Feira O Fuxico edição de verão acontece neste final de semana

Tradicional feira, na Praça Nossa Senhora da Paz, gastronomia, artesanato e moda. Veja a programação completa

 

 

 

A badalada feira O Fuxico, acontece nos dias 13 e 14 de janeiro (sábado e domingo). A edição de verão, primeira do ano, chega com muita gastronomia, shows, moda e área kids. O evento acontece das 12h às 20h, na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, com entrada gratuita. Informações no Instagram @ofuxicofeira.

Durante o evento, o público poderá saborear delícias gastronômicas variadas, de expositores locais, que vão de hambúrgueres, petiscos, espetinhos, nhoque, entre outros, há também, doces de tirar qualquer um do eixo, além de cervejas artesanais, sucos naturais, e muitas outras iguarias.

As atrações musicais, no sábado, ficam por conta do DJ Alive Popup, com uma playlist que vai sacudir todos os convidados, às 14h, e Renan Monteiro com ritmos variados que prometem agradar os mais variados estilos musicais, a partir das 16h.

E, no domingo, será a vez de Soul Guanabara assumir o palco, tocando soul music, clássicos do pop internacional e black music, às 14h30, fechando com Rock PB, tocando rock nacional, em um show que vai sacudir os amantes do estilo, às 18h.

Aos que não resistem a uma comprinha, os stands de artesanato trazem macramê, acessórios para jardinagem, decoração, além de muita variedade de vestuário, com biquínis, bolsas, vestidos para o verão, entre outros itens.

A tradicional feira atrai moradores e turistas, reunindo famílias cariocas, em um ambiente charmoso e animado, que oferece atrações a todos. Os pequenos também se divertirão com uma área kids, enquanto os papais podem ouvir uma boa música, curtindo a feira.

Lili Valentim, organizadora da feira, revela estar animada com 2024, e conta que tem muitas novidades ao longo do ano.

“Já fechamos nossa agenda do ano, trazendo uma edição temática a cada mês. Nosso desejo é ocupar de forma positiva, a Praça Nossa Senhora da Paz, trazendo entretenimento de qualidade, e fomentando ainda o setor de produtores independentes, moda e artesanato com economia criativa. Venham estar com a gente!”, comenta.

Serviço:

O Fuxico – Edição de Verão

Dias: 13 e 14 de janeiro (sábado e domingo)

Horário: das 12h às 20h

Local: Praça Nossa Senhora da Paz – Ipanema

Endereço: praça Nossa Senhora da Paz fica localizada entre as ruas Barão da Torre, Visconde de Pirajá, Maria Quitéria e Joana Angélica em Ipanema, Rio de Janeiro

 

 

Niterói perde Sílvia Tani e decreta luto de três dias

– O prefeito Axel Grael expressa profundo pesar pelo falecimento da jornalista Maria Sílvia Tani, conhecida como Sílvia Tani e vai decretar luto de três dias na cidade. Natural de Bom Jesus do Itabapoana, Sílvia Tani era diretora do Jornal Santa Rosa, do qual foi fundadora, em 1978, junto com o marido Tácito Tani, já falecido, e o jornalista Oriovaldo Rangel.

O prefeito destacou que Sílvia Tani era muito admirada na cidade e tinha como marca a maneira carinhosa e solidária que tinha com todos.

“Foi com grande tristeza que recebi a notícia do falecimento de Sílvia Tani, uma jornalista querida, respeitada e admirada por todos. Sílvia era uma comunicadora habilidosa e deixou sua marca na cidade, tendo sido a fundadora do Jornal Santa Rosa. Meus sentimentos aos familiares e amigos da querida Sílvia Tani”, afirmou Axel Grael.

Sílvia Tani se aposentou como professora em Niterói antes de fundar o Jornal Santa Rosa. O velório da jornalista será nesta quarta-feira (10), a partir das 10h30, no cemitério Parque da Colina, em Pendotiba. O sepultamento acontece às 12h45.

 

 

Ralff Abreu é o novo coordenador de equipes de Beach Tennis da Ténis RJ, a federação do Rio de Janeiro 

 
Atleta é vice-campeão Mundial pelo Brasil e foi top 10 do ranking
 
Foto: Equipe do Rio comemora título com o troféu com Ralff Abreu de boné ao centro / Crédito: Regis Lima
 
Depois de conquistar o título como capitão do time profissional da Copa das Federações, em Fortaleza (CE), no final de novembro, o niteroiense Ralff Abreu foi nomeado como o novo coordenador técnico de equipes da TênisRJ, a federação que cuida do Beach Tennis no estado do Rio de Janeiro.
 
Ralff, ex-top 10 mundial e vice-campeão mundial pelo Brasil em 2017, será o responsável desde a equipe profissional tanto como a base e a escolha dos amadores para competições estaduais e nacionais.
 
“Estou muito feliz com a oportunidade e na busca por desenvolver e fortalecer o Beach Tennis no Rio de Janeiro que é o berço do esporte no país, onde tudo começou em 2008”, destacou Ralff que inicia nos próximos dias também sua pré-temporada de olho nos primeiros torneios do circuito mundial em 2024.
 
A pré-temporada será realizada tanto em Niterói (RJ) na Arena Ralff Abreu quanto no Rio de Janeiro no Beach Tennis Plaza, em São Conrado, e na Praia de Copacabana.
 
Sobre Ralff Abreu
Ralff Abreu, nascido em Niterói, em fevereiro de 1983, foi tenista e começou no Beach Tennis em 2011. Tem 14 títulos a nível mundial ITF na carreira.

