Vitrais do Palácio Tiradentes conquistam prêmio em concurso de fotografia do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade

Registro do fotógrafo Luis Teixeira Mendes evidencia a riqueza artística do Palácio e integra o grupo de imagens vencedoras da edição 2026 do concurso

Os vitrais do Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), estão entre os destaques da edição de 2026 do Concurso de Fotografias “Olhos de Ver – Edição Vitrais do Rio”. A fotografia “Céu da República”, de autoria de Luis Teixeira Mendes, que retrata o vitral da cúpula do plenário, foi uma das imagens vencedoras da seleção. O reconhecimento pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) reforça a relevância histórica e artística do Palácio Tiradentes, além de contribuir para ampliar a visibilidade de um dos principais patrimônios públicos do estado.

Promovido pelo IRPH, órgão responsável pela preservação e valorização do patrimônio cultural carioca, o concurso tem como objetivo destacar, por meio da fotografia, um dos mais importantes elementos da arquitetura do Rio de Janeiro. Nesta edição, a iniciativa evidencia os vitrais como verdadeiras obras de arte construídas pela combinação entre luz, cor e vidro, capazes de criar atmosferas únicas e estabelecer uma relação simbólica entre os espaços internos e o ambiente externo. Presentes em igrejas, edifícios públicos, equipamentos culturais e residências, são manifestações artísticas que expressam valores históricos, culturais e sociais de diferentes períodos.

Segundo o historiador da Diretoria-Geral da Alerj, que pesquisa o Palácio Tiradentes, Douglas Liborio, os vitrais do edifício vão além da função estética e representam um importante símbolo da história política brasileira. Para ele, a obra dialoga com a tradição arquitetônica dos grandes edifícios públicos e traduz, por meio da arte, os ideais da República.

“O vitral do plenário do Palácio Tiradentes faz parte de um conjunto chamado ‘Pontos Cardeais da História do Brasil’ e ocupa um lugar central na narrativa arquitetônica do edifício. Historicamente, os grandes vitrais estavam presentes, principalmente, em construções religiosas. Nos parlamentos e demais prédios de poder, essa tradição foi adaptada para representar a história política e os valores republicanos. No caso do Palácio Tiradentes, o vitral tem como principal temática o céu do Rio de Janeiro na manhã de 15 de novembro de 1889, data da Proclamação da República. Essa representação inspirou o céu retratado na bandeira nacional e simboliza os ideais republicanos que orientam a construção do prédio. O Palácio Tiradentes foi o primeiro edifício concebido especificamente para sediar um Parlamento no Brasil, e seu plenário reúne, em um único conjunto artístico, elementos que contam a história da República e reforçam a importância da democracia e da representação política.”

Ao comentar a fotografia premiada, Luis Teixeira Mendes contou que a inspiração surgiu assim que soube do tema da nova edição do concurso. Segundo ele, a cúpula do plenário do Palácio Tiradentes foi a primeira imagem que lhe veio à mente, e o registro exigiu uma perspectiva pouco convencional para valorizar a grandiosidade do vitral.

“Para fazer essa fotografia, deitei no chão do plenário e inclinei levemente a câmera, buscando criar uma perspectiva quase tridimensional da obra. Fico muito feliz em ver esse olhar reconhecido. É sempre uma satisfação ter um trabalho selecionado, e esse reconhecimento tem um significado especial por vir de um órgão que atua na preservação e valorização do patrimônio cultural da cidade. Além disso, na edição anterior do concurso, dedicada ao tema ‘Portas e Janelas’, outra fotografia minha do Palácio Tiradentes também foi escolhida”, afirmou o fotógrafo.

Edifício histórico terá o primeiro investimento privado em retrofit no Centro de Niterói

Prédio na Avenida Amaral Peixoto passará por reforma e ganhará 168 novas moradias

Niterói deu mais um passo no processo de revitalização do Centro da cidade com a aprovação do primeiro projeto privado de retrofit. O edifício localizado na Avenida Amaral Peixoto, nº 35, em frente à Praça Arariboia, será restaurado e transformado em um empreendimento residencial com 168 unidades habitacionais, entre estúdios e apartamentos de um quarto. O projeto representa um marco na política de requalificação urbana do município ao recuperar um imóvel histórico e devolver o edifício à população com uma nova função, estimulando a ocupação residencial da região central.

