ARTE CONTEMPORANEA FEMININA’ REÚNE 5 MOSTRAS INDIVIDUAIS DE 5 MULHERES EM 5 SALAS AO MESMO TEMPO

Projeto inédito da Tartaglia Arte apresenta trabalhos de 5 artistas plásticas no Centro Cultural Correios Rio 

exposição ‘Arte Contemporânea Feminina’ é um projeto inédito, que apresenta 5 mostras individuais simultâneas, de 5 artistas mulheres, em 5 salas do Centro Cultural Correios (Centro, RJ), todas  com a curadoria da Tartaglia Arte de Roma, Itália, de Regina Nobrez e Riccardo Tartaglia.

Trata-se de uma mostra que destaca o papel da mulher artista, em suas diferentes poéticas, linguagens e faturas. Até pouco tempo atrás, as mulheres, quando se destacavam nas artes, atuavam em segundo plano, excercendo a atividade como modelos. Certamente  tivemos – e temos – grandes artistas mulheres, que, rompendo com as barreiras do preconceito e da misoginia, conseguiram  levar seu acervo ao mundo – Frida Kahlo, Louise Bourgeois, Lygia Clark, Ligia Pape, Adriana Varejão, Rosalina Paulino, entre outras.

Antes retratadas nas pinturas de artistas predominantemente masculinos, hoje as mulheres estão à frente da produção artística, com mais autonomia e liberdade, ocupando cada vez mais espaço, expressando todas as suas múltiplas potencialidades e permitindo que suas emoções fluam de maneira profunda.

A mostra ‘Arte Contemporânea Feminina” traz, portanto, olhares múltiplos sobre o fazer artístico. As artistas Beatriz Basso, Ilca Barcellos, Mary Dutra, Flavia Fernandes e Isabella Pedreschi estarão, a partir do dia 31 de março até 16 de maio de 2021, estabelecendo um diálogo polifônico entre as salas do Centro Cultural Correios (CCC-RJ) e interagindo por meio de suas obras, instalações, sons, vozes e personalidades.

ARTISTAS
BEATRIZ BASSO – “Cor, Gesto, Emoção … a Trajetória” 
(Sala C – 2° andar)

As obras de Beatriz Basso, artista abstrata, são caracterizadas por gestos, cores e texturas, em diversas técnicas pictóricas, através das quais explora e transmite a emoção colocada dentro de cada pincelada. Sua arte mostra, na força e na leveza da mulher, uma força da natureza, surpreendendo as sensações do novo, do desconhecido e do imaginário.

“Quero mostrar a força e a energia que uma obra de arte pode trazer para uma pessoa, quanta emoção uma pintura pode externar e as sensações que, transmitidas, ajudam a superar qualquer situação. Tenho como missão levar cor e beleza onde é preciso.”

Beatriz Basso é carioca, filha de pais italiano e teve sua inicialização artística com a mãe, Carla Basso, desenhista e pintora. Formada em Administração de Empresas e Analista de Informática, começou sua formaçao artística profissional primeiramente no Brasil, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, tendo aulas com o artista Orlando Mollica e no Studio49 RJ, orientada pelo artista Edgar Fonseca, onde descobriu novos aspectos da pintura. Mudou-se para a terra natal de seus pais, na cidade de Turim, Itália, para aprofundar-se e dedicar-se integralmente à arte. Formada pela Accademia Albertina di Belle Arti di Torino em 2018, desenvolveu seu trabalho, inicialmente, sob a influência do expressionismo abstrato e do Color Field dos anos cinquenta-sessenta, para finalmente seguir a sua sensível materialidade gestual. Beatriz Basso é uma artista abstrata gestual, que faz pinturas usando múltiplios suportes.

Suas séries de pinturas trazem sempre uma reflexão em defesa do meio ambiente, herança das praias sem fim, matas densas e imensas, águas transparentes e cachoeiras poderosas, vivenciadas na infância de forma cativante, com uma identidade visual cheia de cores, que se conectam aos aspectos da vida contemporânea através de contrastes e conceitos que nutrem seu trabalho.

Desde 2013, Beatriz tem trabalhos em exposições, instalações e performances. Algumas obras estão em coleções particulares de Turim, Savona, Rio de Janeiro.

“Acredito na mudança que a arte traz para o Universo, acredito nessa energia que nos move e foi na arte que pude expandí-la”, finaliza Beatriz Basso.
ILCA BARCELLOS – “Squatters”
(Sala Filatélica – Térreo)
 
O termo “Squatt” significa, em inglês,, o ato de ocupar espaços sem uso por pessoas que não tem moradia – os ” Squatters” (posseiros) – e, também, por aqueles que os utilizam em suas manifestações artísticas. A artista Ilca Barcellos faz exatamente isso: apropria-se do espaço da Sala Filatélica com sua instalação “SQUATTERS”. Trata-se de um conjunto de seres fictícios – esculturas em cerâmica e espuma expansiva – mimetizados e camuflados entre elementos da flora natural. Exposta previamente na Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba de 2019, nesta instalação seres naturais e ficcionais se aproximam, pela forma, pelas cores e/ou pela textura. A poética da vida e do mutável ocupa o espaço museológico, previsível e fixo.

Para além desta instalação, a mostra apresenta também colagens digitais (nomeadas crossing-over). Recuperando o conceito do geneticista Thomas Morgan, as colagens recombinam fragmentos de desenhos realizados entre 2017 e 2020, e fotografias da exposição Squatting realizada em 2011, na qual as esculturas cerâmicas de Ilca Barcellos ocuparam o jardim do Museu Histórico de Santa Catarina. Os crossing-overs são, portanto, um conjunto de meta-trabalhos elaborados pelo entrelaçamento de obras realizadas entre 2010 e 2020.

