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Inédito na cidade, o Momento Felice poderá ser usufruído de terça a sexta-feira, das 16 às 20h: os clientes que pedirem uma taça de vinho ganharão mais uma como cortesia. “Já estávamos pensando em lançar um modelo de Happy Hour mas queríamos inovar no modelo. Então surgiu a ideia do Momento Felice, para nossos clientes aproveitarem nossa bela vista da Praia de Icaraí com uma condição especial”, conta Thaís Pinho, sócia proprietária da casa, que escolheu a semana do Dia do Amigo (20 de julho) para lançar a campanha.
Adicionalmente ao Momento Felice, o restaurante italiano também lança essa semana seu Menu de Inverno, elaborado pelo Chef Vicente Maia: “Selecionamos ingredientes e criamos pratos especiais para aquecer os dias mais frios, como o Creme de Baroa com Gorgonzola e o Tornedor na Fonduta de Parmesão”, revela o chef, que recentemente lançou o novo menu da casa.
O menu de inverno é composto por duas entradas, três opções de pratos principais e um cake fondue como sobremesa, ficando disponível até o final do mês de agosto.
O Casa Buonasera fica localizado na Estrada Leopoldo Fróes, 34, em Icaraí, Niterói. Reservas através do telefone (21) 3628-6342.





PALÁCIO DE CRISTAL RECEBE OFICINAS MUSICAIS E SÉRIE CRISTAL JAZZ
Até o dia 23 de julho, o Instituto Dell’Arte promove a 22ª. edição do tradicional Festival de Inverno de Petrópolis. Dez dias repletos de atrações de alta qualidade artística, com toda a programação gratuita.
Nesta terça-feira, dia 18, às 15h é dia de aprender a construir e utilizar instrumentos feitos com material reaproveitado na Oficina Orquestra de Latofones com Joaquim de Paula. Os participantes vão formar uma “orquestra de latofones”, com criatividade, sustentabilidade e muita música.
Na quarta-feira, dia 19, às 15h, será a vez da Oficina Encontro em Quatro Cordas – Ukulele e Cavaquinho com Bruna Souza. Neste encontro, ela contará sobre a origem e a história do cavaquinho, o qual é tão importante nas músicas brasileiras, e logo em seguida iniciará seu curso para todos aprenderem a tocar uma música em uníssono (todos juntos).
Quinta-feira, dia 20, tem programação em dois horários: às com 15h, com a Oficina Cante e os Males Espante com Tainá de Abreu, onde o intuído é promover a sensibilidade, as habilidades artísticas e intelectuais, além de desenvolver a coordenação motora, a percepção auditiva e o espírito crítico e às 18h30m é a hora e a vez do Victor Biglione Trio. Acompanhado de Roberto Alemão na bateria e Jefferson Leskowitch no baixo, o renomado guitarrista, arranjador e compositor argentino apresenta o show “Uma Guitarra no Tom – Tributo a Jobim”, em uma atmosfera “cool” de jazz.
A programação da Cristal Jazz continua na sexta-feira, dia 21, às 18h30m, com o violonista uruguaio Pablo Vares, que mostrará um repertório de músicas flamencas de seu álbum “Inexorable”. Às 20h a talentosa Karina Duque Estrada traz sua voz, dança e atuação num show com interpretações marcantes.
Sábado, dia 21, a banda Encantabreu se apresenta às 18h30m, com enfoque na Bossa Nova, chorinho e MPB, valorizando a cultura brasileira e o talento de nossos artistas como Pixinguinha, Gonzaguinha, Ivone Lara, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Tom Jobim e João Gilberto. E para fechar a noite, às 20h, com mais de 35 anos de carreira, o saxofonista Leo Gandelman subirá ao placo do Palácio de Cristal. O talentoso compositor e arranjador é considerado um dos melhores instrumentistas do Brasil.
