Prefeitura de Niterói realiza contenção de encosta no Ingá

 

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Investimento na Rua Onze de Agosto é de R$ 5,5 milhões. Previsão de conclusão é dezembro

A Prefeitura de Niterói está realizando mais uma obra de contenção de encostas em Niterói. Desta vez, a obra está sendo executada pela Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa) na Rua Onze de Agosto, localizada atrás do condomínio Estoril Park, no bairro do Ingá, na Zona Sul da cidade.

O local está sendo equipado com uma cortina atirantada com 4,5 metros de altura, além de duas estruturas de solo grampeado em face de concreto projetado e calhas de drenagem. Além disso, as equipes trabalham na implantação de calçadas, meios-fios e uma nova pavimentação na via.

“Estamos muito satisfeitos em realizar mais uma obra significativa de contenção de encostas na região do Ingá. Além do trabalho na Rua Onze de Agosto, também concluímos, recentemente, a contenção atrás do posto de saúde da família, localizado também no Morro do Palácio. Cada projeto finalizado representa um passo importante para melhorar a segurança e a qualidade de vida dos moradores”, diz Antonio Lourosa, presidente da Emusa.

Com um investimento estimado em R$ 5,5 milhões, a previsão para a conclusão é para dezembro deste ano.

Crédito fotográfico: Leonardo Simplício

 

Niterói realiza formação continuada para professores da Rede Municipal

 

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 Professores de Educação Infantil, do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos da Rede Municipal de Niterói participaram nesta quarta-feira (19), ao longo de todo o dia, de encontros formativos em diversos espaços da cidade. A iniciativa foi promovida pela Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra o calendário anual de formação continuada de profissionais para 2024. As ações formativas ocuparam sete espaços públicos da cidade, além de quatro Unidades de Educação.

No Teatro Popular Oscar Niemeyer, entrou em debate a alfabetização através do P.A.L.A.V.R.A. (Programa de Alfabetização, Leitura e Autoria para a Valorização das Redes de Aprendizagens), uma parceria da Prefeitura de Niterói e da Universidade Federal Fluminense (UFF). A plateia era formada por profissionais que atuam no 1º e no 5º ano da Educação Infantil. O objetivo foi analisar e debater propostas para uma melhor transição dos estudantes dessas turmas. As palestras foram proferidas pelas professoras Cecília Goulart e Carmen Sanches, ambas da UFF. Estiveram presentes o secretário de Educação e presidente da Fundação Municipal de Educação, Bira Marques, e a subsecretária de Desenvolvimento Educacional, Ana Schilke.

Os professores da Educação Infantil se reuniram no Horto do Fonseca, Horto do Barreto, Solar do Jambeiro, Parque das Águas, Ilha do Tibau e Campo de São Bento para formações que abordavam a importância de articular a infância e a natureza, com oficinas explorando os seus elementos, as artes e o lúdico, com tintas, folhas, galhos, sementes, entre outros. Já os profissionais do Ensino Fundamental foram recebidos nas Escolas Municipais Júlia Cortines, Anísio Teixeira, Antinéia Miranda e Dario Castello para formações sobre diversos temas, como: produção de hortas, robótica, Língua Brasileira de Sinais, fotografia, educação antirracista, saúde, tecnologia, e muito mais. Quem atua na Educação de Jovens e Adultos (EJA) assistiu a primeira aula do curso de Etnomatemática numa perspectiva antirracista, no auditório Darcy Ribeiro na SME.

“Os encontros de formação que estamos promovendo hoje representam um grande passo de ousadia. É preciso compreender o trabalho que nossos profissionais realizam diariamente, tanto na perspectiva da Educação Infantil quanto na do Ensino Fundamental, conectando a nossa Rede. A escola tem um papel social e é importante ter esse diálogo fraterno para que possamos avançar e garantir o direito que as nossas crianças têm de serem alfabetizadas na etapa prevista”, declarou Bira Marques.

“Todas as atividades, palestras e oficinas propostas seguiram um planejamento na perspectiva da alfabetização discursiva. No caso da Educação Infantil, a formação se baseou nos Referenciais Curriculares da Rede Municipal visando articular o eixo Infância e Natureza. Já no primeiro e no segundo segmentos do Ensino Fundamental, tivemos várias oficinas orientadas por professores e profissionais que atuam nas unidades municipais, o que comprova o valor dos profissionais que temos”, acrescentou Ana Schilke.

Marina Muniz é professora de apoio especializado da UMEI Rosalda Paim e participou de uma das oficinas realizadas no Parque das Águas, no Centro de Niterói.

“Hoje fomos estimulados a viver experiências que ultrapassam o emparedamento da sala de aula. Isso é significativo para as nossas crianças, na medida em que contribui para que elas entrem em contato com a natureza e tudo que ela pode proporcionar para a gente. São possibilidades de compreender, conhecer e experienciar a natureza, com plantas, flores, animais e tantas coisas que nos rodeiam”, disse Marina.

Já a professora Raquel Uchoa, da UMEI Julieta Botelho, contou como foi a experiência vivida durante uma aula yoga, realizada no Horto do Fonseca.

