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Meta do Município é chegar a 120 quilômetros de malha cicloviária em toda a cidade até 2024
A Prefeitura de Niterói avança nos investimentos para ampliar o sistema cicloviário da Região Oceânica. O prefeito Axel Grael assinou, nesta terça-feira (02), a ordem de início das obras de construção de novas ciclovias do lote 2 da malha cicloviária da Região Oceânica. Serão implementadas novas ciclovias nos bairros de Camboinhas, Itaipu, Itacoatiara, Serra Grande, Santo Antônio e Piratininga. O lote 2 terá um total de 10,5 quilômetros, com um investimento de R$ 4.258.171,50.
Além do prefeito Axel Grael, a assinatura da ordem de início das obras das novas ciclovias da Região Oceânica teve as presenças do coordenador do Programa Niterói de Bicicleta, Filipe Simões; do administrador regional da Região Oceânica, Binho Guimarães; do secretário municipal de Obras e Infraestrutura, Vicente Augusto Marins; e do presidente da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento, Paulo César Carrera.
O prefeito de Niterói, Axel Grael, destacou que só a malha cicloviária da Região Oceânica terá 60 quilômetros.
“Já avançamos bastante. Estamos avançando conforme o planejamento. A meta é chegar até o final da gestão com 120 quilômetros de ciclovias em toda a cidade. Em 2013, Niterói praticamente não tinha ciclovias. Havia inclusive uma percepção pessimista com relação às ciclovias. A bicicleta é um elemento novo como opção de mobilidade. A cidade precisa de um processo de adaptação. A gente está conseguindo fazer isso muito bem”, afirmou Axel Grael.
O sistema cicloviário da Região Oceânica começou com a implantação de ciclovias na Praia de Piratininga, pelas avenidas Almirante Tamandaré e Dr. Acúrcio Torres e avança pelo Parque Orla Piratininga e na Avenida Irene Lopes Sodré. A malha cicloviária da região se integra à das praias da Baía pelas ciclovias do Túnel Charitas-Cafubá.
Investimentos – O objetivo da Prefeitura é chegar aos 120 quilômetros de infraestrutura cicloviária em Niterói até 2024. Atualmente, a cidade conta com mais de 60 quilômetros de malha cicloviária, que contemplam áreas nos seguintes bairros: Centro, São Lourenço, Barreto, Santana, Fonseca, São Domingos, Boa Viagem, Gragoatá, Ingá, Icaraí, São Francisco, Charitas, Cafubá, Badu, Piratininga, Engenho do Mato, Camboinhas, Itaipu e Itacoatiara.
O Plano Niterói 450 anos, lançado este ano pela Prefeitura, prevê ações de ampliação e requalificação da infraestrutura cicloviária na cidade. O programa lançado pelo Município prevê, também, o aumento de 113% do número de vagas disponíveis no Bicicletário Arariboia. Além disso, a Prefeitura de Niterói estuda a implantação de um sistema de compartilhamento de bicicletas com 40 estações e 400 bicicletas nos bairros do Centro, São Lourenço, Fonseca, Icaraí, Santa Rosa, Ingá, São Domingos e Gragoatá.
Coordenador do Programa Niterói de Bicicleta, Filipe Simões afirmou que o objetivo do sistema cicloviário é oferecer ainda mais opções de mobilidade à população da Região Oceânica.
“Todos aqueles que querem andar de bicicleta precisam poder fazer isso com segurança, conforto e praticidade. O sistema cicloviário foi pensado como uma malha que vai atender todos os bairros da Região Oceânica. O primeiro lote está com 95% das obras concluídas e agora iniciamos o segundo lote”, explicou Filipe Simões.
O administrador regional da Região Oceânica, Binho Guimarães, ressaltou que se trata de mais um investimento relevante da Prefeitura nesta área da cidade.