Para encerrar a Série Cristal Jazz, domingo, dia 23, traz os carismáticos irmãos João Felippe no cavaquinho e João Victor no baixo, no Duo Mano a Mano. Com composições autorais, eles exploram a brasilidade e as influências jazzísticas, de forma descontraída. Às 20h, o Jazz das Minas celebra a música preta brasileira e mundial a partir de uma interpretação própria. O quinteto feminino é formado por Maíra Freitas (piano/voz e direção musical), Samara Líbano (violão 7 cordas), Monica Avila (sax/flauta/voz), Marfa Kurakina (baixo elétrico) e Flavia Belchior (bateria/voz).
Segundo o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, “O Festival de Inverno é um evento que vem aquecer ainda mais a nossa alta temporada. A retomada do turismo está a todo vapor, com finais de semana de cidade cheia há pelo menos dois meses. Reflexo do trabalho que vem sendo feito em várias áreas, para recuperar a confiança dos turistas, garantindo segurança e claro, boas atrações”.
No último fim de semana o Palácio de Cristal recebeu atrações, como a abertura da Séria Cristal Jazz, além de diversas oficinas musicais.
O Festival de Inverno é apresentado pelo Ministério da Cultura, Águas do Imperador e Prefeitura de Petrópolis, patrocinado por Eletrobras Furnas, apoio da UNIFASE, apoio institucional da Prefeitura de Petrópolis, produção da Dellarte, realização do Instituto Dell’Arte e Ministério da Cultura, Governo Federal / União e Reconstrução.
Serviço:
22o. FESTIVAL DE INVERNO DE PETRÓPOLIS
SÉRIE DELLARTE
Local: Palácio de Cristal
Oficinas musicais – dias 17, 18, 19 e 20, às 15
Cristal Jazz – dias 15, 16, 21, 22 e 23 – às 18h30m e 20h
Dia 20, às 20h
GRÁTIS
Classificação Indicativa: Livre





Data: 21 de Julho (Sexta)
Horário: 21h30
A casa abre 1h30 antes
Local: Qualistage
Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ
Venda ingresso: https://www.eventim.com.br/event/super-tramp-experience-no-qualistage-qualistage-16967319/?affiliate=MR0
Ingressos a partir de R$ 140,00
Camarote a partir de R$ 240,00
Classificação etária: 18 anos
Menores somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais
Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas
Informações: https://qualistage.com.br/
O espaço possui acessibilidade
A casa segue os protocolos de segurança, como disponibilizado álcool em gel. O local é periodicamente higienizado. Tudo para garantir a diversão com segurança.





O projeto pioneiro no País , criou a Moeda Social Recicle e jovens que contribuíram com a reciclagem já participaram de cursos de informática .
–O Projeto Ponto de Entrega Sustentável(PES) que foi implantado há cerca de três meses na comunidade do Buraco do Boi, no Barreto, Zona Norte de Niterói , e que através de Moeda Social Recicle estimula a coleta seletiva e em troca jovens ganham créditos para aulas, já rendeu os primeiros frutos . Adolescentes da localidade que tem cerca de 7 mil famílias já participaram de aulas de Exel e Word o que futuramente poderá ajudar na conquista do primeiro emprego. O projeto já está tendo tanto sucesso e envolvimento da comunidade que já estão sendo recolhidos cerca de uma tonelada de resíduos por mês .
A iniciativa, pioneira no país, estimula a participação da população na coleta seletiva em troca de créditos que deverão ser usados exclusivamente em atividades educacionais e culturais, como por exemplo, ter acesso às aulas para Ensino de Jovens e Adultos(EJA), lutas marciais e passeios culturais.
O programa é uma parceria entre a Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), o Instituto Léo Solidário, a Federação das Cooperativas de Catadores (Febracon), a Associação de Moradores do Maruí Grande e a E-ambiental, empresa especializada na tecnologia reversa de resíduos.
