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Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale apresentam: Um Piano na Amazônia – A Grande Expedição A embarcação de dois andares chamada Ana Letícia abriga o piano, içado por uma grua, no convés superior. Um piano dentro de um barco nas águas amazônicas pode parecer algo distante da realidade, mas a artista Carla Ruaro concretizou este feito em 2017 e está realizando novamente. No dia 24 de Setembro iniciou a segunda edição do “Um Piano na Amazônia”, pelo Rio Amazonas, projeto idealizado com o intuito de estabelecer conexões e trocas culturais com comunidades ribeirinhas. O trajeto, que teve início em Santarém, passou por aproximadamente 15 comunidades ao longo do rio, que receberam a embarcação com o imponente instrumento – além das apresentações, o público local pôde participar de oficinas e sentir na prática o som de compositores da região amazônida. Nesta última semana, em Manaus, a equipe se prepara para a fase final do projeto com ensaios para a grande apresentação no dia 18, no Teatro Amazonas, a convite da Orquestra de Violões do Amazonas. A bela parceria entre a Orquestra e a pianista Carla Ruaro resultará num repertório unicamente de compositores amazônicos. Os ingressos podem ser adquiridos aqui. O projeto parte de um sonho audacioso de Carla de levar um piano para comunidades remotas – muitas das quais nunca viram um piano antes. A artista espera que, indo à fonte dos compositores e dos sons que inspiram seu trabalho, ela possa encontrar um novo sentido de realização criativa e conexão. E, ao fazer isso, talvez ela também possa se tornar uma fonte de inspiração para artistas ao redor do mundo perseguirem seus sonhos mais ousados. “Desta vez seguimos viagem pelo rio Amazonas, levando novamente o piano para mais comunidades ribeirinhas, apresentando músicas de grande valor cultural de compositores dos estados do Pará e Amazonas, por onde o barco vai passar. Quero que o piano seja não só um instrumento musical, mas que também tenha um impacto de transformação na vida das pessoas, assim como foi com a minha. Acho relevante levar a arte produzida na Amazônia para comunidades remotas, tão importante fonte de inspiração para muitos compositores amazônidas.” Primeira Edição Em 2017, de forma independente, a pianista Carla Ruaro reuniu uma equipe de profissionais que aceitou a parceria e, juntos, partiram para seu primeiro desafio: içar o piano ao interior de um barco e percorrer o rio Arapiuns, no estado do Pará, dentro da reserva extrativista Tapajós-Arapiuns. Da aquisição e transporte do instrumento às oficinas e apresentações para as comunidades ribeirinhas, o projeto articulou ainda uma enorme gama de ações que fortalecem os laços locais e a autovalorização de comunidades e artistas, ao se verem sinceramente representadas pelo interesse e esforço da intérprete e sua equipe. No interior da embarcação foram realizadas oficinas e concertos de piano, atendendo mais de 1000 crianças. Os concertos ocorreram à noite, na beira do rio nas comunidades de Vila Franca, Tucumã, São Pedro, Mentai, Curi, Bom Futuro, São Francisco, Atodi, Vila Gorete, Vila Brasil, Lago da Praia, Urucureá e Alter do Chão. O projeto piloto “Raízes – Um Piano na Amazônia” iniciou com uma extensa pesquisa sobre os compositores contemporâneos e a cultura da região amazônica. Aproximando-se dos ambientes nos quais se inspiram, vivem ou viveram os compositores, o projeto afirma o propósito de imersão, propondo-se à investigação in loco das raízes dessa música. O curta “Raízes – Um Piano na Amazônia” foi lançado em 2018 e conquistou diversos prêmios no Brasil, Europa, USA e Marrocos. Carla Ruaro Carla Ruaro começou a estudar piano aos seis anos. Não demorou muito para que ela conseguisse tocar algumas das composições mais importantes da música clássica. No entanto, Carla começou a se sentir limitada. A música clássica, especialmente ao tocar repertórios tradicionais, muitas vezes envolve recriar versões do passado – e cada apresentação subsequente é sempre comparada às versões anteriores. A insatisfação de Carla com os confinamentos sufocantes do mundo da música clássica a levou a abandonar tudo o que havia trabalhado até então, inclusive seu prestigioso programa de doutorado, em busca de respostas na Amazônia. A mente de Carla saltou para uma ideia encantadora – tirar o seu piano dos espaços seguros das salas de concerto e das grandes cidades e fazer uma peregrinação musical – levar um piano de barco – o instrumento tão enraizado em prestigiosos teatros, com tanta história e importância – pelos rios da Amazônia. Assim nasceu “Raízes – Um Piano na Amazônia” e a odisseia de piano de Carla, que levou três pianos, três barcos e 40 dias para ser realizada.
