A Galeria E.Mardine Arte apresenta a exposição ‘Os Mardines’, no Shopping Cassino Atlântico, trazendo uma correspondência plástica entre pai e filho, a partir de 16 de junho

 
 
 
 
A Galeria E.Mardine Arte abre a exposição “Os Mardines”, com pinturas dos artistas Edson Mardine e Edson Mardine Junior,  pai e filho, trazendo uma correspondência plástica, uma união de raízes profundas baseadas na admiração mútua, porém respeitando cada aprendizado individual em suas obras. Formas geométricas de cores marcantes ao lado de abstratos azuis que lembram o movimento do mar, obras inéditas e outras pertencentes ao acervo, estarão expostas nos corredores e na galeria 309, no 3º piso do Shopping Cassino Atlântico, com curadoria de Luiz Antonelli, a partir de 16 de junho.
 
 

Texto crítico – “O Mar que os une”


Edson Mardine


Por toda a história, assistimos a vidas que compuseram potentes obras. A arte sobrevive a diferentes formações, a mãos, olhares, espíritos de tempo. Hoje, encontramos olhares que se mostram cada vez mais atentos a identidades que incorporaram, sobretudo, a ideia de liberdade como força da alma do artista.

Deparamo-nos com a obra de Edson Mardine, artista que iniciou sua carreira no campo dos empreendimentos, sem perder de vista o interesse pelo universo da arte. Ao longo de seus 80 anos, colecionou diversas viagens pelo mundo e, com seu olhar atento, construiu um vasto capital cultural. Na busca por uma experiência com a visualidade, alimentou sua presença em acervos de museus de países pelos quais andou e suas culturas.

O interesse pelas artes o transformou em um colecionador que vem adquirindo obras importantes da nossa história ao longo de seis décadas. Em termos curatoriais, seu olhar artístico para composição de acervo é fascinante: sua coleção é plural e extensa, exibindo o diálogo forte entre as obras que, juntas, assumem um sentido poderoso. Neste acervo, encontramos autorias que exibem trabalhos conectados a uma plasticidade figurativa incorporada de noções das modernidades que eclodiram ao longo de diferentes períodos, tais como Anita Malfatti, Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, ou de artistas que fluíram por uma perspectiva mais abstrata, como Burle Marx.

Percebemos como a conexão com o mundo dos leilões e o exercício de pensar uma coleção atuaram na consolidação do olhar do artista em sentidos mais amplos, funcionando como uma espécie de formação do olhar. Elemento percebido nas conexões que sua produção apresenta com tradições de representação. Mardine se transforma em um colecionador plástico, mas não só: coleciona também experiências de vida e memória, uma árvore genealógica permeada de diálogos com culturas distintas, compondo uma identidade artística consistente.

Em termos estéticos, notamos em seu trabalho o apreço por uma pincelada forte que se desenvolve de modo alongado ou breve, culminando numa força vigorosa da ação em tela. Este elemento iconográfico nos aponta movimentos que se inserem em tradições mais abstratas, sem, no entanto, se distanciar de uma ideia de composição muito presente nas pinturas de artistas que nascem de uma formação acadêmica e se dedicam ao gênero de representações de paisagem, por exemplo. Essa combinação de perspectivas e influências remonta a um diálogo entre o mundo figurativo e o abstrato.

É importante destacar essa força como o elemento que nos guia e conduz nosso olhar por sua extensa produção; por mais que sua obra apresente uma pincelada mais solta, não é a geometria que sustenta a sua pintura, e sim a fluência do nascimento das formas. Nesse ponto, não podemos perder de vista como o pensamento construído enquanto colecionador reflete em suas obras de arte, reafirmando a ideia de aproximação do espaço entre dois mundos: o tangível e o sensível.

As obras que exibem abstrações azuis, quando colocadas juntas, refletem um grupo poderoso de telas que apontam para significados sólidos e pensam a força da tradição de pintores que vieram antes dele – e, mais uma vez, notamos a força da influência das modernidades. Na acrílica sobre a tela, a mistura do azul vai ganhando gradações intensas e variadas que, ao se fundir a tons mais claros e escuros, encontram verdes ou, ainda, outras feições cromáticas, ultrapassando a racionalidade que ganha significado inserida na ideia de certa frieza emitida pelo tom azul. Os sentidos reverberam e invadem um universo mais etéreo e espiritual que é apresentado por meio das cores artificiais, aludindo a mundos imaginados, ao mundo dos sonhos e dos símbolos que beira a significações de uma mística, transformando formas visivelmente abstratas em sentidos capazes de ultrapassar o mundo do que pode ser visto.

Chegamos ao território fértil da abstração e sua capacidade de representar o invisível, de tangenciar o mundo sensível, de ultrapassar tudo o que pode ser visto e nos colocar diante da ideia cuja forma possível de expressão, muitas vezes, não pode ser encontrada no campo das palavras. Estamos falando de sentimentos vislumbrados em tela. A pincelada que desliza sobre a tela toca outra pincelada que a sobrepõe e forma, nesse movimento, um emaranhado de sentidos que fluem e impactam à maneira como respiramos ou sutilmente nos portamos diante da imagem. Todas essas pequenas sutilezas são atravessadas em nosso corpo.

