Saiba mais em: https://www.nqq2050.niteroi.rj.gov.br
A Muskinha, marca de móveis e decoração infantil, apresenta sua nova coleção inspirada no universo do futebol e da Copa do Mundo 2026, com uma proposta que une esporte, infância e afeto em peças pensadas para transformar o quarto infantil em um espaço lúdico, acolhedor e cheio de personalidade.
Batizada de Brincar de Bola, a coleção traz o futebol de forma delicada, contemporânea e atemporal, indo além do universo esportivo tradicional para valorizar o brincar, o movimento e as memórias afetivas construídas na infância.
Inspirada por um dos momentos mais emblemáticos da cultura brasileira — quando o futebol atravessa gerações e se torna parte da rotina das famílias — a Muskinha desenvolveu três estampas exclusivas: Jogadores, “Futebolas” Coloridas e Bola Clássica. As artes aparecem em diferentes produtos da marca, combinando design, conforto e funcionalidade.
Para criar uma leitura mais sofisticada do tema, a coleção aposta em cores terrosas e nos tons característicos da Muskinha, traduzindo o clima da Copa de maneira mais moderna e aconchegante. O resultado são peças que acompanham o momento esportivo de 2026, mas permanecem atuais e versáteis ao longo do tempo.
A coleção inclui itens de enxoval, decoração e acessórios, entre eles: kit lençol com elástico, lençol de cima, capa de edredom, cestos organizadores, rolo protetor, almofadas, tapetes de algodão, tapete playmat nos formatos campo e bola, jogo americano e papéis de parede.
Com a coleção Brincar de Bola, a Muskinha reforça seu olhar para produtos que unem estética, conforto e infância de forma criativa, incentivando o esporte e o brincar desde os primeiros anos de vida. https://www.muskinha.com.br/colecoes/brincar-de-bola/?mpage=2
Em cozinhas pequenas, cada centímetro precisa ser pensado com precisão e sensibilidade — e é no mobiliário sob medida e personalizado que o projeto de arquitetura e interiores encontra sua principal aliada. Mais do que organizar o espaço, o desenho de móveis, painéis, portas, prateleiras e nichos passa a estruturar o ambiente, define fluxos, integra funções e reduz interferências visuais. Bancadas bem exploradas, eletrodomésticos incorporados e volumes contínuos são estratégias que transformam limitações em soluções inteligentes
Nesse contexto, a boutique de móveis sob medida SCA Jardim Europa, com endereço em São Paulo e fábrica na Serra Gaúcha, atua em parceria com arquitetos e designer de interiores para desenvolver soluções que equilibram proporção, uso e linguagem estética. “Em espaços compactos, o mobiliário sob medida deixa de ser coadjuvante e passa a ser protagonista. É ele que organiza, integra e dá unidade ao ambiente”, destaca Karina Alonso, arquiteta e diretora da marca.
Continuidade visual amplia a cozinha
Em uma planta linear, a cozinha proposta pela arquiteta Pati Cillo se abre para a área social e abandona a lógica do ambiente isolado. A bancada, voltada para a sala, aproxima funções e reorganiza o uso cotidiano.
O painel contínuo elimina a fragmentação e alonga a percepção do espaço. Sem puxadores aparentes, o mobiliário sob medida da SCA Jardim Europa constrói uma superfície limpa, quase monolítica, que favorece a circulação e reduz ruídos visuais. Nichos pontuais introduzem ritmo e mantêm à mão os itens do dia a dia, enquanto os volumes fechados preservam a ordem.
A solução se completa com o equilíbrio entre áreas abertas e fechadas. Nichos acomodam itens de uso frequente, enquanto os armários ocultam eletrodomésticos e utensílios, mantendo o conjunto organizado. “Quando as soluções são bem resolvidas, elas não só organizam, mas definem como o espaço será percebido”, destaca Karina.
Bancada única concentra funções
Tudo se resolve em linha. No estúdio de 20 m², assinado pelos arquitetos Marcus Paffi e Renata Cipriano, do escritório Cipriano Paffi Arquitetura, a cozinha se estrutura a partir de uma única bancada, onde preparo e cocção se concentram sem dispersão.
O mobiliário da SCA Jardim Europa acompanha essa lógica com precisão. A ausência de puxadores e a disposição dos equipamentos na mesma parede evitam interferências e simplificam o uso. O nicho enquadra a área de trabalho e introduz profundidade ao conjunto — um gesto sutil que qualifica o espaço sem comprometer a clareza.
Torre Quente: Eletros organizados com alturas confortáveis e ergonômicas
Sem barreiras físicas, a cozinha assume papel central no projeto do arquiteto Fernando Mota. A marcenaria precisa, então, responder não só à função, mas também à linguagem do ambiente.
A torre quente concentra os equipamentos e libera a bancada, enquanto a continuidade da madeira conecta cozinha, estar e jantar. O resultado é um espaço coeso, onde a organização não se impõe — ela se dilui na arquitetura. “Quando os equipamentos se integram à marcenaria, o ambiente ganha clareza e fluidez”, observa Karina Alonso.
