Estudantes de pós-graduação no estado reivindicam direitos em audiência pública na Alerj

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As Comissões de Ciência e Tecnologia e a de Trabalho, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), debateram em audiência pública nesta sexta-feira (29/08) os direitos dos estudantes de pós-graduação. Durante o debate, alunos e representantes educacionais apresentaram algumas demandas da categoria. Entre elas, o reajuste da bolsa Faperj, a ampliação do número de bolsas da categoria Nota Dez, e os direitos previdenciários dos pós-graduandos.

A representante da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), Luciana Lopes, falou dos investimentos realizados. “Durante 2024, nós concedemos 2.850 bolsas de pós-graduação, num investimento de R$ 118 milhões. Isso é muito representativo quando comparamos com o cenário federal, onde temos observado uma queda significativa”, explicou.

A deputada Elika Takimoto (PT), presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, reforçou o compromisso do Parlamento fluminense com o fortalecimento da ciência no Estado e quer transformar as demandas debatidas em ação. “Investir em ciência e tecnologia é uma questão de soberania nacional. Por isso, iremos até a Faperj para conversar pessoalmente com a presidente, levando as tratativas e considerações apresentadas pelos estudantes durante a audiência”, declarou.

Já a presidente da Comissão de Trabalho, deputada Dani Balbi (PCdoB), defendeu o reajuste anual dos valores percebidos pelos bolsistas de pós-graduação. Segundo a parlamentar, as bolsas estão defasadas e não acompanharam o movimento nacional de reajuste. “Esse é um movimento que tem o objetivo de proteger os pilares importantes e a atenção às demandas históricas desses alunos, para que a gente possa preservar o curso das pesquisas desenvolvidas e também defender a qualidade dos trabalhos desenvolvidos”, disse.

Direitos previdenciários

Presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Rogean Vinicius Soares falou sobre a crise de formação de quadros técnicos e defendeu o direito previdenciário da categoria. “Outra demanda é justamente o direito à previdência para que possamos ter assegurado o tempo de mestrado e doutorado para a nossa aposentadoria. No Brasil, temos o direito aos residentes de saúde. O que nós temos pedido é justamente ampliar esse direito aos estudantes de pós-graduação stricto sensu”, defendeu

O representante da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Alexandre Marafon, declarou que o Projeto de Lei 974//2024, de autoria da deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA), é fundamental, mas que existe dificuldade de na aplicação desse orçamento, que assegura os direitos previdenciários de mestrandos e doutorados.

“Somos favoráveis ao projeto e, obviamente, precisamos que essas discussões que vêm daqui pra frente sejam definidas na fonte de orçamento pra gente poder implementar esse pagamento ou recolhimento desses valores e garantir os direitos previdenciários dos pós-graduandos”, declarou Marafon.

A diretora da Associação Brasileira de Ciências, Debora Foguel, falou da desistência dos estudantes em ingressar na pós-graduação: “Há dois anos, tivemos um reajuste de 40% na bolsa estudantil, mas é insuficiente. Precisamos atrelar essas bolsas a direitos básicos e pensar por que nossos jovens não estão mais querendo ir para a pós-graduação”.

Permanência no campus

O estudante Raphael Lau, estudante da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), falou sobre a importância de políticas públicas de permanência do estudante no campus durante a pós-graduação. “Muitos alunos saem das suas cidades para morar nas universidades para fazer ciência, mas não temos encontrado apoio o suficiente para manter esse estudante”, pontuou.

Foto: Octacílio Barbosa

Caminhos do Mar celebra o 7 de setembro com ingresso a R$ 7 e Subida da Independência

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Campanha “Dom Pedro Sobe a Serra” resgata tradição cubatense e convida visitantes a reviver o percurso da Independência, entre 3 e 7 de setembro

Para marcar as comemorações pela Independência do Brasil, o parque Caminhos do Mar promove a campanha “Dom Pedro Sobe a Serra”, que resgata uma tradição histórica dos cubatenses: a subida pela Serra do Mar no dia 7 de setembro. Em alusão à data, de 3 a 7 de setembro, os visitantes poderão aproveitar valores simbólicos de R$ 7,00 na compra de ingressos e R$ 7,00 no estacionamento, além de participar de atividades que unem cultura, história e contato com a natureza.

O ponto alto da programação será a Subida da Independência, no feriado de 7 de setembro, em que os participantes, acompanhados de um personagem caracterizado como D. Pedro I, percorrerão o trajeto pela Portaria Cubatão até os monumentos tombados que fazem parte da Estrada Velha de Santos. A caminhada chega ao ápice com o Grito simbólico da Independência, por volta das 14h, no histórico Pouso Paranapiacaba.

