Dica de Jaqueline Costha:inverno – a temporada de peeling chegou 

Porque fazer Peeling no Inverno? 
Durante a estação mais fria do ano, temos a diminuição da radiação ultravioleta. 
Ou seja, os raios solares ficam mais fracos e a temperatura está mais baixa, tornando o cenário perfeito para recuperação da pele, já que após a sua realização deste procedimento, a pele fica sensibilizada põe alguns dias, sendo necessário redobrar os cuidados com a exposição solar. 
Mas importante ressaltar que os peelings podem ser realizados durante o ano todo, adequado para as necessidades da pele e seguindo todas as orientações necessárias, orientando nos cuidados pós peeling, com base na estação do ano. 
 

 
Tudo o que você precisa saber sobre Peeling. 

Os Ácidos renovadores aplicados pela esteticista têm como objetivo a renovação da pele. 
Os principais benefícios do peeling são: 
. Promover o clareamento e luminosidade; 
. Controlar a oleosidade excessiva e a acne; 
. Amenizar as rugas e linhas de expressão; 
. Controle de acne; 
Estimular a firmeza e elasticidade da pele do rosto; 
. Além de ajudar a tratar a perda de elasticidade e envelhecimento precoce. 

 
Cuidados com a pele antes e após o peeling: 

 Dica de Jaqueline Costha. 
. Usar protetor solar diariamente, pois como o peeling pode deixar sua pele sensível ela naturalmente ficará ainda mais exposta aos raios solares. Por isso, o uso de protetor solar é indispensável na rua ou dentro de casa. 
. Use loção micelar hidratante e calmante para amenizar a vermelhidão e a ardência na região. 

. Opte por produtos livres de parabenos, essências, álcool e silicone, pois eles podem irritar a pele ainda mais. 

instagram:esteticajaquelinecostha

Rita Rivello encerra ciclo na ACHUAP recebendo homenagem

Hoje, dia 27 de maio, às 8h30, no Auditório do Hospital Antônio Pedro, Rita de Barros Rivello recebe homenagem oferecida pelo Reitor da Uff, Prof. Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega pelo brilhante período como Presidente da Achuap – Associação do Amigos do Hospital Universitário Antônio Pedro, organização onde Rita mobilizou mulheres representativas da cidade de Niterói para servirem como voluntárias em diversas doações e serviços para pacientes do HUAP desprovidos de assistência.

Rita Rivello, como é carinhosamente chamada, encerrou o seu ciclo na presidência repleta de louros, e, sua página no Facebook declara: ”Agradeço ao Reitor da UFF e aos profissionais de enfermagem do HUAP”, dispara, humildemente, a benemérita e advogada. Vale dizer que, atualmente, a Achuap é presidida por Paula Lara e mantém todos os esforços iniciados por Rivello. O próximo chá será na tarde do dia 6 de junho, no Bistrô Mac.

A Achuap surgiu em 1951, pela iniciativa do médico cirurgião  Mário Duarte Monteiro, da antiga Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, atual UFF. O grupo do colaboradoras era formado, inicialmente, por esposas de médicos, que pretendiam prestar assistência aos pacientes internados. Ao longo destes anos, com a entrada da mulher no mercado de trabalho, o perfil da colaboradora da Achuap mudou, mas sua missão continua sendo promover melhoria e reabilitação ao paciente, auxiliando sobretudo  o HUAP, dentro das suas possibilidades.

Hoje, a associação é composta, em sua maioria, por senhoras da ASPI-UFF e de outras instituições, como o BNDES e o Exército Brasileiro, que se organizam semanalmente em busca de doações (em espécie, produtos ou bens dos mais variados: itens de higiene pessoal, roupas, sapatos e mantas para bebês recém-nascidos, mobílias, eletrodomésticos, entre outros) de contribuintes, amigos, familiares e funcionários solidários. Os chás mensais estão retornando ao contexto presencial, depois de paralização decorrente da pandemia.  Reúnem pessoas da sociedade de Niterói. Rita Rivello, que esteve mais de 10 anos na presidência, priorizou, entre outras coisas, o princípio da transparência, prezando, desta forma, pela prestação de contas em seu site, que sempre está atualizado.

A Achuap fica na Rua Marquês de Paraná, 303, 4º andar, Prédio anexo, Centro, Niterói. Funciona de segunda à sexta, das 9h às 17h e dispõe dos telefones 2621-0526 e 2629-9391.