Os trabalhos expostos revelam-se como uma intersecção de obras realizadas ao longo de uma década em faturas diversas – esculturas, instalações, desenhos e fotografias. Construídos por meio do diálogo entre arte e ciência, o natural e o artificial, o controle e o acaso, sintentizam em seu conjunto o próprio percurso artístico de Ilca Barcellos: “Iniciei na arte pelo tridimensional e pela cerâmica, aos poucos fui explorando outras faturas e linguagens: instalações, desenhos, esculturas, colagens e pinturas”. Indagada sobre quais as palavras representam a exposição “squatters”, Ilca Barcellos responde: “pulsar e transgredir”!

Ilca Barcellos é natural de Pelotas/RS, mas vive e trabalha entre Florianópolis/SC e Belo Horizonte/MG. Artista visual, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Biologia Vegetal pela Universite Pierre et Marie Curie, Paris VI, combina arte e ciênica para expressar seu duplo percurso.

MARY DUTRA – “Se foi, tempo”
(Sala Bistrô – Térreo)
A apresentação dessa mostra é do historiador e crítico de arte Ricardo Muniz de Ruiz.
A exposição “Se foi, tempo”, de Mary Dutra, traz intensos questionamentos sobre o tempo. Dividida em três momentos – observação do tempo, passagem e existência – a base da exposição é uma trama de textos escritos em máquina de escrever, com seu aspecto físico lento e sonoro alto, que permite um tempo sólido do pensar. Os textos começaram em 2020, junto com a pandemia, onde as pessoas se viram isoladas em casa com seus próprios tempos. Textos que mergulham no subconsciente disperso e confuso de perguntas sem resposta, que trazem à tona a forma única com que cada pessoa lida com seu  tempo. As pinturas, instalações, objetos, palavras, sons e vídeos são a expressão visual desse tempo.
“A exposição fala sobre o tempo que se foi. Se pudesse guardar seu tempo, onde guardaria? As diferentes abordagens trazem a reflexão de como tratamos ou desperdiçamos nosso próprio tempo”, explica a artista plástica Mary Dutra.
Mary Dutra começou nas artes plásticas há 18 anos, com cursos em Florença, Itália e no Parque Lage, onde dedicou sua expressão à pintura. Mas só em 2017, depois de suas exposições em Nova York, que  direcionou o viés do seu trabalho totalmente para as artes. Buscando novas linguagens e superfícies, encontrou na expressão abstrata uma renovação de possibilidades pictóricas. Pinturas, palavras, superfícies, digital. As obras de Mary Dutra tratam da luz e do tempo. Da captação de lentes estáticas, do movimento de vídeos e de cores impressas que confundem com tintas.
Seus quadros estão em 16 cidades, em 8 países, de 4 continentes. Seu estúdio fica no Rio de Janeiro, mas usa sua bagagem empreendedora para montar projetos artísticos e levar seu trabalho para diferentes países e culturas. Mary Dutra se vê num papel de estímulo a outras artistas e jovens empreendedoras, mostrando caminhos possíveis, encorajando a ação, e mostrando que a realização é possível. Quanto à exposição, acha importante essa união e força de cinco mulheres, onde cada vez mais as mulheres serão referência de grandes projetos e feitos.
FLÁVIA FERNANDES – “Táctil”
(Sala B – 2° andar)
A exposição “Táctil” traz uma instalação com objetos inflados, colunas transparentes e coloridas que convidam ao toque pela maciez do material;  duas pinturas-objeto em fibra de vidro e resina, com cores e forma que lembram a natureza;  e algumas pinturas de acrílico sobre tela que, apesar de abstratas, foram baseadas na mata nativa próxima ao atelier, com seus galhos e folhas que se entrelaçam, criando formas e cor. O espectador sente-se convidado a passear neste jardim de cores e texturas criados e cultivados pela artista.
Flávia Fernandes, artista, fez Escola Brasil, é Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e formada em Artes Plásticas pela FAAP/ SP. Está radicada em Florianópolis, onde sua arte está voltada para pintura, gravura, instalações, intervenções e vídeos. Desde 2001 vem realizando intervenções artísticas na paisagem natural e urbana, em vários lugares públicos, como o Largo Victor Meirelles em Florianópolis, Largo São Bento em São Paulo, Bayenale Sao Francisco/USA, Universidade de Edinburgo, Alberoni, Veneza e Costão da Joaquina, Florianópolis. Participou da Expo Transfronteira da Arte Contemporanea da 39ª Bienal Internacional de Sao Paulo e da Área 10 da London Biennale, em Londres. Ministra aulas de arte e faz algumas curadorias como a dos seis Festivais de Artes Plásticas de Governador Celso Ramos/SC, e a do Grupposinestetico – Sinesteticamente ad ognii costo, no MIS Florianopolis/SC.  Expõe desde 1975 no Brasil e no exterior, e possui obras em várias coleções públicas. 
“Espero que as pessoas que visitem “Táctil” se emocionem e se encantem. Afinal, a obra de arte deve provocar encantamento”, finaliza Flávia Fernandes
ISABELLA PEDRESCHI – “Reverbério”
(Sala Galeria de Arte – Térreo)
A apresentação dessa mostra é do historiador e crítico de arte Ricardo Muniz de Ruiz.
Reverbério. Aquilo que reverbera. O que nos atinge como sequela. O olhar para o espelho que apropria-se da imagem e a joga de volta. 
No ano em que o isolamento é obrigatório, olhar para dentro é uma opção viável.  Carros parados, lojas fechadas, portas trancadas e ruas desertas. A figura feminina se despe do uniforme e retoma o eu primitivo. Para onde vão os pensamentos quando não se tem horário a cumprir?
A mostra de Isabella Pedreschi retrata a mulher e o peso do novo cotidiano, consequência do cenário pandêmico caótico, com detalhes que provocam reflexão e um mundo de significados.
Designer autodidata, encontrou nas artes visuais e no design gráfico o caminho para expressar seu ponto de vista cultural. Mas sentia que ainda faltava alguma coisa, a necessidade de romper as barreiras do computador e ser livre. De sentir o cheiro da tinta. Fez vários cursos de pintura, oficinas e aulas, tanto de história da arte como de teoria das cores do mestre José Maria Dias Cruz, além de ter participado de várias exposições, que lhe permitiram expressar seu ponto de vista e sua arte (Fonte: Manuela Titoto, autora do livro “Matéria-prima”)
“Acho muito bom estar entre mulheres, acredito ser importante este reconhecimento e ter este espaço que, por muito tempo, nos foi dificultado, muitas vezes por nós mesmas. Este posicionamento está mudando paradigmas e quebrando arquétipos. Situações e pensamentos que por muito tempo foram tolerados e praticados, hoje têm outro sentido, outra visão. (…) Através da arte conseguimos nos conectar com nossa verdadeira essência”, diz Isabella Pedreschi.
SOBRE A TARTAGLIA ARTE
A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo. 
O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez, o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa. 
 