Patrimônio histórico e natural

O parque Caminhos do Mar preserva um dos mais importantes patrimônios do país: a Calçada do Lorena, trilha de pedra usada por Dom Pedro I em 1822; a Estrada Velha de Santos, marco da ligação entre o litoral e o planalto; e os oito monumentos tombados, construídos em 1922 em homenagem ao centenário da Independência. Durante a Semana da Independência, monitores estarão disponíveis para enriquecer a experiência dos visitantes com informações históricas e educativas.

Serviço – Campanha “Dom Pedro Sobe a Serra”

Valores promocionais válidos de 3 a 7/9 (quarta a domingo)

Ingresso: R$7,00 / Estacionamento: R$7,00

Onde comprar – https://www.caminhosdomar.com.br/loja ou diretamente nas bilheterias:

Portaria São Bernardo do Campo:

Rod. SP 148 (Estrada Caminho do Mar, Km 42 – São Bernardo do Campo – SP)

Portaria Cubatão:

Rod. SP 148 (Estrada Caminho do Mar, Km 50 – Cubatão – SP)

Subida da Independência (7/9)

Ponto de encontro: Portaria de Cubatão (SP-148, km 50)

Horário de concentração: 8h Início da subida: 8h30 Grito simbólico: por volta das 14h, no Pouso Paranapiacaba

Estrutura: monitores, segurança e transporte interno opcional

Dica: usar roupas leves, protetor solar e calçados confortáveis para a caminhada

Sobre o Caminhos do Mar

Unidade de Conservação integrada ao Parque Estadual Serra do Mar, Caminhos do Mar é conhecido por suas trilhas históricas e pela preservação ambiental. A atração Voo da Serra complementa o passeio, oferecendo uma dose extra de aventura para quem busca experiências únicas em meio à natureza.

Localizado na Serra do Mar, entre São Bernardo do Campo e Cubatão, o parque Caminhos do Mar oferece um passeio pela história e pela natureza. Sua principal atração é a Estrada Velha de Santos, com seus monumentos históricos da época do centenário da Independência e mirantes com vista para o litoral paulista. Além da tirolesa Voo da Serra – a primeira instalada em um parque natural do estado de São Paulo – , o parque tem cachoeira, trilhas autoguiadas e outras atrações, como cicloturismo e canoagem.

Sobre a Parquetur

A Parquetur é uma empresa brasileira e uma das maiores concessionárias do setor de parques naturais no Brasil, que presta serviços de apoio aos visitantes dos parques, com foco na conservação e na proteção da natureza e grande atuação na educação ambiental.

Atua como concessionária de serviços de apoio à visitação do parque Caminhos do Mar (SP), que faz parte do Parque Estadual Serra do Mar; do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás; do Parque Nacional do Itatiaia, no Rio de Janeiro; e do Parque Estadual do Ibitipoca, em Minas Gerais.

Também detém a concessão do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, e do Parque Estadual do Itacolomi, em Minas Gerais, cujos processos de administração do uso público estão em fase de implementação e que passarão a ser operados pela Parquetur em breve.

A proposta da Parquetur é (re)encantar as pessoas a partir de uma abertura gentil e imersiva da natureza, promovendo maior acessibilidade ao público visitante destas áreas, conservando a biodiversidade, indo além do ecoturismo e colocando a natureza como protagonista e como um recurso a ser conservado e valorizado.

https://parquetur.com.br/

@parquetur

O Instituto Bienal Amazônia (IBA) faz chamada aberta para filmes que tenham os 17 ODS da ONU como eixo principal e que serão exibidos na COP 30

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Curtas, longas, documentários, animações  reunindo arte, ativismo e consciência ambiental, com foco em inovação e sustentabilide

O Instituto Bienal Amazônia está com chamada aberta até o dia 20 de setembro, para o Earth Film Festival (EFF),  uma celebração internacional do cinema, reunindo arte, ativismo e consciência ambiental, com foco em inovação e sustentabilidade. Realizado no coração da Amazônia, o festival tem como propósito servir de plataforma criativa para chamar a atenção para narrativas climáticas urgentes, estimulando novas perspectivas e soluções para os desafios socioambientais globais.


A edição inaugural do Earth Film Festival (EFF) tem como eixo central os 17 ODS da ONU — um pacto global para construir um futuro mais justo, inclusivo e ambientalmente equilibrado.  O Festival celebra cineastas visionários que desafiam paradigmas e propõem futuros sustentáveis;  exibe curtas e longas-metragens, documentários, animações e formatos experimentais; prioriza originalidade, relevância temática e impacto emocional; conecta públicos e comunidades por meio de painéis, oficinas e experiências imersivas.

O cinema tem um poder transformador , capaz de moldar mentalidades, influenciar comportamentos e inspirar políticas públicas. Ao canalizar a força da imaginação cinematográfica, buscamos ressignificar como a humanidade compreende e reage à crise climática. O  objetivo é contribuir para uma cultura global em que a sustentabilidade seja uma prática cotidiana, criativa e comprometida com o planeta.

