Estado do Rio produz 793 mil toneladas de aço em março

Nos três primeiros meses do ano, a produção de aço bruto acumula 2,2 milhões de toneladas

O Estado do Rio produziu 793 mil toneladas de aço em março, respondendo por 28,2% da produção total do país no mês. Nos três primeiros meses do ano, a produção de aço bruto fluminense acumulou 2,2 milhões de toneladas, o que corresponde a 27,4% do total nacional. Os dados são do Instituto Aço Brasil, que representa as empresas brasileiras produtoras de aço.

– A indústria do aço é estratégica para a economia nacional e do Rio de Janeiro. Trata-se de um setor que atrai investimentos, gera empregos qualificados e impulsiona diversos segmentos industriais, da construção civil à energia – destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Leandro Pinheiro.

De acordo com o Instituto Aço Brasil, em março de 2026, a produção brasileira de aço bruto foi de 2,8 milhões de toneladas, uma queda de 2,5% frente ao apurado no mesmo mês de 2025. No acumulado do primeiro trimestre de 2026, a produção nacional somou 8,1 milhões de toneladas, o que representa uma retração de 3,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Inscrições para cursos gratuitos de marcenaria da Fundec vão até 23 de abril

A Prefeitura de Duque de Caxias, por meio da Fundec, informa que continuam abertas as inscrições para os cursos de qualificação profissional em parceria com a Escola de Marcenaria Renovart. A iniciativa é uma excelente oportunidade para quem busca especialização técnica no manejo de madeira e deseja entrar ou se destacar no mercado de trabalho.
Vale destacar que, estão sendo oferecidas 60 vagas gratuitas, distribuídas entre as seguintes modalidades: Marceneiro e Montador de Móveis Planejados e Artesanato em Madeira. O projeto atende desde jovens que buscam a primeira formação a profissionais que já possuem experiência e querem aperfeiçoar suas técnicas.

O processo de inscrição já está em andamento e segue disponível até o dia 23 de abril. Os interessados podem se inscrever através do site oficial da Fundação: www.fundec.rj.gov.br. Segundo o edital, para concorrer a uma das vagas, o candidato precisa preencher os seguintes critérios: Ter idade mínima de 16 anos completos e Possuir o Ensino Fundamental 1 completo (1º ao 5º ano de escolaridade). Ainda de acordo com o documento, a seleção será feita por sorteio eletrônico e a divulgação dos resultados acontecerá no dia 25 de abril.

Foto: Pedro Lucas

Prefeito de Niterói assina adesão do Estaleiro Mauá ao Refis Municipal do Setor Naval

Medida oferece condições especiais para regularização de dívidas e impulsiona retomada da indústria

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, assinou, nesta terça-feira (14), o termo de adesão do Estaleiro Mauá ao Refis Municipal do Setor Naval, ao lado do CEO da empresa, Miro Arantes. A iniciativa faz parte da estratégia da Prefeitura de Niterói para impulsionar a retomada da indústria naval na cidade.

Criado a partir de projeto de lei aprovado pela Câmara Municipal no ano passado, o Refis do setor naval estabelece condições especiais para a regularização de débitos tributários de empresas da área. A proposta prevê descontos de até 100% sobre juros, além de prazos de parcelamento que podem ultrapassar 20 anos, permitindo que companhias retomem sua capacidade de investimento e operação.

A medida é considerada estratégica para recuperar a competitividade e a saúde financeira do setor naval em Niterói, historicamente um dos pilares da economia local. A expectativa é de que a ação contribua diretamente para a geração de empregos de qualidade e para a formação de novos profissionais. Durante a assinatura, o prefeito ressaltou o impacto social da adesão ao programa.

“Estamos falando aqui hoje de uma dívida de mais de R$ 650 milhões. Estamos abatendo juros. É como no cartão de crédito: quando não se paga a fatura, a dívida vai se acumulando e depois fica difícil colocá-la em dia. Essa dívida era de R$ 650 milhões. Estou assinando aqui o perdão de cerca de R$ 450 milhões em juros e mora, com o parcelamento de aproximadamente R$ 250 milhões em até 25 anos. Faço isso com muita tranquilidade, porque sei que essa medida vai fazer diferença para milhares de pessoas. É um dia de profunda emoção para todos nós, pelo que esse ato representa para milhares de famílias”, afirmou Rodrigo Neves.

O secretário municipal de Fazenda, Cesar Barbiero, ressaltou que o Refis é resultado de um trabalho conjunto entre poder público e setor produtivo, com foco na retomada da indústria naval, na geração de empregos e no fortalecimento da economia local. Segundo ele, a ação também contribui para melhorar o ambiente de negócios e ampliar a capacidade de arrecadação do município.

“Temos um indicador claro: há uma correlação de cerca de 96% entre o aumento do emprego e o crescimento do ISS. Portanto, uma das melhores políticas para a arrecadação municipal é gerar emprego e elevar a renda das famílias para que possam consumir serviços. Essa é uma proposta que recupera a indústria, fortalece o emprego e contribui para as finanças municipais, além de abrir caminho para novos investimentos e para o desenvolvimento da economia do mar em Niterói”, explicou o secretário.

