Prefeitura de Niterói lança plataforma de informações sobre mudanças climáticas

 

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Iniciativa tem como meta mitigar efeitos catastróficos revelados pelo relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC)

 A Prefeitura de Niterói lançou na tarde desta sexta-feira (21) uma plataforma de informações sobre mudanças climática, como parte das propostas de implantação de políticas públicas voltadas para neutralização de carbono e a ampliação de ações de preservação e sustentabilidade na cidade. O anúncio foi feito pelo prefeito de Niterói, Axel Grael, e pelo secretário Municipal do Clima, Luciano Paez. O Painel tem como objetivos principais: incentivar a pesquisa acadêmica, produzir relatórios técnicos, gerar dados e indicadores e também produzir eventos como congressos, para sensibilizar sobre as mudanças no clima. As ações implementadas serão documentadas num site que será lançado na próxima semana.

De acordo com o prefeito Axel Grael, as cidades têm que ser reconhecidas como principais interlocutores quando assunto é conscientização climática.

“As cidades reúnem a maior parte da população mundial, temos que ter o maior protagonismo nas discussões. Já conversei sobre isso em reuniões na Organização das Nações Unidas (ONU). Há um grande entrave que é o fato que há um preconceito contra as participações subnacionais, por conta das demandas separatistas. Mas, se há representantes de todos os interesses, incluindo madeireiros, então nós temos que nos manifestar. Por isso, implementamos em Niterói, meio que desbravando essa área, medidas para mitigar o que foi relatado no novo relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que traçou um cenário preocupante no qual as mudanças climáticas já afetam todas as partes do mundo, e impactos muito mais severos podem estar nos esperando se não reduzirmos as emissões de gases do efeito estufa pela metade ainda nesta década e não começarmos imediatamente a ampliar as medidas de adaptação”, disse o prefeito.

Axel também ressaltou a importância de agir e pensar localmente, nacionalmente e planetariamente.

“É um movimento que vai além da cidadania. É muito importante trazer discussões como o risco climático, resiliência da cidade e elevação dos oceanos, por exemplo. Mas temos que construir esse processo de informação e conscientização. Não de forma alarmista. Mas de forma educadora”, destaca.

Secretário Municipal do Clima, Luciano Paez destacou que a tarefa só será concluída com a participação de vários personagens da sociedade de Niterói.

 “Temos que fazer com que nosso governo e todos os níveis sociais trabalhem juntos e cada um com sua responsabilidade. Destaco que, precisamos das universidades, empresas, sociedades organizadas, enfim, todos os personagens para avançarmos com as avaliações e medidas. A cúpula climática, que participa desse painel, é formada por cientistas e acadêmicos que atuam nessa área.  O site é o braço de visibilidade nas ações que o painel vai desenvolver”, explicou Paez.

Núbia Beray, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) falou sobre a importância do enfrentamento da emergência climática de maneira ampla.

“O IPCC 2022 traz dois grandes eixos de análise. Um deles atesta como as relações humanas impactam os eventos climáticos extremos. Como, por exemplo, a ocorrência de chuvas torrenciais, como vimos em Petrópolis no início deste ano. Outro ponto de virada, é pensar de que maneira essa construção de conhecimento precisa dialogar com os grupos sociais. Sobretudo aqueles subalternizados, como a população favelada que sofre demais com esses eventos. Temos que expandir as agendas de mobilização de juventude e de outros grupos”, sinalizou Beray.

Também estiveram presentes no evento representantes do Fórum das Juventudes, o Fórum Municipal, o Comitê Intersecretarial e a Cúpula Climática, este último sendo o grupo qualificado de professores da UERJ e Universidade Federal Fluminense (UFF) que contribuiu na construção deste painel, além de representantes da Coordenadoria Niterói de Bicicleta e do deputado estadual Waldeck Carneiro.

FOTOS: LUCAS BENEVIDES 

Prefeitura de Niterói participa do lançamento da Carta Brasileira pela Igualdade Racial

 

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Documento produzido pela Rede de Cidades Antirracistas foi assinado por 19 municípios

A Prefeitura de Niterói, por meio da Subsecretaria de Promoção da Igualdade Racial, participou, nesta sexta-feira (21), no Museu do Amanhã, Centro do Rio, da terceira reunião oficial da Rede de Cidades Antirracistas para o lançamento da Carta Brasileira pela Igualdade Racial. O evento contou com a presença de 19 cidades do estado do Rio de Janeiro. As ações foram coordenadas pela Coordenadoria Executiva de Promoção da Igualdade Racial (Cepir), órgão ligado à Secretaria de Governo e Integridade Pública da Prefeitura do Rio (Segovi). Ao longo do dia, foram realizadas diferentes atividades como a revisão do texto final da Carta Brasileira pela Igualdade Racial; a definição de estratégias de comunicação e do desenho institucional da governança da Rede de Cidades Antirracistas e a validação do formulário do Índice de Monitoramento do Desenvolvimento das Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Indepir).

“Esse é um passo muito significativo para o enfrentamento das desigualdades sociais e raciais. Esperamos que o estado do Rio se torne pioneiro nessa causa. A Prefeitura de Niterói caminha de mãos dadas nessa luta contra o racismo”, destacou a subsecretária de Promoção da Igualdade Racial, Gloria Anselmo.

Além de Niterói, participaram do evento representantes dos municípios do Rio de Janeiro, Paraty, São João da Barra, Nova Iguaçu, Arraial do Cabo, Macaé, Barra do Piraí, Duque de Caxias, Volta Redonda, Quatis, Mangaratiba, Magé, Barra Mansa, Quissamã, Maricá, Nilópolis, São Gonçalo e Queimados.

A Carta tem como missão construir políticas públicas transformadoras nas cidades, a partir do antirracismo e da consolidação da política de igualdade racial nas prefeituras com base nas necessidades das populações negra, indígena, quilombola, cigana e tradicional. O documento é resultado das ações desenvolvidas pela Rede de Cidades Antirracistas, criada em junho deste ano, e que faz parte do Circuito Urbano da ONU Habitat 2022. Na ocasião, o Pacto de Combate ao Racismo criou a Rede de Cidades Antirracistas, constituída por diversas prefeituras municipais e 24 organizações independentes.

