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Evento internacional reuniu lideranças como Kelly Nascimento, Robert Skinner, Rizzia Froes e outras vozes do esporte, da diplomacia e do terceiro setor para discutir o legado da Copa do Mundo Feminina de 2027 com foco em inclusão, equidade e sustentabilidade.
O Instituto Por Elas marcou presença no Women’s Soccer Legacy Summit (WSLS), realizado em Nova York, em um encontro que consolidou o futebol feminino como ferramenta de transformação social. Com a participação de lideranças do esporte, do terceiro setor e de organismos internacionais, o evento lançou reflexões sobre os impactos e oportunidades da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil.
Entre os destaques do evento estiveram Kelly Nascimento, filha de Pelé e diplomata do futebol; Robert Skinner, diretor de parcerias da ONU; e Lívia Paula, integrante do Comitê Organizador da Copa FIFA NY/NJ. O WSLS foi idealizado por Suzane Sena, e contou com a coorganização de Suleima Sena, da plataforma Donas do Jogo, referência na cobertura esportiva com perspectiva de gênero.
Representando o Instituto Por Elas, a advogada e ativista Rizzia Froes apresentou ao público internacional um projeto de moda circular e impacto social: bolsas confeccionadas com jeans reciclado por mulheres em privação de liberdade na APAC de Belo Horizonte. As peças, símbolo de dignidade e recomeço, foram levadas ao WSLS como expressão concreta da articulação entre justiça social, reinserção e sustentabilidade.
“Essas bolsas contam histórias. Histórias de mulheres que, mesmo privadas de liberdade, seguem criando, resistindo e se reinventando. Trazer esse trabalho para o WSLS é reafirmar que o futebol feminino e o terceiro setor têm um papel central na construção de futuros possíveis”, afirmou Rizzia Froes.
A fundadora do evento, Suzane Sena, reforçou a importância de vozes plurais no debate:
“O WSLS nasceu para gerar conexões transformadoras. Ver projetos como o Instituto Por Elas neste espaço mostra que o legado do futebol feminino está além dos gramados — ele está na educação, na justiça e na reparação.”
Suleima Sena, jornalista e idealizadora do Donas do Jogo, completou:
“A presença de organizações como o Por Elas amplia a narrativa do futebol feminino. Não se trata apenas de performance, mas de comunidade, território e reconstrução coletiva.”
A edição 2025 do WSLS destacou a urgência de ações integradas entre governos, sociedade civil e setor privado para garantir que a Copa do Mundo Feminina de 2027 deixe, de fato, um legado sustentável, inclusivo e transformador para meninas e mulheres no Brasil e no mundo.
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