Outras medidas — A iniciativa se soma a outras ações municipais, como a dragagem do Canal de São Lourenço — obra assumida pela Prefeitura, apesar de ser de responsabilidade federal — para permitir a navegação de embarcações maiores e atrair novos investimentos.

“Com essa perspectiva do refinanciamento, a Prefeitura está ampliando os investimentos em um setor fundamental da economia de Niterói. Não é pouca coisa: estamos falando de um verdadeiro projeto de desenvolvimento da nossa cidade, da nossa região e, principalmente, das famílias. Porque quando há emprego, há dignidade, há comida na mesa e há futuro. Hoje, o Estaleiro Mauá já conta com o dobro de funcionários em relação a um ano e meio atrás. Nosso desejo é que esse crescimento continue gerando cada vez mais oportunidades”, avaliou a primeira-dama de Niterói, Fernanda Neves.

O CEO do Estaleiro Mauá, Miro Arantes, reforçou o impacto direto da atividade naval na geração de empregos e a importância do apoio do poder público para a retomada do setor, apontando a proposta como um sinal de confiança no potencial econômico da cidade.

“Para cada emprego que a gente gera aqui, no mínimo entre três e cinco indiretos são criados. Então, claramente, estamos no caminho da recuperação. Sabemos que não é simples, enfrentamos muitas dificuldades, mas momentos como esse nos fazem acreditar que é possível. Quando o poder público municipal adota uma medida dessa relevância, não apenas apoia empresas e trabalhadores, mas reafirma sua confiança em uma vocação que ajudou a construir a história e a projeção de Niterói no cenário nacional. Esperamos que iniciativas como essa também inspirem ações complementares dos governos estadual e federal”, finalizou Miro Arantes.

Também estiveram presentes o presidente interino da Transpetro, Tomás Arantes; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Luiz Paulino; o presidente da Câmara Municipal de Niterói, Milton Cal; o vereador e líder do governo na Câmara, Binh Guimarães; o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Luiz Cláudio Bitencourt; e o coordenador do setor naval da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da Central Única dos Trabalhadores (CNM/CUT), Edson Rocha.

Foto: Evelen Gouvêa e Rossini Moraes

Rio de Janeiro ultrapassa 10 mil novos negócios em um único mês, pela primeira vez na história

O estado soma, agora, quase 27 mil novas empresas registradas no primeiro trimestre de 2026

Pela primeira vez na história, o Estado do Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 10 mil negócios abertos em um único mês. De acordo com dados da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja), foram registrados 10.081 empreendimentos em março, o maior número mensal já contabilizado em território fluminense nos 217 anos da autarquia. O estado soma agora 26.988 novas empresas em 2026, alcançando o melhor desempenho para o primeiro trimestre em toda a série histórica. O volume representa um crescimento de 19% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram feitos 22.638 registros.

A marca também consolida uma sequência inédita de recordes históricos em 2026. Este é o maior número de novos negócios em um único mês, pela terceira vez consecutiva. Em janeiro, a Jucerja registrou 8.436 empreendimentos e, em fevereiro, 8.471, números que já haviam estabelecido recordes e que foram novamente superados em março. Em relação ao último recorde, registrado em fevereiro, o crescimento foi de aproximadamente 19%. Até então, a melhor marca para o mês de março havia sido registrada em 2025, com 7.089 registros. O resultado de 2026 representa um crescimento de 42% em relação ao recorde anterior para o mês.

O desempenho acompanha a tendência de crescimento observada em todo o Sudeste, refletindo um ambiente mais favorável à geração de negócios, à formalização de empresas e ao fortalecimento da atividade econômica. No Rio de Janeiro, esse cenário também está associado ao aumento da confiança dos empreendedores, à melhora do ambiente econômico, aos avanços na segurança pública e à redução da burocracia, com a ampliação dos serviços digitais e a simplificação dos processos de registro empresarial na Junta Comercial.

– O Rio de Janeiro vive um momento muito positivo para quem quer empreender. A Jucerja tem trabalhado para tornar o processo de abertura de empresas cada vez mais rápido, simples e seguro. Esses números mostram que estamos no caminho certo, criando um ambiente mais favorável aos negócios e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do estado – destacou o presidente da Jucerja, Alexandre Velloso.

Embrapa apresenta recursos tecnológicos para assistência técnica digital

Saiba mais em: https://sites.niteroi.rj.gov.br/mes-da-mulher/

Entre os conteúdos apresentados estão algumas novidades como o lançamento de um curso sobre produção de bioinsumos, resultado da parceria Embrapa e MDA

As ferramentas disponibilizadas pela Embrapa para assistência técnica digital e os cursos on-line disponíveis na plataforma E-campo foram apresentados em diferentes momentos durante a Feira Nacional de Máquinas e Tecnologias para a Agricultura Familiar. O evento foi realizado de 16 a 18 de março em Campinas (SP), pela parceria entre Embrapa, Conab e Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

Entre o conteúdo apresentado estão novidades como o lançamento de um curso sobre Produção de bioinsumos microbianos na propriedade rural. Este é o primeiro de dez cursos que serão finalizados esse ano como parte de uma parceria da Embrapa com o MDA, por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED).