Em 2017, ao lado de Diogo Carneiro, teve seu melhor ano, alcançando o top 10 do ranking mundial. Foi campeão do ITF de João Pessoa (PB), Maceió (AL), Balneário Camboriú (SC), São Miguel do Gostoso (RN), foi vice-campeão em Guadalupe, Niterói (RJ), vice-campeão Mundial pela Seleção Brasileira por Equipes na Rússia, semifinalista do Mundial de Duplas em Cervia, na Itália.Em 2016 foi campeão Pan-Americano em Aruba e em 2017 venceu a Nations Cup, a Copa das Nações, contra a Itália, no mesmo país.

Em 2019 foi vice-campeão no ITF de Brusque (SC) e campeão no ITF de Niterói (RJ).

Agenda janeiro: 1º Festival de Jazz embala as noites de sábado no Savoy Campos do Jordão

O Hotel Savoy Excellence promove o “1º Jazz Festival Savoy Arts” com a participação de renomados músicos; dica imperdível para os finais de semana do verão no clima das montanhas da Mantiqueira.

O Hotel Savoy Excellence Campos do Jordão abre o ano com o “1º Jazz Festival Savoy Arts”, que acontece em janeiro com a participação de grandes músicos. Sob a coordenação da diretora artística Theresa Dalme, o evento conta com apresentações aos sábados, sempre a partir das 19h, com entrada gratuita.

O 1º Jazz Festival acontece no Restaurante do Savoy: uma excelente oportunidade para desfrutar do verão com o agradável clima das montanhas de Campos do Jordão – a cidade mais alta do país. Uma super oportunidade para os amantes de jazz e da ‘boa mesa’, com as delícias do cardápio assinado pelo chef Marcel Strass.

Todas as apresentações incluem a participação da diretora artística do Savoy Arts, a compositora e cantora Theresa Dalme (@theresadalme).

ANOTE NA AGENDA – Confira a programação de janeiro:

– Dia 6 – Bruno Henrique (@bruno_henrique_teclas) & Fábio Machado (@fabinhobeatz);
– Dia 13 – Maysa Ohashi (@maysaohashi) & Ana Teresa Faria (@anateresa.faria);
– Dia 20 – Cleber Assumpção(@cleber.assumpcao) & Luis Umberto Bertrami (@luisumbertobertrami);
– Dia 27 – João Nepomuceno (@joaonepomuceno_) & Chico Macedo (@chicomacedo).

SOBRE O HOTEL – Cercado por muito verde, o Savoy Excellence fica numa localização privilegiada, a apenas 1,5 Km do centro turístico da Vila Capivari.
O hotel possui infraestrutura completa para receber seus hóspedes com total qualidade: piscina aquecida, sauna, academia, salão de jogos, espaço kids interno, playground externo, bicicletário, amplo estacionamento, wi-fi e Tv a cabo.

SERVIÇO – O Hotel Savoy está localizado à Rua Joaquim Pinto Seabra, número 209, na Vila Everest, em Campos do Jordão. Mais informações pelo telefone (12) 3663-3155 ou redes sociais: @savoycamposdojordao (insta), Savoy Hotel Campos do Jordão (face) e site www.hotelsavoy.com.br.

FOTOS/DIVULGAÇÃO
– Hotel Savoy Excellence Campos do Jordão
– Theresa Dalme, diretora artística do Savoy Arts
– Programação do 1º Jazz Festival Savoy Arts

 

 

Governo do Estado cria medidas contra cobrança adicional por uso de ar-condicionado em carros de aplicativo

No momento da contratação do serviço, empresas devem fornecer informação precisa sobre uso do equipamento. Caso contrário, o aparelho deve estar ligado em todas as categorias

De olho no calor intenso do verão, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Defesa do Consumidor, publicou, no Diário Oficial desta segunda-feira (08/01), resolução que determina medidas contra cobranças adicionais por uso de ar-condicionado nos carros de aplicativo, considerada prática abusiva.

Com a resolução, as plataformas digitais de transportes de passageiros devem fornecer, no momento da contratação do serviço, informação clara e precisa quanto ao uso ou não de ar-condicionado em todas as categorias disponíveis no aplicativo.

-A prestação de serviços precisa ser clara, transparente e objetiva. O consumidor tem o direito de saber o que está contratando. Assim, a relação entre prestadores de serviços e consumidores é mais saudável – diz o secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca.

Enquanto não houver a adaptação, todos os veículos deverão circular com ar-condicionado ligado, sem cobrança de valores extras diretamente ao consumidor, independente da categoria contratada. Neste período, apenas será tolerada a não utilização do equipamento, quando esta for uma opção do passageiro.

Os veículos cujo aparelho de ar-condicionado não estiver funcionando deverão ter a circulação suspensa pela plataforma de aplicativo. Os carros só poderão voltar a circular mediante adequação das informações ao consumidor, ou quando o equipamento já estiver disponível.

O descumprimento das determinações por parte das empresas fornecedoras implicará nas sanções administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor. Os passageiros que se sentirem lesados podem entrar em contato com a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor pelo WhatsApp (99336-4848).

 

 

Criptoarte promove a consciência da preservação da vida marinha e do equilíbrio ambiental

 

27 artistas da vanguarda da era digital exibem trabalhos imersivos e interativos no Centro Cultural do Branco do Brasil Rio de Janeiro, com entrada franca

 

A diversidade de estilos é uma das características da exposição “Década dos Oceanos” – 1ª. Mostra Nacional de Criptoarte, em cartaz até dia 26 de fevereiro, no CCBB RJ. As obras, de abstrações hipnóticas a representações surrealistas, refletem o contraste e a complexidade do nosso mundo contemporâneo e a sua influência com a natureza, a arte e a tecnologia.

 

As produções de 27 artistas digitais transportam aos caminhos da imersão e interatividade através de instalações multimídias e buscam ressaltar a importância da sustentabilidade, em prol da causa oceânica, destacando sua importância vital para o equilíbrio dos ecossistemas marinhos e como indicador das mudanças climáticas.