Além disso, o EFF vai dar visibilidade a vozes emergentes e consolidadas que promovem a conscientização climática por meio da arte e da inovação. Através de exibições públicas, ações educativas e oficinas, o Earth Film Festival-EFF conecta comunidades diversas em torno de uma visão comum: inovação, sustentabilidade, criatividade e resiliência.


Programação e Destaques

Exibições Oficiais: 10 filmes finalistas apresentados em diferentes cidades e transmitidos ao vivo para o mundo

Pavilhão Expo: Mostra de tecnologias climáticas, inovações verdes e arte sustentável

Palestra Magna: Dr. Louis Ventura, Ph.D. – Economista e Estrategista Cultural

Cerimônia de Premiação: Ao vivo em Belém, durante a COP30

Mostra Comunitária: Programação voltada a estudantes, professores e líderes de base

Pós-evento em Nova York (2026): Sessão especial de exibição e networking com stakeholders internacionais

Pós-evento: Nova York, 2026

O festival reúne anualmente cineastas, pensadores e agentes de mudança por meio de exibições, painéis, exposições e experiências imersivas. Sua programação é focada em sustentabilidade, inovação e transformação social, com curadoria da IBA Rouanet e parceria institucional da NYICAS – New York International Contemporary Art Society, organização sem fins lucrativos sediada nos Estados Unidos.


Sobre a inscrição
 
Para inscrever seu filme, é obrigatório selecionar no formulário um ou mais dos 17 ODS que o seu filme aborda, explorando de forma criativa temas como erradicação da pobreza, igualdade de gênero, ação contra a mudança climática, proteção da vida na água e na terra, consumo e produção responsáveis, entre outros.
 

2º passo – https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdP-GoOussUrtAY-_tZGOxxSbZaWigWJjS5rM3RqQEk7X_nsQ/viewform

Pré-eventos: 1 a 30 de outubro – Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília

Evento principal: Belém – 1 a 30 de novembro, durante a COP 30

Pós-evento: Nova York, 2026


Sobre o IBA

O Instituto Bienal Amazônia (IBA) e a Saphira & Ventura Gallery estarão presentes na COP 30, com o propósito destacar as questões de gestão ambiental e sustentabilidade, além de discutir temas relacionados à Amazônia e seu ecossistema por meio da arte, projetos de arquitetura, design e inovação, bem como projetos educacionais, com a direção de sua co-fundadora e presidente, Alcinda Saphira.

Em novembro de 2024, até fevereiro de 2025, no Rio de Janeiro, conectou líderes, especialistas, artistas e cidadãos em uma reflexão profunda sobre os desafios ambientais atuais. A cultura foi utilizada como ferramenta de transformação social por meio de debates, lançamentos de documentários e exposições de arte, design, arquitetura e tecnologia, com a participação de artistas nacionais e internacionais

Em novembro de 2025, Belém, PA, sediará a 1ª Bienal Amazônia, com a participação de cerca de 400 artistas nacionais e internacionais, tornando-se uma das maiores exposições visuais do país. O objetivo é alinhar a Bienal com as discussões e decisões sobre mudanças climáticas e questões ambientais e sociais durante a COP 30.

A Bienal Amazônia visa promover a cultura brasileira, em especial a indígena, a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável, conscientizando sobre a importância da floresta amazônica. Além de projetar a arte brasileira, a Bienal tem um compromisso com o fortalecimento da economia local, geração de empregos e incentivo ao turismo na região.

Sobre Alcinda Saphira, Presidente da Bienal Amazônia

Alcinda Saphira é uma líder destacada no mundo da arte, ocupando os cargos de Presidente, Curadora-Chefe e Sócia Co Fundadora da Saphira & Ventura Gallery, além de Presidente e Fundadora do Instituto Bienal Amazônia. Ela também é reconhecida como co-fundadora e curadora da conceituada New York International Contemporary Art Society e membro respeitado do Comitê Científico do Museu MIIT em Torino. Com uma rica experiência em rádio e televisão, a experiência de Saphira estende-se aos domínios da arte e da curadoria, apoiada por uma licenciatura em artes plásticas. Ela possui uma carreira impressionante de mais de 25 anos, durante os quais orquestrou e promoveu exposições nos EUA, Europa, Ásia e Brasil.

Instagram: https://bienalamazonia.org/

Diagnóstico social revela desafios no Preventório e dá origem a novo espaço de transformação em Niterói

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Um levantamento realizado pelo Instituto Cidades Invisíveis identificou os principais desafios enfrentados pela comunidade Preventório, em Niterói (RJ), onde vivem cerca de seis mil pessoas. A pesquisa de campo mostrou um cenário de alta vulnerabilidade econômica, baixa escolaridade e acesso limitado a serviços básicos, revelando a urgência de iniciativas sociais que promovam educação, empregabilidade e bem-estar.