“Estamos avançando na revitalização do Centro de Niterói com a aprovação do primeiro retrofit privado do programa Reviver Centro. Um edifício histórico, na esquina da Avenida Amaral Peixoto com a Avenida Visconde do Rio Branco, será transformado em um moderno empreendimento residencial, com 168 novas unidades habitacionais, preservando sua história e contribuindo para devolver vida ao coração da cidade. Além disso, os futuros moradores terão isenção de IPTU por dez anos. Esse é mais um avanço na nossa estratégia de requalificação do Centro, estimulando a ocupação da região e construindo uma cidade mais dinâmica, viva e conectada”, afirmou o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

O secretário municipal de Urbanismo, Carlos Krykhtine, destacou que o retrofit inaugura uma nova etapa da política de recuperação do Centro.

“Temos muitos edifícios grandes e subutilizados no Centro de Niterói. Estamos muito felizes em aprovar o primeiro projeto de retrofit de um prédio emblemático, localizado na Avenida Amaral Peixoto, em frente às Barcas. É um edifício modernista preservado que será restaurado e transformado em 168 novas moradias. É uma iniciativa que contribuirá significativamente para revitalizar essa região da cidade”, ressaltou.

A secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcelle Sardinha, afirmou que o empreendimento demonstra que o mercado imobiliário já reconhece o potencial da região.

“Hoje tivemos uma grande notícia para o projeto de requalificação do Centro de Niterói. Este é o primeiro investimento privado em retrofit de um edifício simbólico da cidade, na esquina da Avenida Amaral Peixoto com a Avenida Visconde do Rio Branco. Serão 168 novas unidades habitacionais em um prédio histórico que será recuperado e devolvido à população. O Centro já é uma realidade para investidores e novos moradores, e esse lançamento confirma que estamos no caminho certo”, disse.

Ela lembrou ainda que, por se tratar de um imóvel histórico, os futuros proprietários terão direito à isenção de IPTU por dez anos, conforme prevê a legislação municipal.

Responsável técnico pelo projeto, o arquiteto Joaquim Andrade destacou a importância da recuperação de um dos edifícios mais conhecidos da cidade.

“É uma grande satisfação participar de um empreendimento como esse, em um prédio que é um ícone de Niterói, voltado para o mar e para a Avenida Amaral Peixoto. Vamos requalificar esse imóvel preservado para oferecer apartamentos dentro do novo conceito de moradia urbana que a cidade demanda atualmente”, afirmou.

Representando a iniciativa privada, o empresário Rafael Rames de Andrade, da Rames Incorporadora, destacou o ambiente favorável criado pela Prefeitura para atrair investimentos.

“Estamos muito empolgados em participar do primeiro retrofit privado da cidade. A Prefeitura criou condições para que empreendedores e incorporadores possam investir com segurança. Esse apoio tem sido fundamental para viabilizar o empreendimento e estimular novos investimentos em Niterói”, afirmou.

Revitalização do Centro

O retrofit do edifício da Avenida Amaral Peixoto integra o programa Reviver Centro, que reúne ações voltadas à reocupação urbana, à recuperação de imóveis históricos, ao fortalecimento da economia e à ampliação da oferta de moradias na região central.

Entre os projetos em andamento está o retrofit do antigo prédio da Caixa Econômica Federal, que será realizado pela Prefeitura para ampliar a oferta habitacional no Centro. Outro destaque é o Fundo de Desenvolvimento Imobiliário do Centro de Niterói (FDICN), parceria entre o Município e a Caixa Econômica Federal que oferece financiamento com juros subsidiados para empreendimentos residenciais, hoteleiros e projetos de retrofit, além de viabilizar desapropriações estratégicas destinadas ao desenvolvimento da região.

Também estão em andamento a requalificação urbana da Avenida Amaral Peixoto e de seu entorno, a implantação do Distrito Criativo da Cantareira, voltado aos setores de inovação, economia criativa e tecnologia, e a ampliação do Programa Aluguel Universitário, que incentiva estudantes a morarem no Centro, contribuindo para aumentar a circulação de pessoas e fortalecer o comércio local.

Foto: Lucas Benevides

Hotel Nacional se ilumina com as cores do Brasil

Como forma de homenagear o Brasil nesta temporada de celebração ao futebol, a silhueta cilíndrica da obra-prima de Oscar Niemeyer foi iluminada com as cores da bandeira nacional, destacando-se na orla carioca. Além disso, seguindo as comemorações, o perfil do Instagram do hotel também deve ganhar uma nova cara para entrar no clima. A iniciativa reflete o espírito de união e a paixão esportiva que tomam conta do país durante este momento importante. Ao vestir-se de verde, amarelo e azul, o hotel manifesta seu orgulho e conecta-se à emoção dos brasileiros, transformando sua estrutura histórica em um farol de apoio que celebra a cultura e a identidade nacional.