Tudo integrado, com visual clean
Nesta cobertura reformada pela designer de interiores Rose Diani, o desafio parte de uma limitação estrutural: com poucas possibilidades de intervenção na planta, a cozinha precisava ganhar mais funcionalidade sem ampliar significativamente sua área. A solução veio a partir de um gesto preciso — a criação de um volume que avança em direção à sala e reorganiza completamente o uso do espaço.
É nesse elemento que o mobiliário sob medida da SCA Jardim Europa assume papel central, em que a chamada “caixa” concentra a torre quente, reunindo fornos e eletrodomésticos em um único ponto e liberando as demais áreas da cozinha para preparo e circulação.
Várias funções unificadas
Neste estúdio de um chef, assinado pela arquiteta Denise Barretto, a cozinha deixa de ser um espaço isolado para assumir um papel ampliado. A proposta parte da integração de diferentes funções — churrasqueira, lavanderia e preparo dos alimentos — reunidas em uma única prumada, resolvida por meio da marcenaria.
Mais do que organizar, o mobiliário sob medida da SCA Jardim Europa atua como elemento estruturador do projeto. O desenho contínuo conecta equipamentos e superfícies, enquanto o acabamento que remete ao concreto reforça a unidade visual entre os diferentes usos. A ausência de puxadores mantém o conjunto limpo e direto, favorecendo o manuseio no dia a dia.
Alturas organizam funções
A variação de níveis orienta toda a configuração do mobiliário, estabelecendo uma hierarquia clara entre as funções no espaço compacto. No projeto da arquiteta Danielle Otsuka, à frente do escritório Lilutz Arquitetura, a bancada principal concentra a área molhada em um plano mais elevado, enquanto a continuidade do móvel se desdobra em uma superfície rebaixada, destinada a usos mais flexíveis.
Essa diferença de alturas delimita, de forma sutil, os setores de preparo, apoio e permanência, permitindo que atividades distintas coexistam sem a necessidade de divisões físicas. O trecho mais baixo assume caráter versátil, funcionando tanto como apoio para o bar quanto como estação de trabalho eventual, com a presença do computador e do pufe que pode ser facilmente acomodado sob a bancada.
Como desdobramento dessa organização, a composição ganha fluidez visual: a marcenaria superior, ao integrar eletros e abrir espaço para nichos com vegetação, equilibra o conjunto e contribui para uma leitura contínua do ambiente.
Sobre a SCA Jardim Europa
Com mais de uma década de experiência no segmento de luxo e de móveis sob medida, a arquiteta Karina Alonso e o administrador Fabio Alonso idealizaram um espaço nobre da marca SCA em São Paulo, a capital brasileira da decoração. A loja oferece soluções completas e exclusivas para mobiliar ambientes residenciais e corporativos com design e qualidade.
Saiba mais em: https://sites.niteroi.rj.gov.br/mes-da-mulher/
Obra integra conjunto de intervenções da Prefeitura na região central de Niterói
A Praça Leoni Ramos, mais conhecida como Cantareira, em São Domingos, passará por uma reforma que vai revitalizar o espaço, modernizar o sistema de iluminação e ampliar as condições de uso para a população. Conhecida por ser um tradicional ponto de encontro de jovens universitários, a praça receberá intervenções voltadas ao conforto, à segurança e à valorização do espaço urbano. A Empresa de Infraestrutura e Obras de Niterói (ION) publicará, nos próximos dias, o edital de licitação para contratação da empresa responsável pela execução das obras.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, destacou a importância da intervenção para a cidade e para a dinâmica cultural da região.
“Estamos avançando na requalificação de toda a região do Centro, com investimentos que valorizam o espaço público e estimulam a convivência e a economia criativa. A reforma da Praça Leoni Ramos integra esse conjunto de intervenções, que já conta com a revitalização do histórico prédio da Estação Cantareira, que está sendo transformado em um Distrito de Economia Criativa e Inovação. A ideia é fortalecer a vocação cultural e universitária da região, criando espaços mais qualificados para moradores, estudantes e visitantes”, afirmou o prefeito.
De acordo com o projeto, estão previstas a demolição e a substituição dos pisos, com a implantação de pavimento drenante, além da remoção de pichações e da melhoria da iluminação do local. O plano contempla ainda novo paisagismo, com o plantio de espécies adequadas, e a instalação de mobiliário urbano renovado, como bancos e lixeiras.
O prazo para conclusão da obra será de até oito meses, contados a partir da emissão da ordem de início.
A intervenção integra um conjunto de obras realizadas pela ION na região central da cidade, entre as quais se destacam o restauro do Prédio da Cantareira, a construção da Arena Niterói no Parque Olímpico da Concha Acústica e a requalificação da Avenida Amaral Peixoto, da Rua da Conceição e de vias adjacentes.
