação do Coletivo RIO+ROCK (@riomaisrock), iniciativa que visa fomentar o Rock no Estado do Rio de Janeiro. Apaixonado pela sua família, por tecnologia e por todas as formas de ARTE e CULTURA.

Instagram: @artecult e @quadrimundi

Sobre a Editora Kimera

A Kimera foi criada em 2012 com o principal objetivo de publicar obras de autores independentes com qualidade gráfica.
O catálogo da editora inclui livros de literatura infantil e juvenil, poesia, religioso, romance, biográfico, culinária, universitário, técnico, autoajuda e etc. A audaciosa editora também criou e investiu na divisão Kimera Quadrinhos que já faz sucesso por todo o Brasil. Os títulos se caracterizam pela valorização da sensibilidade e da inteligência dos projetos visuais, que firmaram a marca da editora no mercado nacional. Incentivar a leitura e a educação é apostar no futuro. Foi com esta filosofia que a Kimera cresceu e evoluiu nestes quatro últimos anos.

Instagram: @editorakimera

Sobre a Rio Comics

O Rio Comics é um evento cultural literário, que tem como objetivo, gerar oportunidades para autores e ilustradores, do cenário independente e profissional para apresentarem suas obras ao grande público.

Instagram: @riocomics


Sobre o canal Grandes Heróis BR (Lorde Lobo)

O canal GRANDES HERÓIS BR no YouTube, administrado pelo quadrinista Lorde Lobo, tem como objetivo divulgar a produção de histórias em quadrinhos de super-heróis brasileiros. São valorizados estes incríveis personagens, bem como seus autores e demais artistas envolvidos. É considerado, hoje, o maior e melhor canal focado exclusivamente nos super-heróis nacionais.

Canal no YouTube: youtube.com/@GrandesHeroisBR

SERVIÇO

Título: DO GIBI AOS QUADRINHOS  – OS SUPER HERÓIS BRASILEIROS

Autores: Coletiva

Abertura: 20 de dezembro de 2023 às 16h

Data: 21.12.2023 a 24.02.2024

Local: Sala A – Centro Cultural Correios RJ – 3º andar

Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ

Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h

Curadoria: Paula Ramagem e Raphael Gomide

Design Gráfico: Maria Carolina Bastos Camacho

Assessoria de Imprensa: PR Comunicação e ArteCult

Realização: ArteCult/QuadriMundi/Portfolio Dicas Culturais/Paula Ramagem

Organização: Lorde Lobo, Adalberto Bernardino e Erick Lustosa

Apoio: Vito Jóias/Portal ArteCult /PR Comunicação /Centro Cultural Correios RJ/Canal Grandes Heróis BR/ Bigmau Produções/ O Martelo Quadrinhos

Patrocínio: Editora Kimera e Rio Comics

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

Evento gratuito

Censura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes

As obras expostas estão disponíveis.

Assessoria de Imprensa:

Paula Ramagem/Portal ArteCult

ARTE SOB NATUREZA: uma exposição inedita, em Corumbau, na Bahia.

 

A curadora e empresária Rosita Cavenaghi organiza em Corumbau na Bahia, uma exposição inédita que foca nas relações entre arte e natureza. Neste paraíso, em uma das praias mais bonitas e sossegadas do Brasil, cuja extensão é de 3 km sendo permanentemente deserta, a curadora conta que a exposição coletiva se dará na Pousada Vila do Sol que oferece vista da montanha onde conforto e natureza se entrelaçam. A mostra de arte leva o nome de ARTE SOB NATUREZA e acontece de 10 de janeiro a 10 de abril, em temporada especial.


 

 

A galerista, que responde pela Art A3 Gallery em São Paulo, conta que Corumbau possui uma série de resorts que recebe uma grande variedade de turistas, muitos deles, internacionais.  Motivo pelo qual Rosita vai apresentar trabalhos de alguns dos artistas que representa, entre eles Amin, Ara Vilela, Elisabeth Wortsman, Gisele Faganello, Ju Barros, Juliana Araújo, Marcelo Neves, Paulo Vitor, RKovacs, Ricardo Munoz e Sophie Reitermann. Todos com uma trajetória internacional bem definida.

 

Colocar na sua parede toda a beleza que surge quando a natureza encontra a arte. Tem lembrança mais feliz do que ter em seu lar ou ambiente de trabalho, uma obra que fará você recordar os deliciosos momentos desfrutados numa praia, praticamente deserta como Corumbau? questiona a curadora.

