





Comunica











A Ponte de Versos de Setembro apresenta no Prato Principal o poeta e jornalista Christovam de Chevalier, o Doutor em Literatura Brasileira, Ricardo Vieira Lima, e a escritora Solange Padilha, nomes de grande destaque na literatura e nas artes brasileiras, no evento mensal criado Ibis Libris Editora, fundada há 22 anos pela poeta, tradutora e editora Thereza Christina Rocque da Motta, com o objetivo de valorizar a poesia nacional.
Logo após, será aberta a Sobremesa, com a leitura de poemas de todos os presentes, encerrando com a Saideira, quando cada um lê mais um poema curto preferido, ou de sua autoria. Todos estão convidados a trazer seu poema de aniversário.
Já estiveram na Ponte de Versos este ano, Lílian Maial, Ricardo Ruiz e Rosália Milsztajn, em fevereiro, Celi Luz e Karla Sabah, em março, e Alice Monteiro e Paulo Sabino, em abril, Claudia Roquette Pinto e Léo Ferreira, em maio, Gilberto Gouma, Manuel Herculano e Marcelo Mourão, em julho. Em agosto, trouxe Tanussi Cardoso, Ramon Nunes Mello e Carmen Moreno. O evento, que fez 23 anos em julho, é gratuito e aberto ao público.
Ibis Libris Editora realiza, mensalmente, a ‘Ponte de Versos’, evento literário tradicional carioca e que esse ano faz parte da comemoração de seus 22 anos. Ocorrendo quinzenalmente desde 1999, na antiga Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, passando pelo Barteliê, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, juntando poetas novos e já consagrados, a “Ponte de Versos” sempre foi importante para a retomada da poética carioca.
A estrutura do evento é dividida em ‘Prato Principal’, onde os poetas convidados leem por 10 minutos. Em seguida, é aberta a ‘Sobremesa’ ao público, em que cada pessoa pode recitar dois poemas e, por fim, a ‘Saideira’, com a leitura de mais um poema curto cada um. O objetivo é incentivar a produção e a divulgação da poesia brasileira.
‘Ponte de Versos’ acontece no próximo dia 20 (terça), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema). Livre para todas as idades e entrada franca. O uso de máscaras é indicado.
Traga seu poema de aniversário para a Sobremesa e a Saideira!
Prato Principal da Ponte de Versos
Christovam de Chevalier é poeta, jornalista e agente literário, autor de Um livro sem título (1998); No escuro da noite em claro (2016); Marulhos, outros barulhos e alguns silêncios (2019) e Inventário de esperanças e outros poemas (2021), publicados pela 7Letras, e da instalação “Marulhos”, apresentada na Oi Futuro, em 2019. Iniciou sua carreira como repórter no Jornal do Brasil (2004-2010), indo em seguida para O Globo (2010-2018), onde, a partir de 2013, assinou a coluna “Parada Obrigatória”. Hoje, é editor do site de notícias New Mag (www.newmag.com.br). Como assessor de imprensa, lançou mais de 40 espetáculos, entre os quais, “Diário do Farol” (2019), solo de Thelmo Fernandes, com direção de Fernando Philbert; “Milagre na cela”, de Jorge Andrade (2019); “Nara – A menina disse coisas” (2018) e “Com amor, Vinicius” (2018), ambos musicais de Hugo Sukman e Marcos França sobre Nara Leão e Vinicius de Moraes, respectivamente. Na música, trabalhou com Antonio Adolfo (lançamento do Songbook Antonio Adolfo & Tibério Gaspar), Elza Soares (turnê do CD “Vivo feliz”), além das cantoras Ithamara Koorax, Rita Benneditto (2018-2020) e Simone Mazzer (2014-2017).
Ricardo Vieira Lima é Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ, crítico literário, ensaísta, jornalista, poeta, editor-assistente da revista Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea (UFRJ) e coordenador, juntamente com o poeta W. B. Lemos, do Sarau do Museu, evento cultural virtual realizado, mensalmente, pelo Museu da Justiça (TJRJ). Organizou e prefaciou os livros Anos 80, da coleção Roteiro da Poesia Brasileira (Global, 2010), e Poesia Completa, de Ivan Junqueira (Glaciar, Academia Brasileira de Letras, 2019). Seu livro “Aríete – Poemas escolhidos” (Circuito, 2021) ganhou os prêmios Ivan Junqueira, da Academia Carioca de Letras (ACL), e Jorge Fernandes, da União Brasileira de Escritores (UBE), Seção Rio de Janeiro.