“É nosso dever trabalhar para ter cada vez mais uma mobilidade urbana sustentável. Trabalhar na redução do tempo de deslocamento dentro da cidade. Promover saúde, bem-estar, lazer e dar segurança. A gente vai ter muita gente fazendo uso das ciclovias do lote 2, seja para trabalho, para lazer ou para esporte”, disse Binho Guimarães.
No final de julho, a Prefeitura lançou o edital de licitação para a implantação da Ciclovia Parque da Lagoa de Itaipu. O investimento será de R$ 5.869.907,33.
Fotos: Lucas Benevides






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Os agentes da Coordenadoria Ambiental de Niterói foram procurados há cerca de um mês por integrantes da Guarda Municipal daquele município pedindo ajuda. Eles haviam resgatado o gavião, ferido por linha chilena, dentro do tanque de água do Shopping Itaboraí.
A ave passou por tratamento em Niterói com um veterinário voluntário, parceiro da Guarda Ambiental, e após tratamento, as equipes fizeram a reintegração nesta terça-feira.
A Guarda Ambiental tem um procedimento específico para cada tipo de demanda. Após receber o acionamento, capturam o animal, que logo em seguida, tem suas condições físicas avaliadas pela equipe, e caso não apresente nenhum tipo de ferimento, é reintegrado a unidade de conservação mais próxima. Quem encontrar um animal silvestre precisando de resgate pode acionar os agentes através do número 153, que atende no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp).
Já os animais que foram capturados e apresentam algum tipo de ferimento são encaminhados para instituições como o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), que fica em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio; Econservation, empresa de estudos e projetos ambientais, Centro de Triagens de Animais Silvestres (Cetas), em Seropédica; ou Instituto Vital Brazil, quando é o caso de cobra venenosa.






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Gaúcha de Pelotas, autora de 23 livros, Lygia Bojunga é não apenas uma das mais prestigiadas escritoras brasileiras vivas. É, também, reconhecida como uma das mais importantes autoras do universo infantojuvenil, em todo o planeta. Não à toa, foi a primeira pessoa fora do eixo Europa-Estados Unidos a ganhar o Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da literatura para crianças e jovens. Conquistou, também, o prêmio Astrid Lindgren 2004, criado pelo governo da Suécia para promover a literatura infantil — além de inúmeras outras láureas, mundo afora.
Em 2022, há muitos aniversários envolvendo a autora: 20 anos da Editora Casa Lygia Bojunga; 20 anos de Retratos de Carolina; 30 anos de Paisagem; 40 anos de atribuição do Prêmio Hans Christian Andersen. E “as cerejas” do bolo: Lygia Bojunga completa 90 anos de vida e 50 de carreira literária, cujo marco inicial foi a publicação de Os colegas em 1972.
Sua estreia com Os colegas, já foi repleta de brilho: os manuscritos vieram a lume, pela Editora Sabiá, após conquistar o prêmio do Instituto Nacional do Livro, no ano anterior. Mas talvez o maior reconhecimento pela obra de Lygia não esteja nos prêmios, e sim na forma como seus personagens e narrativas têm habitado o imaginário afetivo de diferentes gerações. Quem aí não carrega consigo uma bolsa amarela, afinal?
E é partindo justamente desse lugar — o de uma autora decisiva para a formação de leitores apaixonados —, que emerge a Lygia Bojunga deste novo livro de Ana Letícia Leal. Um livro, porém, que vai se desdobrando em múltiplas dimensões, para desvelar não só uma Lygia Bojunga multifacetada, como também para refletir sobre as tantas e tantas faces do ato da escrita, em seu permanente e transformador contato com a vida.
Autora também premiada, Ana Letícia Leal escreve sobre e para Lygia. Misturando gênero epistolar, ensaio biográfico, autoficção e reflexão acadêmica, Para Lygia Bojunga, a mulher que mora nos livros é uma obra singular. Resultado da pesquisa de doutorado de Ana Letícia, não tem nada, porém, da sisudez dos trabalhos científicos.
