Projeto Social do Parque Esportivo da Concha Acústica leva esporte gratuito e de qualidade para a população de Niterói

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Iniciativa oferece aulas de várias modalidades

O Projeto Social do Parque Esportivo da Concha Acústica está transformando a rotina dos moradores de Niterói ao oferecer aulas esportivas totalmente gratuitas para todas as idades. Com professores qualificados, o projeto contempla diversas modalidades: Altinha, Basquete, Beach Tennis, Treinamento Funcional, Futebol de Campo, Futevôlei, Tênis e Vôlei.

“O Projeto Social do Parque Esportivo da Concha Acústica é um exemplo claro de como as políticas públicas podem transformar realidades. Nosso compromisso é garantir que o acesso ao esporte seja um direito de todos, não um privilégio. Estamos construindo uma Niterói mais ativa, mais saudável e igualitária, onde o esporte atua como instrumento de inclusão e formação cidadã”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Luis Carlos Gallo.

As atividades acontecem no novo e moderno equipamento de Esportes e Lazer de Niterói, localizado na Concha Acústica, que conta com uma infraestrutura completa: campo oficial, quadras de tênis, de areia e poliesportiva, pista de caminhada e corrida, além de uma arena multiuso preparada para receber grandes eventos esportivos e culturais.

Atualmente, o projeto conta com cerca de 2 mil inscritos, número que cresce a cada mês, demonstrando o sucesso da iniciativa e o interesse da população em participar das atividades.

“Esse número aumenta a cada dia. O esporte é uma fundamental ferramenta de transformação social, capaz de modificar vidas. O número de pessoas inscritas no projeto mostra que o niteroiense quer estar ativo, quer ter acesso a um espaço de qualidade e encontrar no esporte um meio de convivência, saúde e alegria”, destacou o diretor do projeto, Deivide Alan Inácio.

Mais do que promover a prática esportiva, o projeto tem como objetivo estimular a inclusão social, a formação cidadã e a convivência comunitária. A iniciativa busca ampliar constantemente o número de vagas, garantindo que cada vez mais niteroienses tenham acesso ao esporte, à saúde e à qualidade de vida.

Para participar das atividades, é necessário ser morador de Niterói e realizar a inscrição pelo site da Concha Acústica: conchaniteroi.com.br, na seção “atividades”.

Serviço: Parque Esportivo da Concha Acústica:

Modalidades: Altinha • Basquete • Beach Tennis • Treinamento Funcional • Futebol de Campo • Futevôlei • Tênis • Vôlei
Inscrições: conchaniteroi.com.br (seção Atividades)

GRADE DE HORÁRIOS POR MODALIDADE:

FUTEVÔLEI – 11+ anos
Segunda e Quarta:
• 08h às 09h — 80 vagas
• 09h às 10h — 50 vagas
• 10h às 11h — 50 vagas
• 14h às 15h — 50 vagas
• 15h às 16h — 50 vagas
• 16h às 17h — 50 vagas
• 17h às 18h — 50 vagas

ALTINHA – 11+ anos
Sexta-feira:
• 08h às 09h — 80 vagas
• 09h às 10h — 80 vagas
• 10h às 11h — 50 vagas
• 14h às 15h — 50 vagas
• 15h às 16h — 50 vagas
• 16h às 17h — 50 vagas
• 17h às 18h — 50 vagas

BEACH TENNIS – 11+ anos
Terça-feira:
• 08h às 09h — 0 vagas
• 09h às 10h — 0 vagas
• 10h às 11h — (sem vagas informadas)

BASQUETE
Terça e Quinta:
• 08h às 09h — 5 a 13 anos — 50 vagas
• 09h às 10h — 14 a 17 anos — 50 vagas
• 14h às 15h — 11 a 13 anos — 50 vagas
• 15h às 16h — 16+ anos — 80 vagas
• 16h às 17h — 14 a 17 anos — 50 vagas
• 17h às 18h — 05 a 10 anos — 50 vagas

TREINAMENTO FUNCIONAL
Segunda a Sexta:
• 08h às 09h — 11+ anos — 200 vagas
• 17h às 18h — 9+ anos — 280 vagas
Segunda, Quarta e Sexta:
• 09h às 10h — 11+ anos — 250 vagas