A natureza é fonte de inspiração para que os artistas possam fazer suas representações em quadros, esculturas e fotografias. Mas é na natureza que podemos encontrar os recursos ou materiais para a realização de obras de arte. Os recursos naturais possuem cores e texturas impressionantes. São elementos de origem animal, vegetal e mineral que oferecem ao artista inúmeras possibilidades de combinações e usos. Assim, alguns materiais naturais foram aplicados em muitas das obras que apresentaremos e, os artistas usaram a sua imaginação para criar incríveis resultados a partir dos tesouros que a natureza nos dá.

 

Serviço

Exposição Coletiva: Arte sob NATUREZA (Mostra de Arte)
Local: Pousada Vila do Sol
Endereço: Estrada do Corumbau – S/N – Prado- Corumbau – Bahia – Brasil
Curadoria: Rosita Cavenaghi
Realização: Art_a3 Gallery
Abertura: 09/01/2014 às 17hrs.
Visitação: 10/01 à 10/04/2024 das 14h às 20h
Evento gratuito – Censura livre

Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói resgatou mais de 2.500 animais silvestre em 2023 

 

Agentes especializados realizaram ainda 300 fiscalizações ambientais e atuaram no combate a focos de incêndios em áreas de proteção 

– A Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói resgatou, durante o ano de 2023, 2.647 animais silvestres em diversas áreas da cidade. Além disso, foram 1572 caranguejos capturados que seriam vendidos ilegalmente durante o período de defeso. Mais de 100 crianças participaram de dinâmicas de grupo com os agentes, que mostraram a importância de preservar o meio ambiente e de cuidar dos animais. Foram 300 fiscalizações ambientais e dezenas de ações de combate a incêndios em áreas de proteção.

Durante o ano de 2024, a Guarda Ambiental pretende reforçar ações e trabalhos de educação ambiental com crianças: os pequenos são multiplicadores de boas práticas ambientais e levam o que aprendem para famílias e comunidades.

“Niterói tem uma extensa área verde protegida. O trabalho de nossa equipe é muito gratificante pois sabemos que estamos fazendo o melhor pelo nosso ecossistema. O trabalho de educação ambiental com as crianças não tem preço. Os olhos brilham e deixamos que se aproximem dos animais com toda a segurança. Elas saem das apresentações com a certeza de que devem preservar a natureza. Os guardas ambientais têm cursos de especialização e estão preparados para todos os tipos de resgate de animais. Quando resgatamos, por exemplo, filhotes de gambás ou pássaros, os alimentamos até com mamadeiras. Não importa o tamanho ou espécie, o carinho com que são tratados é o mesmo”, explica o subinspetor da Guarda, Renato Macedo, responsável pela Coordenadoria.

Dentres as espécies resgatadas pelo grupamento em 2023 estão gambás, corujas, morcegos, lagartos, capivaras, gaviões, pássaros diversos e as temidas cobras. Quando são peçonhentas, as cobras são encaminhadas para institutos especializados e, quando não possuem veneno, voltam para seu habitat natural em unidades de conservação.

Esses animais são capazes de entrar nas casas e já foram encontrados em locais como fendas de prédios, estantes dentro de casas, debaixo de pias de cozinha, em capôs de carros, forros de imóveis e beira de piscinas.

“Além do resgate desses animais, nos últimos dois meses os guardas ambientais da Prefeitura apreenderam e fizeram a soltura dos caranguejos da espécie Uçá, que seriam comercializados ilegalmente. Os crustáceos foram soltos no manguezal de Itaipu, no Parque Estadual da Serra da Tiririca (Peset), na Região Oceânica. Conforme a portaria do Ibama N-52, de 30/09/2003, o período de defeso inicia em 1º de outubro e segue até 30 de novembro para machos e fêmeas, e de 1º a 31 de dezembro para as fêmeas, no estado do Rio de Janeiro. Somente animais congelados inteiros podem ser comercializados, com a apresentação da declaração de estoque emitida pelas autoridades competentes.

O caranguejo-uçá tem um importante papel na natureza. Ele é conhecido como o jardineiro do mangue porque tritura as folhas, ajudando na sua decomposição por fungos e bactérias. Isso gera nutrientes para o solo, a água e a vegetação, e colabora para a manutenção do ecossistema dos manguezais.

