Museu Histórico Nacional é homenageado com Medalha Tiradentes

Foto:  Júlia Passos | Texto: Gustavo Natario e Leon Lucius
 A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou em discussão única, nesta quarta-feira (27/04), a concessão da Medalha Tiradentes ao Museu Histórico Nacional. A medida foi proposta pelo deputado Luiz Paulo (PSD) no Projeto de Resolução 1.088/22. O texto será promulgado pela presidência da Alerj e publicado no Diário Oficial do Legislativo dos próximos dias.

Na justificativa do projeto, o deputado Luiz Paulo explica que a construção do museu, na praça Marechal Âncora, no centro do Rio, remonta ao passado militar da cidade do Rio de Janeiro. “A antiga ponta do Calabouço abrigava o forte de São Tiago da Misericórdia em 1603, acrescido da prisão do Calabouço em 1693 para abrigar escravos malfeitores; a Casa do Trem, em 1762, para depósito das armas e munições do “trem de artilharia”, um ano antes da vinda da capital de Salvador para o Rio. O Arsenal de Guerra encontrou espaço lá em 1764, fortalecendo o caráter militar do complexo”, conta na justificativa do projeto.

O deputado ainda explica que o museu foi idealizado em 1922, “guiado pela perspectiva do “culto da saudade“ da memória nacional, numa linha nacionalista típica dos museus após a Primeira Guerra Mundial”. Hoje, o museu conta com um acervo com cerca de 170 mil itens, formado por coleções de objetos que datam desde a Antiguidade até os dias atuais.

 

UFF é destaque de Empregabilidade em ranking internacional

Universidade ocupa a oitava posição nacional no CWUR

A Universidade Federal Fluminense (UFF) foi classificada como a oitava colocada do Brasil no critério de Empregabilidade do ranking do Center for World University Rankings (CWUR), divulgado em 25 de abril. Para a edição de 2022, foram analisadas 19.788 instituições de todo o mundo.

Segundo levantamento do Núcleo Institucional de Dados Integrados da UFF, a universidade figurou também como a 21ª colocada no ranking nacional entre 57 instituições universitárias brasileiras. Manteve posição similar nos últimos anos, além de ter avançado duas posições nos últimos dois anos no quesito Empregabilidade.

De acordo com a pró-reitora de graduação Alexandra Anastácio, “esse ranking demonstra que a UFF não se restringe somente a fomentar o ingresso de quase 10.000 estudantes por ano, nos mais de 130 cursos de graduação, mas busca implementar ações que permitam ao estudante a obtenção de uma vaga de emprego, bem como, responder às demandas de desenvolvimento científico, cultural, tecnológico e econômico dentro e fora do país”.

O CWUR, autor do estudo, é uma consultoria dos Emirados Árabes que, desde 2012, produz um ranking considerado pioneiro e amplo por analisar quatro indicadores com diferentes realidades e proporções para a definição do resultado final (gráfico 1):

Gráfico 1: composição de quesitos do ranking CWUR.

Fonte: traduzido e adaptado pela DAI/CCI/SCS a partir do original, em inglês (https://cwur.org/2022-23.php).

Os quatro indicadores do CWUR são: Educação, que indica a proporção de ex-alunos que atuam em posições de destaque em instituições acadêmicas (25%); Empregabilidade, que aponta a proporção de ex-alunos que ocupam um lugar de relevância no setor empresarial (25%); Qualidade do corpo docente, que aborda a proporção de docentes que obtiveram distinções acadêmicas (10%); e Pesquisa, medido pela qualidade da produção científica da instituição (40%).

O ranking completo pode ser visualizado neste link: https://cwur.org/2022-23.php.

POETA BRASILEIRO MARCELO GIRARD PARTICIPA DA PRIMEIRA COPA DE POESIA DE PORTUGAL

A Cronópolis realiza, em Lisboa – Portugal, a terceira edição do maior encontro entre poetas da Língua Portuguesa. A Copa de Poesia terá representantes de três países: Portugal, Brasil e Rússia.

