Prefeitura retoma projeto de revitalização da Alameda São Boaventura após liberação do TCE

 

http://www.saude.niteroi.rj.gov.br/

 

Obra vai ser licitada para modernizar corredores de ônibus além de implantar ciclovia e acessibilidade nas calçadas

 A Prefeitura de Niterói vai retomar a licitação para  as obras de revitalização da Alameda São Boaventura. O projeto foi analisado e aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), na segunda-feira (03). Uma das mais movimentadas e importantes vias de Niterói, a Alameda será totalmente revitalizada. O investimento previsto é de R$ 136 milhões e as intervenções incluem modernização dos corredores viários; melhoria e ampliação da rede de drenagem; pavimentação das vias; acessibilidade das calçadas e implantação de ciclovia. O edital será publicado no Diário Oficial deste sábado (8).

O projeto de revitalização da Alameda São Boaventura faz parte do Plano Niterói 450 Anos, no eixo Zona Norte, região para a qual estão previstos investimentos de R$ 415 milhões até 2024.
O prefeito de Niterói, Axel Grael, destacou que as obras na Alameda são fundamentais para a população da Zona Norte.

“A revitalização da Alameda São Boaventura é um compromisso que, agora, liberado para licitação pelo TCE, vai sair do papel. Trata-se de uma iniciativa muito esperada pelos moradores da Zona Norte. As obras terão o mesmo padrão das intervenções feitas na Nova Avenida Marquês de Paraná, outra via de grande movimentação em Niterói. Assim como na Marquês de Paraná, a Alameda terá a instalação de novas faixas viárias exclusivas para ônibus nos dois sentidos do tráfego, além de ciclovia e outras melhorias”, explicou Axel Grael.

As obras de revitalização da Alameda São Boaventura vão readequar as estações de ônibus para facilitar a entrada e a saída dos veículos. O modelo das estações será semelhante ao dos terminais do BHLS da Transoceânica, com a instalação de painéis eletrônicos. A Alameda, de acordo com o projeto proposto, vai receber iluminação em LED e novo paisagismo.

Além das obras de revitalização da Alameda São Boaventura, o Plano Niterói 450 anos, no eixo Zona Norte, prevê outras intervenções importantes  como a implantação do Restaurante Cidadão do Fonseca e a inauguração do primeiro Centro Cultural da Zona Norte – duas obras que já começaram.

Terminal do Caramujo – A Prefeitura está desenvolvendo também o projeto para a criação do Terminal Rodoviário do Caramujo, que tem como objetivo otimizar o sistema e fazer com que veículos  de baixa ocupação não entrem no corredor da Alameda. Com a otimização das linhas que utilizarão o futuro terminal do Caramujo, ocorrerá uma diminuição de cerca de 20% na quantidade de ônibus (55 veículos na hora pico, cerca de 500 veículos diários) no corredor. Isso vai contribuir para a diminuição dos congestionamentos e, consequentemente, para a redução  nos tempos de viagem e na emissão de gases prejudiciais à saúde.

FOTOS: Divulgação

Aba chapéus Panamá, em breve, no Shopping Cassino Atlântico

 

http://www.saude.niteroi.rj.gov.br/

 

Empresário Marcelo Sarquis investe no mercado de moda do Rio, abrindo em breve a primeira loja física da Aba no Brasil,  especializada em chapéus Panamá originais, no Shopping Cassino Atlântico
 
 
 
Comercializados pela Aba desde 2004, as peças, originais e certificadas,  são artesanais e produzidas pelos indígenas do Equador, descendentes dos incas, há mais de mil anos.
 
 
 

empresário Marcelo Sarquis, um dos maiores importadores de chapéus Panamá do Brasil, investe no mercado da moda carioca e com a abertura, prevista para novembro, da primeira loja física da Abaespecializada em chapéus Panamá originais e certificados, no Shopping Cassino Atlântico, no primeiro piso, entrada pela praia, embaixo do melhor hotel do Rio de Janeiro, atualmente, o Fairmont, em frente ao Forte de Copacabana,com modelos artesanais para homens e mulheres, trazendo de volta uma tendência de moda e contribuindo para as comunidades indígenas do Equador, descendentes dos incas, que produzem essas peças há mais de mil anos.



O Rio de Janeiro é uma das cidades que mais influencia a moda no Brasil e no mundo. Suas belezas naturais e diversidade inspiram a criação de cores, estilo e tendências no comportamento de quem vive ou visita a cidade. O  Rio é o berço de nomes e marcas importantes como a Aba, pioneira nos chapéus Panamá.
 
 

Há 20 anos no atacado e na internet, a empresa, única especializada em chapéus Panamá no Brasil, abre sua Flagship com novidades maravilhosas e seus chapéus clássicos chapéus Panamá, que nos deixam com um charme fora do comum.
A marca é a fornecedora dos chapéus, originais, feitos à mão, pelos índios incas no Equador, para as melhores grifes de moda do Brasil,  para hotéis como Copacabana Palace e o Cataratas, além dos protagonistas das novelas da Rede Globo.