Valorização da região – A Prefeitura de Niterói segue avançando na restauração do histórico prédio da Estação Cantareira, no mesmo bairro. O espaço, que já foi um dos pontos mais emblemáticos da cidade, está sendo transformado em um moderno Distrito de Economia Criativa e Inovação, reunindo startups, universidades, estúdios audiovisuais e um ambiente cultural multifuncional. Ao lado do prédio, será construído o Museu do Cinema Brasileiro, consolidando a vocação da região para a arte, a cultura e o conhecimento.
O projeto prevê a criação do primeiro distrito digital do Brasil. A nova Cantareira será um espaço de inovação, físico e virtual, que integrará a Universidade Federal Fluminense, estudantes, pesquisadores e o setor empresarial para impulsionar a economia do conhecimento, funcionando como um ambiente de conexão para novas ideias e soluções, com startups e data centers. A previsão de conclusão é ainda este ano. O projeto arquitetônico valoriza a preservação das linhas originais da antiga estação das barcas, aliando memória histórica e sustentabilidade.
Ter um jardim em casa agrega inúmeros benefícios como bem-estar emocional, sensação de acolhimento e integração com o verde. Afinal, cultivar plantas, ou simplesmente viver próximo delas, funciona como uma verdadeira terapia. Mas a pergunta é: dá trabalho?
Os paisagistas Cleber e Arthur Depieri, do escritório Depieri Paisagismo, afirmam que é possível compor um jardim harmonioso e conciliar os cuidados com a rotina diária. Para isso, basta seguir algumas regras básicas e capazes de garantir a saúde e a evolução das espécies.
Rega e Irrigação
Em jardins extensos, como este realizado pelos paisagistas Cleber e Arthur Depieri, a rega regular é fundamental para preservar o frescor do gramado e a robustez das folhagens que compõem o paisagismo | Projeto: Depieri Paisagismo | Projeto de arquitetura: Denise Zuba Arquitetos | Foto: Clausem Bonifacio
Quando se fala em molhar as plantas, o período da manhã é a melhor escolha. Segundo os paisagistas, o solo ainda está fresco, a evaporação é menor e as espécies aproveitam melhor a água ao longo do dia. Caso não seja possível, outro momento favorável o final da tarde — desde que ocorra antes de anoitecer —, para evitar a umidade em excesso que favorece o desenvolvimento de fungos.
Quanto ao tipo, tanto a rega tradicional de mangueira quanto a irrigação automática funcionam bem, desde que a água alcance o solo de maneira uniforme e na quantidade adequada. Nesse ponto, porém, Cleber e Arthur ressaltam que os sistemas automáticos levam uma ligeira vantagem por garantirem regularidade, praticidade e melhor uso da água.
Mas como saber se o volume de água foi o suficiente? Para ter essa resposta, eles indicam que é preciso verificar a umidade do solo, que no cenário ideal precisa estar entre 5 e 10 cm de profundidade. “O excesso é prejudicial e é percebido pela formação de poças. Por outro lado, se a superfície secar rápido demais, esse é um indicativo que faltou água”, observam os profissionais do escritório com sede em Brasília.
Para jardins menores – ou para quem tem uma rotina mais constante na residência –, a tradicional rega de mangueira é suficiente. Já para quem possui jardins mais extensos, ou uma rotina muito corrida e fora de casa, a irrigação automática é uma excelente alternativa | Crédito da imagem: Pexels – Karola G.
Atenção: no Verão, o calor intensifica a evaporação, exigindo uma rega mais frequente. Já em épocas de chuvas, essa necessidade diminui, assim como no inverno, uma vez que o solo retém a umidade.
Poda e Manutenção
A necessidade de poda varia de acordo com a espécie, mas observar o comportamento e o crescimento da planta é o melhor segredo para mantê-la sempre viçosa. De acordo com Arthur, a manutenção ocorre pela retirada de galhos secos, crescimento desordenado ou falta de circulação de ar.
De maneira geral, muitas delas requerem podas leves a cada dois ou três meses, enquanto arbustos e árvores demandam a ativação, no máximo, entre uma ou duas vezes ao ano.
No jardim idealizado pelos paisagistas Cleber e Arthur Depieri, o parquinho é cercado por um encantador jardim, trazendo mais alegria para o espaço. Através dos cuidados certos, as espécies mantêm a beleza do local | Projeto: Depieri Paisagismo | Projeto de arquitetura: Denise Zuba Arquitetos | Fotos: Clausem Bonifacio
Segundo Cleber, a poda contribui para o crescimento e o fortalecimento, pois remove as partes velhas e direciona a energia da planta para novas brotações. No caso das flores, a remoção da estrutura que secou é ótima para estimular novos botões. “E, quando for cortar, preserve os ramos que carregam botões jovens”, recomenda o paisagista.
Para a perfeita cicatrização, os cortes devem ser limpos, inclinados e feitos com ferramentas amoladas. Em algumas situações, também vale aplicar selantes ou pastas cicatrizantes para evitar fungos e ajudar na cicatrização. Mas como a vida pede equilíbrio, os profissionais frisam que o excesso de cortes também pode estressar a planta.