 

A exposição de criptoarte “Década dos Oceanos” tem o tema alinhado com a iniciativa Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021-2030) no Brasil, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) a favor dos oceanos, com o objetivo conscientizar a população em todo o mundo a refletir sobre as ações urgentes e necessárias para o uso e proteção do espaço costeiro e marinho no país.

 

 

 

A mostra reúne um elenco diversificado de artistas nacionais, que incluem nomes renomados e também jovens com produções mais recentes. As obras conduzem aos caminhos da imersão, numa viagem pelos oceanos, sua fauna e flora, entre outros. Segundo o curador Marcio Harum, os artistas da exposição “tentam transformar o assunto protagonista da mostra (a ciência oceânica) em um libelo acerca dos urgentes e difíceis desafios dos mares”.

 

“Os murais interativos e instalações multimídia não são apenas belos, eles são testemunhos de como a tecnologia blockchain e a arte digital podem capturar e preservar a beleza efêmera do mundo submarino. Aqui, a criptoarte serve como um elo vital entre a expressão artística e a conscientização ambiental”, explica Byron Mendes, idealizador da exposição e fundador da Metaverse Agency, primeira agência de criptoarte no Brasil.

A exposição apresenta uma coleção diversificada de obras de arte que fundem tecnologia e experiências interativas. Na multimídia “Maré de Luz” de Marlus Araújo, no térreo do CCBB, o visitante interage – através de seus próprios movimentos – com o piso sortido de luzes, simulando a bioluminescência do plâncton e criando um ambiente dinâmico e mutável.

Já no segundo andar, a videoinstalação “Mar é Onda”, de Lucas Bambozzi, ocupa duas paredes opostas, em projeções sincronizadas, com formas distintas de repetição de ondas do mar, em que se pode “mergulhar’ virtualmente.

Circulatory System II”, de Anaísa Franco, é uma instalação em que as correntes oceânicas são retratadas como veias e artérias, buscando metaforizar as interconexões entre o sistema circulatório humano e o sistema circulatório do planeta Terra. Por meio de uma simulação, as correntes são transformadas em linhas em movimento e as cores representam as variações das temperaturas das águas.

O tríptico de vídeo e som estéreo, “Sopa Primordial”, de Alexandre Rangel, mostra imagens de supostas vidas submarinas, em que a arte digital se apresenta como um mergulho em um oceano de possibilidades criativas, de emoções e interpretações imagéticas.

A performance “Mergulho”, de Hifa Cybe e Maurizio Mancioli, é uma videoinstalação em formato de uma longa tira vertical, em que uma mulher e um homem submergem lentamente nas águas oceânicas, até desaparecerem no fundo. O ato de afundar nas águas pode ser interpretado como uma busca por um mundo livre de tensões. O oceano, como um refúgio silencioso, torna-se um lugar onde parece possível suspender o tempo e apaziguar a mente.

CRIPTOARTE

As criptoartes são obras de arte desmaterializadas, certificadas por uma nova tecnologia de autenticação que permite sua circulação, garantindo, ao mesmo tempo, sua autenticidade.

A criptoarte possui um registro em Blockchain, um sistema que permite rastrear o envio e o recebimento de alguns tipos de informações pela internet. São pedaços de códigos gerados on-line que carregam informações conectadas, assim como se fossem blocos de dados que formam uma corrente. Daí o chain, o nome: um registro de forma confiável, imutável e descentralizado.

A Mostra Nacional de Criptoarte tem o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, através da Lei do ISS, TGS e Banco do Brasil apresentam, com patrocínio da PwC Brasil, produção da Dellarte Soluções Culturais, apoio MultiRio Terminais e On Projeções. Realização da Metaverse Agency, Interlúdio, Centro Cultural Banco do Brasil, Ministério da Cultura, Governo Federal, União e Reconstrução.

ARTISTAS

Monica Rizzolli, Eduardo Kac, Carlos Vamoss, Rejane Cantoni, Hifa Cibe & Maurizio Mancioli, Fesq, Vitoria Cribb, Alexandre Rangel, Clelio de Paula, Giselle Beiguelman, Marlus Araujo, Gustavo Von Ha, Occulted, Anaisa Franco, Leandro Lima, Suzete Venturelli, Tânia Fraga, Biarritzzz, Adriano Franchini, Vini Naso, Katia Maciel, Simone Michelin, Lucas Bambozzi, Vita Evangelista, Andrei Thomaz, Tais Koshino e PV Dias.

Serviço:

“I Mostra Nacional de Criptoarte – Década dos Oceanos” Data: De 30 de novembro de 2023 a 26 de fevereiro de 2024

Hora: De quarta a segunda (fecha às terças), das 9h às 20h

Entrada Gratuita

Ingressos disponibilizados na bilheteria do CCBB RJ ou em www.bb.com.br/cultura Centro Cultural Banco do Brasil Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro, RJ Contato: (21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br e bb.com.br/cultura

Siga o CCBB nas redes sociais: www.x.com/ccbb_rj | www.facebook.com.br/ccbb.rj | www.instagram.com/ccbbrj

Assessoria de Imprensa – CCBB RJ

Giselle Sampaio: gisellesampaio@bb.com.br (21) 3808-2346

Sobre o CCBB RJ 

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o CCBB está instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva. Marco da revitalização do centro histórico do Rio de Janeiro, o Centro Cultural mantém uma programação plural, regular e acessível, nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e pensamento. Em 34 anos de atuação, foram mais de 2.500 projetos oferecidos aos mais de 50 milhões de visitantes. Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. O prédio dispõe de 3 teatros, 2 salas de cinema, cerca de 2 mil metros quadrados de espaços expositivos, auditórios, salas multiuso e biblioteca com mais de 200 mil exemplares. Os visitantes contam ainda com restaurantes, cafeterias e loja, serviços com descontos exclusivos para clientes Banco do Brasil. O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda, das 9h às 20h, e fecha às terças-feiras. Aos domingos, das 8h às 9h, o prédio e as exposições abrem em horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes.