Durante o evento também foi divulgada a versão final do  Indepir. O índice foi desenvolvido em parceria com o Centro de Estudos sobre Desigualdades Globais (CDG) da Universidade Federal Fluminense (UFF). A Rede de Cidades Antirracistas, criada pelo Pacto, também está alinhada à Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância; ao Plano de Ação de Dez Pontos da UNESCO contra o Racismo, a Discriminação e a Xenofobia; e aos compromissos firmados na Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, de Durban (2001).

A Rede de Cidades Antirracistas tem como objetivo realizar estudos contínuos sobre iniciativas, metas e indicadores, no âmbito da igualdade racial, para a definição e desenvolvimento de políticas públicas. A Rede atua com base em evidências e com a cooperação entre instituições com a comunidade e órgãos da Administração Pública para avaliar os impactos da desigualdade étnico-racial e das ações mitigadoras.

O Pacto de Combate ao Racismo e Promoção da Igualdade Racial está alinhado com alguns Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): redução das desigualdades; cidades e comunidades sustentáveis; paz, justiça e instituições eficazes; e parcerias e meios de implementação. O Pacto é norteado por quatro eixos: Governança Integrada e Desenvolvimento Territorial; Educação, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; Combate às Desigualdades Étnico-Raciais e ao Preconceito; e Patrimônio Cultural e Direito à Cidade.

Fotos: Lucas Benevides

Niterói ganha painel do Kobra

 

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Muralista criou pintura em parede de clínica que presta serviço para o SUS

– Uma explosão de cores e arte em um painel gigantesco – e lindo – tem chamado a atenção de quem passa por São Francisco, na Zona Sul de Niterói. No início de outubro, a cidade ganhou um painel de Eduardo Kobra, um dos mais respeitados muralistas do mundo. O prefeito de Niterói, Axel Grael, esteve no local nesta sexta (21) para conferir a pintura e visitar a clínica Oncomed, onde o painel está, e que presta serviços aos pacientes do SUS.

“É um orgulho para a cidade ter empreendedores com esse tipo de visão e propostas, que contribuem para Niterói. Parabéns pela coragem de fazer um investimento desse porte. Niterói merece e vocês merecem esse reconhecimento também”, disse o prefeito de Niterói, Axel Grael.

Para o secretário municipal das Culturas, Alexandre Santini, o painel é uma forma de unir saúde e cultura.

“Assim como estamos fortalecendo em nossa cidade a relação da Saúde com a Cultura municipais, ver iniciativas como essa em que o setor privado se movimenta também nesse sentido é um exemplo da cidade que a gente quer construir”, afirmou.

O painel representa a luta de pacientes contra o câncer e é o primeiro trabalho do Kobra em Niterói. O artista tem painéis espalhados pelo mundo em países como Estados Unidos, Holanda, Portugal e Espanha.

Atendimento ao SUS – Apesar de ser uma obrigatoriedade do Governo Estadual, em março, o Município ampliou a oferta de cirurgias de câncer de mama e colo de útero ao iniciar os procedimentos no Hospital Municipal Oceânico Dr. Gilson Cantarino (HMOGC). No mês seguinte, com o convênio com a Oncomed, a Secretaria de Saúde iniciou o encaminhamento das pacientes assistidas no HMOGC para tratamento com radioterapia ou quimioterapia. Até o momento 70 pacientes foram encaminhadas.

“É uma benção muito grande ter conseguido fazer meu tratamento pelo SUS aqui”, conta Joadiva Souza, a Dona Diva, de 69 anos, uma das pacientes do local.

A assinatura do convênio com a Oncomed faz parte do Programa Niterói Mulher, lançado em outubro de 2021, estratégia de controle e acompanhamento do câncer de mama e colo de útero. O objetivo é diagnosticar precocemente casos de câncer e iniciar o tratamento em menos de 60 dias, diminuindo, assim, os riscos de complicações e mortalidade.

Também participaram da visita a secretária de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa; o secretário de Saúde, Rodrigo Oliveira; e o presidente da Fundação de Artes de Niterói, Fernando Brandão, além de outras autoridades e membros da clínica.

 

Fotos: Luciana Carneiro

Almir Reis apresenta a exposição ’20 Anos’

 

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Almir Reis apresenta a exposição ’20 Anos’, retrospectiva de sua trajetória artística, trazendo, entre outros trabalhos, as famosas piscinas e sua arte plural, com curadoria da Tartaglia Arte
 
 
 
A mostra mistura pintura e fotografia, recursos tecnológicos e arquitetônicos, a partir do dia 10 de novembro, no Centro Cultural Correios RJ.
 
 
 
 
pintor e fotógrafo Almir Reis apresenta a exposição “20 Anos”, trazendo uma retrospectiva de sua trajetória artística, baseada em uma arte plural, recursos tecnológicos e arquitetônicos, em cores ou em preto e branco, mostrando o cenário carioca, formas geométricas e as piscinas, que convidam a um mergulho em seu trabalho.
 
 
Com curadoria da Tartaglia Arte, Almir Reis exibe suas inspirações, que passam pela pop art, colagens e mix-mídia, deixando a interpretação livre para o espectador, a partir do dia 10 de novembro, no Centro Cultural Correios RJ.
 

“Na casa da minha avó materna havia na sala um quadro, eu frequentava a casa e ele sempre me atraía para duas coisas que amo: arte e arquitetura. Ela morava numa pequena cidade no interior da Bahia, onde fazia muito calor. Eu achava aquela imagem refrescante . Eu tinha apenas 11 anos e era o meu primeiro contato com um print do artista inglês David Hockney. Quando adulto, depois de ter maior contato com museus e galerias, já tinha ingressado nas artes através da fotografia,  o que, diga-se de passagem, me abriu as portas para o mundo, onde pude, com muito amor, mostrar as paisagens lindas do nosso Brasil .


 
Um dia, em um museu na Europa, eu me vi diante do quadro original, onde me veio uma carga emocional muito forte ligado a minha infância . O meu subconsciente  havia guardado aquela imagem em algum lugar do cérebro , que veio à tona contemplando essa obra . A partir daí, comecei a percorrer toda a inspiração do artista. Creio que todo artista surge inspirado em outros artistas , nem que seja de forma inconsciente. 
 