FUTEBOL DE CAMPO
Turma 1 (Segunda, Quarta e Sexta):
• 08h às 09h — 05 a 10 anos — 80 vagas
• 08h às 09h — 10 a 14 anos — 80 vagas
• 09h às 10h — 11 a 17 anos — 80 vagas
• 15h às 16h — 13 a 17 anos — 80 vagas
• 16h às 17h — 10 a 15 anos — 80 vagas
• 17h às 18h — 04 a 11 anos — 100 vagas
Turma 2 (Terça e Quinta):
• 08h às 09h — 04 a 09 anos — 80 vagas
• 08h às 09h — 10 a 14 anos — 80 vagas
• 09h às 10h — 09 a 15 anos — 80 vagas
• 15h às 16h — 12 a 15 anos — 80 vagas
• 16h às 17h — 09 a 14 anos — 100 vagas
• 17h às 18h — 15 a 21 anos — 80 vagas

TÊNIS – 11+ anos
Segunda:
• 08h às 09h — 0 vagas
• 09h às 10h — 0 vagas
• 10h às 11h — 0 vagas
Quarta:
• 14h às 15h — 0 vagas
• 15h às 16h — 0 vagas
• 16h às 17h — 0 vagas
• 17h às 18h — 20 vagas
Quinta:
• 14h às 15h — 0 vagas
• 15h às 16h — 0 vagas
• 16h às 17h — 0 vagas
• 17h às 18h — 0 vagas
Sexta:
• 14h às 15h — 0 vagas
• 15h às 16h — 0 vagas
• 16h às 17h — 0 vagas
• 17h às 18h — 0 vagas

VÔLEI
Segunda e Quarta:
• 08h às 09h — 05 a 12 anos — 80 vagas
• 09h às 10h — 12+ anos — 100 vagas
• 10h às 11h — 18+ anos — 50 vagas
• 14h às 15h — 14+ anos — 80 vagas
• 15h às 16h — 08 a 17 anos — 100 vagas
• 16h às 17h — 11+ anos — 50 vagas
• 17h às 18h — 16+ anos — 50 vagas

Fotos: Luciana Carneiro

 

EUA anunciam redução de tarifas agrícolas e medida pode aliviar exportações cearenses

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A redução de tarifas sobre produtos agrícolas anunciada pelo governo dos Estados Unidos foi recebida como um “fôlego imediato” pelos exportadores do Ceará — desde que o Brasil seja, de fato, incluído entre os países beneficiados. A medida, assinada pelo presidente americano Donald Trump, inclui itens como café, carne bovina, manga, banana, coco, castanha e açaí.

No decreto, Trump afirma que a decisão ocorreu “após considerar informações técnicas, a evolução das negociações com parceiros comerciais, a demanda interna atual e a capacidade de produção americana”. No entanto, o documento não esclarece se a redução tarifária se aplica apenas aos 10% estabelecidos em abril ou se alcança também a sobretaxa adicional de 40% imposta em agosto. Tampouco define critérios de diferenciação entre países.

Para o CEO da JM Negócios Internacionais, Augusto Fernandes, a sinalização dos Estados Unidos reabre caminho para duas das maiores cadeias de exportação brasileiras: café e carne bovina.

“São indústrias gigantes, que movimentam bilhões nos EUA. O clima era de sepultamento. Agora muda tudo”, afirma.

Fernandes explica que a medida deve provocar uma corrida por contratos e janelas logísticas, especialmente entre empresas que já possuem produto pronto para exportar.

Impactos diretos para o Ceará

A possível inclusão das frutas tropicais na lista de beneficiadas tem peso estratégico para o Estado. Cerca de 95% da manga exportada pelo Ceará tem como destino os Estados Unidos, enquanto a indústria do coco local vinha operando sob risco de paralisação por conta das tarifas elevadas.

“A manga é crucial para o Ceará. E o coco evita férias coletivas em fábricas que empregam mais de mil pessoas. Para o estado, isso salva”, avalia o especialista.

Além de manga e coco, também aparecem na lista produtos como mamão, banana, laranja, abacaxi e açaí, ampliando o alcance da decisão para a fruticultura nordestina.

Alívio parcial

Apesar da sinalização positiva, Fernandes pondera que itens relevantes para o Estado — como pescado, mel e calçados — ficaram fora dessa rodada de reduções, o que limita o impacto econômico amplo no curto prazo.

“É um grande fôlego, mas ainda não muda o quadro geral. Se pescado, mel e calçados entrarem, aí sim o cenário se transforma”, conclui.

O setor exportador agora aguarda detalhes técnicos do governo americano para mensurar os reais efeitos da decisão sobre contratos, custos e planejamento logístico.