Getulinho incentiva seus funcionários  a irem de bicicleta para o trabalho

Experiência começou em setembro com a instalação de paraciclos na entrada das instalações do hospital

– A Secretaria de Saúde de Niterói inicia o ano estimulando o uso de bicicletas pelos funcionários do Hospital Getúlio Vargas para a ida ao trabalho. Desde setembro, o Hospital Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, já conta com paraciclos na entrada de suas instalações. Em parceria com a Coordenadoria Niterói de Bicicleta, a medida visa incentivar profissionais e familiares de usuários a chegarem na unidade pediátrica por esse meio de transporte mais sustentável e limpo.

Niterói conta com 82 km de ciclovias; com o marco de ter o 1º Bicicletário totalmente gratuito no país (Arariboia); e oferece o Selo Niterói Amigo da Bicicleta para instituições e empresas que garantam suporte para ciclistas. Recentemente, a Prefeitura de Niterói lançou a “Bike Segura Niterói” – programa de recuperação de bicicletas furtadas através de cadastro no Bicicletário Araribóia, ao lado da Estação das Barcas – lembrando que o furto deve ser sempre registrado por Boletim de Ocorrência na Polícia Civil. Outra solução para a ampliação do uso deste transporte, a ser efetivada em março, é a Bike Compartilhada, programa de empréstimos dos veículos. Além disso, o município pretende expandir para 100 km de ciclovias até o final de 2024.

“Praticar atividade física também é praticar saúde, além do que o uso da bicicleta como meio de locomoção ajuda a diminuir não só o trânsito, mas também a poluição. Isso vai de encontro com o Programa Social de Neutralização de Carbono da Prefeitura de Niterói, que capacita os moradores para agirem de forma ativa no processo de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) na cidade”, afirma a secretária municipal de Saúde, Anamaria Schneider.

Um dos profissionais do Getulinho que tem vindo constantemente de bike, é o funcionário da recepção, Elias Almeida. Formado em Educação Física, ele defende que o uso das bikes favorece a qualidade de vida: “os efeitos passam pela saúde cardiovascular, desenvolvimento do tônus muscular, melhoria na respiração e na pressão e maior equilíbrio e coordenação motora”. Elias alerta para uma direção defensiva: uso da mão como seta para indicar quando dobrar uma curva; usar o mesmo fluxo dos carros; e evitar o celular. Especificamente no Fonseca, bairro do Getulinho, que recentemente recebeu uma faixa de ciclovia na altura do Ponto Cem Réis, a rua João Brasil deve ter atenção redobrada e a circulação no decorrer da Alameda deve ser feita pela calçada, respeitando a prioridade dos pedestres.

“Fazemos o convite para que mais pessoas acessem o Hospital através desse transporte que tantos benefícios traz para a saúde de quem usa bem como para a proteção do meio ambiente. O Getulinho, sendo o primeiro Hospital municipal a adotar o Programa Social de Neutralização de Carbono, de redução dos gases de efeito estufa, já se mostrou comprometido com a política de sustentabilidade, tão necessária em época de aquecimento global e poluição urbana”, afirmou Elaine Lopez, diretora da unidade.

Filipe Simões, coordenador do Niterói de Bicicleta, acrescentou: “O interesse do Hospital em apoiar os ciclistas que procuram ou trabalham em suas dependências é sinal de compromisso da administração com a inovação e sustentabilidade, e também do papel crescente da bicicleta em Niterói”.

Foto : Rudá Lemos

 

 

Bernardo Sá Earp apresenta a exposição “A Invenção de Si”,  com curadoria de Cota Azevedo, no Centro Cultural Correios RJ.

 
 
O artista traz cerca de 40 obras, entre desenhos, pinturas e esculturas, resultado dos mais de 10 anos de atividade nas artes visuais.
 
 
 
 
O artista Bernardo Sá Earp apresenta a exposição “A Invenção de Si”, com curadoria de Cota Azevedo, no Centro Cultural Correios RJ, trazendo trabalhos de desenho, pintura e escultura, totalizando cerca de 40 obras, construídas ao longo dos seus mais de 10 anos de atividade nas artes visuais.
 
 

Ao que se refere a sua linguagem poética pode-se apontar para expressividade e para crítica social contemporânea.
Cores latentes, personagens fantasmas e cenas do cotidiano são presenças marcantes na composição das obras desta mostra, que pretende reverberar os campos de forças que podem haver em trabalhos artísticos que fogem da estética funcionalista contemporânea. A exposição busca falar do existencialismo humano e de como a arte é pulsão da vida e vice-versa.
A ideia da liberdade criativa da “A invenção de Si” pode ser percebida desde da escolha da paleta de cor ao traço desconstruído da imagem. O que se poderá observar no conjunto exibido, ainda, será uma dinâmica discursiva filosófica inquietante e que tensiona o conceito: O que é o SER arte?


 
A exposição pode ser visitada entre os dias 24 de novembro e 20 de janeiro, na sala B (2º andar), de terça a sábado, das 12h às 19h.
 
 
Sobre Bernardo Sá Earp

 
Bernardo Sá Earp, Petrópolis, RJ, 1983
Artista visual e escritor, residente da cidade do Rio de Janeiro. Trabalha com uma linguagem poética expressiva. As questões existenciais humanas aliadas aos temas sócio-políticos são assuntos centrais em suas obras. Influenciado pelo movimento Fluxos, dos anos 60, passa a usar a pop–arte também como referencial criativo. Bernardo busca explorar a questão da violência existencial advinda da tomada de consciência da própria finitude, que se traduz na “brutalidade” de suas obras — pinturas, esculturas, objetos — expressando o caráter trágico de uma existência baseada no “absurdo”. Utiliza o gesto, cores marcantes, figuras humanas em situações cotidianas mais  
mundanas.
 
