Confira onde doar livros em Niterói

Biblioteca Parque, Ecopontos da Clin e Espaço de Convivência Zélia Gattai estão entre os locais que recebem publicações de vários estilos  

 

Como forma de incentivar a leitura, muitas pessoas hoje adotam a prática de compartilhar ou doar livros. Atenta a esta demanda, a Prefeitura de Niterói conta com lugares preparados para receber estas doações. Um destes espaços é a Biblioteca Parque de Niterói, no Centro. Já a equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Reciclin) desenvolveu o projeto “Reciclando ideias”, que recebe as publicações em Ecopontos distribuídos em várias regiões da cidade. Outra iniciativa acontece no Espaço de Convivência Zélia Gattai, que funciona em uma sala no Restaurante Cidadão Jorge Amado, e também recebe doações de livros.

Recentemente, a Biblioteca Parque de Niterói recebeu a maior doação do ano. Foram 700 livros do acervo do jornalista Rodrigo Camarão. Entre as publicações estão clássicos mundiais que atravessam gerações de amantes da literatura, romances, ficção científica, gênero policial, livros que contam a história do Brasil e do mundo, além de títulos de filosofia, ciência política e comunicação.

O jornalista conta que os livros doados fizeram parte da sua formação. São autores renomados e premiados com o Prêmio Nobel, Pulitzer e o Man Booker Prize. Em destaque, a coleção completa com os ganhadores do Prêmio Nobel de Literatura de 1901 até 1966. São livros clássicos de mestres como Ernest Hemingway, Luigi Pirandello, Samuel Beckett e William Faulkner, num total de 68 volumes.

“Essa coleção pertenceu à minha avó e a guardo com muito carinho. Fico muito feliz e realizado por poder oferecer à população que frequenta a Biblioteca Parque oportunidades como as que tive. Desde muito cedo, pude conhecer estes artistas e deixá-los formarem minha identidade. Agora, quantas pessoas mais eles podem influenciar? Torço que possam fazer milhares de pessoas felizes”, revela Rodrigo Camarão.

A gestora da Biblioteca Parque de Niterói, Clara Leite, ressalta que as doações contribuem de forma muito positiva para o desenvolvimento do acervo do equipamento da Prefeitura.

“Foi uma ação muito generosa. Espero que estimule mais pessoas a fazerem o mesmo. A doação como incentivo ao desenvolvimento do acervo da Biblioteca é de extrema importância para a formação do público leitor. O visitante pode pegar qualquer título para consulta, no nosso espaço, ou levar para casa como empréstimo”, explica Clara Leite.

Com a gestão da Fundação de Arte de Niterói, a Biblioteca Parque de Niterói tem mais de 60 mil itens, internet, tecnologias assistivas, salas climatizadas e acesso a materiais audiovisuais, a BPN assume o papel da biblioteca como lugar de encontro, reunindo autores, realizando lançamentos de livros, saraus, exposições, cursos, contação de histórias, seminários, rodas de leitura, sempre de portas abertas para receber eventos culturais.

“A Biblioteca Parque de Niterói é um patrimônio histórico e referência para a pesquisa, para a arte e, claro, para o conhecimento. Além das atividades culturais que acontecem periodicamente no espaço, tem um acervo muito rico. O local também aceita doações de livros, o que incentiva o hábito de ler e, ainda, é uma forma de fazer com que a existência de uma obra seja alargada por muito tempo. Recentemente foi aberta, na Biblioteca, a Sala dos Selos – Niterói Livros e Niterói Discos. Convido as pessoas a visitarem a nossa Biblioteca Parque, que tem um papel fundamental na promoção de práticas culturais, sociais e educativas”, afirma o presidente da Fundação de Arte de Niterói, Marcos Sabino.

O equipamento conta também com acervos especiais como a História Fluminense – coleção especializada na História, Memória e Cultura do Estado do Rio de Janeiro e suas cidades, um acervo de livros em línguas estrangeiras e Proteção Animal, acervo dedicado para criar subsídios para pesquisas e políticas para a área. O espaço voltado ao público infantil passou por reforma recente e foi pensado para proporcionar a melhor experiência possível na vivência literária e das artes, contando com programação exclusiva.

Mais iniciativas – A equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Reciclin) iniciou, em 2018, o projeto “Reciclando ideias”. O objetivo é estimular o hábito de leitura dos funcionários e de moradores das comunidades. Ao longo deste período, a Clin conseguiu a doação de mais de dois mil livros, a maioria recebida, principalmente, através das coletas seletivas. Atualmente, a Clin conta com três bibliotecas: uma na sede da companhia, em São Lourenço, uma no 10º Distrito, em Rio do Ouro, e outra no 14º Distrito, em São Domingos.

Por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, o Espaço de Convivência Zélia Gattai, que funciona em uma sala no Restaurante Cidadão Jorge Amado, no Centro, também aceita doações de livros de literatura em geral, exceto livros didáticos, escolares e atlas.