A Copa de Poesia – Portugal, organizada pela “cronopolis.org” e “Academia Sereníssima Letra”, realizará, nos dias 1 e 8 de maio de 2022, a sua terceira edição com representantes de Portugal, Brasil e Rússia. A Copa, que teve as duas primeiras edições no Brasil, será sediada em Lisboa sob a tutoria da escritora Joana Pereira. Quatro equipes irão disputar o primeiro lugar sob a liderança de Carlos Palmito, Ana Sofia, Cidália Santos e Marcos André. Ao todo serão 16 participantes, ou seja, quatro por equipe, assim distribuídos: Equipe Fernando Pessoa (líder: Carlos Palmito): Tiago Roque, Cátia Santos, Beatriz Santos e Lisa Lynn Ericson. Equipe Florbela Espanca (líder: Ana Sofia): Emily Barreto, Tiago dos Santos, Valmir Jordão e Jesseh Silva. Equipe Luís de Camões (líder: Cidália Santos): Júlio Lourenço, Luís Aguiar, Susana Moreira e Ana Paula Pereira. Equipe Cora Coralina (líder: Marcos André): Vanessa Barretto, Manisvaldo Jorge, Márcia Neves e Marcelo Girard. http://marcelogirard.com/

SOBRE O POETA

Marcelo Girard é carioca, poeta e compositor. Em 1990 com apenas 16 anos lançou o polêmico livro de poesia O Dente Cariado De Cristo, em 1999 RAIVÓDIO POESIA MIX.
Em 2005 com prefácio do crítico literário de O Globo, André Luis Mansur, lança O Perfume do átomo. E em 2016 lança nas plataformas digitais Dublê De Figurante.
Foi criador da primeira rádio de poesia e literatura do Brasil fundada em 2007 até 2020.
É editor-chefe de jornais e revistas on-line no Brasil. Em julho de 2021 foi publicado pela Academia Brasileira de Letras na Revista da instituição com 6 (seis) poemas.
O poeta participou de coletâneas com autores como: Ferreira Gullar, Olga Savary e o imortal Antônio Carlos Secchin e diversos eventos, feiras literárias, Bienais e exposições nestes 30 anos de poesia. Conheça mais do autor no site marcelogirard.com

A transmissão será ao vivo pela TV Cronópolis (YouTube), sempre às 18 horas (horário de Portugal) e Joana Pereira, além de anfitriã, será a apresentadora do evento. O nome dos jurados ainda não foram divulgados.

 

 

 

“Nenhum outro meio literário teve o compromisso de trabalhar para o encontro de poetas da língua portuguesa. Vemos isso como uma forma de libertação dos nossos medos, durante o período de pandemia que atravessamos, e de inter-ajuda na divulgação dos escritores independentes, que, como é do conhecimento geral, percorrem um caminho difícil para a visibilidade dos seus escritos.” diz R H dos Reis, fundador e um dos dirigentes da Cronópolis, ainda acrescenta: “Acho que nunca se escreveu tanto como agora. As pessoas querem escrever, querem falar de suas angústias, para não perderem a cabeça… é uma forma de se protegerem e de se expressarem sobre tudo o que está acontecendo.”

SOBRE A CRONÓPOLIS
Cronópolis é um site criado em 2021, durante a pandemia do Coronavírus, e é um espaço especializado na divulgação de crônicas, contos, poemas e outras atividades literárias. Em novembro de 2021 realizou a primeira Copa de Poesia e ganhou forte representação entre os escritores de todo Brasil, em janeiro de 2022 realizou a segunda edição da Copa e conseguiu reunir também escritores de Portugal e Venezuela. A COPA DE POESIA já divulgou o trabalho de 64 poetas e estimulou a produção de 288 poesias. .