Solange Padilha nasceu em Belém do Pará e mora no Rio de Janeiro. Formou-se em Ciências Sociais pela Sorbonne. Mestre e Doutora pela PUC-SP. Pesquisadora pós-doutora (CNPq/FAPERJ) no Museu Nacional de Belas Artes e Museu do Índio (RJ, 2001-2007). Publicou quatro livros de poemas: Safographia (Casa 6, 1986), o livro-objeto Dadaandaainda (Edição da Autora, 1992), Escrita Labial (Ibis Libris, 2014) e sobre aquilo que não cessa (Patuá, 2020). Participou das antologias: As Mulheres Poetas na Literatura Brasileira, org. Rubens Jardim (Arribaçã, 2021), das Antologias de Poesia, Prosa e Conto, lançadas pela Infinita, de Portugal (2019 e 2020). Seus poemas foram publicados pela Antologia de Poesia do Mulherio das Letras (Costela de Eva, 2017), Poemas Cariocas 2012, org. Thereza Christina Rocque da Motta (Ibis Libris, 2012), Poesia do Grão-Pará, org. Olga Savary (Graphia, 2001) e Nova Poesia Brasileira, org. Olga Savary (Hipocampo, 1992). Pelas mídias eletrônicas, teve inúmeros textos publicados sobre seu trabalho, tanto no Brasil quanto em Portugal, além de poemas publicados em revistas eletrônicas, lives e festivais. Em 2019 e 2020, expôs seu trabalho de poesia visual nas galerias de arte da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, a partir de dois projetos visuais: versos dobrados e traços inversos. Atualmente, prepara um livro de contos e narrativas e outro de poemas. Está entre as fundadoras do primeiro jornal feminista brasileiro, Nós Mulheres (São Paulo, 1976-1979). Em julho de 1982, coordenou os eventos de literatura e de artes plásticas do Festival das Mulheres, organizado por Ruth Escobar, no Clube Homs, em São Paulo. Faz parte do grupo feminista Mulherio das Letras desde 2017.
Sobre Ibis Libris Editora
Ibis Libris é uma editora de primeiros livros de prosa e poesia, ficção e não ficção, infantis, juvenis e cultura em geral. Foi fundada em 18 de agosto de 2000 e hoje tem mais de 500 títulos publicados, principalmente de literatura. Sua fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta, é poeta, editora e tradutora. Lançou “Joio & Trigo”, seu primeiro livro de poemas, em 1982. Tem 25 livros publicados, entre eles, “Capitu” (2014), “Breve anunciação” (2013) e “As liras de Marília” (2013). É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Fundou a Ibis Libris em 2000, e criou o selo Bisbilibisbalabás em 2002. “Sheherazade” é seu primeiro livro de contos. Em 2021, criou o selo Maat somente para mulheres. Este ano, comemora os 22 anos da Ibis Libris Editora.
Segundo Thereza Rocque da Motta, “a Ibis Libris foi criada para dar voz aos autores que desejam transformar seus sonhos em livros e, com isso, dividir com eles os seus sonhos, como o meu, de ter o seu livro e, posteriormente, uma editora para transformar sonhos em realidade. Hoje, tenho o orgulho de poder apresentar todo esse empenho de 22 anos para provar que a força da mulher está e sempre estará presente”.
Instagram: @ibislibris @tcrmotta
Sobre Thereza Christina Rocque da Motta
Thereza Christina Rocque da Motta é poeta, editora e tradutora. Lançou “Joio & trigo”, seu primeiro livro de poemas, em 1982. Tem 25 livros publicados, entre eles, “Capitu” (2014) e o mais recente, um livro de contos, “Sheherazade: Novas histórias das 1001 noites e três já conhecidas”. É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Fundou a Ibis Libris em 2000 e criou o selo BisBilibisbalabás em 2002. Em 2021, criou o selo Maat para autoras femininas. Esse ano, a Ibis Libris comemora 22 anos que se completam em agosto. Coordena a ‘Ponte de Versos’ desde 2000.
Em julho, aniversário de 23 anos da Ponte de Versos, Thereza Christina participou do 23º Festival Internacional de Poesía de Medellín, onde foi a única poeta brasileira a ser convidada para ler 15 poemas. Em setembro, foi a única brasileira convidada a participar do 3º Festival Internacional de Poesia de Santiago, Chile,Em breve lança a Edição especial de 40 anos de “Joio & Trigo”.