“Este curso foi importe porque vai nos ajudar a ter mais oportunidades de trabalho e melhorar nosso currículo”, disse Rafael Teixeira de Araújo, 13 anos, um dos estudantes a concluir o curso que mora desde que nasceu na comunidade.
O professor Lucas César é voluntário da Companhia de Limpeza de Niterói ( Clin) no projeto e destacou a importância desse tipo de iniciativa para a formação e para dar oportunidade a jovens de diversas idades .
“Tenho muito orgulho de ser voluntário neste projeto como professor dos cursos de Excel e Word. Com esta moeda estamos ajudando a formação desses jovens e estimulando neles, a consciência ambiental”declarou Lucas César .
Além de benefícios em relação a educação e cultura, o programa tem contribuído para a questão ambiental. Desde sua implantação, há três meses, com a participação dos moradores, a Clin tem conseguido retirar por mês, cerca de uma tonelada de resíduo da comunidade.
“Temos a satisfação da nossa empresa colaborar com ações que possam gerar conhecimento e prosperidade no cotidiano da comunidade, além de estarmos focados na melhoria do meio ambiente, dando oportunidade para que os resíduos sejam destinados de forma correta, priorizando a saúde, a qualidade de vida e a sustentabilidade”, destacou o presidente da Clin, Luiz Fróes.
O Projeto Ponto de Entrega Sustentável ( PES )consiste em os moradores separarem em suas residências seus resíduos recicláveis e realizarem sua entrega voluntária. Com isso recebem uma bonificação, em formato de moeda social sustentável, chamada “Recicle”, onde trocam por atividades.
A Clin, gestora dos resíduos sólidos do município de Niterói, tem como responsabilidade a implantação de contêineres e tendas que servem de base operacional para armazenamento dos resíduos recicláveis e cooperativa de catadores.
O Instituto Léo Solidário é o responsável pela emissão da Recicle, moeda social que será usada pelos moradores em troca de acesso às aulas de Educação para Jovens e Adultos (EJA), aulas de Jiu-Jitsu, além de passeios culturais e outros diversos produtos.
A Febracom tem como responsabilidade a administração e operacionalização do PES, captando moradores da comunidade para trabalhar na cooperativa, recebendo os resíduos recicláveis doados pelos moradores e distribuindo os cartões Recicle emitidos pelo Instituto





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A cidade de Orlando, na Flórida, é a opção preferida dos brasileiros que querem investir no mercado imobiliário nos Estados Unidos. Além da vantagem financeira, a cidade passou a ser vista como um destino tranquilo para se viver. E viver o sonho americano tem sido o desejo de casais de avós que buscam curtir com tranquilidade e segurança o crescimento dos seus netos. De acordo com Eduardo Pavone, corretor na Flórida, cerca de 70% das casas são vendidas para investidores com mais de 58 anos. “Em média, o público que atendo são de casais que já são aposentados, avós, que estão numa faixa etária entre 50 e 60 anos. Estão em busca de uma vida relativamente mais confortável para ter sua casa de férias aqui em Orlando, curtir com tranquilidade e segurança o crescimento dos seus netos”, disse. Boa parte desses investimentos estão sendo feitos em casas de férias na Flórida – conhecidas como vacation homes. Nesse modelo, os compradores brasileiros aproveitam o imóvel uma ou duas vezes por ano e disponibilizam a residência para aluguel por temporada. “O mercado de temporada é sempre procurado pelo brasileiro para diversificar o seu investimento. Assim, com a rentabilidade do imóvel, é possível pagar o financiamento e ainda ter lucro”, explica Pavone. Perfil do comprador mudou nos últimos anos O corretor explica que “esse é um movimento bem interessante, porque anteriormente os números que nós tínhamos eram de investidores na faixa dos seus 40, 50 anos, e pais. Ou seja, casais com filhos a partir dos seus 3 anos de idade até os seus 14 anos eram os maiores compradores”. Recentemente, um levantamento feito pela National Association of Realtors mostrou que o Brasil é o quinto país com mais estrangeiros que investem em imóveis nos EUA – apenas entre abril de 2021 e março de 2022, os brasileiros investiram US$1,6 bilhão neste setor.