Confira como fazer doações de livro na cidade

Biblioteca Parque de Niterói – Para doar é necessário enviar email para bibliotecaparqueniteroi@gmail.com informando a quantidade de livros que deseja e os títulos. Vale ressaltar que os livros precisam estar em bom estado. Caso algum livro não seja aproveitado no local, há instituições parceiras para onde a Biblioteca Parque pode direcionar.

Ecopontos da Clin – Quem quiser contribuir com a iniciativa e doar livros, basta se dirigir a um dos Ecopontos da Clin. O horário de funcionamento das unidades é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16 horas. Confira o endereço dos Ecopontos: Icaraí (Rua Jornalista Irineu Marinho, 466); Horto do Barreto (Rua Dr. Luiz Palmier, s/n); Largo da Batalha (Rua Leonor da Glória, s/n); Engenhoca (Avenida João Brasil, s/n);Cafubá (Avenida Raul de Oliveira Rodrigues, s/n); Itaipu (Rua O, s/n); Santa Bárbara (Rua Doutor Luiz Felipe de Moraes Lamego, 490); Horto do Fonseca (Alameda São Boaventura, 770); Ilha da Conceição (Rua Jornalista Sardo Filho, s/n).

Espaço de Convivência Zélia Gattai – Os livros podem ser doados de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, na Avenida Visconde do Rio Branco, 281, Centro.

Fotos : Berg Silva

Cidade Integrada traz soluções e tem aprovação da maioria da população, revela pesquisa

”Estamos no caminho certo”, destaca governador Cláudio Castro, sobre programa que funciona no Jacarezinho e na Muzema
 

Lançado em janeiro, o programa Cidade Integrada, do Governo do Estado do Rio, é amplamente aprovado pela população. Em pesquisa feita pelo Datafolha, 59% dos entrevistados responderam ser a favor do programa, que vem realizando ações transformadoras nas comunidades do Jacarezinho e da Muzema para mais de 50 mil pessoas.

– Quando planejamos o Cidade Integrada, nosso desejo era o de levar cidadania, desenvolvimento econômico e social e segurança para as comunidades. O resultado dessa pesquisa mostra que estamos no caminho certo e eu tenho muito orgulho disso – destacou o governador Cláudio Castro.

O Governo do Estado leva relevantes serviços às duas comunidades. É o caso do ‘Casa Legal’,   que auxilia na regularização fundiária e já cadastrou cerca de 900 pessoas;  o Na Régua’,  que realizou vistoria em mais de 100 unidades no Jacarezinho e tem mais de 60 projetos de reforma prontos e do ‘Desenvolve Mulher’, que atende 1.040 mães solteiras ou divorciadas e que sustentam suas famílias.

BALANÇO DO PROGRAMA

O Cidade Integrada vem ajudando a mudar realidades. O mutirão ‘RJ para Todos’ já atendeu quase 12 mil pessoas em cinco ações aos finais de semana. No Jacarezinho, um posto do Detran foi instalado com capacidade para atender a cerca de mil solicitações por mês para emissão de identidade e habilitação. As intervenções de limpeza realizadas nos rios Salgado e Jacaré retiraram 3.376 toneladas de resíduos, reduzindo o risco de enchentes.

Na Educação, a Faetec Manguinhos já iniciou as aulas de qualificação profissional para 420 alunos e no Colégio Estadual Compositor Luiz Carlos da Vila, as obras de reforma com mão de obra local devem ser entregues até o fim de maio. Auxiliando na geração de empregos, a Secretaria de Trabalho e Renda cadastrou 500 trabalhadores para vagas na área da construção civil, com outros 200 incluídos no balcão de vagas do Sine.

A Muzema passou a contar com um posto de atendimento médico de urgência do Samu e a abrigar o castramóvel do programa RJ-PET, que realiza cerca de 100 castrações por dia. Em apoio aos microempreendedores, a Agerio recebeu a solicitação de 7.685 microcréditos, liberando R$7,24 milhões no total. O ‘Esporte Presente’ oferece ginástica funcional para mais de 840 alunos e outras iniciativas culturais em espaços públicos.

QUEDA DE CRIMES

Na área da segurança, o Cidade Integrada atuou para prender 123 criminosos, apreendeu 1500 kg de drogas e retirar 27 mil kg de barricadas dos acessos às comunidades. No Jacarezinho e arredores o Instituto de Segurança Pública comparou os dados de roubo de rua no período de 19 de janeiro a  12 de abril de 2022 com o mesmo período do ano anterior e mostrou queda de 34,2%.

Queda que também é percebida pelo ISP onde a Operação Segurança Presente atua. Com mais de 30 bases espalhadas pelo estado e agindo para promover ordenamento urbano, coibir roubos e acolher moradores de rua, o programa também recebeu ampla aprovação popular de acordo com a mesma pesquisa do Datafolha.

Youtuber @EldoGomes lança livro “Jornalismo de Turismo”, disponível na Amazon

A pandemia foi inspiração para lançamento de uma obra voltada pra quem ama viagens. Durante este período a única viagem segura era através da leitura. Inspirado no entretenimento seguro para o período, o digital influencer Eldo Gomes , que há 11 anos atua no jornalismo digital e de turismo, resolveu colocar suas memórias no mundo das viagens em seu primeiro livro totalmente digital sobre o “Jornalismo de Turismo”.

