Cedae diz em audiência pública na Alerj que não há estudo sobre venda de capital da estatal

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O diretor da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Humberto Mello, afirmou que não há estudo relacionado à venda de capital da estatal. A declaração foi feita durante audiência pública realizada nesta sexta-feira (01/08) pela Comissão de Saneamento Ambiental, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que discutiu os desafios enfrentados pela empresa no tratamento e fornecimento de água, além dos resultados da concessão dos serviços. A audiência coincidiu com a data em que a Cedae completou 50 anos.

No início deste ano, um consórcio formado por instituições financeiras foi contratado para elaborar um estudo de viabilidade econômico-financeira com o objetivo de fortalecer o capital da Cedae. “O que temos é uma empresa que está estudando o futuro da Cedae para os próximos 20 anos, mas não tem trabalho referente a venda da Cedae”, frisou o diretor da companhia.

Atualmente, a atuação da Cedae está restrita à captação e ao tratamento da água, que é posteriormente fornecida às concessionárias Águas do Rio, Aegea e Iguá, que desde 2021 são responsáveis pela distribuição de água e detêm a concessão por 35 anos. De acordo com dados da Secretaria Estadual da Casa Civil, a Cedae manteve margens expressivas de lucro mesmo após o leilão: em 2024, registrou um lucro de aproximadamente R$ 1 bilhão.

Controle do estado

Integrante do Conselho de Administração da Cedae, Jorge Briard defendeu a manutenção do controle estatal da companhia. “A Cedae é lucrativa e não necessita entregar seu controle acionário a investidores privados. A empresa tem créditos a receber, especialmente de repasses não realizados pelas concessionárias, que somam bilhões de reais. Além disso, possui um plano de investimentos robusto e é autossustentável, gerando receita ao Estado”, argumentou.

A defesa da gestão pública no caso da Cedae também foi feita pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos de Niterói e Região (Sindágua-RJ), Ary Girota. Para ele, a produção estatal é essencial para garantir acesso à água com tarifas justas e qualidade no serviço. “Empresas privadas visam ao lucro e podem elevar os preços para o consumidor”, alertou.

Presidente da Comissão da Alerj, o deputado Jari Oliveira (PSB) reforçou a importância da permanência da Cedae como empresa estatal, no que foi acompanhado pelos deputados Luiz Paulo (PSD) e Dani Monteiro (PSol) que também participaram da audiência.

“A companhia é um ativo estratégico do Estado, responsável pelo abastecimento de milhões de fluminenses. Sua desestatização representaria não apenas um risco à soberania administrativa, mas também um grave atentado à segurança hídrica do Rio de Janeiro”, concluiu Jari.

Desequilíbrios contratuais

Jari destacou, ainda, a necessidade de atenção aos desequilíbrios contratuais e decisões administrativas. Ele apontou que os contratos firmados no início da concessão previam volumes fixos de água tratada a serem pagos à Cedae, mas que a empresa tem fornecido cerca de 20% a mais do que o estipulado, sem compensação adicional pelas concessionárias.

“O resultado é um desequilíbrio financeiro que prejudica os cofres públicos. Embora a Cedae tenha registrado lucro de R$ 1 bilhão, esse valor poderia ter ultrapassado R$ 2 bilhões caso os volumes efetivamente fornecidos fossem remunerados. Esses recursos pertencem à população e são fundamentais para ampliar investimentos e preservar os mananciais”, afirmou o parlamentar.

Outro ponto criticado pelo presidente da Comissão de Saneamento Ambiental foi a ausência de medidores de vazão que permitam mensurar a quantidade real de água fornecida. Conforme relatório do colegiado, apesar da previsão contratual e dos prazos estabelecidos, as concessionárias ainda não instalaram os equipamentos. “A Cedae segue recebendo por volumes estimados, o que acarreta perdas significativas para a companhia”, completou o parlamentar.

Descontos sem auditoria

A Comissão também questionou o desconto de 22% concedido à concessionária Águas do Rio no valor pago à Cedae referente ao Bloco 4 – que abrange o Centro e a Zona Norte da capital. A justificativa foi o elevado número de usuários atendidos pela tarifa social, mas, segundo os participantes da audiência, não houve auditoria técnica da Agenersa que embasasse a decisão.

De acordo com Jorge Briard, conselheiro da Cedae, o impacto financeiro ultrapassa R$ 800 milhões e contraria parecer da própria Procuradoria da companhia. “A decisão foi aprovada pela Casa Civil do Estado, em caráter excepcional e questionável”, criticou. Em resposta, o subsecretário da Casa Civil, Cássio Castro, afirmou que o desconto foi necessário diante de dificuldades previstas em contrato e da necessidade de viabilizar os investimentos.

Foto: Thiago Lontra

Agatha Félix e Almar lançam “Vontade de Ficar”

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Clipe foi todo gravado em Niterói

A cantora e atriz niteroiense Agatha Félix e o duo carioca Almar lançam o single “Vontade de Ficar”, no dia 22 de agosto, em todas as plataformas digitais, celebrando a cidade de Niterói como berço de talentos e palco de novas histórias.

Gravado inteiramente em Niterói, o clipe valoriza as belezas naturais e a identidade cultural do município e conta com imagens icônicas da Praia de Icaraí e da deslumbrante da Baia de Guanabara.

Um pop suave e envolvente, “Vontade de Ficar” fala sobre amor, presença e as escolhas realizadas para permanecer ao lado de quem se ama.

“A ideia é emocionar e se tornar a trilha sonora de momentos especiais e marcantes”, conta Agatha.