Aqui evoco Arthur Rimbaud, que nos lembra: “Il s’agit d’arriver à l’inconnu par le dérèglement de tous les sens”. O poeta simbolista francês nos comunica, por meio de seu pensamento filosófico e, por que não, psicanalítico, aquilo que a arte clama por dizer; traduzindo: trata-se, portanto, de atingir o desconhecido pelo desregramento de todos os sentidos.

E, nesse mar de pinceladas desregradas, formatamos, enquanto observadores, figurações construídas a partir da nossa capacidade individual de dialogar com as cenas, ou melhor, com as pinceladas, ou melhor ainda, com a representação do mar. Nosso olhar armado de uma subjetividade própria captura a ideia de furor e movimento; da ação; da correnteza do mar, capaz de conduzir corpos, ou dos céus e seus mistérios… vá saber. A aproximação dessas duas produções plásticas conecta não somente pinceladas, mas, sobretudo, aproxima os cursos de duas vidas.

Mardine Júnior

Até o início dos anos 60, as obras de arte pertenciam a basicamente duas categorias: pintura e escultura. Michael Archer aponta que, durante essa década, outros formatos desafiavam esse “duopólio”; na atualidade, é possível perceber como essas práticas exerceram força sobre o universo das formas, levando a expressão artística contemporânea a um espectro amplo.

O pensamento artístico de Mardine Júnior nasce da amplitude desse mar de influências contemporâneas que se tornaram solo fértil da consolidação de um gosto que o acompanha por diferentes fases da vida. Na infância, já se aventurava pelo campo da abstração e construía um universo lúdico próprio por meio de experimentações plásticas de formas abstratas. No início da fase adulta, flertou com o universo da música, sem, no entanto, se desconectar do interesse pelas experiências plásticas.

Iniciou sua carreira com a formação em Direito e, posteriormente, se aprofundou nos estudos sobre filosofia, o que proporcionou um pensamento intelectual que o levou a uma carreira no campo dos empreendimentos. Mantendo seu interesse pelo universo das artes, cultivou como hábito longas caminhadas por museus de diferentes lugares do mundo, ampliando seu capital cultural. Transformou-se em um colecionador de importantes obras de arte e reúne um coerente e forte grupo em sua coleção que também funciona como uma espécie de força motriz na direção da formação de seu olhar artístico.

Em meio ao mar revolto em que o mundo se transformou durante o período pandêmico, o infortúnio culminou em uma união de Mardine Júnior e seu pai, que, juntos, compartilhando do mesmo ateliê, uniram a força de suas pinceladas expressivas e viscerais. Esse ato é responsável por despertar o retorno das mãos do artista para o universo da criação. Passou a se dedicar a explorar o mundo da abstração, voltado para experimentações que visam um aprofundamento em estruturas geométricas e desenhos que apresentam um grafismo forte. A partir de técnica mista, experimenta a força da acrílica sobre a tela, revelando uma produção que exibe um diálogo cromático de tons ocre, cores primitivas nascendo de pinceladas mais curtas, por vezes extensas.

Inserido no universo geométrico, o artista retoma o sentindo de outro tipo de mar: o mar do concreto que impera pelos contornos das ruas das cidades e exibe formas rígidas, o mar das estruturas de grades, o mar das ruas e de pessoas que nelas transitam. Em seu trabalho, é possível perceber um interesse por movimentos artísticos que se aprofundaram em uma abstração específica de um aspecto matemático das formas, conectado, por exemplo, ao vanguardismo exibido pelos artistas da Bauhaus e suas conexões com o universo da arquitetura.

Como um flâneur, termo derivado do pensamento do poeta Baudelaire, o artista se apresenta como uma figura andante pelas multidões; flanante, explora o espaço urbano e dele extrai observações. Nessas explorações, seu olhar artístico se faz guia de seu espírito e o leva ao interesse por objetos que se fundem a suas produções, reverberando na mistura da técnica.

Dessa narrativa, nasce a obra que se transformou numa espécie de norte para essa curadoria. O conjunto de sancas nos faz lembrar da força compositiva tão presente nas obras de artistas do movimento decadentista do fin-de-siècle. A presença do tempo ganha vida e força, dialogando com o ocre, marrom, dourado e com pinceladas soltas do plano de fundo sépia. As estruturas da composição estão presentes e exibem o vigor geométrico que se dilui e se conecta ao pensamento de quem observa. Mais uma vez, percebemos a aparência da abstração como fio condutor do mar de percepções e protagonista do diálogo das formas.

Ao observar a vastidão de sua produção, notamos que os tons terrosos vão aumentando a sua temperatura, e a consolidação no universo cromático se dá sem perder de vista uma espiritualidade invisível na vidência das formas. A forma repete a estrutura compositiva de grades e conecta os aspectos geométricos a símbolos que ultrapassam a cena, dialogando, assim, com a obra de seu pai, com os sentimentos subjetivos de quem observa, por meio da forma que se modifica e passa a representar cores mais diversas e plurais.