 
Sempre fui amante da Pop Art , de colagens e da arte plural, como colagens e mix-mídia ( técnica mista ) . Sinto que essa mostra me leva a uma história da minha vida, minhas inspirações , trazendo nessa retrospectiva de 20 anos, desde o início com as fotografias do cenário carioca, um brinde ao olhar de todos, passando por geométricos , algo mais visual e matemático , e pousando nessas piscinas, algo refrescante, prazeroso e social . Tento fazer da minha arte universal, onde minhas paisagens podem significar o Rio, ou Palm Springs ou até o nordeste brasileiro, deixo a critério do espectador. Tenham um bom “ mergulho “ na minha arte”

 
 
SOBRE ALMIR REIS
 
 

Almir Reis, fotógrafo e pintor, brasileiro, de São Paulo, atualmente divide o seu tempo entre o Rio de Janeiro e Lisboa.
Inquieto e criativo, adora testar novas experiências em montagens, colagens, cores e reproduções, desenvolvendo a imagem, atingindo um resultado sensível e de identidade autoral.

Iniciou o seu trabalho fotográfico em 2000. Cursou pintura no Parque Lage, Rio de Janeiro. Hoje tem em seu currículo exposições em diversas partes do mundo, como Munique, Paris, Tóquio, Buenos Aires, Washington, Paquistão, São Paulo e Rio de Janeiro.

Agora, com a série “Mergulhos“ e “Piscinas”, os trabalhos que misturam pintura com fotografia Almir explora imagens e ângulos, adicionando recursos tecnológicos e arquitetônicos, provocando resultados inusitados e instigantes – inventando e reinventando.


Exposições

2018
Noto Galeria, Lisboa, Portugal

2017
Artigo Feira de Arte

2016


Insólito Boutique Hotel, Búzios, Brasil – “Intervenções”.

2014


Artigo Feira de Arte Contemporânea – Rio de Janeiro, Brasil

2012


“Brazil-Pakistan – The View of the Other” – Embaixada do Brasil, Islamabad, Paquistão.

2011


“Exposição de Arte Contemporânea” – Insólito Hotel Boutique, Búzios, Brasil
“Rio, Passado e Presente” – Museu da  Chácara do Céu, Rio de Janeiro, Brasil

2010

“Brasília 50 Years” – Embaixada do Brasil , Islamabad, Paquistão
“Love Rio” – Khaas Art Gallery, Islamabad, Paquistão
“Love Rio” – Espace Pierre Cardin, Paris, França

2008

“Almir Reis – Love, Brazil” – Fine Art & Artists, Washington DC, USA
“Love Rio” – Galeria Nota, La Paz, Bolivia

2007

“Metropolis” -Galeria  Ritz Bibi , São Paulo, Brasil
 “Rio de Janeiro” – Centro Cultural Borges, Buenos Aires, Argentina

2006

 “São Sebastião do Rio de Janerio” – Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, Brasil
“Metropolis” – Metrô de  São Paulo , São Paulo, Brasil
“Almir Reis” – Galeria do Ateliê, Rio de Janeiro, Brasil

2005

“Rio de Janeiro” – Instituto Arte Clara, Rio de Janeiro, Brasil
“Rio de Janeiro” – Fujiya Gallery, Tokyo, Japão.
“ Rio Panorâmico” – Galeria Ritz Bibi, São Paulo, Brasil

2003


“Rio, Passado Presente” – Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, Brasil

2001

Instituto dos Arquitetos do Rio de Janeiro, Brasil
“Tribute to New York City”, Galeria Café, Rio de Janeiro, Brasil
“Com os Braços Abertos” -Centro Cultural  Laura Alvim, Rio de Janeiro, Brasil

2000

“Rio de Janeiro” – Elter TennisClub, Munich, Alemanha
 
 
 
SOBRE A TARTAGLIA ARTE


A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo.


O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa.

Site: tartagliaarte.org

Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia @tartagliaarte
SERVIÇO

Exposição: “20 Anos”

Artista: Almir Reis

Instagram: @almirreisarte

Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez

Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia

Abertura: 10 de novembro de 2022 às 17h

Visitação: 10 de novembro de 2022 a 06 de janeiro de 2023

Realização: Tartaglia Arte e Centro Cultural Correios RJ

Site: www.tartagliaarte.org

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Instagram: @_paula_r_soares

 

Local: Centro Cultural Correios RJ –  3º andar – Salas A, 1 e 2

Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ

Tel: (21) 2253-1580

De terça a sábado, das 12h às 19h

Entrada: gratuita
Classificação: livre


Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção a Rua da Alfândega); ônibus (saltar em
pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na
Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio
Branco/Uruguaiana).
Informações: (21) 2253-1580 / E-mail: centroculturalrj@correios.com.br
A unidade conta com acesso para pessoas cadeirantes e limita a quantidade de visitantes, visando a não
aglomeração.

FIL – FESTIVAL INTERNACIONAL INTERCÂMBIO DE LINGUAGENS EDIÇÃO ESPECIAL – A EXPERIÊNCIA DA LITERATURA

 

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FIL – FESTIVAL INTERNACIONAL INTERCÂMBIO DE LINGUAGENS

EDIÇÃO ESPECIAL – A EXPERIÊNCIA DA LITERATURA

De 7 de outubro a 6 de novembro

 

O FIL segue a todo o vapor com uma série de espetáculos e bate-papos até 6 de novembro

Ópera-Instalação Bem no Meio – dias 29 e 30/10 e 5 e 6/11 no Teatro III do CCBB Rio

O FIL Festival continua provocando e instigando até o dia 6 de novembro no CCBB Rio, com atrações especiais para o mundo infantojuvenil. Uma das joias da programação é a estreia da Ópera-instalação Bem no Meio, novo projeto da inquieta escritora, atriz, diretora e idealizadora do FIL, Karen Acioly, que convida o público a assistir às sessões contemplativas do espetáculo – segunda etapa do projeto iniciado com apresentações presenciais, no fim do ano passado. Serão oito únicas apresentações onde o espectador poderá ver e sentir a ópera expandida em sessões de cinemópera (cinema + ópera + instalação). Dias 29 e 30/10 e 5 e 6/11, com entrada gratuita. (14 e 16h)

Antes, o festival reúne dois trabalhos voltados ao público jovem; TÉKHNE e 5#CALLS no mesmo palco, misturando dança, tecnologia e artes digitais, no dia 22 de outubro (gratuito). Na sequência, o espetáculo “Enquanto Borbulha” faz apresentação no dia 23 de outubro, e no dia 29 o festival apresenta o espetáculo “Ah, se La Fontaine estivesse aqui! – A Cigarra e a Formiga”, único evento realizado na Casa França-Brasil (gratuito).