 

Com roupas novas, da saudosa Élida Boutique , o Rotary Niteroi Norte convida para o Bazar Solidário em prol da Associação Fluminense de Reabilitação (www.afr.org.br).

O Evento a ser realizado na Casa da Amizade , a R. Murilo Portugal , 1130 , em Charitas, nos dia 04,05 e 06 de Maio, de 10h às 17h, conta com mais de 300 peças de multimarcas , novas , ainda com etiquetas, de todos os tamanhos , inclusive os especiais .

Uma ótima oportunidade de garantir Looks novos , à preços acessíveis e ajudar uma Instituição de credibilidade da nossa Cidade, a seguir Reabilitando Vidas .

A Presidente do Rotary Club Niterói Norte , Dra Angela Riccomi, responsável pela organização do evento , convida toda a Sociedade à abraçar esta causa tão nobre. “ são peças novas de tecidos e acabamentos impecáveis , para jovens de todas as idades e tamanhos poderem renovar o seu o guarda-roupa “

 

Apaixonada por ler, Helena Strada sugere livros com mensagens impactantes*

A atriz mirim Helena Strada é uma garota apaixonada por ler. Seu primeiro livro foi adquirido através de suas economias, ela usou sua mesada para comprar uma edição de Annie, obra de Thomas Meehan que deu origem ao musical da Broadway. A artista afirma que esta é uma ótima sugestão para quem quer iniciar o hábito da leitura, pois a história é divertida e carrega uma mensagem muito importante para crianças e também adultos.

“O livro ‘Annie’ fala sobre uma menina órfã que vai passar o Natal na mansão de um milionário, que depois tenta ajudá-la a encontrar os seus pais. Durante esse processo, ele se apaixona por Annie e a adota. É uma relação linda entre pai e filha”, comenta Helena Strada. Segundo Helena Strada, o livro “Annie” pode ajudar pais e filhos, pois a obra transmite uma mensagem sobre a importância dos laços de amor entre as pessoas, independente da questão sanguínea. “Família é quem nos ama e cuida da gente. É quem a gente escolhe”, coloca a atriz.

Traga-me a cabeça de Lima Barreto!, no Teatro Popular Oscar Niemeyer

Monólogo teatral reflete a contemporaneidade ao discutir racismo e eugenia, ao mesmo tempo em que celebra os 140 anos de nascimento e centenário de morte do escritor Lima Barreto

No dia 27 de abril, quarta-feira, às 19h, vai acontecer, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, o monólogo “Traga-me a cabeça de Lima Barreto!”, da Cia dos Comuns.

Escrita pelo diretor e dramaturgo Luiz Marfuz, em 2017, especialmente para comemorar os 40 anos de carreira do ator Hilton Cobra, com direção de Onisajé (Fernanda Júlia), a peça mostra uma imaginária sessão de autópsia na cabeça do escritor Lima Barreto, conduzida por um Congresso de Eugenistas no Brasil, início do século XX.  Após a morte de Lima Barreto, os médicos eugenistas determinam a exumação do corpo, a fim de responder a pergunta: “Como um cérebro, considerado inferior pelos eugenistas da época, poderia ter produzido e publicado obras literárias de qualidade, se a arte nobre e da boa escrita deveria ser um privilégio das raças consideradas superiores?”. A partir desse embate, o espetáculo mostra as várias facetas da personalidade e da genialidade de Lima Barreto, refletindo sobre loucura, racismo e eugenia, a obra não reconhecida e os enfrentamentos políticos e literários de sua época.

Hilton Cobra reconhece a importância de se fazer um tributo a Lima Barreto – um autor tão pisoteado, tão injustiçado, que pensou tão bem esse Brasil, abriu na literatura brasileira ‘a sua pátria estética’, os pisoteados, loucos, os privados de liberdade – esses são os personagens do escritor. “Acredito que ele deve ter sido, se não o primeiro, um dos primeiros autores brasileiros que colocaram esse ‘mundo esquecido’ em qualidade e com importância dentro de uma obra literária”.