Sobre o Hotel Nacional

Patrimônio histórico e arquitetônico do Rio de Janeiro, o Hotel Nacional é uma obra-prima de Oscar Niemeyer com jardins de Roberto Burle Marx, consolidando-se como o mais expressivo ícone da arquitetura modernista brasileira. Elevado ao status de marco cultural e de design, o empreendimento destaca-se em São Conrado por sua silhueta cilíndrica e por oferecer um refúgio de sofisticação e experiência sensorial. Integrando arte e alta gastronomia, o hotel une o prestígio da história à modernidade de um centro de bem-estar e lazer completo de frente para o mar.

Coleção “Brincar de Bola”, da Muskinha, leva o universo do futebol para o décor infantil

Saiba mais em: https://www.nqq2050.niteroi.rj.gov.br

A Muskinha, marca de móveis e decoração infantil, apresenta sua nova coleção inspirada no universo do futebol e da Copa do Mundo 2026, com uma proposta que une esporte, infância e afeto em peças pensadas para transformar o quarto infantil em um espaço lúdico, acolhedor e cheio de personalidade.

Batizada de Brincar de Bola, a coleção traz o futebol de forma delicada, contemporânea e atemporal, indo além do universo esportivo tradicional para valorizar o brincar, o movimento e as memórias afetivas construídas na infância.

Inspirada por um dos momentos mais emblemáticos da cultura brasileira — quando o futebol atravessa gerações e se torna parte da rotina das famílias — a Muskinha desenvolveu três estampas exclusivas: Jogadores, “Futebolas” Coloridas e Bola Clássica. As artes aparecem em diferentes produtos da marca, combinando design, conforto e funcionalidade.

Para criar uma leitura mais sofisticada do tema, a coleção aposta em cores terrosas e nos tons característicos da Muskinha, traduzindo o clima da Copa de maneira mais moderna e aconchegante. O resultado são peças que acompanham o momento esportivo de 2026, mas permanecem atuais e versáteis ao longo do tempo.

A coleção inclui itens de enxoval, decoração e acessórios, entre eles: kit lençol com elástico, lençol de cima, capa de edredom, cestos organizadores, rolo protetor, almofadas, tapetes de algodão, tapete playmat nos formatos campo e bola, jogo americano e papéis de parede.

Com a coleção Brincar de Bola, a Muskinha reforça seu olhar para produtos que unem estética, conforto e infância de forma criativa, incentivando o esporte e o brincar desde os primeiros anos de vida.
https://www.muskinha.com.br/colecoes/brincar-de-bola/?mpage=2

Cozinhas pequenas e bem aproveitadas com mobiliário sob medid

Em cozinhas pequenas, cada centímetro precisa ser pensado com precisão e sensibilidade — e é no mobiliário sob medida e personalizado que o projeto de arquitetura e interiores encontra sua principal aliada. Mais do que organizar o espaço, o desenho de móveis, painéis, portas, prateleiras e nichos passa a estruturar o ambiente, define fluxos, integra funções e reduz interferências visuais. Bancadas bem exploradas, eletrodomésticos incorporados e volumes contínuos são estratégias que transformam limitações em soluções inteligentes

Nesse contexto, a boutique de móveis sob medida SCA Jardim Europa, com endereço em São Paulo e fábrica na Serra Gaúcha, atua em parceria com arquitetos e designer de interiores para desenvolver soluções que equilibram proporção, uso e linguagem estética. “Em espaços compactos, o mobiliário sob medida deixa de ser coadjuvante e passa a ser protagonista. É ele que organiza, integra e dá unidade ao ambiente”, destaca Karina Alonso, arquiteta e diretora da marca.

Continuidade visual amplia a cozinha

Em uma planta linear, a cozinha proposta pela arquiteta Pati Cillo se abre para a área social e abandona a lógica do ambiente isolado. A bancada, voltada para a sala, aproxima funções e reorganiza o uso cotidiano.
O painel contínuo elimina a fragmentação e alonga a percepção do espaço. Sem puxadores aparentes, o mobiliário sob medida da SCA Jardim Europa constrói uma superfície limpa, quase monolítica, que favorece a circulação e reduz ruídos visuais. Nichos pontuais introduzem ritmo e mantêm à mão os itens do dia a dia, enquanto os volumes fechados preservam a ordem.