 

Prefeitura de Niterói recebe a visita do embaixador da Holanda

No encontro, foram apresentados os principais projetos desenvolvidos na cidade

 A Prefeitura de Niterói recebeu, nesta terça-feira (24), representantes da Embaixada e do Consulado da Holanda para discutir temas prioritários em comum entre a cidade e o país europeu. O prefeito Axel Grael reuniu-se com o embaixador André Driessen, e apresentou alguns dos projetos desenvolvidos em Niterói, como o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), a implantação do Bicicletário Municipal Arariboia, da moeda social Arariboia e o estudo para a aquisição da frota de carros elétricos para órgãos municipais. A ideia é traçar cooperações em áreas como mobilidade, sustentabilidade e construção naval.

O prefeito de Niterói, Axel Grael, lembrou que as relações com o país europeu vêm sendo estabelecidas desde 2021, quando esteve na Holanda, a convite da Embaixada. No mesmo ano, uma comitiva do consulado da Holanda já tinha visitado a cidade, com o objetivo de estreitar as relações de cooperação com Niterói.

“Este encontro com o embaixador foi uma oportunidade importante de apresentamos obras em andamento, como o Parque Orla de Piratininga Alfredo Sirkis e a expansão da rede cicloviária de Niterói, além das iniciativas para promoção da justiça social, como a Moeda Social Arariboia e o Pacto Niterói Contra a Violência”, destacou Axel Grael.

Também participaram da reunião as secretárias municipais de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa, de Ciência e Tecnologia, Valéria Braga, do Escritório de Gestão de Projetos, Katherine Azevedo, além dos secretários municipais do Clima, Luciano Paez, de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, Rafael Robertson, e o responsável pela Coordenadoria Niterói de Bicicleta, Filipe Simões. Estiveram presentes também o cônsul-geral da Holanda no Brasil, Rolan Martin, e o adido cultural Micha Schijlen.

Fotos: Luciana Carneiro

O melhor da música de Niterói na programação do Arte na Rua

Diversos artistas independentes da cidade se apresentam na primeira quinzena

 

Uma programação diversificada e includente. Diversos artistas independentes de Niterói se apresentam na primeira quinzena do projeto Arte na Rua, realizado pela Secretaria Municipal das Culturas (SMC) e Fundação de Arte de Niterói (FAN), em quatro pontos estratégicos da cidade.

 

No dia 4 de junho, sábado, às 11h, a varanda do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, no Campo de São Bento, recebe a The Walking Band. No mesmo dia 4, no Horto do Fonseca, às 16h, quem se apresenta é o músico Bruninho. Já no dia 5, às 13h, no Horto do Barreto, é a vez de Marlon Bessa. Ainda no domingo, às 17h, tem Evandro Marinho, no Rolerzão de Piratininga. Fechando a primeira quinzena do mês, a banda Bezzouros canta Beatles, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, no sábado, dia 11, às 11h. Nesta mesma data, no Horto do Fonseca, o cardápio musical oferece a banda Trincaz, às 16h.  E no domingo, dia 12, os shows são de LF Trick, às 13h, no Horto do Barreto; e às 17h, no Rolerzão de Piratininga, quem se apresenta é Rodrigo Chaudon.

 

O evento Arte na Rua mostra o quanto a cultura influencia no desenvolvimento da cidade e da população, por meio da ocupação dos territórios públicos, com apresentações gratuitas em diferentes linguagens. É uma opção cultural que afirma o potencial criativo de Niterói e aproxima as pessoas de todas as faixas etárias das atividades musicais. Em nove anos de atuação, o projeto já passou por diversos bairros, percorrendo de norte a sul o território niteroiense. Foram contempladas mais de quatro mil apresentações, distribuídas entre música, teatro, dança, circo, arte-educação, entre outras. 

SOBRE OS ARTISTAS

The Walking Dead

A The Walking Band resgata sucessos musicais, alguns em versões instrumentais, fazendo uma releitura de trabalhos marcantes de bandas e artistas nacionais e internacionais de renome.  Com apresentações em diversos Festivais de Jazz e Blues, vem cativando o público pela impactante abrangência do seu repertório, desde Michael Jackson , James Brown a David Guetta e Maroon Five, passando por clássicos do Jazz & Blues. Com isso apresenta um repertório super eclético, dançante e muito agradável, que certamente é acolhido por todas as faixas etárias.

