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Nos dias 5 e 6 de setembro acontece na sede da Pestalozzi de Niterói, em Pendotiba, mais uma edição do Bazar Solidário, desta vez promovido pela loja First Class. Com produtos de cama, mesa e banho, o bazar contará com descontos de até 30% nos produtos e parte da renda obtida com as vendas, será revertida para os trabalhos sociais desenvolvidos pela instituição.
A Pestalozzi de Niterói já foi beneficiada em outras iniciativas como esta e fica sempre a disposição de outras empresas que desejam realizar ações em parceria desse tipo. A venda dos produtos acontece no refeitório da Pestalozzi nos dois dias, no horário de 9h30m às 16h30 e enquanto durar o estoque a ser comercializado.
“Fomos procurados pela direção da First Class, de Pendotiba, propondo a ação do Bazar Solidário. Aceitamos de imediato e qualquer pessoa pode participar, independente de ser funcionária da instituição ou de ser usuária dos serviços. A iniciativa serve, ainda, para que as pessoas possam conhecer o nosso trabalho e se integrar aos objetivos da Pestalozzi”, explica Jussara da Silva Freitas, presidente da Pestalozzi de Niterói.
SERVIÇO:
Bazar Solidário First Class – Pestalozzi de Niterói
Dias 5 e 6 de setembro de 9h30m às 16h30m
Refeitório da Pestalozzi de Niterói
Estrada Caetano Monteiro, 857, Badu – Pendotiba – Niterói
Entrada aberta à toda comunidade.







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A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, promove palestra no dia 4 de setembro para abordar o tema “Reconhecimento humanizado e reparação sob a ótica da Resolução nº 484, do CNJ”.
Coordenado pela Comissão da Verdade da Escravidão Negra do Brasil, o evento acontece no auditório da entidade e será aberto por Pedro Gomes, tendo como convidado especial Luciano Bandeira, presidente da Seccional RJ.
A mediação é de Luiz Henrique de Oliveira Júnior e Matilde Slaibi Conti, respectivamente, presidente da Comissão da Verdade da Escravidão Negra do Brasil e conselheira e procuradora da OAB Niterói, tendo como expositores: Cristina Tereza Gaulia, desembargadora do TJ/RJ; Mônica Alexandre Santos, secretária-geral adjunta da OAB/RJ; Manuela Pessanha, delegada da Comissão OAB Jovem Niterói; Lúcia Helena Barros, coordenadora de Defesa Criminal da Defensoria Pública do Estado, e José Muiños Pìñeiro Filho, desembargador do TJ/RJ.
O auditório da OAB Niterói fica na Av. Ernani do Amaral Peixoto, 507/11º, Centro.
#advogado #advocacia #oabrj#oabniteroi #esaniteroi #cfoab #caarj
@dr.pedro_gomes
@juniornit84
@louilaw







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Espetáculo teatral, categoria monólogo de Valdsom Braga
É uma obra épica, que traz os conflitos existenciais de um dos maiores artistas da história, Van Gogh, era pós-impressionista e foi considerado um dos pioneiros da arte moderna. Podemos observar em suas obras uma representação do mundo, com pinceladas fortes, mas quase nenhuma abstração.
Valdsom Braga traz espetáculo recheado de emoção, reflexões profundas sobre valorização a vida, promovendo uma oportunidade de ressignificação dos conflitos existências no mundo contemporâneo, arte de Van Gogh permanece viva com intensidade em seus traços estão presentes vários significados, o público que irar apreciar espetáculo, terá oportunidade de viajar para dentro da mente de um artista revolucionário, para causar sensações, além da dramaturgia do ator no placo também estar presente releituras gigantescas das obras de Van Gogh, através desse espetáculo que promove um encontro precioso alguns segredos são revelados, que estão presentes em detalhes da obra “Noite Estrelada”.