O FIL ainda promove o Seminário FIL – Encontros Notáveis: A Experiência da Literatura – 3 a 5 de novembro de forma on-line. O Seminário visa reunir criadores de diversas linguagens artísticas, pesquisadores, autores, ilustradores, dinamizadores, produtores, bem como editores de diversas cidades do Brasil e de Portugal, para refletir sobre questões fundamentais da literatura infantojuvenil. O seminário foi pensado para um público amplo, aí incluídos pais, professores, educadores, pedagogos e demais interessados, a fim de contribuir para a democratização do livro e da leitura em nosso país. Será transmitido pelo Canal do FIL Festival no Youtube e contará com importantes nomes da Literatura Infantil e Juvenil como Regina Zilberman, Socorro Acioli, Beth Serra, Olivio Jekupé, Léo Cunha, Volnei Canônica, entre muitos outros. Serão 12 encontros com temas que movem importantes questões da LIJ (Literatura Infantojuvenil) na contemporaneidade.

Inscrições gratuitas pelo site do FIL.

Bem no Meio

Dias 29 e 30/10 e 5 e 6/11, às 14h e 16h no Teatro III

“Bem no meio” é uma ópera-instalação inédita, idealizada pela multiartista Karen Acioly, com música do compositor francês Camille Rocailleux. Em uma dimensão fora dos padrões, a ópera mistura canto lírico e literatura à dança e à projeção digital. Nessa experiência sinestésica, o espectador vai assistir imagens projetadas em diversos espaços cênicos para criar, por meio de uma dramaturgia pontilhada, sua própria interpretação da história.

A obra narra a história da menina Bem, que tem o divino dom de entrar e sair de dentro dos livros, e que nasce com um estranho buraquinho nas costas, de onde surgirá uma asa. A ópera-instalação inspirou o livro de mesmo nome, lançado, em 2022, pela Editora Saberes e Letras. As projeções são feitas diretamente na instalação cenográfica do espetáculo.

A ideia aborda, metaforicamente, a expansão dos sentimentos das personagens retratados em closes e fragmentos. Nas apresentações contemplativas, o público poderá ver e sentir a ópera expandida em sessões que passeiam pelas linguagens da ópera, das artes digitais projetadas e filmadas de modos diferentes. “É o que chamamos de ressonância. O público vê muitas imagens da cena, tanto os complementos em mapping como a ópera toda filmada. Um quebra-cabeça de imagens que segue o fluxo musical da ópera”, explica Karen.

Baseado em histórias de crianças de pais separados, Bem no Meio joga uma lupa sobre os sentimentos infantis pouco escutados pelos adultos. A ideia surgiu após dois anos de pesquisa narrativa em que Karen teve uma escuta atenciosa entre diversas crianças de 4 a 12 anos, de diferentes escolas, sobre temas delicados de seus cotidianos dentro do FIL Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (em 2018 e 2020) – de modo virtual. A pesquisa faz parte da dissertação do Mestrado em Educação “A dramaturgia da ópera para crianças – cultura e simbolismos” (UFF/2022) e do corpus do mestrado “A Dramaturgia do espaço na ópera para crianças”, da Université Sorbonne Paris 3, (2019/2021), ambos inspirados na obra dos filósofos Gaston Bachelard e Gilbert Durand, autores que estudam o imaginário.

Diante do processo, várias questões recorrentes surgiram, como a separação dos pais e a invisibilidade das crianças no mundo dos adultos. “Percebi que o que mais machucava as crianças era a falta de escuta aos seus sentimentos e dores profundas. Resolvi então escrever um libreto, usando a linguagem do maravilhoso, do inquestionável, em que a voz das crianças pudesse ser ouvida. A potência da poesia, do canto lírico e as multilinguagens da ópera podem fazer essa ponte”, diz Karen.

 Vídeo : https://vimeo.com/676665135/1e2e1b5e04

 

Sobre a autora:

Karen Acioly inventa histórias para crianças de todas as idades em livros, peças de teatro, óperas, filmes, desenhos animados e festivais. Doutoranda e mestra em Educação (UFF) com pós-graduação em literatura infantil e juvenil, maîtrise em teatro (Sorbonne) e mestranda em Mídias Criativas (UFRJ). Escreveu mais de 30 peças teatrais e encenou a maioria delas. Recebeu diversos prêmios em literatura infantojuvenil (FNLIJ) e teatro. É inventora, diretora geral e curadora do FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens.

Outros espetáculos e eventos do FIL

 

Enquanto Borbulha – espetáculo

Apresentação dia 23/10, às 16h, no Teatro III do CCBB Rio

Enquanto Borbulha – dia 23/10 às 16h, no Teatro III do CCBB Rio

Enquanto Borbulha é um espetáculo de dança-teatro infantil que se propõe a pensar como a imaginação, as palavras e as invenções definem a relação do indivíduo com a sociedade e com o ambiente em que se insere. Por meio de imagens que se formam e se desmancham coreograficamente os atores se tornam moléculas, dançarinos, escavadores, animais e deuses! Atuação de Laura Samy, Miwa Yanagizawa e Leonardo Laureano, com direção de Laura Samy. Através de experimentos científicos, das lembranças, da imaginação e do uso das palavras, três cientistas investigam os mistérios das transformações no universo e na vida de cada um. A obra, escrita a 6 mãos por Clarice Lissovsky, Laura Samy e Miwa Yanagisawa é composta por 5 cenas além de um prólogo e de um epílogo, os atores encarnam figuras variadas que surgem em diferentes paisagens, através de uma construção dramatúrgica que se apresenta de forma cíclica, mesclando realidade e fantasia.

TÉKHNE e 5#CALLS

Dia 22 de outubro às 16h, Teatro III do CCBB Rio (Gratuito)

Tékhne e 5#CALLS – apresentação dia 22 de outubro às 16h no Teatro III do CCBB Rio

TÉKHNE e 5#CALLS – surgiu do desejo de pesquisar e explorar o conceito de tecnologia e poesia a partir dos seus diferentes impactos na sociedade, como a conexão rápida entre as pessoas e as comparações excessivas dos corpos humanos, isto é, os prós e os contras de estarmos tão próximos e tão distantes ao mesmo tempo. Neste trabalho, Roberta Porto, dirige o grupo corporeidade, formado por jovens amadores, em uma pesquisa corporal e poética que mistura recursos tecnológicos como luz led, neon, negra e movimento dos corpos, criando uma ponte entre o humano e o instrumento.