Sobre os artistas:

Agatha Félix, niteroiense de 18 anos, é atriz e cantora em ascensão, já conhecida por sua autenticidade e pela capacidade de se conectar com o público através da arte. Além de sua trajetória na música, Agatha construiu uma carreira sólida como atriz, participando de grandes produções da TV Globo, como as novelas Sétimo Guardião e A Força do Querer, além de brilhar nos palcos com o musical Noviça Rebelde. Pelo seu trabalho em Sétimo Guardião, foi reconhecida com o prêmio MG Talento Kids. Sua carreira vem sendo construída com consistência e paixão, trazendo uma identidade única.

Duo Almar, formado pelos artistas Bruna Souza e Santino, surgiu no fim de 2019 e rapidamente se tornou uma das grandes revelações do pop leve brasileiro. Conhecidos por seu timbre marcante, letras sensíveis e melodias que exaltam a beleza do simples, conquistaram milhões de streams, presença em tops virais e trilhas sonoras de programas de TV. Sucessos como “Compensa”, “Flutuar”, “Devagarinho” e “É Tu” consolidaram o duo como um dos nomes mais promissores da música nacional.

 

 

 

Fátima Vollú apresenta a exposição de aquarelas “Pachamama: Entre Cores e Texturas”, no Ateliê Pluralistas, na Fábrica Bhering

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A artista plástica Fátima Vollú apresenta a exposição de aquarelas “Pachamama: Entre Cores e Texturas”, no Ateliê Pluralistas, onde cada uma é um mergulho no universo da artista, mas também uma provocação visual para quem observa.  O espectador é convidado a sentir as obras, atribuindo novos significados a cada mancha, a cada montanha, rocha e elementos naturais da América Latina, transformando-as em experiências únicas.

As aquarelas da Cordilheira dos Andes nascem do olhar atento da artista, que transforma a experiência de voar, em instantes de introspecção, quando a conexão com o externo conforta o interno. Desse diálogo, revelam-se cores, texturas e formas que instigam o olhar: o fluir da água esculpindo veios nas montanhas e manchas testemunhando o passar do tempo.

Belezas que passariam despercebidas por quem apenas passa pelos lugares. Nas trilhas, pedras empilhadas dão indícios da passagem humana, quase invisível diante da grandeza da natureza. Essa, revelada tanto pela sua forma monumental, quanto por flores que desabrocham em pedras, delicadas e resistentes, símbolo da persistência da vida. Nas montanhas coloridas do Cerro Hornocal (Humahuaca), nos barrancos da Chapada Diamantina e nas pedras de argila colorida da Praia da Gamboa, em Morro de São Paulo, a natureza se revela em camadas, testemunhas do que foi e do que permanece. As pedras, com sua aparência imóvel, tornam-se guardiãs de histórias compartilhadas entre os seres.

A exposição abre no sábado (2), durante o Circuito Bhering, no 2º andar da Fábrica Bhering – Ateliê Pluralistas, e pode ser visitada até o dia 16 de agosto.

 

Sobre  PACHAMAMA  |  Entre Cores e Texturas   –  AQUARELAS

Pachamama – Mãe Terra – Entidade feminina sagrada das culturas andinas, símbolo de proteção à terra, às montanhas e à natureza em geral. Os povos andinos comemoram o dia da Pachamama no dia 01 de agosto, com festas e rituais agradecendo pela fertilidade da terra, estimulando harmonia entre a ação humana e a natureza, promovendo a consciência ambiental.

O respeito e carinho por ela é tão grande nesses povos, que Pachamama ou Pacha, “assina” placas indicadoras de locais, pedindo a conservação de montanhas e trilhas na região de Salta e Jujuy, na Argentina.

“De certa forma, sinto-me conectada a ela, ao observar formas e cores de montanhas formadas há mais de 65 milhões de anos, um presente para admirarmos, respeitarmos e conservarmos”, diz Fátima.

 

Sobre Fátima Vollú

Fátima Vollú é aquarelista e membro do Ateliê Pluralistas, na Fábrica Bhering. Artista plástica, professora titular de Artes Visuais do CAp UFRJ (aposentada), com  Mestrado em Educação na UERJ e  Doutorado em Artes Visuais na UFRJ. Em sua trajetória, já  participou de exposições coletivas no Brasil e no exterior.

Desde 2017, se dedica exclusivamente à pintura de aquarelas, realizando um trabalho de pesquisa de linguagem expressiva e da técnica. Professora de aquarela do Curso FaVollú, no Ateliê Pluralistas, busca o desenvolvimento técnico e poético dos alunos, além de estimular o caminho investigativo no processo de pintura.

Serviço

Exposição: Pachamama: Entre Cores e Texturas | Aquarelas

Artista: Fátima Vollú

Período: 02 a 16 de agosto de 2025

Visitação: quartas e quintas, das 14hs às 18hs , e sábados, das 10hs  às 19hs

Local: Ateliê Pluralistas – Fábrica Bhering

R. Orestes, 28 – 2º andar – Santo Cristo – Porto Maravilha – RJ

Entrada gratuita

 

 

 

Desafio da Ponte atrai milhares de corredores num percurso de 21 km entre Niterói e Rio

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Prefeita em exercício, Isabel Swan, que é atleta olímpica da vela, participou da corrida que marca a candidatura conjunta das duas cidades aos Jogos Pan-Americanos 2031

Cerca de cinco mil corredores enfrentaram o Desafio da Ponte, na manhã deste domingo (03/08), um percurso de 21 km entre as duas cidades, com a largada no Caminho Niemeyer, no Centro de Niterói, e chegada na Praça Mauá, no Rio de Janeiro.  O Desafio da Ponte também foi um teste para as duas cidades, que lançaram candidatura conjunta para sediarem os jogos Pan e Parapan-Americanos de 2031. As provas que possam ser realizadas entre as duas cidades estão nos planos propostos à PanAm Sports, entidade responsável pelos jogos. A escolha da sede será divulgada no dia 10 de outubro, no Chile.