SERVIÇO:

Título da exposição: ARTE CONTEMPORÂNEA FEMININA
 Artistas – Mostras individuais

. BEATRIZ BASSO – “Cor, Gesto, Emoção … a Trajetória” 
(Sala C – 2° andar)
ILCA BARCELLOS – “Squatters”
(Sala Filatélica – Térreo)
. MARY DUTRA – “Se foi, tempo”
(Sala Bistrô – Térreo)
. FLÁVIA FERNANDES – “Táctil”
(Sala B – 2° andar)
. ISABELLA PEDRESCHI – “Reverbério”
(Sala Galeria de Arte – Térreo)
CuradoriaRiccardo Tartaglia e Regina Nobrez – Tartaglia Arte

Crítico de ArteRicardo Muniz de Ruiz ( nas mostras de Mary Dutra e Isabella Pedreschi, é historiador e poeta, doutor em História Social pela UFRJ e professor de História e Sociologia).
 
Abertura: 31 de março de 2021, às 19h 
Período:  de 31 de março a 16 de maio de 2021 
Local: Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro – Rua Visconde de Itaborai, 20 centro RJ 
Dias e horário: terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada franca
Censura livre
Concebido e organizado por Tartaglia Arte –

Prefeitura inaugura Espaço Cazuza para acolher crianças

Local contará com proposta inovadora e atenderá a crianças da primeira infância, entre 0 e 8 anos

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, e a secretária municipal de Assistência Social, Laura Carneiro, inauguraram, nesta quarta-feira (24/02), o Espaço Cazuza, em Laranjeiras, um novo local para cuidar das crianças acolhidas pela Prefeitura. O lugar, que já foi endereço da Sociedade Viva Cazuza, é o mais novo equipamento voltado exclusivamente para o atendimento à primeira infância, que compreende crianças de 0 a 8 anos.

– É com muita alegria que entregamos este espaço, cuidando de uma nova geração de crianças que precisam tanto da nossa atenção e carinho. Não dá para olhar esses bebês lindos como uma estatística. A gente tem que olhar para a história, para a vida de cada um deles. Isso diferencia muito a ação da Secretaria de Assistência Social. Você pode até construir uma política pública em escala, mas no final, vai olhar para o drama de cada indivíduo que aqui está – afirmou o prefeito.

No espaço, funcionarão o Centro de Formação para a Primeira Infância e as unidades de acolhimento Ana Carolina e Bia Bedran, que foram transferidas de outros bairros. O centro de formação desenvolverá um trabalho inédito na Prefeitura do Rio, voltado para os profissionais da Assistência Social envolvidos nos cuidados com essa faixa etária. O trabalho será multidisciplinar e inspirado na abordagem Pikler, desenvolvida pela pediatra austríaca Emmi Pikler no pós-guerra e considerada referência mundial no assunto.

– Além desses dois abrigos, nós estamos inaugurando o centro de pesquisa Pikler, que é uma filosofia de vida para a criança. A cidade do Rio inaugura esse trabalho no Brasil, feito na Europa inteira e que aqui alguns poucos espaços fazem. É simplesmente entender que a criança tem que ser tratada para ser feliz e amada. É tratar o acolhimento com amor, é isso que a gente inaugura hoje – disse Laura, que ainda complementou:

– Pelo Observa, que é o sistema nacional da primeira infância, 28% das crianças da cidade do Rio, de 0 a 5 anos, vivem uma situação domiciliar de pobreza, e 70% das crianças que recebem o Bolsa Família são de 0 a 5 anos. Por isso, a insistência para que a gente possa construir uma cidade melhor, com futuro para estas as crianças. O Espaço Cazuza vai estar sempre abençoado por aquele que foi um dos grandes artistas do nosso país.