 
 
Sobre os Chapéus Panamá

 

A palha do chapéu “Panamá” nasce em apenas um lugar do mundo: no Equador. Feitos manualmente, de forma inteiramente artesanal, podem levar de 2 dias a 6 meses para ficarem prontos, dependendo do chapéu.
O chapéu ganhou o nome “Panamá” no início do século XX, quando os franceses e americanos, que participaram das obras de construção do Canal, começaram a imitar os trabalhadores locais, usando os chapéus para se protegerem do calor e da umidade. Ao retornarem a seus países, eram perguntados de onde vinham aqueles chapéus e respondiam: do Panamá!

A fama  aumentou quando o então presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, fez uma visita às obras do Canal e apareceu nas capas dos jornais americanos com o chapéu. A ABA Chapéus de Panamá existe desde 2004, sendo uma empresa especializada na importação e comercialização do chapéu Panamá genuíno.

Além dos tradicionais, a Aba também tem uma linha completa de chapéus coloridos, com modelos em azul escuro, azul claro, pink, amarelo, lilás, laranja, roxo, verde, cru, branco, preto… um mundo de cores! E você ainda encontra na Aba os modelos fino, semi-fino, super-fino, canotier e alon, dentre outros. O produto é certificado e 100% original.

 

Sobre Marcelo Sarquis

 

Marcelo Sarquis é o mais conceituado importador do milenar Chapéu-panamá, pela sua já consagrada empresa Aba. Ele entrou no ramo no início do ano 2000, quando era vendedor de diversos produtos e, se deparou com um cliente que queria um chapéu “molinho”. Pesquisando na internet, descobriu. Fez contato com o Consulado de Equador e a Câmara de Comércio Brasil-Equador e comprou apenas 24 peças, que foram vendidas de cara. Já no ano de 2002, atrás da segunda remessa, comprou 500 unidades e virou importador, chegando a ter data de evento de importadores no Equador mudada para que sua presença fosse possível, por ser o único empreendedor com o selo do governo daquele país. Este ano, vai abrir a primeira loja física da Aba, no Shopping Cassino Atlântico, no primeiro piso, entrando pela praia.



Como são feitos os Chapéus Panamá Aba



“Pela manhã, subindo as encostas do Equador, é preciso encontrar a planta conhecida pelo nome de Toquilla cujo nome científico é “Carludovica Palmata”. Depois de cortada, a palha é levada para um pequeno galpão ou até mesmo para a casa dos índios, descendentes dos incas, onde sua casca é retirada e a palha interior é colocada para ferver. Depois, os índios a colocam para secar, e depois começam a tecê-la.  É um trabalho de mestre. Este é o início do chapéu panamá.

E seguem tecendo, com as mãos, toda copa e toda aba. Uma tradição dos descendentes dos incas, passada de geração em geração. Por fim, é feito o arremate , e colocadas as fitas. Assim é feito o Chapéu Panamá, desejado no mundo inteiro”, explica Marcelo Sarquis, da ABA Chapéu Panamá.

 
 

Showroom: R. Xavier da Silveira, 40 – Sl 313 – Copacabana – RJ – Brasil
Contatos: 21 3072-0800 / 98350-0014
E-mail: contato@chapeupanama.com.br
Loja: Shopping Cassino Atlântico – 1º piso – entrada pela praia –  Copacabana – RJ

(Previsão de abertura: início de novembro)
 

Redes sociais:
 

Anna Persia Bastos fala sobre mobiliário, aromas, cores e iluminação


http://www.saude.niteroi.rj.gov.br/
A designer de interiores Anna Persia Bastos fala sobre como o mobiliário, aromas, cores e iluminação podem influenciar na saúde e na qualidade de vida das pessoas.
Profissional escolhida para a primeira edição do Anuário ArchClub 2022 explica que casas e espaços saudáveis contribuem para a inclusão, saudabilidade e sustentabilidade
 
 
 
Anna Persia Bastos é empresária e designer de espaços, dona do studio Persia Interiores e o seu maior prazer é projetar espaços que façam a diferença para as pessoas, pois  acredita que os  ambientes que nos cercam influenciam todo o tempo. 
 
Então, por que não criar espaços que beneficiem a vida? Este é o seu propósito, transformar a vida das pessoas, levando saúde aos moradores.

Materiais utilizados nas construções e reformas, móveis que compõem a decoração e pequenos hábitos diários podem atrapalhar a qualidade de vida dentro do lar, adoecendo os moradores. Como ter uma casa saudável? 