No comando interino da Prefeitura de Niterói, a vice-prefeita Isabel Swan, que é medalhista olímpica da vela, topou o desafio da corrida para divulgar a integração entre as cidades. A corrida da ponte ocorre justamente às vésperas da apresentação decisiva sobre o Pan 2031. O prefeito Rodrigo Neves viajou para participar da defesa da candidatura conjunta do Rio e Niterói, durante a Assembleia Geral da PanAm Sports, em Assunção, no Paraguai.

“Fiquei super empolgada, porque a ponte é o símbolo da nossa candidatura dos Jogos Pan-Americanos, e com certeza é muito simbólica essa corrida, que começou na década de 80, e é uma perspectiva nova. Eu estou muito emocionada e feliz em poder passar pela ponte de uma outra forma, dessa vez correndo e unindo as duas cidades de Niterói ao Rio de Janeiro”, afirmou Isabel.

Após 12 anos, o Desafio da Ponte agora passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos carioca, disponível no site da Riotur: https://riotur.rio/editorial/calendario-eventos/. A tradicional meia maratona, que atravessa toda a extensão da Ponte Rio-Niterói, reuniu 5 mil corredores, sendo 52% cariocas, 17% de Niterói e 31% de turistas. O evento tem impacto direto na cadeia produtiva do turismo, movimentando hotéis, comércio e serviços, além de fortalecer o turismo esportivo e reforçar a imagem do Rio de Janeiro e de Niterói como sedes de grandes eventos.

 

Corredores assumem o desafio

Moradora de Piratininga, a professora Elsa Tunala, 42 anos, estava muito animada para correr na ponte. “Eu sempre achei que correr na ponte era uma boa coisa para se fazer. Gosto muito de correr nas praias, e corro sempre em Piratininga e em Camboinhas”, contou.

A publicitária Karina Teixeira, 36 anos, veio de São Paulo para participar da meia maratona, numa espera de 12 anos. “Hoje eu estou aqui celebrando esse momento. Poder correr na ponte Rio-Niterói sempre foi o meu sonho, então hoje vai ser essa realização”, contou a jovem paulistana.

Corredor desde 2012, Pedro Paulo Mendonça Filho, 34 anos, é professor de educação física e é bastante conhecido nos eventos esportivos e pelas redes sociais. “Para uma prova dessas, a gente arruma um pouco de energia, de força extra, porque vai ser impressionante. Eu passei pela ponte e vi a roda gigante escrito Desafio da Ponte e já deu uma emoção. Vai ser uma alegria para todo mundo”, destacou.

Morador da Lagoa, no Rio de Janeiro, Michel de Leon, 39 anos, corre há seis anos e já participou de eventos em Niterói outras vezes. “A prova está bem legal, o clima está bom, o tempo está bom e as expectativas são as melhores”, disse o empresário.

 

Megaoperação de trânsito

A Niterói Transporte e Trânsito (NitTrans) programou diversas alterações na circulação de veículos em vias do Centro para a largada em Niterói, às 6h30, no Caminho Niemeyer, para garantir a travessia. Das 21h de sábado (2 de agosto) até as 10h de domingo (3 de agosto), houve interdições  em diversas ruas.  A organização do evento foi responsável por operadores de trânsito privados que atuaram tanto no entorno do Caminho Niemeyer quanto no trajeto até a Ponte. Além disso, houve apoio operacional com a contratação obrigatória de apoiadores de tráfego. As medidas foram supervisionadas em tempo real por equipes da NitTrans, para garantir a segurança viária da população e dos competidores.

A operação de trânsito no Rio contou com 50 profissionais, entre agentes da CET-Rio, guardas municipais e apoiadores de tráfego, que atuaram para manter a fluidez, coibir o estacionamento irregular, ordenar os cruzamentos, orientar pedestres e motoristas, além de realizar os bloqueios viários durante a corrida. Técnicos da CET-Rio, no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio), monitoraram toda a movimentação do trânsito por meio de câmeras, para garantir boas condições viárias. Além disso, dez painéis de mensagens variáveis foram utilizados para informar sobre as condições do trânsito, bloqueios viários e rotas de desvio.

 

 

Cinco destinos paulistas para um bate e volta com sabor de chocolate

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Setur-SP selecionou cinco cidades no entorno da Capital paulista para um passeio rápido onde o frio se mistura às paisagens e ao melhor do cacau

Últimas semanas de frio e inverno e o turista que passeia pelo interior de São Paulo vai fazer o quê? Se o verbo beber e a palavra chocolate vierem à cabeça, é porque esse delicioso derivado do cacau está imediatamente associado ao aconchego e ao charme, podendo ser encontrado tanto em mesinhas de cafés sob o formato de fondues e outras guloseimas, como sendo adquirido em fábricas (e até em fazendas) de chocolate e mesmo em variedades que vão do tradicional chocolate quente ao chocolate artesanal. E vale a pena a viagem. Foi pensando nisso, que a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) resolveu indicar cinco destinos paulistas – alguns básicos, outros inusitados – onde o chocolate é a grande estrela.

Campos do Jordão

Comer e beber chocolate em Campos do Jordão pode parecer, à primeira vista, muito básico, mas sempre soa sofisticado, uma vez que se pode mesclar a um só tempo a beleza plástica da estância turística paulista – a cidade mais alta do Brasil, a 1.628 metros acima do nível do mar -, a exuberante subida da Serra da Mantiqueira e o típico friozinho do inverno, com o charme das mesinhas dos cafés locais e o calor fumegante das xícaras.