O artista visual Valdsom Braga fez uma releitura de 5 metros de largura, por 3 de altura da Obra “Noite Estrelada” de Van Gogh, outras obras também estarão presente no cenário do espetáculo teatral. Essa tela é uma das mais importantes de Van Gogh. Nela, o artista transmite seu estado psicológico agitado através do movimento das pinceladas e um dinamismo inédito até então.
O uso das espirais
As espirais são a primeira coisa que chama a atenção neste quadro. As pinceladas rápidas em sentido horário dão uma sensação de profundidade e movimento ao céu. Estas espirais são características das obras de Van Gogh desse período.
Com movimentos curtos do pincel o artista constrói um céu inquieto, revelando suas próprias perturbações mentais e traçando um retrato incomum do firmamento.
A Vila
A pequena vila representada na quadro de Van Gogh não fazia parte da paisagem vista pelo seu quarto. Alguns críticos acreditam que ela é uma representação da vila na qual o pintor passou a infância.
Para todos os efeitos, ao povoado é uma inserção feita pelo artista, sendo um componente imaginado que pode ter sido incluído como uma nostálgica lembrança de sua infância e juventude na Holanda.
Os pontos de luz nas casas se relacionam às estrelas no céu, criando um diálogo entre a humanidade e a grandeza da via láctea. O espetáculo teatral e cheio de surpresas, que envolve o público a viajar para dentro de si mesmo.
E o resgate do sujeito adormecido em seus valores, e um encontro perfeito com arte que possibilita um novo olhar para recomeço como a beleza de cada amanhecer, com a oportunidade de se torna autor da sua própria história.
Com uma trajetória difícil, cheia de problemas emocionais, Van Gogh deixou uma obra comovente e vigorosa que se constitui em um dos maiores legados artísticos da humanidade. “Quando amamos sinceramente o que é realmente digno de amor, sem dispersar o amor entre as coisas insignificantes, nulas e enfadonhas, obtemos a nosso redor mais luz – e isso dá mais força.”
Valdsom Braga
Valdsom Braga : * ARTSITA VISUAL (UFPI) Universidade Federal do Piauí. (Arte educador, Artista Plástico, Cineasta, Desenhista, gravurista, escultor, Diretor) *ATOR (U.E. Gomes Campos) (Cenógrafo, Figurinista, Ator) *Especialização em Arteterapia (Faculdade Porto União) *Especialização em Educação em Unidades Especiais: sistema prisional e socioeducativo. (FAEMA) *Coordenador do INSTITUTO ARTE VIVA *Membro da comissão de enfretamento ás situações de violência escolar do estado do Piauí. *AUTOR DOS LIVROS “A verdadeira liberdade” “A Chave da Mente O Pescador de Sonhos” “Deixa Deus Te Usar” *Diretor e Cineasta dos FILMES “A DOR QUE MORA EM MIM” (Primeiro filme brasileiro feito com atores em cárcere privado) “O Pescador de Sonho”
RESUMO BIOGRAFICO
Quando o criador de todas as coisas sonhou com um coração livre e puro, Ele projetou numa criança ainda em tenra idade a visão de uma mulher que mesmo sendo uma imagem falava comigo sobre o amor. Era a imagem da mãe de Jesus e ali comecei a percebê-la e reproduzir o que era gerado no meu coração. Começa ali a vida de uma pessoa que, mesmo sem perceber, já se tornava envolvida com a arte e com tudo o que ela me traz.
Nasci numa cidade do Pará, precisamente em Marabá, no ano de 1982, onde ao lado de minha família fui crescendo e desenvolvendo a arte com papelão, garrafa pet e a cada manhã aquilo que nascia tão inocentemente das mãos de uma criança tomava forma de profissão.
Fui ao poucos sendo convidado para eventos, para ajudar na cenografia. O filho caçula de um casal que ainda representa a realidade de muitas famílias hoje teve a dor de não ter um lar estruturado e que por muitas vezes viu o álcool roubar através daquele que deveria ser o exemplo à identidade da família, a identidade dos filhos. Esse caçula que teve o seu nome gerado pela junção do nome dos irmãos, sendo isso para mim falta de criatividade, não teve sobre si o projetar de sonhos e da visão do que me tornaria.