“Existe uma urgência em frear a perpetuação das estruturas sociais e raciais no Brasil que insistem em colocar homens e mulheres pretos como cidadãos de segunda classe. Por isso, passados três anos da estreia de “Traga-me a Cabeça de Lima Barreto!”, e diante dos efeitos causados pela pandemia à população negra e pobre, acreditamos que o espetáculo se mantém atual e necessário para refletir e debater racismo, eugenia” explica Cobra.

Esses dois temas foram entrelaçados na dramaturgia construída por Luiz Marfuz que partiu da ideia de se exumar o corpo do escritor para se fazer uma autópsia de sua vida e obra.

Para a diretora Onisajé (Fernanda Júlia), Traga-me a cabeça de Lima Barreto! é uma montagem vitoriosa e que permanece atual no momento da pandemia. Para ela, “as feridas causadas pelo racismo estão escancaradas na violência policial, no genocídio da juventude negra e na quantidade expressiva de pessoas atingidas pela COVID-19. Nesses tempos de esquecimento e invisibilidade, ao rever a obra de Lima Barreto, escrita nas primeiras décadas do século XX, parece que ele acabou de escrevê-la.”

Onisajé faz uma correlação entre o escritor e autor ao dizer que a montagem tanto reaviva a contribuição de um pensador crítico e politizado como Lima Barreto, quanto a resistência e insistência do artista Hilton Cobra de estar em cena reverenciando um ícone negro vítima das agruras do racismo de seu tempo e expondo a eugenia cultural de nossos tempos.

Lima Barreto

 

Afonso Henriques de Lima Barreto foi o crítico mais agudo da época da República Velha no Brasil, rompendo com o nacionalismo ufanista e pondo a nu a roupagem da República, que manteve os privilégios de famílias aristocráticas e dos militares. Nascido na cidade do Rio de Janeiro, no dia 13 de maio de 1881, sete anos antes da abolição da escravatura, sua vida é recheada de acontecimentos polêmicos, controversos e trágicos.

Em sua obra, de temática social, privilegiou os pobres, os boêmios e os arruinados. Foi severamente criticado por escritores contemporâneos por seu estilo despojado e coloquial, que acabou influenciando os escritores modernistas. Lima queria que a sua literatura fosse militante. Escrever tinha finalidade de criticar o mundo circundante para despertar alternativas renovadoras dos costumes e de práticas que, na sociedade, privilegiavam pessoas e grupos.

Ficha Técnica (Criação):

Hilton Cobra – Ator | Luiz Marfuz – Dramaturgia | Onisajé (Fernanda Júlia) – Direção | Cenário: Vila de Taipa (Erick Saboya, Igor Liberato e Márcio Meireles) | Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho e Valmyr Ferreira | Figurino: Biza Vianna Direção de Movimentos: Zebrinha | Direção Musical: Jarbas Bittencourt |Direção de vídeo: David Aynan | Produção executiva: Lud Picosque e Ruth Almeida | Fotos: Adeloyá Magnoni, Leandro Lima, Kaian Alves, Valmyr Ferreira e Vinicius César | Operador de áudio e vidéo: Duda Fonseca | Operador de luz: Lucas Barbalho | Participações especiais (voz em off): Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Deda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade  

SERVIÇO:

Espetáculo “Traga-me a cabeça de Lima Barreto!”

Data: 27.04.2022

Horário: 19h

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói (atrás do Terminal!)

Ingresso solidário: doação de 1kg de alimento não perecível, agasalho ou produto de higiene pessoal. Retirada pela sympla.