Bezzouros

Sucesso na International Beatleweek 2019 (21 a 28/08, Liverpool – Reino Unido), a Bezzouros é uma banda com diversas definições, porém seus integrantes preferem dizer que se trata de “um grupo formado por amigos para extravasar o amor pela música antiga tendo os Beatles como a sua maior Influência”. Dessa forma, esses seis talentosos músicos de Niterói (RJ) resumem de forma abrangente todas as características da banda. Formada por Rodrigo Toledo (guitarra e vocais), Daniel de Almeida (guitarra, violão e vocais), Victor Nogueira (teclado, guitarra e vocais), Glauco Velloso (contrabaixo e vocais) e Tiago Nagel (teclados e vocais), a Bezzouros sabe levar o público para outro tempo, emocionando com execuções primorosas de canções uma saudosa época.

Bruninho


Nascido em 12 de novembro de 1983, em Niterói, Bruno Vieira Encrenazi iniciou sua carreira artística aos 17 anos inspirado pelo pagode romântico da década de 90. Traz como referência o grupo Fundo de Quintal e dos artistas Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho e Beth Carvalho, entre outros. Passando por diversos grupos, onde se destacou pelo seu espírito de liderança, o cantor e compositor dividiu palco com artistas renomados do cenário do samba e pagode, como Thiaguinho, Grupo Revelação e Rodriguinho. Em 2020 deu início a sua carreira solo, sendo impulsionado pelo seu carisma e desenvoltura nos palcos, sempre com sorriso no rosto e muito amor ao que faz.

Trincaz

O grupo Trincaz é um caldeirão de influências dentro do rock’n’roll, expressados por três músicos com grande experiência. Passeando pelos anos 70, 80, 90 e com obras autorais, a banda se propõe a resgatar toda uma memória afetiva musical com versões de canções que fizeram parte de várias gerações intercaladas com as suas composições. Formada por  Tuca Marques na voz e guitarra, Paulinho Lombardi na bateria e Abraão leite no baixo, promete agitar a plateia com muito rock.

Marlon Bessa

Cantor e ator, Marlon despontou ainda menino na televisão atuando em novelas. Em seguida despertou para a música country e iniciou uma carreira participando em especiais com os artistas Daniel, Sérgio Reis, Almir Sater, Chitãozinho e Xororó e muitos outros, culminando nas arenas do rodeio de Barretos. A partir daí seu sucesso alcançou além fronteiras – acompanhado de seu banjo – fez algumas apresentações nos Estados Unidos, na Flórida, em Nashville, na Broadway Street. Destacou-se participando das trilhas sonoras das novelas Fera Radical (TV Globo 1988) e em América (2005).

LF Trick

O músico LF Trick começou a tocar trompete profissionalmente aos dez anos de idade, na matinê do Saquarema Iate Club, em 1982. De lá pra cá o músico se fez presente em shows e discos de vários artistas, como Emílio Santiago, Sandra de Sá, Marisa Monte, Marcos Valle, Cláudio Zoli, Arthur Maia, Banda Black Rio e Celebrare entre outros. O músico também vem se dedicando à carreira solo, fazendo shows pelo Brasil afora.

Evandro Marinho

Evandro Marinho é o intérprete da coleção “O Som do barzinho” volumes 6, 7, 8, 9 e 10, que traz releituras dos grandes clássicos da MPB e Word Music. Neste projeto ao vivo, com o saxofonista Jeferson Santos, apresenta clássicos de bandas como Man at Work, Dire Straits, Creedence Clearwater e cantores como Djavan, Tom Jobim, Chico Buarque, Caetano Veloso e outros nomes da nossa música.

Rodrigo Chaudon

Rodrigo Chaudon é músico profissional, formado em piano clássico pelo Conservatório Niteroiense de música. Passou a dedicar-se à música popular brasileira no ano de 2000, desde então atua profissionalmente como cantor e violonista. Intérprete de clássicos da MPB e também de um repertório Pop atual. Tem como base o seu trabalho solo, mas também muitas parcerias de outros instrumentistas o acompanhando.