Instagram: @tcrmotta / @ibislibris
Sobre o Prêmio Jabuti 2022
São 12 títulos. Em Ciências Humanas, com “Expressões auxiliares da escrita: Manual de consulta e prática”, de Darcy Attanasio e Jucimara Tarricone, na Juvenil, com “Sheherazade: Novas lendas das 1001 noites e três já conhecidas”, de Thereza Christina Rocque da Motta, em Contos, “Ímpar”, de Gilberto Gouma e “Uma mesa de tamanho normal”, de Eliakim Ferreira Oliveira, em Biografia e Projeto Gráfico, “Um coração em verde-oliva”, de Vilma Belfort, “A casa de João Fernandes Vieira: O restaurador de Pernambuco”, de Cláudio Aguiar e “Andar a pé”, de Rogério Daflon, além de Capa, na Infantil, com “O menino dos olhos de lua” e “O bico da Laura”, ambos de Lílian Maial, em Romance, “Barulho de cachoeira”, de Dirce de Assis Cavalcanti e, em Poesia, com “Corpos de Tróia”, de Alberto Lins Caldas e “Pandemia: 27 poemas brasileiros”, de Álvaro Alves de Faria, uma turma de peso.





Com a sanção, Prefeitura conclui a implementação do Sistema Municipal de Cultura
Com Conselho de Políticas Culturais, Fundo Orçamentário e, agora, com a sanção do Plano Municipal de Cultura no último dia 15 – todos garantidos em lei, a cidade de Niterói passa a ter uma estrutura que assegura os direitos culturais do cidadão e a continuidade das ações e projetos públicos, independente das mudanças de gestão. O CPF da Cultura (Conselho, Plano e Fundo) estabelece no município as diretrizes e a viabilidade para a execução das melhores práticas de gestão pública no setor cultural, consolidando a instituição do Sistema Municipal de Cultura.
Uma grande vitória para o setor cultural da cidade, o Plano vigora nos próximos dez anos. Entre as linhas previstas no projeto, estão a descentralização da cultura, estimulando ações nas Zonas de Especial Interesse Social; a implementação de um programa de estímulo à participação cultural de pessoas com deficiência; o orçamento do setor; cursos profissionalizantes na área de artes, entre outras ações estruturantes para a cultura da cidade.
Segundo o secretário municipal das Culturas, Alexandre Santini, “o plano assegura a sistematização de estratégias, ideias, princípios e metas, que deverão nortear a gestão de políticas públicas de cultura, por meio de programas, projetos, ações e atividades voltadas para a garantia do direito à cultura.”
O ator e ativista cultural Leonardo Simões, que tem 40 anos de atuação em Niterói, destacou a importância da ação para o setor cultural da cidade:
“Tive a honra de participar do início desse processo, quando presidi o então Conselho Municipal de Cultura (atual Conselho Municipal de Políticas Culturais), e foi com grande alegria que participei da última audiência pública sobre o Plano e do evento em que o prefeito o sancionou. Vê-lo publicado no D.O., sedimentando uma política pública de Estado, traz a todos nós, militantes da Cultura, um ânimo renovado de que nossa batalha não é em vão, e que nossos sonhos são possíveis. Essa publicação é o início de uma nova e promissora fase, que exigirá grande empenho e participação das instituições governamentais e da sociedade civil, para sua plena execução e para a operacionalização do Fundo Municipal de Cultura, geridas inclusive pelo Conselho, que ganha agora um papel ainda mais importante, saindo bastante fortalecido nessa vitoriosa trajetória”, festeja e continua agradecendo aos idealizadores do projeto:
“Parabéns a Niterói; ao prefeito Axel Grael; aos secretários das Culturas – o atual, Alexandre Santini, e seus antecessores; e à presidenta Natalia Valdannini e todos os conselheiros do CMPC. Parabéns a todas as fazedoras e fazedores de Cultura de Niterói e a todos os cidadãos, que terão ainda mais oportunidades para conhecer e valorizar a cultura local, inclusive como grande potência enquanto economia criativa, num círculo virtuoso de desenvolvimento.”
O Plano foi sancionado na última quinta-feira (15), durante o evento de ocupação no casarão do Fonseca, que sediará o primeiro Centro Cultural público da Zona Norte.
“É muito simbólico que a sanção esteja acontecendo no dia da ocupação do espaço do casarão do Fonseca, que já é o cumprimento de uma das diretrizes do plano – a descentralização, a territorialização dos investimentos culturais na cidade”, ressaltou Santini. “É uma grande vitória para a cultura de Niterói, onde cultura é um direito.”
A elaboração do Plano envolveu diretamente o Conselho Municipal de Políticas Culturais, a sociedade civil e o poder público. Nos últimos 14 anos, o texto foi intensamente debatido nas Conferências Municipais de Cultura, com ampla participação do setor cultural.





O escritor e autor teatral Clovis Levi lança o livro “Quero Minha Escola de Volta”, com ilustrações de Ana Biscaia, na Semana da Criança – no dia 10 de outubro – na Livraria da Travessa de Botafogo. O livro conta de forma emocionante, bem humorada e, às vezes, delirante, o que acontece com Maya, uma menina de oito anos, nos tempos da covid;e mostra as consequências do seu forçado afastamento da escola e dos amigos.