Tenho sobre mim o entendimento da importância de sonhar, a visão do quanto é precioso olhar para o outro com expectativas e desejos e me tornei um indivíduo que sonha e que gera o melhor que há em todos a minha volta.
Mesmo com tantas dificuldades familiares busco trazer à memória o que me dá esperança e mergulho neste instante nas boas lembranças de quando era procurado pelos colegas e professores de escola para ajudá-los nos trabalho que envolviam arte.
Tudo o que tinha relação com preparação de mural e datas comemorativas da escola tinha também meu nome envolvido. Muito cedo eu deixei o Pará e fui trabalhar em outras cidades, sempre com o objetivo de ajudar financeiramente a minha mãe. Meu pai havia sido um homem muito próspero financeiramente, só que o alcoolismo o fez perder tudo, desta forma tudo o que eu fazia tinha o intuito de melhorar a vida da minha mãe.
Fui me tornando cada vez mais conhecedor de tudo que tem a ver com o mundo das artes e isso me levou à cidade do Rio de Janeiro para trabalhar com uma das maiores instituições no ramo. Cresci muito naquele lugar, fiz muitos cursos e realizei muitos trabalhos especiais. Fiz grandes amizades e posso dizer que me sentia realizado com o que fazia. Só que no meio disso tudo uma ligação muda toda a minha vida.
Recebi uma chamada da minha mãe, na qual ela me disse que tinha aparecido um nódulo no seu seio. Isso foi algo que tirou toda a minha estrutura de alma. Sempre tive uma ligação muito forte com minha mãe, ela sempre foi uma base para minha vida.
Chegou o momento que tive que tomar uma decisão e não tive a menor dúvida entre a minha vida profissional e a minha vida como um filho que sempre foi amado por sua mãe. Joguei tudo para o alto e me tornei o cuidador dela. Deixei todas as coisas e mergulhei naquilo que chamo de retorno ao lar.
Fui confrontado com todos os meus temores, anseios e inquietações internas. Tive que me deixar desconstruir e aprender a caminhar de uma forma que nem eu sabia que poderia. Ver aquela que era minha força sofrer em silêncio para que eu não sofresse e não me sentisse em desespero.
Ver essa força que se manifestava como raios de sol em meio à escuridão me fez enxergar um caminho que me levou a descobrir um homem que jamais imaginei ser. Continue vendo a Biografia completa nesse sait: https://180graus.com/artes-visuais/conheca-a-biografia-do-artista-visual-valdsom-braga







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Lançamento acontece nesta quarta-feira (30) no Theatro Municipal de Niterói e na Sala Carlos Couto
– O projeto “Niterói, Amor Mio!”, produzido com incentivo da Prefeitura Municipal de Niterói e da Secretaria Municipal das Culturas (SM) via edital ISS/IPTU 2022, começa sempre com uma pergunta pontual: “quem veio primeiro?”. Esse e outros questionamentos funcionam como um fio condutor para relatos ora tristes e comoventes, ora pitorescos, e que traduzem o real significado do termo muito falado entre os imigrantes italianos: “fazer a América”. Livro, exposição e filme institucional compõem o projeto produzido pela Texto & Café Comunicação e Editora, sob a gestão de Verônica Oliveira e Maria Gomes, e que será lançado na noite do dia 30 de agosto em dois dos mais importantes equipamentos públicos da cidade: Theatro Municipal de Niterói e Sala Carlos Couto.
Como contrapartida social, o “Niterói, Amor Mio!” vai abraçar três escolas públicas, com o objetivo de falar um pouco sobre a imigração e o segmento de restaurante. O Chef italiano Bruno Marasco vai cozinhar, enquanto conversa com os jovens sobre o seu ofício e esclarece possíveis dúvidas e curiosidades. O livro “Cucina d´Amor – Histórias e Receitas de italianos no Brasil” são 192 páginas em papel couché, com capa dura, que pereniza a trajetória das famílias Marasco, Sassi, Petraglia, Buzin, Bruno, Tagliabue, Polizzo, Pollola, Lorusso, Paura, Fuscaldo, Chinelli, Carino, Lucchesi, Acceta, Villa, Cappucci e D´Andrea. No final das contas, não se pode dizer que se trata meramente de um livro de receitas, mas de memória, sobretudo, de um importante legado cultural e histórico compartilhado entre italianos e brasileiros.