Tanto a plataforma Ater + Digital quanto os cursos do E-campo foram expostos aos mais de 4 mil visitantes da feira em totens disponíveis no estande da Embrapa e foram também apresentados em oficinas ao longo da programação.

Ater + Digital

Em uma dessas oficinas, André Marcelo de Souza, analista da Gerência-Geral de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia da Embrapa falou sobre a Ater + Digital. A plataforma foi desenvolvida para apoiar a assistência técnica no atendimento ao produtor rural.

“Queremos democratizar a assistência técnica por meio da tecnologia digital. Não é para substituir o extensionista e sim uma ferramenta para ampliar o acesso e o atendimento ao produtor”, explica André Marcelo.

A plataforma Ater + Digital conta atualmente com 24 módulos, sendo 18 deles de cadeias produtivas e 6 módulos temáticos, que abordam temas transversais. Outros seis módulos estão em desenvolvimento por meio de parceria com o MDA.

Os módulos da Ater + Digital reúnem em um só local informações organizadas por meio de um processo de seleção e curadoria. O conteúdo conta com uma linguagem adaptada para facilitar o entendimento e foi montado de forma a ter uma boa usabilidade ao ser acessado pelo celular.

“O extensionista encontra muita informação on-line ou mesmo usando ferramentas de inteligência artificial. Mas o diferencial da Ater + Digital é a curadoria das informações feita por especialistas da Embrapa, o que garante a confiabilidade daquela informação”, afirma André Marcelo de Souza.
A plataforma Ater + Digital tem como público profissionais de assistência técnica e extensão rural, mas pode ser acessado gratuitamente por qualquer pessoa interessada em https://www.atermaisdigital.cnptia.embrapa.br/.

Cursos on-line

A plataforma E-campo conta com 235 cursos on-line dos mais diversos temas de trabalho da Embrapa. O conteúdo programático varia, com cursos de curta duração, com carga horária de menos de 10h, a cursos mais extensos, com até 60 horas de carga horária.

A maioria dos cursos tem oferta constante, são gratuitos e autoinstrucionais, o que permite ao interessado se inscrever a qualquer momento e realizar o conteúdo programático de acordo com sua disponibilidade de tempo. Um número menor de cursos conta com atividades síncronas ou com tutoria, por isso a oferta é pontual, em um período determinado. Alguns poucos são pagos.

“Os temas são tão diversos quanto as temáticas de atuação da Embrapa”, informa Renato Berlim Fonseca, analista da Gerência-Geral de Inovação, Negócios e Transferência de Tecnologia da Embrapa.

O curso com maior número de participantes até hoje é o de Hortas em pequenos espaços, que acaba de ser remodelado e já teve 122 mil alunos.
Desde a criação do E-campo em 2018, mais de 1,5 milhão de pessoas, de 5.250 municípios brasileiros (99% do total), já se inscreveram em ao menos um curso. Foram emitidos 530 mil certificados, sendo pouco mais de 60 mil em 2025.

Desde o ano passado o E-campo conta também com trilhas de aprendizagem, que são conjuntos de cursos organizados dentro de uma temática específica. Atualmente são 15 trilhas que garantem um novo certificado para quem finaliza todo o roteiro.

Todo o catálogo de cursos disponíveis pode ser conferido em www.embrapa.br/e-campo.

Minha Ater Digital

As plataformas E-campo e Ater + Digital serão componentes do programa Minha Ater Digital que será lançado pelo governo federal no próximo dia 24. Neste espaço virtual, profissionais de assistência técnica e extensão rural terão reunidas em um só espaço virtual diferentes conteúdos que trabalharão de forma integrada e com uso de inteligência artificial, contribuindo para o melhor atendimento ao produtor rural.

Agricultura familiar ganha catálogo de máquinas e de tecnologias para sociobioeconomia

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Foi lançado nesta segunda-feira, dia 16, durante o Seminário Nacional de Máquinas e Equipamentos para a Agricultura Familiar, realizado em Campinas (SP), a plataforma Mecaniza (www.mecaniza.social.br). O ambiente virtual traz entre outras informações, um catálogo de máquinas e implementos voltados para a agricultura familiar e outro com tecnologias para culturas como açaí, babaçu, cupuaçu e castanha-da-amazônia.

O Mecaniza foi desenvolvido pela Embrapa em parceria com os Ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O objetivo é o de ser um observatório online de máquinas e equipamentos para a agricultura familiar que possa conectar agricultores familiares, técnicos, pesquisadores, gestores públicos e indústrias em um único ambiente de informação e promoção da inovação.
A apresentação do Mecaniza foi feita pelo analista da diretoria de Inovação e Transferência de Tecnologia da Embrapa Henrique Carvalho. De acordo com ele a plataforma permitirá ao agricultor ter mais informações sobre ferramentas que podem facilitar o seu trabalho.

“Muitas vezes o agricultor sequer sabe o que há disponível em termos de máquinas e equipamentos para a realidade deles. Agora ele pode acessar de onde estiver e ter um conhecimento maior sobre o que já há no mercado”, afirma Henrique Carvalho.