Baseado apenas em suas memórias, experiências e vivências. O Ebook “Jornalismo de Turismo”, de Eldo Gomes, ficará disponível gratuitamente por um período limitado. Em breve, a obra só poderá ser acessada através da compra nos principais canais de aquisição de Ebooks da internet.

“Escrevi o livro inspirado na narrativa da minha história de vida real com o turismo. Desde a primeira vez que escrevi e até hoje, quando leio ou alguém me pergunta sobre. Sempre me emociono. É uma energia de gratidão, com superação, que enche os olhos de lágrimas”, resume.

A obra está disponível para download em no perfil do Instagram de @EldoGomes e também na sua coluna #ViagensDoEldo, onde coloca suas inspirações e explorações turísticas pelo Brasil e também no mundo. O ebook pode ser baixado gratuitamente. @EldoGomes é apresentador e youtuber. Está sempre ao vivo com 7 coisas em seu canal e há 11 anos é autor de um blog com seu nome sobre entretenimento/turismo. Escritor do livro “Jornalismo de Turismo”, faz lives gamers e seu lema é “Influenciar para o bem”.

@EldoGomes é apresentador e youtuber. Está sempre ao vivo com 7 coisas em seu canal e há 11 anos é autor de um blog com seu nome sobre entretenimento/turismo. Escritor do livro “Jornalismo de Turismo”, faz lives gamers e seu lema é “Influenciar para o bem”. Já palestrou na Campus Party Brasília e SP.

Saiba mais
@EldoGomes
fale com o influencer via email: comercial@EldoGomes.com.br
https://www.eldogomes.com.br/jornalismodeturismo/

Doutores da Alegria voltam aos hospitais do Rio, após dois anos de pandemia

 

Artistas do projeto Plateias Hospitalares apresentam ‘Pílulas sonoras, o cortejo hospitalar do Bagunço’ no Hospital Estadual Azevedo Lima

Na ala feminina, uma voz se eleva cantando junto ao coro de artistas. As pacientes se entusiasmam e se unem aos Doutores da Alegria, de volta às unidades de saúde do estado depois de dois anos sem atividades presenciais no Rio de Janeiro devido à pandemia. Eles retornam com suas atrações de artes cênicas, música e dança, emocionando pacientes, acompanhantes e profissionais. A reestreia foi no Hospital Estadual Azevedo Lima (HEAL), em Niterói, com a apresentação da Banda Bagunço, que encenou o espetáculo “Pílulas sonoras, o Cortejo hospitalar do Bagunço”, na tarde da última quarta-feira (13.04). A paciente Débora Silva não conteve as lágrimas:

– Gostei muito. Seria bom se tivesse todos os dias. Sorrir ajuda qualquer recuperação – afirmou.

Além de fazer a curadoria do projeto Plateias Hospitalares, os Doutores da Alegria oferecem formação aos artistas, orientando e adaptando os espetáculos para o ambiente hospitalar, incluindo o cumprimento do protocolo de segurança sanitária de prevenção e controle da Covid-19. Na última quinta-feira (14.04), foi a vez dos pacientes do Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, receberem o cortejo. Também receberão visitas dos Doutores da Alegria os hospitais estaduais Eduardo Rabello, em Campo Grande; e o Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.

– A parceria da Secretaria de Estado de Saúde com os Doutores da Alegria é bem-sucedida há mais de uma década, e este retorno é muito significativo para a nossa rede. Possibilita momentos de descontração para toda a comunidade hospitalar, trazendo leveza em uma fase em que as pessoas estão enfrentando desafios diversos – celebra o secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe.

 

Muito além do cuidado

O projeto Plateias Hospitalares foi criado em 2009, com o objetivo de promover o acesso à cultura, por meio de uma programação voltada a pacientes adultos e idosos, crianças e comunidades do entorno de hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro. A ideia é trabalhar para que, cada vez mais, o hospital seja um espaço não somente de cuidado, mas de promoção da saúde, em que a arte é coadjuvante.

 – A presença deles faz muita diferença. Traz alegria para a gente, que está doente. É diferente. Anima e levanta o astral – disse a paciente Hellen Vaz Russell, que presenciou a retomada.

Em 13 anos de existência do projeto, já foram realizadas mais de 500 apresentações, envolvendo mais de 300 artistas, e plateias com mais de 100 mil pessoas. A organização Doutores da Alegria introduziu a arte do palhaço no universo da saúde, intervindo há 30 anos junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos. O trabalho é gratuito para os hospitais e mantido por doações.

– Depois de toda dificuldade que enfrentamos nos últimos dois anos, reabrir as portas das nossas unidades para os Doutores da Alegria é uma felicidade imensa. A presença deles nos nossos hospitais faz a diferença para os pacientes, pois diminui o estresse da internação. Além disso, essas apresentações lúdicas ajudam a integrar e  suavizar o cotidiano dos profissionais que estiveram e estão na linha de frente  – diz Rafael Fornerolli, assessor de Humanização da SES.