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DADOS DE VEÍCULOS ROUBADOS PODERÃO SER EXCLUÍDOS DA CARTEIRA DIGITAL DE TRÂNSITO
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Novo presidente do Banco Central pode trazer estabilidade, afirma economista-chefe do Bradesco
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Agenda deve incluir maior controle dos gastos públicos e urgência de reformas fiscais para 2025 O novo presidente do Banco Central, Gabriel Galipolo, é apontado como peça-chave para trazer mais estabilidade ao cenário econômico brasileiro, especialmente com uma agenda com foco no controle dos gastos públicos e nas reformas fiscais urgentes para 2025. Esse foi um dos assuntos discutidos ao longo do Congresso Internacional da Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar), realizado nesta terça-feira (15) no Hotel Unique, em São Paulo. Segundo Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco, a indexação dos gastos públicos aumentou significativamente sob o governo atual, afetando o PIB e as contas fiscais. “Não há ambiente político no Congresso para aumentar impostos. Isso, somado ao alto nível de despesas e à elevada taxa de juros, torna a solução para o déficit fiscal ainda mais complexa”, avaliou Honorato. Essa visão é compartilhada por Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting, que alertou sobre o alto nível da dívida pública brasileira em comparação a outras economias emergentes. “O aumento dos gastos públicos afeta diretamente o crescimento econômico e eleva a taxa de juros estruturais”, afirma Latif. Ela também chamou a atenção para a baixa qualidade dos investimentos públicos, que muitas vezes não geram o retorno esperado, agravando o desequilíbrio fiscal. “A necessidade de reformas fiscais é urgente. Embora o Brasil tenha um histórico de reformas, a polarização política continua sendo um grande obstáculo”, ressaltou. Ambos concordam que sinais claros de compromisso com as reformas fiscais podem facilitar o trabalho do Banco Central. Honorato expressou confiança de que Gabriel Galipolo adotará uma postura firme e com foco no cumprimento das metas, o que pode reduzir a volatilidade das expectativas do mercado. “Vejo Galipolo capaz de trazer mais estabilidade ao cenário econômico”, completou. Zeina também acredita que a liderança de Galipolo pode ser segura para criar um ambiente mais estável. “Galipolo pode ser a chave para manter a estabilidade, mesmo em meio à politização de várias questões”, concluiu
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Praça do Inefi recebe semanalmente o Projeto BiblioSesc
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Triple Bill (Sheherazade, Love Fear Loss e Bolero) Com Ballet e Orquestra Sinfônica do TMRJ
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Prefeitura de Niterói publica edital de licitação para definir empresa que vai fazer a obra do Museu do Cinema Brasileiro
Espaço será instalado em prédio já existente no Reserva Cultural, em São Domingos.
– A Prefeitura de Niterói publicou, nesta terça-feira (15), no Diário Oficial, o edital de licitação para a contratação da empresa que será responsável pela obra de implantação do Museu do Cinema Brasileiro. O museu será instalado nos dois andares de um prédio já existente no Reserva Cultural, na Avenida Visconde do Rio Branco, em São Domingos. Será o primeiro museu do Brasil que vai contar a história do cinema nacional.