A dupla Clovis Levi e Ana Biscaia recebeu, esse ano, o Prêmio da Feira de Bolonha – “The Braw Amazing Bookshelf”, com o livro, lançado, em Portugal, O Retrato (aquilo que não se vê). Ana Biscaia já conquistou o Prêmio Nacional de Ilustração de Portugal com o livro de Clovis Levi “A cadeira que queria ser sofá”.
Indicado para crianças de oito anos em diante, “Quero minha escola de volta” fala sobre a personagem Maya, que entra em depressão durante a covid, vira azeitona para voltar ao útero materno, fica toda cinza e enfrenta, ao mesmo tempo, o Deus do Medo e a Deusa da Curiosidade. Com tanta saudade da escola, sem poder brincar com as amigas, Maya chama a atenção para os novos costumes, emoções surgidas com o novo convívio familiar, com passagens bem-humoradas e, também, tristes, como :
“E beijo-de-cotovelo, mãe?! Beijo-de-cotovelo?! Coisa mais maluca, pai!”
“Confinamento,quarentena, isolamento, home office, on-line, lockdown, take-away, faceshield (que Maya chamava de “fez xixi” ) – uma porção de palavras novas na cabeça da menina.”
“Dava até a impressão de que o planeta, no desamparo, estava diminuindo de tamanho, ficando todo encolhidinho na Via Láctea.”
“… eu não sabia que gostava tanto de ir pra aula…”
“Quero Minha Escola de Volta” pode ser vista como uma experiência vivida pelo público infanto-juvenil, que sofreu diversos impactos negativos, não apenas na aprendizagem, mas no aspecto sócio emocional causado pelo isolamento social e distanciamento escolar. É uma obra indicada para crianças e adolescentes, e também para todas as outras idades, pela sutileza, pela forma lúdica e emocionante que Clovis Levi encontrou para tratar do tema.
SOBRE “QUERO MINHA ESCOLA DE VOLTA!”
Maya é uma menina muito invocada que, no útero da mãe, não aceita ficar de cabeça para baixo durante nove meses: percebe que ficar sentada é bem mais confortável. Com 8 anos, tem de enfrentar a pandemia da covid e, de irritação em irritação,com muita saudade da escola, acaba entrando em depressão.
E Maya conhece, no convés de um inacreditável transatlântico que flutua no céu, a Pirata Palhaça Abracadabra Maluquéti, que parece ter 300 anos, mas só tem uns 100. O que será que acontece?
Com 78 anos, Clovis Levi atua diariamente em duas áreas, Literatura e Teatro, e em dois países, Brasil e Portugal. Professor de Interpretação da Faculdade CAL de Artes Cênicas, Rio de Janeiro, também é o autor do livro trilíngue “Teatro Brasileiro: um panorama do século XX”, editado pela Funarte. Livre-Docente em Teatro pela Universidade do Rio de Janeiro, com a tese “Nelson Rodrigues: a Nostalgia do Paraíso Perdido.” Participou, como Expositor e Debatedor, do Segundo e do Terceiro Encontros de Literatura dos Países Lusófonos, realizados em Lisboa. Membro do PEN CLUB.
Premiações
– Prêmio da Feira do Livro Infanto-Juvenil de Bolonha 2022, com O Retrato (aquilo que não se vê) . Ilustrações de Ana Biscaia, artista portuguesa vencedora do Prêmio Nacional de Ilustração de Portugal, em 2012, com o livro de sua autoria “A Cadeira que queria ser Sofá”. Esta obra recebeu o Selo de Recomendação do Plano Nacional de Leitura português. “O Retrato (aquilo que não se vê)”, em 2021, também ganhou o Selo de Recomendação do Plano Nacional de Leitura de Portugal. “O Retrato (aquilo que não se vê)” é a versão portuguesa do livro “Aquilo que não se vê”, editado no Brasil em 2017.
– Prêmio Governo do Estado de São Paulo – Melhor Autor (junto com Tania Pacheco) pela peça “Se chovesse, vocês estragavam todos.”
– Prêmio Secretaria de Cultura de Santos, Melhor Autor (junto com Tania Pacheco), com “Se chovesse, vocês estragavam todos.” A peça foi encenada na Espanha, em Portugal, no Paraguai, em Cuba e na Venezuela. Foi montada, também, em diversos estados brasileiros.
– Prêmio Funarte (Concurso Nacional de Dramaturgia), Segundo Lugar, com a peça “Amor e Morte de Nelson Rodrigues”.
– Prêmio Serviço Nacional de Teatro (Concurso Nacional de Dramaturgia), Menção Honrosa, junto com Tania Pacheco, com a peça “Aberdamésia, Orinócrina e Mijardélia, três mocinhas de Niterói”.