Sobre a autora: 

Licenciada em dança pela Faculdade Angel Vianna, Roberta Porto é professora de dança na Escola Sá Pereira, leal parceira do FIL. Em 2017, criou o grupo de dança amador Corporeidade, cujo trabalho integra poesia, dança, arte e educação.

“Ah, se LaFontaine estivesse aqui” – uma interessante releitura da fábula A Cigarra e a Formiga.

Dia 29/10, às 11h, nos Jardim da Casa França – Brasil.

Ah, se LaFontaine estivesse aqui – apresentação dia 29 de outubro nos Jardins da Casa França-Brasil

O espetáculo reconta a consagrada história da Cigarra e a Formiga, num jogo teatral dinâmico em que fábula e vida das personagens-atrizes se misturam. Concebido pela diretora Marta Paret para ser encenado em jardins, parques e praças, o conto A Cigarra e a Formiga, livremente adaptado pela autora Denise Crispun, com música original de Marcelo Alonso Neves, narra o encontro entre duas amigas, Aurora e Julieta (Carol Machado e Laura Becker), que decidem encenar uma peça.

Sobre a adaptadora:

Denise Crispun é escritora, autora teatral e roteirista carioca. Formada em história, enveredou pelas letras e pelos roteiros em diferentes formatos. Sem preconceito linguístico ou de estilo, salta do drama à comédia apenas pulando um parágrafo. No teatro, tem mais de vinte peças encenadas em todo Brasil. Na TV, além de colaborada em seriados e novelas, escreve e cria séries de humor. Roteirista de documentários, séries infantis, além de desenhos animados, publicou seis livros para crianças e um livro de ficção científica para jovens. Este ano está lançando seu primeiro livro de contos.

Sobre o autor:

Jean de La Fontaine (1621-1695) nasceu em Chateau-Thierry, na região da champagne, França, em 1621. Também poeta, tornou-se mais conhecido por suas inúmeras fábulas, dentre elas “A Lebre e a Tartaruga”, “O Lobo e o cordeiro”. Quando criança, pôde conhecer os sons, as árvores e animais das florestas no interior do país, tendo, inclusive, atuado como guarda florestal durante a juventude, profissão também exercida pelo seu pai.

Seminário Encontros Notáveis FIL: A Experiência da Literatura:

De 3 a 5/11 pelo canal do FIL no YouTube

Também pelo canal do FIL no YouTube, o Seminário FIL – Encontros Notáveis: A Experiência da Literatura, de 3 a 5 de novembro, contará com criadores de diversas linguagens artísticas, entre pesquisadores, autores, ilustradores, dinamizadores, produtores, bem como editores de diversas cidades, tais como Belo Horizonte, Porto (PT), São Luis do Maranhão (MA), Morretes (PR), entre outras. A abertura será com os Doutores em Literatura Ana Crélia Dias (RJ) e Fabiano Tadeu Grazioli (RS) e durante os 12 encontros contará com nomes como Beth Serra (FNLIJ) , Socorro Acioli (CE), Keka Reis (SP) , Ana Hupfer (PR), Leo Cunha (MG), Profa. Dra. Regina Zilberman (UFRGS), Profa. Dra. Marly Amarilha (UFRN), Cida Rita Moreira, Sônia Robatto, Luiz Carlos Laranjeiras, entre outros. Durante os três dias, serão abordados diferentes temas que passam pelos temas “O protagonismo da criança na literatura”, “Ping pong poético Portugal.Brasil” “A literatura infantil e juvenil nas escolas e nas universidades: alcances e necessidades”, “A formação de leitores e a presença das mulheres no cenário brasileiro”, “A literatura nas creches”, “Desafios da literatura indígena infanto-juvenil”, e muito mais.

O seminário foi pensado para um público amplo, aí incluídos pais, professores, educadores, pedagogos e demais interessados, a fim de contribuir para a democratização do livro e da leitura em nosso país. Para se inscrever, basta acessar o link – https://www.fil.art.br/fil-semin%C3%A1rio-online .

Serviço:

FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – Edição Especial

A Experiência da Literatura

Até 6 de novembro

 Espetáculos:

 Tékhne e 5#CALLS – dia 22 de outubro, às 16h, Teatro III do CCBB Rio (Gratuito) – https://www.fil.art.br/tekhne-e-5calls

 Enquanto Borbulha – dia 23 de outubro, às 16h, no Teatro III do CCBB Rio – https://www.fil.art.br/enquanto-borbulha

 Ópera instalação “Bem no meio” – dias 29 e 30 de outubro e 5 e 6 de novembro, às 14h e 16h, Teatro III do CCBB Rio – https://www.fil.art.br/bem-no-meio

*“Ah, se La Fontaine estivesse aqui! – A Cigarra e a Formiga” – dia 29 de outubro, às 11h na Casa França-Brasil (Gratuito) –

https://www.fil.art.br/a-cigarra-e-a-formiga

Seminário:

Seminário FIL – Encontros Notáveis: A Experiência da Literatura – 3 a 5 de novembro pelo canal do FIL no YouTube (Gratuito) – https://www.fil.art.br/fil-semin%C3%A1rio-online

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Primeiro de Março, 66

Centro – Rio de Janeiro

Informações: (21) 3808-2020

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 Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), emitidos na bilheteria física ou site do do CCBB – ingressos.ccbb.com.br .

Meia-entrada para estudantes e professores, crianças com até 12 anos, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência e seus acompanhantes e casos previstos em Lei. Clientes BB pagam meia entrada pagando com Ourocard.