Historiadores da arte escrevem sobre a existência de uma vida própria das obras. Neste pensamento, as mãos do artista ganham uma espécie de força de uma inteligência própria, o que amplia o universo da arte, uma vez que não estamos mais falando apenas do pensamento e intenção dos artistas, e sim do pensamento da obra enquanto sujeito e do que esse coletivo de indivíduos plásticos pode, junto, representar.

As obras de arte emitem sinais em seu universo particular e se comunicam entre si, estabelecem diálogos, e nós, como público, assistimos ao poder dessas imagens em imprimir sentimentos em cena. E assim, portanto, passamos a interpretar e discorrer acerca do pensamento do objeto e das emoções que ele suscita em nós. A inteligência das mãos dos artistas constrói narrativas abstratas que conectam a arte a um histórico.

Nesta exposição, temos a oportunidade de observar, lado a lado, um diálogo formidável entre a produção plástica de dois artistas. Por meio do fluir da força da cor, da abstração, da pincelada visceral capaz de colocar sentimentos em forma, somos conduzidos ao movimento que se constrói e deságua num mundo próprio criado por pai e filho, que faz parte desse MAR que os une – pelo nome, pela arte, pelo sangue e pela vida.

 

Brenda Martins de Oliveira


Sobre  Edson Mardine


Edson Mardine inaugura sua carreira no campo dos empreendimentos e se dedica ao longo de seus 80 anos como colecionador de arte. Seu interesse pelo universo da arte o levou a variados museus por diversos países do mundo o que colaborou ricamente para a construção de um olhar apurado, uma coleção de arte plural e consistente com nomes de grande importância para a historiografia da arte.


O olhar artístico que começou a ser construído, enquanto colecionador, culminou em um artista plástico de produção voraz e pinceladas viscerais. A partir da acrílica sobre tela é possível perceber uma técnica que se aproxima das experimentações plásticas de artistas contemporâneos, sem perder de vista a força de um histórico de pintura que se inserem em diferentes tradições, sobretudo, a de representações de paisagens.


Nesta exposição o artista apresenta 10 obras em acrílico sobre tela, que refletem a força de sua pincelada abstrata, nos conduzindo a narrativas próprias em diálogo com nossas emoções. Além dessas, serão expostas  mais 20 obras que fazem parte do acervo da galeria.

 

Sobre Edson Mardine Junior


Mardine Júnior inicia sua carreira a partir da formação em Direito e, posteriormente, especialização em Filosofia, permitindo-lhe um pensamento intelectual e o levando a construir uma carreira no campo dos empreendimentos. O gosto pela arte sempre o acompanhou em diferentes fases da vida. Ainda quando criança, o artista já se aventurava pelo campo da abstração e construía um universo lúdico próprio por meio de experimentações plásticas de formas abstratas, o que na fase adulta o levou para uma imersão maior no universo da música.


O gosto pela abstração e o apreço pelo colecionismo são características que herdou do pai, uma vez que o artista, da mesma forma, constrói um olhar artístico apurado a partir de diversas visitas a importantes acervos museológicos em vários países. Sendo um colecionador de obras de importantes nomes da nossa historiografia da arte.


Como artista plástico,suas produções nascem do interesse por movimentos artísticos que se aprofundaram na abstração e geometrização de formas, como a Bauhaus e suas conexões com a arquitetura. O artista retoma seu contato com a pintura durante a pandemia no ateliê ao lado do pai. Apresentando uma similar força visceral visível em suas pinceladas, no entanto, se dedicando a explorar com mais profundidade o universo da geometrização dos desenhos que apresentam um grafismo forte. Por meio de técnicas mistas e sobretudo, acrílico sobre tela, observamos nesta exposição 10 obras que apresentam um formidável diálogo cromático, perceptível em outras 20 obras do artista que também fazem parte do acervo da galeria.

 

 

 

Exposições individuais

Galeria Maria de Lourdes Mendes de Almeida – Ipanema RJ (Cândido Mendes) – 19 de janeiro a 28 de abril

Pequena Galeria, Rua da Assembléia 10 – Centro RJ (Cândido Mendes) – 15 de março a 15 de junho

Sobre o Shopping Cassino Atlântico



O Cassino Atlântico era um dos cassinos que ficavam na praia de Copacabana. Durante a década de 1930, jogos de bacará, campista, roleta, black jack e carteado atraíam a sociedade carioca e pessoas de outras cidades (do Brasil e do mundo) ao local. O prédio do antigo Cassino Atlântico foi demolido nos anos 1970 para dar lugar ao novo hotel. Muitos momentos históricos foram vividos no Cassino, entre eles, os shows de Carmem Miranda, que era presença certa no local.


O Shopping Cassino Atlântico foi criado há cerca de 40 anos e abriga, em sua maior parte, lojas de antiguidades e galerias de arte, que trazem artistas consagrados no Brasil e no exterior. Passada a pandemia, o local reinventou-se e apostou na diversificação, com restaurantes, coffee shop, eventos em seus corredores, abertos aos hóspedes do hotel e ao público em geral. Sofisticação e conforto, entre o mar e a arte, em um só local, que vai agradar aos mais exigentes!