A solução se completa com o equilíbrio entre áreas abertas e fechadas. Nichos acomodam itens de uso frequente, enquanto os armários ocultam eletrodomésticos e utensílios, mantendo o conjunto organizado. “Quando as soluções são bem resolvidas, elas não só organizam, mas definem como o espaço será percebido”, destaca Karina.

Bancada única concentra funções

Tudo se resolve em linha. No estúdio de 20 m², assinado pelos arquitetos Marcus Paffi e Renata Cipriano, do escritório Cipriano Paffi Arquitetura, a cozinha se estrutura a partir de uma única bancada, onde preparo e cocção se concentram sem dispersão.

O mobiliário da SCA Jardim Europa acompanha essa lógica com precisão. A ausência de puxadores e a disposição dos equipamentos na mesma parede evitam interferências e simplificam o uso. O nicho enquadra a área de trabalho e introduz profundidade ao conjunto — um gesto sutil que qualifica o espaço sem comprometer a clareza.

Torre Quente: Eletros organizados com alturas confortáveis e ergonômicas

Sem barreiras físicas, a cozinha assume papel central no projeto do arquiteto Fernando Mota. A marcenaria precisa, então, responder não só à função, mas também à linguagem do ambiente.

A torre quente concentra os equipamentos e libera a bancada, enquanto a continuidade da madeira conecta cozinha, estar e jantar. O resultado é um espaço coeso, onde a organização não se impõe — ela se dilui na arquitetura. “Quando os equipamentos se integram à marcenaria, o ambiente ganha clareza e fluidez”, observa Karina Alonso.

Tudo integrado, com visual clean

Nesta cobertura reformada pela designer de interiores Rose Diani, o desafio parte de uma limitação estrutural: com poucas possibilidades de intervenção na planta, a cozinha precisava ganhar mais funcionalidade sem ampliar significativamente sua área. A solução veio a partir de um gesto preciso — a criação de um volume que avança em direção à sala e reorganiza completamente o uso do espaço.

É nesse elemento que o mobiliário sob medida da SCA Jardim Europa assume papel central, em que a chamada “caixa” concentra a torre quente, reunindo fornos e eletrodomésticos em um único ponto e liberando as demais áreas da cozinha para preparo e circulação.

Várias funções unificadas

Neste estúdio de um chef, assinado pela arquiteta Denise Barretto, a cozinha deixa de ser um espaço isolado para assumir um papel ampliado. A proposta parte da integração de diferentes funções — churrasqueira, lavanderia e preparo dos alimentos — reunidas em uma única prumada, resolvida por meio da marcenaria.

Mais do que organizar, o mobiliário sob medida da SCA Jardim Europa atua como elemento estruturador do projeto. O desenho contínuo conecta equipamentos e superfícies, enquanto o acabamento que remete ao concreto reforça a unidade visual entre os diferentes usos. A ausência de puxadores mantém o conjunto limpo e direto, favorecendo o manuseio no dia a dia.

Alturas organizam funções

A variação de níveis orienta toda a configuração do mobiliário, estabelecendo uma hierarquia clara entre as funções no espaço compacto. No projeto da arquiteta Danielle Otsuka, à frente do escritório Lilutz Arquitetura, a bancada principal concentra a área molhada em um plano mais elevado, enquanto a continuidade do móvel se desdobra em uma superfície rebaixada, destinada a usos mais flexíveis.

Essa diferença de alturas delimita, de forma sutil, os setores de preparo, apoio e permanência, permitindo que atividades distintas coexistam sem a necessidade de divisões físicas. O trecho mais baixo assume caráter versátil, funcionando tanto como apoio para o bar quanto como estação de trabalho eventual, com a presença do computador e do pufe que pode ser facilmente acomodado sob a bancada.

Como desdobramento dessa organização, a composição ganha fluidez visual: a marcenaria superior, ao integrar eletros e abrir espaço para nichos com vegetação, equilibra o conjunto e contribui para uma leitura contínua do ambiente.

Sobre a SCA Jardim Europa

Com mais de uma década de experiência no segmento de luxo e de móveis sob medida, a arquiteta Karina Alonso e o administrador Fabio Alonso idealizaram um espaço nobre da marca SCA em São Paulo, a capital brasileira da decoração. A loja oferece soluções completas e exclusivas para mobiliar ambientes residenciais e corporativos com design e qualidade.