A presidente da Embrapa Silvia Massruhá participou do lançamento da plataforma Mecaniza e destacou o compromisso da Embrapa com todos os perfis de produtores rurais brasileiros. Segundo ela, 50% das tecnologias do portfólio da empresa são voltados para a agricultura familiar. Porém reconheceu a necessidade de avançar no trabalho para que essas tecnologias cheguem até o agricultor.

“A tecnologia só vai atingir a sua função social se ela chegar aonde precisa. A tecnologia não tem motivo de existir se não for para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, disse a presidente.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, falou sobre o papel de ferramentas como o Mecaniza para fazer com que o conhecimento chegue até o produtor rural, ajudando em sua atividade produtiva. Ele lembrou ainda a necessidade de a Embrapa estar sempre próxima à agricultura familiar para contribuir com os agricultores em transformações importantes que ocorrem no campo, como, por exemplo, a mudança de uma agricultura baseada em insumos químicos para uma agricultura de base biológica.

Paulo Teixeira também destacou a necessidade da maior conectividade no campo e da importância de projetos como o Semear Digital, desenvolvido pela Embrapa, que levam tecnologias para os agricultores.
“Queremos que o jovem permaneça no campo. Que ele possa estudar, fazer sua formação, e que queira voltar para aplicar os conhecimentos em sua propriedade, melhorando a qualidade de vida de toda a família”, afirmou.

Catálogo de máquinas para agricultura familiar

O catálogo de máquinas para agricultura familiar reúne uma base de informações de mais de 900 máquinas e implementos cadastrados no Finame/BNDES. Por meio de um painel de busca, o usuário pode fazer busca por categoria dos implementos, cadeias produtivas ou etapa do cultivo.

Entre as categorias estão implementos para preparo do solo, para o plantio, para colheita além de tratores, microtratores e motocultivadores. As culturas contempladas são grãos, forrageiras, horticultura, fruticultura e cafeicultura.

O resultado da busca traz as opções disponíveis para aquela característica determinada. Para cada item estão disponíveis informações básicas sobre a utilidade, recomendações de uso, informações técnicas e nome e site do fabricante.

Catálogo tecnológico da bioeconomia

O catálogo tecnológico da bioeconomia foi desenvolvido pela Embrapa após um levantamento sobre as necessidades técnicas para agricultores familiares que trabalham com as cadeias do babaçu, açaí, cupuaçu e castanha-do-brasil.

Esta plataforma também conta com um buscador onde o usuário pode escolher a cultura e etapas como cultivo, manejo, extrativismo, beneficiamento e processamento. Ele ainda permite fazer o caminho inverso, selecionado apenas a cultura e ele indicando todos os equipamentos necessários para cada etapa do processo produtivo.

Dados sobre mecanização da agricultura familiar

A plataforma Mecaniza traz ainda outras informações, como números da mecanização na agricultura familiar, protótipos de máquinas e implementos vencedores do Concurso de Invenções promovido pela Embrapa e Mapa, informações sobre políticas públicas e publicações sobre a temática.

O endereço de acesso da plataforma Mecaniza é www.mecaniza.social.br.

Feira de Máquinas

O Seminário Nacional de Máquinas e Equipamentos para a Agricultura Familiar é um dos eventos componentes da Feira de Máquinas e Tecnologias para a Agricultura Familiar. O evento começou nesta segunda-feira e vai até quarta, dia 18, na Expo Dom Pedro, em Campinas (SP). A feira é promovida pelo MDA, Embrapa e Conab.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site https://www.gov.br/mda/pt-br/feira-de-maquinas. A programação conta com exposição de máquinas e implementos, exposição de inventos, premiação do concurso de inventos, palestras, oficinas técnicas, feira da Sabores, Saberes e Fazeres, Cozinha Show e apresentação em estandes.

Foto: Gabriel Faria

Pier Mauá sedia megaevento de Engenharia

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A Engenharia não é apenas sobre concreto e cálculos; é a espinha dorsal de dois terços do PIB brasileiro. Com esse foco na valorização e no resgate do protagonismo técnico, o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro – CREA-RJ, engenheiro civil Miguel Fernández, anunciou a segunda edição do CREA AQUI para esta quinta-feira (19), no Armazém 3 do Píer Mauá, na Zona Portuária do Rio. O evento, que já entrou para o calendário fluminense e se consolidou como o maior encontro das Engenharias, Agronomia e Geociências do estado, pretende superar a marca de 5 mil participantes este ano.

“O que motivou a criação do CREA AQUI foi a necessidade de gerar um evento que tivesse o foco em promover as grandes ações do setor das Engenharias, da Agronomia e das Geociências do estado do Rio de Janeiro. Esse é um setor que vem sofrendo muito nos últimos anos com ataques na opinião pública e é um setor fundamental, representa dois terços do PIB do país. É o setor principal da economia, que gera avanços sociais, que defende o meio ambiente. Então, sem Engenharia, sem uma Agronomia qualificada e devidamente regulamentada, é impossível a gente ter um avanço econômico, social e ambiental”, defende Fernández, que idealizou o CREA AQUI como um encontro focado na divulgação de uma agenda positiva das Engenharias.