 

Segunda edição do Tomorrow Blue Economy chega em Niterói na próxima semana

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Caminho Niemeyer será palco da discussão global sobre Economia Azul nos dias 26 e 27

Niterói vai sediar a segunda edição do Tomorrow Blue Economy, um dos principais eventos sobre Economia Azul do mundo. O encontro acontece nos dias 26 e 27 de novembro, no Caminho Niemeyer. Em parceria com a Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Executiva, o evento é organizado pelo iCities, hub pioneiro em cidades inteligentes e chancelado pela Fira Barcelona.

“Niterói está se consolidando como um grande polo da Economia Azul. Sediar a segunda edição do Tomorrow Blue Economy reforça o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável, a inovação e a geração de oportunidades que valorizem o potencial do nosso litoral e da nossa cidade”, afirma o prefeito Rodrigo Neves.

Segundo um estudo da ONU e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a chamada Economia do Mar já representa cerca de 20% do PIB nacional e movimenta entre US$ 3 e 6 trilhões por ano no mundo. No Brasil, esse setor se fortalece como uma agenda estratégica que une compromisso ambiental e oportunidade econômica, com forte potencial na captação de investimentos privados.

Em sua primeira edição, o encontro reuniu mais de 2 mil participantes e, para 2025, a expectativa é receber mais de 3 mil pessoas, incluindo 700 executivos e líderes da indústria, 100 palestrantes e diferentes expositores. Nesta segunda edição, o tema do evento é “The debate that makes waves” (O debate que gera ondas, em português).

Programação – A programação conta com debates sobre soluções concretas e oportunidades de negócios na Economia Azul, que é o modelo que combina uso sustentável dos recursos oceânicos e hídricos com geração de empregos, desenvolvimento econômico e preservação ambiental.

Além das autoridades municipais, participam grandes nomes globais que inspiram transformações no setor. Entre eles, estão os brasileiros Richard Rasmussen, biólogo; Saulo Jennings, embaixador gastronômico da ONU Turismo; e a trindadense Diva Amon, cientista marinha de renome internacional e especialista em oceano profundo.

“Neste ano, o evento retorna ainda mais robusto, reafirmando a missão de posicionar Niterói e o Brasil na linha de frente do desenvolvimento marítimo e da transição energética offshore”, explica o CEO do iCities, Caio Castro.

No Caminho Niemeyer, o público também vai poder aproveitar outras áreas de destaque como o Congresso Técnico, no Teatro Popular; a Praça do Povo – com ações culturais, oficinas e ativações de marcas; a Área Pesqueira, voltada aos saberes tradicionais e gastronomia; e a Cúpula, onde se concentrarão ativos da indústria naval, offshore e Economia Azul.

Imersões – Ao longo de novembro, os moradores foram convidados a participar de atividades imersivas que reforçam a importância da Economia Azul, transformando o evento em um movimento coletivo de conscientização e mobilização cidadã. Foram realizadas ações como a corrida Blue Running e o Circuito Blue Wave. Até o dia 22, o público ainda pode aproveitar a Arena Blue Economy, espaço aberto na Praia de Icaraí com esportes, lazer e diversas experiências imersivas.

Serviço Tomorrow Blue Economy:

Dias 26 e 27 de novembro
Local: Caminho Niemeyer – Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n- Centro
Mais informações pelo site: http://www.tomorrowblueconomy.com.br/

 

Niterói é considerada a cidade mais amiga da bicicleta na América Latina

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Avaliação foi realizada pelo Índice Copenhagenize 2025, da Dinamarca, que analisou mais de 100 cidades de 44 países

Niterói ficou em primeiro lugar na América Latina em um dos índices globais mais importantes da atualidade, o Copenhagenize, que avalia as cidades mais amigas da bicicleta. O município ficou na frente de Bogotá, Fortaleza, Guadalajara e Buenos Aires e alcançou o sétimo lugar entre as cidades não europeias. Já no ranking geral, Niterói ficou na 43° posição.

O Índice Copenhagenize é divulgado a cada dois anos. Em 2025, analisou 100 cidades de 44 países, por meio de uma metodologia baseada em diversos dados. Ao todo são três pilares: infraestrutura segura e conectada; uso e alcance; e políticas de apoio.