A poda é essencial para o fortalecimento das espécies, uma vez que direciona a energia para novos brotos | Crédito das imagens: Freepik
Adubação
Assim como é preciso monitorar as espécies para definir o momento da poda, é fundamental ater-se aos sinais de que as plantas necessitam de adubação, como a presença de folhas amareladas, falta de brilho, crescimento lento e floração enfraquecida. Para recuperar o vigor da espécie, o ideal é trabalhar com um calendário fixo e adubar antes dos períodos de crescimento, como a primavera.
Em meio ao verde, em primeiro plano, é possível ver uma Alpinia Purpurata, na cor rosa, também conhecida como Gengibre Ornamental | Projeto: Depieri Paisagismo | Foto: Divulgação
“A adubação deve ser feita de forma regular e o fertilizante deve ser espalhado ao redor da planta para a incorporação no solo”, ensina Cleber.Os próximos passos são a rega constante e a avaliação de uma nova rodada de aplicação que, em jardins domésticos, pode acontecer em um intervalo médio de 90 dias.
Com suas respectivas funções e vantagens, o adubo natural, proveniente de compostagem e húmus, melhora a estrutura do solo e oferece nutrientes de forma equilibrada. Já os industrializados são excelentes para corrigir deficiências nutricionais específicas.
Atenção: é mito que o excesso de adubo ajuda no crescimento das plantas, já que em demasia eles atraem pragas e promove o desbalanceamento do solo.
Philodendros e palmeiras dão o ar da graça nesta residência | Projeto: Depieri Paisagismo | Foto: Divulgação
O que fazer após o surgimento de pragas?
Verdadeiros terror de qualquer jardim, insetos como pulgões, cochonilhas, lagartas e moscas-brancas; ácaros (aracnídeos minúsculos); além de fungos como oídio e ferrugem são exemplos pragas que podem, literalmente, detonar um lindo espaço verde.
Os paisagistas pontuam que o surgimento é decorrente da falta de cuidados preventivos como um solo bem nutrido, rega correta, boa circulação de ar, luminosidade adequada e limpeza eficiente.
Para solucionar a infestação, os paisagistas indicam a remoção manual das partes infestadas e o uso de soluções naturais como o óleo mineral. Em casos graves, será preciso recorrer a inseticidas específicos — sempre com orientação de um profissional especializado.
As graciosas joaninhas ajudam a combater os pulgões / Crédito da imagem: Wirestock – Freepik
Insetos do bem: Mas nem tudo é problema, pois a natureza também oferece grandes aliados como joaninhas, louva-a-deus e vespas parasitoides que auxiliam no controle de alguns tipos de pragas. Somam-se a eles os polinizadores — como abelhas e borboletas — essenciais para manter o jardim equilibrado.
Depieri Paisagismo
Localizado em Brasília e com mais de 25 anos de experiência, o escritório Depieri Paisagismo se destaca no mercado nacional de projetos e execução de paisagismo. Sob a direção dos sócios Cleber Depieri e Arthur Depieri, a empresa conta com uma equipe dedicada de arquitetos e agrônomos. Seu maior compromisso é transformar espaços em verdadeiras obras de arte naturais, onde a harmonia, a beleza e a sustentabilidade se encontram.
Desde a concepção do projeto até a sua execução detalhada, sua equipe combina criatividade, conhecimento técnico e sensibilidade para criar ambientes que refletem a personalidade e as necessidades de cada cliente. A empresa atua em projetos de diversos portes, abrangendo desde jardins residenciais até grandes áreas corporativas, parques públicos e fazendas.
o escritório Depieri Paisagismo atende projetos em todo o território nacional, levando sua expertise em paisagismo para todas as regiões do país.
Arquitetos, artistas visuais e designers de interiores abrem showroom em Icaraí
Profissionais da arquitetura, designer e artes visuais foram convidados a criar e expor talentos no showroom “Inspira”, da nova loja Italínea Resiliens Icaraí.
Inaugurado no mês de aniversário de Niterói, o espaço tem três andares abertos à visitação, da adega no primeiro piso à varanda no rooftop.
A exposição tem espaços assinados pelos arquitetos Ricardo Raposo, Amanda Damasco, Ana Bazhuni, Adriano Neto, do Estúdio Ammi. E ainda das designers de interiores Ana Carolina Mendonça e Mariza Dias Guimarães além dos artistas visuais Rodrigo Saramago, Simone Ronzani, Claudia Galindo, Rudi Sgarbi e Romandini. Tudo interagindo com os móveis planejados da Italínea.
A inauguração da loja contou com demonstrações gastronômicas na própria cozinha em exposição, a cargo do chef Marcio Ferreira, do Sagrado Mar. Reunindo clientes, parceiros e os profissionais convidados, a tarde organizada pela Equipe Cacau Dias foi ao som dos violinos de Priscila e Ricardo Vidal.