Praça Leoni Ramos, em São Domingos, será revitalizada

Saiba mais em: https://sites.niteroi.rj.gov.br/mes-da-mulher/

Obra integra conjunto de intervenções da Prefeitura na região central de Niterói

A Praça Leoni Ramos, mais conhecida como Cantareira, em São Domingos, passará por uma reforma que vai revitalizar o espaço, modernizar o sistema de iluminação e ampliar as condições de uso para a população. Conhecida por ser um tradicional ponto de encontro de jovens universitários, a praça receberá intervenções voltadas ao conforto, à segurança e à valorização do espaço urbano. A Empresa de Infraestrutura e Obras de Niterói (ION) publicará, nos próximos dias, o edital de licitação para contratação da empresa responsável pela execução das obras.

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, destacou a importância da intervenção para a cidade e para a dinâmica cultural da região.

“Estamos avançando na requalificação de toda a região do Centro, com investimentos que valorizam o espaço público e estimulam a convivência e a economia criativa. A reforma da Praça Leoni Ramos integra esse conjunto de intervenções, que já conta com a revitalização do histórico prédio da Estação Cantareira, que está sendo transformado em um Distrito de Economia Criativa e Inovação. A ideia é fortalecer a vocação cultural e universitária da região, criando espaços mais qualificados para moradores, estudantes e visitantes”, afirmou o prefeito.

De acordo com o projeto, estão previstas a demolição e a substituição dos pisos, com a implantação de pavimento drenante, além da remoção de pichações e da melhoria da iluminação do local. O plano contempla ainda novo paisagismo, com o plantio de espécies adequadas, e a instalação de mobiliário urbano renovado, como bancos e lixeiras.

O prazo para conclusão da obra será de até oito meses, contados a partir da emissão da ordem de início.

A intervenção integra um conjunto de obras realizadas pela ION na região central da cidade, entre as quais se destacam o restauro do Prédio da Cantareira, a construção da Arena Niterói no Parque Olímpico da Concha Acústica e a requalificação da Avenida Amaral Peixoto, da Rua da Conceição e de vias adjacentes.

Valorização da região – A Prefeitura de Niterói segue avançando na restauração do histórico prédio da Estação Cantareira, no mesmo bairro. O espaço, que já foi um dos pontos mais emblemáticos da cidade, está sendo transformado em um moderno Distrito de Economia Criativa e Inovação, reunindo startups, universidades, estúdios audiovisuais e um ambiente cultural multifuncional. Ao lado do prédio, será construído o Museu do Cinema Brasileiro, consolidando a vocação da região para a arte, a cultura e o conhecimento.

O projeto prevê a criação do primeiro distrito digital do Brasil. A nova Cantareira será um espaço de inovação, físico e virtual, que integrará a Universidade Federal Fluminense, estudantes, pesquisadores e o setor empresarial para impulsionar a economia do conhecimento, funcionando como um ambiente de conexão para novas ideias e soluções, com startups e data centers. A previsão de conclusão é ainda este ano. O projeto arquitetônico valoriza a preservação das linhas originais da antiga estação das barcas, aliando memória histórica e sustentabilidade.

Jardim descomplicado: paisagistas explicam como manter as espécies sempre bonitas e saudáveis

Ter um jardim em casa agrega inúmeros benefícios como bem-estar emocional, sensação de acolhimento e integração com o verde. Afinal, cultivar plantas, ou simplesmente viver próximo delas, funciona como uma verdadeira terapia. Mas a pergunta é: dá trabalho?

Os paisagistas Cleber e Arthur Depieri, do escritório Depieri Paisagismo, afirmam que é possível compor um jardim harmonioso e conciliar os cuidados com a rotina diária. Para isso, basta seguir algumas regras básicas e capazes de garantir a saúde e a evolução das espécies.

Rega e Irrigação

Em jardins extensos, como este realizado pelos paisagistas Cleber e Arthur Depieri, a rega regular é fundamental para preservar o frescor do gramado e a robustez das folhagens que compõem o paisagismo | Projeto: Depieri Paisagismo | Projeto de arquitetura: Denise Zuba Arquitetos | Foto: Clausem Bonifacio

Quando se fala em molhar as plantas, o período da manhã é a melhor escolha. Segundo os paisagistas, o solo ainda está fresco, a evaporação é menor e as espécies aproveitam melhor a água ao longo do dia. Caso não seja possível, outro momento favorável o final da tarde — desde que ocorra antes de anoitecer —, para evitar a umidade em excesso que favorece o desenvolvimento de fungos.