As duas unidades contam com 33 vagas: 20 para a chamada primeiríssima infância (0 a 3 anos) e 13 para crianças de 4 a 8 anos, inclusive grupos de irmãos. Um convênio com o Clube Fluminense, em Laranjeiras, vizinho ao espaço, possibilitará que as crianças maiores usufruam gratuitamente do clube.

Proposta inovadora

A abordagem Pikler promove o estabelecimento de vínculos entre cuidadores e crianças, e o desenvolvimento da motricidade livre, com brinquedos e objetos que estimulam a atenção das crianças, fazendo com que elas ganhem posições e movimentos de forma espontânea. O trabalho com a filosofia Pikler foi elogiado por Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, juiz da 4ª Vara Regional da Infância, Juventude e Idoso, presente na inauguração.

– É com muita alegria que o poder judiciário vê esse espaço, atendendo a priorização absoluta do mandamento constitucional da criança e do adolescente. Temos aqui um trabalho para a primeira infância, o momento da vida que é a maior janela de desenvolvimento do ser humano. Esse trabalho com método Pikler é muito inovador, um estudo muito aprofundado. Porque não basta só o coração, mas da técnica também, senão corremos o risco de cair no amadorismo.  E nossas crianças e adolescentes merecem nosso coração, amor e profissionalismo.

Nessas unidades, cada uma tem seu cuidador ou cuidadora de referência, ou seja, cada criança sabe quem é o adulto com quem pode contar. A abordagem começou a ser implantada na unidade Ana Carolina, que funcionava em Ramos, e o objetivo da Prefeitura do Rio é transferi-la para todas as demais.

O Centro de Formação da Primeira Infância conta com auditório, sala de recepção e sala de reunião. Serão formados todos os funcionários das unidades da Assistência Social que lidam com crianças, municipais e conveniadas, e do programa Família Acolhedora. A formação inclui desde assistentes sociais, cuidadores e educadores a motoristas e profissionais de limpeza, e será realizada por meio de encontros com palestras e rodas de conversa.

As formações serão aplicadas pela coordenadora do centro, Aline Peçanha, e em parceria com a Rede Pikler Brasil, que disponibilizará profissionais. Ao todo, a Assistência Social possui 200 funcionários em 14 unidades de acolhimento para a primeira infância, e 150 famílias no cadastro do programa Família Acolhedora. A primeira formação, para 40 novas famílias que vão integrar o programa, começa já nesta quinta-feira (25), por enquanto no formato online.

O sobrado onde fica o novo Espaço é o mesmo que abrigou a Sociedade Viva Cazuza. Ele foi doado para a Prefeitura por Lucinha Araújo, mãe do cantor e compositor brasileiro que dá nome à unidade. O artista Tomaz Viana, o Toz, especializado em espalhar cores pelos muros da cidade, abraçou a causa e está desenvolvendo uma nova identidade visual para o lugar. Seus trabalhos estão registrados em bairros como Centro, Copacabana e Leblon.

Num dos portões do Espaço Cazuza, Toz grafitou um de seus personagens clássicos, o Vendedor de Alegria, inspirado nos ambulantes que oferecem bolas nas praias. O lugar também receberá grafites na parte interna, local de brincadeiras das crianças. Um coletivo de artistas dará novas cores aos muros externos.

 

Bagueira é Cidadão Friburguense

Vice-prefeito de Niterói, Paulo Bagueira recebeu o título de cidadão friburguense, por iniciativa do ex-vereador Alcir Fonseca. Aprovada na legislatura passada, a honraria só pode ser entregue essa semana por força da pandemia que impossibilitou a entrega do título durante a tradicional sessão solene organizada pela Câmara do município da região serrana fluminense. “Para mim é motivo de orgulho e satisfação receber essa homenagem de uma das mais importantes cidades do estado do Rio. Agradeço ao meu amigo e companheiro Alcir pelo título que muito me honra”, disse ele. A entrega do título aconteceu na manhã da última quarta-feira, no Gabinete do Vice-Prefeito.

Hoje: Governador em exercício inaugura unidade Sine em Niterói


O governador em exercício Cláudio Castro inaugura hoje (25/02), às 11h30, mais uma unidade Sine na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A implantação do posto é uma parceria com a prefeitura local para levar os serviços do Sistema Nacional de Emprego aos moradores do município, além de também atender as cidades vizinhas, como Itaboraí e São Gonçalo.

O Sine é um programa do Governo Federal, administrado, no Rio de Janeiro, pela Secretaria de Trabalho e Renda (Setrab). Em todo o estado já existem 44 postos, sendo 28 localizados na Região Metropolitana. As unidades oferecem oportunidade de emprego e orientação para os cidadãos.

Serviço:
Data: quinta-feira (25/2)
Local: Avenida Feliciano Sodré, 43, no Centro de Niterói
Horário: 11h30

Alerj aprova prorrogação de calamidade no estado do Rio de Janeiro e em municípios fluminenses  

Foto: Júlia Passos  | Texto: Gustavo Natario e Juliana Mentzingen

A Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro (Alerj) reconheceu a prorrogação do estado de calamidade pública para prevenção e enfrentamento à pandemia de coronavírus no Estado do Rio e em mais de dez municípios fluminenses. No caso da calamidade estadual, a prorrogação vai até primeiro de julho de 2021. Já com relação aos municípios, os prazos iniciais e finais estabelecidos em cada norma municipal devem respeitar como limite final a data de 31 de dezembro de 2021. A determinação é do projeto de decreto legislativo 56/2021, de autoria do deputado André Ceciliano (PT), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta quarta-feira (24/02), em discussão única. O texto será promulgado pelo próprio Ceciliano, presidente do Parlamento Fluminense.