Instagram: @cassinoatlanticoshopping 

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

 

Serviço

Exposição: ‘Os Mardines’

Nome dos artistas: Edson Mardine e Edson Mardine Junior

Curadoria: Luiz Antonelli

Apresentação critica: Brenda Martins
Coordenação técnica: Beth Padula
Coordenação de Acervo: Jéssica Matta

Fotografia e marketing: Estação Criativa

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Data de abertura: 16 de junho a partir das 17h

Data de visitação: 17 de junho a 15 de julho de 2023

Local: Galeria E.Mardine Arte (loja 309) e corredores – 3º piso

Instagram: https://www.instagram.com/emardinearte/

Site:  https://emardinearte.com.br/

Shopping Cassino Atlântico – Av. Atlântica, 4.240 – Copacabana, RJ

De segunda a sexta, das 9h às 18h e sábado das 9h às 17h

 

Terça-feira de ondas pesadas para o segundo dia de disputas do Itacoatiara Pro Bodyboard World Contest

 

– O segundo dia do Itacoatiara Pro, 3ª etapa do Mundial de Bodyboarding, foi marcado pela eliminação do atual bicampeão mundial, o sul-africano Tristan Roberts. O mar de ondas grandes da praia niteroiense também surpreendeu o chileno Joaquin Soto que perdeu a prancha e precisou ser resgatado pelo jet ski de salvamento do evento.

“Parece que o mar dobrou de tamanho, vem correnteza de tudo que é lado, mas ainda bem que passei”, avaliou o baiano Gabriel Braga, um dos seis brasileiros que ainda estão entre os 24 atletas que batalham pelo título da competição. A melhor onda desta terça-feira (13) também ficou com um brazuca, o cearense Zacarias Nunes, com uma nota 9.

As previsões meteorológicas apontam ondas maiores para esta quarta (14), entre 4 e 5 metros. “Para amanhã, vamos avaliar as condições gerais do mar. Apesar dos participantes serem profissionais, de alta performance e rendimento, a segurança deles vem sempre em primeiro lugar”, advertiu Giuliano Lara, diretor da competição e idealizador do Itacoatiara Pro, não descartando suspender as disputas caso seja necessário.

O evento avançou até o round 5 e agora temos apenas os 24 melhores atletas na disputa dos R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) oferecidas pelo Itacoatiara Pro, último evento da perna sul americana que iniciou no Chile.

Depois do Brasil, o tour passa por Maldivas, Marrocos, França, África do Sul e Ilhas Canárias.

Quem quiser acompanhar o Itacoatiara Pro 2023 pode acessar o canal da International Bodyboarding Corporation (IBC) no Youtube, pelo endereço: https://www.youtube.com/@IBCWorldTour, que chegou a ter quase 50 mil visualizações, em momentos de pico, durante essa terça-feira de mar agitado em Itacoatiara, Niterói

 

 

MPRJ obtém bloqueio de redes sociais de influenciadoras que ofereceram banana e macaco de pelúcia a crianças negras  

A 1ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude de São Gonçalo obteve, nesta terça-feira (13/06), o bloqueio das redes sociais das influenciadoras digitais Nancy Gonçalves Cunha Ferreira e Kerollen Cunha, que ofereceram, em vídeo publicado nas plataformas, uma banana e um macaco de pelúcia a duas crianças negras. A decisão, da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca de São Gonçalo, bloqueia, pelo prazo de seis meses, os perfis e conteúdos das influenciadoras no Youtube, Instagram e TikTok, além de determinar que ambas fiquem impedidas, pelo mesmo período, de criar novos perfis nas redes sociais, bem como de se apresentar de qualquer forma em outros perfis, sob pena de multa diária de R$ 5 mil. O Juízo também ordenou a remoção dos vídeos, nos perfis informados, com conteúdo que viole direitos infantojuvenis.  

A ação foi proposta, inicialmente, por um deputado estadual integrante da Comissão de Assuntos da Criança, do Adolescente e do Idoso da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, e que não pôde ser parte legítima para propor a demanda por não estar entre os legitimados constantes do artigo 210 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).  

Em seus argumentos, a 1ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude de São Gonçalo destaca que as influenciadoras são titulares de canais nas três plataformas, apresentando diversos vídeos com a participação de crianças, adolescentes e idosos. O vídeo amplamente divulgado, em que uma das requeridas distribuiu banana e um macaco de pelúcia a crianças negras, inferindo a prática de racismo, é objeto de investigação pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, sendo necessária a apuração pelo Ministério Público quanto a possíveis infrações ao ECA, em razão da exposição de crianças a situações vexatórias e degradantes, cujas visualizações são potencializadas pelo número expressivo de seguidores inscritos nas redes sociais das influenciadoras, que superam a marca de 14 milhões de pessoas.   