 
 
 
O conceito de ‘casa saudável’
 
 
O conceito de casa saudável está voltado para criar ambientes que geram saúde para os moradores. Vivemos 90% da nossa vida em espaços construídos e eles são comprovadamente mais poluídos do que os ambientes externos. Neste conceito de projeto, pensamos o espaço como gerador de saúde, então, o que fazer para que ele realmente gere saúde aos moradores ou usuários dos espaços? Pensar em que tipo de mobiliário especificar, tipo de tinta, se o ambiente é banhado por iluminação e ventilação natural, em proteção de espaços de longa permanência … tudo isso faz a diferença na vida das pessoas.
 
 
Projetos Saudáveis
 
 
Um projeto saudável leva em consideração sete pontos imprescindíveis para levar saúde aos moradores e/ou usuários dos espaços. Acústica, iluminação, materiais de limpeza, materiais de construção, poluição eletromagnética, qualidade do ar e da água e exercício e lazer.
 

Quando se projeta é preciso refletir sobre o que está sendo especificado para o ambiente construído e quais as melhores estratégias para melhorar o que já existe. Não adianta pensarmos somente em um dos pontos aqui listados porque todos influenciam consideravelmente no ambiente e uma casa doente, reflete nos moradores e proporciona doença para todos que usufruem dela. É um conjunto de estratégias e soluções de projeto que são pensados e colocados em prática, visando sempre o bem estar e a qualidade de vida dos moradores.


O ar, a água, a iluminação e a ventilação têm uma importância extrema para o bem estar e saudabilidade dos seres. Não vivemos sem eles e se algum deles for de má qualidade, ficamos doentes.

Os materiais que utilizamos na construção podem gerar contaminação. Uma especificação de tinta que contenha contaminantes pode provocar alergias, dores de cabeça, ausência de respiro de paredes … tudo impactante em nossa saúde. O mesmo acontece com os produtos de limpeza que utilizamos em casa. Tudo que colocamos no ambiente em que vivemos tem um impacto em nossa vida.

Em resumo, o projeto saudável tem como foco a saúde, o bem estar, proporcionando uma melhor qualidade de vida.
 
 
Aromas ambientais
 
 
Você já ouviu falar em aroma ambiental? “Este termo, muito usado em projetos de ambientes comerciais, também se aplica perfeitamente aos ambientes residenciais. O aroma ambiental pode ser artificial, quando inserimos num espaço um aroma, ou fazer parte do próprio espaço, quando pertence a um produto”, explica Anna Persia Bastos, designer de interiores e referência em projetos de espaços saudáveis, sustentáveis e inclusivos.

Uma mesa de café da tarde aromatiza todo o ambiente com o cheirinho do pão, dos biscoitinhos, deixando um cheiro inesquecível. Quando isso acontece, você registra no seu inconsciente esta sensação e sempre que você sentar a uma mesa que remeta à sua primeira experiência, a emoção que você sentiu retornará na mesma vibração de antes, conectando com este novo ambiente. Isso não é incrível?

No projeto “ Lavabo Conceito” (fotos), as paredes foram pintadas com textura de reuso de pó de café, um aroma que aquece o coração dos brasileiros e que remete a momentos prazerosos.

E por que isso acontece?

O olfato é chamado de sentido químico, por permitir ao ser humano distinguir uma substância benéfica ou não, pelo odor sentido pelo nariz. Os odores que sentimos são processados próximos aos centros de emoção e de memória, não demonstrando nenhum esforço cognitivo para que fique registrado aquele cheiro que faz remeter àquele espaço ou a uma situação.

O poder de um aroma vai muito além de ter um lugar cheiroso. Ele pode influenciar no seu humor, na sua conexão com o ambiente, na sua relação com as pessoas, no fechamento de negócios e muito mais. Por ser o primeiro sentido a ser aguçado, é através dele que chega a primeira impressão.

Aqui já foi possível perceber o grande aliado que os estabelecimentos comerciais. Mas e os residenciais, será que podem se beneficiar dessa estratégia?

Segundo Anna Persia Bastos, “um bom aroma é capaz de fortalecer a autoestima e até proporcionar benefícios para a saúde.

Pesquisas apontam que quando os aromas são inalados, ajudam a ativar o sistema límbico do corpo, que estão vinculados ao humor, a emoção, a memória e até aos nossos padrões comportamentais”.

 
Por que a preocupação com a inclusão e a sustentabilidade?
 
 
Entendo que a inclusão de todos em qualquer espaço é vital. Somos todos diferentes e respeitar esta diversidade é respeitar o outro em sua totalidade. Os espaços precisam ser pensados para todos, de forma a acolher e a dar autonomia a todos que usufruem dele.
Em relação à sustentabilidade, também está relacionado ao respeito a todas as coisas. Não podemos pensar que não somos responsáveis por um mundo melhor, uma vida mais salutar.  Acredito que não temos saída a não ser buscar um mundo mais sustentável. 
 