A norma altera a Lei 9.008/20, que reconheceu a calamidade pública estadual no ano passado e ratifica a legislação com base no decreto do Governo do Estado 47.428/21, que prorrogou a calamidade até julho de 2021. A medida também prorroga a calamidade pública de, ao menos, dez municípios até no máximo dezembro de 2021. São eles: Carmo, Conceição de Macabu, Engenheiro Paulo de Frontin, São Gonçalo, Rio das Ostras, Volta Redonda, Campos dos Goytacazes, Barra do Piraí, Magé e Sapucaia. O presidente Ceciliano publicará o texto em Diário Oficial na sexta-feira (26/02) e incluirá outros municípios que enviarem pedido de calamidade à Alerj nos próximos dias.

O reconhecimento do estado de calamidade pública permite que fiquem suspensas a contagem dos prazos e as disposições estabelecidas na Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar Federal 101/2000, bem como o alcance dos resultados fiscais e a limitação de empenho prevista. Todas as contratações realizadas durante o estado de calamidade deverão ser disponibilizadas na internet em um prazo máximo de 30 dias.

Ainda de acordo com o decreto, poderá ser constituída, no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, uma Comissão Especial de monitoramento e controle social, composta por, no mínimo, cinco auditores, a fim de supervisionar as despesas efetuadas pelos municípios no período de vigência do estado de calamidade pública oficialmente reconhecido.

“Com a implementação do isolamento social, o inevitável aumento dos gastos com saúde e equipamentos de proteção e tratamento ao covid-19, assim como a previsão de uma crise financeira de efeitos ainda incertos, a decretação da calamidade pública tornou-se a única saída”, justificou o presidente da Casa.

 

Alma” com a participação de Ana Botafogo, Nora Esteves, Paulo Melgaço e da convidada especial Tatiana Leskova

Depois de uma pequena parada em janeiro, o Theatro Municipal Palco Livre está de volta, agora, na última quinta-feira do mês e com a escolha do tema feita pelo público. Na live do dia 25 de fevereiro, os internautas optaram por  “História e Vida de Tatiana” com quase 50% dos votos. O bate-papo vai contar com a presença ilustre das estrelas Ana Botafogo e Nora Esteves, ambas primeiras bailarinas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro que farão uma homenagem à lendária dama da dança, Tatiana Leskova, a convidada especial. Como mediador, o professor e pesquisador da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, Paulo Melgaço. A bailarina e diretora Tatiana Leskova é considerada uma grande parceira do Municipal por ter dedicado 40 anos de sua vida ao Theatro e por ter sido fundamental para o desenvolvimento do Corpo de Baile, lançando diversos talentos nacionais e internacionais.

Convidada Especial: Tatiana Leskova – Foto Arquivo Pessoal

Sobre Tatiana Leskova

Leskova iniciou os estudos de balé aos 10 anos e aos 14, iniciou a carreira profissional como estagiária no Opera Comique de Paris. Aos 17 anos, passou a integrar o Original Ballet Russo, uma das principais companhias de dança do mundo, chegando em Londres às vésperas da eclosão da Segunda Guerra Mundial. Entre 1939 e 1944, permaneceu na Companhia, atuando como uma das principais estrelas em turnês na Austrália, Estados Unidos e América do Sul. Em 1944, resolveu morar no Rio de Janeiro, passando a dançar no Cassino Copacabana. Com o fechamento dos cassinos no Brasil, Tatiana criou o Ballet Society, que reunia vários jovens bailarinos. Em 1950, Tatiana se vincula profissionalmente ao Theatro Municipal, iniciando carreira como maître e coreógrafa do Corpo de Baile.  Durante os seus oito anos de gestão, inúmeras inovações foram adotadas e, graças ao trabalho árduo junto aos bailarinos, Tatiana fez do Municipal um grande celeiro de jovens e talentosos bailarinos, tornando célebre e respeitável internacionalmente o Ballet do Theatro. Graças a seu talento e bom relacionamento com renomados profissionais da dança, recebeu nas temporadas do Municipal bailarinos como Serge Lifar, Violeta Elvin, John  Field, Tamara Toumanova, Norah Kovach e coreógrafos consagrados como Vaslav Veltchek, Nina Verchinina e o lendário Leonide Massine, bailarino que substituiu Nijinsky na companhia de Sergei Diaghlev e coreógrafo do Ballet Russo de Monte-Carlo. Massine atuou nas temporadas de 1955 e 1956 do Municipal. Importantes companhias de balé como a do Opera de Paris, o American Ballet Theatre e bailarinos do Teatro Bolshoi de Moscou fizeram parte das temporadas do teatro na década de 1950, consolidando o Municipal como um ponto obrigatório das turnês internacionais. Tatiana coreografou grandes produções, como as óperas “Izaht “(1952) e “Descobrimento do Brasil” (1960, juntamente com Eugenia Feodorova e depois em 1961, 1970, 1971, 1974 e 1987), de Villa-Lobos; o bailado “O Espantalho” (1954), de Francisco Mignone , “O Galo de Ouro”, versão de M. Fokine, em 1963; a primeira apresentação completa de Giselle, em 1951, com a própria Tatiana protagonizando o espetáculo, e suas diversas remontagens no Municipal. Os mais recentes trabalhos no TM foram: Sagração da Primavera (2013) e Les Sylphides/Raymonda/Sagração da Primavera (2015).