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Evento começou nesta segunda (17), vai até o próximo dia 20 e será um dos maiores já realizados no país sobre o tema
– Para promover o conhecimento científico e intercâmbio de ideias e com o objetivo de estimular a conservação e o manejo sustentável do ecossistema de manguezais, que está sob constante ameaça humana, a ONG Guardiões do Mar realiza, em Niterói, o primeiro Congresso Nacional de Manguezais (ConMangue). Por meio do Projeto Do Mangue ao Mar, a ONG faz o evento em convênio com a Transpetro e apoio da Prefeitura de Niterói. O congresso começou nesta segunda-feira (17) e vai até o dia 20 com cientistas, educadores, comunidades tradicionais, atores governamentais e sociedade civil, na Sala Nelson Pereira dos Santos. As atividades celebram o Dia Mundial de Proteção aos Manguezais e 25 anos da ONG Guardiões do Mar.
O prefeito de Niterói, Axel Grael, destacou a importância dos temas debatidos no congresso.
“Niterói será a capital nacional dos manguezais nesses quatro dias. A cidade tem uma característica natural em sua fauna que a torna uma das mais emblemáticas para que o Congresso Nacional de Manguezais seja realizado aqui. Além disso, esta é uma iniciativa que tem tudo a ver com nossas políticas públicas. Vamos incluir a sociedade no debate em torno desses ambientes que estão em constante modificação e integram importantes berçários de nossa fauna”, destacou Axel Grael.
O Dia Mundial de Proteção aos Manguezais, celebrado em 26 de julho, é a principal data para impulsionar a sensibilização e encorajar ações em todo o planeta em prol da proteção ambiental desse ecossistema. O Brasil abriga uma das maiores extensões de manguezais do mundo, que foram relegados historicamente. Especialistas estimam que 25% das áreas originais de manguezal no país já tenham sido suprimidas desde o início do século 20, segundo o Atlas dos Manguezais do Brasil, publicado em 2018 pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), do Ministério do Meio Ambiente. As florestas de mangue estão desaparecendo de três a cinco vezes mais rapidamente do que as perdas globais de florestas.
“Na Baía de Guanabara, temos a maior faixa contínua de manguezais conservados do estado do Rio de Janeiro. São milhares de famílias de pescadores artesanais, de catadores de caranguejo e quilombolas que vivem neles e deles. Nos últimos 25 anos, a Guardiões do Mar dedicou boa parte de seus trabalhos na conservação e na recuperação desses ambientes. Trabalhamos a educação ambiental para que as pessoas entendam a real importância dos manguezais”, ressaltou o presidente da ONG Guardiões do Mar, Pedro Belga, que também coordena o Projeto Do Mangue ao Mar, em convênio com a Transpetro.
A gerente setorial de Responsabilidade Social da Transpetro, Juliana Assis, apresentou as linhas de atuação socioambiental da companhia voltadas ao desenvolvimento humano e social das comunidades.
“Participar do primeiro Congresso Nacional de Manguezais é reafirmar nosso diálogo e relacionamento com as comunidades tradicionais de pescadores artesanais, caiçaras, catadores de caranguejo e quilombolas. Temos várias ações previstas, o que inclui atividades de limpeza nas baías de Guanabara e Sepetiba e outras iniciativas que vão além da pesca, como as oficinas de turismo, previstas para começarem no ano que vem”, disse Juliana Assis.
O cantor e compositor Lenine esteve na abertura do evento e, como figura engajada nas lutas em defesa dos mangues e parceiro da ONG Guardiões do Mar, falou sobre a importância dos manguezais.