Rádio Online do selo Niterói Discos entra no ar no dia 28 de abril

Sistema digital permite que se ouçam programas e músicas de artistas da cidade

 

O selo Niterói Discos, iniciativa cultural da Prefeitura de Niterói e administrada pela Secretaria Municipal das Culturas (SMC) e pela Fundação de Arte de Niterói (FAN), lança, nesta quinta-feira, 28 de abril, a Rádio Niterói Discos. O sistema será uma ferramenta online que estimula e divulga a intensa produção musical da cidade. Estará disponível, a partir da 00h00 do dia 28, no site Cultura Niterói (http://www.culturaniteroi.com.br/niteroidiscos).

Nos início dos anos 1990, quando o mundo ainda engatinhava na transição do vinil para o CD, o selo já incentivava o artista niteroiense na busca por seu espaço na concorrida indústria fonográfica. Sob novos desafios, essa missão segue em frente nos dias de hoje.

Além do acervo do selo, que já lançou mais de 180 trabalhos, a rádio abrirá espaço para todos os artistas nascidos ou de alguma forma vinculados a Niterói. Funcionará com transmissão em tempo integral e, em maio, serão lançados ‘podcasts’, em formato de entrevista com artistas e produtores, ligados à música da cidade, com curiosidades e histórias de bastidores, no YouTube da Niterói Discos.

“A ideia é levar, por meio das ‘ondas digitais’, a produção musical tão peculiar de Niterói para todo o mundo. Estamos muito felizes com este lançamento, que valoriza os nossos artistas e proporciona mais um entretenimento ao público. A Rádio Niterói Discos reafirma a importância de resguardar a produção musical de nossa cidade, se propõe a ser uma plataforma dedicada a nossa memória e ao nosso futuro”, afirma Marcos Sabino, Presidente da Fundação de Arte de Niterói.

“Do LP ao CD, do MP3 às plataformas de streaming que acessamos pelo celular. A forma de produzir e ouvir música sofreu uma verdadeira revolução. É preciso, então, olhar para essas transformações de forma inovadora, oferecendo ferramentas que estimulem artistas nesse mundo digital”, explica o diretor da Niterói Discos, Tavinho Torreão. “Um espaço democrático e interativo a ser ocupado pelas diferentes manifestações artísticas, trazendo o selo aos novos tempos e ampliando seu papel original às novas formas de se fazer e de se propagar, por meio da música, as linguagens artísticas”, completa ele.

 

SOBRE A NITEROI DISCOS

Dizer que Niterói é um celeiro de talentos, chega a ser lugar comum. Um dos mais importantes personagens da Niterói Discos, o baixista e ex-secretário das Culturas de Niterói, o saudoso Arthur Maia, costumava dizer que na ponte não se cobrava pedágio, mas ‘couvert’ artístico.

Mas sabemos que existem inúmeras dimensões da produção musical que o mercado não consegue alcançar, e o selo criado em 1991, momento de efervescente produção e muitas barreiras tecnológicas, é um exemplo de como uma cidade pode incentivar uma cadeia produtiva que fomenta oportunidades e talentos de todos os gêneros, dos mais populares aos clássicos instrumentais, do rock ao chorinho, da ópera às bandas colegiais.

Do primeiro LP da icônica banda ‘Os Lobos’, passando por artistas iniciantes ou consagrados nacionalmente, a Niterói Discos foi se consolidando como uma referência na cidade, alavancando carreiras, conquistando repercussão nacional, participando de festivais e congressos.

Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial:  a cada 90 segundos, morre um brasileiro em decorrência de doença cardiovascular

Secretaria de Estado de Saúde lista ações que ajudam a prevenir e reduzir os riscos de derrame e infarto

O 26 de abril é uma data simbólica para a cardiologia: é o Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) aproveita a ocasião e faz um alerta para a importância da prevenção às doenças cardiovasculares, que causam cerca de 350 mil óbitos por ano no país, e estão entre as que mais matam no mundo todo.