A licitação está marcada para o dia 7 de novembro. No início do mês, o projeto do Museu do Cinema Brasileiro foi apresentado pelo prefeito Axel Grael, acompanhado do secretário executivo André Diniz; da secretária das Culturas, Júlia Pacheco; da presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), Micaela Costa; e da subsecretária do Escritório de Gestão de Projetos (EGP), Katherine Azevedo.O Museu do Cinema Brasileiro será um espaço interativo dedicado a celebrar a diversidade do cinema nacional. O museu vai ocupar dois andares, cada um com uma área de mil metros quadrados, e terá uma curadoria que reflete a história e a evolução do cinema brasileiro.
Em um ambiente inovador, os visitantes terão a oportunidade de explorar diversas exposições que incluem réplicas funcionais de cinematógrafos, que eram máquinas para filmar, revelar e projetar imagens fotográficas. O público vai ter experiências interativas que utilizam tecnologias como realidade virtual e sensorial. Essas interações são projetadas para criar um ambiente dinâmico e envolvente para estimular a curiosidade e o aprendizado sobre o patrimônio audiovisual do Brasil.
No primeiro pavimento, o museu terá uma linha do tempo que destaca a trajetória do cinema brasileiro e suas influências no cenário internacional. Equipamentos audiovisuais e exposições de curtas-metragens e documentários vão apresentar os principais marcos e efeitos especiais que se destacaram na indústria cinematográfica ao longo dos anos.
O segundo andar será dedicado a um espaço educativo e cultural, equipado com infraestrutura moderna para eventos e exposições temporárias. Este espaço terá mostras fixas em homenagem a duas figuras importantes da história do cinema niteroiense: Nelson Pereira dos Santos e Paulo Gustavo.
O Museu do Cinema Brasileiro será um espaço de preservação da memória do cinema nacional, e vai promover a diversidade cultural e a inclusão. O espaço terá uma programação variada e interativa para atrair públicos de todas as idades e estimular o interesse pela sétima arte.
O edital de licitação está disponível para download no site oficial da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa): www.emusa.niteroi.rj.gov.br.








Prefeitura de Niterói realizará consulta pública para a criação da 11ª Unidade de Conservação Municipal
Parque Natural Municipal de Pendotiba consolidará Niterói como referência em conservação da Mata Atlântica e gestão ambiental
– Niterói, com 56% de seu território já protegido por legislações ambientais municipais, está prestes a expandir ainda mais sua área protegida. Com uma extensão de 133,757 km², o município possui 66.878,5 hectares sob proteção e agora se prepara para criar mais 87 hectares de área preservada com a 11ª Unidade de Conservação Municipal, localizada na Região de Pendotiba. Consolidada como um dos municípios do estado que mais investe em políticas públicas sustentáveis e na preservação do meio ambiente, a cidade se destaca na Região Metropolitana por suas diversas ações de gestão do ecossistema.
A Prefeitura de Niterói destaca a importância da participação popular nesse processo. No dia 17 de outubro (quinta-feira), às 17h30, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade realizará uma consulta pública no auditório do IFRJ Campus Niterói, permitindo que os moradores contribuam com sugestões e acompanhem os próximos passos da criação do novo parque. O estudo técnico para a criação do Parque de Pendotiba pode ser solicitado pelo e-mail: areasverdes.pmn@gmail.com.
A área, composta por dois importantes fragmentos de Mata Atlântica nos bairros Sapê e Matapaca, conecta o Parque Estadual da Serra da Tiririca, a Reserva Ecológica Darcy Ribeiro e a APA Morros da Guanabara, fortalecendo a preservação da biodiversidade e a conectividade ambiental em Niterói.
“Já houve uma tentativa de implantar um condomínio residencial na área, mas o projeto foi embargado por restrições ambientais. Desde então, a região se tornou prioridade para a conservação, e agora a proposta de proteção será apresentada à sociedade”, explica Maria Carolina Campos, engenheira florestal da Secretaria de Meio Ambiente.
A criação do parque segue as diretrizes do Plano Diretor de Niterói (Lei Municipal nº 3385/2019) e do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA). A área abriga sete espécies vegetais ameaçadas de extinção e será destinada ao ecoturismo, educação ambiental e pesquisas científicas. A visitação pública será permitida após a conclusão das etapas de participação da comunidade sobre essas atividades.