Crédito: Rodrigo Lopes – Ana Botafogo

Sobre Ana Botafogo:

Ana Botafogo é Primeira Bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Nasceu no Rio de Janeiro, onde começou desde criança seus estudos de balé. Iniciou sua carreira profissional na França integrando o Ballet de Marseille, de Roland Petit. Participou de Festivais em Lausanne, Veneza, Havana e na Gala Iberoamericana de La Danza, representando o Brasil em Madri. Apresentou-se ainda em vários países da Europa e das Américas do Norte, Central e do Sul. Foi Bailarina Principal do Teatro Guaíra e da Associação de Ballet do RJ. Em 1981, ingressou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro já como Primeira Bailarina cargo em que permanece até hoje. Entre seus muitos títulos, destacam-se o de Embaixadora da Cidade do Rio de Janeiro, o de Benemérito do Estado do Rio de Janeiro, Chevalier dans L’Ordre des Arts et des Lettres (Ministério da Cultura da França), o Troféu Mambembe-1998, a Ordem do Mérito Cultural (Ministério da Cultura-Brasil)  na classe de “Comendador”, e a Medalha Pedro Ernesto. Como artista convidada dançou com importantes companhias tais como Saddler’s Wells Royal Ballet, Ballet Nacional de Cuba,  Ballet da Ópera de Roma, entre outras. Apresentou-se em quase todo o Brasil com o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro além de outras Companhias e Academias de Ballet. Levou também para diversas capitais brasileiras os espetáculos Ana Botafogo In Concert, Três Momentos do Amor, Suíte Floral, e Isto é Brasil, este em companhia de Carlinhos de Jesus. Em 2011 comemorou 35 anos de carreira com o espetáculo Marguerite e Armand. A divulgação e popularização da dança é uma preocupação constante de Ana Botafogo levando sua arte para os diversos cantos do Brasil. Além de sua dança, ministra também, palestras e workshops com o intuito de estimular e levar aos jovens bailarinos os encantos dessa arte e profissão. Ana Botafogo é considerada pelo público e pela crítica uma das mais importantes bailarinas brasileiras de todos os tempos.

Crédito: Michael Sasso – Nora Esteves

Sobre Nora Esteves

Primeira bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, trabalhou no Joffrey Ballet em Nova York, na França com Roland Petit e em outras várias companhias internacionais. Primeira brasileira convidada a fazer parte do júri do Prêmio Benois de la Danse,em Moscou, no Teatro Bolshoi. Professora convidada do Ballet da Ópera de Roma, onde passou dois meses recentemente, fazendo turnê, com a Companhia, em Lodz, Polônia.

Crédito foto: Amanda Melgaço

Sobre Paulo Melgaço 

Pós- doutor e doutor em educação pela UFRJ, possui mestrado em educação, comunicação e cultura pela Uerj. Atua como professor e pesquisador na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa desde 1993. É professor colaborador do programa de pós- graduação em ensino das artes cênicas na UNIRIO  e autor de diversos livros, entre eles: Escola Estadual de Dança Maria Olenewa 75 anos: a história que fez estórias, Escola Estadual de Dança Maria Olenewa: um sonho feito em cores, Mercedes Baptista: a criação da identidade negra na dança.

Serviço:

Theatro Municipal Palco Livre, Vale e Petrobras convidam Tatiana Leskova, Ana Botafogo, Nora Esteves e Paulo Melgaço em “Tatiana Leskova – Bailarina de Corpo e Alma”

Data: 25 de fevereiro – quinta – feira

Live às 17h

Facebook: @theatro.municipal.3

https://www.facebook.com/theatro.municipal.3

Patrocínio Ouro @valenobrasil e @petrobras

 

 

Niterói retoma na sexta-feira a aplicação da segunda dose da vacina contra Covid-19 em profissionais de Saúde acima de 60 anos



Quarta-feira (24), a SMS recebeu 7.800 doses da vacina AstraZeneca/Oxford

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Niterói fará na sexta-feira (26) a aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 em profissionais de saúde autônomos, com mais de 60 anos, que receberam a primeira dose nos dias 04 e 05 de fevereiro. A imunização será realizada nas policlínicas do Barreto, Fonseca, São Lourenço, Vital Brazil, Itaipu e Piratininga, e no drive thru no Campus Gragoatá da UFF. Nesta quinta-feira (25), não haverá vacinação para este público.

Para receber a segunda dose, o profissional de saúde autônomo precisa levar documento de identidade com foto, CPF, registro profissional e comprovante da primeira dose.

A entrada nas policlínicas será das 8h às 16h, com imunização até 17h. A vacinação no drive thru acontecerá das 8h às 17h.

Nesta quarta-feira (24), a SMS recebeu 7.800 doses da vacina AstraZeneca/Oxford para serem aplicadas como primeira dose. A convocação do público-alvo e as datas para a imunização serão anunciadas em breve.

Niterói está programando a vacinação contra a Covid-19 de acordo com a quantidade de vacinas repassada pelo Governo do Estado, respeitando os grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. A população pode consultar qual grupo está sendo convocado para a imunização nas redes sociais, no site oficial da Prefeitura e pelo número 153.

Até a última sexta-feira (19) o município contabilizou um total de 24.011 pessoas vacinadas. Deste número, 16.407 são profissionais de saúde, 6.125 idosos com 86 anos ou mais, 679 idosos com 86 anos ou mais institucionalizados, 688 idosos com 86 anos ou mais acamados, 75 deficientes institucionalizados e 37 quilombolas.