Sustentável no sentido do não desperdício, de não acabar com as fontes naturais que nos foram dadas e estamosexterminando com tudo, de não aceitação ao trabalho escravo e por aí vai. Em todos os meusprojetos sempre busco materiais com baixo impacto, que não agridem o meio ambiente,formas de não gerar tanto lixo, de poluir menos o meio ambiente, de reaproveitar o que ocliente tem, repaginando e dando outro valor a peças e mobiliários. É um olhar amoroso peloque temos e o medo de perder esta riqueza.
Sobre Anna Persia Bastos


Psicóloga de formação (UNESA), sempre teve o olhar voltado para a importância do espaço na constituição do sujeito. Iniciou estudo para Personal Organizer e daí passou para o Design de Interiores. –  Instituto Marangoni Milano – Escola de Design em Design de Interiores para Profissionais . Especialização em Design de Interiores: ambientação e produção de espaço – IPOG . Mestre em Diversidade e Inclusão em conforto ambiental em espaços de inclusão – UFF . Técnico em Design de Interiores – IBDI . Design de Espaços- metodologia MADEIN – Instituto Europeu de Design. Também cursou Neuro Design, Design Biofílico  e Vegan Design. Para  2022, prepara o lançamento do livro “Conforto Ambiental e Educação”.

Anna Persia Bastos é designer de espaços, e toca o studio Persia Interiores,  sendo o seu maior prazer  projetar espaços que façam a diferença para as pessoas, acreditando que os ambientes que nos cercam nos influenciam a todo o tempo. Então, por que não criar espaços que beneficiem a vida, que sejam sustentáveis, inclusivos e que respeitem a diversidade? Este é o seu propósito, transformar a vida das pessoas, levando saúde e melhor qualidade de vida aos moradores. Propósito que levou o studio Persia Interiores ao Archathon Sudeste 2022 , além de ser uma das referências na área.

 

Prêmios de Sustentabilidade

O GLOBO – Mostra Casa Design 2013
O GLOBO – Mostra Casa Design 2014
Mostra Morar Mais por Menos Rio 2019

Vencedora do 1º concurso cultural Archaclub_NFD, 2021
Participou da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021, com o projeto Caminho Sensitivo

Prêmios Empresas

Prêmio Gran Awards de Excelência de Qualidade 2014 e Empresa do Ano em Qualidade
Prêmio Excelência Empresarial 2014
Prêmio Quality- Excelência em Qualidade 2014
Prêmio Excelência e Qualidade Brasil 2014

Pacto com a natureza

“A essência dos meus projetos está na busca pela sustentabilidade, sempre com o menor impacto ao meio ambiente, através da reutilização e renovação de materiais e mobiliários de forma criativa”.


 
OBS: Fotos Anna Persia – crédito Carol Thompson
 

Cenaculo Fluminense e Elos Niteroi nomeiam nove novos membros

Fotos Murilo Lima

 

 

Foi repleta de ícones dos talentos artisticos a sessao conjunta do Cenaculo Fluminense de Historia e Letras e Elos Clube de Niteroi, ocasiao em que tomaram posse oito elistas e , no Cenaculo, a jornalista Irma Lasmar, em cerimonia festiva, com a presenca do Presidende do Elos Clube Internacional, Sidnei Franca e do Vice-presidente para a America do Sul, Roberto Frutuoso.

Estavam presentes representantes Elos Petropolis, Teresopolis e Juvenil, na solenidade que contou com apresentacao da pianista Ana Maria Brandao. Ao termino, aconteceu almoco, no restaurante Tenore, em Icarai. O evento foi promovido pelos Elos Clube de Niteroi, que tem como Presidente, a intelectual e escritora, Marcia Pessanha, e a Governadora do Distrito 8, Presidente do Cenaculo, Matilde Carone Slaibi Conti.

 

 

Roda de samba no Candongueiro com Galocantô homenageia Ilton Mendes neste sábado

 

A tradicional roda da Casa de Samba do Candongueiro conta com a participação especial do grupo Galocantô neste sábado (8). O evento homenageia Ilton Mendes, mais conhecido como Ilton do Candongueiro ou senhor Ilton, como carinhosamente o chamavam os frequentadores da Casa, que faleceu no último sábado (1). A celebração em honra do fundador do espaço e guardião do samba de Niterói promete um dia mágico ao público.

Ivan Mendes, filho do mestre Ilton, lembra que o samba não pode parar, conforme a vontade de Ilton, que deixa um grande legado para a cultura popular. “A Roda de Samba deste sábado tem uma enorme importância para o Candongueiro, pois completam exatos sete dias do falecimento do meu pai. Certamente seria assim que ele gostaria de ser homenageado, com muito samba. Como diz um trecho de ‘Testamento de Partideiro’, do Candeia: ‘Quem rezar por mim que o faça sambando, porque um bom samba é forma de oração’. E assim faremos.”