“É muito importante o reconhecimento do Índice Copenhagenize 2025. Isso reafirma a escolha de Niterói por um futuro mais sustentável e inclusivo, reconhecendo a bicicleta como elemento central da mobilidade urbana. Vamos seguir avançando, com investimentos que melhorem a vida de quem pedala na cidade”, destacou o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

Nos últimos 12 anos, Niterói se consolidou como referência em mobilidade sustentável. A Prefeitura expandiu a malha cicloviária que hoje alcança 90 quilômetros, incluindo ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e calçadas compartilhadas. A Avenida Marquês do Paraná tem a ciclovia mais movimentada do Brasil. Na quarta-feira passada (12), a ciclovia bateu mais um recorde diário de passagens: quase 7.500 ciclistas.

O NitBike, sistema gratuito de bicicletas compartilhadas, já ultrapassou 1,7 milhão de viagens, possui cerca de 150 mil usuários cadastrados e é um dos sistemas mais movimentados do país. O município também conta com o Bicicletário Arariboia, primeiro bicicletário público gratuito do Brasil, com 815 vagas, que também sedia o Polo Cicloviário Arariboia, focado na educação e cultura da bicicleta.

“Esse reconhecimento internacional confirma a consistência das políticas cicloviárias de Niterói ao longo dos últimos anos. Investimos em infraestrutura conectada, cultura da bicicleta, serviços públicos a quem usa a bicicleta, lazer e esporte. O resultado mostra que a cidade avançou de forma estruturada e segue sendo referência para o Brasil e para a América Latina na pauta”, afirmou o coordenador do Niterói de Bicicleta, Filipe Simões.

 

Caminhada pelo fim da violência contra mulheres e meninas

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Chegou a hora de transformar passos em voz, união e força!
No dia 30 de novembro, Niterói vai se vestir de laranja para dizer basta à violência contra mulheres e meninas. 🧡

O movimento acontece simultaneamente em diversas cidades do mundo, e pela primeira vez, Niterói fará parte dessa grande mobilização global.

O evento contará com a venda do kit solidário, e toda a renda será destinada à produção da caminhada e à reforma da Delegacia de Atendimento à Mulher de Niterói (DEAM).

🔗 Garanta o seu kit: https://www.ticketsports.com.br/e/caminhada-pelo-fim-da-violencia-contra-mulheres-e-meninas-2025-74477

30 de novembro | 8h | Praia de Piratininga
Juntas e juntos, por um mundo livre de violência.

 

Quinta edição do Niterói Chess Open consolida a cidade no calendário nacional do xadrez

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Evento vai reunir enxadristas de várias partes do país em hotel no Gragoatá

O Niterói Chess Open (NCO) chega à quinta edição consolidado como o maior torneio de xadrez do Estado do Rio de Janeiro e um dos mais importantes do Brasil. O evento vai reunir enxadristas de diversas regiões do país e também de outros países das Américas. O torneio já teve a presença de praticamente todos os grandes mestres brasileiros, o que comprova sua relevância no cenário nacional.

Realizado com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), o NCO se firmou como referência no calendário enxadrístico brasileiro. Além de movimentar a comunidade esportiva, o torneio também impulsiona o turismo local, contribuindo para a promoção da cidade. A edição de 2025 será realizada nesta semana, entre os dias 21 e 23 de novembro, no salão do Hotel Orizzonte, no Gragoatá.

A programação começa nesta sexta-feira (21) com o Torneio Escolar, dedicado exclusivamente aos estudantes da rede de ensino de Niterói. A competição reunirá cerca de 100 alunos de instituições públicas e privadas, entre elas Estação do Aprender, Aldeia Curumim, Zerohum, Nossa Senhora das Mercês, Objetivo, Designio, Canadense, Genebra, São Vicente, Heitor Villa Lobos, Gay Lussac, Leopoldo Froes, Monsenhor Reader, Legacy School, Pio XI, Portugal Neves, Salesiano, Professor Ismael Coutinho, Abel, Maria Pereira das Neves, Altivo César, Pedro II, Colégio PH, Pensi, João Brasil, Estação do Saber e Miraflores, entre outras.

Entre os participantes, destacam-se os alunos do Projeto Xadrez nas Escolas, da Prefeitura de Niterói, que disputarão pela primeira vez um torneio externo — etapa essencial para a formação de um enxadrista, que começa na iniciação escolar, passa pela vivência competitiva e pode culminar no ingresso em clubes especializados.

Ainda na sexta-feira (21), vai ocorrer também o torneio de Blitz, modalidade em que cada jogador dispõe de 3 minutos mais 5 segundos de acréscimo por lance. Raciocínio rápido, precisão e domínio técnico são fundamentais nessa disputa dinâmica e eletrizante.