Quanto ao tipo, tanto a rega tradicional de mangueira quanto a irrigação automática funcionam bem, desde que a água alcance o solo de maneira uniforme e na quantidade adequada. Nesse ponto, porém, Cleber e Arthur ressaltam que os sistemas automáticos levam uma ligeira vantagem por garantirem regularidade, praticidade e melhor uso da água.

Mas como saber se o volume de água foi o suficiente? Para ter essa resposta, eles indicam que é preciso verificar a umidade do solo, que no cenário ideal precisa estar entre 5 e 10 cm de profundidade. “O excesso é prejudicial e é percebido pela formação de poças. Por outro lado, se a superfície secar rápido demais, esse é um indicativo que faltou água”, observam os profissionais do escritório com sede em Brasília.

Para jardins menores – ou para quem tem uma rotina mais constante na residência –, a tradicional rega de mangueira é suficiente. Já para quem possui jardins mais extensos, ou uma rotina muito corrida e fora de casa, a irrigação automática é uma excelente alternativa | Crédito da imagem: Pexels – Karola G.

Atenção: no Verão, o calor intensifica a evaporação, exigindo uma rega mais frequente. Já em épocas de chuvas, essa necessidade diminui, assim como no inverno, uma vez que o solo retém a umidade.

Poda e Manutenção

A necessidade de poda varia de acordo com a espécie, mas observar o comportamento e o crescimento da planta é o melhor segredo para mantê-la sempre viçosa. De acordo com Arthur, a manutenção ocorre pela retirada de galhos secos, crescimento desordenado ou falta de circulação de ar.

De maneira geral, muitas delas requerem podas leves a cada dois ou três meses, enquanto arbustos e árvores demandam a ativação, no máximo, entre uma ou duas vezes ao ano.

No jardim idealizado pelos paisagistas Cleber e Arthur Depieri, o parquinho é cercado por um encantador jardim, trazendo mais alegria para o espaço. Através dos cuidados certos, as espécies mantêm a beleza do local | Projeto: Depieri Paisagismo | Projeto de arquitetura: Denise Zuba Arquitetos | Fotos: Clausem Bonifacio

Segundo Cleber, a poda contribui para o crescimento e o fortalecimento, pois remove as partes velhas e direciona a energia da planta para novas brotações. No caso das flores, a remoção da estrutura que secou é ótima para estimular novos botões. “E, quando for cortar, preserve os ramos que carregam botões jovens”, recomenda o paisagista.

Para a perfeita cicatrização, os cortes devem ser limpos, inclinados e feitos com ferramentas amoladas. Em algumas situações, também vale aplicar selantes ou pastas cicatrizantes para evitar fungos e ajudar na cicatrização. Mas como a vida pede equilíbrio, os profissionais frisam que o excesso de cortes também pode estressar a planta.

A poda é essencial para o fortalecimento das espécies, uma vez que direciona a energia para novos brotos | Crédito das imagens: Freepik

Adubação

Assim como é preciso monitorar as espécies para definir o momento da poda, é fundamental ater-se aos sinais de que as plantas necessitam de adubação, como a presença de folhas amareladas, falta de brilho, crescimento lento e floração enfraquecida. Para recuperar o vigor da espécie, o ideal é trabalhar com um calendário fixo e adubar antes dos períodos de crescimento, como a primavera.

Em meio ao verde, em primeiro plano, é possível ver uma Alpinia Purpurata, na cor rosa, também conhecida como Gengibre Ornamental | Projeto: Depieri Paisagismo | Foto: Divulgação

A adubação deve ser feita de forma regular e o fertilizante deve ser espalhado ao redor da planta para a incorporação no solo”, ensina Cleber. Os próximos passos são a rega constante e a avaliação de uma nova rodada de aplicação que, em jardins domésticos, pode acontecer em um intervalo médio de 90 dias.

Com suas respectivas funções e vantagens, o adubo natural, proveniente de compostagem e húmus, melhora a estrutura do solo e oferece nutrientes de forma equilibrada. Já os industrializados são excelentes para corrigir deficiências nutricionais específicas.

Atenção: é mito que o excesso de adubo ajuda no crescimento das plantas, já que em demasia eles atraem pragas e promove o desbalanceamento do solo.

Philodendros e palmeiras dão o ar da graça nesta residência | Projeto: Depieri Paisagismo | Foto: Divulgação

O que fazer após o surgimento de pragas?

Verdadeiros terror de qualquer jardim, insetos como pulgões, cochonilhas, lagartas e moscas-brancas; ácaros (aracnídeos minúsculos); além de fungos como oídio e ferrugem são exemplos pragas que podem, literalmente, detonar um lindo espaço verde.