Além disso, a peça inicial ressalta que Nancy é microempresária individual, proprietária da empresa Kerollen e Nancy, cujo objeto é a atividade de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão, o que levanta a suspeita de que os vídeos com conteúdos discriminatórios e vexatórios possam ter sido “monetizados”, gerando lucros às duas requeridas.   

“É fato que as imagens publicadas nas redes sociais das requeridas, as quais oferecem como ‘presentes’ para as crianças bananas e um macaco de pelúcia, filmando suas reações, expõem menores a situação vexatória e degradante. Como bem consignado na peça inicial, as redes sociais das requeridas somam cerca de 14 milhões de seguidores, o que fez com que as publicações tivessem ampla repercussão. A Constituição Federal assegura a todos o direito à proteção dos direitos fundamentais, dentre os quais, o direito à liberdade de expressão. No entanto, o seu exercício por meio das redes sociais não é amplo e irrestrito e está condicionado à preservação de outros direitos fundamentais igualmente tutelados, como a dignidade da pessoa humana”, diz um dos trechos da decisão.  

Ângela Siqueira toma posse na Casa da Amizade

Nesta terça feira, ,13 de junho, numa solenidade leve, alegre e repleta de amigos, tomou posse, na Presidência, ,juntamente com seu Conselho Diretor, Angela Cristina Curi Ferreira de Siqueira, para gerir o período 2023-2024 da Casa da Amizade das Rotarianas e Senhoras dos Rotarianos!
A Casa da Amizade abriu seus enormes braços para receber todos num delicioso almoço com Buffet de Beth Schuller e Cerimonial de Débora Maia!
Uma tarde festiva regada a muita alegria e companheirismo!
A Presidente Angela Cristina estará representando o Rotary Club de Niterói Norte!

 

Na foto, a presidente anterior da casa da amizade, Maria Auxiliadora Xavier, Dora como era chamada e a atual, Ângela Siqueira.

Jorge Ventura lança o livro “Outras Urbanas”, com poesias que tratam da relação do homem consigo mesmo e com a realidade dos centros urbanos

 
 
 
escritor Jorge Ventura lança o livro “Outras Urbanas”, onde, no auge de sua maturidade poética, trata da relação do homem consigo mesmo e com a sociedade que o cerca nas grandes cidades, com poesias que jogam luz no que há de mais prazeroso, alucinante e, ao mesmo tempo, de mais caótico e decadente nos centros urbanos.
 
 
A característica primordial desta obra está na junção do signo verbal ao icônico (desenhos, fotos, imagens, alternância do preto e branco no fundo da página e/ou na mancha do texto), num belo projeto editorial da Ventura Editora, com execução/montagem do designer Gustavo Gama, e desenhos de  Val Mello, fazendo o leitor transitar entre o poético e a realidade.
 
 
O lançamento de “Outras Urbanas” será no dia 10 de julho (segunda-feira), no Bar / Restaurante Ernesto, Rua da Lapa, 41 – Centro/RJ, das 18h às 21h30, durante o evento Te Encontro na APPERJ.
 
 
 
CONVITE À REFLEXÃO por César Manzolillo


“Quando as estrelas começarem a cair, me diz, me diz pra onde é que a gente vai fugir?” – Renato Russo

Penso que qualquer manifestação artística deve ser realizada da forma mais livre possível, sem amarras ou regras rígidas. Apesar disso, no que diz respeito à coletâneas literárias (reunião de contos ou de poemas, por exemplo), julgo que a proposta se torna mais satisfatória quando o autor, mais do que uma junção pura e simples (muitas vezes aleatória) de textos, decide pôr sua capacidade criativa a serviço de um projeto. Em outras palavras, os textos que compõem a publicação dialogam entre si, formando um conjunto coeso e harmônico.

Essa é claramente a opção de Jorge Ventura, que agora nos traz este belo Outras Urbanas. Aqui, os poemas apresentam temática urbana, e as máculas da cidade recebem um olhar poético. Ventura é autor de múltiplos recursos, dono de uma sólida obra poética, enriquecida agora com este título que você tem nas mãos. (…)

 
 
(…) Com este livro, Jorge Ventura oferece ao leitor, além do deleite estético, a possibilidade de reflexão, algo fundamental na vida de qualquer ser humano. Assim, sugiro que você avance logo algumas páginas e comece a leitura, deixando-se impregnar pelo talento impermisto contido neste necessário Outras urbanas.
 