Diversas lojas na cidade oferecem variedades de chocolates artesanais de fabricação própria em opções que vão de trufas, barras, bombons e fondues, onde o turista pode até mesmo acompanhar o processo de produção “do grão à barra”, da moagem do cacau até ser servido à mesa. A dica são as casas de café no coração da aconchegante região jordanense do Parque Capivari, como as casas Sabor Chocolate, Cacau de Campos e Chocolate Araucária. É só clicar nos links. Campos do Jordão fica a 180,5 km de São Paulo. Sobre a cidade, acesse o link.

Serra Negra

Famosa por suas águas minerais terapêuticas e seus cafés, Serra Negra também surpreende no quesito chocolate. Dona de um turismo rural de fazer bonito aos olhos do viajante, inclusive pela forte presença da colônia italiana – a réplica da famosa Fontana Di Trevi, de Roma, é um exemplo -, a “Cidade da Saúde” tem belos atrativos urbanos e eventos como o Festival de Inverno – Serra Negra In Concert (que ocorre todos os anos entre junho e julho, em 45 dias de programação) e o Seresta e Cia. (em agosto). E para além da produção de cafés, vinhos, laticínios e cachaças, Serra Negra é também local para apreciar um bom chocolatinho.

Os cafés, confeitarias e chocolaterias locais garantem ao turista a apreciação de opções de chocolates quentes cremosos, doces incríveis feitos à base do alimento, trufas e chocolates em barra. É o caso, por exemplo, da Casa dos Ursos Chocolates Artesanais, em suas várias lojas espalhadas pela cidade, apresentando em seu cardápio bombons, trufas, cafés e barras. Por sua vez, outra casa chocolateira da cidade, a Briga Bellas Confeitaria Gourmet oferece guloseimas como o irresistível Submarino, onde uma barra afunda no leite com chocolate ao leite quente, além de proporcionar oficinas de férias para crianças e outras atrações. Serra Negra fica a 149 km da Capital. Sobre a cidade, clique no link.

São Roque

Além dos já típicos vinhos, das casas vinícolas e da famosa Estrada do Vinho, a estância de São Roque tem um gostoso clima de inverno com muito frio às noites, motivos mais do que suficientes para degustar barras de chocolate, fondues ou mesmo beber chocolate ao leite quente. Na Estrada do Vinho, o turista encontrará opções de casas para desfrutar chocolate como, por exemplo, na Caracol Chocolates, uma loja franqueada de uma empresa com sede em Gramado, na Serra Gaúcha. No cardápio da casa, o Fondue Express, minifoundues, waffles, brownies, doces, cafés especiais, chocolates amargos e meio amargos.

Já no Distrito Canguera, o viajante vai encontrar as delícias caseiras e achocolatadas na Florybal Chocolates, também uma franqueada da cidade gaúcha de Gramado. Trufas, pães de mel cobertos com chocolate e as drágeas crocantes são algumas das guloseimas para experimentar. São Roque fica a 65 km de São Paulo. Sobre a cidade, saiba mais no link.

Jundiaí

As chocolaterias de Jundiaí são igualmente charmosas, muitas delas presentes em shoppings e em lojas localizadas na Rota da Uva. Entre as casas devotadas ao cacau, encontra-se a Partiè Chocolates Café, no bairro do Caxambu, que traz em seu cardápio delícias como as cascas de chocolate, trufas, bombons recheados, bombons maciços, minipães de mel e pães de mel, guloseimas diversas nos mais variados sabores (brigadeiro, coco, limão, ao leite, branco, doces de leite e licorosos).

Na Quinta dos Alves, que se localiza no bairro Corrupira, a pedida é exatamente o café colonial no sítio, em que se apresentam à mesa iguarias de chocolate, como bolos e tortas, tudo em meio à natureza. Jundiaí fica a 50 km da capital paulista e para saber sobre a cidade, basta clicar neste link.

Itu

A beleza de Itu, cidade histórica com suas ligações às causas republicanas do século XIX, além da variedade de atrações, principalmente as famosas figuras em tamanho exagerado, completa-se com o mundo achocolatado. Um dos locais que já alçou fama é a Fazenda do Chocolate, situada no km 90 da Estrada Parque (SP-312). Trata-se de um parque com bela arquitetura colonial e rústica, com lagos, playground para as crianças e contato com a natureza. Os chocolates criados no local são de cacau 100% proveniente da Amazônia brasileira, sem adição de gorduras vegetais e outros ingredientes. A Fazenda, que abre sempre aos finais de semana, também possui loja da fábrica, onde os chocolates artesanais são vendidos no formato de doces e biscoitos. Itu localiza-se a 100,5 km de São Paulo. Mais informações sobre a cidade, neste link.

Outros chocolates

Conhecida pelas praias durante o alto verão, o Guarujá se situa na Baixada Santista e surpreende inclusive no inverno, com casas que além de produzirem chocolate artesanal, promovem inclusão social. É o caso da Casa do Cacau, localizada no centro da cidade, um projeto social que transforma o cacau em produtos de chocolate, gerando renda para famílias em situação de vulnerabilidade e os chocolatiers formados na França capacitam novos profissionais nessa arte. São quase dez opções de chocolates, em diversos formatos e tamanhos. A Casa do Cacau localiza-se na Rua do Contorno, 656. Guarujá está situada a 98 km de São Paulo.

Para quem pensa que o Vale do Ribeira só tem cavernas e rios para turismo de aventura, além das produções de chá, palmito e bananas, é exatamente em Cananeia – tida como a primeira povoação do Brasil – que deliciosos chocolates artesanais são produzidos pela Macondo Chocolates, situada na Estrada do Braço Magro e conduzida pelos integrantes da família Fares, oriundos da Colômbia. A herança chocolateira trazida para o meio da Mata Atlântica, desde o processo de transformar o fruto do cacau em barras de chocolate, já está ganhando fama. Em tempo: Macondo é o cenário criado pelo escritor colombiano Gabriel García Márquez para a sua obra prima “Cem Anos de Solidão”. Cananeia é uma estância turística que fica a 262 km de São Paulo.