A nova Italínea Resiliens está aberta para receber o público na Rua Lemos Cunha, 497, em Icaraí, quase esquina com a Av. Ari Parreiras.
A Prefeitura de Niterói encerrou sua participação na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo com o lançamento, no último sábado (18), do livro “Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis – Natureza, inovação e justiça socioambiental”, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Ao longo de um mês, mais de 5 mil pessoas visitaram o estande do município, que apresentou o trabalho do Programa Região Sustentável (PRO Sustentável) e a cidade.
A Bienal de Arquitetura de São Paulo, que nesta edição abordou a temática “Arquiteturas para um Mundo Quente”, convidou Niterói para compartilhar sua experiência inovadora. O POP foi apresentado como “uma história real de transformação: a de um território urbano antes degradado, que está em processo de recuperação a partir de Soluções Baseadas na Natureza (SbN) e do envolvimento profundo da comunidade”.
“Muito feliz com o lançamento desse livro, porque um conhecimento como o que acumulamos na construção do POP precisa ser compartilhado. O Parque Orla é um grande orgulho de Niterói e abriu caminhos para nossos próximos passos, como a implantação do Parque Lagoa de Itaipu”, afirmou a vice-prefeita e secretária do Clima, Defesa Civil e Resiliência, Isabel Swan.
O estande de Niterói contou com maquetes interativas que demostravam o funcionamento de estruturas como os jardins filtrantes, além de apresentar a cidade aos visitantes.
“O POP é o maior projeto de SbN no país, e ele é tão grandioso porque, junto a ele, houve todo um trabalho de investimento nos bairros e comunidades do entorno, que foram beneficiados com obras de infraestrutura e melhorias. Atraiu muita atenção e foi bastante premiado, por isso acho importante registrarmos essa experiência em um livro”, destacou o ex-prefeito e consultor para temas ambientais e do clima de Niterói, Axel Grael.
O projeto integra o Programa Região Oceânica Sustentável (PRO Sustentável), que promove ações voltadas à recuperação de ecossistemas, ao enfrentamento das mudanças climáticas e à construção de uma cidade mais resiliente e sustentável.
Sempre ancorada na harmonia dentro da paleta do projeto, a arquiteta Ana Rozenblit desmitifica o receio de investir em peças que fujam dos tradicionais bege e off white
Frutos de uma visão mais contemporânea da arquitetura de interiores, os sofás coloridos conquistaram lugar de protagonistas nos projetos. Embora a inserção de uma cor mais expressiva venha acompanhada pelo receio de enjoar, o resultado mostra que uma composição bem trabalhada tem tudo para dar certo.
“Os tons neutros sempre terão o seu lugar e a segurança da sua presença nos ambientes. Mas eu asseguro para os clientes que a ousadia de se arriscar em uma paleta diferente entrega uma vibe super gostosa”, pondera a arquiteta Ana Rosenblit, à frente do Spaço Interior.
Definidos para serem o ponto focal nos projetos, ela enumera que o verde e o azul são possibilidades para aqueles que desejam se arriscar ‘moderadamente’. “A cor imprime identidade ao ambiente. O sofá, por ser uma peça de destaque, é perfeito para assumir esse papel”, pontua.
Confira algumas das aplicações de sofás coloridos nos projetos da Spaço Interior:
Verde
Perfeito para todos os estilo decorativos, a Ana argumenta que o verde é atemporal. “É uma cor que marcou época e segue perene”, diz. Ademais, é versátil por combinar facilmente com a paleta do ambiente e trazer a identificação como um dos tons mais presentes na natureza.
Azul
Ele não passa despercebido, realça o décor do ambiente, adere a proposta de transmitir leveza, por se tratar de uma cor fria, e as boas sensações de serenidade e paz. Para a profissional, também é uma boa alternativa para colorir o sofá em uma proposição mais delicada – mas não menos expressiva.
Vinho
Marcante define a presença do marsala, que na história da arquitetura fez presença como uma cor ligada à aristocracia. Entretanto, os tempos mudaram: os tons de vinhos seguem eternos nos projetos, mas como uma pegada moderna. “Ela vai muito bem nos sofás”, reitera Ana.
Terracota
Se o terracota causava surpresa por emular a cor de terra nos ambientes, isso não acontece mais. O fascínio acontece de outra maneira: o bem-estar e a conexão que as cores naturais desempenham em cada um de nós.
Laranja
‘Parente’ do terracota, só de bater o olho o sofá laranja entrega seu vigor. E não é para menos: a cor traz jovialidade e o entusiasmo que estimula as pessoas – principalmente quando está presente na decoração de interiores. Para usá-la com êxito, a profissional indica a combinação com bases neutras que propiciem harmonia visual.
Rosa
A arquiteta diz que o sofá rosa surpreende pelo arranjo que entrega no espaço, especialmente quando escolhido para o sofá. A cor, comumente associada ao romantismo, também desempenha elegância e tanto ser conciliada dentro de uma paleta mais discreta, como mesclada com outros tons.