“Foi uma grata surpresa ter encontrado aqui a oportunidade de tirar alguns minutos para relaxar o corpo e a mente. Foi uma atividade que contribuiu para a reconexão comigo mesma e também com outros professores. O mais importante é que podemos levar essa prática para a sala de aula e desenvolvê-la com os nossos alunos”, finalizou.

Fotos: Divulgação 

Clin realiza mais uma ação do projeto “Bota Fora”  e recolhe 1 tonelada de entulhos no Jacaré

 

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– A Companhia de Limpeza de Niterói realizou, nesta quarta-feira (19), a décima edição do ‘Bota Fora’ e recolheu cerca de 1 tonelada de entulhos, como computadores, caixa d’águas, sofás, colchões, televisões e caixotes, no bairro Jacaré, na Região Oceânica de Niterói. A ação é realizada pela Clin, em parceria com o “PRO Sustentável” – um programa da Prefeitura para a recuperação ambiental da Região Oceânica – e com a associação de moradores. O objetivo é chamar a atenção da população para o descarte irregular de materiais volumosos.

O presidente da Clin, Luiz Carlos Fróes, destaca a importância da iniciativa.

“O ‘Bota Fora’ vem sendo uma grata surpresa para a Companhia. Mais do que apenas recolher, trata-se de um trabalho educativo com os moradores, que têm abraçado a iniciativa. Muitas toneladas de resíduos volumosos deixaram de ser descartadas irregularmente. Isso nos motiva a querer levá-lo para outros bairros”, disse.

A assistente social Fernanda Lachini, coordenadora da equipe socioambiental da Metodo/ PRO Sustentável no Jacaré, fez um balanço da campanha e ressaltou como o ‘Bota Fora’ melhora a qualidade de vida dos moradores.

“Esta ação vem cada vez mais ganhando visibilidade no bairro Jacaré. O trabalho de divulgação da equipe socioambiental, junto à CLIN, vem mostrando grandes resultados. Até hoje, a ação já recolheu cerca de 10 toneladas. Podemos perceber a evolução dos moradores, comércios, igrejas e comunidades na adesão à campanha, descartando cada vez mais os resíduos volumosos de forma correta e contribuindo para o fim dos pontos de descarte irregular destes resíduos no Jacaré”.

Wellington Stelet, de 40 anos e morador do bairro há 30, fala da mudança no local com a chegada deste programa.

“Antigamente os caminhões vinham até aqui e de repente pararam. Aí ficou só entulhando e entulhando. Até que o ‘Bota Fora’ chegou na nossa porta e mudou tudo, fazendo muita diferença para toda nossa comunidade”, comemora.

Diego Leal Barros Quintans, de 35 anos, mora no Jacaré desde que nasceu e pontua a relevância da atividade.

“Acompanho o projeto desde o início, quando ele surgiu aqui no Jacaré. A diferença no bairro é grande, os moradores trabalham em conjunto pra deixar nossa comunidade mais limpa e organizada. O trabalho da Clin foi fundamental para essa mudança. A gente não consegue mais ver o Jacaré sem essa ação”, conta.

No dia 26 deste mês, o trabalho acontecerá na comunidade da Ciclovia, também na Região Oceânica.

 

7 passos para obter a Cidadania Italiana

 

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Passaporte italiano é considerado o mais poderoso do mundo, com livre acesso a 194 países, incluindo os EUA. Cerca de 15% da população brasileira faz jus ao benefício. Mas, é preciso comprovar vínculo. Busca pelo reconhecimento cresceu 35%.

O sonho de viver na Europa atrai milhares de pessoas que querem mudar de vida e buscar melhores oportunidades de trabalho, estudo e desenvolvimento pessoal. Atualmente, o passaporte italiano ocupa o 1º lugar no ranking dos mais poderosos do mundo. Os dados são do Henley Passport Index (Classificação Global de Passaportes), baseado em informações exclusivas da Associação Internacional de Transporte Aéreo – IATA. Dentre as vantagens, destaca-se o livre acesso a 194 países, sem a necessidade de visto específico, incluindo os EUA e o Canadá.

De acordo com a embaixada italiana no Brasil, cerca de 15% da população brasileira tem direito à dupla cidadania italiana. O Ministério das Relações Exteriores da Itália revela que, nos últimos três anos, a solicitação de passaportes italianos pelos brasileiros aumentou 35%. Mas, não basta ter um italiano na árvore genealógica para ter esse direito, previsto na legislação, assegurado. É crucial apresentar os documentos que comprovem esse vínculo e seguir certos ritos burocráticos, para usufruir desse benefício.

Para auxiliar os interessados nessa busca, a Nostrali Cidadania Italiana elaborou um guia rápido, com um passo a passo para o reconhecimento e obtenção da Cidadania Italiana. Confira!

01. Saiba se você tem direito à Cidadania Italiana:

O primeiro passo é confirmar se você tem direito de se tornar um cidadão italiano. Para isso, basta conferir se a sua situação se enquadra em uma das descritas abaixo.