Diretor técnico do HEAL, o médico Dilson da Silva Pereira exalta a contribuição terapêutica do trabalho dos Doutores da Alegria:

– É com satisfação que recebemos novamente os Doutores, que sempre fizeram parte da rotina do hospital. A alegria contagia pacientes e colaboradores. Estudos comprovam que este é um método eficaz para o tratamento dos pacientes, diminuindo o tempo médio de internação.

A equipe de artistas definiu o retorno como um momento “mágico”. No elenco da reestreia, o ator Daniel Pimenta fala sobre o desafio de atuar nesse momento, ainda com máscaras e muita cautela:

– Precisamos reagir de acordo com o olhar de cada um, porque é muito delicado, não só o paciente, mas todo o ambiente. É necessário ter sensibilidade para perceber as reações na hora e respeitar o momento de cada um. O que vemos é a história viva acontecendo.

A enfermeira Fernanda Nunes, que trabalha há mais de dez anos no HEAL, comemora o regresso dos parceiros de trabalho:

– Geralmente o hospital é um ambiente mais sério, um clima tenso. Os pacientes que já conheciam o trabalho estavam sentindo falta e nós, profissionais, também. Quando houve a interrupção das apresentações, o retorno era algo distante. Hoje, eles trazem a esperança de dias melhores. Isso faz toda diferença. Sorrir é remédio.

Ponte de Versos de abril apresenta Alice Monteiro e Paulo Sabino no Prato Principal, no próximo dia 20 (quarta), na Blooks Botafogo

 

 

Evento literário tradicional carioca traz a retomada da poética carioca

e faz parte da comemoração dos 22 anos da Ibis Libris

 

 

Ponte de Versos acontece na próxima quarta-feira, 20 de abril, na Livraria Blooks Botafogo, apresentando os poetas Alice Monteiro e Paulo Sabino, com partcipação especial da cantora e compositora Eliane Salek, que fazem parte do Prato Principal e, logo após, será aberta a Sobremesa, com a leitura de poemas de todos os presentes, encerrando com a Saideira, quando cada um lê mais um poema curto preferido, ou de sua autoria. Já estiveram na Ponte de Versos, este ano, Lílian Maial, Ricardo Muniz de Ruiz e Rosália Milsztajn, em fevereiro, e Celi Luz e Karla Sabah, em março. O evento é gratuito e aberto ao público.


Ibis Libris Editora realiza, mensalmente, a ‘Ponte de Versos’, evento literário tradicional carioca e que este ano faz parte da comemoração dos seus 22 anos. Ocorrendo quinzenalmente, desde 1999, na antiga Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, passando pelo Barteliê, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, reunindo poetas novos e já consagrados, a “Ponte de Versos” marcou a cena poética carioca por mais de 15 anos.


O evento divide-se em ‘Prato Principal’, onde os poetas convidados leem por 10 minutos. Em seguida, é aberta a ‘Sobremesa’, em que cada um pode recitar um poema por vez e, por fim, a  ‘Saideira’, com a leitura de mais um poema curto cada um. O objetivo é incentivar a divulgação e a produção da poesia brasileira.


‘Ponte de Versos’ acontece no próximo dia 20 (quarta), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema). Livre para todas as idades e com entrada franca. O uso de máscaras é indicado. Na entrada, também é solicitado o comprovante de vacinação.


Traga seu poema para a Sobremesa e a Saideira! A Ponte de Versos é um lugar de estreias.

Sobre Thereza Christina Rocque da Motta


Thereza Christina Rocque da Motta é poeta, editora e tradutora. Aos 15 anos, escolheu a poesia como sua forma de expressão e, mais tarde, foi moldando sua prosa. Em 1998, escreveu “A Fada das Pedrinhas” (2018), mas teve de esperar 20 anos para publicá-lo, depois que conheceu o ilustrador Felipe Trigueiro. Em 2020, lançou mais dois livros infantis, “Coroco e Coroca” e “Juça e Aninha”. Lançou “Joio & trigo”, seu primeiro livro de poesia, em 1982, que completa 40 anos. Tem 25 livros publicados, entre eles, “Capitu” (2014) e “Sheherazade” (2021), seu primeiro livro de contos. Traduziu “Marley & Eu” (2006), “A dança dos sonhos” (2011), de Michael Jackson e “Alice no País das Maravilhas” (2020), entre outros. É membro do Pen Clube do Brasil (RJ) e da Academia Brasileira de Poesia, de Petrópolis. Fundou a Ibis Libris em 2000 e criou o selo Bisbilibisbalabás em 2002. Em 2021, criou o selo feminino Maat. Esse ano, a Ibis Libris comemora 22 anos. Coordena a ‘Ponte de Versos’ desde 2000.