A competição principal será realizada nos dias (22 e 23), com o torneio de xadrez rápido, que prevê 15 minutos de reflexão mais 5 segundos de incremento por lance. Esse ritmo exige análises mais profundas e proporciona confrontos de alto nível e grande competitividade.

“O Niterói Chess Open é um orgulho para nossa cidade. A Prefeitura de Niterói, por meio da SMEL, apoia com entusiasmo iniciativas que promovem o esporte, a educação e a integração social. Ver nossos alunos da rede pública avançando no xadrez e dividindo espaço com atletas de todo o Brasil mostra que estamos no caminho certo, ampliando oportunidades e fortalecendo o desenvolvimento da modalidade no município”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Luiz Carlos Gallo.

Foto: Claudia Aquino 

 

MPRJ recorre ao STF e ao STJ para assegurar a punição de policiais militares em operação na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão

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O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, interpôs, nesta terça-feira (18/11), recursos especial e extraordinário requerendo a anulação da decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), que acolheu a tese defensiva de prescrição de graves delitos sexuais praticados contra duas adolescentes durante uma operação policial realizada na comunidade Nova Brasília, no Complexo do Alemão, em outubro de 1994.

Os recursos do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) destacam que a decisão contrariou entendimentos do próprio STF e do STJ, que reconheceram a validade de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Em sua argumentação, o MPRJ ressaltou que, no caso Favela Nova Brasília vs. Brasil, julgado em fevereiro de 2017, a Corte IDH entendeu que a perda do direito de punir do Estado em virtude do decurso do tempo não pode ser invocada, em razão de os delitos imputados representarem grave violação dos direitos humanos, cuja proibição alcançou status de norma imperativa, atribuída de forma geral a todos os Estados-Partes que ratificaram a Convenção Americana de Direitos Humanos.

Recursos destacam decisões de Cortes Superiores

Ambos os recursos indicam precedentes do STF e do STJ reconhecendo que a Corte Interamericana de Direitos Humanos exerce jurisdição internacional, com suas decisões produzindo autoridade de coisa julgada internacional, com eficácia vinculante e direta às partes, sendo todos os órgãos e poderes internos do país obrigados a cumpri-las.

“Busca-se demonstrar que, na esteira da jurisprudência, a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos produz autoridade de coisa julgada internacional, não podendo suas determinações serem afastadas por decisões judiciais internas posteriores, sob pena de violação da coisa julgada, estando o Poder Judiciário adstrito ao seu cumprimento”, diz um dos trechos do recurso especial.

Nos recursos, o MPRJ destaca que os artigos 1º, 4º, 5º, 8º, 11º e 25, da Convenção Americana sobre Direitos Humanos, foram violados e tiveram sua vigência negada pela decisão da 1ª Câmara Criminal, uma vez que os Estados-Partes se comprometem a respeitar direitos e liberdades reconhecidos na Convenção, devendo toda pessoa ter assegurado um processo efetivo, rápido e eficaz, que a proteja contra atos que violem seus direitos fundamentais.

Condenação do Brasil pela Corte Interamericana e desdobramentos na ADPF das Favelas

Os recursos ressaltam que a condenação do Brasil na Corte Interamericana de Direitos Humanos é precedente a ser obrigatoriamente seguido pelos Tribunais do país, sendo que o acolhimento da prescrição no caso pode acarretar nova condenação do Brasil no plano internacional. Ressalte-se que a ADPF das Favelas, atualmente em trâmite perante o STF, é desdobramento da sentença proferida pela Corte Internacional, que entendeu pela ocorrência de graves violações aos direitos humanos na operação policial no Complexo do Alemão.

“A ação penal imputa crimes perpetrados mediante graves violações de direitos humanos, episódio esse marcado por manifestação expressa da Corte Interamericana de Direitos Humanos, com o permeio de normas imperativas de Direito Internacional, de cuja observância nenhum dos ramos de poder do Estado brasileiro pode se afastar. Frise-se, ainda, que os acórdãos recorridos resultariam em nova violação aos direitos humanos, pela inobservância do dever de investigar e punir, extraído da interpretação conjunta dos artigos 1º, 8º e 25 da Convenção Americana Sobre Direitos Humanos”, ressalta outro trecho do recurso especial.