Agentes treinados – A Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói é uma equipe especializada que tem treinamento para diversos tipos de resgate de animais e passa por cursos de reciclagem e capacitação. Os agentes podem ser acionados através do telefone 153, que atende no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) da Prefeitura de Niterói. Os guardas possuem cursos de resgate de animais silvestres, primeiros socorros, manejo de fauna, resgate e manuseio de animais peçonhentos, e transporte adequado, entre outras especializações.

“A população está mais consciente de que deve preservar o meio ambiente e conhece o trabalho da Coordenadoria de Meio Ambiente. Por isso houve o aumento de ligações para o Cisp. Contamos com a ajuda da população para continuarmos a proteger os animais silvestres”, destaca o subinspetor Renato Macedo.

Reintegração – A Guarda tem um procedimento para cada tipo de demanda. Após serem acionados, os agentes capturam o animal que, logo em seguida tem suas condições físicas avaliadas pela equipe. Caso não apresente nenhum tipo de ferimento, o animal é reintegrado à unidade de conservação mais próxima.

Os animais que são resgatados e apresentam algum tipo de ferimento são encaminhados para instituições como o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), que fica em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio; Econservation, empresa de estudos e projetos ambientais; o Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas), em Seropédica; ou Instituto Vital Brazil quando é o caso de cobra venenosa.

Fiscalização ambiental e combate a incêndios na mata – Além do resgate de animais silvestres, os guardas ambientais atuam em apoio e combate ao fogo em vegetação em áreas de proteção como o Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit). Para esse tipo de trabalho, eles contam com equipamentos especiais disponibilizados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e Sustentabilidade. Entre eles estão:  bomba costal anti-incêndio de 20 litros; pás profissionais de bico de fibra de vidro; lanterna de cabeça recarregável; luvas que resistem a altas temperaturas; abafadores para ações emergenciais até a chegada do Corpo de Bombeiros; e gaiolas para acondicionamento e transporte de animais silvestres.

As diligências ambientais tiveram o objetivo de verificar se havia algum tipo de devastação em áreas de Mata Atlântica ou invasões em áreas de preservação ambiental. Nesses casos, quando constatam algum tipo de irregularidade, os agentes emitem notificação para cessar a infração e processos são instaurados para averiguações de diversos órgãos públicos.

ENEL RIO REALIZA AÇÃO DE PODA PREVENTIVA EM ITAIPU, NITERÓI

 

A Enel Distribuição Rio dá continuidade ao cronograma de podas preventivas na cidade de Niterói. O objetivo é minimizar o contato da vegetação com a rede elétrica da companhia e que podem causar curtos-circuitos e prejudicar o fornecimento de energia. Desde a última quarta-feira (03) até esta sexta equipes da Enel, com apoio da Secretaria de Conservação de Niterói (Seconser) e da Subprefeitura de Itaipu, farão a execução do serviço ao longo da Avenida Central Ewerton Xavier, em Itaipu.

No total, serão realizadas cerca de 400 podas até o fim desta operação, tornando as redes elétricas da região seguras. O contato de galhos com a fiação e a queda de galhos e árvores sobre a rede são algumas das causas mais comuns de interrupções do fornecimento de energia, especialmente no verão, devido às chuvas e ventos. Em 2023, a Enel realizou cerca de 40 mil podas no munícipio de Niterói.

“Nós temos nos dedicado bastante nestas ações preventivas, sempre contando com o apoio da Prefeitura, e acreditamos que é um trabalho importante para tornarmos nossa rede menos exposta às intempéries do tempo. Tudo é feito com muito cuidado e respeito à vegetação, para que haja um equilibro em nossa operação, sem privar a população também das sombras e da beleza das árvores”, destaca Romolo Yamamoto, responsável pela unidade operacional da Enel em Niterói.

Por lei, a atribuição pelo manejo da vegetação nas cidades é das Prefeituras. No entanto, há uma importante parceria da distribuidora que atua em podas preventivas de galhos próximos à rede elétrica e podas corretivas quando os galhos estão encostando na rede ou apresentam riscos de acidentes elétricos.

A operação realizada durante esta semana em Itaipu está mobilizando cerca de sete equipes diariamente, não apenas para a execução das podas, mas para a realização do recolhimento do material retirado e encaminhamento para descarte apropriado.