De acordo com o diagnóstico, 47,6% dos moradores têm apenas o Ensino Fundamental incompleto, enquanto 30,5% das famílias não possuem nenhum integrante com Ensino Médio completo. A realidade econômica também preocupa: 39% das famílias sobrevivem com até um salário-mínimo e 41,9% contam com apenas uma pessoa empregada, muitas vezes em atividades informais. Outro dado alarmante aponta que 78,1% das famílias têm membros com algum tipo de deficiência.

Para responder a essas demandas, o Instituto inaugura no próximo 5 de setembro o Bonsai Preventório, espaço dedicado à educação, ao esporte, à cultura e à inclusão social. O projeto inicia suas atividades com oficinas de Capoeira e Dança de Salão. O evento de inauguração, para convidados, contará com samba, feijoada, ballet e capoeira. Nos meses seguintes, estão previstas novas ações, incluindo reforço escolar, capacitação profissional, inclusão digital e acompanhamento psicossocial; tudo a depender de apoio e patrocínios, além de doações, de pessoas físicas e empresas, que podem entrar em contato por meio do instagram @cidadesinvisiveis.

Para o idealizador do Cidades Invisíveis, Samuel dos Santos, o Preventório é uma comunidade cheia de talentos e potencial. “O Bonsai chega para ser uma ponte entre essas pessoas e as oportunidades. Queremos que este espaço seja um lugar de aprendizado, de troca, de acolhimento e de sonhos possíveis”.

O Cidades Invisíveis já atua em quatro estados do Brasil, utilizando a arte, a cultura e o esporte como ferramentas de transformação social. O case de sucesso é a unidade do Vidigal (RJ), onde são oferecidas atividades como jiu-jitsu, boxe, reforço escolar, dança, improvisação, entre outras. Com o patrocínio da incorporadora Habitare, o Bonsai Preventório reforça o compromisso das instituições em gerar impacto positivo e fortalecer a comunidade com novas oportunidades.

Sobre o Cidades Invisíveis

Criado em 2012 com o sonho de mudar realidades e transformar vidas, o Cidades Invisíveis é uma organização social que atua em diversas cidades do país, impactando milhares de jovens em situação de vulnerabilidade, agindo como um instrumento para a redução da pobreza e da desigualdade nas suas mais diversas dimensões. Desenvolve diversos projetos em parceria com artistas locais e nacionais, onde a renda arrecadada pelas ações tem parte do lucro revertida para a transformação social em várias comunidades. Dentro de seus Bonsais, espaços próprios dos projetos nas comunidades, dispõe de programas que possibilitam o acesso ao conhecimento, aconselhamento, novas tecnologias, cuidados básicos, lazer, cultura, entre outros, para a aceleração de potenciais humanos que, muitas vezes, estão desassistidos pelo poder público.

Sobre a Habitare

Criada em 2020, a Habitare é uma incorporadora com DNA 100% digital, que tem como objetivo revolucionar o mercado imobiliário de Niterói. Idealizadora do Sou+ Icaraí, um sucesso de vendas que redefiniu o conceito de studios na cidade e foi entregue em julho de 2024, do Sou+ Charitas, lançado em outubro de 2024 e do Sou+ Itacoa, lançado em abril deste ano. A Habitare surgiu para atender aqueles que não podem e não querem perder tempo. Composta por uma equipe apaixonada por inovação e tecnologia, a empresa vai além da entrega de imóveis: ela oferece um estilo de vida onde conforto, acessibilidade, praticidade, possibilidades e beleza se complementam. Agora, mais um novo capítulo está sendo escrito com o lançamento da linha Sou+ Wellness, uma nova categoria de empreendimentos baseada na arquitetura do bem-estar.

ExpoRio Turismo – Costa Verde reunirá nomes do setor, shows e artesanato

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Angra dos Reis é a cidade anfitriã da primeira edição regional do evento, reforçando atrativos da Costa Verde como polo estratégico do setor

Entre os dias 5 e 7 de setembro de 2025, Angra dos Reis sediará a ExpoRio Turismo – Edição Costa Verde, no Iate Clube Aquidabã. O encontro reunirá gestores públicos e empreendedores dos municípios de Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio Claro, promovendo integração, inovação e geração de negócios.

Segundo o secretário de Estado de Turismo, Gustavo Tutuca, a ExpoRio Turismo já se consolidou como um dos principais encontros do setor no Rio de Janeiro.
— Realizar a feira para a Costa Verde é reconhecer a importância dessa região como destino turístico e estratégico para o estado. Será uma oportunidade única de negócios, integração e valorização da nossa cultura — destacou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Sicomércio de Angra dos Reis, Mangaratiba e Paraty, Essiomar Gomes, reforçou a relevância da iniciativa:
— A ExpoRio Turismo – edição Costa Verde tem grande importância para a nossa região. Primeiro pela integração e troca de informações que as cidades passam a ter, depois pela divulgação dos produtos que cada município oferece. Muitas vezes o morador de Angra não conhece as potencialidades de Rio Claro, assim como em Paraty ou Mangaratiba. Esse encontro é fundamental justamente por essa troca de conhecimento e valorização regional.