As receitas
Das tardes regadas a pão e vinho, entre outras especialidades italianas, Suzanne Iervolino, também uma descendente, se dedicou à escuta ativa de 21 histórias contadas por imigrantes ou por seus descendentes. Como resultado as transformou em crônicas que traduzem o universo dessas famílias, e como elas conseguiram se estabelecer na cidade e prosperarem, a despeito de todas as adversidades.
Cada uma dessas crônicas é representada por um prato típico da culinária italiana que pode ser doce, apimentado ou salgado – assim como as lágrimas –, de acordo com a essência do texto. E cada receita foi produzida pelo Chef Bruno Marasco, sob os olhares curiosos dos entrevistados – muitos não faziam ideia do prato que seria preparado e do poder que trazia, tendo como referência as suas lembranças compartilhadas durante a entrevista. Enquanto isso, a cineasta Naila Gianni e a fotógrafa Adriana Oliveira registraram todos esses momentos.
A emigração
O filme institucional do projeto e a exposição, que conta com a curadoria de Wil Catarina e Bê Sancho, são complementares e cumprem o papel de convidar os participantes a experienciar essa vivência da emigração italiana em um período histórico de profundas mudanças no cenário mundial. Na realidade, a política emigratória foi fruto de um casamento de anseios e necessidades.
Com o fim do trabalho escravo no Brasil, a aristocracia portuguesa buscava uma mão-de-obra barata e pronta para o trabalho braçal. Com base nas teorias racialistas do período, o Estado Brasileiro resolveu investir na vinda de imigrantes europeus. Na Europa, os italianos já viviam um fluxo de emigração rumo às Américas. Trazer essas famílias para o Brasil foi uma forma de suprir a ausência de trabalhadores experientes para atuar nas lavouras cafeeiras, especialmente, no interior de São Paulo.
Enquanto isso, na Itália, no período compreendido entre 1870 e 1900, vários italianos estavam deixando o país em busca de condições de vida mais atrativas. As crises econômicas e sociais que assolavam o país empurravam os trabalhadores, sobretudo operários, agricultores, pedreiros, artesãos e colonos, a cruzarem os mares em busca da realização do seu sonho. A maioria deles queria conquistar um pedaço de terra que pudesse ser chamado de seu. Ou seja, buscar um novo recomeço!
A emigração italiana totalizou um período de 140 anos, com início em 1861 e término na década de 1980, totalizando um quantitativo de 29 milhões de italianos que deixaram o seu país rumo às Américas. Esses e outros dados foram levantados pela historiadora Priscila Aquino, PhD em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que assina todo o embasamento histórico, tanto no livro quanto na exposição.
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A cultura de Niterói será celebrada na exposição “Potências”, que tem sua abertura programada para o dia 31 de agosto, no Museu do Ingá. Em comemoração aos 450 anos da cidade, e inspirada no significado do topônimo Niterói “água escondida” e na tradição da cerâmica produzida pelas mulheres indígenas, o projeto oferece uma mágica volta às origens da cidade, uma ode à ancestralidade.
A exposição foi idealizada pela produtora cultural Daniela Magalhães, que com carreira na cultura e que nos últimos sete anos esteve à frente do Museu Janete Costa, e junto ao competente curador Jorge Mendes, trazem uma chuva de histórias em meio aos potes de 28 ceramistas niteroienses que contam o passado da nossa cidade através de suas mãos, sentidos e memórias afetivas.
Cabe ressaltar, que estudiosos confirmam que a cerâmica é a mais antiga das indústrias. Ela nasceu no momento em que homem começou a utilizar o barro endurecido pelo fogo. Esse processo de endurecimento obtido casualmente, aprimorou-se e continua evoluindo.