Em ambos os recursos, o MPRJ requer que sejam cassados os acórdãos exarados pelo TJ-RJ, com determinação de que o colegiado do Tribunal prossiga no julgamento dos recursos do MPRJ e da defesa dos denunciados, após baixa dos autos.

“Importante frisar que os acórdãos reconhecem que não foram cumpridas as determinações da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre os fatos em apuração na ação penal (afastamento da prescrição dos delitos sexuais, em violação de direitos humanos reconhecida), mas, ainda assim, reconheceram a extinção da punibilidade dos acusados em razão do reconhecimento da prescrição da pretensão punitiva, em total desconformidade com a decisão da Corte Internacional”, destacam outros trechos dos recursos ajuizados pelo MPRJ junto ao STJ e ao STF.

 

Prefeitura de Niterói faz reflorestamento do Morro Santo Inácio com o plantio de 600 mudas da Mata Atlântica

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Ação reuniu jovens do Niterói Jovem EcoSocial, voluntários e equipes municipais no esforço de recuperação ambiental da área atingida por incêndios

A Prefeitura de Niterói realizou uma grande ação de reflorestamento no Morro Santo Inácio, no Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit), com o plantio de 600 mudas nativas da Mata Atlântica, doadas pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Clin). A iniciativa integra as políticas ambientais da cidade alinhadas à COP30 e reuniu jovens do programa Niterói Jovem EcoSocial, voluntários, equipes municipais e autoridades.

A iniciativa contou ainda com a presença da vice-prefeita de Niterói, Isabel Swan, também à frente da Secretaria do Clima (Seclima) e do ex-prefeito, Axel Grael. Isabel Swan agradeceu a todos pela presença, destacou a importância da Clin para o projeto e plantou uma muda.

“Hoje é meu aniversário e é motivo de orgulho ver tantos voluntários participando deste momento simbólico. Estamos dando início ao reflorestamento de mais esta área verde na cidade. A participação da Clin é fundamental, com todo o seu conhecimento e o trabalho efetivo, de quem já cuida de nossa cidade”, afirmou Isabel Swan.

Estudantes dos territórios do Cavalão, Palácio, Monan, Travessa e Ciclovia também participaram da atividade, percorrendo a trilha até o topo do morro para integrar o plantio das mudas — entre elas pau-brasil, angico-vermelho, copaíba, jatobá, peroba do Cerrado e tapia, parte das 45 espécies fornecidas pela Clin. A presença dos jovens reforça a missão do Niterói Jovem EcoSocial de engajá-los nas pautas ambientais e proporcionar experiências práticas de cuidado com o território.

Para muitos, como Kleiton dos Santos Borges, 22 anos, morador do Palácio e integrante do projeto há mais de um ano, a vivência representa um novo olhar sobre a relação com a natureza.

“A juventude fica muito ligada em tecnologia e um projeto como esse nos leva a ter contato com a natureza. Gosto muito”, disse Kleiton dos Santos.

O plantio no Morro Santo Inácio integra o processo de revitalização da área, atingida por incêndios no início do ano, e contribuirá para a recomposição da vegetação nativa e a neutralização de gás carbônico. A Clin segue ampliando suas frentes de reflorestamento em Niterói, apoiada pelo viveiro municipal que mantém mais de 140 mil mudas de aproximadamente 90 espécies da Mata Atlântica, produzidas a partir do reaproveitamento de resíduos de poda e embalagens recicláveis.

O gari Sérgio Duarte de Azevedo, há 25 anos na Clin, afirmou gostar muito da rotina na equipe de educação ambiental.

“Trabalho há 7 anos no setor de educação ambiental e todos os dias estou em alguma área verde da cidade plantando. O contato com a natureza é muito bom e sinto orgulho de estar ajudando a cidade com o meu trabalho”, reforçou Sérgio Duarte.

O projeto da Prefeitura é uma parceria que envolve a Companhia de Limpeza de Niterói (Clin); Secretaria Municipal do Clima (Seclima); Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade (SMARHS); Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconser); Secretaria Municipal de Participação Social (Sempas) e Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit).

Fotos: Claudio Fernandes

 

Niterói lança segundo edital do Aluguel Universitário, maior programa municipal de auxílio-moradia para estudantes do país

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Mais de mil universitários de baixa renda serão beneficiados nessa nova fase com R$ 700 

A Prefeitura de Niterói deu mais um passo em uma de suas políticas públicas mais inovadoras, com o lançamento, nesta terça-feira (18), no Caminho Niemeyer, do 2º Edital do Programa Aluguel Universitário. Reconhecido como o maior programa municipal de auxílio-moradia para estudantes do Brasil, a iniciativa paga um subsídio de R$ 700 mensais para que alunos de baixa renda de instituições públicas e privadas possam custear sua moradia no Centro da cidade.