●     Jus sanguinis: Transmitida a partir do(a) ascendente italiano(a) – nascido na Itália – aos seus descendentes (desde que não tenha havido perda da cidadania italiana por aquisição de cidadania estrangeira) sem interrupção e sem limite de gerações. A única exceção é quanto à a descendência materna. Se a mulher teve filhos antes de 01/01/1948, somente os filhos dela (e seus descendentes), nascidos a partir desta data, podem solicitar a cidadania italiana através do Consulado.

●     Casamento: pessoas casadas com italianos, em regime civil, por pelo menos 03 anos, se não tiverem filhos legítimos ou 01 ano e 05 meses se tiverem filhos.

●     Residência: A Lei Italiana de Naturalização permite que qualquer estrangeiro se torne um cidadão se tiver residência fixa e legalizada na Itália por 10 anos ou mais. Essa é a regra para brasileiros.

02. Busca de Documentos:

Depois de confirmar o seu direito como um ítalo-descendente, é necessário reunir os documentos que vão embasar a sua solicitação, o quê é uma exigência da lei italiana. Em cada processo, o tipo de documento exigido pode variar, mas os principais e mais comuns são:

●     Certidões de nascimento (do solicitante até o ascendente);

●     Certidão Negativa de Nacionalidade;

●     Certidão de Óbito do italiano da família (se houver);

●     Certidões de Casamento desde o italiano até o requerente.

 

Toda a documentação deve estar atualizada e emitida em “inteiro teor”, ou seja, a versão mais completa do registro no cartório. Os documentos também precisam ser apostilados, para terem uma data de validade.

 

03. Revisão e Retificação dos documentos:

O processo de reconhecimento da cidadania italiana é cheio de etapas, pois não pode deixar brechas para dúvidas sobre a sua legitimidade. Por isso, sempre que for apontado algum erro na documentação, ele deve ser corrigido, para evitar problemas maiores no futuro. Uma das formas mais assertivas, na condução desse trâmite, é contar com uma assessoria especializada. Dessa forma, processos que podem demorar até 15 anos, podem ser concluídos em menos de 02 anos, em média.

04. Tradução e Apostilamento:

O passo seguinte, depois de confirmar a veracidade de todos os documentos, é fazer a sua tradução e o apostilamento. Isso, no entanto, não pode ser feito por conta própria, se você não tiver a credencial de tradutor juramentado. Esses profissionais têm a autorização da Junta Comercial do Estado Italiano para traduzir documentos oficiais, como se fosse uma espécie de selo de autenticação.

Graças ao acordo de Haia, é possível encontrar tradutores brasileiros que são juramentados pelo estado italiano. Já o processo de apostilamento pode ser feito apenas em um cartório e deve ser um para cada tipo de documento (Certidão e Tradução).

05. Escolha a forma de reconhecimento:

Com todos esses documentos e traduções em mãos, é o momento de escolher qual será a sua forma de reconhecimento. Isso quem define é você, de acordo com as suas preferências e condição financeira. Existem três formas de fazer isso:

●     Direto na Itália: é a forma mais rápida. Você reúne toda a documentação e informações e viaja para a Itália, para cumprir os requisitos definidos por lei;

●     Via Judicial: uma boa alternativa contra a demora das filas no consulado italiano. O processo dura entre 24 e 36 meses e não é necessário sair do Brasil. O processo começa a correr na justiça italiana assim que você der entrada nele;

●     Via Consulado Italiano: é a forma mais comum de todas e também a mais demorada. Você precisa enviar toda a documentação para o consulado italiano da sua região e entrar em uma fila de espera. Atualmente, a conclusão desses processos tem demorado de 10 a 15 anos, conforme o consulado.

06. Aguardar o Resultado:

Como explicado anteriormente, o tempo médio de espera para o resultado vai depender da forma de reconhecimento escolhida. O governo italiano disponibiliza o aplicativo ‘Giustizia Civileonde você pode acompanhar todas as atualizações referentes ao seu processo se for feito pela via judicial.

07. Obrigações com a Itália, caso se torne um cidadão italiano:

A única obrigação de brasileiros que conquistam a cidadania italiana, mas preferem morar noutro país, é manter o seu cadastro familiar (AIRE) atualizado, acrescentando, sempre que necessário, as informações abaixo:

●     Mudanças de endereço;

●     Estado civil;

●     Nascimento de filhos;

●     Casamento, divórcio ou viuvez.

Fonte: Nostrali Cidadania Italiana

Italiano radicado no Brasil contribuiu para a concessão de 15 mil cidadanias

Natural de Firenze , na Itália, e graduado em Direito, David Manzini chegou ao Brasil em 2015 e se estabeleceu em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, região com predomínio de ítalo-descendentes. Logo percebeu uma oportunidade de empreender, assessorando brasileiros interessados na obtenção da cidadania italiana. Assim, fundou a “NOSTRALI”, termo que significa ‘nosso local’ ou ‘originário da nossa terra’.