– Prêmio Concurso Nacional de Dramaturgia Ana Maria Machado, Menção Honrosa, com a peça “No Mar do Branco do Olho.”
– Finalista do Prêmio Barco a Vapor com “O Gato de Botas de Sete Léguas.”
Dramaturgia
– Autor de quatro espetáculos musicais dirigidos por Sérgio Britto, no Rio de Janeiro: Na Era do Rádio, Ai, ai, Brasil, Nos Tempos de Martins Pena e De Getúlio a Getúlio – a história de um mito.
– Em Portugal, autor da adaptação de Galileu Galilei, de Brecht (para três atores), encenada em Lisboa e Coimbra; e autor de Cahahahahabaret, encenada em Coimbra.
– Autor de O Anjo do Apocalipse, peça encenada no Rio de Janeiro, no Teatro Ipanema.
– Autor da adaptação teatral de A Viagem do Capitão Tornado, de Théophile de Gautier, encenada no Teatro SESC, Rio de Janeiro.
Peças publicadas
– “O Anjo do Apocalipse”, sobre o conflito israelo-palestino.
– “A fantástica aventura do devasso que virou santo”, sobre Santo Agostinho – em Portugal.
Livros publicados para crianças e adolescentes
– “A Cadeira que queria ser Sofá’, no Brasil e em Portugal – três delicadas histórias sobre a morte, para crianças.
– “O Pinguim que morria de frio e outras histórias” – pequenos contos com humor para crianças menores.
– “Proibido Pensar” – uma alegoria sobre governos totalitários .
– “Navio Negreiro no Mar do Branco do Olho” – peça teatral para adolescentes, denuncia o trabalho escravo infantil.
– “Aquilo que não se vê” – discute as muitas possibilidades de você escrever o seu próprio futuro.
– “O Retrato (aquilo que não se vê)” – discute as muitas possibilidades de você escrever o seu próprio futuro.
Ana Biscaia nasceu em 1978. Designer gráfica e ilustradora. Estudou ilustração (Master of Fine Arts) em Estocolmo, na Konstfack University College of Arts, Crafts and Design. O seu primeiro livro ilustrado, Negrume (publicado pela & etc., com texto de Amadeu Baptista), data de 2006. Ilustrou Poesia de Luís de Camões para Todos (seleção e organização de José António Gomes), antologia que mereceu, em 2009, uma distinção do júri do Prémio Nacional de Ilustração.Recebeu o Prémio Nacional de Ilustração, em 2012, pelo livro A Cadeira que Queria Ser Sofá, de Clovis Levi. O seu trabalho para O Carnaval dos Animais, de Rui Caeiro, foi também selecionado pelo júri do prémio TITAN Illustration in Design. Com João Pedro Mésseder, editou, em 2014, o livro Que Luz Estarias a Ler? e, em 2015, Poemas do Conta-Gotas e em 2017 Clube Mediterrâneo – doze fotogramas e uma devoração, livro que, em 2019, foi galardoado na 12.ª edição do «Image of the Book», Concurso Internacional de Ilustração e
Design de Livros. Feira Internacional do Livro de Moscovo, categoria design de livro/livro de autor. Em 2022, o livro O retrato (aquilo que não se vê), recebeu o BRAW Bologna Ragazzi Award – The most amazing bookshelf. Fundou a Xerefé, pequena editora de livros ilustrados.





No Dia do Sorvete está liberado comer mais de uma versão da sobremesa mais amada do Brasil, seja no pote ou palito. Para não restar dúvidas, a Perfetto listou opções irresistíveis comemorar, além de contar algumas das curiosidades mais interessantes sobre o doce!
Há quase 20 anos, o dia 23 de setembro foi escolhido para celebrar o Dia do Sorvete. A data foi criada pela Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS) para homenagear uma das sobremesas preferidas pelos brasileiros, que amam se refrescar durante o calor, mas que não recusam um bom gelato nem nos dias frios.
Para comemorar a data de uma forma deliciosa, a Perfetto, uma das maiores marcas de sorvetes nacionais, reuniu 6 curiosidades sobre a sobremesa e preparou uma galeria de sabores irresistíveis. Confira:
CURIOSIDADES
:: Historiadores acreditam que o sorvete tenha sido criado há 3 mil anos, na China. Naquela época, a sobremesa era feita de leite de arroz e misturado com neve.
:: O sorvete chegou ao Brasil apenas em 1834 e o Rio de Janeiro foi a primeira região a recebe-lo.
:: Atualmente, o Brasil é 10º maior produtor mundial de sorvetes.