A escolha de Angra como sede reforça sua relevância no cenário turístico nacional. Conhecida por suas belezas naturais, patrimônio cultural e infraestrutura hoteleira de qualidade, a cidade se destaca como destino estratégico. O Iate Clube Aquidabã, localizado à beira-mar, foi selecionado por oferecer estrutura adequada para receber o público e os participantes do setor.

— Estamos prontos para acolher os visitantes com hospitalidade e apresentar todas as potencialidades que a nossa cidade oferece. Receber a ExpoRio Turismo em Angra dos Reis é motivo de grande satisfação. Esse encontro valoriza não só o nosso município, mas toda a Costa Verde, onde o turismo e as riquezas naturais são fundamentais para a economia local — afirmou o prefeito Cláudio Ferreti.

Além da programação voltada para o trade turístico, os visitantes poderão conferir o Pavilhão de Artesanato, que funcionará diariamente das 12h às 19h, reunindo produções artesanais das quatro cidades participantes e promovendo a cultura regional.

O ExpoRio Turismo, edição Costa Verde é promovido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e da TurisRio, o evento conta com apoio do Sicomércio, do Senac e da Prefeitura de Angra dos Reis, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que intermediou a realização da feira na cidade.

Serviço:
Data: 5 a 7 de setembro
Local: Iate Clube Aquidabã, Angra dos Reis
Horário de funcionamento: das 10h às 19h

Programação de shows:
05/09 – Jorge Vercillo
06/09 – Diogo Nogueira
07/09 – Tiago Martins
Local: Praia do Anil, Angra dos Reis

Horário dos shows:
Sexta-feira 5 de setembro – Jorge Vercilo: 22h / Show de abertura às 20h
Sábado 6 de setembro – Diogo Nogueira: 22h / Show de abertura às 20h
Domingo 7 de setembro – Thiago Martins: 21h / Show de abertura às 19h

Humoristas do ‘Embrulha Pra Viagem’ fazem apresentação única em Niterói neste sábado (30)

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Com mais de 1,1 milhão de inscritos no YouTube, trio traz show ‘Embrulha Ao Vivo’ ao Teatro Popular Oscar Niemeyer 
Em turnê pelo Brasil, a crítica social leve e bem-humorada do grupo Embrulha Pra Viagem chega, enfim, aos palcos de Niterói, mas em apresentação única. O espetáculo “Embrulha Ao Vivo” — uma adaptação vibrante do universo digital para o presencial — estará em cartaz somente neste sábado, dia 30, às 20h, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. Ingressos a R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada) pelo site Ingresso Digital

(https://dev.ingressodigital.com/newsite/evento/16772/embrulha-pra-viagem).

Formado pelos talentosos atores Marcelo Laham, Maurício de Barros e Willians Mezzacapa, o trio encarna mais de 20 personagens que já se tornaram ícones do canal no YouTube. O espetáculo tem rodado o país há quase um ano com sessões lotadas, colecionando elogios de público e crítica por onde passa.
No palco, desfilam figuras já queridas pelo público, como o Fernando Burrão, com seu indefectível “não tenho essa competência toda, não… nem terminei a quinta série!”, que ganham vida em esquetes que arrancam risos espontâneos com sua crítica social perspicaz. Em cerca de uma hora e meia, o espetáculo conduz o público por crônicas cômicas do cotidiano brasileiro, sempre com um humor acessível, inteligente e absolutamente original.
Com mais de 1,1 milhão de inscritos no YouTube, 640 mil seguidores no Instagram, 925 mil no Facebook e 610 mil no TikTok, o grupo acumula uma base fiel e apaixonada. Em tempos de engajamento efêmero, o Embrulha Pra Viagem é um caso raro de longevidade e consistência na criação de conteúdo — uma trajetória de oito anos marcada por originalidade, carisma e uma comunicação direta com todas as idades.

MAC Niterói recebe projeto ArtRio Educação com foco na arte brasileira contemporânea feita por mulheres

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A arte brasileira contemporânea produzida por dez grandes artistas mulheres. Essa é a linha curatorial da 5ª edição do projeto ArtRio Educação, que estreia no Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC no dia 27 de agosto. Trazendo grandes painéis com reproduções das obras, a mostra educativa e interativa é gratuita e leva conhecimento – e diversão – para todos os públicos.

A curadoria da mostra é de Fernanda Lopes, que selecionou dez artistas de diferentes gerações, formações e trajetórias. Além disso, são artistas com linguagem e produção muito diferentes entre si, o que vai proporcionar ao público uma visão mais ampla e diversa sobre o mundo da arte e suas possibilidades – da pintura à instalação, do têxtil ao desenho, da fotografia ao objeto.

As artistas presentes na mostra são Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Claudia Andujar, Claudia Hersz, Madalena Santos Reinbolt, Marcela Cantuária, Marina Weffort, Sonia Gomes, Tadáskia e Vânia Mignone.