Casa França-Brasil

Rua Visconde de Itaboraí 78, Rio de Janeiro – Centro

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Endereço

Rua das oliveiras, 222 – 7º andar – São Paulo – SP

CEP: 12345-000

 

Niterói vai receber carreta que vai dar aulas sobre a tecnologia 5G

 

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Veículo de multinacional estará no Caminho Niemeyer, na próxima segunda-feira (24)
 O estado do Rio de Janeiro vai receber, de 24 a 28 deste mês, a carreta da Huawei, empresa multinacional de equipamentos para redes e telecomunicações. O caminhão possui uma sala de aula em seu interior e vai levar conhecimento sobre a quinta geração de rede móvel (5G) em diversos setores da sociedade. Em Niterói, com o apoio da Prefeitura, a carreta ficará no Caminho Niemeyer, na próxima segunda-feira (24), das 9h às 18h. Os cursos de capacitação e palestras vão funcionar com ajuda da nova tecnologia. O objetivo é demonstrar a potencialidade do 5G na prática.
O prefeito de Niterói, Axel Grael, afirmou que o público poderá aproveitar a presença do Caminhão 5G na cidade.
“Niterói já é a cidade mais inteligente do estado do Rio. Há alguns anos seguimos evoluindo na agenda das smart cities no cenário nacional. Contamos com vários centros universitários e temos uma grande vocação para o avanço. É importante que toda essa aptidão do município para a tecnologia se converta em qualidade de vida, com desenvolvimento econômico aliado à sustentabilidade e à justiça social. Espero que o público possa aproveitar ao máximo a carreta na nossa cidade e que essa experiência tecnológica se traduza em oportunidades para a população, principalmente para os jovens niteroienses”, destacou Axel Grael.
O Caminhão 5G é um projeto da Huawei que visa percorrer o Brasil e levar informações sobre a tecnologia móvel. O Pólen (Polo de Inovação da UNISUAM) é parceiro da multinacional na iniciativa de trazer a carreta para o estado. Entre a próxima terça-feira (25) e sexta-feira (28), a carreta ficará no campus da Unisuam, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
“Nosso objetivo sempre foi expandir as oportunidades através da tecnologia e hoje estamos, junto a Huawei, levando a tecnologia 5G para duas unidades da Unisuam, Niterói e Bangu, com palestras e cursos gratuitos”, explicou o gestor de Inovação do Pólen, Diego Braga.
As aulas serão ministradas pela equipe de especialistas da Huawei. Depois de cada lição, outra turma poderá entrar e aproveitar a novidade. A carreta também estará disponível para visitação do público que quiser saber mais sobre as tecnologias.

Em breve, primeira loja física da Aba Chapéus

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Primeira loja física da Aba Chapéus Panamá no Brasil, será aberta no Rio de Janeiro, pelo empresário Marcelo Sarquis, no Shopping Cassino Atlântico
A Aba Chapéus Panamá é pioneira na importação dos famosos chapéus, que são artesanais e produzidos pelos indígenas do Equador, descendentes dos incas, há mais de mil anos.

A primeira loja física da Aba, especializada em chapéus Panamá originais e certificados, será aberta no Rio de Janeiro, no Shopping Cassino Atlântico, com previsão para novembro, pelo empresário Marcelo Sarquis, um dos maiores importadores de chapéus Panamá do Brasil. Investindo no mercado da moda carioca e mantendo a tradição de um produto artesanal confeccionado há mais de mil anos no Equador por comunidades indígenas descendentes dos incas, Marcelo Sarquis retoma uma tendência que “fez a cabeça” de muitas personalidades ao longo da história. A Aba vai funcionar no primeiro piso do Shopping Cassino Atlântico, entrada pela praia, embaixo do famoso hotel  Fairmont, em frente ao Forte de Copacabana, com modelos artesanais para homens e mulheres.

O Rio de Janeiro é uma das cidades que mais influencia a moda no Brasil e no mundo. Suas belezas naturais e diversidade inspiram a criação de cores, estilo e tendências no comportamento de quem vive ou visita a cidade. O  Rio é o berço de nomes e marcas importantes como a Aba, pioneira nos chapéus Panamá.

Além do pioneirismo, Marcelo Sarquis contribui para a manutenção das comunidades que produzem os chapéus e para a continuidade dessa tradição, de sua identidade cultural.

Há 20 anos no atacado e na internet, a empresa, única especializada em chapéus Panamá no Brasil, abre sua Flagship com novidades maravilhosas e seus chapéus clássicos chapéus Panamá, que nos deixam com um charme fora do comum. A marca é a fornecedora dos chapéus, originais, feitos à mão, pelos índios incas no Equador, para as melhores grifes de moda do Brasil,  para hotéis como Copacabana Palace e o Cataratas, além dos protagonistas de várias novelas.

Sobre os Chapéus Panamá

A palha do chapéu “Panamá” nasce em apenas um lugar do mundo: no Equador. Feitos manualmente, de forma inteiramente artesanal, podem levar de 2 dias a 6 meses para ficarem prontos, dependendo do chapéu.
O chapéu ganhou o nome “Panamá” no início do século XX, quando os franceses e americanos, que participaram das obras de construção do Canal, começaram a imitar os trabalhadores locais, usando os chapéus para se protegerem do calor e da umidade. Ao retornarem a seus países, eram perguntados de onde vinham aqueles chapéus e respondiam: do Panamá!

A fama  aumentou quando o então presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, fez uma visita às obras do Canal e apareceu nas capas dos jornais americanos com o chapéu. A ABA Chapéus de Panamá existe desde 2004, sendo uma empresa especializada na importação e comercialização do chapéu Panamá genuíno.

Além dos tradicionais, a Aba também tem uma linha completa de chapéus coloridos, com modelos em azul escuro, azul claro, pink, amarelo, lilás, laranja, roxo, verde, cru, branco, preto… um mundo de cores! E você ainda encontra na Aba os modelos fino, semi-fino, super-fino, canotier e alon, dentre outros. O produto é certificado e 100% original.

Sobre Marcelo Sarquis

Marcelo Sarquis é o mais conceituado importador do milenar Chapéu-panamá, pela sua já consagrada empresa Aba. Ele entrou no ramo no início do ano 2000, quando era vendedor de diversos produtos e, se deparou com um cliente que queria um chapéu “molinho”. Pesquisando na internet, descobriu. Fez contato com o Consulado de Equador e a Câmara de Comércio Brasil-Equador e comprou apenas 24 peças, que foram vendidas de cara. Já no ano de 2002, atrás da segunda remessa, comprou 500 unidades e virou importador, chegando a ter data de evento de importadores no Equador mudada para que sua presença fosse possível, por ser o único empreendedor com o selo do governo daquele país. Este ano, vai abrir a primeira loja física da Aba, no Shopping Cassino Atlântico, no primeiro piso, entrando pela praia.