“Estou vendo esses jovens aqui fazendo a faculdade, muitos vindo das classes populares, mas que apesar das dificuldades, não desistiram de lutar para realizar o seu sonho, talvez de ser o primeiro, dentro da sua família, a concluir um ensino superior. Então, que vocês possam perseverar nessa luta e contem com esse governo, que tem um profundo compromisso com a redução das desigualdades e com a educação. Tenho certeza que o Aluguel Universitário é uma das melhores expressões de política pública voltada para a juventude”, declarou o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

Na primeira fase, em julho, 650 alunos foram selecionados. Agora, outros mil estudantes serão beneficiados. As inscrições vão até o dia 2 de dezembro e o resultado sai no dia 19. O primeiro pagamento será efetuado em fevereiro de 2026. Para participar do processo de seleção, o estudante deve estar matriculado em curso superior presencial, ser oriundo de família com renda bruta igual ou inferior a três salários mínimos, não receber outro subsídio financeiro de mesma natureza e ter mais de 18 anos na data da publicação do edital.

Edson Luiz de Oliveira Neves Coelho, de 20 anos, já separou todos os documentos e torce para ser aprovado no Programa. Ele mora em São Gonçalo e faz pedagogia na UFF.

“Vai melhorar muito a minha condição de vida, porque morar em São Gonçalo e estudar em Niterói é bem cansativo. É muito tempo perdido no transporte, reduzindo muito o tempo de estudo e lazer. Morar em Niterói também amplia as possibilidades de acesso à cultura, pois a cidade tem uma vasta e diversificada programação”, diz.

O Aluguel Universitário também cumpre um papel estratégico dentro do projeto de revitalização do Centro da cidade, trazendo vida e movimento para a região. Os imóveis devem estar localizados na área de abrangência, que inclui o Centro e partes dos bairros de São Domingos e São Lourenço.

A eficácia do Programa é comprovada por histórias reais, como a da estudante Carm Suze Jean, de 25 anos, que saiu do Haiti para estudar Farmácia na UFF. Ela foi uma das beneficiadas no primeiro edital.

“Foi fundamental essa ajuda porque era muito difícil meus pais conseguirem mandar algum tipo de ajuda para mim. Eu também enfrentava muita dificuldade financeira. Agora, eu vivo com mais tranquilidade”, explica a haitiana.

João Pedro Boechat, coordenador municipal da Juventude, reforça o caráter transformador do Programa.

“É muito gratificante ver esse sonho se tornando realidade. Agora, serão mais mil jovens com a chance de viver uma nova experiência de cidade, com mais qualidade de vida e com a certeza de que Niterói acredita neles e na educação”, destacou.

As inscrições podem ser feitas através do site https://sites.niteroi.rj.gov.br/alugueluniversitario/

Fotos: Evelen Gouvêa

 

Museu das Amazônias lança agenda educativa voltada à preservação ambiental e aos saberes tradicionais

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Atividades acontecem de 19 a 30 de novembro, são gratuitas e abertas ao público

O Museu das Amazônias anunciou sua nova programação educativa, que será realizada durante o mês de novembro, com oficinas, vivências e visitas temáticas voltadas para a conscientização ambiental, o respeito à biodiversidade e a proteção dos povos tradicionais e suas cosmologias. Todas as atividades são gratuitas e não exigem inscrição prévia, mas as vagas são limitadas, sujeitas à lotação do espaço.

Com ações voltadas para diferentes faixas etárias, a programação reúne práticas artísticas, saberes indígenas, histórias negras amazônicas, astronomia ancestral, botânica e biodiversidade. O objetivo é aproximar o público dos múltiplos conhecimentos que constituem as Amazônias, fortalecendo o papel do museu como espaço de diálogo, educação e trocas culturais.

“Criamos uma programação que celebra a diversidade dos saberes amazônicos e reforça o compromisso do museu com a educação sensível e inclusiva. Queremos que crianças, jovens e adultos vivenciem experiências que conectem arte, ciência, cultura e natureza, sempre valorizando os povos que cuidam da Amazônia há séculos,” afirma Emerson Caldas, coordenador de Atendimento e Educação do Museu das Amazônias.