 
Possui formação em filosofia contemporânea pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, (PUC-RIO), 2010. Entre os anos 2011 a 2021, fez cursos de pintura, esculturas, desenho de modelo vivo, photoshop, crítica, história e teoria da arte, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no EAV– RJ. Em 2018 começou a estudar literatura, na PUC – RIO; e ingressou na pós-graduação do departamento de letras, no curso “Formação do Escritor”. Já em 2016 e 2017, ingressou no grupo de formação de artistas da Casa França-Brasil. A partir de 2014 participa de exposições de artes visuais coletivas no cenário nacional, publica crônicas e contos em coletâneas e jornais. Atualmente se dedica à pintura, à escrita literária e ao estudo da música. Cursou a especialização “Formação do Escritor”, de dois anos na PUC-RIO, e atualmente colabora como cronista mensal na revista digital Escritor Brasileiro ( https://escritorbrasileiro.com.br/author/bernardo-sa/)”.
 
 
Exposições

• Coletiva “Múltiplo Olhar”, Sala Djanira, CEPERJ. Rio de Janeiro, Maio
2014;
• Coletiva “Pocket Collection”, Galeria Monique Paton, Rio de Janeiro,
Abril, 2015;
• Coletiva “ArtRua”, Rio de Janeiro, Setembro, 2015;
• Coletiva “Papel ao Cubo”, Helsinque, 2015;
• Coletiva “Papel ao Cubo”, Osaka, 2015;
• Coletiva “Olho Nu”, Galeria Modernista, 2015, ( Curadoria: Gianguido
Bonfanti);
• Coletiva “Composições”, 2015-2016, Hostel Contemporâneo. (Curadoria:
Isabel Portella);
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea
Abril, 2016;
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea
Outubro, 2016;
• Coletiva “Coletivo Das Neo-Neo”, Proarte seminários de música,
Outubro 2016;
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea
Março, 2017;
• Coletiva “Imersões”, Casa França-Brasil, Março 2017;
• Coletiva “Para Todos”, Galeria Carpintaria, Agosto 2017;
• Coletiva “Eixo Arte Contemporânea”, Galeria Eixo Arte Contemporânea,
Março 2018;
• Coletiva “Bandeiras”, Galeria de Arte “Paulo Branquinho”, Julho, 2018
• Coletiva “exposição [-]é[+]”, Galeria de arte “Paulo Branquinho”,
Dezembro, 2018;
• Coletiva “Parque #9”, Galeria de Arte “Casa do Paulo Branquinho”,
Agosto, 2019;
• Coletiva “Ocupaçãp Rua Moraes e Vale”( Curadoria Paulo Branquinho),
Dezembro, 2019;
• Coletiva “MuvucAto Vem de Dentro”, “Olugar Arte Contemporânea”,
Dezembro, 2019 ;
• Coletiva “Exposição de Final de Ano”, EAV, Dezembro, 2019.


 
“A arte contemporânea é minha forma de pensamento, uma expressão sensorial que transcende palavras. Em minhas pinturas figurativas, busco desvendar a “Questão do Ser”, inspirado por Heidegger. No momento da criação, encontro plenitude, harmonizando luzes e sombras em corpos nus. Quando uma obra se completa, ela ganha vida própria, deixando de ser minha e tornando-se uma experiência pública, onde meu pensamento se entrelaça com o espectador. Pintar é minha jornada para o desvelamento do Ser, uma busca incessante que me impulsiona artisticamente”, diz Bernardo.

 
Sobre a curadora Cota Azevedo
 
 
Curadora independente, comunicóloga crítica, produtora e artista transdisciplinar. Possui formação de pós-graduação em Curadoria, Museologia e Gestão de Produção, bem como em História da Arte, pela Universidade Estácio de Sá (RJ). É também pós-graduada em Psicanálise e em Psicologia pela Faculdade Metropolitana (RJ). Atua, desde 2021, como produtora e curadora em artes, planejando e executando exposições tanto individuais como coletivas. Como comunicadora, obteve a sua formação em Jornalismo no Centro Universitário Newton Paiva (BH), em 2009, e, desde então, tem produzido textos críticos para diferentes meios de comunicação e desenvolvendo projetos no setor.
 
 
“Nesta exposição, explora-se o existencialismo humano, revelando como a arte é uma pulsão vital, intrinsecamente ligada à essência da vida. Sob o tema “A Invenção de Si”, convido o público a contemplar a liberdade criativa manifestada na escolha da paleta de cores e no traço desconstruído das imagens. Ao observar este conjunto, somos instigados por uma dinâmica discursiva filosófica que nos leva a questionar: o que verdadeiramente significa SER arte? Cada obra exposta reflete a profunda ponderação do artista sobre essa questão essencial. Nas obras, há uma interação fascinante entre cores latentes, personagens fantasmáticos e cenas do cotidiano. Esses elementos não apenas adornam as telas, mas também um diálogo sobre os campos de forças artísticas e a estética contemporânea”, explica Cota.
 
 
Serviço
 
 
Exposição: “A Invenção de Si”
Artista: Bernardo Sá Earp
Curadoria: Cota Azevedo
Visitação: 24 de novembro de 2023 a 20 de janeiro de 2024
De terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios RJ – 2º andar – sala B
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – 20010-976 – Rio de Janeiro – RJ
Censura Livre
Gratuito
Apoio: Centro Cultural Correios RJ
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Público alvo: O projeto pretende atingir estudantes, professores, artistas, críticos, visitantes do espaço cultural, frequentadores do Centro do Rio e público em geral de faixa etária, nível socioeconômico e cultural diferenciados.
Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção a Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).
Informações: (21) 2253-1580 / E-mail: centroculturalrj@correios.com.br
A unidade conta com acesso para pessoas cadeirantes

O Centro Cultural Correios RJ apresenta a exposição ‘Três Marias’, reunindo trabalhos de Daniela Schiller, Mariana Porto e Flavia Renault, de diferentes momentos de suas trajetórias.