– A hipertensão, quando não é tratada, pode ocasionar derrames cerebrais, infarto, insuficiência cardíaca, angina. A cada 90 segundos, morre um brasileiro em decorrência de doença cardiovascular. De cada seis pessoas no mundo, uma terá um acidente vascular cerebral – alerta o cardiologista Antonio Ribeiro, responsável pela coordenação da Linha de Cuidados de Doenças Cardiovasculares da SES.

O  acidente vascular cerebral (AVC) mata um brasileiro a cada cinco minutos. Essa estatística coloca a doença, ao lado do infarto agudo do miocárdio (IAM), entre as mais matam no Brasil. A abordagem correta dos casos suspeitos de IAM através da aplicação de protocolos nas unidades de urgência e emergência faz parte das ações do programa Linha de Cuidados do Infarto Agudo do Miocárdio, promovido desde 2015 pela SES. O objetivo é preparar equipes para transferir imediatamente pacientes suspeitos de infarto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para hospitais de referência ou de alta complexidade com serviços de cardiologia e unidades coronarianas ou hemodinâmicas.

Considerada uma doença crônica não transmissível, a hipertensão tem, apesar da alta incidência, prevenção e tratamentos simples, como ressalta Antônio Ribeiro. Entre as primeiras recomendações, a prática de atividade física é fundamental, ajudando a aumentar a expectativa de vida.

– A hipertensão gera duas vezes mais mortes que qualquer tipo de câncer ou morte violenta, três vezes mais que as doenças respiratórias, mesmo considerando a Covid-19, e seis vezes mais que o HIV. A hereditariedade e a idade são fatores de prevalência que não mudamos. Mas há aqueles que podemos mudar. Medidas simples são benéficas demais e já diminuem o risco cardiovascular em 28% – conclui o médico, que também é membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Saiba como prevenir e tratar a hipertensão
– Reduza o consumo de sal
– Pratique atividades físicas regularmente
– Evite o sobrepeso
– Faça um acompanhamento regular da sua saúde com médicos
– Siga tratamentos recomendados por especialistas
– Procure ajuda para abandonar o cigarro
– Procure tratamento contra o alcoolismo

Foto de divulgação: Mauricio Bazilio/SES

Tartaglia Arte apresenta a exposição ‘Lageando II’, dando continuidade ao projeto que homenageia a EAV do Parque Lage, por sua contribuição cultural e histórica, até 10 de maio.

 
 


Tartaglia Arte apresenta a exposição ‘Lageando II’, com artistas das Escolas de Artes Visuais do Parque Lage, em seu showroom na Galeria 221 de Melinda Garcia, até 10 de maio
 
 
Mostra que dá continuidade à antecessora ‘Lageando’ e homenageia o local que sempre foi o palco de inúmeros movimentos e  tendências artísticas, reconhecido no Brasil e no exterior.
 
 
 
 
Tartaglia Arte apresenta a exposição “Lageando II”, coletiva com artistas plásticos de diversos estilos, que passaram pela Escola de Artes de Artes Visuais do Parque Lage em algum momento de suas trajetórias, organizada pelo Prof. José Luiz Carlomagno e com curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez.

 
A mostra, que dá continuidade ao sucesso de sua antecessora, ‘Lageando’, acontece no showroom da Tartaglia Arte, na Galeria 221 de Melinda Garcia, no Shopping Cassino Atlântico, com a participação de Almir Reis, Beatriz Basso, Cleide Magalhães, Gustavo Cruz, Hugo Ferreira, José Luiz Carlomagno, Lucia De Bom, Melinda Garcia, Ricardo Raposo, Telma Levy, Vera Lucia Arbex e Zulma Werneck, até o dia 10 de maio.
 
 
“Lageando II” vem confirmar a importância cultural e histórica da EAV do Parque Lage. Todos aqueles que por ali “lagearam”, representam estilos e movimentos que sempre revolucionaram as concepções estéticas de suas épocas. Foi justamente essa visão de união e criatividade que unem esses artistas que fez a Tartaglia Arte reuní-los em uma exposição, para resgatar e renovar o orgulho por esse marco da cultura e da história, não só carioca, mas nacional e internacional.
 