“Muitas vezes o CREA é chamado quando há um acidente, quando tem algum tipo de problema, e se pergunta: “Onde está? Cadê o setor? Onde está a Engenharia? Cadê o CREA?’. E a gente aparece muito nesses momentos, mas é preciso aparecer também nos nossos momentos de vitória, de soluções positivas”, afirma o presidente do CREA.

Prestes a completar 92 anos de fundação, no dia 5 de junho, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro projeta seu olhar para o futuro e reforça seu papel como agente de transformação das profissões que constroem o desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. Esse movimento ganha forma na segunda edição do CREA AQUI, um encontro criado para antecipar tendências, estimular conexões e gerar impacto nas Engenharias, na Agronomia e nas Geociências.

Maior encontro estadual das Engenharias

O CREA AQUI 2026 se consolida como uma plataforma de ideias, parcerias e futuros possíveis. Um espaço onde tecnologia, propósito e visão estratégica caminham juntos para fortalecer as profissões e ampliar seu impacto na sociedade. Um dos sinais está no VLT, o Veículo Leve sobre Trilhos, que está circulando pelo Centro do Rio envelopado com a propaganda do CREA AQUI.

O maior encontro estadual das Engenharias, Agronomia e Geociências, o CREA AQUI se tornou uma enorme conexão de profissionais, empresários e autoridades do estado e do município, que compartilham ideias e projetos com soluções para os principais problemas do Estado. O mega evento, que recebeu cerca de 4 mil pessoas em junho do ano passado, funcionou como uma espécie de SOEA de um dia. SOEA é a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, que acontece há oito décadas, cada ano numa capital brasileira. E a fórmula promete se repetir este ano no Pier Mauá.

O presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), engenheiro de telecomunicações, Vinicius Marchese, iniciativas como o Crea Aqui reforçam a capilaridade do Sistema.

“O protagonismo do CREA-RJ em promover este grande encontro é um exemplo da força dos nossos Regionais na articulação com a sociedade. É um espaço de diálogo que valoriza a excelência profissional e reafirma o compromisso histórico do Rio de Janeiro com o desenvolvimento tecnológico e a valorização da nossa categoria”, afirmou Vinícius.

Rio, capital da Engenharia

O clima de SOEA será confirmado também porque esta edição do CREA AQUI deverá ter a maior concentração de presidentes de Conselhos de Engenharia. Os presidentes de 26 CREAs estarão participando da segunda reunião do Colégio de Presidentes do Sistema CONFEA/CREA, que será realizada no Pier Mauá, nos dias 18 e 19 de março. A reunião foi marcada no Rio para que os presidentes de CREA possam participar do CREA AQUI, a convite do anfitrião, Miguel Fernández. Por um dia, o Rio vai virar capital da Engenharia.

Com a principal finalidade de valorizar os profissionais, o evento terá debates sobre o impacto das Engenharias no desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro, além de palestras técnicas, debates, painéis e podcasts com cases da Engenharia, networking estratégico, acesso a inovações e protótipos em primeira mão, lançamento de livros técnicos, premiação de personalidades e instituições, feiras orgânica e tecnológica com estandes de exposição de instituições e empresas de Engenharia, além de apresentações culturais, como a do cantor Léo Jaime.

Nos estandes, já está confirmada a participação da OEC – Odebrecht Engenharia e Construção, a primeira do ranking do setor; e de concessionárias como Cedae, Águas do Rio, Light e Naturgy; e da Mútua, a Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA. Neste estande, os participantes poderão conhecer os benefícios oferecidos aos associados, como planos de saúde, previdência complementar, seguros, auxílio financeiro, programas de capacitação e outras iniciativas voltadas à qualidade de vida, bem estar, segurança e valorização dos profissionais. O evento terá curadoria da Petrobras, que tem nos engenheiros a espinha dorsal técnica da companhia, atuando nas áreas de petróleo e geociências, mecânica e naval, química e de produção.

Pela segunda vez no evento, o diretor-presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, explica a importância de a companhia estar presente.

“A Cedae tem muito orgulho em participar do CREA AQUI, um evento que valoriza os profissionais que são maioria na companhia. Falar sobre inovação e tecnologia é fundamental para a Cedae, que tem um plano de investimento de R$ 2,2 bilhões em obras de Engenharia”, afirma Ballon.

A presidente da Naturgy, Katia Repsold, considera fundamental a participação da empresa no evento, já que a Engenharia é a base técnica da empresa.

“Para a Naturgy, é fundamental participar do CREA AQUI representando o setor de gás natural do Rio de Janeiro. Somos uma empresa na qual a Engenharia tem papel central em nossa atuação técnica, e estaremos presentes mostrando como transformamos o sistema de distribuição de gás natural do Rio de Janeiro por meio de investimentos em tecnologia e inovação para os nossos mais de 1 milhão de clientes do estado”, diz Katia Repsold, presidente da Naturgy, empresa que em 29 anos promoveu uma das maiores transformações energéticas do estado do Rio, com um investimento acumulado de R$ 11,3 bilhões, sendo o segundo maior grupo em vendas de gás natural no Brasil.