Produtor cultural e apaixonado pelo local, Heitor Collet conta que a Casa de Samba do Candongueiro é também a história de vida de Ilton, que, ao lado de sua esposa Hilda, começou há 30 anos com pequenos encontros entre amigos no quintal de casa. “De lá pra cá, três décadas transformaram a vida cultural da cidade, com o nascimento da roda de samba que hoje é patrimônio cultural imaterial de Niterói. O Candongueiro foi e ainda é frequentado e reverenciado pelos maiores bambas e pelas maiores damas do samba, como Seu Wilson Moreira, Monarco, Nelson Sargento, Luiz Carlos da Vila, João Nogueira, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, só para citar algumas dessas personalidades. Já estiveram por lá também quem faz o samba hoje: Teresa Cristina, Dorina, Moacyr Luz, Toninho Gerais, Diogo Nogueira, Moyseis Marques, Marquinhos Diniz, dentre tantos outros.”

Serviço:
Roda de Samba do Candongueiro com Galocantô
Data e hora: 8 de outubro (sábado), às 18h.
Endereço: Rodovia Prefeito João Sampaio nº 1154, Rio do Ouro, Niterói.
Ingressos via WhatsApp: (21) 97284-1830

Foto: Breno Platais

 

Angel Montteiro e Claudia Melo participam como juradas do concurso Miss Talavera Bruce

 

As Atrizes estão gravando a série “Sobrevivendo no Inferno”, que trata sobre o cárcere feminino no Brasil

Nesta sexta-feira (07), aconteceu dentro da penitenciária feminina Talavera Bruce, em Bangú, zona oeste do Rio de Janeiro, o 16• concurso de beleza Miss Talavera Bruce, onde as detentas disputam entre si, quem será a mais bonita do presídio.
Entre os convidados para serem juradas do evento estavam as atrizes da série “Sobrevivendo no Inferno” Angell Montteiro e Claudia Melo, além da diretora e roteirista da produção que vai tratar sobre o cárcere feminino no Brasil, Rayssa de Castro.
Na trama Angel Montteiro será Raquel Lima., a diretora de um presídio decadente, que assume o cargo para fazer melhorias, ja a atriz Claudia Melo, que também assina como produtora da série, será a protagonista Luana, uma advogada de classe média alta que comete um crime por justiça e vai parar atrás das grades.
A série está em fase de gravação num presídio desativado no Rio de Janeiro desde Agosto deste ano e tem previsão de estreia em 2023.
Angel e Claudia Melo estiveram no Talavera Bruce antes de iniciar as gravações para comporem suas personagens e agora retornam à penitenciária para participarem do Concurso de Beleza.
“Estar em um presídio feminino real, conversando com os policiais penais e algumas detentas, foi de extrema importância para compor a minha personagem., que é inspirada na primeira secretária da SEAP Maria Rosa Lo Duca Nebel.
E agora retornamos ao Talavera com a responsabilidade de julgar a interna mais bonita do presídio. Esse concurso é muito importante por que ele tem o objetivo de ressocializar e resgatar a auto estima dessas mulheres Eu me sinto muito honrada em estar aqui.”, disse Angel.
Claudia Melo que também fez laboratório no Talavera Bruce e foi convidada a ser jurada do Concurso conta sobre a série e sua personagem:
“Estar vivendo a Luana é muito prazeroso porém intenso. A personagem irá mostrar toda a sua força ao longo da trama. Estamos retratando o cárcere feminino no Brasil pela primeira vez através de “Sobrevivendo no Inferno”, uma série que tem 90% de mulheres trabalhando, seja no roteiro, na direção, na produção e no elenco e hoje Graças a Deus, estamos com uma mulher a frente da SEAP, a secretaria Maria Rosa Lo Duca Nebel, que com sua força, está trazendo esse trabalho social e humanitário para dentro dos presídios.”, afirma Claudia.

 

Inauguração da Arena Beach Tennis Ralff Abreu no centro de Niterói é confirmada para domingo, dia 9



Atleta niteroiense, vice-campeão mundial, Ralff Abreu inaugura espaço com cinco quadras de Beach Tennis com toda a infra-estrutura para a prática do esporte que mais cresce no país. Evento começa a partir das 8h
 
Foto: Ralff Abreu / Crédito: @diogobeachtennis

Depois do adiamento em virtude das chuvas, o niteroiense Ralff Abreu, ex-top 10 do ranking e vice-campeão mundial pelo Brasil em 2017, inaugura, neste domingo, dia 9 de outubro, a Arena Beach Tennis Ralff Abreu, situada no Centro de Niterói (RJ), na rua Xavier Brito Nº 22, a partir das 8h.