Como são feitos os Chapéus Panamá Aba

“Pela manhã, subindo as encostas do Equador, é preciso encontrar a planta conhecida pelo nome de Toquilla cujo nome científico é “Carludovica Palmata”. Depois de cortada, a palha é levada para um pequeno galpão ou até mesmo para a casa dos índios, descendentes dos incas, onde sua casca é retirada e a palha interior é colocada para ferver. Depois, os índios a colocam para secar, e depois começam a tecê-la.  É um trabalho de mestre. Este é o início do chapéu panamá.
E seguem tecendo, com as mãos, toda copa e toda aba. Uma tradição dos descendentes dos incas, passada de geração em geração. Por fim, é feito o arremate , e colocadas as fitas. Assim é feito o Chapéu Panamá, desejado no mundo inteiro”, explica Marcelo Sarquis, da ABA Chapéu Panamá.

Showroom: R. Xavier da Silveira, 40 – Sl 313 – Copacabana – RJ – Brasil
Contatos: 21 3072-0800 / 98350-0014
E-mail: contato@chapeupanama.com.br
Loja: Shopping Cassino Atlântico – 1º piso – entrada pela praia –  Copacabana – RJ
(Previsão de abertura: início de novembro)

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Cuidados com o Chapéu Panamá
 


. O Chapéu Panamá é feito de palha, assim, caso molhe, em algum tempo secará, porém, devido a isso, pode perder um pouco da beleza. Logo, de modo geral, não deve ser molhado. Logo, não se deve lavar o chapéu, ou colocar na água. No entanto, caso respingue água no chapéu, isto não chega a gerar qualquer problema.

. Não se deve apertar o bico da copa, para evitar o risco de quebrar a palha, e aumentar a durabilidade. Conforme a primeira foto abaixo. Neste caso, não há reparo, e portanto, não haverá troca. Porém, mesmo ao segurar na aba, não se deve puxar com força.

. Em caso de sujeiras em geral, gorduras, etc., pode passar uma escovinha, molhada com água e sabão neutro. Depois passar a escovinha apenas com água para tirar o sabão, e deixar secar.

. Caso esteja muito amassado, pode-se passar o chapéu à ferro, porém, lembrando de colocar um pano fino, entre o ferro e o chapéu.

Dica de recanto, no RJ, aprazível: Sítio Bons Ventos.

Um pequeno paraíso intimista a 40 minutos de Itaipava oferece experiências personalizadas para grupos fechados

Um casal, que deixou a cidade do Rio de Janeiro em busca de qualidade de vida, abre as portas de casa a fim de proporcionar experiências personalizadas para que outras famílias ou grupos de amigos criem memórias com a natureza. Árvores ancestrais, pomar, cavalos soltos no pasto, quadra de tênis, campinho e piscina fazem parte deste recanto. Como santuário, o orquidário, a capelinha e uma horta construída em formato de mandala. A poucos metros, passeando ou de carro, chega-se ao platô com seu deslumbrante lago de borda infinita e vista para o vale. Este paraíso se chama Bons Ventos e acolhe 25 pessoas em oito suítes. A hospedagem intimista conta com infraestrutura de alto padrão e as reservas são feitas por mensagem no Instagram ou pelo Airbnb.

Lisa Mackey e Lucas Susini acharam em Sebollas, município de Paraíba do Sul – a duas horas do Rio e a 40 minutos de Itaipava – um sítio, que pelas mãos deles, vem se transformando desde 2011. “Já vivemos muitas histórias, reformas, obras, braços arranhados por carregar placas de grama, de flores e de bromélias. Com muito amor em cada detalhe e em cada escolha” conta Lisa.

Onde antes encontraram apenas troncos e nenhum gramado, agora é possível admirar mais de 50 árvores frutíferas. Os anfitriões gostam de apresentá-las aos hóspedes e fazer com que descubram quais frutas nascem delas. Dos cem mil metros quadrados do sítio, uma área de 22 mil metros quadrados é destinada ao reflorestamento. São espécies que atraem pássaros como trinca-ferro, tico-tico e saíra, presentes na lista dos mais procurados na caça ilegal, e que ao lado de espécies como tucano, sanhaço, João-de-Barro, jacu e siriema são contempladas pelos visitantes.

 

A natureza é a protagonista nesta hospedagem. Acordar com o canto das aves,  buscar os ovos no ninho para o café da manhã e dar de encontro com a “Café com Leite” – a bezerra que passeia solta, colher verduras na horta para a salada do almoço, andar a cavalo, plantar árvores e escorregar com um pedaço de papelão pelo barranco gramado do jardim, ir de jipinho alimentar os animais no pasto, ver o sol se pôr e participar de uma expedição à noite ouvindo barulho de grilos, sapos e pássaros noturnos, são algumas das atividades do sítio.  As crianças brincam ao ar livre e ficam longe das telas. Uma partida de totó ou de pingue-pongue vale para todas as idades. Mas só os adultos podem desfrutar de uma garrafa de vinho enquanto observam o céu e as estrelas.

 

Quem se hospeda no Sítio Bons Ventos pode levar os ingredientes para o preparo das refeições ou optar por um cardápio recheado de sugestões com sabor de comida afetiva. O “rosbife com batata rústica, arroz, feijão, farofa, vagem na manteiga e salada colorida” e a “feijoada completa” feita por duas cozinheiras de mão cheia e sorrisos sinceros no rosto, são muito pedidos.  Também é possível ter à disposição um profissional para o preparo de um churrasco de carnes nobres para um almoço no lago e um pizzaiolo para uma noite com rodízio de pizza no forno a lenha.

Recentemente, quatro suítes foram inauguradas, uma delas na antiga cocheira, e ganhou o nome de “Dourado”, o cavalo com o qual as crianças interagem.  As acomodações possuem diferentes histórias representadas na decoração e nos nomes: “Horta”, “Alpínia”, “Bromélia”, “Pérola”, “Capitã”, “Estrela” e “Da Mata”. O novo projeto do salão social foi feito pela VS Arquitetura com a intenção de integrar o espaço à natureza, sem deixar de lado a preocupação com a sustentabilidade. Os dormentes, suportes de trilhos de trem, foram usados nas colunas do salão e na cumeeira. Um capítulo à parte é a sauna, construída com teto de vidro, que dá a sensação de estar flutuando na água cristalina do lago com a visão panorâmica das montanhas da região.