Sobre a Enel Distribuição Rio

A Enel Distribuição Rio, subsidiária da multinacional italiana Enel, atende 66 municípios do estado do Rio de Janeiro, abrangendo 73% do território estadual, com cobertura de uma área de 32.188 km². A Região Metropolitana de Niterói e São Gonçalo e os municípios de Itaboraí e Magé representam a maior concentração do total de 2,7 milhões de clientes atendidos pela companhia.

Prefeitura do Rio inicia o uso inédito de drones semeadores para reflorestamento

 

Projeto-piloto será implantado na Floresta da Posse, em Campo Grande

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Clima, iniciou, nesta sexta-feira (5/1), o uso inédito de drones semeadores nos mutirões de reflorestamento. O prefeito Eduardo Paes e a secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula, acompanharam a demonstração da aplicação do equipamento no Mirante do Pedrão, em Botafogo, dentro do Parque Maciço da Preguiça. A adoção da nova tecnologia integra o plano de contingência para amenizar o impacto das ondas de calor para a população. O projeto-piloto desse novo método de trabalho de reflorestamento será na Floresta da Posse, em Campo Grande.

– Com o uso da tecnologia dos drones, vamos conseguir ampliar as áreas verdes da cidade e assim amenizar as fortes ondas de calor, além de deixar o Rio de Janeiro ainda mais bonito – afirmou o prefeito Eduardo Paes.

Os drones semeadores são uma aposta para dar velocidade ao reflorestamento no Rio. Na Floresta da Posse, o drone será usado no plantio de espécies nativas locais, usando a tecnologia da startup franco-brasileira Morfo, parceira da Prefeitura do Rio na empreitada. Eles serão utilizados em áreas de difícil acesso, onde os agentes que realizam o mutirão de reflorestamento tradicional têm mais dificuldades para alcançar.

A Morfo dará suporte às equipes de campo do Refloresta Rio, programa de reflorestamento da Prefeitura do Rio para melhorar a capacidade operacional e a velocidade do trabalho de reflorestamento. Uma equipe com duas pessoas e um drone pode replantar 100 vezes mais rápido um campo do que se fossem utilizados os métodos tradicionais. Outras vantagens são a amplitude da biodiversidade de espécies utilizadas e a redução de custos. Numa ação, pode-se contar com pelo menos 20 espécies nativas, a um valor até cinco vezes mais barato, não só pela rapidez de plantio, mas também porque o plantio com sementes evita a implantação de um viveiro e sua manutenção por vários meses.

A nova solução de reflorestamento não se limita ao lançamento de sementes por drones. O trabalho incluirá o monitoramento das áreas reflorestadas, com fornecimento de dados de forma constante, transparente e de visualização simples em um dashboard personalizado. Este acompanhamento com imagens atualizadas por satélites e drones e a análises de dados permitirá que a Prefeitura do Rio possa melhorar os processos de gestão, além de informar sobre cobertura vegetal, biodiversidade e estoque de carbono nos espaços reflorestados.

– Com o drone, nós assumimos uma responsabilidade por mais áreas verdes. Mas também iniciamos um processo usando inteligência artificial de acompanhamento e de monitoramento de nossas mudas e sementes. Além de acelerar o processo de nossos mutirões de reflorestamento – explicou a secretária de Meio Ambiente e Clima, Tainá de Paula.

– A gente usa o drone para chegar em áreas de difícil acesso para as pessoas. Além disso, ele tem uma utilidade muito grande porque permite ampliar o escopo de reflorestamento. Sendo que o trabalho começa muito antes, com o reconhecimento da área, com a identificação das melhores espécies a serem plantadas naquela região e termina muito depois com o monitoramento de longo prazo justamente daquela área. O drone é a parte central desse trabalho todo – destacou o CEO da Morfo no Brasil, Grégory Maitre.

As etapas do novo modelo de reflorestamento

Tudo começa com o diagnóstico do solo, feito a partir de imagens de satélite e de drone, para mapear a topografia, os recursos hídricos e a cobertura vegetal existente – se é composta de vegetação nativa ou de espécies invasoras, por exemplo. Em laboratório, outras características são analisadas, como a compactação, a umidificação e a composição mineral e orgânica.

– Mesmo se tratando de um único bioma, de acordo com o estado do solo, a área pode ser dividida em subáreas, cada uma recebendo uma preparação diferente, por exemplo – disse Tainá de Paula.