SERVIÇO (Primeira quinzena do mês):

Centro Cultural Paschoal Carlos Magno – Campo de São Bento (sábado, 11h)

04/06 – The Walking Band

11/06 – Bezzouros

Endereço: Alameda Edmundo de Macedo Soares e Silva, s/n – Icaraí, Niterói

Horto do Fonseca (sábado, 16h)

04/06 – Bruninho

11/06 – Trincaz

Endereço: Alameda São Boaventura, 770 – Fonseca

Horto do Barreto (domingo, 13h)

05/06 – Marlon Bessa

12/06 – LF Trick

Endereço: R. Dr. Luiz Palmier, s/n – Barreto

Rolerzão de Piratininga (domingo, 17h)

05/06 – Evandro Marinho

12/06 – Rodrigo Chaudon

Endereço: Praia de Piratininga, na altura da Praça do Delírium

Projeto da UFF selecionado em edital da CAPES discute assimetrias jurídicas na pandemia de COVID-19

Pesquisa analisa o tratamento desigual nos pedidos de liberdade de diversos réus, considerando Recomendação 62 do Conselho Nacional de Justiça

Em março de 2020, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base nas posições públicas assumidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), expediu uma recomendação aos tribunais e magistrados para que adotassem medidas preventivas à propagação da COVID-19 no âmbito dos sistemas de justiça penal e socioeducativo. A Recomendação 62 do CNJ considera que a manutenção do bem-estar das pessoas privadas de liberdade é essencial à garantia da saúde coletiva e que um cenário de contaminação em grande escala nos sistemas prisional e socioeducativo produz impactos significativos para a segurança de toda a população. A recomendação aponta como fatores relevantes para sua implementação o alto índice de transmissibilidade do novo coronavírus, além da necessidade de estabelecer procedimentos e regras para fins de prevenção à infecção e à propagação do vírus, especialmente em espaços de confinamento.

A instrução publicada pelo CNJ é o tema central do projeto de pesquisa intitulado “Assimetrias federativas em tempos de COVID-19: diagnósticos e impactos da Recomendação 62 do Conselho Nacional de Justiça nos estados do Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul”, coordenado pelo professor Roberto Kant de Lima, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA-UFF). A pesquisa foi uma das três selecionadas, na Universidade Federal Fluminense (UFF), para participar do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Impactos da Pandemia, iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e pretende mapear e descrever as debilidades e assimetrias do poder judiciário brasileiro e das políticas criminais em diferentes unidades federativas, no contexto da COVID-19.

O coordenador da pesquisa aponta que a pandemia, especialmente em razão de seus altos índices de contágio, potencializou o risco de infecção pelo novo coronavírus para aquelas pessoas em privação de liberdade, já que, em geral, os presídios não têm condições de assegurar as medidas recomendadas e necessárias para evitar a transmissão e contaminação pelo vírus. “A partir da Recomendação 62, vários pedidos de liberdade provisória ou de conversão de cumprimento de pena foram apresentados ao juiz de cada processo, na intenção de assegurar ao preso interessado sua saúde e liberdade. Algumas vezes os pedidos foram concedidos; entretanto, não era possível identificar ao certo na leitura das peças os critérios explícitos e os elementos objetivos que levaram à decisão de soltura, e que deveriam ser aplicados em situações análogas e casos semelhantes”, expõe Kant.

Nesse contexto, o projeto pretende descrever e analisar como se deu o tratamento desigual na apreciação de pedidos de liberdade em razão da COVID-19 feitos por réus em casos de furto, roubo, tráfico e homicídio, nos municípios de Campo Grande, Porto Alegre e Rio de Janeiro, capitais dos estados de Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, no intervalo entre 2015 e 2022. “Nosso problema, então, pode ser assim desenhado: se os juízes têm o dever de tratar as partes com igualdade, como estabelece a Constituição da República, como é possível haver como resultado prático, por meio de sua atuação no processo, a aplicação da lei de forma particularizada, chegando-se a decisões opostas em casos similares, reforçando a desigualdade jurídica e implicando a sua atualização e o reforço dos já conhecidos traços hierarquizantes da cultura jurídica brasileira?”, questiona o pesquisador.