 
Serão ao todo cinco quadras de Beach Tennis com toda a infra-estrutura de vestiário, restaurante e bar. O espaço será disponível para o treinamento de alto rendimento do atual 40º do mundo e sua equipe, além da disputa do novo ranking interno que será inaugurado e também aluguel de quadras avulsas.
 
O dia da inauguração terá um aulão com os professores e clínica de Ralff Abreu e a inauguração do ranking masculino e feminino do local: “Estou muito feliz com essa inauguração em expandir o Beach Tennis por Niterói, esporte que vem crescendo muito.  Ter um espaço com toda infra para poder treinar, instalar a equipe de alto rendimento e também o novo sistema de ranking que já vamos implementar na inauguração será muito bom”, disse Ralff Abreu, que também é campeão Pan-Americano em 2016 e atleta patrocinado pela  Dropshot e com apoios da Secretaria de Esportes e Lazer de Niterói, Benevix, Agência Experience Marketing, Clínica de Vacinação Prophylaxis e Spider Undergrip.
“A Arena Ralff Abreu terá como carro chefe o ranking interno, eventos e o clube de jogos. Além dessas atividades vamos oferecer aulas, aluguel, aluguel para mensalistas, clínicas, torneios, e outras atividades”, disse Leandro Abreu, gestor da Arena Beach Tennis Ralff Abreu: “O Ranking terá como objetivo estimular ao jogo, num ambiente entre amigos, de forma organizada onde serão divididos por categorias e a cada temporada (seis meses). Os melhores terão acesso a categoria acima. Tudo isto possibilitando de forma bem lúdica o amadurecimento, crescimento técnico, tático e físico de cada aluno participante e com isso um feedback melhor com seu professor para explorar e desenvolver as possíveis dificuldades encontradas. Os eventos terão caráter social, onde a ideia é reunir periodicamente um grupo de mesmo nível técnico e criar desafios valendo pontos para o Ranking e terminando com um churrasco e confraternização. O clube de jogo será feito para associados que queiram jogar fim de semana, meio de semana ou até a semana toda. Esses associados além de jogar estarão participando do Ranking e dos eventos”.
Ralff seguirá com sua Escolinha de Beach Tennis na Praia de Icaraí com 350 alunos e sete professores onde visa o desenvolvimento do esporte.
Após a inauguração, Ralff embarca para Santa Catarina onde disputa a Copa das Federações defendendo as cores do Rio de Janeiro em competição que começa na quarta-feira, dia 12, e vai até o dia 15.
 
Sobre Ralff Abreu
Ralff Abreu, nascido em Niterói, em fevereiro de 1983, foi tenista e começou no Beach Tennis em 2011. Tem 14 títulos a nível mundial ITF na carreira.

Em 2017, ao lado de Diogo Carneiro, teve seu melhor ano, alcançando o top 10 do ranking mundial. Foi campeão do ITF de João Pessoa (PB), Maceió (AL), Balneário Camboriú (SC), São Miguel do Gostoso (RN), foi vice-campeão em Guadalupe, Niterói (RJ), vice-campeão Mundial pela Seleção Brasileira por Equipes na Rússia, semifinalista do Mundial de Duplas em Cervia, na Itália.Em 2016 foi campeão Pan-Americano em Aruba e em 2017 venceu a Nations Cup, a Copa das Nações, contra a Itália, no mesmo país.
Em 2019 foi vice-campeão no ITF de Brusque (SC) e campeão no ITF de Niterói (RJ).

Oficina de Teatro com Poesia, dirigida por Lucília Dowslley, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói

 

 

 

Estão abertas as inscrições para a Oficina de Teatro com Poesia, dirigida pela atriz, poeta e jornalista Lucília Dowslley, que acontecerá no Museu de Arte Contemporânea de Niterói. O curso é para pessoas que desejam experimentar o Teatro e a escrita a partir do contato com jogos dramáticos, técnicas de improvisação, criação de textos e exercícios para a composição de personagens alinhavados pela poesia. Não precisa ter experiência. A Oficina também vai trabalhar a timidez, a criatividade e a imaginação corpo e voz.  Na adolescência Lucília tinha um pensamento firme, quando buscou o teatro como terapia, aconselhada pela Professora para vencer a timidez: “Quero pisar no palco para levar ao coração das pessoas o que escrevo”. A artista multimídia é a fundadora da Dowslley Editora e do Movimento Um Brinde à Poesia Niterói, com 23 anos de atividades e que tem como principais objetivos estimular a leitura, a divulgação e a produção da poesia, abrir espaço para escritores, compositores musicais e fotógrafos, além de divulgar livros e estimular a participação livre nos saraus, democratizando o microfone aberto. Lucília ministra Oficinas e Clube de Leitura há mais de vinte anos, em escolas e empresas, com um método próprio, tendo a poesia como elemento principal.  Visitou escolas dando palestras e distribuiu cerca de 3.000 livros para alunos das escolas municipais. Para mais informações entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96714-5001.