Com o estudo em mãos, a próxima etapa consiste na identificação de, no mínimo, 20 espécies nativas com mais chances de sucesso para aquele solo, incluindo variedades dos três estágios da sucessão ecológica, como plantas rasteiras, arbustos e árvores. Essa seleção também é feita em laboratório, com testes que avaliam a taxa de germinação, as substâncias necessárias para a fixação e crescimento e quais podem ser plantadas in natura e quais vão precisar serem envoltas por uma cápsula nutritiva.

Após essa definição, o plano de plantio é feito por inteligência artificial, que calcula quais sementes serão plantadas em quais áreas, junto com quais espécies, a proporção de sementes de cada uma delas e a quantidade necessária para cada espaço, criando padrões de plantio complexos, a chamada “plantação inteligente”.

A terceira etapa é a dispersão das sementes encapsuladas e in natura de acordo com o plano, feita com uma equipe de duas pessoas e um drone. Uma das vantagens desse método é a facilidade de logística para áreas de difícil acesso, sem a necessidade de deslocamento de uma equipe numerosa, tornando o processo mais seguro para os colaboradores envolvidos. Além disso, o drone tem todo o plano de voo pré-determinado, a fim de garantir o nível máximo de segurança para a equipe.

Como um único drone é capaz de dispersar 180 cápsulas e sementes das múltiplas espécies por minuto, chega a ser até 100 vezes mais rápido do que soluções tradicionais de reflorestamento, reduzindo o tempo de permanência da equipe em locais isolados. O método também dispensa os meses de nutrição em viveiro das mudas, assim como o transporte delas até a região do plantio.

Com as sementes no solo começa a etapa de monitoramento, feito com imagens de satélites e de drones, que utilizam inteligência artificial para estudar a evolução da cobertura vegetal e também da biodiversidade. Essa avaliação também permite detectar imprevistos, como eventos climáticos adversos ou o surgimento de espécies invasoras. Todas essas informações ficarão disponíveis em uma plataforma, à disposição da Secretaria de Meio Ambiente e Clima, para que o trabalho possa ser acompanhado.

Mutirões de reflorestamento na Floresta da Posse

Na Floresta da Posse, a SMAC tem o objetivo de realizar o reflorestamento total da Serra da Posse. Na unidade de conservação de Mata Atlântica, localizada em Campo Grande, serão plantadas 160 mil mudas de árvores. Nos últimos anos, já foram plantadas 62 mil mudas de mais de 100 espécies, ampliando a área de mata para 950 mil metros quadrados, equivalente a 95 campos de futebol. Também serão realizadas ações de recuperação de mananciais e de proteção da fauna e flora nativas.

Refloresta Rio

Desde o início do Refloresta Rio, nos anos 1980, foram reflorestados o equivalente a 3.600 campos de futebol e plantadas mais de 10 milhões de mudas, em mais de 200 comunidades atendidas com serviços ambientais, gerando vários benefícios para a população.

Em 38 anos de vida, o programa de reflorestamento da Prefeitura do Rio teve a participação de mais de 10 mil colaboradores e voluntários, hoje o programa conta com cerca de 470 mutirantes (voluntários com ajuda de custo). Desde 2021, já foram plantadas mais de 368 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica com uma diversidade que já ultrapassou mais de 168 espécies nativas do Bioma. Mais de 60% dos plantios foram realizados Zona Oeste, principalmente na APA de Inhoaíba, Santa Eugênia e Cantagalo, na ARIE da Serra da Posse e na Serra de Sulacap.

Unidades da Rede Municipal de Educação de Niterói passam por obras durante o período das férias

Intervenções estão sendo realizadas para preparar as escolas para a volta às aulas
 – Unidades da Rede Municipal de Educação de Niterói estão passando por obras de infraestrutura durante o período de férias escolares. As intervenções estão sendo realizadas para preparar as escolas para a volta às aulas, com melhorias do ambiente escolar para receber os alunos e profissionais. Atualmente, cerca de 25 unidades estão recebendo reparos como pintura, impermeabilização e troca de revestimento, além de obras do PROCozinha, o Programa de Reestruturação e Organização das Cozinhas Escolares. A climatização também está sendo intensificada.

De acordo com o presidente da Fundação Municipal de Educação (FME) e secretário Municipal de Educação, Bira Marques, os investimentos em infraestrutura são prioritários na Rede. Desde o ano passado, cerca de 40 escolas receberam melhorias e reformas nas salas de aula, ambientes externos, quadras e muito mais.