Sobre a Spaço Interior
Presente há mais de duas décadas no mercado de arquitetura e decoração, a Spaço Interior Arquitetura tem no comando a arquiteta Ana Rozenblit. O escritório realiza dezenas de projetos por ano, que vão desde pequenas reformas até casas completas. As maiores inspirações da arquiteta vêm dos desafios propostos em cada obra. Sempre atenta às novidades do mercado e às necessidades do cliente, desenvolve soluções criativas e inusitadas para imóveis dos mais variados tamanhos.
www.spacointerior.com.br
@spacointerior
Av. Rouxinol, 84 Cj. 51 – Moema, São Paulo – SP / (11) 98753-4033 (WhatsApp)
Ecos Tiradentes, que une fotografias e desenhos da dupla, acontecerá na cidade mineira e será uma das atrações da Casa Coral
De uma conversa informal pelo Instagram surgiu a ideia de criarem uma parceria juntos. Assim, despretensiosamente, começou a ganhar forma o primeiro trabalho da fotógrafa especializada em arquitetura e artista, Mariana Orsi, com o arquiteto e artista plástico José Ricardo Basiches. O resultado foi a união entre as artes e as paixões de ambos, que correlacionam seus olhares diante de uma paisagem local repleta de memórias e histórias.
Essa aguardada estreia acontecerá de 16 a 19 de outubro, na 9ª Edição da Semana Criativa de Tiradentes, com a exposição Ecos Tiradentes, desenvolvida especialmente para integrar a programação da Casa Coral, idealizada pela marca de tintas decorativas da AkzoNobel, que esse ano é patrocinadora master do evento. Na primeira ação empreendida pelos dois, a inspiração não poderia ser diferente: trará o registro de cenas da histórica cidade mineira que mantém viva o esplendor do seu conjunto arquitetônico colonial datado do século XVIII. Fachadas e detalhes de Tiradentes registrados por Mariana ecoam nos traços livres de Basiches, criando obras que ora se sobrepõem, ora se complementam.
Para começar, Mariana viajou à Tiradentes e trouxe em seu cartão de memória inúmeras fotos clicadas em suas caminhadas pelas ruas com calçamento de pedra e que parecem transportar quem caminha por lá para outra época. Acostumada a ver a paisagem por meio das lentes de sua câmera, ela, que também é arquiteta e urbanista, relata que fotografar as fachadas e os detalhes arquitetônicos flui quase que como uma viagem ao tempo.
“Já estive em Tiradentes algumas vezes e, obviamente, sempre admirei a arquitetura que nos transporta para outra época. Dessa vez, passar alguns dias na cidade buscando ângulos diferentes para essa exposição me trouxe também outro olhar sobre as casas e a vivência das pessoas na cidade. Me fez investigar mais os edifícios, os detalhes arquitetônicos de cada um, pensando sempre nos desenhos que o Basiches produziria através de cada clique que eu fiz.” compartilha Mariana Orsi sobre a primeira parte do trabalho.
Retornando a São Paulo, iniciou-se o momento de Basiches imprimir seus traços a partir das fotografias. Junto com a arquitetura, que revela a arte e o modo de viver da época, o público poderá comparar, lado a lado, a fotografia de Mariana e os desenhos que levou o consagrado arquiteto ao reconhecimento também como artista.
Igreja Matriz de Santo Antônio, considerada uma obra-prima do barroco mineiro e a mais antiga de Tiradentes: à esquerda, a foto realizada por Mariana Orsi e, à direita, o desenho realizado por José Ricardo Basiches. Essa é uma das obras que compõem a exposição Ecos Tiradentes
“Tenho uma forte inclinação a desenhar fotos que me despertam algo, uma sensação que não consigo definir com precisão. Meu olhar sempre busca reproduzir as fotos por meio do desenho, quase que sobrepondo o traço à imagem original”, afirma o arquiteto e artista que, em sua maneira, revelou sua perspectiva e interpretação diante da beleza clássica e preservada de Tiradentes.
Como principal desafio, Basiches ressalta o nível de detalhamento da arquitetura neoclássica e barroca que compõe a cidade. Entretanto, ele se permitiu exteriorizar sua técnica pessoal de ‘rabiscar’ sobre a foto. “Essa foi a maneira como interpretei a combinação entre o colorido, os brilhos e os detalhes tão ricos das fotos feitas por Mariana para retratá-las com um olhar semelhante, porém de uma forma mais livre”, refere-se sobre o processo de desenhar.
Após apreciar as leituras da fotógrafa e do artista plástico sobre Tiradentes, será possível adquiri-las através de uma tiragem exclusiva de fine art realizada por eles.
Sobre a Semana Criativa de Tiradentes 2025
Casa Coral
Data: 16 a 19 de setembro
Local: Villa Chafariz. R. do Chafariz, 6. Tiradentes.