Por outro lado, usa a trajetória de Lygia como fio para traçar uma reflexão sobre a própria construção do mercado de literatura infantojuvenil no Brasil. A partir da leitura comentada de cada volume publicado por Bojunga, emergem temas do universo literário, como o fomento governamental, o aspecto gráfico das edições, a formação do leitor, a especificidade da leitura literária e a entrada do novo escritor no mercado editorial.
Dessa forma, a crítica literária faz-se combinada com a narrativa biográfica de uma Lygia construída pela leitura de Ana Letícia. Uma terceira camada é autobiográfica, tratando da história da leitora, que, em criança, leu Os colegas e cresceu junto com a obra completa, pois, a partir de 1988, Lygia publica também para adultos. Mais ainda, costura-se do primeiro ao último capítulo a história da própria escritura de Ana. Uma história que vai revelando a complexidade, as dores e as delícias de quem não apenas se dedica à arte da escrita, como faz isso imerso nos desafios de seu tempo e país. Tal qual Lygia, tal qual Ana.
TRECHO
Esta noite sonhei com você. A gente caminhava pela Real Grandeza, atrás de uma livraria grande que tem lá. A rua estava confusa, o trânsito, engarrafado, as buzinas eram estridentes e o sol batia forte. A gente andava à beça, mas não encontrava a livraria. Então, entrávamos num ônibus cheio. Havia uma epidemia de tuberculose no Rio e, nesse ônibus, todo mundo tossia. Eu ficava com medo de respirar e contrair o bacilo de Koch. Você não corria risco, claro. O engarrafamento não deixava o ônibus sair do lugar, e eu estava louca para chegar em casa quando acordei na quietude do meu quarto.
A barulheira das ruas, o trânsito caótico, a ameaça de doenças… Esse é o pesadelo da vida real, Lygia. E a livraria que a gente estava procurando é onde a gente poderia parar e respirar. Livrarias são intervalos necessários. A gente precisa ler. Hoje em dia, considero o livro a minha bala de oxigênio. É a literatura que devolve ar puro a meus pulmões. O que mais a gente pode fazer? Comecei a pensar assim há alguns anos, quando minha vida deu um curto-circuito e os livros me ampararam. As coisas que passavam a acontecer eram inesperadas e indesejáveis. Nada combinava com nada. A vida não fazia mais sentido e eu era um barco à deriva numa tempestade que parecia não ter fim. Eu estava sofrendo muito, Lygia. Foi então que passei a ler livros de histórias, com enredos bem armados, começo, meio e fim.
SOBRE A AUTORA
Ana Letícia Leal é doutora em Letras pela PUC-Rio, com tese sobre a obra de Lygia Bojunga. Publicou os livros Meninas inventadas, Para crescer e Maria Flor, pela editora Escrita Fina, além de A gente vai se separar, pela Tinta Negra. Em 2007, foi finalista do Prêmio Jabuti na categoria Juvenil, com Meninas inventadas; em 2003, finalista do concurso Contos do Rio, do jornal O Globo, com o conto “Sem minha filha”. É também mestre em Comunicação Social pela PUC-Rio; especialista em Docência na Educação Básica, pelo Colégio Pedro II; bacharel em Comunicação Social, pela UFRJ; e licenciada em Letras pela Universidade Estácio de Sá. Por quinze anos, trabalhou como revisora de textos e ministrou oficinas de escrita criativa na Estação das Letras, Rio de Janeiro, entre outros cursos de literatura, leitura e escrita. Desde 2021, é professora de Língua Portuguesa na rede Faetec.