 

 

Lalin Witch apresenta a exposição ” Onde Eles Não Têm Vez”,  com obras inéditas, no Espaço Cultural Correios Niterói RJ

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A mostra propõe ao espectador entrar em contato com si mesmo, sem filtros

A artista plástica Lalin Witch apresenta a exposição individual  ” Onde Eles Não Têm Vez”  , definida pela artista como uma busca a si mesmo, sem filtros, com a intenção de provocar a reflexão acerca de nossas atitudes e buscar a humildade capaz de questionar nossa conduta. Suas obras buscam, através das memórias emocionais e ancestralidade, a força para enfrentar tudo que o futuro reserva.

A mostra tem curadoria de Paula Ramagem, no Espaço Cultural Correios Niterói RJ e convida o espectador a fazer uma visita ao seu eu, compreendendo a dádiva de saber de onde vem e para onde vai.

As obras, de técnicas e tamanhos diversos, mostram essa inquietude de Lalin Witch diante de seu trabalho, confirmando a artista como a nova promessa jovem da arte brasileira.

‘Onde Eles Não Têm Vez’  vem para propor um pouco mais do que nossa visão alcança por si só, em suma, levar as pessoas por um caminho onde sejam capazes de vislumbrar o que muita gente se priva de entender. Então abra bem os olhos, respire fundo, tente perceber o que você pode ter esquecido há muito tempo atrás e você pode achar nessas obras.

Sobre a exposição

Nós somos moldados pelos momentos e pessoas que conhecemos e encontramos, porém como fica a cabeça de uma geração que lida com tanta informação, tanta rapidez e a fragilidades das novas relações? Se entender os outros é difícil, imagina se entender. Nessa exposição exploramos os sentimentos, as revoltas e as aceitações que foram e são necessárias para uma pessoa se conhecer e chegar ao entendimento que merecemos a oportunidade de deixar nossa marca nesse mundo. Trazer consigo o seu passado e sua ancestralidade como sua força para enfrentar tudo que o futuro lhe aguarda, essa é a dádiva vinda de conhecer de onde você vem e para onde você quer ir… um caminho que leve até você.

Sobre Lalin Witch

Luana Quintanilha, mais conhecida como Lalin Witch, nasceu na cidade de Niterói nos anos 2000 e desde seu primeiro contato com a arte, soube que aquela era sua paixão. Sua trajetória , apesar de nova, é marcada por diversas exposições , todas essas definidas pela forte característica de sua arte, a sensibilidade. Além de seus temas ousados, repletos de alegorias ao ego humano, ela explora sua versatilidade, demonstrada pela liberdade com o uso de diversos materiais em prol de melhor expressar sua criatividade de forma coesiva e espontânea.

Esteve presente em exposições em Nova friburgo , como a exposição para jovens artistas “Unodiverso”, poucos meses depois emendando em uma exposição na Aliança Francesa “Sobre o que ninguém quer falar” onde se aprofundou mais ainda na expressão da psique dos jovens da geração x, levando a ser celebrada pela cidade como uma ascensão feminina nas artes na FLINF – festa literária de nova friburgo , em sua edição sobre “a mulher, a leitura e a cidade. Tendo feito exposições em sua cidade natal e na cidade do rio de janeiro em grandes galerias como a Dobra com a exposição “ Oblívio: entre jura e dádiva”, galeria M.D.Gotilib com “ Offence” , além de exposições conjuntas em galerias como Contemporâneos e a galeria AVA.

Lalin propõe através de suas artes uma imersão ao fundo do subconsciente de uma geração marcada por um senso de rapidez e frivolidades de uma era imersa no individualismo, sempre se desafiando e impulsionando a levar os espectadores de sua arte a uma conversa íntima com si próprios

Instagram: https://www.instagram.com/lalinwitch/

Serviço

Exposição:   “Onde Eles Não Têm Vez”

Artista: Lalin Witch

Curadoria artista: Paula Ramagem

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Local: Espaço Cultural Correios Niterói RJ

Av. Visconde do Rio Branco, 481 – Niterói – RJ

Abertura: 05 de julho de 2025

Visitação: 05 de julho a 16 de agosto de 2025

Dias e horários: de segunda a sexta, das 11h às 18h e sábado das 13h às 18h

Censura livre

Gratuito.

Acessibilidade

Como chegar: ônibus, barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); uber ou táxi.

Apoio: Espaço Cultural Correios Niterói RJ / PR Comunicação / Frame Express Arte & Moldura

 

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

 

 

Vice-prefeita Isabel Swan participa da inauguração do Rio Museu Olímpico

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Espaço interativo no Velódromo celebra os nove anos da realização dos jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016

A vice-prefeita de Niterói, Isabel Swan, participou neste domingo (03/08) da inauguração do Rio Museu Olímpico, no Velódromo – Parque Olímpico, que celebra os nove anos da realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.  Na instalação inovadora, imersiva e moderna, o visitante pode, de maneira interativa, relembrar todos os detalhes da grande festa e da transformação da capital fluminense em um lugar melhor para os cariocas.

A vice-prefeita está no comando interino da prefeitura porque o prefeito Rodrigo Neves viajou para Assunção, no Paraguai, onde participa da Assembleia Geral da PanAm Sports, para defender a candidatura das duas cidades aos Jogos Pan-americanos 2031.

“Parabéns ao Rio por mais essa iniciativa significativa para a história e o legado do esporte brasileiro, que se soma a tantas outras que reforçam a vocação e competência para termos os Jogos Pan-americanos em 2031. E agora vamos juntos com Niterói, lado a lado, porque nossa cidade respira esporte e é um celeiro de grandes atletas de várias modalidades”, destacou Rodrigo Neves.

