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A exposição “Argus” chega a Berlim, Alemanha, depois de grande sucesso nas galerias por onde passou no Brasil, com curadoria de Edson Cardoso, para homenagear os 200 anos da Migração Alemã no Brasil, com uma coletiva que leva o nome de um velho navio de madeira, com velas e três grandes mastros que, em julho de 1823, trouxe de Amsterdã, os primeiros imigrantes ao nosso país.
Duzentos anos atrás, depois de uma viagem de seis meses, o veleiro Argus chegava ao porto do Rio de Janeiro. A embarcação holandesa trazia para o Império brasileiro 269 imigrantes alemães. O Argus era o primeiro dos quase 40 navios que trariam ao Brasil mais de 11 mil colonos e soldados germânicos até 1830.
Chegando ao Brasil, teria início um processo que duraria décadas e levaria milhares de europeus ao território brasileiro, exercendo uma ampla variedade de atividades nas áreas de agricultura, indústria, comércio, arquitetura e artes, pertencendo a classes sociais diferentes e desempenhando, assim, um papel importante na configuração econômica e cultural do Brasil.
Os alemães enriqueceram a cultura brasileira com suas tradições, música, gastronomia e literatura. Hoje, estima-se que existam mais de 5 milhões de descendentes de alemães no Brasil, fazendo dessa comunidade uma das maiores do país. Sua influência é evidente na cultura, economia e sociedade brasileiras, destacando a imigração alemã como um capítulo importante da história nacional, um exemplo de superação e contribuição para o desenvolvimento do Brasil.







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O curso de barbeiro teve início em março e encerrou o ciclo neste mês de julho. Todos os participantes receberam material e ficarão com seus equipamentos após o encerramento das aulas para que possam iniciar de imediato e atender seus clientes.
“Sou destro, então, na barbearia uso a mão direita para tudo. A esquerda fica só como apoio. O dedo que perdi não me atrapalha em nada. Ter a possibilidade de atuar fazendo corte de cabelo e barba foi o que me deu a possibilidade de ter um novo trabalho”, diz Wagner. “Já estou cortando o cabelo e a barba dos amigos. Mesmo antes de formado, já consigo ganhar um dinheiro. Agora, com o diploma, as pessoas terão mais confiança no meu trabalho e a clientela tende a aumentar”, almeja.
O pernambucano João Carlos Gomes, de 47 anos, chegou ao Rio de Janeiro há 10 meses. Ele já havia trabalhado como motorista e mecânico em sua terra natal, mas não encontrou trabalho na cidade. Em situação de rua, ele veio para Niterói onde foi acolhido pela equipe da secretaria de Assistência Social e Economia Solidária. No abrigo onde fica hospedado, João soube da possibilidade de fazer o curso de barbearia.
“A partir daí, um novo horizonte se abriu para mim, porque eu sempre gostei muito de andar com o meu cabelo e minha barba aparada, mas nunca tinha pensado em eu mesmo trabalhar com isso. Nas aulas, o professor Carlos teve muita paciência para nos ensinar, não só as técnicas de barbearia, mas também como podemos exercer nosso trabalho, seja numa barbearia ou de forma independente, atendendo em domicílio. Isso me deu outra perspectiva”, conta João Carlos.
Profissional da área há 13 anos, Carlos José Félix Roque é o responsável por passar seus ensinamentos aos alunos.
“Eu me sinto muito bem de estar participando de uma ação como essa porque me preocupo com o próximo. Vim de uma família bastante humilde, então me vejo muito neles. Esse tipo de atividade é essencial para termos um Brasil melhor. Eu lembro bem que o meu primeiro presente foi uma máquina de cortar cabelo que minha mãe me deu quando eu tinha 15 anos. De lá para cá, eu me encaixei no ramo do corte de cabelo. Essa tem sido uma experiência única para mim. Já dei outros cursos, mas nenhum se comparou a esse. Eu vejo um desempenho muito grande deles, como se fosse a última oportunidade. Eles abraçaram esse curso e isso tem sido muito gratificante”, pontua o professor Carlos.
Formação de cooperativa
Além do curso, os participantes serão capacitados para atuarem de maneira coletivizada, com a perspectiva de formação de uma cooperativa de serviços, acompanhada pelo Banco Arariboia. As vagas são exclusivas para as pessoas atendidas pelas unidades de acolhimento institucional e pelo Centro de Atendimento à População em Situação de Rua, o Centro Pop.
O processo de incubação que será trabalhado pelo Banco Arariboia com os participantes para formar uma espécie de cooperativa vai durar aproximadamente seis meses. A Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária já promoveu três iniciativas similares com a criação da Cooperativa Terra Viva, em Santa Bárbara; a Gastronomia Sustentável, no Morro da Penha; e o de Cuidadoras de Idosos, no Centro.