De acordo com Kant, pesquisas realizadas anteriormente apontaram que a política criminal brasileira, após a Constituição de 1988, é marcada pela coexistência de princípios opostos na justiça. “Um deles é mais reativo e repressivo; o outro visa instituir e/ou reforçar alguns direitos e garantias fundamentais aos acusados. Em outros termos, certos processos decisórios no Judiciário são tomados através de um impulso punitivo, e outros incorporam o ideário liberal, no sentido de assegurar direitos e garantias e reconhecer princípios como o da intervenção mínima em matéria penal. Isso acaba produzindo desigualdades jurídicas na aplicação da Recomendação 62 do CNJ”, explica o professor.

Para verificar a hipótese apresentada, Kant relata que o projeto pretende observar as concessões, ou não, de habeas corpus – medida jurídica utilizada para garantir a liberdade de um indivíduo. Também serão analisados os desdobramentos das audiências de custódia – ato em que o acusado, preso em flagrante, tem direito a ser ouvido por um juiz, que irá avaliar eventuais ilegalidades em sua prisão. A comparação da pesquisa será feita entre períodos anteriores, concomitantes e posteriores à pandemia. “Partiremos da realização de entrevistas informais para identificação e observação das práticas dos agentes do judiciário e demais envolvidos na administração da justiça criminal. As entrevistas permitirão analisar a relação entre como a decisão foi tomada e o cumprimento da Recomendação 62 do CNJ, bem como os seus usos nos processos de construção de verdade jurídica e judicial”. O pesquisador reitera que o foco nos habeas corpus e nas audiências de custódia demanda uma análise dos arquivos de processo e outros documentos judiciais. “Com isso, pretendemos pensar como esses documentos são produzidos e utilizados”.

 

Para Kant, há um notório descompasso verificado entre aquilo que os cidadãos desejam e o que a Justiça lhes oferece. “Isso está causando uma crise de legitimidade no Poder Judiciário. O próprio campo jurídico começou a se dar conta de que as respostas prontas e definitivas que o direito oferece para alguns problemas dinâmicos e cotidianos enfrentados pelo Judiciário não atendem às demandas diferenciadas da sociedade. Embora as ciências sociais não tenham, em geral, a premissa de propor respostas prontas ou padronizadas aos fenômenos coletivos, compreendemos que, para pensar em políticas públicas, reformas legislativas ou inovações operacionais de protocolos de ação é preciso conhecer melhor essas questões. E conhecer é intervir, transformar, tensionar e problematizar. O Poder Judiciário é primordial para o fortalecimento do Estado Democrático de Direito e precisa resgatar a sua credibilidade para fazer cumprir o seu papel na administração institucional de conflitos do país”, finaliza.

LINK: https://www.uff.br/?q=noticias/26-05-2022/projeto-da-uff-selecionado-em-edital-da-capes-discute-assimetrias-juridicas-na

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Lobão se apresenta com seu trio relembrando 40 anos da Fluminense FM

Show do artista terá entrada gratuita neste sábado, no Theatro Municipal de Niterói

 

Neste sábado (28), às 19h, o Theatro Municipal de Niterói receberá o cantor Lobão e seu Power trio, em um show que será realizado como parte das comemorações dos 40 anos da Fluminense FM. O evento terá entrada solidária, a partir do programa Niterói Solidária. A realização é da Secretaria Municipal das Culturas (SMC) e da Fundação de Arte de Niterói (FAN).

 

Compositor e intérprete de sucessos como “Me Chama”, “Revanche” e “Cena de Cinema”, Lobão já era um músico alternativo – tinha integrado, nos anos 70, a pouco conhecida banda progressiva Vímana, ao lado de Ritchie e Lulu Santos – quando ficou nacionalmente conhecido nos anos 80 pelo seu talento e sua personalidade controversa. Para o seu sucesso, as rádios foram de extrema importância e a primeira rádio que apostou em tocar Lobão, ainda no seu primeiro álbum, foi a Fluminense FM, também conhecida como a Maldita. O ano era 1982, época em que surgia também a rádio, no dial 94,9 FM.

SOBRE A RÁDIO MALDITA

A Fluminense FM – A Maldita foi inaugurada em 1º de março de 1982, em Niterói, Rio de Janeiro. Neste momento teve início uma mudança radical no meio radiofônico e musical brasileiro, com uma locução exclusivamente feminina, sendo a locutora Selma Boiron a responsável pela inauguração da rádio.