Com uma trajetória marcada pelo pioneirismo no esporte, Isabel Swan foi a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica na vela, em 2008, e também foi finalista em 2016 e ajudou a trazer a Olimpíada para o Rio, fazendo um discurso, em 2009, em Copenhague.

“Estou muito emocionada com essa inauguração  faz parte da história do Brasil. Eu, como atleta olímpica, também ajudei a construir um pouco dessa história, assim como todos os outros atletas que brilham e mostram a nossa força de sermos brasileiros. Realizar os Jogos Olímpicos em 2016 e depois ter esse museu interativo para as crianças se inspirarem. As boas referências do nosso país são muito importantes. Então, eu tenho certeza que esse museu vai fazer isso. É legado”, disse emocionada.

Isabel percorreu todo o espaço do museu, participou de alguns equipamentos interativos, tirou fotos e conversou com o público. Ela viu imagens da cerimônia de escolha do Rio como cidade sede em 2016 e da prova em que competiu na vela, além de assistir seu depoimento gravado especialmente para o acervo do museu. Sua mensagem também se destaca em uma das telas de TV: “A Rio 2016 vai inspirar uma geração, com incentivo à prática esportiva e à inclusão social” – Isabel Swan.

Rio Museu Olímpico

O Rio Museu Olímpico foi erguido no andar superior do Velódromo em uma área de cerca de 1.700 mil metros quadrados. Seu acervo possui mil peças e são 13 áreas temáticas com aproximadamente 80 experiências e atividades. O equipamento já nasce como membro da Rede de Museus Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional (COI).

“Aqui mostra que fizemos uma linda celebração que encantou o mundo no período do evento, e que nos abriu possibilidades muito além daquele momento dos Jogos. Todos os cariocas e visitantes que estiverem no Rio e quiserem lembrar os momentos mais emocionantes das competições, entender um pouco do como isso tudo foi feito, podem vir a este museu que vão sentir novamente toda essa emoção dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio”, festejou o prefeito do Rio, Eduardo Paes.

Dentre as experiências oferecidas, o visitante vai poder interativamente “explodir” a perimetral, “se exercitar” como um verdadeiro ginasta nas argolas ou “praticar canoagem slalom”. Corrida de 100m, exercícios na trave, basquete e outros esportes também oferecerão uma experiência imersiva e tecnológica.

A história dos Jogos Rio 2016 será contada desde o início da candidatura, e toda transformação pela qual a cidade passou estará retratada de maneira informativa e dinâmica. A revitalização da Região do Porto e o novo sistema integrado de transporte com o BRT e o VLT são exemplos das mudanças registradas pelo museu.

O legado pós-Jogos 2016 também são mostrados: como a Arena Carioca 3 (local das competições de esgrima olímpica e judô paralímpico) transformada na primeira instalação olímpica a virar uma escola, a chamada “arquitetura nômade” com a desmontagem da Arena do Futuro (local das competições de handebol olímpico e goalbal paralímpico) para a construção de quatro escolas públicas. Além da criação do Terminal Intermodal Gentileza, e os parques Madureira, Rita Lee, Radical de Deodoro, e Oeste.

Somado às experiências imersivas, o visitante irá ter contato com várias relíquias dos Jogos Rio 2016, como a tocha, medalhas, moedas, ingressos, papelaria, uniformes da Cerimônia de Abertura e do revezamento da tocha. Outras atrações são a bola da final do vôlei masculino que deu a medalha de ouro ao Brasil e a faixa preta do quimono da judoca Rafaela Silva campeã olímpica no Rio.

Em agosto e setembro, o Rio Museu Olímpico funcionará no modelo soft opening, que significa uma abertura gradual, controlada para que todo o sistema seja testado e a experiência possa ser a melhor possível para o público. Estará aberto de terça-feira a sábado, das 10h às 14h, e neste período a entrada será gratuita.

Por dia, até 120 pessoas divididas em grupos de 30 poderão conhecer o Rio Museu Olímpico. As visitas devem ser agendadas, a partir de segunda-feira (04/08), pelo site: www.museuolimpico.rio.

 

Um espaço renovado

Para a instalação do Rio Museu Olímpico, o Velódromo passou por uma revitalização, com várias melhorias estruturais. Foram feitas intervenções na cobertura e na fachada, garantindo mais modernidade e conforto. Um dos destaques arquitetônicos do Rio Museu Olímpico é o percurso formado por anéis sequenciais e coloridos, chamados de “Cariocas”, que variam de 2,9 a 6,5 metros de diâmetro.

A infraestrutura do espaço também sofreu adequações. A acessibilidade foi reforçada com a construção de uma nova rampa e a instalação de um elevador exclusivo para visitantes. O projeto ainda incluiu a aquisição de duas novas máquinas de ar-condicionado, a readequação do sistema de automação de climatização e a instalação de novas câmeras de segurança. Elevadores, telhado e rampa de acesso foram restaurados, e o sistema de combate a incêndio e pânico foi modernizado para atender às normas técnicas vigentes.

Foto: Bruno Eduardo Alves

 

 

Experiências unem turismo e audiovisual no I Festival Internacional Goitacá de Cinema

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Quilombo Machadinha e Reserva Caruara receberão ativações turísticas com o apoio da Embratur, que também terá uma mostra na programação de filmes

Além de exibir mais de 60 filmes e reunir profissionais do audiovisual de diversas regiões do Brasil e do mundo, o I Festival Internacional Goitacá de Cinema, produzido pela Quiprocó Filmes e que acontecerá entre os dias 19 e 24 de agosto de 2025, em Campos dos Goytacazes (RJ), também convida o público a vivenciar o território. Como parte da programação, o festival realizará ações que unem Turismo e Audiovisual. As ações consistem em duas ativações turísticas, com o apoio da Embratur, patrocinadora oficial do evento, nas cidades vizinhas de Quissamã e São João da Barra.