O diretor institucional da Águas do Rio, Sinval Andrade, ressalta a atuação da engenharia na busca por melhor qualidade de vida.

“O CREA AQUI é um espaço importante para mostrar como a engenharia está diretamente ligada à melhoria da qualidade de vida. No estande da Águas do Rio vamos apresentar soluções que vêm contribuindo para a recuperação da Baía de Guanabara. Esse trabalho já retirou cerca de 130 milhões de litros de esgoto por dia da Baía e tem ajudado praias historicamente poluídas, como Flamengo e Glória, a ficarem cada vez mais próprias para banho. Também é uma oportunidade de envolver a população, já que a recuperação da Baía depende do esforço coletivo e da participação de toda a sociedade”, afirma Sinval, diretor da empresa da Aegea.

Entre os palestrantes que já confirmaram presença estão o engenheiro e cientista Silvio Meira. Ele é engenheiro eletrônico, cientista-chefe e fundador da TDS Company. Meira vai falar sobre empreendedorismo profissional na área tecnológica.

A grande conferência será dada por outra celebridade da Engenharia, Carlos Henrique Siqueira, que participou da obra da Ponte Rio-Niterói e é referência mundial em manutenção de grandes estruturas. O evento terá três grandes espaços especiais de Energia, Gás e Naval; de entidades de classe e instituições de ensino; e o Espaço Progredir, o programa do CREA-RJ para capacitação profissional.

Evento tem apoio do Clube de Engenharia e da Escola Politécnica da UFRJ

O CREA AQUI conta com o apoio de diversas empresas e entidades de defesa do setor, como a Escola Politécnica da UFRJ, a instituição de Engenharia mais antiga do Brasil e das Américas, fundada em 1792, e o Clube de Engenharia do Brasil, que foi fundado em 1880.

O presidente do Clube de Engenharia, o professor Francis Bogossian, ressalta que a entidade se irmana à iniciativa do CREA-RJ, “pois está dentro de nossa linha de lutar como unidade pela nação brasileira, visando a defesa da soberania nacional para a qual a Engenharia brasileira tem um papel preponderante”.

“Não há desenvolvimento sem Engenharia e não há Engenharia sem o desenvolvimento da nação; e nenhuma nação pode prescindir de seu próprio desenvolvimento”, afirma Bogossian.

O diretor da Escola Politécnica da UFRJ, o professor e engenheiro eletrônico, Sérgio Lima Netto – recém-empossado – aplaude a iniciativa do CREA-RJ em realizar o CREA AQUI. Ele lembra que estará presente e pretende encontrar lá estudantes e profissionais de Engenharia, Agronomia e Geociências.

“O evento CREA AQUI, em sua segunda edição, se firma como um dos principais fóruns de Engenharia, Agronomia e Geociências do Rio de Janeiro. Temas como desenvolvimento do estado e do país, empreendedorismo, inovação, dentre outros, são apresentados em formatos variados, tais como podcasts, estandes, mesa redonda e muito mais. Não ficam para trás itens tão importantes como capacitação profissional, premiações de reconhecimento e, acima de tudo, a oportunidade de nos relacionarmos com nossos pares”, destaca Lima Netto.

Painéis abordam desenvolvimento e importância da Agronomia

O evento prevê a realização de dois grandes painéis. O primeiro vai tratar do desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro. Vão participar o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Vinicius Marchese; o presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian; o presidente da Abdan (Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares), Celso Cunha; e a diretora da Coppe/UFRJ, Suzana Kahn.

O presidente da Abdan, Celso Cunha, ressalta a importância do evento para fortalecer a qualificação profissional e a responsabilidade técnica dos engenheiros:

“O mundo vive uma nova expansão da energia nuclear, impulsionada pela necessidade de energia firme, limpa e em grande escala. Mas há um desafio que se impõe globalmente: a escassez de mão de obra qualificada. Não basta investir em tecnologia e infraestrutura — é preciso formar engenheiros, técnicos e especialistas preparados para atuar com excelência e segurança. Nesse cenário, o papel do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro é fundamental. Ao fortalecer a qualificação profissional e a responsabilidade técnica, iniciativas como o CREA Aqui se tornam estratégicas para garantir que o Brasil esteja preparado para sustentar, com competência e qualidade, a expansão do seu programa nuclear”, afirma Cunha.

O segundo painel vai empoderar a Agronomia, como poucas vezes se viu no CREA-RJ. Com moderação do engenheiro agrônomo Felipe Brasil, secretário de estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro (SEAPA), o painel é intitulado “Agronomia em Sabores – Ciência que se Degusta”.

Os painelistas serão Alexandre Hargreaves, do Ateliê do Queijo, em Casimiro de Abreu; Fabricio Le Draper Vieira, do Capril do Lago, em Valença, onde é produzido o queijo de cabra mais premiado do Brasil; Marcelo Maturano, da Vinícola Maturano; e Maurício Arouca, da Vinícola Arouca. Eles vão falar de um projeto que está ganhando fôlego no estado que é o novo roteiro de vinícolas do estado do Rio de Janeiro, lançado oficialmente no ano passado, com apoio do Sebrae Rio em parceria com a Associação dos Vitivinicultores da Serra Fluminense (AVIVA) e a prefeitura de Areal, considerada a capital da uva.