Ir ao Sítio Bons Ventos é garantia de uma estadia acolhedora, com o suporte de uma equipe atenciosa orientada por proprietários genuinamente interessados em compartilhar o sonho deles de viver uma vida mais bucólica. Antes mesmo de irem embora, os hóspedes já ficam com aquele “gostinho de quero mais”.

 

Serviço: As reservas podem ser feitas por Airbnb, através do whatsapp (21) 99272 3108 ou por mensagens através do Instagram: @Sitio_BonsVentos

www.sitiobonsventos.com.br

 

 

“Quintas no Jambeiro”, no próximo dia 27 de outubro

 

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O lançamento das “Quintas no Jambeiro”, no próximo dia 27 de outubro, às 18h30, com talkshow especial Outubro Rosa + Novembro Azul com o tema “O coração e a mente e as suas emoções”, com o cardiologista Luiz Fernando Souza e a psicoterapeuta Angela Alves, no Restaurante Jambeiro. Também haverá a abertura da exposição “Mulher brasileira” com artistas do ENTREARTES – coletivo de arte e para animar: a apresentação do músico Jeferson Sax. Para que o encontro seja uma experiência perfeita, criamos um menu especial, no *valor de R$125,00*.
*RODÍZIO DE PETISCOS*
– Couvert
– Pastéis – queijo e camarão
–  Casquinha de siri
– Carpaccio de carne tradicional
– Bolinho de bacalhau
*RECHAUD SELF-SERVICE*
–  Ravioli Caprese
– Risoto funghi
– Gnocchi al Gamberetti
– Salada ceaser
*PARA ADOÇAR*
– Fruta da época
– Pudim de leite
*Esse valor deverá ser depositado na conta:*
*Via Chave PIX CNPJ: 26.766.545/0001-05 – Boa Viagem Comércio de Alimentos LTDA,*
*ou depósito em conta: AG: 4767-8 C/C: 25641-2 – Banco do Brasil.*
Lotação limitada. Garanta já o seu lugar. *Evento aberto para homens e mulheres*
*Bebidas alcoólicas e não alcoólicas pagas de acordo com o consumo.*
*Assim que for feita a transferência, por favor, enviar o comprovante para o WhatsApp (21) 99956-5000 para que as suas reservas sejam confirmadas!*
*Endereço: Rua Presidente Domiciano, 131 – Ingá, Niterói – RJ.*
Equipe Cacau Dias.

Niterói é a cidade do estado que menos tem casos de dengue

 

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Município teve uma redução de quase 100% dos casos desde 2016 e se destaca por suas políticas públicas de saúde

A dois meses do verão, autoridades de saúde estão em alerta diante do aumento de casos de dengue no estado do Rio. Na contramão do restante do estado, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, os casos de dengue diminuíram 98% desde 2016. Os números de casos notificados, que há 6 anos chegaram a 3.369, não passam dos dois dígitos em 2022: até setembro foram apenas 66 notificações. O motivo, de acordo com a Prefeitura, está no projeto de liberação de mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia, em parceria com a Fiocruz e o World Mosquito Program (WMP), aliado à organização das políticas públicas de Saúde.

Além da redução dos casos de dengue, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Niterói informa que, desde janeiro deste ano até o momento, foram notificados apenas 12 casos de chikungunya e não houve caso notificado de zika.

“A parceria entre a Prefeitura de Niterói e a Fiocruz para a implantação do mosquito com a Wolbachia na cidade foi uma inovação importante. Niterói tinha algumas condições geográficas favoráveis ao uso da tecnologia, por isso eles nos procuraram. Além disso, Niterói era uma opção por toda a sua tradição de ação na Vigilância Sanitária e no Controle de Zoonoses”, explica o prefeito de Niterói, Axel Grael.

Para o secretário municipal de Saúde de Niterói, Rodrigo Oliveira, a redução dos números só foi possível porque, aliado à tecnologia da Wolbachia, o Município já contava com políticas públicas de saúde estabelecidas para a doença.

“A Secretaria mantém um trabalho periódico de combate às arboviroses o ano todo. Esse conjunto de ações junto com a implantação do Projeto Wolbachia, que foi possível pela organização do trabalho em Niterói, possibilitam o bom resultado nos números das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti“, afirma o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Oliveira.

A redução do número de casos ocorre gradualmente há seis anos. Em 2016, os casos de dengue somaram o total de 3.369; os de zika, 6.958; e os de chikungunya, 289. Em 2017, foram 905 casos de dengue; 321 de zika e 598 de chikungunya. Em 2018, foram 1754 casos de dengue; 347 de zika e 2939 de chikungunya. Já em 2019, houve uma significativa diminuição, somando 388 casos de dengue; 89 de zika e 353 de chikungunya. Durante a pandemia, nos anos 2020 e 2021, os índices foram de 153 e 46 casos de dengue, respectivamente; 10 e 3 casos de zika; e 103 e 12 casos de chikungunya.

As primeiras liberações dos Aedes aegypti com Wolbachia ocorreram em 2015, no bairro de Jurujuba, em Niterói. Em 2016, a ação foi ampliada em larga escala em Niterói. Mas a soltura do mosquito apenas não garante o sucesso da operação.

O Município realiza medidas de prevenção e controle da doença durante todo o ano, e não apenas na época de maior incidência.  Além do trabalho diário, em que agentes vistoriam imóveis em toda a cidade, localizando e exterminando possíveis focos do mosquito, aplicando larvicidas quando necessário, orientando moradores e distribuindo panfletos educativos, são realizados mutirões todos os sábados.

Niterói também conta com seis comitês regionais de combate ao Aedes aegypti, que realizam ações em seus territórios, orientando e mobilizando a população no combate aos criadouros do mosquito. O setor de Informação, Educação e Comunicação (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses, também realiza ações educativas em escolas, unidades de saúde do município e locais públicos, distribuindo material educativo e orientando a população quanto aos cuidados para evitar e combater o mosquito.

O método Wolbachia – Desenvolvido pela World Mosquito Program (WMP) e, no Brasil, conduzido pela Fiocruz, o método consiste na liberação de Aedes aegypti com Wolbachia para que se reproduzam, estabelecendo, aos poucos, uma nova população de mosquitos. Quando presente no Aedes aegypti, a Wolbachia impede que os vírus da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana se desenvolvam dentro dele, contribuindo para redução destas doenças.

Fotos: Luciana Carneiro