“Nasci e vivi até os 21 anos em Recife, que é uma cidade de manguezais. Na minha formação, tive sempre essa polaridade. A duas quadras atrás de onde eu morava tinha um mangue, a duas quadras para frente tinha o mar. A música que eu faço é uma espécie de crônica do tempo que eu vivo. E descobri que eu podia, através da música, fomentar e reverberar a melhoria do ser humano e do planeta”, contou Lenine.
Com palestras, painéis, debates e apresentações culturais, o Congresso Nacional de Manguezais será um espaço de aprendizado e trocas para se manter atualizado sobre as pesquisas, políticas e melhores práticas relacionadas aos manguezais. Entre os objetivos do congresso, está a discussão da situação dos manguezais fluminenses e de toda a costa brasileira.
O evento pretende estimular o desenvolvimento de ações em rede (pesquisa e educação ambiental). Os resultados previstos, junto a outras ações do Projeto Do Mangue ao Mar, serão a base para um documentário intitulado Mangues Urbanos, dirigido pelo biólogo marinho e cinegrafista Ricardo Gomes, e filmado nos moldes do premiadíssimo Baía Urbana, do mesmo diretor.
Em parceria com a Rede Nacional de Manguezais (Renamam), palestrantes nacionalmente reconhecidos de ao menos nove estados estão confirmados na programação. Vão palestrar o cantor e ativista ambiental Lenine; Alexander Turra, da Unesco; Alaildo Malafaia, da Cooperativa Manguezal Fluminense; o coordenador Nacional da Confrem, Flávio Lontro; Paulina Chamorro, da Liga das Mulheres pelos Oceanos; e Tatiana Alves, da APA de Guapimirim.
Outros palestrantes que farão parte do evento serão do Ecomuseu Natural do Mangue, Fundação O Boticário, Luthando pela Vida, Mangues da Amazônia, Oceanpact, Quilombo do Feital, e Rede Nós na Guanabara, além dos pesquisadores Clemente Coelho Júnior, Edgar Fernandez, Elizabete Barbarino, Erminda da Conceição Guerreiro Couto, Gregório da Cruz Araujo Maciel, Jacqueline de Castro Vieira, José Lailson, Luiz Eduardo Gomes, Maira Borgonha, Marília Cunha Lignon, Mário Soares, Rafaela Camargo, Yara Schaeffer-Novelli, entre outros.
Serviço:
Congresso Nacional de Manguezais (ConMangue)
Data: 17 a 20 de julho
Local: Sala Nelson Pereira dos Santos (Niterói –RJ)
A programação pode ser acompanhada pelo site: www.guardioesdomar.org.br
Fotos: Luciana Carneiro





A ilustração ficou a cargo de João Henrique, mas a história foi escrita por Raphael Bruno, que em menos de meia hora concluiu o texto. O artista, que redigiu mais de 100 livros, planeja vender seu gibi, de forma física. Raphael também possui um canal no YouTube, que leva o seu nome. Ao todo são mais de mil vídeos de humor.





Ibis Libris Editora realiza a 8ª edição da Ponte de Versos do ano, trazendo os imortais Ana Maria Machado, Antonio Cicero e Antonio Carlos Secchin, ao lado da também poeta e editora Thereza Christina Rocque da Motta, no dia 18 de julho (terça-feira), na Blooks Botafogo.
No “Prato Principal”, cada poeta convidado lê por 15 minutos. Em seguida, abre-se a “Sobremesa” aos presentes, quando poderão recitar um poema de cada vez e, por fim, a “Saideira”, lendo mais um poema curto.
Este ano, a Ponte de Versos completa 24 anos, evento que valoriza a literatura nacional e os novos autores, que, em abril, recebeu o “Prêmio Sarau Destaque 2022” da APPERJ – Associação Profissional dos Poetas do Rio de Janeiro. A Ibis Libris Editora entra no ano de seu 23º aniversário com 600 títulos publicados até 2022, novos títulos em produção e, além disso, concorre ao Prêmio Oceanos com 20 obras e ao Prêmio Jabuti com 12 títulos em diversas categorias.