A rádio ocupou o dial que era anteriormente da Rádio Difusora Fluminense, que iniciou os trabalhos dez anos antes. Com a reformulação, em meados de 1981, chegaram à equipe os radialistas Amaury Santos e Sérgio Vasconcellos, comandados pelo jornalista Luiz Antonio Mello, todos beirando os vinte e poucos anos, na época. De início, Mello seria responsável por apenas um programa, que teria o nome de Rock Alive, mas conseguiu não somente ser aprovado, como também transformar o dial em uma rádio 24 horas dedicada ao rock. Dando oportunidades para bandas novas que surgiam no cenário nacional, a Maldita ajudou a escrever um capítulo importante na história do rock brasileiro.

Em meados de 2005, a rádio foi encerrada, após o Grupo Fluminense fechar parceria com o Grupo Bandeirantes de Comunicação para o lançamento da BandNews FM Fluminense. Seu principal âncora, Ricardo Boechat, foi chefe de reportagem de Luiz Antônio Mello – que chegou a ter uma coluna de comentários na rádio noticiosa – e esteve entre as várias pessoas que escreveram comentários para o livro ‘A Onda Maldita’. 

SOBRE O PROGRAMA NITERÓI SOLIDÁRIA

A Prefeitura de Niterói, através do programa Niterói Solidária, está arrecadando alimentos, itens de higiene pessoal e limpeza, água mineral e ração animal para a população vulnerável da cidade. Durante os últimos 12 meses, muitos itens foram entregues em diversas regiões da cidade. A campanha tem caráter permanente.

 

SERVIÇO:

Evento: Show Lobão Power Trio – Festa de 40 anos da Rádio Fluminense – A Maldita

Data e Horário : Dia 28 de maio, sábado, às 19h

Local: Theatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro, 35. Centro – Niterói

Ingresso: Entrada Gratuita mediante doação de 1kg de alimento para o programa Niterói Solidária

Classificação Etária: Livre

 

Búzios Cine Festival será realizada em junho, no balneário mais badalado do Brasil

Entre os dias 23 à 26 de junho de 2022, ocorrerá a 26º edição do Búzios Cine Festival. O festival, que é realizado há 25 anos em Búzios, é um dos principais eventos culturais do município. As exibições serão realizadas no Cine Bardot, na Praça Santos Dumont e na Praça Zé Paraíba, em Cem Braças.
O festival tem apoio da Prefeitura de Búzios, por meio da Secretaria de Turismo em parceria com a Funarj, e tem mostras de filmes nacionais e internacionais em première, além da exibição de obras clássicas e populares.
Com intuito de tornar o Búzios Cine Festival um ponto de encontro dos principais diretores dos Festivais de Cinema da América Latina, será realizado nesta edição o primeiro encontro entre eles.
A 26ª edição do Búzios Cine Festival reunirá bons filmes e entretenimento para todos, e aquecerá a economia da cidade.

 

Prefeitura de Niterói realiza o Ação Mulher no Largo da Batalha

Evento reúne diversas atividades gratuitas neste sábado, a partir das 9h. Agasalhos e artigos de frio poderão ser doados durante a ação

 A Prefeitura de Niterói vai realizar, neste sábado (28), a terceira edição do projeto Ação Mulher. O evento acontecerá na Praça do Largo da Batalha e vai reunir diversas atividades, das 9h às 12h. O evento, organizado pela Coordenadoria de Políticas e Direitos das Mulheres (Codim), é gratuito e a programação conta com atividades de beleza, saúde e informações sobre serviços. Os participantes também poderão doar agasalhos ou artigos de frio para a Campanha do Niterói Solidária, que vai destinar as arrecadações para a população vulnerável da cidade.

“A Codim reuniu uma gama de atividades em mais uma edição do projeto Ação Mulher. Com isso, acreditamos democratizar o acesso aos mais diversos serviços para as mulheres. Vamos trazer ações ligadas à beleza, saúde, cadastros de emprego, dança e informação”, afirma a secretária de Políticas e Direitos das Mulheres de Niterói, Fernanda Sixel.

O projeto Ação Mulher faz parte das estratégias da Codim para democratizar o acesso aos serviços, em especial a divulgação da rede de atendimento e enfrentamento às violências, quebrando barreiras e diminuindo a distância entre as mulheres e seus direitos.