 
 

OUTRAS URBANAS /OUTRAS VISÕES  por Adriano Espínola



Quando Baudelaire cruza com uma majestosa mulher, em uma rua agitada de Paris, certo de que nunca mais tornará a vê-la, ou quando avista uma esplêndida carniça em uma esquina ou, ainda, quando nos fala da perda da sua aura de poeta sublime no lamaçal da rua, está, com essas peças, sugerindo um novo espaço do acontecimento poético: o espaço da grande cidade. Diferentemente do locus romântico, que instava o poeta a refugiar-se na natureza e a cantá-la, certo de que ali poderia fundir e aplacar a sua subjetividade atormentada, o seu Eu nostálgico em busca do absoluto, o autor de As flores do mal (1857) vai surpreender na cidade uma nova e insuspeitada beleza, “metade transitória, metade eterna”. A beleza da própria modernidade. (…)

Jorge Ventura é um desses poetas que faz avançar, já no século 21, essa incontornável linha temática da poesia moderna, como podemos atestar neste seu novo livro, Outras urbanas. O próprio título parece-nos sugerir a consciência dessa retomada, como se dissesse que agora surgem “outras (poesias) urbanas”, a partir da significação verbal-poética associada à representação gráfico-visual, perfazendo, ao longo do volume, uma “via de mão dupla”. (…)

Mas aqui o desafio maior está mesmo em expressar poeticamente a dura realidade humana e social da cidade – da cidade do Rio de Janeiro, onde nasceu e vive o poeta – , com seus problemas, medos, violências, injustiças e ameaças que cercam o dia a dia dos habitantes da outrora “cidade maravilhosa”. E isso o autor o faz de forma precisa, ao denunciar o processo de desumanização dos espaços e de seus viventes, nas quatro partes do livro (“Gente”, “Bichos”, “Ruas” e “Caos”), mas também, aqui e ali, pontuando-o com a voz lírico-existencial (“sou criança/no azul pátrio/das manhãs/marginais”) e amorosa (“a musa, a música, o bom vinho/à noite, todo sonho é bem-vindo” (…)

Considerando a unidade temática voltada para a cidade e o ousado projeto gráfico-visual, podemos afirmar que, com Outras urbanas, Jorge Ventura logra realizar, na contemporaneidade, um dos mais criativos e instigantes livros de poesia, dando continuidade à estética dissonante dos poetas modernos, inaugurada por Charles Baudelaire.

 
 
Sobre Jorge Ventura
 
 
Jorge Ventura é escritor, roteirista, editor, ator, jornalista e publicitário. Tem pós-graduação em Marketing e Didática do Ensino Superior. Possui 10 livros publicados e participação em dezenas de coletâneas e antologias nacionais e estrangeiras. É presidente da APPERJ (Associação Profissional de Poetas no Estado do Rio de Janeiro), vice-presidente da ABLAP (Academia Brasileira de Letras e Artes pela Paz), titular do Pen Clube do Brasil, membro diretor da UBE – RJ (União Brasileira de Escritores) e um dos integrantes do grupo Poesia Simplesmente. Recebeu diversos prêmios, em nível nacional e internacional, como autor e intérprete. Tem poemas vertidos para o inglês, francês, espanhol, italiano e grego. É sócio proprietário da Ventura Editora e Editora Iniciatta.

Instagram: @jorgeventura4758

 
 

Fefa expõe força feminina com arte na Odontoclinic Icaraí   

 

 

A artista Fefa Guedes apresenta a exposição individual “FEMME”, na Galeria Odontoclinic Icaraí, a partir desta quarta-feira, dia 14 de junho, com abertura às 16h30 para convidados.

 

Nascida em Resende, Fernanda Guedes vive em Niterói desde 1974, estudou no Miraflores e no La Salle Abel, fez intercâmbio cultural na Dinamarca, morou em Londres para estudar inglês, mas foi nos cursos na área têxtil, com corte e costura, crochê, bonecas, quilt e patchwork, que deu novas asas à arte de criar.

 

Fefa conta que adora o desafio do tecido e do papel em branco. Nos trabalhos, lança mão do bordado livre, reunindo figuras femininas bem unidas. Na pintura, utiliza diversas técnicas, como aquarela, pasteis e acrílica sobre tela, pano ou papel.

 

Aberta em maio, a galeria da Odontoclinic Icaraí estreou com a coletiva de fotografias “Mãe, sorria! Você está em Niterói!”, reunindo quatro mulheres: Adriana Oliveira, Isabel Bulcão Aceti, Macarena Lobos e Silvia Suzane.

 

A “FEMME” de Fefa Guedes pode ser vista de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 13h. A Odontoclinic Icaraí fica na Rua Gavião Peixoto, 387.

 

 

Eliane Silva lança a canção “A Igreja Vai Rompendo” pela Central Gospel Music

Single foi escrito por Ivo Junior e tem produção do maestro Melk Carvalhedo

Uma das grandes vozes da música pentecostal e com três canções lançadas pela Central Gospel Music, a cantora Eliane Silva apresenta seu novo projeto pela gravadora. Repetindo a parceria com o compositor Ivo Junior, Eliane lança, nesta terça-feira (13), a canção “A Igreja Vai Rompendo”.

Com uma mensagem sobre a volta de Jesus, a canção foi um pedido de Eliane a Ivo Junior, o mesmo que escreveu “No Tempo Certo” e “Calma”, também lançadas pela Central Gospel Music.

– Todos os que anunciam a volta de Jesus devem continuar anunciando Sua vinda. O Reino está chegando e creio que, quem ouvir esta profecia, sentirá forças para continuar aguardando a volta dEle. Já estamos vivendo o princípio das dores e quero levar esta mensagem como consolo à igreja de Jesus porque em breve vamos cantar “Santo! Santo! Santo!” – exultou Eliane.