A Ponte de Versos acontece no próximo dia 18/07 (terça-feira), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, na Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema). Livre para todas as idades e com entrada franca.
Traga seu poema para a Sobremesa e a Saideira!
Prato principal:
Ana Maria Machado nasceu em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em 24 de dezembro de 1941. É casada com o músico Lourenço Baeta, do quarteto Boca Livre e têm uma filha. Do casamento anterior, com o médico Álvaro Machado, Ana Maria teve dois filhos.Estudou no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e no MoMA de Nova York, e participou de salões e exposições individuais e coletivas no país e no exterior, enquanto cursava a Faculdade de Letras (depois de ter desistido da Geografia). Formou-se em Letras Neolatinas, em 1964, na então Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, e fez estudos de pós-graduação na UFRJ.
Deu aulas na Faculdade de Letras na UFRJ (Literatura Brasileira e Teoria Literária) e na Escola de Comunicação da UFRJ, bem como na PUC-Rio (Literatura Brasileira). Além de ensinar nos colégios Santo Inácio e Princesa Isabel, no Rio, e no Curso Alfa de preparação para o Instituto Rio Branco, também lecionou em Paris, na Sorbonne (Língua Portuguesa) e na Universidade de Berkeley, Califórnia, onde já havia sido escritora residente.
Em janeiro de 1970, deixou o Brasil, e trabalhou como jornalista na revista Elle, em Paris e no Serviço Brasileiro da BBC de Londres, além de se tornar professora de Língua Portuguesa na Sorbonne. Nesse período, participou de um seleto grupo de estudantes na École Pratique des Hautes Études, cujo mestre era Roland Barthes, sob cuja orientação terminou sua tese de doutorado em Linguística e Semiologia, em Paris. O trabalho resultou no livro “Recado do Nome” (1976), sobre a obra de Guimarães Rosa.
Trabalhou no Correio da Manhã, Jornal do Brasil, O Globo, e colaborou com as revistas Realidade, IstoÉ e Veja e nos semanários O Pasquim, Opinião e Movimento. Durante sete anos, chefiou o jornalismo do Sistema Jornal do Brasil de Rádio. Criou e dirigiu, por 18 anos, com duas sócias, a primeira livraria do país especializada em livros infantis, a Malasartes, no Shopping da Gávea. Também foi editora, uma das sócias da Quinteto Editorial.
Tem mais de 100 livros publicados, no Brasil e em outros 20 países, com mais de 20 milhões de exemplares vendidos. Ao longo de mais de 40 anos de carreira, escreveu obras para todas as idades, incluindo 10 romances.
Recebeu inúmeras condecorações por sua produção literária, com destaque para o Prêmio Hans Christian Andersen – o mais prestigiado da literatura infantil – e o Prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Em 2003, foi eleita em 24 de abril, para a Academia Brasileira de Letras, sendo a sexta ocupante da Cadeira nº 1, sucedendo Evandro Lins e Silva e recebida, em 29 de agosto de 2003, pelo acadêmico Tarcísio Padilha. Presidiu a Academia Brasileira de Letras entre 2012 e 2013.
Antonio Cicero Correia Lima nasceu no Rio de Janeiro em 6 de outubro de 1945, é compositor, poeta, crítico literário, filósofo, escritor brasileiro e membro da ABL.
Em 1960, seu pai assumiu um cargo executivo no BID, que acabava de ser criado, e toda a família se transferiu para Washington, D.C., onde fez seus estudos secundários. De volta ao Brasil, começa a cursar filosofia na PUC-Rio e, depois, no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Em 1969, devido a problemas políticos, foi para Londres, onde concluiu o curso de filosofia na Universidade de Londres. Em 1976, Cicero fez pós-graduação na Georgetown University, nos EUA, onde estudou grego e latim, o que lhe permitiu ler, no original, os clássicos de Homero, Píndaro, Horácio e Ovídio. Posteriormente, lecionou Filosofia e Lógica em universidades do Rio de Janeiro.