Programação da COP30

Além das atividades educativas anunciadas, o Museu das Amazônias está com uma programação especial dedicada à COP30, iniciada em 10 de novembro e que segue até o dia 21. A agenda inclui painéis, debates e mostras audiovisuais, todos gratuitos. Durante o período da conferência, o museu funciona em horário estendido, abrindo diariamente das 10h às 20h, com última entrada às 19h. A visitação permanece gratuita, mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla.

PROGRAMAÇÃO EDUCATIVA — 19 A 30 DE NOVEMBRO

19/11 — Quarta-feira

Introdução às constelações Tupi-Guarani

10h às 12h | Público: crianças a partir de 8 anos

Vivência sobre o conhecimento astronômico indígena, mostrando como povos amazônicos integram o céu à vida cotidiana.

20/11 — Quinta-feira

Oficina de escrita: Amazônias negras na poesia de Bruno de Menezes

10h às 12h | Público: maiores de 10 anos

Oficina baseada nos poemas de Batuque (1931), destacando memórias, religiosidade e identidade negra amazônida.

21/11 — Sexta-feira

Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”

10h às 12h | Público: livre

Cosmologias indígenas dos povos Tukano, Yanomami e Desana e o papel espiritual dos pássaros.

Folha-bicho, bicho-folha: animais amazônicos, dobraduras e preservação ambiental

16h às 18h | Público: crianças e adolescentes a partir de 10 anos

Oficina que une dobradura, pintura e ciência para apresentar a diversidade da fauna amazônica.

22/11 — Sábado

A anatomia das folhas

10h às 12h | Público: livre

Oficina inspirada nas fotografias de Sebastião Salgado, com observação e impressão botânica.

23/11 — Domingo

Pintura em Miriti — Ateliê das Aves

Sessões: 10h–11h | 11h–12h | 15h–16h | 16h–17h | Público: geral

Pintura de aves amazônicas em miriti, aproximando arte, cultura e biodiversidade.

28/11 — Sexta-feira

Oficina: “De cantos e histórias: Cosmologias dos pássaros”

10h às 12h | Público: livre

Reedição da oficina que apresenta mitos e significados espirituais dos pássaros na cosmologia indígena.

Visita Educativa — Os Caminhos das Águas

10h às 12h | Público: crianças de 6 a 12 anos

Atividade interativa sobre as transformações de Belém e o papel das águas na formação da cidade.

29/11 — Sábado

A memória das plantas: imagens e histórias das ervas em Belém

10h às 12h | Público: livre

Oficina sobre ervas amazônicas e os saberes de mulheres, erveiras e povos tradicionais da região.

30/11 — Domingo

Oficina Mapas da Memória: Amazônias vividas, imaginadas e compartilhadas

10h às 12h | Público: livre

Criação de mapas afetivos com pinturas e materiais naturais, unindo memórias e imaginários amazônicos.

Serviço:

Museu das Amazônias

Endereço: Complexo Porto Futuro II — Avenida Marechal Hermes, Reduto, Belém (PA)

Horário de funcionamento:

  • De 10 a 21 de novembro: funcionamento em horário estendido devido à COP30, das 10h às 20h, com última entrada às 19h (aberto todos os dias).
  • A partir de 22 de novembro: retorno ao horário regular, de quinta a terça-feira, das 10h às 18h, com última entrada às 17h.

Sobre o Museu das Amazônias

Inaugurado no dia 4 de outubro de 2025, o Museu das Amazônias é resultado de uma ampla rede de colaborações que reúne diferentes esferas do poder público e da iniciativa privada em torno de um mesmo propósito: valorizar, preservar e projetar o patrimônio cultural, científico e ambiental das Amazônias. Mais do que um museu de ciências e tecnologias amazônicas, o Museu é um símbolo de cooperação e compromisso coletivo com o futuro da região e do planeta.

A iniciativa é do Governo do Estado do Pará, realizada pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará e pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com a participação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Sua concepção e implementação foram conduzidas pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi. Exemplo bem-sucedido de cooperação entre Estado e iniciativa privada, o Museu das Amazônias tem a Vale como Parceira Estratégica, apoio internacional do CAF e apoio financeiro da Finep e do BNDES. Conta ainda com a colaboração de empresas como Hydro, New Fortress Energy, Ipiranga, Mercado Livre, Ultracargo e Grupo BID. O projeto também conta com a Embrapa e o Amazônia Sempre como parceiros de conteúdo.

Foto: Emeson Oliveira