 
 
 
 
Com curadoria de Ruy Luduvice, as artistas trazem uma visão feminina e conexões entre o ancestral e o contemporâneo.
 
 
 
 
 

O Centro Cultural Correios RJ apresenta a exposição ‘Três Marias’, reunindo trabalhos de Daniela Schiller, Mariana Porto e Flavia Renault, de diferentes momentos de suas trajetórias. As artistas compartilham os mesmos princípios e ideias da arte como experiência e possibilidades.

Grande parte dos trabalhos são feitos em tecidos, sejam nas pinturas de céus imaginários de Daniela, nos bordados e trançados de Mariana, ou nos vestidos de Flavia. A mostra, com curadoria de Ruy Luduvice, traça um recorte do universo com ações femininas, possibilitando conexões entre o ancestral e o contemporâneo.

A mostra ‘Três Marias’ será aberta no dia 20 de dezembro, das 16hs às 19hs, e pode ser visitada até 24 de fevereiro de 2024, no 3º andar do Centro Cultural Correios RJ, de terça a sábado, das 12h às 19h.

Texto crítico –  Ruy Luduvice

Trajetórias de artistas visuais no Brasil se fazem de muitas maneiras, porém sempre com um traço comum: a decisão resoluta de trabalhar na matéria a obsessão criativa que toma alguns indivíduos. Silenciosamente ou com estardalhaço, precariamente ou em meio à abundância, dia após dia o labor da arte é tecido entre as responsabilidades cotidianas. Esta exposição é um belo testemunho de como persistir na invenção do sentido e na ampliação da sensibilidade, resultado do entrelaçamento voluntário dos caminhos poéticos de Daniela Schiller, Flávia Renault e Mariana Porto, que optam por se mostrarem ao público reunidas temporariamente em voz coral, numa mostra na qual obras feitas em diferentes contextos e momentos das respectivas carreiras compõe uma espécie de grande instalação que se matiza de sala em sala, celebrando um laço de amizade que é camaradagem e sororidade na arte e na vida.

Daí a opção pela alusão ao asterismo das Três Marias, como é conhecido em português o cinturão da constelação de Órion, figura criada da perspectiva humana do céu em seu esforço de ampliação da imaginação simbólica que quer dar conta do infinito. Mencionadas brevemente na Bíblia, as Marias visitantes do túmulo de Jesus se tornaram, apesar da escassez dos relatos, figuras largamente presentes no imaginário da religiosidade popular, muitas vezes como versões femininas dos reis magos. Mas se estes recebem o nascimento do Salvador oferecendo riquezas materiais, estas trabalham na passagem da morte do humano que renascerá – também três dias depois -, vencendo a morte, purificando o mundo e instaurando o grande mistério. Figuras herdeiras de deusas pré-cristãs, se estabelecem como avatares de passagem entre o sagrado e o profano. Este caráter arquetípico da feminilidade como a portadora de saberes muitas vezes recalcados pela racionalidade instrumental é presente nos trabalhos expostos tanto pela hegemonia da arte têxtil presente de uma forma ou de outra em todas as peças, bem como nas ciências dos astros de Schiller, da indumentária de Renault e na costura de linha e contas de Porto, por exemplo.

São saberes que até pouco tempo viviam relegados à pobreza de divisões muito simplistas entre arte e artesanato, ciência e técnica, alta e baixa cultura, esquemas de compreensão da produção imagética dos quais felizmente temos nos despedido.

Esses signos associados à mulher são agenciados com segurança e maturidade pelas artistas, pois sem nenhum compromisso com a construção de identidades fixas ou de uma vivência de gênero que quer se ver apressadamente como substância. Aliás, se ela existe é líquida ou vaporosa, como as figuras fantasiosas que uma vez possam ter vestido as peças de Renault, surgido entre as cartas celestes de Schiller ou festejado em meio à geometria discreta e lúdica de Porto. Trata-se de abordar aquilo que as atravessa na relação entre corpo, alma e mundo, convidando o público a redescobrir esta dimensão que está de alguma maneira em todos nós.


Sobre as artistas



Daniela Schiller, São Paulo, Brasil, 1968, vive e trabalha em São Paulo. Formação acadêmica –  1993 arquiteta e urbanista FAUUSP

Daniela é pesquisadora de cartografia: mapas de astronomia, mapas celestes europeus do século XVI, mapas astrais além dos corriqueiros mapas de cidades. Vem pesquisando, nos últimos tempos, a relação entre a cosmologia ocidental e cosmologia dos povos indígenas brasileiros. Através da pintura e bordado a artista busca estabelecer a relação entre a terra e o cosmos, tecendo uma associação muito particular dos símbolos e mitos, buscando um recorte pessoal para a imensidão dos cosmos.

Flavia Renault – Rio de Janeiro, 1971, vive e trabalha em São Paulo/SP. Formação acadêmica: bacharelado em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado em 2001.

Flavia tem sua pesquisa explorando as nuances entre vida e morte, abordando o conceito de renascimento como ocorrências metafóricas. Sua análise se estende à multiplicidade desse conceito, incluindo sua manifestação como ciclo, revisitação de memórias, sobreposição de fatos e transformações.

Na busca por inspiração, Flavia dedica-se ao estudo da Antroposofia, das Leis Biográficas conforme Steiner e da Fenomenologia de Goethe, valendo-se da observação da natureza. Essa imersão a leva a uma transformação artística, onde bordados se metamorfoseiam em paisagens, anatomia se converte em representações de plantas, e papéis rasgados ganham vida como estalactites, mapas ou nuvens. Atualmente esses territórios passaram a viver em diversos vestidos fantasmagóricos, performances e vivências.