Desde jovem, escreve poesia, mas seus poemas só apareceram para o grande público quando a irmã, a cantora e compositora Marina Lima, musicou um deles. A partir desse momento, passou a escrever tanto poemas como letras para músicas de sua irmã e, depois, de outros parceiros. Produziu várias letras, como, por exemplo, de Fullgás, Pra começar e À francesa – as duas primeiras com Marina e a última com Cláudio Zoli. Entre outras parcerias, destacam-se as com Waly Salomão, João Bosco, Orlando Morais, Adriana Calcanhotto e Lulu Santos (coautor com Antonio Cicero e Sérgio Souza, do hit O Último Romântico, de 1984).
Em 1993, concebeu, em colaboração com o poeta Waly Salomão e patrocínio do Banco Nacional, o projeto “Banco Nacional de Ideias”, através do qual promoveu ciclos de conferências e discussões de artistas e intelectuais de importância internacional, como João Cabral de Melo Neto, Haroldo de Campos, John Ashbery, Derek Walcott, Caetano Veloso, Richard Rorty, Tzvetan Todorov, Hans Magnus Enzensberger, Peter Sloterdijk, Ernest Gellner, Bento Prado Júnior e Darcy Ribeiro, entre outros. Em 1996, lançou o livro de poemas “Guardar”, vencedor do Prêmio Nestlé de Literatura Brasileira na categoria estreante. Lançou também um CD, em 1996, Antonio Cicero por Antonio Cicero, recitando seus poemas.
Em 2001, o “Guardar” foi incluído na antologia “Os cem melhores poemas brasileiros do século”, organizada por Ítalo Moriconi. Em 2002, lançou o livro de poesia “A cidade e os livros”. Participou, nesse mesmo ano, com José Saramago, Hermeto Pascoal e Wim Wenders, do documentário Janela da alma, de João Jardim e Walter Carvalho. Em 2005, lançou “Finalidades sem fim”, finalista do Prêmio Jabuti na categoria “Teoria/Crítica literária”. Em 2010, lançou o Livro de sombras: pintura, cinema e poesia. Em 2012, lançou Porventura de poesia, depois Poesia e Filosofia (ensaio filosófico), e organizou um livro de ensaios estéticos chamado Forma e sentido contemporâneo: poesia. Nesse mesmo ano, lançou Antonio Cicero por Antonio Cicero, com entrevistas organizadas por Arthur Nogueira. Entre abril de 2007 e novembro de 2010, foi colunista da Folha de S. Paulo. Em novembro de 2008, pronunciou a palestra de encerramento do Congresso Internacional Fernando Pessoa, em Lisboa, publicada, com o título de “Fernando Pessoa: poesia e razão”, em Pessoa, Revista de Ideias, em dezembro de 2010.
Em 10 de agosto de 2017, Antonio Cicero foi eleito para a Cadeira nº 27, sucedendo Eduardo Portella, cujo primeiro ocupante foi Joaquim Nabuco, fundador da Academia Brasileira de Letras, tendo como patrono Maciel Monteiro.
Para o acadêmico Domício Proença Filho, então presidente da ABL, “Antonio Cicero é um dos escritores mais representativos da literatura brasileira contemporânea”.
É Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982). Professor de Literatura Brasileira das Universidades de Bordeaux (1975-1979), Roma (1985), Rennes (1991), Mérida (1999) Paris III-Sorbonne Nouvelle (2009) e da Faculdade de Letras da UFRJ, onde foi aprovado (1993), por unanimidade, com nota máxima, em concurso público para professor titular. Na carreira docente, foi diversas vezes eleito paraninfo e patrono dos formandos. Orientou 26 dissertações de mestrado e 18 teses de doutorado. Ministrou 50 cursos de pós-graduação, no país e no exterior. Em 2013, tornou-se professor emérito da UFRJ.