“Suas obras lidam com questões como identidade, corpo, memória, território, ancestralidade, linguagem e matéria, e investigam, de maneira crítica e inventiva, as urgências do tempo presente. Em conjunto, elas chamam a atenção do público para diferentes possibilidades de olhar, pensar e atuar no mundo ao nosso redor”, reflete a curadora Fernanda Lopes.

Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC

Mirante da Boa Viagem S/Nº

Abertura 27 de agosto

Até 14 de setembro na Praça do MAC

Visitação gratuita

 

Conheça as artistas do ArtRio Educação – MAC 2025

Adriana Varejão (Rio de Janeiro, 1964)

Desde o início de sua pesquisa em pintura nos anos 1980, Adriana Varejão mostrou seu interesse pela história do Brasil. Suas obras, que também incluem fotografia, escultura e instalação, chamam atenção para a violência do processo de colonização e de construção da identidade brasileira. Apontam também para como esse passado se desdobra e sobrevive nos dias de hoje.

Em seus trabalhos, os materiais estão ligados simbolicamente à essa construção histórica – como a azulejaria barroca portuguesa, inicialmente registrada em sua pintura, e depois apresentada com a superfície craquelada, como se tivesse rachado ao sofrer a passagem do tempo. Essas fissuras na superfície da pintura vão ficando cada vez maiores, e revelando vísceras, também pintadas, enfatizando cada vez mais a violência do processo de colonização.

 

Beatriz Milhazes (Rio de Janeiro, 1960)

Ao longo das últimas quatro décadas, Beatriz Milhazes vem construindo uma produção dedicada especialmente à investigação da pintura. Com interesse inicial na ornamentação barroca, suas referências também incluem a tropicalidade brasileira, arte popular, carnaval, cultura pop, natureza, moda, joalheria, além de referências da própria história da arte.

Desde 2010, Milhazes vem se dedicando a explorar também a possibilidade da pintura como uma linguagem tridimensional. Cores, transparências, e ornamentos ocupam o espaço, suspensos em móbiles ou em grandes vitrais, construindo um ambiente imersivo, como se pudéssemos caminhar dentro das telas da artista.

 

Claudia Andujar (Suíça, 1931)

Fotógrafa suíça radicada no Brasil, Claudia Andujar tem sua produção marcada pelos registros que fez ao longo de mais de cinco décadas do universo Yanomami, no norte da floresta amazônica. Em 1971, fez sua primeira reportagem sobre a Amazônia, momento divisor de águas em sua carreira e em sua vida. A artista decide abandonar São Paulo e o fotojornalismo para viver entre Roraima e Amazonas. Desde então, as tradições e modo de vida indígenas são ponto central de sua produção, reunindo registros das atividades diárias na floresta e na maloca, dos rituais xamânicos, dos indivíduos.

Nas décadas de 70 e 80, o trabalho de Claudia Andujar com os Yanomami coincidiu com o crescimento do risco de desaparecimento da população indígena diante das doenças, violência e poluição causadas pelo garimpo e pelos planos de desenvolvimento da Amazônia com o Projeto de Integração Nacional da Ditadura Civil-Militar. A artista participou da Comissão pela Criação do Parque Yanomami e da campanha pela demarcação das terras indígenas e luta pelos seus direitos.

 

Claudia Hersz (Rio de Janeiro, 1960)

Ao longo de mais de 20 anos, Claudia Hersz vem construindo uma obra que pode ser definida como familiar. Suas referências à história da arte, se misturam com sua coleção das coisas que estão no mundo: objetos pessoais, situações do cotidiano e objetos encontrados em brechós e feiras populares.

Com um olhar irônico, a artista propõe olhar mais uma vez para o que está à nossa volta, dentro e fora do campo da arte – souvenires, miniaturas, tapeçaria, e peças de roupa se misturam à paisagem carioca, jogos de tabuleiro, garrafa de Coca-Cola e a imagem Mao Tse-Tung. Essas apropriações levantam questões importantes para a história da arte, como falsificação, fetichização e autoridade, e fazem um convite ou desafio ao espectador para repensar narrativas históricas, memórias e identidades.

 

Madalena Santos Reinbolt (Vitória da Conquista, 1919 – Petrópolis 1977)

Madalena Santos Reinbolt nasceu e cresceu em uma pequena fazenda no interior da Bahia, em contato desde cedo com a produção de pratos e panelas de barro, roupas com algodão colhido pela família, a criação de animais e o plantio de alimentos. Ainda jovem deixa a cidade natal para trabalhar como doméstica em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Petrópolis.

Inicialmente, dedicou sua produção à pintura sobre tela e, depois, ao bordado – ou “quadros de lã”– construídos a partir do uso de linhas com uma ampla variedade de cores. Madalena Santos Reinbolt se manteve fora dos circuitos tradicionais de arte e não foram realizadas exposições de sua obra enquanto a artista era viva. Sem conseguir retorno financeiro com seus bordados, trabalhou como empregada doméstica até o fim da vida.