Mariana Porto – São Paulo, 1974.   Formação acadêmica : 1997, Bacharelado em Artes Plásticas, Faculdade Santa Marcelina, São Paulo, Brasil

A obra de Mariana Porto tem o tecido como suporte principal. Para além de uma pesquisa cromática e de combinações de materiais, seus trabalhos investigam os limites entre arte e objeto, e frequentemente tratam de um espaço mítico a partir de símbolos universais. A artista vem ampliando seu repertório de mídias e linguagens, sendo exemplos as performances e seus registros em vídeos e fotos, e a ocupação do espaço arquitetônico com instalações têxteis. Uma autoria compartilhada e coletiva também se apresenta em trabalhos nos quais a artista se disponibiliza à escuta e à colaboração com observadores-participantes

Sobre o curador

 

Ruy Luduvice (São Paulo, SP, 1985) é professor universitário, crítico de arte e curador. Antes foi arte-educador durante mais de dez anos, além de atuar na pesquisa e preservação de acervos de arte contemporânea. Possui graduação (2009), mestrado (2013) e doutorado (2022) em Filosofia pela Universidade de São Paulo, com dissertação sobre a obra da artista Louise Bourgeois e tese sobre o pensamento do filósofo Georges Bataille. Seus estudos se concentram na Filosofia e História da Arte do final do século XIX até o pós 2ª Guerra; e pelas relações entre ética, estética e artes na contemporaneidade.

Serviço

Exposição: ‘Três Marias’
Artistas: Daniela Schiller, Mariana Porto e Flavia Renault
Instagram: @flaviarenault_art @estelares__ @marianaportoart
Curador: Ruy Luduvice
Abertura: 20.12.2023, das 16h às 19h
Visitação: 21.12.2023 a 24.02.2024
Local:Centro Cultural Correios RJ – 3º andar
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Apoio:  Centro Cultural Correios RJ

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.
Evento gratuito
Censura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes


O Centro Cultural Correios RJ abre a exposição ‘Do Gibi aos Quadrinhos – Os Super Heróis Brasileiros’, no dia 21 de dezembro, mostrando a importância e diversidade do quadrinho nacional.


 
Com curadoria de Paula Ramagem e Raphael Gomide, a exposição vem mostrar que os quadrinhos estão em todas as regiões, com personagens que representam as características históricas e sócio-culturais brasileiras

O Centro Cultural Correios RJ abre a exposição ‘Do Gibi aos Quadrinhos – Os Super Heróis Brasileiros’, no dia 21 de dezembro, com curadoria de Paula Ramagem e Raphael Gomide, mostrando a importância do quadrinho nacional e a qualidade de produção dos personagens de super-herois que, ao contrário do que se possa pensar, são ricos em características regionais, diversidade, sustentabilidade, empoderamento e ancestralidade, existindo já há dois séculos e povoando as imaginações de todas as idades.

A exposição, com patrocínio da Editora Kimera e Rio Comics, vem para resgatar o antigo que nunca deixou de existir e apresentar o novo, que surge com novas ideias a cada dia, pelas mãos de talentosos quadrinistas das cinco regiões do país. Os quadrinhos tornaram-se tão importantes na cultura nacional que o quadrinista Lorde Lobo criou o canal no YouTube GRANDES HERÓIS BR, com o objetivo de divulgar a produção de histórias em quadrinhos de super-heróis brasileiros.

A mostra poderá ser visitada de 21.12.23 a 24.02.24, na sala A, 3º andar, de terça a sábado, das 12h às 19h, onde, além da apresentação dos personagens, os visitantes poderão participar de visitas guiadas, palestras e conhecer os novos lançamentos nessa área que atrai todas as idades.

Sobre Gibis e História em Quadrinhos

Gibi, originalmente, foi o título de uma revista em quadrinhos brasileira lançada em 1939, publicada pelo grupo Globo. O termo gibi significava ‘moleque’, porém, com a popularização, tornou-se sinônimo de “revista em quadrinhos” no Brasil. História em quadrinhos – ou HQ – é uma das formas mais atraentes de se contar histórias através de desenhos e textos em sequência, normalmente na horizontal. Como nos livros, apresentam os fundamentos básicos das narrativas: enredo, personagens, tempo, lugar e desfecho.

Os quadrinhos são frequentemente considerados como uma forma de arte, pois exigem habilidades artísticas e criatividade para montar uma história, com personagens, cores e uma apresentação capaz de atrair os leitores visualmente. Além disso, muitos quadrinhos apresentam um estilo único, cativando, inclusive, os fãs de arte e design. O objetivo da exposição, apesar das expressões serem sinônimas, é mostrar que o tempo não apagou essa forma de arte, mas auxiliou em sua evolução, com a tecnologia e o talento desses artistas.

Os visitantes vão poder conhecer a diversidade de personagens de super-heróis, temas e criadores relacionados às HQs e viajar no tempo, percebendo que os antigos gibis e a tecnologia das HQs sempre fizeram parte das memórias afetivas e de nossas histórias. Os heróis nacionais também fazem parte de nossas vidas, sempre estiveram de guarda na calada da noite ou nas correrias do dia.

Sobre os personagens e quadrinistas

01 – Hans Kalymor (Igor Martins de Menezes),
02 – Invictos (Rafael Tavares),
03 – Guerreiros da Tempestade (Anísio Serrazul),
04 – Projeto Força BR (Chris Pereira),
05 – Beta Max (Hugo Maximo),
06 – Velta (Emir Ribeiro),
07 – Diamante (Sandro Marcelo),
08 – Valkiria (Alex Mir e Alex Genaro),
09 – Conector (Adalberto Bernardino),
10 – Crânio (Francinildo Sena),
11 – Xamã (Eberton Ferreira),
12 – Cara-Unicórnio (Adri A),
13 – Lagarto Negro (Gabriel Rocha),
14 – Bombeiro Mascarado (Ruan Victor),
15 – Pajé (Fabiano Silva),
16 – Timerman (Fabiano Ferreira),
17 – Catalogador (Lancelott Martins),
18 – Tatu-man (Bira Dantas),
19 – Maximus (Alan Yango),
20 – Raio Negro (Gedeone Malagola),
21 – Escorpião de Prata (Eloyr Pacheco),
22 – Penitente (Lorde Lobo),
23 – Jaguara (Altemar Domingos),
24 – Menino Caranguejo (Chicolam),
25 – Capitão Ninja (Cassaro).