Endereços: 


Policlínica Sérgio Arouca – Rua Vital Brasil Filho, s/nº – Vital Brazil.
Policlínica Dr. João da Silva Vizella – Rua Presidente Craveiro Lopes, 726 – Barreto.
Policlínica Regional de Itaipu – Avenida Irene Lopes Sodré – Itaipu.
Policlínica Regional Carlos Antônio da Silva – Avenida Jansen de Melo, s/nº – São Lourenço.
Policlínica Regional Doutor Guilherme Taylor March – R. Desembargador Lima Castro, 238 – Fonseca
Policlínica Regional de Piratininga Dom Luís Orione – Rua Dr. Marcolino Gomes Candau, 111 – Piratininga.
 
Drive thru da Universidade Federal Fluminense (UFF) – Campus Gragoatá – Rua Alexandre Moura, 8 – São Domingos. O posto estará aberto das 8h às 17h e terá capacidade para atender oito veículos por vez.

Dr. Vitor Dominato: destaque na humanização da medicina na pandemia.

 

O atendimento humanizado tornou-se necessário neste momento de pandemia, quando a humanidade está tendo que lidar com uma doença ainda muito desconhecida e que causa exposições a riscos. Com grande recurso afetivo, Dr. Vitor Dominato, chefe da internação do CHN, coordenador médico na Clinic  Care Grupo Geriatrics, clínica geriátrica, tem conquistado o reconhecimento e elogios de seus pacientes e da sociedade, uma vez que, no CHN, Dr. Dominato e sua equipe se destacam  com atendimento diferenciado não só para o paciente, mas, para toda a família, visando um enfrentamento completo promovido por equipe multidisciplinar.

Sobre o ânimo do paciente acometido por Covid-19, Dr. Vitor tem a observar: “Tem sido a primeira doença que eu lido que o ser humano fica assustado ou tem medo. Nota-se no rosto de quem está com a doença e familiares, ainda que existam doenças mais fatais.” A respeito das fakenews do início da pandemia tem a dizer: “Com a propagação, nos meios de comunicação, das notícias falsas, foi gerado este medo. Ainda que seja realmente  uma doença grave, complexa, difícil de lidar e que a gente ainda não conhece.” E completa: “ Tivemos evolução na cura da Covid-19. No inicio, fomos aprendendo com a doença. Quando precisa de internação hospitalar ou terapia intensiva, buscamos a recuperação do paciente. Os protocolos evoluíram. Temos redes de comunicação entre todos os hospitais do CHN e discutimos atendimento”, relata Dr. Dominato.

Entre as muitas práticas humanizadas de seus atendimentos, vale destacar: o acolhimento.  Dr. Vitor se coloca no lugar do paciente e procura entendê-lo, utilizando a empatia. Tem sido assim, sempre, tanto nos trabalhos dentro do hospital como no consultório.  Trabalha com equipe multidisciplinar, leia-se  nutrição, fisioterapia, psicologia e outros, conseguindo amenizar o medo e ansiedade do paciente.

No CHN, para acolher a família, foi feita a chamada telefônica. Com o boletim médico, fazem contatos com os familiares, que são acolhidos em nosso centro de apoio à família. Estamos no meio de uma pandemia. Este contato corpo a corpo traz muita segurança e tem a questão da expressão corporal.  O contato pessoal é mais agradável. Desenvolvemos um bom trabalho dando segurança à família.

“Olhamos para o paciente com foco nele. Prezamos pela segurança e qualidade desde atendimento na emergência até unidade de internação, em todos os setores do hospital, seja na pediatria ou na emergência adulta. O centro é o paciente. A equipe da rouparia, manutenção têm tudo programado para seguir o protocolo de atendimento. A gente faz muito esforço pensando na segurança da pessoa internada. Prezamos pelo respeito, agilidade das informações, proximidade com a família e atendimento personalizado. Tudo isso faz com que o paciente passe pelo hospital acolhido, ainda que a internação tenha tipo de angustia”, explica.

Sobre a Covid-19, Dr. Vitor tem a dizer: “A infecção é real pelo corona, mas será cada vez mais raro, por causa da vacinação em todo o mundo. Não existe relação que a segunda infecção será mais grave do que a primeira. O momento de procurar o hospital é quando o a pessoa tem febre continua, fadiga, cansaço muscular, falta de ar, inapetência, sensação de palpitação, cefaléia , alem de dificuldade de fazer as atividades em casa. A gente orienta procurar a unidade de emergência para avaliação e exames – clínico, imagem e sangue”.

“Vemos a falta de respirador em alguns lugares, mas longe dos grandes centros. Os hospitais se prepararam bem, em situação semelhante à guerra. Houve falta de medicação, com entrega atrasada, mas foram substituídas por outros medicamentos. Foi contornado.”, tranqüiliza.

Em relação à vacinação, Dr. Vitor Dominato avisa: “Tem que se tomar a vacina. Elas são seguras. Como toda medicação, têm risco de efeito colateral, mas são raros casos descritos em literatura. A prefeitura de Niterói vem fornecendo vacinação ara unidades de saúde, de e todo paciente é orientado a voltar ao atendimento se houver efeito colateral. Vacina tem mais risco de efeito colateral, mas nada que impeça a indicação da vacinação. A resposta é boa e a prática é segura. Tem algumas variantes da Covid-19 que estão surgindo, mas a principio, estas estão cobertas pelas vacinas que existem. Temos que estimular a vacinação, para evitar, pelo menos, as formas graves da doença”, alerta.