“O painel da Agronomia vai apresentar produtores agrícolas familiares com as melhores práticas de Agronomia, meio ambiente e turismo”, observa o secretário de Agricultura, Felipe Brasil, entusiasta do CREA AQUI desde a primeira edição, em 2025.

“O CREA AQUI veio para ficar, pois é um evento que tem como principal função reunir ideias, fazer conexões com essas ideias e gerar grandes projetos para o futuro”, diz Brasil.

O engenheiro e empresário Maurício Arouca, dono da Vinícola Arouca, em Areal (considerada a capital da uva), vai falar sobre a mudança de chave que acontece na Agronomia e trabalha para colocar o Rio de Janeiro no mapa mundial dos vinhos.

“O vinho, no fim das contas, é isso: ciência que a gente degusta. Tem solo, clima, manejo, irrigação, fitossanidade, processos, controle de qualidade, rastreabilidade e inovação — nada disso acontece “no improviso”. O evento do CREA tem uma mensagem que eu considero fundamental: a Engenharia e a Agronomia precisam aparecer não só quando dá problema, mas quando entregam soluções, quando geram desenvolvimento e melhoram a vida das pessoas. E o que a gente vem fazendo em Areal é exatamente isso: criar um projeto que conecta agricultura de alto valor, indústria, turismo, serviços, empregos e identidade regional”, diz Arouca, responsável pelo projeto do Vinnus Park, um parque temático dedicado ao vinho, confiante de que “o CREA AQUI ajuda a construir conexões, visão de longo prazo e uma agenda positiva baseada em competência”.

Outro painelista será Marcelo Maturano, que é dono da Vinícola Maturano, que tem foco no enoturismo de luxo e o uso de tecnologia avançada na produção de vinhos. Ele está animado com o CREA AQUI.

“Vamos falar sobre a inovação tecnológica de agricultura no cultivo de vinhedos na Região Serrana do Rio e em Teresópolis, que acontece a 950 metros de altitude. Ali empregamos a técnica da dupla poda. A Vinícola Maturano é projetada para a produção de 320 mil garrafas e contempla a construção de um hotel e de um condomínio próximo”, contou Maturano.

O presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro (AEARJ), o engenheiro agrônomo Leonardo da Costa Lopes, é outro profissional que está muito motivado com o evento.

“O Painel Agronomia em sabores será uma amostra da agricultura no estado do Rio de Janeiro. Embora seja relativamente pouco, o PIB da cadeia produtiva do agronegócio movimentou no estado mais de R$ 30 bilhões em 2020, segundo a Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Estado do Rio (FAERJ). O agro fluminense caracteriza-se por uma grande diversidade produtiva e de altíssima qualidade que ganha força ao ser integrado ao turismo de experiência, que une gastronomia, cultura e produção local”, diz Lopes, lembrando que “o CREA AQUI vai mostrar o quanto a Agronomia está presente e pode contribuir para o desenvolvimento do estado”.

Governo do Estado divulga esta semana 3 mil oportunidades de emprego com carteira assinada, estágio e jovem aprendiz

Região Metropolitana concentra 77% das vagas e a maioria dos empregadores exige experiência

O Governo do Estado está divulgando, esta semana, 3.033 oportunidades de emprego formal, estágio e jovem aprendiz no Rio de Janeiro, captadas pela Secretaria de Trabalho e Renda. Por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), são oferecidas 1.105 posições com carteira assinada, distribuídas pelas regiões Metropolitana, Serrana e Médio Paraíba. Já para quem busca estágio ou uma chance como jovem aprendiz, há um total de 1.928 vagas: 243 ofertadas pela Fundação Mudes e 1.685 pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE.

Na Região Metropolitana, estão concentradas 77% das vagas: são 853 chances de trabalho, entre as quais 140 destinadas, exclusivamente, a pessoas com deficiência (PcD). Para esse público, destacam-se oportunidades para ajudante de açougueiro, ladrilheiro, servente de obras e fiscal de ônibus, com salários que variam de um a dois mínimos (R$ 1.621 a R$ 3.242). Na mesma região, existem ainda opções para encarregado de obras, pedreiro, operador de retroescavadeira, operador de escavadeira, operador de rolo compactador, nutricionista, serralheiro e vigia, com salários que podem chegar a três mínimos (até R$ 4.863). Há também oportunidades para vidraceiro colocador de vidros, com remuneração de até R$ 6.484.

Para quem busca emprego na região do Médio Paraíba, há 77 oportunidades com salário médio de R$ 3.242 e exigência do Ensino Fundamental completo. Já na Região Serrana, a captação de vagas reuniu 175 posições em Teresópolis, entre as quais as de jardineiro, açougueiro e costureira em geral, com remuneração média de R$ 1.621. É necessário ter experiência anterior.

De acordo com o Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, as vagas de emprego formal disponibilizadas esta semana estão distribuídas pelos setores de Serviços (67,5%) e Comércio (32,5%). A maioria dos empregadores pede o Ensino Médio completo, oferece até dois salários mínimos, e exige experiência anterior.