Instagram: @tcrmotta / @ibislibris

Prato Principal

Alice Monteiro nasceu no Rio de Janeiro, em 1949, é jornalista e poeta e mora em Copacabana. Antes de se formar em Comunicação Social pela FACHA, estudou Letras, Português/Literatura, na antiga Universidade Gama Filho (UGF). Fez pós-graduação em Propaganda e Marketing na ESPM. Aos oito anos, quando viajava de férias com a mãe e duas irmãs em um trem de madeira para Montes Claros, região norte de Minas Gerais, escreveu seu primeiro poema, intitulado “Pobreza”, inspirado na cena emocionante de um menino maltrapilho que vendia laranjas na estação. Ali despontou sua veia poética. Tem contos e poemas em diversas antologias e dois livros de poesia publicados: “Estelar” (2009), prefaciado por Leonardo Vieira de Almeida, e “Ultramar e outros mares” (2018), prefaciado por Christovam de Chevalier, ambos publicados pela Ibis Libris. Lançou, em 2019, seu primeiro livro infantil, “Meu gato que não tenho”, prefaciado por Marcio Paschoal e ilustrado por Felipe Trigueiro, inspirado no poema homônimo, publicado em “Ultramar e outros mares”. Deste livro, o “Canto II”, do poema “Bicho Acuado”, foi musicado pela compositora, pianista, arranjadora e cantora, Eliane Salek, com o título “Pássaro liberto”.


Instagram: 
@monteiroalice77

E-mail: monteiro.alice77@gmail.com

WhatsApp: (21) 98845-2711

Participação especial: Eliane Salek: @elianesalek


Paulo Sabino nasceu no Rio de Janeiro em 1976, onde continua residindo. Idealizador e produtor dos projetos Ocupação Poética, no Teatro Cândido Mendes, em Ipanema, e A Estante do Poeta, no Espaço Afluentes, no Centro. Deste projeto, organizou a antologia “A estante dos poetas”, lançada pela Ibis Libris, em 10 de março de 2020. É coordenador e curador do selo de poesia Bem-Te-Li, da Autografia Editora, por onde publicou seu primeiro livro de poesia, “Um para dentro todo exterior”, em 2018 e, em 2021, lançou “Poesia para pandemia”, com os 160 poemas dos 160 poetas que escolheu para ler, ininterruptamente, durante cinco meses e seis dias, em 2020, todos gravados em vídeos e publicados no Facebook. É um dos poetas e o mestre de cerimônia poético mais ativo dos últimos anos no Rio de Janeiro. Alice Monteiro e Thereza Christina Rocque da Motta fazem parte da antologia “Poesia para pandemia”, organizada por Paulo Sabino, junto com os outros autores, entre eles, Alberto Pucheu, Antonio Carlos Secchin, Ramon Nunes Mello, Alexandra Maia, Claufe Rodrigues, Marina Colasanti, Igor Fagundes, Luis Turiba, Nuno Rau, Mano Melo, Mauro Santa Cecília, Antonio Cicero, Alexandre Guarnieri, Christovam de Chevalier, Suzana Vargas, Gilberto Gil, Chacal, Rosália Milsztajn, Viviane Mosé, Cairo de Assis Trindade, Jorge Salomão, Adriano Espínola, Francisco Bosco, William Soares dos Santos, Tavinho Paes, Maria Rezende, Carmen Moreno, Tanussi Cardoso, Claudia Roquette-Pinto, Mia Couto, Arnaldo Antunes, Waly Salomão, Nélida Piñon, Clarice Lispector, Amélia Alves, Hilda Hilst e Elisa Lucinda.

 

Instagram: @paulosabinopoeta

E-mail: prsabino@gmail.com

WhatsApp: (21) 98781-3908

 

Fotos – crédito Vitor Vogel – Alice Monteiro/Paulo Sabino/Thereza Christina R. Motta

Instagram: @vogel_vitor

E-mail: vogel.vitor@gmail.com     

WhatsApp: (21) 98339-3737

 

Varandinha do Paschoal reúne crianças em torno da Cultura

Projeto traz contação de histórias e peças infantis todos os domingos de abril

O Centro Cultural Paschoal Carlos Magno apresenta todos os domingos de abril, às 10h, o projeto “Varandinha do Paschoal” – que traz atrações voltadas ao público infantil.

Após diversas apresentações bem sucedidas, a atração segue oferecendo diversão e lazer para as crianças, no centro cultural, que fica dentro do Campo de São Bento, em Icaraí, na Zona Sul de Niterói.

No próximo domingo (10), a apresentação fica por conta da Oficina de Brincar Cia de Artes Juliana Gonçalves, com ‘A Jacarezinha que Mordia’, que combina tudo o que a criançada gosta: contação de  histórias, músicas, danças e brincadeiras lúdicas e pedagógicas. Juliana Gonçalves é professora de ballet desde os 18 anos, quando também conheceu o  universo do teatro musical. Desde então, realiza seu sonho de trabalhar com crianças,  levando diversão e arte a elas.