E hoje, toda essa memória ancestral emerge nas mãos dessas mulheres de Niterói, que aprenderam a modelar e queimar a argila e se empenham em pesquisar e recriar os traços do passado nas peças do presente, apresentando outras possibilidades e contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural e artística da cidade.
E para contemplar ainda mais a força das mulheres sobre suas vivências homenageamos também Moca (Moema de Castro e Sila Oliveira) a ceramista mais antiga de Niterói, que esculpiu até meados de 2000. E que hoje, aos 95 anos, bem vividos, nos ilumina ainda com seu vigor e sua arte que fazem parte dessa linda exposição, apresentando obras de três décadas distintas de sua carreira.
A mostra tem realização do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da FUNARJ.
Assessoria de Imprensa: Pedro Bonelli (21) 98441-4040
SERVIÇO:
Museu do Ingá
Rua Presidente Pedreira 78, Ingá – NIterói
Visitação: quarta a domingo das 12h às 17h até o dia 29/10
Entrada Gratuita







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Título: Carmim
Autor: Lucília Dowslley
Gênero: Poesia
Editora: Dowslley Editora
Publicação: 2023
Tamanho: 21×15 cm
Páginas: 80
Projeto Editorial, ilustração, fotos e arte da capa: Lucília Dowslley
Prefácio: Jorge Ventura
Local: Galeria Quirino Campofiorito, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
Dia: 5 de Setembro de 2023 Horário: 18 horas
Duração: 120 minutos
Classificação: Livre







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Agência também ajusta classificação de risco do Brasil, de quatro estados e da capital paulista
A decisão da agência de revisar a nota do Brasil, que se reflete nas avaliações dos entes estaduais e municipais, deve-se aos reajustes da escala dos ratings nacionais após a melhora da nota de crédito do Brasil em julho, passando de “BB-” para BB”.
Na ocasião, a decisão deixou o Brasil a duas notas da obtenção do grau de investimento — “selo” de bom pagador, que atesta a capacidade do país em honrar seus compromissos. Com ele, o país atrai aportes, pois é entendido como um porto seguro para o investidor.
“Ter recebido a mais alta classificação da Fitch é um ótimo sinal para o mercado nacional e internacional que Niterói tem segurança e garantia para investimentos, graças à solidez e às perspectivas da economia do município. Alcançamos o equilíbrio fiscal devido a uma política de contenção de gastos”, afirma o prefeito de Niterói, Axel Grael.
No boletim de julho passado, a agência tinha elevado a nota de crédito de Niterói e de outros cinco governos estaduais e municipais, de BB- para BB. No entanto, essa classificação era limitada pela nota soberana no Brasil, que também havia subido de BB- para BB. Pela metodologia da agência, o rating máximo de um ente estadual ou municipal não pode pode ser classificado acima do rating do país como um todo.
“Essa nova classificação da Fitch para Niterói representa um selo de aprovação da nossa gestão. A nota máxima mostra que as decisões tomadas há 10 anos, quando assumimos a Prefeitura com sérios problemas financeiros, foram acertadas. Hoje somos um município seguro para receber recursos de investidores, instituições financeiras, organizações de fomento, entre outras”, comenta o ex-prefeito Rodrigo Neves e atual secretário executivo do município. “Ser AAA com perspectiva estável reflete uma situação financeira sólida e um ambiente propício para investimentos privados e governamentais.”
Em comunicado na última semana, a agência Fitch esclarece que a atual revisão não se deve a uma mudança na situação financeira dos governos. Ela reflete um ajuste na forma como a Fitch atribui classificações a emissores de crédito subnacionais.
Além da Fitch, Niterói recebeu avaliações positivas de outras duas importantes agências de avaliação de risco. Em março, a Moody´s classificou o município como “a melhor cidade do país em Governança e Sustentabilidade”. Já a Standard & Poors concedeu, no início do ano, a nota brAAA para Niterói _ o melhor índice entre as avaliações públicas realizadas pela agência.