Plano de Manejo – Em setembro, a Prefeitura de Niterói deu mais um passo na preservação de suas unidades de conservação. A Secretaria de Meio Ambiente aprovou o Plano de Manejo do Parque Natural Municipal da Água Escondida e assinou o Termo de Referência para a contratação do Plano de Manejo do Parque Natural Municipal do Morro do Morcego Dora Negreiros, em Jurujuba. O objetivo é usar esse documento técnico para estabelecer o zoneamento e as normas de uso e manejo da área, cumprindo os critérios estabelecidos na criação da Unidade de Conservação (UC).
“A Prefeitura está criando as áreas protegidas e, simultaneamente, implementando ferramentas de gestão. O Plano de Manejo é crucial para o bom funcionamento das unidades de conservação, garantindo a integração entre gestores e sociedade, além de fomentar o turismo sustentável”, afirma Maria Carolina.
A partir do Termo de Referência será iniciado o processo para contratar por licitação do serviço especializado para elaboração do Plano de Manejo. A metodologia envolverá oficinas participativas, nas quais a população poderá contribuir com sugestões.
A elaboração do Plano de Manejo faz parte do ciclo contínuo de planejamento de ações e tomada de decisão com base no entendimento de questões ambientais, socioeconômicas, históricas e culturais que vêm sendo realizadas ao longo da gestão municipal. O Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica, o Plano de Saneamento Básico, o Plano Diretor e o Plano Municipal de Adaptação, Mitigação, e Resiliência de Niterói são outros exemplos.
Entre os benefícios da implantação do Plano de Manejo, está a criação de projetos específicos como Programa de Gestão de Atrativos e o Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, os quais têm como função promover uma melhor experiência ao visitante. O Plano define áreas prioritárias para a educação e interpretação ambiental e estimula o conhecimento e a admiração pela unidade de conservação.
Parque do Morcego – O espaço tem 24 hectares, um costão e só era conhecido por trilheiros. A criação do parque foi mais uma iniciativa da Prefeitura para proteger o patrimônio natural, paisagístico e cultural da região. O local passou por desapropriação e ganhou o nome de Parque Natural Municipal Dora Negreiros em homenagem à ativista ambiental que morreu aos 82 anos e era atuante em questões ambientais relacionadas à Baía de Guanabara.
O local já ganhou plantio de vegetação de restinga com a implantação de 150 araçás, 20 cajueiros e 46 pitangas. As equipes fizeram a retirada de árvores mortas e secas, a demolição e limpeza de antigas estruturas que levavam risco aos visitantes e trabalho de roçadeira. Foram instaladas mesas para piquenique, placas informativas e lixeiras.
Unidades de Conservação em Niterói
Desde a criação do Programa Niterói Mais Verde, em 2014, o município já protegeu 22,5 milhões de metros quadrados. Niterói possui dez unidades de conservação municipais e duas estaduais. Mais duas áreas estão em processo de criação: o Monumento Natural de Icarahy e o Parque Natural Municipal de Pendotiba.
As áreas de conservação estão organizadas em dois mosaicos. O PARNIT (Parque Municipal de Niterói – Unidade de Conservação de Proteção Integral) abrange a Região Praias da Baía, a Região Oceânica e a Baía de Guanabara, tendo o Parque da Cidade como sede. O outro mosaico é a APA dos Morros da Guanabara (antigo SIMAPA) – Unidade de Conservação de Uso Sustentável). Com extensão de 6,2 milhões de metros quadrados, a APA engloba zonas de recuperação ambiental e de restrição à ocupação urbana, além de áreas de especial interesse ambiental e de preservação permanente na Região Norte da cidade.
Entre as áreas anteriormente parte da APA Morros da Guanabara está o Morro do Castro, onde, em 2021, foi instituído o Parque Natural Municipal Floresta do Baldeador, conectando-se à APA do Engenho Pequeno em São Gonçalo.

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Niterói se destaca em rankings de avaliação de municípios em 2024
Cidade tem bons desempenhos em estudos sobre competitividade, qualidade de vida e saneamento, entre outros.