Os convidados terão a oportunidade de conhecer de perto dois importantes patrimônios naturais e culturais do Norte Fluminense: a Reserva Caruara, em São João da Barra, e o Quilombo Machadinha, em Quissamã. A visita em cada uma das cidades, contará com 1 grupo de 20 pessoas, com transporte em vans disponibilizadas pela organização do festival.

“O Festival Internacional Goitacá de Cinema nasce mostrando  como o audiovisual pode dialogar com o território e fortalecer o turismo de forma criativa e sustentável. Ao proporcionar aos  convidados experiências como a visita ao Quilombo Machadinha e à Reserva Caruara, o festival revela a potência cultural do interior do Rio e promove um Brasil diverso, autêntico e cheio de histórias para contar”, afirma Marcelo Freixo, presidente da Embratur.

A parceria com a autarquia federal também se desdobra na curadoria da Mostra Embratur, que integra a programação oficial do festival com a exibição de quatro filmes distribuídos entre as sessões “Brasil com S” e “Turismo Transforma”. As obras integram a “seleção oficial” do festival por seu potencial de revelar paisagens, culturas e modos de vida brasileiros fora do circuito turístico tradicional, reafirmando o papel do cinema como ferramenta de promoção territorial, afetiva e política.

A Embratur estará representada em diferentes frentes ao longo do festival. Na cerimônia de abertura do festival e do Seminário de Cinema e Audiovisual do Norte e Noroeste Fluminense contará com a presença de Fátima Pacheco, ex-prefeita de Quissamã e atual Coordenadora de Parcerias Regionais da instituição. No Cine Market Goitacá, um dos destaques será a mesa “Audiovisual Construindo Destinos: o papel de uma Film Commission na Região Norte e Noroeste Fluminense”, que vai discutir estratégias para ampliar o diálogo entre cinema, desenvolvimento e políticas públicas.

O encerramento do evento, no dia 24 de agosto, contará com a participação do presidente da Embratur, Marcelo Freixo, que também acompanhará a entrega dos prêmios e o lançamento da Carta Goitacá.

“O Festival Internacional Goitacá de Cinema nasce com a missão de fomentar o mercado do cinema e do audiovisual no interior fluminense, estimulando ao mesmo tempo que tenhamos novos olhares sobre a região Norte e Noroeste fluminense. Essas ativações turísticas revelam o nosso compromisso com essa região, que possui muitas riquezas naturais, diversidade cultural e que é estratégico para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro”, afirma Fernando Sousa, diretor geral do festival.

As ativações também reforçam o compromisso do Festival Goitacá com o tema “Preservar e formar para o futuro”, valorizando a memória coletiva e o território como parte fundamental da experiência cinematográfica.

Ao todo, 65 filmes serão exibidos nos seis dias deste que é o primeiro festival de cinema internacional da cidade. A atriz Zezé Motta, nascida em Campos, será a grande homenageada do evento, tendo uma mostra com o seu nome dedicada a filmes que contemplem diversidade de raça e gênero.

A programação completa, você confere em: www.instagram.com/festivalgoitaca

O I Festival Internacional Goitacá de Cinema é realizado pela Quiprocó Filmes, por meio da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura, com patrocínio oficial do Porto do Açu, Ferroport, Águas do Paraíba e Embratur. O projeto também está aprovado na Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro (ICMS). O Projeto conta com parceria institucional da Prefeitura de Campos e Secretária Municipal de Turismo, Prefeitura de São João da Barra e Sebrae. Conta ainda com o apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), da Unimed Campos, Comfort Hotel, Trevo Limpeza, Petra Arquitetura e Rangel Azevedo Advocacia e Consultoria. O projeto tem parceria cultural e educacional da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF), do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da UENF (PPGSP), do Cine Darcy, da Casa de Cultura Villa Maria, Diretoria de Cultura da UENF, do Projeto Caminhos de Barro, do Centro de Ciências do Homem (CCH), Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e Maple Bear. Parceria comercial da Acesso Total e Associação Comercial e Industrial Campos (ACIC). A Mídia Oficial é a Folha da Manhã e InterTV. E Parceria de Mídia do Canal Curta.

 

SERVIÇO:

I Festival Internacional Goitacá de Cinema

De 19 a 24 de agosto de 2025

Em Campos dos Goytacazes, com ativações especiais em São João da Barra e Quissamã

Mais informações em breve.

Sobre a Quiprocó Filmes:

A Quiprocó Filmes é uma produtora audiovisual independente, sediada no Rio de Janeiro, que busca provocar mudanças através de um olhar inquieto. Criamos imagens atentas às histórias, emoções e afetos, a partir de diferentes vozes, transformando a maneira que as pessoas vêem suas próprias vidas e os diferentes elementos da nossa cultura. Criamos conteúdo para Cinema, TV e streaming. Produzimos conteúdo publicitário e institucional para organizações e empresas. Realizamos oficinas audiovisuais em parceria com instituições da sociedade civil.

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Governo do Rio dá início à Operação Shamar no combate à violência contra a mulher

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Ação nacional prevê cumprimento de mandados de prisão e atividades socioeducativas em todo o estado

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Segurança Pública e das polícias Civil e Militar, inicia, nesta sexta-feira (01/08), a Operação Shamar 2025 — uma força-tarefa nacional voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher. A operação integra a campanha Agosto Lilás e prevê uma série de ações ao longo do mês em todo o território fluminense.

As atividades incluem desde o cumprimento de mandados de prisão até ações socioeducativas em escolas, espaços públicos e redes sociais. Batalhões e delegacias contarão com reforço para o recebimento e encaminhamento de denúncias relacionadas a crimes de violência doméstica e familiar.