Manzini é uma das maiores autoridades do tema no Brasil e, hoje, lidera uma equipe multidisciplinar com mais de 100 colaboradores que, além de advogados especializados, incluí até historiadores e pesquisadores na área de genealogia. Parte da equipe compõe um escritório próprio na Itália, em Pistoia, na região da Toscana, outro diferencial, que possibilita excelência técnica e agilidade nos processos (as assessorias similares costumam terceirizar esse serviço).

“Reconhecer a cidadania italiana é um processo jurídico, altamente burocrático e minucioso, que envolve inúmeros detalhes, para ser bem sucedido. Antes de buscar o auxílio de uma assessoria, é fundamental checar a sua reputação e o respaldo técnico que está habilitada a oferecer”, alerta o CEO da Nostrali. Sua equipe já contribuiu para a concessão de 15 mil cidadanias italianas.

TRÊS MULHERES ALTAS’ – De 4 de julho a 29 de setembro – Teatro Copacabana Palace

 

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Escrita por Edward Albee (1928-2016) no início da década de 90, ‘Três Mulheres Altas’ logo se tornou um clássico da dramaturgia contemporânea. Perversamente engraçada – como é a marca do autor –, a peça recebeu o Prêmio Pulitzer e ganhou bem-sucedidas montagens pelo mundo, ao trazer o embate de três mulheres em diferentes fases da vida: juventude, maturidade e velhice.

Após passar por sete cidades e ter quase 40 mil espectadores na plateia, a peça retorna ao Rio de Janeiro a partir de 4 de julho, no Teatro Copacabana Palace, onde estreou em 2022 e teve a temporada completa com lotação esgotada, assim como aconteceu na passagem por São Paulo. De lá para cá, Deborah Evelyn ganhou o Prêmio APTR de Melhor Atriz e o espetáculo somou indicações a prêmios como o Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym.

Dirigida por Fernando Philbert, a nova versão da peça estreia traz no elenco Suely Franco, Deborah Evelyn e Fernanda Nobre, tem tradução de Gustavo Pinheiro e produção da WB Produções, de Bruna Dornellas e Wesley Telles.

O espetáculo é apresentado por Bradesco Seguros, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

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Em cena, as atrizes interpretam três mulheres, batizadas pelo autor apenas pelas letras A, B e C. A mais velha (Suely Franco), que já passou dos 90, está doente e embaralha memórias e acontecimentos, enquanto repassa a sua vida para a personagem B (Deborah Evelyn), apresentada como uma espécie de cuidadora ou dama de companhia. A mais jovem, C (Fernanda Nobre), é uma advogada responsável por administrar os bens e recursos da idosa, que não consegue mais lidar com as questões financeiras e burocráticas.

Entre os muitos embates travados pelas três, a grande protagonista do espetáculo é a passagem do tempo e também a forma com que lidamos com o envelhecimento. ‘O texto do Albee nos faz refletir sobre ‘qual é a melhor fase da vida?’, além de questões sobre o olhar da juventude para a velhice, sobre a pessoa de 50 anos que também já acha que sabe tudo e, fundamentalmente, sobre o que nós fazemos com o tempo que nos resta. Apesar dos temas profundos, a peça é uma comédia em que rimos de nós mesmos’, analisa o diretor Fernando Philbert.

A última e até então única encenação do texto no Brasil foi logo após a estreia em Nova York, em 1994. Philbert e as atrizes da atual montagem acreditam que a nova versão traz uma visão atualizada com todas as mudanças comportamentais e políticas que aconteceram no mundo de lá para cá, especialmente nas questões femininas, presentes durante os dois atos da peça. Sexo, casamento, desejo, pressões e machismo são temas que aparecem nos diálogos e comprovam a extrema atualidade do texto de Albee.

A estreia marca ainda os 17 anos de atuação dos produtores Bruna Dornellas e Wesley Telles, que celebram mais de quinze produções próprias e mais de 500 espetáculos em que assumiram a coprodução em Vitória (ES). Neste período, foram mais de 2000 sessões e a incrível média de mais de um milhão de espectadores.

O espetáculo Três Mulheres Altas é apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, produzido pela Arte Estúdio Entretenimento e realizado pela WB Entretenimento, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet.

A trajetória de um clássico instantâneo

Escrita em 1991 e lançada em 1994, ‘Três Mulheres Altas’ representou uma virada na trajetória de Edward Albee, que recebeu as suas melhores críticas e viu renascer o interesse por sua obra. Aos 60 anos, ele ganhou o terceiro Prêmio Pulitzer, além de dois Tony Awards e uma série de outros troféus em premiações mundo afora.

A peça tem características autobiográficas e foi escrita pouquíssimo tempo depois da morte da mãe adotiva do autor, que teria inspirado a personagem mais velha. Após abandoná-la aos 18 anos, Albee voltou a ter contato com a mãe em seus últimos dias, quando já estava doente de Alzheimer. No entanto, alguns especialistas em sua obra defendem que a peça não pode ser reduzida a este fato.