Os paisagistas pontuam que o surgimento é decorrente da falta de cuidados preventivos como um solo bem nutrido, rega correta, boa circulação de ar, luminosidade adequada e limpeza eficiente.

Para solucionar a infestação, os paisagistas indicam a remoção manual das partes infestadas e o uso de soluções naturais como o óleo mineral. Em casos graves, será preciso recorrer a inseticidas específicos — sempre com orientação de um profissional especializado.

As graciosas joaninhas ajudam a combater os pulgões / Crédito da imagem: Wirestock – Freepik

Insetos do bem: Mas nem tudo é problema, pois a natureza também oferece grandes aliados como joaninhas, louva-a-deus e vespas parasitoides que auxiliam no controle de alguns tipos de pragas. Somam-se a eles os polinizadores — como abelhas e borboletas — essenciais para manter o jardim equilibrado.

 

Depieri Paisagismo

Localizado em Brasília e com mais de 25 anos de experiência, o escritório Depieri Paisagismo se destaca no mercado nacional de projetos e execução de paisagismo. Sob a direção dos sócios Cleber Depieri e Arthur Depieri, a empresa conta com uma equipe dedicada de arquitetos e agrônomos. Seu maior compromisso é transformar espaços em verdadeiras obras de arte naturais, onde a harmonia, a beleza e a sustentabilidade se encontram.

Desde a concepção do projeto até a sua execução detalhada, sua equipe combina criatividade, conhecimento técnico e sensibilidade para criar ambientes que refletem a personalidade e as necessidades de cada cliente. A empresa atua em projetos de diversos portes, abrangendo desde jardins residenciais até grandes áreas corporativas, parques públicos e fazendas.

o escritório Depieri Paisagismo atende projetos em todo o território nacional, levando sua expertise em paisagismo para todas as regiões do país.

Serviço:

Depieri Paisagismo

Tel: (61) 3321-9802

Instagram: @depieripaisagismo

Site: www.depieripaisagismo.com

E-mail: depieri@depieripaisagismo.com

 

 

​Niterói ganha exposição na nova Italínea Resiliens

Arquitetos, artistas visuais e designers de interiores abrem showroom em Icaraí

Profissionais da arquitetura, designer e artes visuais foram convidados a criar e expor talentos no showroom “Inspira”, da nova loja Italínea Resiliens Icaraí.
Inaugurado no mês de aniversário de Niterói, o espaço tem três andares abertos à visitação, da adega no primeiro piso à varanda no rooftop.

A exposição tem espaços assinados pelos arquitetos Ricardo Raposo, Amanda Damasco, Ana Bazhuni, Adriano Neto, do Estúdio Ammi. E ainda das designers de interiores Ana Carolina Mendonça e Mariza Dias Guimarães além dos artistas visuais Rodrigo Saramago, Simone Ronzani, Claudia Galindo, Rudi Sgarbi e Romandini. Tudo interagindo com os móveis planejados da Italínea.

A inauguração da loja contou com demonstrações gastronômicas na própria cozinha em exposição, a cargo do chef Marcio Ferreira, do Sagrado Mar. Reunindo clientes, parceiros e os profissionais convidados, a tarde organizada pela Equipe Cacau Dias foi ao som dos violinos de Priscila e Ricardo Vidal.
A nova Italínea Resiliens está aberta para receber o público na Rua Lemos Cunha, 497, em Icaraí, quase esquina com a Av. Ari Parreiras.

 

Niterói encerra participação na Bienal de Arquitetura com lançamento de livro sobre Parque Orla

A Prefeitura de Niterói encerrou sua participação na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo com o lançamento, no último sábado (18), do livro “Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis – Natureza, inovação e justiça socioambiental”, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Ao longo de um mês, mais de 5 mil pessoas visitaram o estande do município, que apresentou o trabalho do Programa Região Sustentável (PRO Sustentável) e a cidade.

A Bienal de Arquitetura de São Paulo, que nesta edição abordou a temática “Arquiteturas para um Mundo Quente”, convidou Niterói para compartilhar sua experiência inovadora. O POP foi apresentado como “uma história real de transformação: a de um território urbano antes degradado, que está em processo de recuperação a partir de Soluções Baseadas na Natureza (SbN) e do envolvimento profundo da comunidade”.