– Essa iniciativa representa mais do que uma ação de segurança pública, é um compromisso do nosso governo com a vida e a dignidade das mulheres. Não podemos tolerar nenhum tipo de violência de gênero, e vamos continuar mobilizando todas as forças necessárias para proteger quem mais precisa – afirmou o governador Cláudio Castro.

Patrulha Maria da Penha – Guardiões da Vida

A Polícia Militar atuará de forma intensificada por meio da Patrulha Maria da Penha – Guardiões da Vida, com foco na fiscalização de medidas protetivas, visitas de acolhimento e apoio direto às mulheres assistidas pelo programa. Situações de emergência continuarão a ser priorizadas pelo número 190.

Já a Polícia Civil realizará atividades de inteligência, investigação, prevenção, ações educativas e repressivas contra crimes praticados em todas as suas formas: física, psicológica, moral, sexual e patrimonial.

Coordenada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Shamar mobiliza forças de segurança, instituições públicas e sociedade civil em uma atuação integrada em todo o país. A iniciativa reforça o compromisso do Estado com a proteção da vida, da dignidade e dos direitos das mulheres, além de fortalecer a articulação com a rede de apoio às vítimas.

– A Operação Shamar reforça o papel das forças de segurança como agentes de proteção, com foco especial na escuta, no cuidado e no combate direto à violência contra a mulher – destacou Victor dos Santos, secretário de Segurança Pública.

O nome da operação vem do hebraico Shamar, que significa “cuidar, guardar, proteger, vigiar e zelar”, princípios que norteiam a atuação das forças de segurança na proteção e acolhimento de mulheres em situação de violência.
 

 

 

Prefeito apresenta Plano Estratégico do Rio 2025-2028 ao Conselho da Cidade

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Documento vai orientar as ações da administração municipal nos próximos quatro anos. São 88 metas e 134 projetos, divididos em 30 iniciativas

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o vice-prefeito Eduardo Cavaliere, apresentaram, neste sábado (02/08), no Velódromo, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, o novo Plano Estratégico 2025-2028 aos integrantes do Conselho da Cidade. O documento é o principal instrumento de gestão da Prefeitura e orientará as ações da administração municipal nos próximos quatro anos.

Coordenado pela Subsecretaria de Planejamento e Acompanhamento de Resultados, órgão ligado à Casa Civil, o plano estabelece prioridades, metas, projetos e indicadores, com base em diagnósticos técnicos, escuta social e compromissos políticos assumidos na eleição.

– Tudo o que foi construído até aqui não é obra de um homem só. É uma construção coletiva. O Plano Estratégico materializa os novos horizontes que a gente precisa conquistar. É uma visão de cidade pautada em desenvolvimento sustentável e pela inovação voltada para o futuro, com desejo de ter um Rio mais justo, inclusivo e feliz – disse o prefeito Eduardo Paes aos conselheiros que participaram do evento.

A nova edição do Plano Estratégico foi construída a partir de cinco eixos temáticos:

• Civilidade e Segurança: ordenamento urbano, trânsito e segurança pública;

• Infraestrutura, Prevenção a Desastres e Resiliência: mobilidade, habitação, áreas verdes, espaço público e clima;

• Longevidade, Equidade e Humanidade: saúde, educação, diversidade, proteção social e esportes;

• Futuro, Economia e Felicidade: inovação, cultura, turismo, emprego e desenvolvimento econômico;

• Equilíbrio Fiscal, Boa Gestão e Governança: digitalização, transparência, concessões e parcerias público-privadas.

O plano tem como princípios o equilíbrio fiscal, a inovação na gestão urbana e a eficiência administrativa. É regulamentado pelo artigo 107-A da Lei Orgânica do Município e pelo Decreto Rio nº 55.611/2025. Também se integra à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), ao Plano Plurianual (PPA) e à Agenda 2030 da ONU, reforçando o compromisso da cidade com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

– É o quarto Plano Estratégico do prefeito Eduardo Paes, que marca a identidade desta gestão, com planejamento, meta, acompanhamento de resultados para  a gente ter um rumo e um olhar atento. Os desafios de execução do plano aparecem ao longo da gestão. Mas ter uma bússola, um norte de onde queremos chegar, é fundamental para qualquer governo – ressaltou o vice-prefeito Eduardo Cavaliere.

No total, são 88 metas e 134 projetos, divididos em 30 iniciativas, até 2028. Alguns projetos já estão em andamento:

• Implantar a bilhetagem digital (Jaé) em todos os modais públicos municipais e a nova política tarifária de transporte público na cidade.

• Antecipar o fim das concessões do sistema regular de linhas de ônibus e implantar o novo modelo de concessões com ônibus novos para todas as regiões da cidade.

• Implantar a Divisão de Elite da Guarda Municipal – Força Municipal até 2026 e empregar 4.200 agentes.

• Concluir 100% das obras do Anel Viário de Campo Grande,  incluindo a ligação expressa com a Avenida Brasil.

Durante o encontro, os conselheiros conheceram os objetivos do plano. A plataforma Participa.rio teve papel central na escuta pública. Entre janeiro e março de 2025, a enquete “O Rio que você quer” obteve recorde de engajamento, com 14.511 participações, e ajudou a identificar as principais demandas da população.

O Conselho da Cidade tem papel ativo na construção e no monitoramento do plano. Criado em 2012 e retomado em 2021, o colegiado reúne representantes da sociedade civil e especialistas de diversas áreas, promovendo diálogo entre o poder público e a população.

– Mais uma vez o Rio está saindo na frente. O Plano Estratégico está espetacular. Muito estruturado. Eu fiquei impressionada. É um trabalho fantástico. Estou orgulhosa. Teve a participação de muita gente que pensa o Rio – afirmou a cantora Fernanda Abreu, uma das conselheiras.

Fotos: Bete Santos