‘Três Mulheres Altas’ vai além de ser um retrato de sua mãe. O texto traz o olhar mordaz e perverso – por que não dizer cômico – de Albee para a classe média alta americana e toda a sua hipocrisia, ao falar sobre status, sucesso, sexo e abordar a visão preconceituosa da sociedade e as relações que as três mulheres travam com o mundo, sempre atravessadas pelo filtro machista.

‘Três Mulheres Altas’ estreou na Broadway em 1994, no Vineyard Theatre, e no mesmo ano chegou ao West End, em Londres, no Wyndham’s Theatre, além de iniciar uma turnê pelos Estados Unidos com a montagem americana e render versões na Espanha (‘Tres mujeres altas’) e Portugal. Em 2018, o texto foi remontado na Broadway, com direção de Joe Mantello (‘Wicked’, ‘Take me out’, ‘Assassins’) e estrelado por Glenda Jackson, Laurie Metcalf e Alison Pill.

No Brasil, a peça foi dirigida por José Possi Neto, em 1995, e recebeu os prêmios APCA e Mambembe de Melhor Espetáculo.

Sobre Edward Albee

Edward Albee morreu em 2016 aos 88 anos e deixou um imenso legado para o teatro americano com suas 25 peças encenadas e publicadas. Autor de clássicos como ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf?’, ‘Zoo Story’, ‘Equilíbrio Delicado’ e ‘Três Mulheres Altas’, ele recebeu três vezes o Prêmio Pulitzer. Seus textos são marcados por um olhar sarcástico e por uma crítica intensa às convenções e hipocrisias da sociedade tradicional.

Nascido em 1928, ele foi adotado por Reed e Frances Albee, um casal de milionários dono de uma cadeia de teatros na época. Ele cresceu em um bairro de classe média alta cercado dos tipos que iria retratar em seus espetáculos anos mais tarde. Em torno dos 20 anos, sai da casa dos pais definitivamente para viver em Nova York e inicia a sua produção literária.

Em 1957, ao escrever ‘The Zoo Story’, peça de um ato que ecoava o teatro de Samuel Beckett, Jean Genet e Harold Pinter, Albee encontra a consagração inicial de sua exitosa carreira teatral. Em 1962, estreia ‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf’, que o levaria ao auge da fama.

Nos anos 90, ‘Três Mulheres Altas’ marca seu retorno ao centro das atenções do cenário teatral nesta que é talvez a mais pessoal e autobiográfica de suas peças.

“A estreia mundial de “Três Mulheres Altas” aconteceu no Teatro Inglês de Viena, Franz Schafranek, Produtor, junho de 1991.

 

A primeira produção americana foi da River Arts, Woodstock, Nova York, Lawrence Sacharow, diretor de teatro.

 

A peça teve sua estreia em Nova York no Vineyard Theatre. Elizabeth I. McCann, Jeffrey Ash, Daryl Roth em associação com Leavitt/Fox/Mages apresentaram a produção do Teatro Vineyard no setor Off-Broadway no Teattro Promenade em Nova York.

 

 

 

TRÊS MULHERES ALTAS

Texto: Edward Albee

Direção: Fernando Philbert

 

Com Suely Franco, Deborah Evelyn e Fernanda Nobre

 

Tradução: Gustavo Pinheiro

Direção de produção: Bruna Dornellas e Wesley Telles

 

Produtora Executiva: Clarice Coelho

 

Participação especial: João Sena

 

Desenho De Luz: Vilmar Olos

Cenografia: Natália Lana

Trilha Sonora: Maíra Freitas

Figurino e Visagismo: Tiago Ribeiro

Assistência de Direção: João Sena

 

Fotos: Pino Gomes

Criação da Arte: Nós Comunicação

Vídeos: Stone Art Films

Assistente de interpretação: Gutenberg Rocha

Cenógrafa assistente: Marieta Spada

Assistente de cenografia: Malu Guimarães

Cenotécnico: André Salles e equipe

Costura de cenário: Nice Tramontin

Produção de arte: Natália Lana

Efeitos especiais: Mona Magalhães / Carlos Alberto Nunes

Costura: Ateliê das Meninas

Beleza: Cinthia Rocha

Peruqueira: Emi Sato

Assistentes de beleza: Deborah Zisman e Blackjess

Técnico de Som: Bernardo Aragão

Técnico de Luz: Bernardo Amorim

Diretora de palco: Lucia Martinusso

Camareira: Silvia Siqueira

 

Designer Gráfico: Jhon Lucas Paes

Mídias sociais e Marketing Digital: Ismara Cardoso

Gestão de Tráfego: Válvula Marketing

Intérprete de Libras: ENCANTARTE / Kátia Alves Libras

Assistente de Produção: Lays Mattos

Produção: Arte Estudio Entretenimento

 

Coordenação Administrativa: Vianapole Design e Comunicação

Gestão de Projetos: Deivid Andrade

Assessoria Jurídica: Maia, Benincá & Miranda Advocacia

Assessoria Contábil ES: Gavacon Contabilidade

Assessoria Contábil SP: Real Time Contabilidade

 

Apresentado por: Ministério da Cultura e Bradesco Seguros

Produção: Arte Estúdio Entretenimento

Realização: WB Entretenimento

 

 

SERVIÇO:

TRÊS MULHERES ALTAS, de Edward Albee

Temporada no Rio de Janeiro/RJ

Teatro Copacabana Palace- Av. Nossa Sra. de Copacabana, 261

04 de julho a 29 de setembro*

Quintas, sextas e sábados, às 19h30. Domingos, às 17h.