 

Marcela Cantuária (Rio de Janeiro, 1991)

Sua produção se destaca pela forte relação entre arte, política e memória, sempre atenta a marcadores identitários como gênero, raça e classe. Em suas pinturas, a artista evidencia silenciamentos constituídos pela história oficial, marcada pela opressão, violência e apagamento produzidos sobre os corpos de mulheres pela herança colonial e pela lógica do patriarcado. Em oposição a isso, sua prática artística se interessa pela construção de outras histórias possíveis, baseadas especialmente na pesquisa da artista sobre episódios de resistência e enfrentamento liderados por mulheres e movimentos populares em diferentes momentos, ao redor do mundo, especialmente no Sul Global.

Interessada nessa dinâmica também dentro da história da arte, muitos de seus trabalhos trazem referências a obras de artistas mulheres de diferentes gerações. Seu questionamento sobre a história da arte também expande sua pintura para além dos limites tradicionais, em murais, instalações e peças cerâmicas.

 

Marina Weffort (São Paulo, 1978)

Formada em desenho e escultura, Marina Weffort vem construindo nas últimas duas décadas um corpo de obras que parece se interessar justamente pelo lugar entre o desenho e a escultura.

Suas pesquisas mais recentes se voltam para peças têxteis desenvolvidas a partir de um processo que poderia ser definido como uma tecelagem ao contrário. Tecidos são desconstruídos pela artista, revelando sua estrutura de linhas entrelaçadas.

 

Sonia Gomes (Caetanópolis, 1948)

A obra de Sonia Gomes apresenta o ato de costurar ao mesmo tempo como ferramenta de trabalho e material poético. Nascida na região nordeste de Minas Gerais, em uma cidade famosa por abrigar a primeira fábrica de tecidos do estado, aprendeu cedo os princípios da costura, além da produção de bordados e rendas.

Seu interesse por materiais é a partir de suas cores, texturas, maleabilidade e, especialmente, as memórias que carregam. Aos retalhos de tecidos se juntam outros objetos e materiais cotidianos, como cordas, pulseiras e bolsas, e utensílios como alfinetes.

 

Tadáskía (Rio de Janeiro, 1993)

Educadora, escritora e artista plástica, Tadáskia nasceu em Santíssimo, na zona oeste carioca. Sua obra explora diferentes materiais e suportes, mas mantém no desenho e seus elementos sua base fundamental. O aspecto multidisciplinar de sua produção reflete um interesse declarado da artista: a passagem entre uma coisa e outra.

Muitas vezes, seus materiais são encontrados ao acaso. A cor é outro elemento fundamental na produção de Tadáskia. Traços feitos com lápis de cor, caneta, pastel seco ou esmalte de unha, misturam-se a marcações, rasuras e escrita. Esculturas, fotografia, vídeo e instalação também fazem parte da produção da artista.

 

Vânia Mignone (Campinas, 1967)

Vânia Mignone começou sua trajetória nas artes visuais com a xilogravura —técnica tradicional de gravura em relevo. Em seus primeiros trabalhos, nos anos 90, transferia essas imagens da matriz em madeira para o papel de arroz e trabalhava a partir dela usando tinta e colagem. Com o tempo, substituiu a delicadeza do papel por placas de madeira, mas manteve sua relação com a xilogravura entalhando a superfície da pintura e usando a pincelada para construir linhas pretas, grossas e fortes. Essa característica é reforçada pela paleta de cores quentes e contrastantes.

 

A Artrio 2025 tem patrocínio máster da Vale, com patrocínio da cerveja Stella Artois, PRIO e VIVO. A feira de arte tem o apoio de ALLOS, Bombay Sapphire e IBMEC | Instituto Yduqs, além de parceria com Rio Galeão e Granado. O Fairmont Rio de Janeiro Copacabana é o hotel oficial do evento e o Shopping Leblon é o shopping oficial.

O evento tem patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro e do Ministério da Cultura.

A ArtRio é realizada pela Dream Factory.

Prefeitura de Niterói conclui quarta etapa de pagamento de indenizações do “Prédio da Caixa”

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Valor total pago aos antigos proprietários do imóvel no Centro já ultrapassa R$ 21,9 milhões

A Prefeitura de Niterói concluiu, nesta quinta-feira (28), o pagamento do quarto lote de indenizações aos antigos proprietários do edifício localizado na Avenida Amaral Peixoto, nº 327, no Centro, conhecido como “Prédio da Caixa”. O imóvel foi desapropriado em 2020 para execução de projetos de revitalização e desenvolvimento urbano na região central da cidade.

Nesta etapa, foram quitados mais 51 acordos, com um investimento de R$ 6,2 milhões. Até o momento, a administração municipal já destinou R$ 21,9 milhões para garantir o direito de 189 dos 379 ex-proprietários. O total das indenizações é estimado em cerca de R$ 40 milhões, que estão sendo pagos de forma escalonada.