– A cidade de Niterói tem alcançado posições de destaque em diferentes rankings nacionais que avaliam os municípios em várias áreas. Em 2024, a cidade chegou à liderança no estado do Rio de Janeiro e na 22ª posição em escala nacional no Ranking de Competitividade dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização suprapartidária que busca engajar a sociedade e desenvolver lideranças públicas para enfrentar os principais problemas do Brasil.
Neste ranking, na escala nacional, Niterói avançou 43 posições de 2023 para este ano. No estado do Rio, o segundo colocado é o município do Rio de Janeiro, que ocupa a 38ª posição no país. O Ranking de Competitividade dos Municípios do CLP tem como objetivo alcançar um entendimento mais profundo e abrangente das maiores cidades brasileiras. O estudo também pretende ser uma ferramenta simples e objetiva capaz de pautar a atuação de lideranças públicas para a melhoria da competitividade e da gestão pública local.
O estudo analisou os 404 municípios brasileiros com população acima de 80 mil habitantes, de acordo com dados oficiais do Censo Demográfico de 2022. Os municípios analisados correspondem a 59,34% da população do país.
O ranking é composto por 65 indicadores organizados em 13 pilares temáticos: sustentabilidade fiscal; funcionamento da máquina pública; acesso à saúde; qualidade da saúde; acesso à educação; qualidade da educação; segurança, saneamento; meio ambiente; inserção econômica; inovação e dinamismo econômico; capital humano e telecomunicações.
Excelência em saneamento – O Ranking de Competitividade dos Municípios do CLP constatou que Niterói é a quinta cidade com o melhor saneamento básico do Brasil. O município é o primeiro colocado no estado do Rio. Niterói possui 100% de tratamento e abastecimento de água, 95,5% de cobertura no atendimento de esgoto, e 100% de tratamento do esgoto coletado. Entre 2018 e 2022, Niterói investiu mais de R$ 200 milhões em melhorias no setor.
Esta classificação leva em conta indicadores como a cobertura do abastecimento de água, perdas na distribuição e faturamento, cobertura da coleta e tratamento de esgoto, coleta de resíduos domésticos e destinação adequada do lixo.
No início de 2024, Niterói já havia sido eleita a melhor cidade do estado do Rio no ranking do Instituto Trata Brasil, além de ocupar o sexto lugar na avaliação nacional que leva em consideração o atendimento e o tratamento de água e esgoto. Desde 2013, o município investe na ampliação de reservatórios de água na Região Oceânica e em Pendotiba. Foram construídas novas adutoras e estações de tratamento de esgoto (ETEs), com destaque para as redes modernizadas no Sapê, Caramujo e Jurujuba.
Qualidade de vida – Outro resultado significativo de Niterói foi no Índice de Progresso Social Brasil 2024 (IPS Brasil), que avalia a qualidade de vida e o desempenho social e ambiental dos 5.570 municípios brasileiros. A cidade apresentou o melhor desempenho no estado do Rio de Janeiro.
O IPS Brasil é uma ferramenta de gestão, baseada em dados públicos, que identifica e apresenta se as pessoas têm o que precisam para prosperar, desde necessidades básicas como abrigo, alimentação e segurança, até se possuem acesso à informação, e se são tratadas igualmente, independentemente de gênero, raça ou orientação sexual.
Desenvolvido pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), em parceria com outros centros de pesquisa, o levantamento tem uma metodologia global e foi publicado pela primeira vez no Brasil em 2024. Os dados fornecem uma avaliação detalhada e abrangente do progresso social e ambiental dos municípios.
O IPS Brasil possui três dimensões principais: “Necessidades Humanas Básicas”; “Fundamentos para o Bem-Estar”; e “Oportunidades”. Cada dimensão tem quatro componentes. Os componentes são formados por três a cinco indicadores com pesos diferentes. O IPS varia de zero a 100 e corresponde à média simples dos índices de progresso social das três dimensões.