Já no domingo de Páscoa (17) é dia de recreação com a Beart Cultural. Os pais podem levar seus pequenos para viver momentos divertidos com a conhecida equipe de recreação da cidade. Segundo a psicóloga infantil Vanessa Calvão, que coordena o projeto Beart Cultural, sua equipe é formada por profissionais experientes e sensíveis, que escutam as necessidades de cada criança e transformam brincadeiras em momentos inesquecíveis. Com formação nas áreas de educação, artes e psicomotricidade, os profissionais da Beart têm prazer em contribuir para o desenvolvimento infantil.

No último domingo do mês (24), haverá o Bailinho do Lekolé , que é um grupo de teatro musical infantil. Iniciou suas atividades em abril de 2014, fundada pela atriz e bailarina Letícia Porto Poppe com seu marido, o músico Kuko Moura. A proposta é levar ao público infantil, principalmente, por meio de elementos teatrais e musicais,  diversão, arte, fantasia e estímulos, em apresentações que incluem música ao vivo.

SERVIÇO:

Evento: Varandinha do Paschoal

Datas: 10, 17 e 24 de Abril, Domingos, às 10 horas

Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno (Campo de São Bento, Icaraí, Niterói)

Endereço: Alameda Edmundo de Macedo Soares e Silva, s/n – Icaraí, Niterói

Entrada gratuita

Dicionário David Lynch com catálogo, café e torta do seriado “Twin Peaks” no Estação NET Botafogo em abril – Inscrições abertas

Vinheta: https://youtu.be/Wp_XGn4jamY

Cinéfilos de plantão, saber mais sobre David Lynch nunca é demais. Alguns acham ele genial, outros maluco. Independente de gosto e opinião, quem quiser entrar na cabeça deste cineasta e entender o que se passa nos filmes e seriados, basta adentrar no mundo dos símbolos, alegorias e metáforas. Exemplos não faltam: eletricidade, cortinas vermelhas, chão geométrico, cachorros e latidos, toca-discos, entre outros. Ao fazer o curso Dicionário David Lynch, cada aluno receberá um catálogo da Mostra “David Lynch – O lado sombrio da alma”, e vai experimentar o café que tem a marca do David Lynch e a famosa torta de cereja do seriado “Twin Peaks”. Inscrições já abertas pelo site www.grupoestacao.com.brDicionário David Lynch começa dia 25 de abril no Estação NET Botafogo 3. São 5 encontros de 2h cada para entender toda essa simbologia.

O jornalista, cineasta e crítico de cinema Mário Abbade destrinchará o significado das escolhas e dos símbolos adotados por Lynch. Cada detalhe, e seu significado, é explicado por meio das próprias reflexões do diretor. Apesar de o mais famoso cineasta surrealista americano não gostar de falar sobre seus filmes, depois de um papo de 80 minutos com ele, Abbade conseguiu dobrar a guarda do diretor e trazer luz a seu mundo sombrio.

“Uma pílula, toca-discos: anunciando algo importante, um toca-discos não funcionando direito, é um sinal de que algo está errado. Em “Veludo Azul”, o toca-discos no apartamento de Dorothy demonstra que algo está errado naquele lugar”, diz Mário Abbade já dando um spoiler.  Junto com os longas, serão analisados também os curtas nos quais David Lynch iniciou suas primeiras experiências e que se tornariam sua assinatura visual.

A ideia é falar de todas as questões que envolvem a arte de Lynch: A incomunicabilidade de Antonioni; o universo onírico de Fellini; as questões existenciais de Bergman; o jump cut de Godard, entre outras inovações narrativas – centenas de cineastas e seus temas e estilos já foram objeto de cursos e estudos. Mas e o surrealismo de David Lynch? Já apareceram algumas teorias e explicações sobre os filmes do cineasta, mas quais são os seus verdadeiros significados? O que passava pela cabeça do diretor em cada uma de suas escolhas?

Dicionário David Lynch

5 encontros de 2h cada

Toda terça-feira às 19h

De 25 de abril a 24 de maio

Investimento: R$300 (curso completo) e R$80 (aula avulsa)

Local: Estação NET Botafogo 3

Rua Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo

Inscrições: www.grupoestacao.com.br

Rodrigo Camarão:  maior doaçao de livros do ano à Biblioteca Parque de Niterói 


Jornalista doou acervo de 700 livros para a Prefeitura de Niterói. Entre as publicações estão títulos que contam a história do Brasil e do mundo, romances, filosofia, ciência política e ficção científica

A Biblioteca Parque de Niterói recebeu 700 livros – esta foi a maior doação neste ano. A iniciativa partiu do jornalista Rodrigo Camarão, que doou o acervo para a Prefeitura de Niterói. Ele destaca que entre as publicações estão clássicos mundiais que atravessam gerações de amantes da literatura, romances, ficção científica, gênero policial, livros que contam a história do Brasil e do mundo, além de títulos de filosofia, ciência política e comunicação.