Título: Para Lygia Bojunga, a mulher que mora nos livros
Autora: Ana Letícia Leal
Texto de orelha: Gustavo Bernardo (escritor, professor e doutor em Literatura Comparada)
Páginas: 224
ISBN: 978-65-84652-05-7
Dimensões: 15,5 x 22,5cm
Preço: R$59,90
Facebook: https://www.facebook.com/editorarebulico4
Instagram: https://www.instagram.com/editorarebulico/
Site: www.editorarebulico.com.br
Serviço do lançamento:
Dia 09 de agosto, terça-feira, às 19hrs
Local: Livraria da Travessa – Tel: (21) 3195.0200
End.: Rua Voluntários da Pátria, 97 – Botafogo – Rio de Janeiro






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O que o olhar evoca – por Wil Catarina –
exposição no mezanino do Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC
Com curadoria de Ana Schieck e projeto luminotécnico assinado por Widimar Ligeiro, a exposição “O que o olhar evoca” abre no sábado, dia 6 de agosto de 2022 às 15 horas. Consiste em um conjunto de obras inspiradas em 8 fragmentos de madeira encontrados na natureza e transformados e nomeados esculturas, transformando-se em provocações com base no olhar da artista e dos espectadores. Estes fragmentos são traduzidos pela artista em 22 desenhos intitulados “Expressões Gráficas”, realizadas sobre papel craft em dois tamanhos diferentes. Para acompanhar a tridimensionalidade dos fragmentos naturais, a artista criou um conjunto de troncos em papietagem, visando articular o espaço através de mais uma interpretação de seu olhar. A sustentabilidade é fator importante nesse projeto, sendo observada tanto na utilização de madeira disponível na natureza quanto na construção dos grandes troncos, onde a estruturação se dá apenas na fusão de cola e papel reciclado, como jornais, revistas, encartes e impressos publicitários, notas fiscais e outros materiais normalmente descartados. Veremos também duas pinturas em acrílica sobre canvas em grandes dimensões. Para chegar a este resultado, Wil Catarina empreendeu uma pesquisa profunda sobre as diferenças do olhar e de como interpretar o que se vê, pois crê que há uma devolução única no ato de olhar.
Perfil da artista
Wil Catarina não começou ontem. Vem de uma carreira longa e consistente no campo do design gráfico e há algum tempo procura trilhar o caminho da arte, tendo participado de várias exposições individuais e coletivas ao longo dos últimos anos. É, porém, ao término do curso de bacharelado em Artes da UFF que sua pesquisa toma forma de embate entre os modos tradicionais de arte e a liberdade que os meios não-tradicionais proporcionam. É na escolha por uma aliança entre esses meios, por vezes tensa, mas incrivelmente fértil, que o seu trabalho emerge, ao evocar o olhar como principal e maior motivação para a materialização de suas ideias e visões.
Nas palavras da própria artista: “Há uma percepção distinta do modo comum de captar o mundo. Em parte, isso vem das experiências já vividas pelo indivíduo, regendo sua forma de visualizar seu entorno. Assim, a maneira como ele percebe o estímulo, advêm de algo que possivelmente ele já encontrou anteriormente e esteve armazenado em si.” Está aí o sentido do próprio título desta exposição, pois ao artista cabe olhar o mundo ao seu redor, interpretá-lo, traduzi-lo e por fim devolvê-lo ao público, a partir do que o seu olhar souber evocar.
Serviço:
Exposição – O que o olhar evoca
Local – Mezanino do Museu de Arte Contemporânea de Niterói
Endereço – Mirante da Boa Viagem s/n, Boa Viagem, Niterói, RJ
Abertura – dia 06/08/2022, sábado, das 15hs às 20hs
Período de visitação – de 07/08 a 25/09
Horário – de terça a domingo, das 10 hs às 18hs






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A Câmara Municipal aprovou o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de Niterói. A Prefeitura mantém como prioridades para 2023 os investimentos em saúde, educação e assistência social, além de obras de infraestrutura com o objetivo de gerar mais emprego e renda e aprimorar os serviços oferecidos no município. Serão destinados R$ 2,75 bilhões para projetos em benefício da população, como a Moeda Social Arariboia e a modernização das unidades de saúde. O valor é 61% maior do que o previsto na LDO 2022, que contabilizou R$ 1,7 bilhão para estas ações.