Se confirmado o swell esperado para a praia da Região Oceânica, a competição na modalidade tow in deve acontecer entre os dias 14 e 16 de agosto.
Foi dado, nesta quarta-feira (7), o Sinal Amarelo para os surfistas que disputarão o Itacoatiara Big Wave (IBW) 2024, prova de surfe em ondas grandes, na modalidade tow in, que terá sua sexta edição na praia da Região Oceânica. O Sinal Amarelo é dado com cinco a sete dias da data prevista para a realização da prova. Caso se confirme a aproximação de grandes ondas para Itacoatiara, será dado o Sinal Verde e divulgada a data para a realização da prova. Surfistas de grandes ondas brasileiros e estrangeiros compõem a lista de participantes do IBW 2024. O evento tem apoio da Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer.
Neste ano, o Itacoatiara Big Wave terá disputa também na categoria bodyboarding em reconhecimento aos atletas que fazem da praia niteroiense uma das principais para a prática desse esporte em ondas grandes. Outra novidade é que a premiação nesta edição acontecerá por “times”, como nos principais campeonatos mundiais de surfe em tow in, nos quais o surfista é rebocado por motos aquáticas até a onda. Não haverá o melhor surfista e melhor piloto de jet-ski, mas um prêmio para a dupla formada por eles.
Disputarão a premiação, que soma R$ 115 mil, atletas nas categorias Melhor Time Masculino, Melhor Performance Time Mulher-Homem e Maior Onda de Bodyboarding. Além do apoio da Prefeitura de Niterói e SESC-RJ,o O Itacoatiara Big Wave 2024 tem patrocínio institucional da Reserva Extrativista Marinha de Itaipu (RESEX), Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET) e Instituto Estadual do Ambiente (INEA), além do patrocínio de várias empresas.
Já estão confirmados no IBW 2024 times brasileiros como: Lucas Chumbo (BRA) e Pedro Scooby (BRA), Gabriel Sampaio (BRA) e Pedro Calado (BRA). Rodrigo Koxa (BRA) e Vitor Faria (BRA), José Anibal (BRA) e Tony Laureano (POR), Guilherme Hillel (BRA) e Bernardo Mackenzie (BRA), Daniel Rodrigues (BRA) e Ziul Andueza (BRA), Ilan Blank (BRA) e Felipe Cesarano (BRA), Paulo Nascimento (BRA) / Ian Cosenza (BRA), João Paiva (BRA) / Marcos Moraes (BRA), Vinicius dos Santos (BRA) / Pablo Bezerra (BRA), Henrique Vasquez (BRA) / Felipe Vinagre (BRA) e Thiago Jacaré (BRA) / André Paulista (BRA).
Nos times mistos já confirmaram presença: Michelle des Bouillons (BRA) e Ian Cocensa (BRA), Michaela Fregonese (BRA) e Kleber Pires (BRA), Hermine Bonvallet (FRA) e Lourenço Katzestein (POR), Flor Caram (ARG) e Rafael Tapia (CHI), Justine Dupont (FRA) e Lucas Chumbo (BRA). Entre os surfistas estrangeiros na categoria masculina estarão: Nic Von Rupp (POR) e Clement Roseyro (FRA), Lourenço Katzestein (POR) e Tomas Lacerda (POR), Andrew Cotton (ENG) e Ben Larg (ENG), Francisco Porcella (ITA), Eric Rebieri (FRA) e Willyam Santana (BRA) e Rafael Tapia (CHI) e Ignacio Salazar (PER).
Fotos: Divulgação