A programação conta com atividades na área da beleza (corte de cabelo, massagem e design de sobrancelhas), da saúde (medição de glicose e aferição de pressão arterial), informação (orientação jurídica, cadastro para emprego, palestra aleitamento materno, distribuição de informativos da Codim), oficinas de trancista e turbante, distribuição de mudas de plantas, feira de artesanatos, além de aulas de yoga, dança e um show musical.

A primeira edição do projeto Ação Mulher aconteceu em setembro de 2021, no Parque Rural, Engenho do Mato, e a segunda no Morro do Palácio, Ingá, em março deste ano. A Codim está planejando levar o projeto para outras regiões da cidade ao longo do ano.

A ação conta com a parceria da Administração Regional do Largo da Batalha, Secretaria das Culturas, Fundação de Arte de Niterói (FAN), Clin, Sine, OAB Niterói (Comissão da Violência Doméstica), Faculdade Anhanguera, Câmara Comunitária de Mulheres do Largo da Batalha, Grupo Rua do Samba, Carol Daya, professora de Yoga e Eliane Carvalho (profissional de Ed. Física).

Foto de arquivo: Berg Silva

Alerj: Jovem Guarda pode ser reconhecida como Patrimônio Imaterial do Rio de Janeiro

Foto:  Thiago Lontra  | Texto: Gustavo Natario e Leon Lucius
O movimento cultural da Jovem Guarda pode ser reconhecido como Patrimônio Histórico Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. É o que propõe o Projeto de Lei 1.780/19, da deputada Martha Rocha (PDT), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, em segunda discussão, nesta quinta-feira (26/05). O texto segue para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias úteis para sancioná-lo ou vetá-lo.

Na justificativa do projeto, a deputada explica que o movimento surgido na década de 1960, mesclando música, comportamento e moda, impactou profundamente os cenários artístico e musical brasileiro e fluminense. O movimento surgiu a partir do programa homônimo comandado por Erasmo Carlos, Roberto Carlos e Wanderléa.

 

Niterói participa de evento com debate sobre recuperação econômica pós-pandemia

 

Prefeito apresenta projetos desenvolvidos na cidade como a Moeda Arariboia e o Niterói 450 anos que prevê investimentos de R$ 2 bilhões até 2024

O prefeito de Niterói, Axel Grael, participou de forma virtual, na tarde desta quinta-feira (26), do Festival ODS. O tema em debate foi “Territórios em transição – recuperação econômica pós-pandemia”. A iniciativa tem como objetivo estimular soluções para problemas complexos e apresentar caminhos viáveis para a sustentabilidade no Brasil, por meio da interlocução entre governos, setor privado, universidades e sociedade civil, gerando impacto coletivo.

Durante sua participação no evento online, o prefeito apresentou projetos que estão acontecendo na cidade para a retomada econômica no período pós-pandemia, como a moeda social Arariboia, que beneficia 31 mil famílias e já conta com 6.500 estabelecimentos cadastrados. Axel Grael também falou sobre o investimento de mais de R$ 2 bilhões que o Município fará até 2024 com o programa Niterói 450, que prevê ações estruturantes nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e geração de emprego e renda.

O chefe do Executivo enfatizou o pioneirismo da cidade em ações de combate à pandemia de Covid-19, com investimentos que somaram R$ 1,2 bilhão ao longo de 2020 e 2021 em ações implantadas nas áreas de proteção social, desenvolvimento econômico, apoio ao setor cultural, proteção às mulheres e educação.

“Niterói foi uma das primeiras cidades a registrar casos de Covid e óbitos por conta da doença. Muitas das ações que adotamos em Niterói se tornaram referência até internacional. Fomos pioneiros em ações de combate e enfrentamento, mas também pioneiros no planejamento e realização de ações para o período pós-pandemia. Hoje, temos diferentes projetos acontecendo na cidade que visam essa retomada econômica”, disse.

O debate, que teve mediação da prefeita de Francisco Morato (SP) e vice-presidente de Parcerias ODS pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Renata Sene, contou ainda com a participação de Lívio Bruno, representando a secretária de Desenvolvimento Econômico de Novo Hamburgo (RS), Paraskevi Bessa-Rodrigues, e do integrante da diretoria executiva da GestPública, Romário Barbosa.

Fotos: Bruno Eduardo Alves