“Investir na melhoria da infraestrutura é dar melhores condições de aprendizado para as nossas crianças. Desde o ano passado, estamos intensificando as obras nas unidades. Estamos aproveitando esse período de férias para realizar as obras mais estruturantes sem atrapalhar o dia a dia escolar”, reforçou Bira.

No ano passado, a FME adquiriu cerca de mil novos aparelhos de ar condicionado, renovando a climatização de salas de aula e refeitórios. As instalações estão sendo intensificadas neste período de férias. A previsão é que 100% das salas de aula e refeitórios estejam climatizados até março.

A FME lançou, também no ano passado, o PROCozinha, com o objetivo de investir na modernização, readequação da infraestrutura, valorização profissional, segurança e saúde do servidor. Neste recesso de janeiro, 15 unidades estão com intervenções neste âmbito, sendo três delas com obras maiores: E. M. Dr. Alberto Francisco Torres (Centro), UMEI Maria Luiza da Cunha Sampaio (São Francisco) e E. M. Padre Leonel Franca (Santa Rosa). O Departamento de Obras e Manutenção da FME está realizando a ampliação das cozinhas e refeitórios, instalação de coifas, reforma da despensa, entre outras intervenções.

Outras 10 unidades da Rede recebem outros tipos de reparos, que ocorrem em todo o ambiente escolar, desde pintura dos espaços internos e externos, impermeabilização de caixa d’água, substituição de rede de esgoto, manutenção do telhado, melhorias nas quadras e pátios, entre outros.

Uma delas é a Escola Municipal Noronha Santos, no Fonseca, onde estão sendo realizadas a substituição da rede de esgoto da cozinha, troca de piso, reforma do tanque e troca do revestimento.

Expansão – A Rede Municipal de Educação de Niterói ainda passa por um processo de expansão. Neste ano, quatro novas escolas serão entregues: as Unidades Municipais de Educação Infantil (UMEIs) de Jurujuba, Ponta d’Areia e Fonseca, além da Escola Municipal Fagundes Varella, no Engenho do Mato, que vai ofertar Educação Infantil e Ensino Fundamental. Ao todo, serão quase mil novas vagas.

Restaurante Teva, em Ipanema, apresenta novidades no menu 

Ano Novo, cardápio novo. O Teva, restaurante 100% vegetal em Ipanema do chef Daniel Biron, começa 2024 com novidades no menu – do principal à sobremesa, passando pelo bar – que são a cara do verão.

 
A começar pelas saladas, a de abacaxi thai vem com abacaxi grelhado, bifum, repolho roxo, pepino, coentro, hortelã, vinagrete de capim-limão, cebolinha e amendoim Coopernatural (R$ 56) e a panzanella, com tomates cereja e seco Vale do Formoso, rúcula, manjericão, croutons de pão italiano Sítio do Moinho e parmesão Basi.co (R$ 52). Ainda há a opção de incrementar os pratos com tempeh à milanesa ou tofu (R$ 14).

 
Fresco e colorido é o rolinho de verão (R$ 44, 2 unidades), feito com massa de arroz, bifum, alface, vegetais, shiitake Do Vale cogumelos, tofu, manga, castanha de caju, hortelã, coentro, manjericão e molho ponzu.
 
Dois clássicos surgem em versões revisitadas. É o caso da casquinha de palmito (R$ 38), feita de palmito pupunha In Natura, com mix de pimentões, aipo, pimenta dedo-de-moça, leite de coco feito na casa, azeite de dendê, coentro, alga nori, farinha de mandioca torrada no dendê e limão, e os tostones com salsa de manga (R$ 38), que são chips de banana-da-terra verde fritos, com jaca Sinal do Vale ao molho barbecue, chimichurri, salsa de manga, tomate, cebola roxa e coentro.
 
Outros dois clássicos do Teva voltaram ao cardápio: o raviolone (R$ 78), massa artesanal com farinha Mirella recheada de ricota de tofu, mozzarella Basi.co e cogumelos, molho cremoso de castanha, panko e azeite trufado Empório Tarrtufi, e o arroz aromático Birmanês (R$ 74), arroz jasmim cozido com cúrcuma e capim-limão, gengibre, shiitake, ervilha, bokchoy, coentro, cebolinha, cebola frita e limão taiti.
 