No sábado, 10 de agosto, às 10h30, a escritora Mônica Martins lança o livro O Museu do Ipiranga, na Biblioteca Parque de Niterói.
No livro, a turma do Sítio do Pica-pau Amarelo, guiada pelo sábio Visconde de Sabugosa, visita o Museu do Ipiranga para conhecer a rica história da instituição paulista.
Através da leitura Ninguém vai perder os bailes com os personagens de época e todos vão querer conhecer a história da bela construção contada pelo Visconde de Sabugosa. Plantado numa colina de ventos uivantes, o atual Museu se encontrava nas terras do pai da famosa Marquesa de Santos.
Bem que José Bonifácio quis plantar ali um memorial pelo famoso “Grito do Ipiranga”, mas, sem sucesso. A princípio, o Museu foi um estabelecimento onde se ensinavam ciências físicas, naturais e matemáticas. A Casa do Grito representa o local onde D. Pedro decidiu separar o Brasil de Portugal. Os jardins franceses convidam a passeios. Seu tesouro? Mais de duzentos mil peças entre carruagens, armaduras, vestidos de festa, mechas de cabelo da Marquesa de Santos além de uma maquete que mostra como era São Paulo em 1841: um vilarejo de casinhas brancas atravessado por rios.
Ilustrada por Felipe Campos, a obra de Mônica conta com uma narrativa delicada e criativa que nos apresenta o passado pelo olhar dos mais queridos personagens da ficção infantil.
A autora Mônica Martins é especialista em Literatura Infantil e Juvenil e editora da MoMa, além de idealizadora do Espaço de Leitura Tatiana Belinky e do Projeto Quarta Khapa, ambos em Niterói.
SERVIÇO
Lançamento do livro O Museu do Ipiranga, de Mônica Martins.
Data: Sábado, 10 de agosto de 2024
Horário: 10h30
Entrada Gratuita
Classificação etária: livre
Local: Biblioteca Parque de Niterói
Endereço: Praça da República, s/n, Centro, Niterói







O grande espetáculo musical infantil intitulado “Os Saltimbancos”, apresentado pela Cia JUKAH de Teatro, faz curta temporada nos dias 10 e 11 de agosto, no Theatro Municipal de Niterói . A peça leva o público a se encantar com as belezas da selva pela Música Popular Brasileira, no auge de sua resistência, em meio a ditadura animal. Neste momento, os bichos, consumidos pelo mal, perdem o direito de falar e pior, perdem a esperança de lutarem por uma vida melhor. Porém, mesmo descrentes, perdidos e confusos os Animais, juntos, apesar de suas diferenças, sonham mudar o mundo através das suas amizades e das artes.
“Os Saltimbancos” leva as crianças e o público a refletir sobre a importância da preservação de nossa fauna e flora, discute a beleza da diversidade. Demonstra a importância da arte como força transformadora e a resistência como mecanismo do sucesso. Demonstra ainda o valor do trabalho para conseguir chegar aos próprios objetivos, e jamais desistir de seus sonhos. Através de muita música e animação, de forma leve e descontraída, a história destes queridos quatro animais, mostrará os verdadeiros valores que as pessoas precisam para serem livres, amorosos e felizes.
Sobre a Cia JUKAH de Teatro
A Cia JUKAH de Teatro enquanto companhia teatral privilegia as vivências experimentações teatrais conjuntas. Fundada em 2009 em Niterói/RJ, é composta por mais de 20 artistas empreendedores do teatro. Com produções nos mais diversos ramos teatrais, indo do drama à comédia e aos musicais, sejam eles infantis ou adultos, o grupo é totalmente independente, sendo o mesmo responsável por todas as etapas da produção do espetáculo, das vozes exuberantes até o cenário e figurinos, bem como todo o necessário à sua realização. Os últimos anos tem sido de intensa pesquisa e imersão no mundo dos infanto juvenis, buscando ressignificar o s padrões da literatura teatral infantil, transformando os em um gênero sem predefinições, onde a estética fantástica e detalhista atrai não somente os jovens e as crianças, mas também os adultos. No ano de 2012, através do seu fundador e coordenador geral , Diego Ramos, o grupo foi semifinalista do Concurso Veja e Fundação Estudar Jovens Inspiradores, que buscava ideias transformadoras da realidade sociopolítica econômica. A missão da Cia é expandir o alcance teatral e estimular e propagar a prática das artes cênicas na educação social. A Cia acredita que através do seu trabalho pode impactar na postura das pessoas diante do mundo, tornando as mais sensíveis a tudo que as rodeia. Este ano a Cia completa 15 anos de intensa atuação na cidade de Niterói estendendo-se para outras regiões do estado do Rio de Janeiro e outras cidades do Brasil.
Ficha Técnica
Produção: Cia JUKAH de Teatro
Texto Original: Chico Buarque de Holanda
Direção: Diego Ramos
Cenografia: Diego Ramos e Itaiara Lago
Figurinos: Cia JUKAH de Teatro
Iluminação: Raphael Grampola
Elenco
Burro: Patrick Tondella
Cachorro: Diego Ramos
Galinha: Juliéte Givigier
Gata: Juliana Rosario
Ensemble
Atores e bailarinos Cia JUKAH de Teatro
SERVIÇO
Os Saltimbancos | Cia JUKAH de Teatro
Datas: 10 e 11 (sábado e domingo)
Horário: 16h
Duração: 50 min
Classificação etária: livre
Ingresso: R$ 80
Local: Theatro Municipal de Niterói
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói














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