‘Renné Magritte pontuou: “Nós não somos uma maçã; nós somos a impressão digital da nossa amizade”. Portanto seguimos com a 2ª edição do projeto Lageando, desejando a todos muito sucesso’ (Prof. José Luiz Carlomagno)
 
Sobre a EAV do Parque Lage
 
Desde sua fundação, a EAV desenvolve programas de ensino em arte voltados para a formação de artistas, curadores, pesquisadores e interessados em estabelecer ou aprofundar o contato com a arte. Fundada por Rubens Gerchman em 1975, a EAV passou a ocupar a mansão em estilo eclético, tombada pelo IPHAN como patrimônio histórico e paisagístico, substituindo o Instituto de Belas Artes. Projetada pelo arquiteto Mario Vodret em 1920, a residência do armador brasileiro Henrique Lage e sua esposa, a cantora lírica italiana Gabriela Besanzoni, foi tomada pela efervescência cultural gerada pelo modelo de escola aberta – um espaço para novas concepções estéticas – implementado por Gerchman.
 
trazem sempre uma reflexão em defesa do meio ambiente, herança das praias sem fim, matas densas e imensas, águas transparentes e cachoeiras poderosas, vivenciadas na infância de forma cativante, com uma identidade visual cheia de cores, que se conectam aos aspectos da vida contemporânea através de contrastes e conceitos que nutrem seu trabalho.

Desde 2013, Beatriz tem trabalhos em exposições, instalações e performances. Algumas obras estão em coleções particulares de Turim, Savona e Rio de Janeiro.

 
Cleide Magalhães

 
Natural do Rio de Janeiro, neta do falecido poeta e maestro, Teófilo de Magalhães, Cleide é professora de formação, estudou desenho e perspectiva em São Paulo, com Yara Di Marchi. Na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, seus professores foram  Rubens Guershman e Armando Viana. Cursou Restauração de Quadros na Universidade Santa Úrsula. Inúmeras são as exposições e salões de arte, bem como galerias e acervos. Professora de pintura na Galeria Marly Faro, no Bureau do Artista (Shopping Downtown, Barra, RJ), membro do júri e oradora do XX Artes de Rezende. Também foi corrdenadora e patrocinadora do Primeiro Workshop da Maturidade. Expôs em Portugal, Singapura e Lausanne.
Entre 2017/18, cursou Aprimoramento da Arte no Parque Lage, com o Prof. Luiz Ernesto.
 
Gustavo Soares da Cruz
 
Arquiteto e urbanista, artista plástico e gráfico, desenhista gráfico  diagramador. Iniciou em óleo sobre tela em 1975, e sempre procurou pintar grandes espaços, desertos, vastos horizontes, enfim, grandes ‘vazios’. Em 1991, conheceu o Santo Daime, passando a pintar toda a natureza em harmonia com o Cósmico Divino, com mudança da técnica para mista sobre eucatex, multiplicando os recursos e tornando suas obras parecidas com ilustrações.
 
diversos, de forma harmoniosa, criando formas e movimentos que se integram, tornando único seu universo. 
 
Em seu currículo, constam exposições coletivas, individuais, premiações  em mostras e salões de arte.
 