:: O sorvete pode ser um santo remédio! Isso porque ele conta com propriedades analgésicas e é muito recomendado depois de arrancar algum dente, ou até mesmo, depois de uma cirurgia das amígdalas.
:: Para a felicidade de muitos, o sorvete é uma sobremesa nutritiva e que mais oferece fonte dos principais nutrientes necessários para o corpo humano, como cálcio, fósforo e outras vitaminas.
:: Sorvete ou gelato? As duas sobremesas têm os mesmos ingredientes. O segredo está na incorporação de ar a cada uma delas: no sorvete tradicional existe mais ar, o que confere a textura mais leve; já no sorbet há menos ar, garantindo uma cremosidade maior.
GALERIA DE SABORES
MilKatto
Recém-saído do forno – ou melhor, do congelador – a novidade é uma barrinha de gelato com sabor cookies and cream e cobertura de chocolate ao leite. O produto é produzido à base de creme de leite e possui uma maior quantidade de sólidos, o tornando mais cremoso.
Perfetto Speciale Trio Cioccolato
Sorvete cremoso de Chocolate Meio Amargo com flocos de Chocolate Branco e uma irresistível calda de Chocolate Trufado, todos produzidos na própria fábrica de chocolate da Perfetto.
Sorvete de Corte
Com o Sorvete de Corte o único trabalho será cortar o rolo para tirar uma fatia do tamanho desejado e depois remover a embalagem do pedaço em questão.
Maxxi Fragola
Picolé Maxxi Fragola é sorvete cremoso de morango no palito, com cobertura crocante de chocolate branco e pedaços de morangos liofilizados. Sabor especial, que irá te surpreender.




Rio, Eu amo o Rio, Eu fotografo: concurso promovido pela Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ chega ao final e premia cinco pessoas
Foto: Luiz Bhering
Mais de 100 pessoas participaram do “Rio, Eu amo o Rio, Eu fotografo”, um concurso idealizado por Bayard Boiteux, VP Executivo da Associação dos Embaixadores de Turismo do RJ, e promovido pela Associação. Na disputa, já encerrada, os participantes (residentes dentro ou fora do Brasil e maiores de 15) apresentaram, via Instagram, fotos que relatam o Estado do Rio de Janeiro. O júri, presidido pela fotógrafa Cristina Lacerda, escolheu cinco vencedores: Paco Zendron (1º lugar), Luiz Bhering (2º lugar), Cleusa Raven (3º lugar), Lucia Chayb (4º lugar) e Tatiana Dantas (5º lugar). O torneio contou com o apoio da Fundação Cesgranrio, do Instituto Preservale, do Portal Consultoria em Turismo, da Escola Técnica Cieth, da L’Óreal Brasil, da Le Canton e da Modernista Hospedagem e Arte.
Além da postagem de fotos, com pontos turísticos do RJ conhecidos nacionalmente e internacionalmente, o concurso foi fundamental para a promoção do Estado do RJ como um todo.
Os ganhadores serão agraciados na próxima sexta-feira, dia 23 de setembro, em evento fechado. Para conhecer as fotografias selecionadas, basta acessar Vencedores do Concurso Rio ,eu amo Rio ,eu fotografo – YouTube.





Evento exibe mais de 80 atrações, com mostras de cenas curtas, teatro de rua, peças, oficinas e debates em sessões gratuitas.
Com atrações plurais que traçam um panorama do teatro contemporâneo, o Festival Niterói em Cena é realizado há 14 anos no município fluminense. A 15ª edição será realizada de 20 de setembro a 06 de outubro por grupos de teatro formados, em sua maioria, por artistas e alunos de diversas escolas do estado do Rio de Janeiro. O evento é gratuito e será realizado no Teatro Popular Oscar Niemeyer, com atividades também na Sala Nelson Pereira dos Santos e nas ruas e praças da cidade de Niterói.
Nesta edição, a ‘Mostra de Cenas Curtas’ será dividida em três categorias: Estudantil, Universitária e Estadual. Será realizada a ‘Mostra de Teatro de Rua’, com cinco atrações, e a ‘Mostra de Peças’ com dois espetáculos, além de oficinas e debates.
O Niterói em Cena tem como principal objetivo estimular o interesse pelas artes cênicas nos estudantes do ensino fundamental, médio e cursos livres de teatro do Rio de Janeiro, fomentando a prática teatral como produto artístico, processo de socialização e exercício de cidadania.
A programação completa, assim como a classificação indicativa de cada atração, pode ser conferida no site www.niteroiemcena.com.br.
SOBRE O FESTIVAL
A primeira edição do “Niterói em Cena” foi realizada em 2008, no Teatro Popular, e desde então é realizada há 15 anos ininterruptos. Sendo assim, durante a pandemia, no ano de 2020, o festival foi feito no formato on-line, e em 2021 de forma híbrida: parte on-line, parte presencial.