INGRESSOS

Plateia, frisas e camarote: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia-entrada).

Balcão: R$ 39,60 (inteira) e R$ 19,80 (meia-entrada) (visão parcial)

VENDAS

On-line pelo site ou app da Sympla

Na bilheteria do teatro durante a temporada, todos os dias de espetáculo 2h antes.

Gênero: Comédia Dramática

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 100 minutos

*Não teremos espetáculo nos dias 3 e 4 de agosto e 5, 6 e 7 de setembro

 

 

*”Amor por Niterói” reúne 2 mil pessoas no Canto do Rio*

 

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Representantes da sociedade civil, profissionais e trabalhadores de diversas áreas, gestores, líderes comunitários e empresariais, cidadãos, dirigentes de diferentes siglas partidárias e uma legião de formadores de opinião participaram do lançamento do movimento “Amor por Niterói”, que reuniu mais de 2 mil pessoas, no Clube Canto do Rio, na noite desta quarta-feira (19.06).

Fizeram parte do dispositivo, o ex-prefeito e pré-candidato ao executivo municipal , Rodrigo Neves, a pré-candidata a vice, Isabel Swan, o prefeito de Niterói, Axel Grael, o vice-prefeito, Paulo Bagueira, o presidente nacional do Cidadania, Comte Bittencourt, o presidente da Câmara, Milton Cal, o ex-deputado Felipe Peixoto, o delegado Deuler da Rocha, o presidente da Famnit, Manuel Amâncio, o Presidente da Associação de Empresários pela cidadania de Niterói, Joaquim Andrade, a ex-candidata a prefeita, Juliana Benício, dentre outros nomes.

“Niterói é o nosso lar, nosso ponto de partida e destino. Trabalhar por nossa cidade é uma missão de vida. Juntos já superamos muitos desafios. Apesar dos avanços históricos, ainda há muito a ser feito e eu estou muito animado. Com muito amor, vamos redobrar e acelerar nossos esforços e fazer de Niterói o melhor lugar para se viver e ser feliz do Brasil”, ressaltou Rodrigo Neves.

A iniciativa tem como objetivo reunir, numa construção coletiva, sugestões e ideias para uma futura gestão da cidade ainda mais inovadora. Assim, todos os niteroienses podem contribuir para a elaboração do plano de governo enviando suas propostas através do site: (amorporniteroi.com.br) e também participando dos encontros setoriais e regionais que serão realizados entre 19/06 e 15/07, em diferentes partes da cidade (confira os locais e horários no site do movimento).

 

 

Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária de Niterói realiza oficinas entre acolhidos para promover a reinserção no mercado de trabalho

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Pessoas em situação de vulnerabilidade recebem orientação para elaborar currículo e se comportar em entrevista de emprego

 – A equipe de inclusão produtiva da Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária de Niterói promoveu uma oficina com objetivo de preparar os acolhidos para buscar uma nova oportunidade de emprego. Durante a atividade, que aconteceu na última semana, cerca de 15 participantes receberam apoio para a elaboração de currículo e treinamento comportamental para entrevistas de emprego. A ação tem o objetivo de promover a reinserção no mercado de trabalho e geração de renda para as pessoas acolhidas no hotel social.

O trabalho da equipe de inclusão produtiva acontece através de oficinas que também abordam temáticas sobre direitos trabalhistas e acesso à documentação. Como parte desse processo, são ofertados cursos de qualificação profissional, com oficinas de barbeiro, informática e auxiliar administrativo. Outro eixo de atuação é o apoio e orientação para o empreendedorismo com oficinas de artesanato e trabalhos manuais.

“O nosso trabalho com a população em situação de rua é intersetorial. A dinâmica do trabalho é fundamental para a reconstrução de caminhadas e a afirmação da autonomia das pessoas. Unir assistência social e economia solidária foi uma decisão importante do prefeito Axel Grael, que possibilita numa mesma pasta o acolhimento de quem está em vulnerabilidade social, e o processo de inclusão ao trabalho através das perspectivas da economia solidária, como a coletivização, autogestão”, destaca o secretário municipal de Assistência Social e Economia Solidária, Elton Teixeira.

A Prefeitura de Niterói, por meio do Banco Arariboia, projeto da Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária, promove ainda a formação de cerca de 40 pessoas em situação de rua que são atendidas pelas unidades de acolhimento institucional e pelo Centro de Atendimento à População em Situação de Rua, o Centro Pop, no curso de qualificação como barbeiro. A iniciativa tem o objetivo de capacitar as pessoas atendidas para gerar trabalho e renda, garantindo autonomia financeira e possibilidade de finalizar o ciclo de institucionalidade na qual vivem atualmente.