Melinda Garcia 
 
Escultora, pintora e escritora, ingressou no universo da arte aos 7 anos, com aulas na Escolinha de Arte da UFRJ. Aos 16 anos,  frequentou aulas de desenho  no Parque Lage e, em seguida, passou a dedicar-se às  esculturas  com afinco . Convidada a levar suas esculturas à Construtora Gomes de Almeida Fernandes, foi quando começou  sua carreira profissional, produzindo mais de 50 obras de grande porte para jardins, halls e espaços públicos no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais,  como  a obra “Velocidade , Alma e Emoção”, com 5 metros, em bronze, instalada no Parque Ibirapuera.  Além de produzir para coleções particulares,  como “Flamingos” , em  bronze, com  3 metros, na Casa Roberto Marinho.
Na busca de identidade própria, trafegou por quatro diferentes fases, sendo a última a orgânica , visceral; movimento que fundou e lançou no I Congresso Holístico Internacional,  em Brasília, 1987,  e em exposição, em 1988, na Galeria Aktuel, RJ. Em 2017, foi  premiada na Bienal – ARTE FLORENCE BIENNALE. É palestrante e autora do livro “Holomovimento: Espelho d’Alma”  e  “The Unified Theory”,  uma abordagem multi e transdisciplinar . Recentemente, expôs no Centro Cultural Correios RJ, com  uma individual do tema  “Imortal: Arte , Alma e Futuro”.
 
Ricardo Luiz Raposo
 
Consultor, arquiteto e urbanista, escultor, já realizou obras de grande porte e exposições coletivas e individuais, no Brasil e em cidades do exterior, como Miami, New York, Bruxelas, Vila Verde, Paris, Xangai, além de várias residências de estudo a museus da Europa e Estados Unidos. Em 2006, recebeu a comeda de imortal da Academia Brasileira de Belas Artes.
 
Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo.

O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa.
Site: tartagliaarte.org
 
SERVIÇO

 
Exposição: “Lageando II”
 
Artistas:  Almir Reis, Beatriz Basso, Cleide Magalhães, Gustavo Cruz, Hugo Ferreira, José Luiz Carlomagno, Lucia De Bom, Melinda Garcia, Ricardo Raposo, Telma Levy, Vera Lucia Arbex e Zulma Werneck
 
Organização: Prof. José Luiz Carlomagno
Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez
Instagram: @riccardotartaglia e @reginanobreztartaglia  

Galeria 221 de Melinda Garcia
Local: Av. Atlântica, 4240 – Shopping Cassino Atlântico – RJ
 
Inauguração: 14 de abril, das 17h às 21h
Visitação: 16 e abril a 10 de maio de 2022
De terça a sábado, das 15h às 19h ou por marcação
Dias e Horários de visitação: terça a sábado, das 15h às 19h
Site: www.tartagliaarte.org
Assessoria de imprensa: Paula Ramagem
Instagram: @_paula_r_soares
Censura livre
Entrada gratuita
Acessibilidade

Concessão e acúmulo de bolsas universitárias poderão ser estendidas a estudantes

Foto:  Júlia Passos | Texto: Gustavo Natario e Leon Lucius
Estudantes de cursos de pós-graduação podem ter acesso à concessão e ao acúmulo de bolsas oferecidas por instituições estaduais de Educação Superior. É o que propõe o Projeto de Lei 3.920/21, de autoria do deputado Carlos Minc (PSB), que foi aprovado em primeira discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) em primeira discussão nesta terça-feira (26/04). A medida precisa passar por uma segunda discussão em plenário.

A proposta complementa a Lei 8.656/19, que permite o acesso somente aos estudantes de cursos de graduação. Para o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária serão promovidos nas modalidades de: bolsas de permanência; bolsas de extensão; bolsas de estágio externo e interno; bolsas de iniciação à docência; bolsas de iniciação científica; e bolsa empreendedorismo.

Além disso, poderão ser oferecidas cumulativamente, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), bolsas de mestrado e doutorado a estudantes pesquisadores já beneficiados por bolsas concedidas pelas universidades estaduais até a conclusão dos cursos. Os prazos de 24 meses para o mestrado e de 48 meses para o doutorado podem ser ampliados por licença maternidade ou de saúde.

“O apoio do Poder Público à pesquisa científica é estratégico para o desenvolvimento do estado e do país e tal objetivo só será alcançado com o estímulo à pesquisa e aos pesquisadores”, justificou Minc.