Tótens fornecidos pela Editora Kimera – Capitão Sete, Dragões do Futuro, Capitão R. E. D , Arianna e  Alquimia.

Vídeo em looping com personagens de diversas épocas e características: Cometa (Samicler Gonçalves), Judoka (Pedro Anisio), Homem Lua (Gedeone Malagola), Espartano (Adriano Sapão), Velox (Ellyan), Cavaleiro do Blues (Rodrigo Pie), Capitão Gordo (Sillas), Guardião Soturno (Francisco Moreira), Mula Sem Cabeça (Erick Lustosa), Pulsar (Arthur Garcia), Corcel Negro (Alcivan Gameleira), Cover (José Amorim Neto), Megasônicos (Valu Vasconcelos), Grimorium (Rom Freire), Fantastic Man (Tony Fernandes), Combo Rangers (Fabio Yabu), Enemus (Marcos Gratão), Meteoro (Roberto Guedes), Espectro Ancestral (Felipe Barros) e Lampião (Akamatsu).

Sobre a curadoria

Paula Ramagem, jornalista formada pela PUC Rio, trabalha como assessora de imprensa há mais de 30 anos. Em 2021, terminou a graduação em Gestão do Terceiro Setor e está fazendo pós em Jornalismo, ambas na Unicesumar. Certificada em gestão de tráfego, redes sociais, empreendedorismo, storytelling em instituições como PUC RS, FGV Rio, EBAC, Instituto Gênesis e Univeritas RJ. Atende diversos
profissionais e empresas nas áreas de arte, cultura, tecnologia, gastronomia, empreendedorismo, negócios, saúde, entre outros. Colunista e colaboradora nos sites ArteCult, Reino Literário BR/Reino News, Portal Olhar Dinâmico, Sala da Notícia e Gazeta 24h.

Instagram: @paulasoaresramagem

Raphael Gomide é formado em Tecnologia em Processamento de Dados pela Pontifícia Universidade Católica e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. É o fundador, CEO e Diretor-Geral do ArteCult.com (@artecult), Sócio-fundador e Diretor-Geral do QuadriMundi (Quadrinhos, Mangás e Animações) @quadrimundi , sócio-diretor do Cinema e Companhia  (@cinemaecompanhia), admin do @portalteamigo no Instagram. Também é o Diretor de Comunicação do Coletivo RIO+ROCK (@riomaisrock), iniciativa que visa fomentar o Rock no Estado do Rio de Janeiro. Apaixonado pela sua família, por tecnologia e por todas as formas de ARTE e CULTURA.

Instagram: @artecult e @quadrimundi

Sobre a Editora Kimera

A Kimera foi criada em 2012 com o principal objetivo de publicar obras de autores independentes com qualidade gráfica.
O catálogo da editora inclui livros de literatura infantil e juvenil, poesia, religioso, romance, biográfico, culinária, universitário, técnico, autoajuda e etc. A audaciosa editora também criou e investiu na divisão Kimera Quadrinhos que já faz sucesso por todo o Brasil. Os títulos se caracterizam pela valorização da sensibilidade e da inteligência dos projetos visuais, que firmaram a marca da editora no mercado nacional. Incentivar a leitura e a educação é apostar no futuro. Foi com esta filosofia que a Kimera cresceu e evoluiu nestes quatro últimos anos.

Instagram: @editorakimera

Sobre a Rio Comics

O Rio Comics é um evento cultural literário, que tem como objetivo, gerar oportunidades para autores e ilustradores, do cenário independente e profissional para apresentarem suas obras ao grande público.

Instagram: @riocomics


Sobre o canal Grandes Heróis BR (Lorde Lobo)

O canal GRANDES HERÓIS BR no YouTube, administrado pelo quadrinista Lorde Lobo, tem como objetivo divulgar a produção de histórias em quadrinhos de super-heróis brasileiros. São valorizados estes incríveis personagens, bem como seus autores e demais artistas envolvidos. É considerado, hoje, o maior e melhor canal focado exclusivamente nos super-heróis nacionais.

Canal no YouTube: youtube.com/@GrandesHeroisBR

SERVIÇO

Título: DO GIBI AOS QUADRINHOS  – OS SUPER HERÓIS BRASILEIROS

Autores: Coletiva

Abertura: 20 de dezembro de 2023 às 16h

Data: 21.12.2023 a 24.02.2024

Local: Sala A – Centro Cultural Correios RJ – 3º andar

Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ

Dias e horários: terça a sábado, das 12h às 19h

Curadoria: Paula Ramagem e Raphael Gomide

Design Gráfico: Maria Carolina Bastos Camacho

Assessoria de Imprensa: PR Comunicação e ArteCult

Realização: ArteCult/QuadriMundi/Portfolio Dicas Culturais/Paula Ramagem

Organização: Lorde Lobo, Adalberto Bernardino e Erick Lustosa

Apoio: Vito Jóias/Portal ArteCult /PR Comunicação /Centro Cultural Correios RJ/Canal Grandes Heróis BR/ Bigmau Produções/ O Martelo Quadrinhos

Patrocínio: Editora Kimera e Rio Comics

A exposição tem como público-alvo empresários, profissionais liberais, colecionadores, professores, estudantes e público em geral.

Evento gratuito

Censura Livre.

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção à Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).

Acessibilidade: adaptado para pessoas cadeirantes

As obras expostas estão disponíveis.

Assessoria de Imprensa:

Paula Ramagem/Portal ArteCult