A festividade, produzida pela F2 Produções Artísticas, é composta por grupos de teatro formados, majoritariamente, por artistas e alunos de Teatro do Estado do Rio de Janeiro.
A Mostra Estudantil faz parte do evento cultural e é voltada para alunos de escolas públicas e privadas do estado do Rio de Janeiro, matriculados no ensino fundamental (primeiro e segundo segmento) ou médio, além de estudantes de cursos livres de Teatro. Conta, ainda, com a apresentação de cenas curtas dos alunos. Já as mostras cenas curtas são compostas por cinco cenas apresentadas em cinco dias com até 20 minutos de duração.
As mostras estudantis passaram por uma curadoria feita por profissionais das artes cênicas. As selecionadas, se apresentarão nos dias 20, 21 e 22 de setembro. Já as mostras cenas curtas acontecerão nos dias 23, 24 e 25 de setembro no Teatro Popular.
SERVIÇO
20, 21 e 22 de setembro (terça a quinta)
Ação: MOSTRA ESTUDANTIL
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Período de apresentações turno manhã: 10h às 12h30
Período de apresentações turno tarde: 14h às 16h30
23, 24 e 25 de setembro (sexta a domingo)
Ação: MOSTRA ESTADUAL
Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer
Início das apresentações: 19h





Com curadoria de Edson Cardoso, “VivaCidade” é uma homenagem à criatividade e aos novos começos, onde cada obra transmite as emoções humanas, questionamentos, reflexões e significados, através da criação do produto artístico, sejam objetos, pinturas, esculturas ou instalações.
“Há uma vitalidade, uma força vital, uma energia, uma aceleração que é traduzida através de você em ação, e porque há apenas um de você em todos os tempos, essa expressão é única. E se você bloqueá-la, nunca existirá através de qualquer outro meio e será perdida ”. (Martha Graham)
ARTISTAS CONVIDADOS
Fundada em 2005, a Ava Galleria é uma das mais conceituadas galerias de arte contemporânea de Helsinki. Localizada no corredor cultural da cidade, próxima ao Helsinki Art Museum, Taidehalli e Kiasma Museum of Contemporary Art. Organiza exposições locais e em colaboração com espaços culturais de outras cidades pelo mundo, como Osaka, Tóquio, Berlim, Londres, Porto e Rio de Janeiro. A Ava Galleria também participa, todo ano, da Artexpo New York e da International Contemporary Art Fair, no Carrossel do Louvre, em Paris.
Instagram: https://www.instagram.com/ava_galleria/
Facebook: https://www.facebook.com/avagalleria/
Site: http://www.avainternationalgallery.com/
E-mail: ava@avainternationalgallery.com
SERVIÇO
Exposição: “VivaCidade”
Artistas: Adilson Barbosa, Alzira Chaloub, Ana Augusta, Ana Paula Lopes, Andréia Gomes, Ângela Vielitz, Cal Backer, Carla Faria, Daniele Bloris, Deborah Netto, Eliete Vilela, Favoretto, Joseph Figorelle, Glória Chan, Henrique Hammler, Itamar Xavier, J Vasconcellos, João Alto, John Erick, Leon, Luciana Abduche, Mara Estela, Marcelo Drupat, Marcus Amaral, Maria Amélia, Maria Esmênia, Marilene Carvalho, Mario Marques, Nancy Sofatle, Nathália Kruger, Paty Lene, Paulo Carvalho, Pedro Diniz Kubtscheck, Renata Costa, Rita Magalhães, Rogério Botelho, Rogério Mariano, Rosa de Jesus, Rubia Viegas, Rudi Sgarbi, Teresa Asmar e Wal Andrade.
Local: Fábrica Bhering
Rua Orestes 28, Santo Cristo, RJ.
Abertura: 24 de setembro de 2022
Visitação: 24 de setembro a 16 de outubro de 2022
Dias e horários: de terça a sábado, das 12h às 18h
Curadoria: Edson Cardoso.
Assessoria Rio: Karol Araújo, Júlia Avelino, Thiago Rozental, Jessica Almeida, Miguel Menescal, Rafael Misael, Lucas Alfradique
Assessoria de imprensa Paula Ramagem
Designer Renne Junior
Realização Ava Galleria e Arte Vida Arte
Apoio ICELA – Instituto de Cultura Europeia e Latino Americana





Coletivo reúne expoentes do samba e recebe dois convidados.
Domingo, dia 25 de setembro, a Fundação de Arte de Niterói apresenta mais uma edição do “Choro na Rua” no Polo Gastronômico de Icaraí, às 17h, com participação especial dos músicos Chico Alves e Lê Santana. O evento contará com abertura da Sinfônica Ambulante, às 15h.