“Estes livros fazem parte da minha vida e da minha formação. Autores renomados e premiados com o Prêmio Nobel, Pulitzer e o Man Booker Prize. Em destaque, a coleção completa com os ganhadores do Prêmio Nobel de Literatura de 1901 até 1966. São livros clássicos de mestres como Ernest Hemingway, Luigi Pirandello, Samuel Beckett e William Faulkner, num total de 68 volumes”, conta Rodrigo Camarão. “Essa coleção pertenceu à minha avó e a guardo com muito carinho. Fico muito feliz e realizado por poder oferecer à população que frequenta a Biblioteca Parque oportunidades como as que tive. Desde muito cedo, pude conhecer estes artistas e deixá-los formarem minha identidade. Agora, quantas pessoas mais eles podem influenciar? Torço que possam fazer milhares de pessoas felizes”, revela.
“Foi uma ação muito generosa, que ajuda demais o desenvolvimento do acervo da biblioteca. Espero que estimule mais pessoas a fazerem o mesmo. A doação como incentivo ao desenvolvimento do acervo da Biblioteca é de extrema importância para a formação do público leitor. O visitante pode pegar qualquer título para consulta, no nosso espaço, ou levar para casa como empréstimo”, explica a gestora da Biblioteca Parque de Niterói, Clara Leite.
Biblioteca – Com a gestão da Fundação de Arte de Niterói, a Biblioteca Parque de Niterói tem mais de 60 mil itens, internet, tecnologias assistivas, salas climatizadas e acesso a materiais audiovisuais, a BPN assume o papel da biblioteca como lugar de encontro, reunindo autores, realizando lançamentos de livros, saraus, exposições, cursos, contação de histórias, seminários, rodas de leitura, sempre de portas abertas para receber eventos culturais.

“A Biblioteca Parque de Niterói é um patrimônio histórico e referência para a pesquisa, para a arte e, claro, para o conhecimento. Além das atividades culturais que acontecem periodicamente no espaço, tem um acervo muito rico. O local também aceita doações de livros, o que incentiva o hábito de ler e, ainda, é uma forma de fazer com que a existência de uma obra seja alargada por muito tempo. Recentemente foi aberta, na Biblioteca, a Sala dos Selos – Niterói Livros e Niterói Discos. Convido as pessoas a visitarem a nossa Biblioteca Parque, que tem um papel fundamental na promoção de práticas culturais, sociais e educativas”, afirma o presidente da Fundação de Arte de Niterói, Marcos Sabino.

O equipamento conta também com acervos especiais como a História Fluminense – coleção especializada na História, Memória e Cultura do Estado do Rio de Janeiro e suas cidades, um acervo de livros em línguas estrangeiras e Proteção Animal, acervo dedicado para criar subsídios para pesquisas e políticas para a área. O espaço voltado ao público infantil passou por reforma recente e foi pensado para proporcionar a melhor experiência possível na vivência literária e das artes, contando com programação exclusiva.

Em Niterói, além da Biblioteca Parque, outros espaços também recebem a doação de livros por meio de diferentes projetos como as iniciativas realizadas pela equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana (Clin) e pela Secretaria Municipal de Assistência Social, no Espaço de Convivência Zélia Gattai.

Reciclagem – A equipe de reciclagem da Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (Reciclin) iniciou, em 2018, o projeto “Reciclando ideias”. O objetivo é estimular o hábito de leitura dos funcionários e de moradores das comunidades. Ao longo deste período, a Clin conseguiu a doação de mais de dois mil livros, a maioria recebida, principalmente, através das coletas seletivas. Atualmente, a Clin conta com três bibliotecas: uma na sede da companhia, em São Lourenço, uma no 10º Distrito, em Rio do Ouro, e outra no 14º Distrito, em São Domingos.

Por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, o Espaço de Convivência Zélia Gattai, que funciona em uma sala no Restaurante Cidadão Jorge Amado, no Centro, também aceita doações de livros de literatura em geral, exceto livros didáticos, escolares e atlas.

Confira como fazer doações de livro na cidade

Biblioteca Parque de Niterói – Paraa doar é necessário enviar email para bibliotecaparqueniteroi@gmail.com informando a quantidade de livros que deseja e os títulos. Vale ressaltar que os livros precisam estar em bom estado. Caso algum livro não seja aproveitado no local, há instituições parceiras para onde a Biblioteca Parque pode direcionar.
Ecopontos da Clin – Quem quiser contribuir com a iniciativa e doar livros, basta se dirigir a um dos Ecopontos da Clin. O horário de funcionamento das unidades é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16 horas. Confira o endereço dos Ecopontos: Icaraí (Rua Jornalista Irineu Marinho, 466); Horto do Barreto (Rua Dr. Luiz Palmier, s/n); Largo da Batalha (Rua Leonor da Glória, s/n); Engenhoca (Avenida João Brasil, s/n);Cafubá (Avenida Raul de Oliveira Rodrigues, s/n); Itaipu (Rua O, s/n); Santa Bárbara (Rua Doutor Luiz Felipe de Moraes Lamego, 490); Horto do Fonseca (Alameda São Boaventura, 770); Ilha da Conceição (Rua Jornalista Sardo Filho, s/n).

Espaço de Convivência Zélia Gattai – Os livros podem ser doados de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h, na Avenida Visconde do Rio Branco, 281, Centro.