Dr. Vitor Dominato é médico clínico e endocrinologista, pós-graduado em cuidados paliativos. Trabalhou em terapia intensiva e atua como coordenador médico da Clinic  Care Grupo Geriatrics, clinica geriátrica desde 2011. Faz parte do setor de clinica médica do CHN desde 2010 e é coordenador da unidade de internação do mesmo hospital, onde, também, coordena a área de transplante. É responsável pelo acompanhamento pós- alta de Covid-19 e pelo time de reposta rápida do CHN.

 

Cláudio Teixeira lança “Reino de Justiça”, seu novo single pela Central Gospel Music

Cantor contou com a participação da esposa, Eliete Teixeira

 

Contratado pela Central Gospel Music há três anos, o cantor Cláudio Teixeira apresenta sua nova música pela gravadora nesta terça-feira (23). Totalmente autoral, a canção Reino de Justiça está disponível em todas as plataformas digitais e conta com a participação mais que especial de Eliete Teixeira, com quem está casado há seis anos.

– Sempre é um prazer estar ao lado da minha amada esposa. Agradeço a Deus por poder contar com ela sempre. Ela é uma adoradora que ama estar sempre ministrando e cumprindo o chamado juntamente comigo. Espero que possamos a cada dia sermos participantes deste Reino Eterno e de graça imerecida. O Senhor está voltando para buscar a Sua noiva. Maranata! Ora vem, Senhor – conta Cláudio, produtor musical da faixa, que foi mixada e masterizada no Studio 3.

Com uma mensagem de que o Senhor tem o governo de tudo, mesmo quando atravessamos tempos de adversidades, Reino de Justiça mostra que Deus está reinando e que o reino dEle se manifesta através de cada um de nós.

– Que possamos permanecer fiéis ao Senhor. Em meio a tantas mudanças da sociedade neste tempo, Ele é o mesmo ontem, hoje e será para sempre o nosso Deus. Creia que Ele te escolheu e chamou para viver eternamente com Ele.

Pastor e líder do ministério de louvor da igreja Assembleia de Deus, Cláudio Teixeira já tem mais quatro músicas autorais a serem lançadas ao longo deste ano pela Central Gospel Music. Além de Reino de Justiça, é possível conferir o álbum Vem A Casa é Tua, lançado em 2017, com 11 músicas, e o single Tua é a Glória, lançado em 2019, e que também conta com a participação de Eliete Teixeira.

 

 

Ouça a canção Reino de Justiça, de Cláudio Teixeira e Eliete Teixeira, nas plataformas digitais: https://ps.onerpm.com/reinodajustica

Assista ao clipe de Reino de Justiça, de Cláudio Teixeira e Eliete Teixeira, no YouTube:

 

CURSO HARMONY FACE: O ROSTO É UMA DAS PARTES DA PESSOA QUE RECEBE MAIS CUIDADOS.

Harmonia e autoestima em tempos de pandemia trazem saúde e a melhor versão de cada pessoa, segundo Danielly Moura
A Harmonização Orofacial tem por objetivo realçar a beleza natural da face de uma pessoa, destacando  seus pontos favoráveis e suavizando os menos atraentes. Realizada a partir de um conjunto de procedimentos, busca trazer a proporcionalidade funcional e estética do rosto de cada paciente, proporcionando harmonia, beleza, autoestima e a melhor versão de cada pessoa, sem ferir sua individualidade, originalidade e personalidade.

“O procedimento é indicado para quem busca correção de estética e funcionalidade de dentes, gengiva, lábios, mandíbula, maxilar, entre outros, sempre considerando a estrutura facial de cada indivíduo, de maneira minimamente invasiva”, explica Dra. Danielly Moura, cirurgiã-dentista e especialista em Harmonização Orofacial pela FAIPE-RJ, pós-graduada em HOF, implante e prótese pela UEMC, Dra. New Age Barcelona UIC e treinada pela MARC Institute de Miami.

Entre os tratamentos que podem ser utilizados para a Harmonização Orofacial, podemos citar: aplicação de toxina botulínica (botox), ácido hialurônico, ácido deoxicólico, bioestimuladores de colágeno , bichectomia , fios de sustentação entre outros. Para atuar nesta especialidade, o CFO exige a realização de uma pós-graduação, que só existe para a Odontologia.  A própria resolução estabelece os requisitos que o curso de especialização em Harmonização Orofacial deve seguir, para que o dentista possa obter o título de especialista, após o registro e a inscrição no Conselho.

Durante o ano de 2020, promoveu várias edições do Curso Harmony Face – Módulo Básico. E agora em 2021 já há vários programados.
 

Os tratamentos estéticos tem ganhado cada vez mais espaço no mundo moderno. Hoje, buscar novidades nesse meio é algo comum, e se cuidar se tornou algo regular no dia-a-dia de homens e mulheres.

O rosto é considerado nosso cartão de visita, além de ser a parte a receber os mais diferentes tipos de cuidados. Mas qual o motivo? O motivo é que um rosto é visto como bonito a partir do equilíbrio e harmonia, desde os olhos, nariz, bochechas, boca e até mesmo o sorriso.

Por isso, um dos procedimentos mais procurados pelas pessoas é a harmonização facial, um método novo e atual na odontologia estética mundial, sendo menos invasivo e muito mais seguro.

O Curso Harmony Face é voltado para graduandos e graduados em odontologia, biomédicos e profissionais de estética facial. O acompanhamento é feito pela Dra. Danielly Moura e equipe antes, durante e depois.