“Muito feliz com o lançamento desse livro, porque um conhecimento como o que acumulamos na construção do POP precisa ser compartilhado. O Parque Orla é um grande orgulho de Niterói e abriu caminhos para nossos próximos passos, como a implantação do Parque Lagoa de Itaipu”, afirmou a vice-prefeita e secretária do Clima, Defesa Civil e Resiliência, Isabel Swan.

O estande de Niterói contou com maquetes interativas que demostravam o funcionamento de estruturas como os jardins filtrantes, além de apresentar a cidade aos visitantes.

“O POP é o maior projeto de SbN no país, e ele é tão grandioso porque, junto a ele, houve todo um trabalho de investimento nos bairros e comunidades do entorno, que foram beneficiados com obras de infraestrutura e melhorias. Atraiu muita atenção e foi bastante premiado, por isso acho importante registrarmos essa experiência em um livro”, destacou o ex-prefeito e consultor para temas ambientais e do clima de Niterói, Axel Grael.

O projeto integra o Programa Região Oceânica Sustentável (PRO Sustentável), que promove ações voltadas à recuperação de ecossistemas, ao enfrentamento das mudanças climáticas e à construção de uma cidade mais resiliente e sustentável.

 

Sofá colorido na sala de estar? A resposta é sim!

Sempre ancorada na harmonia dentro da paleta do projeto, a arquiteta Ana Rozenblit desmitifica o receio de investir em peças que fujam dos tradicionais bege e off white

Frutos de uma visão mais contemporânea da arquitetura de interiores, os sofás coloridos conquistaram lugar de protagonistas nos projetos. Embora a inserção de uma cor mais expressiva venha acompanhada pelo receio de enjoar, o resultado mostra que uma composição bem trabalhada tem tudo para dar certo.

“Os tons neutros sempre terão o seu lugar e a segurança da sua presença nos ambientes. Mas eu asseguro para os clientes que a ousadia de se arriscar em uma paleta diferente entrega uma vibe super gostosa”, pondera a arquiteta Ana Rosenblit, à frente do Spaço Interior.

Definidos para serem o ponto focal nos projetos, ela enumera que o verde e o azul são possibilidades para aqueles que desejam se arriscar ‘moderadamente’. “A cor imprime identidade ao ambiente. O sofá, por ser uma peça de destaque, é perfeito para assumir esse papel”, pontua.

Confira algumas das aplicações de sofás coloridos nos projetos da Spaço Interior:

Verde

Perfeito para todos os estilo decorativos, a Ana argumenta que o verde é atemporal. “É uma cor que marcou época e segue perene”, diz. Ademais, é versátil por combinar facilmente com a paleta do ambiente e trazer a identificação como um dos tons mais presentes na natureza.

Azul

Ele não passa despercebido, realça o décor do ambiente, adere a proposta de transmitir leveza, por se tratar de uma cor fria, e as boas sensações de serenidade e paz. Para a profissional, também é uma boa alternativa para colorir o sofá em uma proposição mais delicada – mas não menos expressiva.

Vinho

Marcante define a presença do marsala, que na história da arquitetura fez presença como uma cor ligada à aristocracia. Entretanto, os tempos mudaram: os tons de vinhos seguem eternos nos projetos, mas como uma pegada moderna. “Ela vai muito bem nos sofás”, reitera Ana.

Terracota

Se o terracota causava surpresa por emular a cor de terra nos ambientes, isso não acontece mais. O fascínio acontece de outra maneira: o bem-estar e a conexão que as cores naturais desempenham em cada um de nós.

Laranja

‘Parente’ do terracota, só de bater o olho o sofá laranja entrega seu vigor. E não é para menos: a cor traz jovialidade e o entusiasmo que estimula as pessoas – principalmente quando está presente na decoração de interiores. Para usá-la com êxito, a profissional indica a combinação com bases neutras que propiciem harmonia visual.

Rosa

A arquiteta diz que o sofá rosa surpreende pelo arranjo que entrega no espaço, especialmente quando escolhido para o sofá. A cor, comumente associada ao romantismo, também desempenha elegância e tanto ser conciliada dentro de uma paleta mais discreta, como mesclada com outros tons.

Sobre a Spaço Interior

Presente há mais de duas décadas no mercado de arquitetura e decoração, a Spaço Interior Arquitetura tem no comando a arquiteta Ana Rozenblit. O escritório realiza dezenas de projetos por ano, que vão desde pequenas reformas até casas completas. As maiores inspirações da arquiteta vêm dos desafios propostos em cada obra. Sempre atenta às novidades do mercado e às necessidades do cliente, desenvolve soluções criativas e inusitadas para imóveis dos mais variados tamanhos.

 

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