A produção musical é do maestro Melk Carvalhedo, bastante conhecido no segmento pentecostal e já tendo trabalho com diversos representantes do estilo, como Shirley Carvalhaes, Elaine de Jesus, Rayssa e Ravel e Damares.

– Foi tudo direcionado pelo Espírito Santo e sei que Ele vai mover e trazer um grande despertar. Podem esperar não por uma canção, mas por uma profecia necessária para este tempo – declarou a cantora.

Juntamente com a canção nos aplicativos de música, Eliane Silva disponibilizou o clipe de “A Igreja Vai Rompendo” no canal da Central Gospel Music no YouTube. Com direção de Felipe Arcanjo, da Miracle Studios, as imagens foram gravadas em um castelo em Teresópolis, no Rio de Janeiro.

– Clinicamente eu não poderia estar nessa produção, pois, como tenho fibromialgia, eu estava na crise, porém, quando temos fé, o céu se move. Eu disse: “Podem comprar as passagens porque estarei aí no dia”. Tenho experimentado tanto sobre a fé e Deus me capacitou durante as cinco horas de gravação. Em nenhum momento senti dores, a mão de Deus estava sobre mim. Gratidão a toda produção que se envolveu no projeto. Enquanto eu gravava também observava o quanto todos se doaram por entenderem o que eu gostaria de passar. Eu vivi um milagre neste dia – testemunha Eliane Silva.

De acordo com a cantora, os próximos projetos pela Central Gospel Music já estão nascendo.

– Vamos pedindo direcionamento, mas já adianto que temos mais duas canções e dois clipes em breve. Quem sabe não vem um feat por aí? Eu estou muito feliz e a Deus a honra e a glória para todo sempre. Amém! – finaliza.

Eliane Silva - A Igreja Vai Rompendo (Clipe Oficial)

*Secretaria de Agricultura disponibiliza linha de crédito Florescer para produtores de flores*

 

_Dia dos Namorados impulsiona a venda de flores no estado_

O Dia dos Namorados é considerada a data mais romântica do ano. Comemorada nesta segunda-feira (12), é vista por todos como uma ocasião especial para celebrar o amor e a conexão entre os casais. Nada melhor que homenagear a pessoa amada com um buquê de flores, afinal, elas são o símbolo do romantismo e nunca sai de moda.

Um dos setores mais movimentados tradicionalmente é o de flores. É uma das melhores épocas para o setor em volume de vendas, trazendo um impacto positivo para a economia do estado. O Dia dos Namorados é a segunda data que mais fomenta vendas no setor da floricultura, atrás somente do Dia das Mães. A flor mais procurada pelos namorados é a rosa vermelha. Seja em um único botão ou um lindo buquê, as flores ainda são um dos itens mais buscados pelos apaixonados. A expectativa do aumento nas vendas de flores, chega a 30%.

– A linha de crédito Florescer é direcionada exclusivamente para os produtores de flores do estado. Usado para o desenvolvimento da cadeia produtiva de flores, os produtores podem contar com esse apoio oferecido pela secretaria para alavancar sua produção – destaca Dr Flavio, secretário de Agricultura.

O estado do Rio de Janeiro se destaca na produção de flores. Chega a ocupar a segunda posição no ranking em relação aos outros estados no que diz respeito a produção de flores de corte. O município de Bom Jardim, na Região Serrana, é o principal produtor de rosas. Com 138 produtores na atividade do cultivo de flores de corte, 114 se destacam na produção de rosas e folhagens de corte. Possui uma área cultivada de 56 hectares com uma produção anual de cerca de 2.400.000 maços de rosas. Além de dispor de luminosidade e clima favorável ao cultivo, apresenta altitude em torno de 800 metros e uma temperatura de 2 graus a mais, se comparado ao município de Nova Friburgo que é o maior produtor de flores.

– Para o Dia dos Namorados, as rosas vermelhas são as mais vendidas. De uma forma geral, os buquês com flores vermelhas são bastante procurados. O vermelho representa a cor do amor – ressalta Nazaré Dias, gerente do Programa Florescer.

Entre as flores de vaso, também bastante buscadas nesta época, estão as orquídeas. De preço acessível e produção bem significativa, as mais populares e consideradas recorde em vendas são as do tipo Phalaenopsis.

O produtor de flores, Juranil Tavares, de Bom Jardim, possui 10 mil pés de rosas e mesmo com a colheita reduzida por conta do frio, preza pela satisfação do cliente.

– Por conta do Dia dos Namorados, a rosa mais procurada é a vermelha. O valor delas este ano, pode estar um pouco mais salgado por conta das condições climáticas, o frio prejudica a floração. A colheita foi pequena, porém de muita qualidade. A busca pela satisfação do cliente em ter um produto de qualidade, me causa contentamento – conta o produtor.

Para solicitar o empréstimo entre em contato com os escritórios locais da Emater-Rio ou através do e-mail: agrofundo.rio@gmail.com.