Todos os inscritos no curso de barbeiro receberam material completo para atuarem profissionalmente após o fim da formação. Além disso, ao término do curso, os participantes serão capacitados para atuarem de maneira coletivizada, com a perspectiva de formação de uma cooperativa de serviços, acompanhada pelo Banco Arariboia. A Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária já promoveu três iniciativas similares:com a criação da Cooperativa Terra Viva, em Santa Bárbara; a Gastronomia Sustentável, no Morro da Penha; e o de Cuidadoras de Idosos, no Centro.

Crianças de Jurujuba vão mostrar em exposição o que aprenderam em expedições de barco

 

Orgulho de viver aqui

 

Alunos da rede pública de Niterói participaram de uma das etapas do inventário faunístico que está sendo realizado na região

 

 – Depois de concluir o primeiro ciclo de aulas de ciência a bordo de barcos com alunos da rede pública da região de Jurujuba, a garotada agora poderá mostrar o que viu e aprendeu em suas experiências marítimas com a exposição: “Jurujuba Pelos Olhos das Crianças”. Eles participaram de uma das etapas do projeto de Inventário da Biodiversidade Faunística da Bacia Hidrográfica Contribuinte à Enseada de Jurujuba da Prefeitura de Niterói coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e feito em parceria com as equipes do Instituto Moleque Mateiro a Piper 3D. A exposição acontecerá nos próximos dias 21 e 22 em Jurujuba.

O inventário tem como objetivo produzir um catálogo de espécies animais de seis bairros que formam a Enseada de Jurujuba, promovendo educação ambiental e conhecimento da biodiversidade local. O relatório parcial feito por biólogos da Piper3D de consultoria ambiental e responsável pela coleta, pesquisa e avaliação dos dados, identificou, até o momento, mais de 300 espécies reconhecidas e registradas durante as análises de campo em terra e pelo mar, incluindo dentre outras, amostras de répteis, anfíbios, aves, peixes e insetos.

Entre as ações do projeto, além da produção do inventário em si, está sendo realizada uma campanha de educação ambiental, para promover o conhecimento do assunto entre as escolas da região e a população local. A área do estudo é a mesma trabalhada pelo Enseada Limpa.

“A exposição é uma etapa bastante importante do projeto. Ela vem com o objetivo de não só divulgar o trabalho que estamos fazendo junto às crianças e o olhar único que os pequenos estão tendo sobre a experiência que estão vivendo, mas também, sensibilizar a população sobre a importância dos assuntos que estamos abordando a respeito da fauna local, da riqueza presente no ambiente onde essas pessoas estão inseridas e, principalmente, sobre a missão coletiva de cuidarmos dessa biodiversidade”, comenta Luize Ferraro, coordenadora de projetos ambientais da Prefeitura de Niterói.

A exposição Jurujuba Pelos Olhos das Crianças, que acontece nos dias 21 e 22 de junho no Centro de Artes e Esportes Unificados de Jurujuba, vai trazer fotos, vídeos e pinturas feitas pelos estudantes do 3º e 4º anos da Escola Municipal Professora Lucia Maria Silveira Rocha e da Escola Municipal Professora Maria Ângela Moreira Pinto, representando de forma artística a visão que tiveram sobre suas experiências ao longo das oficinas. Entre os registros, os alunos puderam captar imagens das paisagens da Enseada de Jurujuba, fotografar uns aos outros participando das atividades, fazer entrevistas audiovisuais com os colegas de classe, e pintar um mural com figuras que mais marcaram o passeio educativo para cada um.

Sob a monitoria de biólogos e geógrafos, os estudantes presentes nas embarcações puderam observar tartarugas marinhas, peixes, aves, crustáceos, medir a velocidade do vento, a qualidade da água e a altura das marés, além de manusear equipamentos de fotografia antigos e modernos, fazendo registros próprios da paisagem e fauna do entorno.

As oficinas a bordo permitiram que os alunos da região pudessem vivenciar de forma informativa e educativa o próprio ambiente em que vivem, expandindo o olhar para a história da região e a importância de preservar a natureza local, da qual fazem parte. Cada saída de barco levou 25 crianças pela costa do Morro do Morcego, Praias de Adão e Eva, Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), Igreja de Nossa Senhora de Boa Viagem e a área de Maricultura de Jurujuba, onde puderam fazer os registros que serão expostos nos eventos.

“As oficinas foram um sucesso, as crianças ficaram super interessadas e engajadas nas atividades, e puderam colocar a mão na massa e virar os próprios artistas fazendo seus registros, o que trouxe um resultado excelente, com fotografias que mostraram olhares variados das percepções de cada criança, seja captando imagens de bichos, velejadores, as paisagens onde moram vistas de outro ponto de vista, e mesmo resíduos avistados no mar da Baía. Tudo isso é de grande aprendizado para elas e resultou em um material muito bacana que poderá ser apreciado nas exposições”, comenta Marcio Isensee, integrante da equipe do Moleque Mateiro e monitor das oficinas de foto e vídeo.