Lucília Dowslley é natural de Niterói. Formada em Jornalismo. Fotógrafa, Poeta, Atriz, Designer Gráfico, Editora e Produtora Cultural. Lançou, em 1999, o Movimento Um Brinde à Poesia pela Liberdade de Ser, que tem como patrono Fernando Pessoa e Vinícius de Moraes.  Fundou a Dowslley Editora em 2015. Ministra Oficinas de Teatro com Poesia em escolas e empresas e o Clube de Leitura.  Obras: Um Brinde à Poesia, Carmim, O Sol em Minha Alma, A Poesia do Silêncio – The Poetry Of Silence e Niterói Atração à Primeira Vista (fotografia). Fez exposições fotográficas individuais e participou de coletivas. Atuou no monólogo MILAGRAVAS no Teatro Municipal de Niterói, em 2014. Criou capas e ilustrou inúmeros livros. Acredita que a arte é um instrumento de transformação e conscientização.

Rosicleia Campos vai comentar Mundial de Judô pela Sportv

A head coach da equipe de Judô do Flamengo participará da transmissão das finais

A head coach da equipe de Judô do Flamengo, Rosicleia Campos, foi convidada pelo canal Sportv para comentar o Campeonato Mundial de Judô, que acontece em Tashkent, no Uzbequistão, entre os dias 6 e 13 de outubro.

Rosicleia estará ao lado do narrador da Sportv, Dandan Pereira, e do medalhista olímpico, Leandro Guilheiro, sempre a partir das 09:00h, durante a transmissão.

“Vou comentar as finais do feminino, ou seja, a disputa de medalhas. Uma honra poder participar desse momento e, claro, com ótimas expectativas para a participação do Brasil”,  afirma Rosicleia, treinadora medalhista olímpica, que esteve à frente da Seleção Brasileira feminina de Judô, de 2005 a 2021.

 

Projeto Climate da UFF investiga o passado para prever o clima do futuro

Dados do clima de milhares de anos atrás possibilitam a criação de modelos confiáveis para a previsão climática

O debate sobre mudanças climáticas já não é mais novidade, principalmente no que se refere à vulnerabilidade, que traz prejuízos ambientais e sociais ao redor do mundo. Os países em desenvolvimento são, particularmente, mais suscetíveis a essas mudanças. Dentre muitos fatores envolvidos, as alterações no clima afetam suas matrizes energéticas, o que é um fator importante para sustentar o desenvolvimento econômico. Nesse contexto, a cooperação internacional a fim de investigar e articular soluções para as problemáticas causadas pelas mudanças climáticas torna-se cada vez mais fundamental.

 

A climatologia, ciência que estuda o estado médio do clima no decorrer de longos intervalos temporais, tem como principal função prever e determinar seu comportamento em uma determinada região e permite compreender como isso interfere nas interações sociais das variadas espécies vivas. Na Universidade Federal Fluminense (UFF), a internacionalização da pesquisa sobre o clima conta com a importante contribuição do Projeto Climate, que faz parte do GEOPRINT-UFF, um programa cujo objetivo é estimular a formação de redes de pesquisas internacionais e aprimorar a qualidade da produção acadêmica focada no estudo das mudanças climáticas do passado.

 

O Projeto Climate conta com a coordenação da professora Ana Luiza Albuquerque, que pertence ao Programa de Pós-Graduação em Geoquímica (PPGeoquímica-UFF). A docente relata que um país como o Brasil depende do clima em sua base de geração energética. “Grande parte da energia gerada no país tem como base hidrelétricas. Essa condição requer um padrão de distribuição de chuvas em locais específicos – onde estão instalados os reservatórios. Cada vez mais, observamos o surgimento de uma crise energética, já que a precipitação não tem acontecido no tempo ou no espaço projetado para gerar energia. Outro aspecto das mudanças climáticas no contexto nacional está relacionado à agricultura. O Brasil é um país cuja economia tem base agrícola, e uma cultura produtiva depende de um determinado padrão climático. À medida que o clima muda, cresce o risco de vulnerabilidade no acesso aos alimentos”.

 

De acordo com Ana Luiza, existe uma variabilidade climática natural na Terra; porém, sobreposta a essa variação, existe a ação humana alterando o meio ambiente. “A humanidade não sabe o suficiente sobre a variabilidade natural do clima; ainda assim, está causando modificações em suas características naturais. Por conta disso, muitos países investem recursos em pesquisa para produzir modelos de previsão do clima futuro. Nesse sentido, a pesquisa colaborativa internacional pode observar as mudanças climáticas com base em abordagens globais e regionais através do treinamento de jovens cientistas no desenvolvimento de pesquisas. Com base nisso, a criação do consórcio internacional de pesquisa no escopo do Projeto Climate foca na reconstrução do clima do passado, visando melhorar a previsibilidade do clima do futuro”.