Fotos: Berg Silva

Niterói inicia mais uma etapa de expansão da malha cicloviária da Zona Norte

Ciclovia da Avenida Professor João Brasil terá 2,5 km com estrutura segregada e permitirá conectar bairros 

Mais uma etapa da expansão da malha cicloviária na Região Norte de Niterói foi iniciada. A Coordenadoria Niterói de Bicicleta, em parceria com a NitTrans e a Secretaria Regional da Engenhoca, está realizando a demarcação e pintura da ciclovia da Avenida Professor João Brasil, no Fonseca. Neste projeto, a Prefeitura de Niterói irá implantar 2,5km de malha cicloviária segregada ao longo de toda a via, conectando o bairro da Engenhoca ao Fonseca e à Venda da Cruz.

Responsável pela Coordenadoria Niterói de Bicicleta, Filipe Simões, destaca que após a finalização da pintura, serão incluídos elementos de segregação para melhor segurança de ciclistas, motoristas e pedestres, além da requalificação do projeto de sinalização vertical. De acordo com ele, atendendo às demandas da população está sendo dado mais um importante passo na expansão da malha cicloviária, com o objetivo de estimular ainda mais este transporte sustentável na cidade, prático e de baixo custo.

“Em outubro do ano passado, foi implantada a ciclofaixa no Barreto, conectando a Rua Benjamin Constant à praça Flávio Palmier. Para a Avenida Professor João Brasil, a Coordenadoria Niterói de Bicicleta desenvolveu um projeto de ciclovia com apoio da Administração Regional da Engenhoca e da NitTrans, com foco na segurança viária. Esta obra é parte da implantação de uma malha cicloviária mais segura para a Zona Norte e integra o programa Niterói 450 anos”, enfatiza.

O projeto da ciclovia da Avenida Professor João Brasil, de acordo com ele, possibilitará a integração com a futura ciclovia da Alameda São Boaventura, permitindo o deslocamento mais seguro dos bairros até a região central da cidade.

“Trabalho em equipe é a chave para o sucesso de qualquer projeto. Nittrans e Niterói de Bicicleta vem dialogando sobre as melhores alternativas para integrar a mobilidade ativa com segurança no dia a dia da população”, reforça a diretora de planejamento da NitTrans”, Amanda Machado.

Mais ciclovias – O Plano Niterói 450 anos, lançado este ano pela Prefeitura de Niterói, prevê ações de ampliação e requalificação da infraestrutura cicloviária na cidade. Na Região Oceânica, a meta é alcançar a marca de 60km de ciclovias e ciclorrotas, além de concluir a implantação dos bicicletários e paraciclos. Na Região Norte, a previsão é de implantar ou requalificar 21,5km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. O objetivo é chegar aos 120km de infraestrutura cicloviária em Niterói até 2024.

O programa prevê, ainda, o aumento de 113% do número de vagas disponíveis no Bicicletário Arariboia de forma integrada ao projeto da nova Praça Arariboia até o fim de 2024. Além disso, a Prefeitura de Niterói estuda a implantação de um sistema de compartilhamento de bicicletas com 40 estações e 400 bicicletas nos bairros do Centro, São Lourenço, Fonseca, Icaraí, Santa Rosa, Ingá, São Domingos e Gragoatá.

Fotos: Leonardo Simplício 

Cláudio Castro recebe o título de Cidadão Honorário da cidade do Rio de Janeiro

Homenagem da Câmara Municipal do Rio reconhece aqueles que prestaram serviço à democracia e humanidade

O governador Cláudio Castro recebeu nesta quarta-feira (13.04), no Palácio Pedro Ernesto, o título de Cidadão Honorário da Cidade do Rio de Janeiro. A iniciativa foi proposta pelo então vereador Dr. Carlos Eduardo quando Castro também ainda era vereador, em 2017, sendo aprovada e promulgada por Jorge Felippe, que era presidente da Câmara.

Em seu discurso, Castro contou sua trajetória na Câmara de Vereadores e no Executivo, ressaltando a situação difícil em que se encontrava o estado ao assumir o governo, e a atual fase de desenvolvimento e reconstrução do Rio de Janeiro.

– É uma grande honra receber esse título. Estes corredores testemunharam o início da minha carreira pública, onde pude conhecer de perto as necessidades mais urgentes da população, o que hoje contribui imensamente para minha atuação como chefe do Executivo – agradeceu o governador Cláudio Castro.

Nascido em Santos, Cláudio Castro foi assessor parlamentar e vereador na Câmara Municipal. O título de cidadão honorário é dado àqueles que nasceram em outras localidades e que tenham prestado serviço à causa da democracia e humanidade, segundo o Regime Interno da Câmara de Vereadores.

Durante a cerimônia, foi lembrado o trabalho do governador Cláudio Castro na inclusão social das pessoas com deficiência. Durante o seu mandato como parlamentar, Castro também liderou a organização de trabalhos legislativos em defesa da vida de crianças e adolescentes em situação de risco e de combate às drogas.