Proferiu inúmeras palestras, em sua maioria versando sobre temas de literatura e cultura brasileira, no Brasil e na Argentina, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Itália, México, Portugal e Venezuela. Membro de 46 editorias ou conselhos, no Brasil e no exterior, sobretudo de periódicos de investigação literária.
Recebeu diversos prêmios nacionais, entre eles, 1o lugar, categoria “ensaio”, do Instituto Nacional do Livro (1983); Prêmio Sílvio Romero, da Academia Brasileira de Letras, 1985, ambos para João Cabral: a Poesia do Menos; Prêmio Alphonsus de Guimaraens, da Fundação Biblioteca Nacional (2002); Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras (2003); Prêmio Nacional do PEN Clube do Brasil (2003), atribuídos a Todos os Ventos como melhor livro de poesia.
Membro Titular de PEN Clube do Brasil (1995); Medalha Cruz e Sousa, do Governo de Santa Catarina (1998); Medalha João Ribeiro, da União Brasileira de Escritores (1999); Medalha Carlos Drummond de Andrade, da União Brasileira de Escritores (2002); Membro Honorário da Academia Cachoeirense de Letras, Cachoeiro de Itapemirim (2004); Medalha do Mérito da Imprensa de Pernambuco, da Associação da Imprensa de Pernambuco (2005); Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura, Rio de Janeiro (2008); Medalha Jorge Amado, no Jubileu de Ouro da União Brasileira de Escritores-RJ (2008); Membro Correspondente da Academia de Letras da Bahia (2009); Diploma de Mérito Cultural da Academia Brasileira de Filologia (2011); Membro efetivo da Academia Carioca de Letras (2011); Medalha de Oficial da Ordem de Rio Branco, outorgada pelo Ministério das Relações Exteriores (2011); Troféu Integração, Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), São Paulo, 2014. Sócio Correspondente da Academia de Ciências de Lisboa, 2017.
Sétimo ocupante da Cadeira nº 19, eleito em 3 de junho de 2004, na sucessão de Marcos Almir Madeira e foi recebido, em 6 de agosto de 2004, pelo acadêmico Ivan Junqueira.
Sobre a Ibis Libris
Ibis Libris publica prosa e poesia, ficção e não ficção, infantis, juvenis e cultura em geral. Fundada em 18 de agosto de 2000, hoje tem mais de 600 títulos publicados, principalmente de literatura. Sua fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta, é poeta, editora e tradutora. Lançou “Joio & Trigo”, seu primeiro livro de poemas, em 1982, prefaciado por Claudio Willer. Tem 25 livros publicados, entre eles, “Capitu” (2014), “Breve anunciação” (2013) e “As liras de Marília” (2013). É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Criou o selo Bisbilibisbalabás em 2002 e, em 2021, criou o selo Maat, para mulheres. Em 2022, lançou “Sheherazade”, seu primeiro livro de contos, pelo selo Maat.
A Ibis Libris Editora inscreveu, pela primeira vez, em 2022, mais de 10 títulos no Prêmio Jabuti, concorrendo em 16 categorias. Este ano, 20 títulos estão concorrendo ao Prêmio Oceanos e 12 ao Prêmio Jabuti. Além disso, Thereza Christina obteve a inserção do Dia da Primavera dos Livros no Calendário Oficial da Cidade, aprovado em 6 de outubro de 2022. Recentemente, o evento Ponte de Versos recebeu o “Prêmio Sarau Destaque 2022”, por seu caráter cultural e artístico, divulgando a poesia nacional. Segundo Thereza Rocque da Motta, a “Ibis Libris foi criada para dar voz aos autores que desejam transformar seus sonhos em livros e, por isso, criei uma editora para transformar seus sonhos em realidade”.
Instagram: @ibislibris
Thereza Christina Rocque da Motta
Ibis Libris Editora