Em parceria com os demais órgãos da Prefeitura, a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (SEPLAG) coordenou a elaboração do PLDO, que detalha as metas e prioridades da gestão para o orçamento do próximo ano. Os projetos e atividades estabelecidos são, em grande parte, oriundos do Plano Plurianual 2022-2025. A LDO orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual que estima as receitas e fixa as despesas para o corrente exercício.
Os principais investimentos planejados para 2023 incluem a gestão da Moeda Social Arariboia; a implantação de um novo restaurante popular na Zona Norte; a implementação de auxílio às mulheres vítimas de violência; a construção e a reforma de unidades escolares e a manutenção e ampliação de projetos como as Plataformas Urbanas Digitais, Espaços Nova Geração e o Programa Poupança Escola. Além disso, estão planejadas a modernização, construção, ampliação e aquisição de equipamentos para as unidades de saúde.
Há previsão de intervenções por toda a cidade. Além da realização de obras de contenção em áreas de risco em diferentes pontos, estão previstas a revitalização da Alameda São Boaventura; a expansão da malha cicloviária; a reurbanização da orla de Charitas e do Centro; assim como a construção do Novo Parque Esportivo da Concha Acústica. Também estão previstos investimentos na pavimentação e drenagem dos bairros do Engenho do Mato e do Barreto, a dragagem do Canal São Lourenço e a continuidade da obra do Parque Orla Piratininga.
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O Espaço de Arte e Design Boho abre a exposição da artista plástica Pat Freire, com óleos sobre tela em grandes formatos e aquarelas, expressando seu imaginário a partir de um olhar criativo sobre a natureza. Nessa mostra, as pinturas se misturam com joias criadas e assinadas por Ana Grynberg, numa alquimia para os sentidos. São obras de arte para serem olhadas, usadas, sentidas, numa experiência de cores e formas, tintas e gemas, pela qual o espectador poderá se identificar e se conectar com a liberdade de expressão de suas criadoras.
O Espaço de Arte e Design Boho busca promover através da diversidade artística, estilos plásticos, visuais e digitais que valorizam e divulgam nossa cultura. A exposição será aberta no dia 17 de agosto às 16h.
“A pintura surge, entre outras coisas, de uma imagem mental. Uma imagem vultosa e ambígua, que às vezes pode sugerir uma montanha, mas que pode evocar também o mar. Na verdade, se trata de uma imagem que não é uma montanha nem o mar, mas um conjunto de forças. Esse tipo de imagem permeia meu imaginário e muito me interessa. São visões que sugerem diferentes experiências de observação da natureza, que possibilitam percepções que transcendem mesmo suas formas e forças originais. Ou seja, não estamos falando de mar ou de montanha, mas daquilo que habita em essência qualquer elemento da natureza. São essas percepções que circulam em meu imaginário”, explica Pat Freire.
Texto Crítico
“O reencontro com a pintura nas telas de Patrícia Freire”
Artista Plástica com bacharelado em pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, com trabalhos expostos em diversas galerias e instituições de arte no Brasil e no exterior entre as quais: Museu Nacional de Belas Artes/RJ, Galeria Cândido Mendes/RJ, Sesc Copacabana/Rio de Janeiro; Galeria de Arte UFF/Niterói; Blackheath Gallery/Londres; Galeria Aritza/Bilbao; leilão Néret-Minet/Paris. Recebeu Bolsa-residência no International Landscape Workshop- Blanca/ Espanha. Mestre pelo Programa Estudos Contemporâneos das Artes na Universidade Federal Fluminense (UFF), com uma pesquisa de título “Olhar em Transe: Da Natureza da Pintura como Reconexão com o Mundo”, o foco dessa pesquisa é sobre a nossa conexão com a natureza e nossa capacidade de observar e perceber suas influências em nosso comportamento. A pintura como meio de visualização desse processo que mistura o fazer artístico e as relações com o meio ambiente.
Individuais