A secretária de Habitação e Regularização Fundiária (SMHRF), Marcele Sardinha, destacou que a Prefeitura de Niterói tem atuado para assegurar que cada família seja tratada com dignidade.

“Estamos honrando um compromisso importante com a cidade e com os cidadãos que eram proprietários desse imóvel. A regularização fundiária é um passo fundamental para o desenvolvimento urbano e para a garantia de direitos. O pagamento dessas indenizações demonstra transparência, seriedade na condução das políticas públicas e respeito aos contribuintes e aos legítimos proprietários. O avanço dessas negociações beneficia as famílias envolvidas e, ao mesmo tempo, impulsiona a revitalização desse edifício emblemático, que fará parte da nova Avenida Amaral Peixoto”, disse a secretária.

Prefeito Rodrigo Neves vistoria andamento das obras de macrodrenagem no Barreto e na Engenhoca 

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Intervenções são realizadas pela ION com objetivo de melhorar o escoamento da água da chuva e diminuir os alagamentos na região 

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, vistoriou nesta sexta-feira (29) a execução das obras de macrodrenagem nos bairros do Barreto e Engenhoca, na Zona Norte. Com uma extensão total de 4,6 quilômetros, as intervenções estão sendo realizadas pela Empresa de Infraestrutura e Obras de Niterói (ION) com os objetivos de melhorar o escoamento da água da chuva e diminuir os alagamentos na região. Além da drenagem, todas as vias vão receber requalificação de calçadas, meios-fios e pavimentação. O investimento total é de R$ 76 milhões e a previsão é de que as obras terminem em novembro deste ano.

“Essas obras de macrodrenagem são esperadas há décadas. A gente está fazendo essas obras e sabemos que traz transtorno para os moradores. O mais importante é que eu vou vir agora toda semana para fazer essa vistoria, porque a obra está entrando na reta final. Agora em setembro a gente termina o trecho da Rua General Castrioto em frente à Cidade da Ordem Pública. Em outubro, terminará o remanejamento de redes subterrâneas da Águas de Niterói e da companhia de gás. Assim, a gente avança para concluir em novembro as obras aqui na Rua José Vicente Sobrinho, na Engenhoca”, destacou o prefeito.

Neste momento, as equipes estão trabalhando na ligação das galerias da Engenhoca com as estruturas já construídas no terreno da Secretaria de Ordem Pública (Seop), num trecho que vai da Avenida José Vicente Sobrinho até a Rua Craveiro Lopes. Quando tudo estiver finalizado, a água da chuva será levada até a Baía de Guanabara, passando pelo Rio Maruí, por meio de uma rede de drenagem que está sendo instalada ao lado do Cemitério Maruí.

Acompanhado do secretário de Governo, Paulo Bagueira, o prefeito caminhou pelos trechos em obra, conversou com engenheiros e técnicos, além de moradores e comerciantes do Barreto e da Engenhoca. Ele anunciou ainda a primeira malha de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da cidade, que foi aprovada no Novo PAC Seleções do Governo Federal e promete transformar o transporte urbano local. O projeto prevê uma linha de cerca de 5 quilômetros, ligando o Barreto ao Centro, com dez estações, contemplando os bairros do Barreto, Engenhoca, Santana, São Lourenço e Centro. 

“Engenhoca e Barreto serão tratados com dignidade e respeito. A partir de 2027, depois que essas obras de macrodrenagem estiverem prontas, vem aí o primeiro VLT de Niterói, que vai começar pelo Barreto e pela Engenhoca, levando o morador até o Centro de Niterói. Vai ser uma grande obra e vai valorizar muito a Engenhoca e o Barreto. A Zona Norte merece”, afirmou Rodrigo Neves.

Fotos: Evelen Gouvêa

Búzios abre oficialmente o BikerFest 2025 com shows e grande participação do público

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A noite desta quinta-feira (28) marcou a abertura oficial do BikerFest 2025, evento que movimenta a cidade com música, cultura e lazer. Realizado no Campo Azul e Branco, o festival reuniu moradores, turistas e apaixonados por motociclismo em uma programação diversificada, que segue até domingo (31).

O primeiro dia foi embalado pelo rock nacional, com a abertura da banda Blood Mary e destaque para o show da banda Detonautas, que mais uma vez se apresentou em Búzios. O grupo, que já tem uma relação especial com a cidade, trouxe emoção e energia ao palco, consolidando a atmosfera vibrante do evento.

Com uma programação que inclui apresentações musicais, encontro de motociclistas e atividades culturais, o BikerFest reafirma o papel de Búzios como destino de grandes eventos, promovendo turismo, lazer e movimentando a economia local.

A Prefeitura de Búzios, por meio da Secretaria de Turismo, reforça seu compromisso em apoiar iniciativas que fortalecem a identidade cultural do município e geram experiências únicas para moradores e visitantes.