A secretaria lembra que é importante manter cadastro e currículos atualizados no Sistema Nacional de Emprego, que analisa o perfil do candidato e a vaga cadastrada pelo empregador. Para se inscrever ou atualizar o cadastro, é necessário ir a uma unidade do Sine levando os documentos de identificação civil, carteira de trabalho, PIS/PASEP/NIT/NIS e CPF. O endereço das unidades e os detalhes de todas as vagas oferecidas podem ser encontrados no Painel Interativo de Vagas da Secretaria de Trabalho e Renda, disponível no site www.rj.gov.br/trabalho.

Uma parceria entre a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda e as instituições Fundação Mudes e CIEE resultou na oferta de estágios para diferentes níveis de escolaridade, além de oportunidades para jovem aprendiz. A Fundação Mudes oferece, nesta semana, 243 vagas de estágio nos níveis Superior, Médio e Técnico. Para se candidatar, basta acessar https://www.mudes.org.br/. O CIEE, por sua vez, oferece 1.685 oportunidades de estágio para diferentes níveis de escolaridade e oportunidades para jovem aprendiz. Informações mais detalhadas podem ser obtidas em http://www.ciee.org.br/.

Evento de tecnologia está com inscrições abertas em Petrópolis

Estão abertas as inscrições para o TI Rio, evento de tecnologia em parceria com a Prefeitura de Petrópolis, que acontece dia 12 de março, no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). Nesta etapa, o evento vai apresentar um mapeamento do setor de TI do Estado do Rio de Janeiro. A iniciativa faz parte de uma série de entregas regionais e tem como objetivo ampliar o acesso a dados estratégicos sobre o ecossistema de tecnologia fluminense.

“Este é um evento importante e precisamos reunir todas as empresas e profissionais para fortalecer cada vez mais o setor de tecnologia na nossa cidade. Assim, podemos planejar políticas públicas e garantir o desenvolvimento econômico de Petrópolis”, comentou o prefeito Hingo Hammes.

O mapeamento revela que mais de um terço das empresas de TI do Rio de Janeiro estão instaladas em cidades do interior. A Região Serrana se destaca, sendo Petrópolis a Capital Tecnológica do Rio de Janeiro, e reunindo empresas de tecnologia, centros de pesquisa, instituições de ensino e profissionais qualificados.

“Nós temos aqui na cidade um dos principais polos de inovação, com atuação em sistemas, desenvolvimento de software, soluções digitais, pesquisa aplicada e inovação científica. Mas é importante manter esse setor conhecido e unido para garantir um desenvolvimento ainda maior”, esclareceu o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Samir El Ghaoui.

O evento é aberto para toda a população e para participar, basta preencher o formulário de inscrição no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBlkwr9Y5TARUvXqBCW15Nb4mQL1-z6ztfsTmJ4po0DO5Ryw/viewform?usp=header

SERVIÇO:
TI Rio
Data: 12/03
Horário: 9h30 às 12h30
Local: LNCC (Avenida Getúlio Vargas, 333 – Quitandinha)
Aberto ao público

TP Air amplia presença nacional e abre vagas para Executivos de Contas em três capitais

A TP Air anuncia a abertura de novas vagas para Executivos de Contas como parte de seu plano de expansão comercial no Brasil. As oportunidades são para as regiões de São Paulo, Porto Alegre e Goiânia, reforçando a estratégia da empresa de fortalecer o relacionamento com o mercado e ampliar sua atuação junto às agências de viagens.

O movimento acompanha o crescimento da demanda e a consolidação da empresa no setor, com foco na prospecção de novos clientes, desenvolvimento de carteira ativa e expansão de negócios nas praças consideradas estratégicas. Os profissionais contratados serão responsáveis por conduzir negociações, identificar oportunidades de mercado e atuar de forma integrada com as áreas de Operações e Financeiro para garantir competitividade e viabilidade das propostas.

Segundo a empresa, o objetivo é atrair talentos com experiência comercial no turismo — preferencialmente no segmento de consolidação —, perfil orientado a resultados e habilidade em negociação e relacionamento. A iniciativa faz parte de um ciclo de investimentos voltado à proximidade com parceiros e ao fortalecimento da presença regional.

Os interessados podem enviar currículo para elenice.ribeiro@tpgroup.com.br

Sobre a TP Air:

Consolidadora do TP Group, A TP Air é uma empresa que conta com o know-how de mais de 33 anos da Teresa Perez em viagens personalizadas e de alto padrão, e foi criada para proporcionar às agências e aos agentes de viagens um serviço ágil e inovador no atendimento de reservas e emissões aéreas. Para isso, a empresa conta com uma equipe altamente qualificada e focada na prestação de serviços aéreos exclusivos aos parceiros e clientes, com profissionais experientes com foco total no atendimento personalizado. Alguns dos seus diferenciais: sólida experiência de nosso staff para geração de negócios, atendimento 24 horas, 7 dias por semana, e um portal de vendas com mais de 40 cias aéreas com total integração de processos aos agentes de viagens.