 

 

Niterói Blues & Jazz 2023 traz atrações inéditas no país



Festival acontece entre os dias 14 e 18 de junho com cerca de 20 shows gratuitos em quatro pontos da cidade; Confira a programação

– Entre os dias 14 e 18 de junho o Jazz e o Blues vão tomar conta de Niterói. Os estilos musicais nascidos nas comunidades negras do Sul dos Estados Unidos no início do século XX vão ocupar diversos pontos da cidade com uma programação que inclui pelo menos quatro artistas que nunca se apresentaram no Brasil.

A edição de 2023 do Niterói Blues & Jazz, promovido pela Prefeitura através da Coordenadoria Geral de Eventos (CGE), traz para a terra de Araribóia shows gratuitos de Alabama Mike, Vanessa Collier, Matthew Withaker, Bill Laurence e Laretha Weathersby. Completam o line up do festival Stanley Jordan, Dudu Lima, Renato Rocketh, Bill Evans and the Vansband, Arton Arraes Blues Band, The Walking Band, Sérgio Chiavazzoli, All Blues, Oldstones, Nico Rezende, Jamz e Claudio Zoli.

Para o prefeito Axel Grael, a quarta edição do Niterói Blues & Jazz consolida a cidade na rota dos shows internacionais. Ele considera os talentos locais e a receptividade do público de Niterói fatores que contribuem para a visibilidade que a cidade tem no meio da música.

“Niterói é conhecida como uma cidade musical, porque músicos talentosos daqui fazem sucesso no mundo inteiro, o que é motivo de orgulho para nós. Trazermos esses músicos de fora, em uma programação conjunta com os músicos daqui, potencializa ainda mais nossa cultura. E o público entende isso, porque a receptividade é melhor a cada ano”, conta o prefeito.


As apresentações acontecerão na Sala Nelson Pereira dos Santos, na Praça do Rádio Amador e nos Hortos do Barreto e do Fonseca. A Sala Nelson Pereira dos Santos terá apresentações dia 14 e 15, às 20h, com entrada gratuita (ingressos serão distribuídos a partir das 19h, limitados de acordo com a capacidade do local). A programação segue nos dias 16, 17 e 18, com shows durante o dia e a noite nos demais palcos espalhados pela cidade.

Acompanhe o festival: (https://circuitosescjazzeblues.com.br/)

Instagram: (https://www.instagram.com/circuitosescjazzeblues/)

Veja a programação completa:

Dia 14/06 – Quarta-feira – Sala Nelson Pereira dos Santos
20h – Stanley Jordan

Dia 15/06 – Quinta-feira – Sala Nelson Pereira dos Santos
20h – Dudu Lima convida Carlos Malta

Dia 16/06 – Sexta-feira – Praça do Rádio Amador
19h – Renato Rocketh
20h30 – Bill Evans and the Vansband
22h – Matthew Withaker

Dia 17/06 – Sábado – Horto do Fonseca
11h – Arton Arraes Blues Band
13h – Vanessa Collier

Dia 17/06 – Sábado – Horto do Barreto
11h – The Walking Band
13h – Bill Evans and the Vansband

Dia 17/06 – Sábado – Praça do Rádio Amador
18h – Sérgio Chiavazzoli
19h30 – Bill Laurence
21h – Vanessa Collier

Dia 18/06 – Domingo – Horto do Fonseca
11h – All Blues
13h – Laretha Weathersby

Dia 18/06 – Domingo – Horto do Barreto
11h – Oldstones
13h – Nico Rezende canta Chet Baker

Dia 18/06 – Domingo – Praça do Rádio Amador
18h – Jamz
19h30 – Claudio Zoli
21h – Alabama Mike

 

Uruguai: um ótimo lugar para passar as férias de inverno

 

    Falta pouco para o inverno! Muito além de filminhos, cobertores e bastante chocolate quente a fim de “espantar o frio”, a estação ainda permite intensa diversão. E para quem estiver de férias, perfeito! Mas, que tal dar um “bye bye” ao Brasil por algumas semanas e desfrutar de lugares internacionais? O Uruguai se encaixa direitinho! Neste país da América do Sul, as temperaturas variam entre 07°C e 15°C e por isso, o ideal é rechear as malas com roupas bem quentinhas: casacos, calças, cachecóis, luvas, botas e protetores de orelhas.

 

 Montevidéu.  Na capital, é possível ir em museus e um deles é o Museo de la Casa de Gobierno (na famosa Plaza Independencia), que retrata a história política do Uruguai por meio de documentos, pinturas, móveis, tudo o que pertenceu a presidentes que governaram anteriormente.

 

  Se o assunto é hospedagem, os visitantes acham o Owm Montevideo, um charmoso hotel uruguaio. Recepção 24 horas para seus hóspedes, limpeza, lavanderia, aluguel de carros ou bicicletas, além de várias comodidades: mini bar, geladeira, ar-condicionado, TV de tela plana, cofre, ferro de passar, wifi gratuito, roupões de banho e toalhas luxuosas, e jornais locais.

 

  Desde bebês a vovós: todas as idades voltam para a casa após viverem experiências incríveis e maravilhosas!