Com a pandemia, é inegável: lá vieram as perdas nutricionais, de vitaminas, aliadas ao estresse de perdas familiares, gerando, mais do que antes, a perda capilar. Por conta disso, Renata Mattos, profissional super treinada, do staff Evidence Beauty Spa, aposta no Mega Hair – alongamento dos fios -, que antes era um recurso eventual, e que tornou-se muito mais procurado, chegando a ser carro-chefe do salão. Vale dizer que, nos casos de quedas capilares, convém que o Mega Hair venha sempre aliado a tratamentos com endócrinos para resolver a queda pós-Covid, juntamente com medidas sugeridas por endocrinologistas e dermatologistas.
Renata trabalha com técnicas que não têm peso para o bulbo capilar – a fita adesiva, micro-cápsula de queratina, entre outros recursos, como a prótese capilar, feminina e masculina. E entre os inumeráveis benefícios, a cabeleireira destaca que a visão é ter o Mega Hair como um “up” para a auto-estima, além de grande aliado para que o cabelo vá retornando ao seu crescimento normal. “Usa-se o Mega Hair e ao mesmo tempo, faz-se tratamentos do couro cabeludo, com vitaminas e as estimulações que os médicos recomendam, para que as práticas se somem gerando um cabelo bonito e saudável” explica Renata Mattos.
Ela também é procurada nos casos oncológicos, quando, antes mesmo do cabelo cair, programa um prótese, peruca, lace, com as mesmas características do cabelo original: cor, volume, intensidade, etc., fazendo com que a mulher passe bem o período de tratamento. “O Mega Hair, hoje, é um processo leve. Fica bem parecido com o cabelo original. Não se coloca mais 300gr ou 400gr de cabelo, com nós, tracionando o couro cabeludo, provocando queda. Com o advento da fita – Fita Adesiva Express, Fita Adesiva Térmica e Fita Invisível – o processo está fazendo tanto sucesso, que resultou em curso profissionalizante”, explica, uma vez que Renata Mattos vai ensinar, no Evidence, o preparo de A a Z. “O tratamento da alopecia é multidisciplinar. É endocrinológico, dermatológico e o Mega Hair entra no sentido de resgatar à auto-estima, já que se pode aliar vários tratamentos com grande sinergia”, sintetiza.
Renata Mattos tem 47 anos, é casada, tem uma filha de 20 anos e é apaixonada pelo que faz. Sempre teve cabelo cacheado e vivia com queda de cabelo.Por ter sido cliente em tratamentos errados, resolveu estudar sobre o assunto e, alinhou a formação de cabeleireira com a de esteticista – sua primeira profissão -, e, neste ínterim , já são 25 anos. Ela tem, entre outros cursos, formação pelo Senac, onde também fez Maquiagem Artística e Social, o que ajuda no visagismo total da cliente. Fez cursos de próteses com profissionais da Rede Globo, aprendendo a tecer cabelo, até que cursou o politécnico, na Estácio, em Beleza e Estética Pessoal. Quando terminou o curso, já era coordenadora da Embeleze, dando aula inclusive, posição que permaneceu por cerca de 10 anos, ensinando protocolos da L´oreal Profissionel. Mas, é para atender a muitos casos, em uma época tão necessária, que, agora, retorna ao cenário de cursos.
Renata Mattos foi dona de salão e não passou pela posição de assistente. Já saiu do treinamento para abrir a sua própria empresa, tendo feito Pós-Graduação em Cosmetologia, pela Estácio, que “linka” a fisiologia humana, com a fórmula do produto e a técnica aplicada. “Como minha grande paixão sempre foi atuar, voltei para os salões e, alguns anos antes da pandemia, me voltei para o Mega Hair, quando notei que as mechas platinadas deixavam as pessoas com necessidades de cuidados especiais”, comenta sobre a deterioração capilar promovida pela ignorância, o que a fez recorrer a São Paulo para conseguir atender, aperfeiçoadamente, sua clientela, grande parte encaminhadas por médicos, é sempre bom comentar. “A Covid deixou uma área ampla para se trabalhar com Mega Hair.To muito feliz no Evidence. Aqui, investe-se muito nos profissionais, no conhecimento e publico.”, diz.
Entre suas experiências com Mega Hair, destaca mesmo a própria, desde o tempo da micro-trança, que tinham que colocar pomada, de tanta dor que dava. “ Acabei experimentando todas as técnicas doloridas da época e os tipos de cabelos não eram humanos. Só fazia quem precisava demais”, revela . Quando comecei a fazer cursos de Mega Hair, por sentir o desconforto que as clientes sentiam, entendi até onde eu poderia agir com as técnicas, compreendendo, também, a solução de vários problemas – os endócrinos, dermatológicos, endógenos, orgânicos, e direcionar a pessoa a procurar uma ajuda específica, já que o cabeleireiro não medica. As minhas experiências hoje, com a faculdade, é preservar ao máximo a saúde do couro capilar, solucionando questões relativas à cor, estrutura, mas, sobretudo, da saúde do bulbo, para manter o crescimento do cabelo, a atividade microbiana do couro, fazendo que a pessoa tenha resultados positivos com Maga Hair.
“Durante a pandemia, comecei a ver um numero muito grande de mulheres com calvície, problemas diversos e o Mega Hair não atingia todo o meu público. Aí, comecei a entrar o mundo da perucaria, solucionando problemas, conseguindo levar um conforto maior para o paciente oncológico, que quando me procura antes do processo da quimioterapia, posso reproduzir, o tipo, cor, corte minimizando então a dificuldade da ausência de cabelo. A cada dia que passa você consegue fazer mais cursos na área de beleza, que é extensa”, conta Renata.
Para ensinar, conta que tem uma grande procura de pessoas deste estado e outros, ex-alunos, com várias perguntas, já que formou mais de 1000 profissionais. Para 2022, o projeto é retornar aos cursos. “Para termos mais é preciso dar e trocar”, segreda. E o Curso de Mega Hair vai acontecer no dia 7 de fevereiro, de 9h às 17h, em Niteroi . Pessoas de cidades que não têm costureiras de cabelos, poderão confeccionar, na hora, com Renata, em todos os procedimentos, com cabeça de boneca, sem falar que diversos materiais estarão disponíveis.
“Grande parcela das pessoas que trabalham com Mega Hair, não é de cabeleireiro, o que faz com que o curso seja destinado a um público bem eclético. Aqui, qualquer pessoa será direcionada para um trabalho técnico e aperfeiçoado. Os profissionais de Mega Hair ainda se dividem entre aqueles que colocam o apetrecho em qualquer pessoa, sem visagismo, sem saber se a cliente tem habilidade para manter um cabelo que está colocando, o que pode ser arriscado. Pois havendo queda, o cabelo pode continuar caindo e, em pouco tempo, não haverá mais onde prender. Então tem que ser um profissional preparado. Mega Hair não é para qualquer um fazer aleatoriamente. È preciso entender o que está acontecendo com o cabelo da cliente”, avisa Renata.
“As mulheres têm alterações hormonais. Fases. Mas, quando coloca o cabelo, levanta tudo e a mulher fica com um posicionamento diferente, por se ver com outro olhar, com a auto-estima em cima. Mas bonito do Mega Hair é ver os sorrisos delas, com Instagram com mais de 300 fotos na página! Isso é o mais legal, define a cabeleireira, que esbanja conhecimento e preparo para o desenvolvimento desta técnica internacional que ganha, a cada dia, mais adeptos.





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