O Projeto – O Projeto é desenvolvido pela Prefeitura de Niterói, por intermédio da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade, tem investimento de R$ 1,8 milhão do governo federal, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública. As pesquisas de campo seguem ao longo deste ano, com novas visitas aos locais determinados para coleta de dados sobre as espécies da região.

O público-alvo do mapeamento é a população residente em seis bairros – os quais compõem parcial ou integralmente a área de atuação à qual se destina diretamente este projeto – somando 37.325 mil pessoas (Censo IBGE, 2010). Também serão impactados cerca de 600 alunos e profissionais de três escolas municipais da região.

Dentre as espécies já avaliadas o levantamento feito morcegos para o projeto de inventário é o primeiro já realizado na Enseada de Jurujuba. Até o momento, foram registradas 11 espécies na região, e se espera novos registros nas próximas campanhas realizadas para o inventário. Para a categoria de insetos, no entanto, já foram identificadas 203 espécies nos locais visitados. Foram 12 espécies de Anfíbios e o registro de 84 espécies de aves, dentre outros.

Prefeitura de Niterói conclui obras de contenção no Caranguejo

 

Orgulho de viver aqui



Além do reforço na encosta, comunidade de Pendotiba recebeu sistema de drenagem

A Prefeitura de Niterói concluiu as obras de estabilização de taludes na comunidade do Caranguejo, localizado no Largo da Batalha, região de Pendotiba. Com investimento de R$ 10,7 milhões, o local recebeu intervenções em cinco pontos com técnicas como cortina atirantada que cobre uma área de 1129 m² e solo grampeado com geomanta. Além da contenção, foi construído um novo sistema de drenagem, revitalização dos acessos, e a instalação de guarda-corpo.

Os trabalhos foram realizados pela Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa). O presidente da Emusa, Antonio Lourosa, expressou sua gratidão e reconhecimento pelo trabalho das equipes que contribuíram para a realização da obra.

“Quero expressar minha gratidão às equipes que tornaram possível a realização de mais uma contenção em nossa cidade. Esta entrega representa um símbolo de segurança e bem-estar para os moradores da região”, afirmou Antonio Lourosa.

Crédito fotográfico: Leonardo Simplício

 

 

Prefeitura de Teresópolis e Governo do Estado apresentam o Plano de Retomada Estratégica das obras de reforma e remodelação da Praça Higino da Silveira – a da Feirinha de Teresópolis

 

Orgulho de viver aqui

O Prefeito Vinicius Claussen e o assessor especial do governador Cláudio Castro, Alex Castellar, apresentaram nesta segunda, 17, aos expositores, o cronograma com as datas das fases das obras de reforma e remodelação da Praça Higino da Silveira – a da Feirarte, a tradicional Feirinha de Teresópolis, no bairro do Alto.

O projeto de revitalização dos 20.000 m² da Praça Higino da Silveira – reestruturação da Feirarte, a popular Feirinha de Teresópolis, no Alto, inclui intervenções para melhorar a acessibilidade, a segurança e o conforto de visitantes e expositores, com nova identidade arquitetônica, renovação do paisagismo e do mobiliário urbano.

“A revitalização da feirinha é um sonho antigo de Teresópolis. Nós tivemos a coragem de enfrentar todos os desafios e, agora, estamos prestes a entregar um espaço novo, revitalizado, que certamente vai potencializar o coração do novo turismo, gerando mais renda e empregos na nossa amada cidade”, pontuou o Prefeito Vinicius Claussen acompanhado de secretários e subsecretários municipais e do Vereador Elias Maia.

“A obra está totalmente aberta para que a população veja a qualidade, toda a estrutura que será oferecida para o turismo de Teresópolis. Em breve, vamos inaugurar o espaço, totalmente revitalizado”, disse Alex Castellar, assessor especial do Governo do Estado/RJ.

A previsão é que, até o final de julho, boa parte da feirinha esteja pronta, incluindo toda a área da praça de alimentação. Agradeço ao Governador Claudio Castro, ao seu assessor especial, Alex Castellar, e toda equipe da EMOP-RJ”, finalizou o prefeito.

A obra

A reforma da Feirarte contempla toda a instalação de nova rede elétrica, adaptada com pontos de força para os equipamos de cozinha; nova rede de esgoto; reforma total dos boxes de alimentação (restaurantes), com a integração de boxes compartilhados, instalação novas portas metálicas, mezanino metalizado, escada de acesso ao mezanino, bancada de pedra, pia inox, revestimento apropriado para cozinhas no piso e nas paredes e instalação de forro PVC, conforme as normas da Anvisa; reforma total dos banheiros com adaptação para pessoas com deficiência e fraldário; instalação de novo pavimento intertravado com piso podo tátil, seguindo a lei de calçadas acessíveis; criação de cobertura com estrutura metálica e telhado para a praça de alimentação, seguimento o conceito arquitetônico da estação; criação de espaço coberto para o Mercado Orgânico; nova identidade visual da praça com reforma total do coreto, novo pórtico de entrada, e nova praça poliesportiva com acesso a ciclofaixa. Além da instalação de novo mobiliário urbano.

FOTOS: Bruno Nepomuceno.