Além disso, todos os dias tem um vegetal da estação preparado de forma surpreendente com molho feito na casa por R$ 38.
 
De sobremesa, a irresistível torta pecan (R$ 42), com massa sablée, nozes pecan Coopernatural, tâmaras Medjool, sorvete Naveia de baunilha, calda de caramelo e pecan caramelizada, panna cotta tropical (R$ 36), creme de coco com castanha de caju, rum, salsa de abacaxi caramelizado com manga, coco ralado tostado, hortelã e raspas de limão.
 
No bar, mais novidades. Daiquiri de banana, feito com Rum Havana 3, rum de banana, suco de limão e xarope simples. Margarita de acerola, com tequila prata, cordial de acerola, suco de limão taiti e sal temperado e o pegasus, Whiskey Jameson, maracujá com hibisco, limão-siciliano, perfume de Chivas, cherry bitter e água com gás. Todos a R$ 40.
 
 
Serviço:
 

Teva

Av. Henrique Dumont 110B, Ipanema

Rio de Janeiro 21 3253-1355

Horário de Funcionamento: terça a sábado, de meio-dia até meia-noite, domingos de meio-dia às 22h.

Exposição que reúne obra de pacientes do HPJ no Museu Janete Costa é  prorrogada até o final do mês

– A  exposição “As Artes e os seus destinos”, que estreou em dezembro e teve a sua temporada no Museu Janete Costa de Arte Popular, que reabre após recesso de fim de ano na próxima segunda-feira (08), foi  prorrogada  até o próximo dia 28 de janeiro. Ela apresenta ao público obras oriundas das Oficinas de Artes Colagistas, realizadas durante todo o segundo semestre de 2023 no Hospital Psiquiátrico de Jurujuba (HPJ), que mostram todo o talento artístico dos usuários da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) de Niterói.

A secretária municipal de Saúde, Anamaria Schneider destacou a oportunidade do trabalho feito pelos usuários poder estar acessível para o público. “É muito importante para essas pessoas ver o seu trabalho artístico em evidência e sendo reconhecido pelo público. Esse é um importante passo no processo de integração e socialização dos usuários da saúde mental, tendo acesso não só à saúde, mas também à cultura e bem-estar”, enfatizou.

O presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), Fernando Brandão, fez questão de valorizar a parceria entre as secretarias nesse processo.

“Através dessa interlocução das artes com a saúde. Principalmente essa atenção psicossocial, você tem o HPJ que é uma referência para todos nós e você tem também a UFF envolvida nesse processo, pra gente é muito grandioso e muito valioso”, avalia.

Sérgio Bezz, diretor do HPJ, explicou que a exposição faz parte do trabalho de acolhimento que o hospital faz e que permite a possibilidade dos pacientes, que muitas vivem no seu mundo particular e subjetivo, criarem através da música, literatura, teatro ou aqui neste caso, o das artes.

“Esses pacientes a partir da sua produção passam a ter um pertencimento a um campo da cultura e das artes como artistas efetivamente, isso pode gerar para muitos deles uma função de existência que é fundamental. Há todo um argumento em torno dessa exposição que é a relação dos pacientes com a comunidade, este campo intersetorial que a gente trabalha é parte do próprio conceito da saúde que não fica mais restrito a abordagem da doença, mas sim como um conceito que é multifatorial e que implica com fatores da cultura, moradia, educação, o cuidado com o corpo e também essa via das artes. Isso tudo é saúde”, explica.

A exposição foi organizada pelo Laboratório das Artes, uma parceria entre a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Secretaria Municipal de Saúde, através da Assessoria Cultural do HPJ, coordenado pela psicóloga Clara Lobo.

“Ela traz obras, invenções e relatos de processos artísticos daquelas e daqueles que têm suas vidas marcadas tanto pelos serviços de saúde mental, quanto pelos encontros com a arte. Entendendo a arte como gesto e como resto capaz de instaurar processos materiais e imateriais a partir do ordinário e do extraordinário do cotidiano”, afirma.

Serviço:

As Artes e Seus Destinos
Abertura: Quarta-feira, dia 13 de dezembro de 2023, às 11h

Visitação: 13 de dezembro a 28 de janeiro de 2024
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 17h

Evento gratuito
Classificação: livre

Local: Museu Janete Costa de Arte Popular
Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178 – São Domingos, Niterói