Horário: 9h às 19h
Sobre Mariana Orsi
Mariana Orsi é fotógrafa especializada em arquitetura e cidades e idealizadora do ClickAPé, Clube de Fotografia que promove passeios fotográficos gratuitos pela cidade que, desde 2015, já recebeu quase de 9 mil pessoas em quase 40 passeios. Arquiteta e urbanista, com pós-graduação em Arquitetura Contemporânea.
Seu trabalho fotográfico autoral é voltado para a relação do homem com a cidade, reunindo cliques nas principais capitais do mundo. Seus ensaios estão nos principais veículos nacionais e internacionais da mídia especializada, como Architectural Digest, Urbana, Estadão, Folha de São Paulo, Casa Vogue, Casa e Jardim, Casa Cláudia e Arquitetura & Construção, entre outros. Em paralelo, também realiza workshops de fotografia de arquitetura em todo o Brasil.
Instagram: @marianaorsifotografia
Sobre José Ricardo Basiches
Arquiteto e artista visual, José Ricardo Basiches é Sócio fundador da Basiches Arquitetos, com inúmeros projetos conceituados, elaborados, produzidos e premiados no Brasil e no exterior, vencedor do Architizer Awards, entre muitos outros prêmios. Com seu conhecimento teórico, no domínio e controle do traço, dedica-se a criar conceitos arquitetônicos que encorajam tanto a vontade de viver como o sonho e as boas sensações. Na arte, tudo é inspiração e qualquer superfície ganha vida através dos seus desenhos.
Instagram: @basiches
Sobre a AkzoNobel
Desde 1792, fornecemos tintas e revestimentos inovadores que ajudam a levar cor para a vida das pessoas e a proteger o que mais importa. Nosso portfólio de marcas de classe global, incluindo Coral, International, Sikkens e Interpon tem a confiança de clientes em todo o mundo. Estamos presentes em mais de 150 países, onde utilizamos nossa experiência para melhorar a vida cotidiana – porque acreditamos que cada superfície representa uma oportunidade. É o que se espera de uma empresa de tintas e revestimentos pioneira e de longa trajetória que se dedica a proporcionar soluções mais sustentáveis e a preservar o que temos de melhor hoje, ao mesmo tempo em que cria um amanhã ainda melhor. Vamos pintar o futuro juntos.
Empresa transforma a narrativa esportiva em impacto sensorial com soluções de LED inovadoras, tecnologias inéditas no Brasil e design integrado à emoção
O Museu Olímpico do Rio de Janeiro foi inaugurado recentemente, no Velódromo do Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca. O espaço é dedicado aos jogos de 2016 e reúne exposições imersivas e objetos históricos.
Com o objetivo de tornar a experiência ainda melhor, a THE LED, maior empresa de soluções em painéis de LED da América Latina, foi convidada para executar o projeto de LED do Museu, entregando soluções tecnológicas e um design de alto impacto para o espaço.
A instalação conta com mais de 230m² em painéis de LED de última geração, aplicados em formatos variados e soluções de alta complexidade. Entre os destaques estão tecnologias inéditas no Brasil, como o LED flexível com mais de 40 metros de extensão em curvas côncavas e convexas, além de um globo interativo de 1,4 m de diâmetro.
O Rio de Janeiro é a primeira cidade da América do Sul a fazer parte de Rede de Museus Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional, que coordena outros 22 espaços como este ao redor do mundo. O maior foi inaugurado em março, no Catar.
Tecnologias inéditas no Brasil
Distribuídos em 13 áreas temáticas, os painéis foram desenvolvidos sob medida para reforçar a narrativa do espaço. As telas conduzem o visitante em uma jornada que combina imagem, som, movimento e interatividade, criando uma experiência imersiva de padrão internacional.
“O desafio não era apenas instalar tecnologia de ponta, mas criar uma experiência viva, capaz de conectar o público à essência do esporte. Para isso, cada painel precisou dialogar com a arquitetura, com o conteúdo e com a emoção da visita. Projetos icônicos pedem tecnologias icônicas, e foi isso que entregamos”, afirma Richard Albanesi, CEO da THE LED.
Curadoria colaborativa e parceria estratégica
A curadoria do projeto é assinada por Karina Israel, CEO da YDreams, e Eduardo Carvalho, jornalista e curador independente, que foram responsáveis por traduzir a narrativa esportiva em experiências imersivas capazes de sensibilizar o público.
“Desde o início, nossa parceria foi pautada por essa visão, unindo criatividade, curadoria e soluções de ponta. Esse alinhamento foi essencial para materializar um museu que convida o público a sentir o esporte com intensidade, e não apenas assisti-lo”, afirma Karina Israel, CEO da YDreams Global.
Execução de alta complexidade
Entre os equipamentos utilizados estão modelos como THE OUT 1.9, THE SQUARE 1.9 e FLEX P1.8mm, aplicados em tetos, rampas, superfícies curvas, painéis imersivos e áreas interativas. A instalação envolveu engenharia de precisão, testes visuais, controle de temperatura, adaptação ao layout arquitetônico e desenvolvimento de estruturas customizadas, como suportes tridimensionais e aplicações suspensas.