O levantamento chegou a 52 indicadores, com informações obtidas em órgãos oficiais e institutos de pesquisa como DataSUS, Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Anatel e CadÚnico. A escolha dos indicadores seguiu critérios rigorosos como ser social ou ambiental; medir resultado; ter uma fonte confiável e pública; ser um dado recente; e ter disponibilidade para todos ou quase todos os municípios. O IPS Brasil será atualizado a cada ano.
Cidade inteligente – Também em 2024, Niterói conquistou o primeiro lugar em governança no ranking nacional do Connected Smart Cities, que é uma plataforma que acelera o processo de desenvolvimento das cidades inteligentes. Entre as cidades com 100 mil a 500 mil habitantes, Niterói foi a segunda mais bem avaliada do país. Nesta edição do prêmio, Niterói conquistou o quinto lugar geral, na comparação com todas as cidades do país.
O Connected Smart Cities é um evento nacional de negócios e conexões de cidades inteligentes e mobilidade urbana do Brasil realizado desde 2015. Para chegar à média geral, o ranking, além da governança e urbanismo, avalia saúde, segurança, meio ambiente, empreendedorismo, tecnologia e inovação, educação e economia.
Niterói vem evoluindo e melhorando o desempenho no ranking ao longo dos anos. Na primeira edição do Connected Smart Cities, em 2015, a cidade ocupou a 17ª posição geral. Em 2020, o município chegou à 11ª posição e, em 2023, alcançou o quinto lugar, mantendo-se nesta posição este ano.
Os resultados de Niterói estão ligados aos resultados com saneamento básico e a outras iniciativas como o Plano Estratégico Niterói Que Queremos 2013-2033 que inclui o Sistema de Gestão da Geoinformação (SIGEO); o COLAB (plataforma de contato direto da população com o governo municipal), o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp); o Centro de Controle e Operação (CCO), o lançamento do Portal de Serviços e o Processo Eletrônico.
Geração de empregos – Em agosto de 2024, os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que, nos seis primeiros meses do ano, Niterói gerou um saldo de 5.579 postos de emprego: a maior marca para o período nos últimos dez anos. As estatísticas oficiais também apontam que Niterói lidera o ranking dos municípios do Leste Fluminense. Este valor é o resultado entre a diferença de admissões e demissões no período.
Durante o primeiro semestre em Niterói, 2.989 contratações foram de mulheres, o que representa cerca de 53,5% do número total acumulado. A maior parte da população que conseguiu um novo emprego na cidade é de jovens entre 18 e 24 anos (38%). Adultos de 40 a 49 anos representam 23%, seguidos de pessoas na faixa-etária de 30 a 39 anos que são 19%.
O setor que mais abriu vagas no primeiro semestre em Niterói foi o de serviços: 4.599. A construção civil gerou 897 postos de trabalho e a atividade industrial foi responsável por 691 vagas preenchidas. Os números alcançados no período deste ano representam mais de 200% de aumento no comparativo com o primeiro semestre de 2023, quando foram gerados 1.539 novos postos de trabalho em Niterói.
Foto: Divulgação

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Prefeitura de Niterói conclui obras de urbanização no Jardim Imbuí
Bairro recebeu melhorias no sistema de drenagem de águas pluviais, pavimentação, requalificação de calçadas e meios-fios
– A Prefeitura de Niterói finalizou as obras de urbanização no Jardim Imbuí, na Região Oceânica. Quinze ruas receberam melhorias na infraestrutura, com novo sistema de drenagem de águas pluviais, pavimentação, requalificação de calçadas e meios-fios. O investimento foi de R$ 13,6 milhões e as obras foram realizadas pela Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa).
O prefeito de Niterói, Axel Grael, comentou sobre a transformação que a Região Oceânica tem recebido nos últimos anos.
“Esse bairro aqui é o segundo mais antigo da região, então tenho certeza que essa obra é muito esperada por cada um dos moradores. Eu fico empolgado quando vejo uma obra como essa sendo concluída. Só esse ano, investimos mais de R$ 900 milhões em obras de urbanização na cidade e vamos seguir trabalhando para levar melhorias à população”, destacou o prefeito.
Vivianne Galvão é presidente da Associação de Moradores do bairro e agradece as melhorias que a região recebeu.