A pesquisadora conta que existem vários modelos numéricos capazes de prever o clima. Contudo, é preciso saber como testar um modelo para prever algo que ainda não aconteceu. “Acreditamos que a única maneira de fazer isso é olhar para o passado. Reconstituir o clima pregresso utilizando ferramentas físicas, químicas e biológicas e comparar esses dados com as saídas dos modelos é a única forma de testar a eficiência dos modelos em prever o futuro e calcular suas incertezas. Assim, se o modelo criado para prever o futuro mensura bem o que aconteceu no passado, é possível considerá-lo viável.

 

No Projeto Climate, reconstitui-se o clima do passado utilizando diversas matrizes ambientais, como os sedimentos marinhos. Uma dessas frentes de trabalho é a que trata da paleoceanografia, ou seja, a ciência que estuda o clima do passado baseado nas interações entre o oceano e a atmosfera. “O equilíbrio químico dos mares depende muito da temperatura. Para analisar esse equilíbrio, recuperamos uma sondagem geológica, chamada de testemunho sedimentar, que é retirado do fundo do oceano. Utilizamos ferramentas bioquímicas para estabelecer a idade das camadas sedimentares e uma curva de como a temperatura do oceano variou nos últimos 100, 1000, dez mil ou um milhão de anos. Essa informação permite, dentre outras coisas, compreender as trocas de energia no sistema climático terrestre e possibilita que os desenvolvedores de modelos para o clima futuro compararem com o clima do passado, validando a previsão feita na modelagem”, certifica a pesquisadora.

 

O enfraquecimento da circulação oceanográfica do Atlântico como chave climática

 

Possíveis mudanças na intensidade da circulação do Atlântico constituem uma fonte chave de incerteza quanto ao futuro das alterações climáticas. Ana Luiza Albuquerque relata que o Projeto Climate estuda essa circulação no tempo geológico. O grupo já levantou mapas de tendências de temperatura ao longo do século XX que mostram uma região de enfraquecimento da circulação no norte do Atlântico. “A circulação dos oceanos é como uma esteira de água quente que vai do Atlântico Sul para o Atlântico Norte em uma corrente superficial. No caminho, essa água vai se resfriando, já que troca calor com a atmosfera; evapora e fica mais densa em sal quando chega ao Ártico”, explica Ana Luiza Albuquerque.

 

A pesquisadora relata que um dos artigos do grupo, intitulado “Exceptional twentieth-century slowdown in Atlantic Ocean overturning circulation” (Desaceleração excepcional da circulação do Oceano Atlântico no século XX), apresenta várias linhas de evidência que sugerem que a diminuição da intensidade da circulação do Atlântico começa a ocorrer particularmente depois de 1970. “Discutimos uma possível contribuição do derretimento da folha de gelo da Groenlândia para a desaceleração da circulação oceanográfica nessa região. A reconstrução das temperaturas através do índice de intensidade da circulação do Atlântico sugere que a fraqueza que ocorre após o ano de 1975 é um acontecimento sem precedentes no último milênio. Mais derretimento da Groenlândia nas próximas décadas poderia contribuir para um maior enfraquecimento da intensidade da circulação Atlântica”, pontua a docente.

 

Pensando em modelos de previsão para o futuro, a pesquisadora Ana Luiza Albuquerque menciona o artigo “On the relationship between Atlantic meridional overturning circulation slowdown and global surface warming” (A relação entre a desaceleração da circulação meridional do Atlântico e o aquecimento da superfície global), da pesquisadora de mudanças climáticas Lílian Caesar, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que se fundamenta na hipótese que os cientistas têm questionado: se este enfraquecimento tem funcionado para diminuir ou aumentar as temperaturas globais.

 

O estudo citado mostra um modelo em que a desaceleração atua na redução da temperatura média global. Segundo a coordenadora do Climate, isto deve-se ao fato de que a circulação mais lenta significa menos afundamentos de água no oceano profundo do Atlântico Norte subpolar. “À medida que a superfície das águas ali são frias, o afundamento arrefece normalmente no oceano profundo e, assim, aquece indiretamente a superfície. Dessa forma, menos afundamento da água implica menos aquecimento da superfície global; portanto, tem um efeito arrefecedor das temperaturas. Essa é uma pesquisa que gera um importante modelo que afirma que, num futuro previsível, a desaceleração da circulação provavelmente irá colaborar ligeiramente para a redução dos efeitos do aquecimento global”, conclui Ana Luiza.

LINK DA MATÉRIA: https://www.uff.br/?q=noticias/06-10-2022/projeto-climate-da-uff-investiga-o-passado-para-prever-o-clima-do-futuro