No repertório estão clássicos do choro e do samba executados em uma roda liderada pelo compositor e trompetista Silvério Pontes, e composta pelos músicos Alexandre Romanazzi (flauta), Daniela Spielmann (sax), Bebê Kramer (acordeom), Tiago Souza (bandolim), Rogério Caetano (violão 7 cordas), Charles (violão), Henrique Cazes (cavaquinho), Netinho Albuquerque (pandeiro) e Rodrigo Jesus (percussão).
A atração é gratuita e apropriada para toda a família.
Sobre o Choro na Rua
O coletivo “Choro na Rua” nasceu espontaneamente na Rua do Rosário, em dezembro de 2016, em frente à extinta livraria Al-Farabi, no lançamento do livro sobre a dupla Zé da Velha & Silvério Pontes. A roda, que aconteceu na rua e cujo vídeo teve mais de um milhão de visualizações nas redes sociais, fez com que um núcleo de músicos percebesse que havia demanda por esse tipo de música fora dos ambientes formais.
Silvério Pontes explica a proposta do evento de levar essa magia para um público maior, proporcionando diversão e entretenimento, além de ocupar os espaços urbanos e fortalecer a identidade cultural da cidade: “o choro começou na rua, na serenata. Daí foi para confeitaria, bares, cabarés, gafieiras, rádios, estúdios de gravação e até salas de concerto. Agora é hora de o choro voltar pra rua, enriquecido por toda essa experiência”.
Desde março de 2017, o “Choro na Rua” tem acontecido em diferentes espaços, conseguindo atingir um público que vai desde aficionados do estilo musical até o simples passante. Da terceira idade até a criançada. O coletivo coloca em prática a essência da roda de choro: liberdade por princípio, compartilhamento por base e alegria por fim.
Os convidados
Chico Alves – compositor capixaba radicado no Rio de Janeiro. Autor do samba enredo da Vila Isabel 2020, assinou em parceria com Moacyr Luz o Samba enredo do Tuiuti em 2022 — ambas escolas do grupo especial do Rio.
Chico Alves tem músicas em parceria com Toninho Geraes, Moacyr Luz, Paulinho Rezende, Toninho Nascimento, Raimundo Fagner, Paulinho Pedra Azul, Xande de Pilares, Wilson das Neves, dentre outros nomes do samba e da música popular brasileira. Teve suas músicas gravadas por grandes nomes da MPB, como Roberta Sá, Leila Pinheiro, Casuarina, Quarteto em Cy e Moacyr Luz.
É co-fundador de duas das rodas de samba mais tradicionais do Rio de Janeiro, ‘O Samba do Peixe’ na Rua do Ouvidor e o ‘Sambalangandã’ no bairro de Santa Teresa com frequência de público de 700 a 1000 pessoas por edição.
Chico Alves gravou 2 CDs: “Pra Yaya Rodar a Saia” e “Paranauê”, que foi lançado pela Gravadora Biscoito Fino (ambos disponíveis nas plataformas digitais e no YouTube).
Lê Santana – Nascido no Estado do Tocantins, fez parte de vários grupos musicais na cidade de Belém, (PA) e foi considerado como melhor intérprete de alguns festivais da região.
Mudou-se para Niterói em janeiro de 2002. Participou de shows de Danilo Caymmi, Sebastião Tapajós, Billy Blanco dentre outros. Também fez participação nos CDs “Amigo é pra essas coisas”, com participação de Roberto Menescal, Quarteto em Cy, Monarco, Guinga e Leila Pinheiro.
Entrou para a Ala dos Compositores da Estação Primeira de Mangueira, em 2009. Atualmente é o cantor mais novo da Velha Guarda Musical da Mangueira. Está em turnê pelo país com o projeto “Eternas Companheiras”, que une parte da Velha Guarda Musical da Mangueira e da Portela.
Choro na Rua – Formação:
Silverio Pontes – trompete
Alexandre Romanazzi – flauta
Daniela Spielmann – sax
Bebê Kramer – acordeon
Tiago Souza – bandolim
Rogério Caetano – 7 cordas
Charles – violão
Henrique Cazes – cavaquinho
Netinho Albuquerque – pandeiro
Rodrigo Jesus – percussão
Serviço:
“Choro na Rua” – convidados: Chico Alves e Lê Santana
Abertura: Sinfônica Ambulante
Data: 25 de setembro, domingo
Horário: 15h (show de abertura – Sinfônica Ambulante). 17h (Choro na Rua)
Local: Polo Gastronômico de Icaraí – Rua Doutor Leandro Mota
Classificação etária: livre
Evento gratuito