“Não é sempre que o governo tem uma porta aberta com a associação de moradores. Agradeço muito essa parceria e as melhorias para o bairro. Ganhamos asfalto, drenagem, uma ilha maravilhosa e um espaço cultural bem próximo”, contou Vivianne.
Em 2023, a Emusa concluiu as obras de urbanização nos bairros de Serra Grande, Maravista e Itaipu, também na Região Oceânica. No total, 87 ruas receberam melhorias, incluindo a instalação de novas redes de drenagem, pavimentação, construção de calçadas e paisagismo.

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Prefeitura de Niterói segue com trabalho de podas de árvores na Zona Sul
Intervenções são acompanhadas por biólogos e técnicos da Secretaria de Conservação
– Quem passa pelos bairros da Zona Sul de Niterói e desfruta da sombra das árvores, plantadas recentemente ou até mesmo há 40 anos, muitas vezes não percebe o trabalho criterioso que a Prefeitura de Niterói vem realizando nos últimos anos para cuidar das diversas espécies. A Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconser) atua diariamente, com equipes que analisam o estado das árvores para identificar a necessidade de podas ou tratamentos botânicos, garantindo a saúde das árvores e a segurança da população. Niterói possui uma árvore para cada 8,13 habitantes em sua área urbana.
Desde 2022, mais de 13 mil podas foram realizadas na cidade. Em Icaraí, foram feitas mais de 1,7 mil intervenções. Na última semana, podas ocorreram em ruas como Herotides de Oliveira, General Pereira da Silva, Ator Paulo Gustavo, Geraldo Martins, João Pessoa e Avenida Roberto Silveira.
O processo envolve uma análise minuciosa: as equipes da Prefeitura verificam se a árvore está causando danos às calçadas, se representa risco para carros e pedestres ou se está em contato com redes elétricas. Nos casos em que há contato com a rede elétrica, a responsabilidade pela poda é da concessionária Enel, conforme definido no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em 2016 entre a Prefeitura, a concessionária e o Ministério Público.
Além das podas, as equipes de Arborização Urbana da Seconser realizam plantios, supressão, destoca, retirada de galhos e de espécies invasoras, além de consertos de calçadas danificadas pelas raízes.
“Em ambientes urbanos, realizamos podas de segurança, limpeza e adequação junto ao mobiliário urbano. As podas seguem um planejamento regular em todas as árvores do município, mas, em alguns casos, quando a árvore não precisa de poda imediata, ela é reavaliada em outro momento”, explica Alexandre Moraes, biólogo da Seconser.
Ele também ressalta que, em casos de árvores em contato com a fiação elétrica, é fundamental a atuação da Enel para liberar os galhos. “Quando identificamos a necessidade de poda junto à fiação, comunicamos à Enel para que possamos atuar de forma segura”, acrescenta Moraes.
Além de embelezar a cidade, as árvores urbanas são essenciais no combate à poluição, na redução da temperatura ambiente e na valorização dos imóveis, oferecendo benefícios econômicos e sociais para Niterói.
Triplicando o número de árvores plantadas
A Seconser está triplicando o número de árvores plantadas por ano. A meta já ampliou de 70 para mais de 200 mudas mensais, priorizando espécies da Mata Atlântica adequadas ao meio urbano. Desde 2014, a Prefeitura vem plantando novas mudas em diversos bairros, como Camboinhas, Centro, Icaraí e Piratininga. No trecho entre o Gragoatá e o Museu de Arte Contemporânea (MAC), 150 paus-brasis foram plantados.
Niterói possui mais de 55 mil árvores catalogadas no Sistema de Gestão da Geoinformação (SIGeo), com informações detalhadas sobre a saúde, espécie e localização de cada árvore.
Em março deste ano, Niterói foi premiada, pelo terceiro ano consecutivo, com o selo de “Cidade Árvore do Mundo”, concedido pelo programa Tree Cities of the World, da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pela Arbor Day Foundation. A cidade também se tornou a segunda do Brasil a receber o selo “Cidade Amiga das Árvores” da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (Sbau).

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