“Transformar ideias que estavam no papel em uma experiência real é o que nos move. Entregamos um ambiente imersivo, funcional e impactante, com soluções de LED que nunca haviam sido implementadas no Brasil”, finaliza Albanesi.
Sobre a THE LED
Com mais de 5.000 projetos entregues e presença no Brasil, América Latina e Europa, a THE LED é líder em comunicação visual digital por meio de painéis de LED. A empresa atua em projetos de Retail Media, OOH, eventos, televisão, museus, estúdios virtuais e imersivos, com soluções tecnológicas integradas, criativas e executadas com excelência. É a única empresa do setor indicada ao Festival de Cannes e já recebeu prêmios como POPAI, Prêmio Caio, Shops Awards e Central de Outdoor.
Em parceria com a Criare, a arquiteta assina loft de 74 m² que explora desníveis, marcenaria sob medida e novas formas de morar em espaços compactos
A arquiteta Isabella Lucena e a Criare, referência em ambientes planejados, se unem em uma parceria inédita na 34ª edição da CASACOR Rio de Janeiro, que ocorre de 9 de setembro a 26 de outubro, no Fashion Mall. O projeto apresenta um novo jeito de viver em espaços menores, reunindo funcionalidade e bem-estar, sem abrir mão da localização privilegiada e de uma atmosfera de sofisticação.
Batizado de “entreplanos: o habitar em camadas”, o loft de 74 m² integra quarto, sala, cozinha, banheiro, home office e varanda em um único espaço. Inspirado no conceito do primeiros lofts do final do século XX, o projeto valoriza o pé-direito de 4,5 metros e faz da arquitetura o elemento central. Em vez de paredes, os ambientes são delimitados por desníveis de 25 cm e 50 cm, que, além de marcar usos, originam soluções funcionais como sofás, mesas laterais, cama, banheira e jardineiras integradas à alvenaria.
O mobiliário planejado da Criare é um dos destaques, desenvolvido no padrão Nogueira Avena — lançamento da marca — e em peças de laca acetinada Criacolors, nas cores branco, azul, berinjela e verde. A estante central multifuncional resume o espírito do projeto: funciona como divisor entre sala e quarto, cabeceira de cama, suporte para o home office e estante, sem impedir a entrada abundante de luz natural vinda de um janelão. Essa solução reforça o protagonismo da marcenaria na criação de espaços fluidos, versáteis e contemporâneos.
A paleta neutra em branco é pontuada por cores marcantes, como a mesa triangular em fórmica vermelha, desenhada pela arquiteta; a torre em laca berinjela; e os elementos em azul, ambos da linha Criacolors da Criare, além do revestimento verde da Atlas, que cobre piso e parede do banheiro.
Entre o mobiliário, destacam-se peças de design brasileiro, como as cadeiras Lina e Georgia e a poltrona Dio, do Estúdio Felipe Madeira. Na sala, os sofás e o estofado do banco da mesa de jantar são da Trama Casa. A mesa de jantar vermelha é assinada pelo escritório Isabella Lucena Arquitetura, enquanto a mesa de centro em vidro, igualmente desenhada pelo escritório e produzida pela Ladeira Martins, completa o ambiente.
No quarto, a poltrona Lourdes estofada com banqueta, da Cabiuna e assinada pelo designer Antônio Maurício, acompanha a cadeira Quimera, da designer Camila Forbeck, posicionada na penteadeira na entrada do banheiro. O espaço conta ainda com tapetes da Hathi e obras de arte da Galeria Inox. Por fim, os objetos de decoração são da Casa 44.
O paisagismo, assinado em parceria com a Horto Girassol, é outro destaque do projeto, trazendo elementos vivos que integram o loft à natureza. Além disso, o espaço conta com um projetor da Epson, que permite exibir imagens ou vídeos diretamente na parede, criando uma solução arquitetônica versátil: quando apagado, o ambiente fica sem um quadro ou televisão fixos, mantendo a sensação de amplitude e fluidez.
O piso frio contínuo, aplicado em áreas molhadas e secas, facilita a manutenção e reforça a unidade visual. A ausência de forro de gesso, que deixa à mostra a tubulação aparente, dialoga com as bancadas em aço inox da Mekal, imprimindo ao projeto uma estética industrial contemporânea.
Concebido como um espaço onde a própria arquiteta gostaria de viver, o projeto traduz o tema da CASACOR 2025 — Semear Sonhos — ao propor uma arquitetura aberta e flexível, que acolhe diferentes modos de morar, trabalhar e descansar. A parceria com a Criare é fundamental nessa narrativa, oferecendo soluções sob medida que transformam a marcenaria em elemento central de integração, funcionalidade e sofisticação.
Serviço:
CASACOR Rio de Janeiro 2025
Data: 09 de setembro a 26 de outubro de 2025.
Horário: de terça a sábado, das 12h às 21h (inclusive feriados); domingos, 10h às 20h
Local: Fashion Mall. Estrada da Gávea, 899. São Conrado.