Luiza Reis faz Tributo a Elis Regina no Espaço Cultural Sala Carlos Couto

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Luiza Reis faz tributo a Elis Regina, na terça-feira, dia 12 de julho, às 19h, no Espaço Cultural Sala Carlos Couto. Na apresentação, que reúne um vasto repertório da cantora, Luiza pretende fazer os espectadores viajarem no tempo, a partir dos grandes sucessos de Elis. No show, ela é acompanhada pelos músicos Matheus Reis Pereira (percussionista) e Adriano da Silva Souza (tecladista).

“A ideia do Tributo é levar ao público o melhor de Elis e o que ela fez pela música brasileira. Música para ouvir, pensar e sentir”. Diz a cantora Luiza Reis, que não esconde sua admiração por Elis. “Pra mim Elis é a maior interprete brasileira de todos os tempos”.

Sobre Luiza

Dona de uma voz inconfundível e um charme característico formado pela irreverência, espontaneidade e uma leve pitada de timidez, Luiza Reis vem arrebatando fãs, fazendo sucesso por onde passa e conquistando cada vez mais seu espaço no cenário musical da região

metropolitana do estado do Rio de Janeiro.

Autodidata na música e com um talento nato, Luiza Reis, que nasceu em Minas Gerais e foi registrada no Rio de Janeiro, já flertava com a música desde pequena. Atuando profissionalmente há três anos, ela desfila seu estilo e bom gosto musical em bares, casas de show, festas e eventos.

Protocolos sanitários:

É necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.

É facultativo o uso de máscaras pelo público durante a permanência nas dependências da sala.

SERVIÇO

Luiza Reis

Data: 12 de julho (terça- feira)

Horário: 19h

Classificação etária: livre

Duração: 50 min

Local: Espaço Cultural Sala Carlos Couto – anexo Theatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói

Tel: 3628-6908

Entrada Gratuita 

Sessão sujeita à lotação com distribuição de 70 senhas meia hora antes do espetáculo.

ATLETAS ESTÃO NO AQUECIMENTO PARA A 4ª MEIA-MARATONA DE NITERÓI

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Inscrições já estão abertas em todas as categorias, adulto e infantil, para a prova que acontece em setembro

Atletas brasileiros e internacionais já estão nos preparativos para a disputa da 4ª Meia-Maratona de Niterói, prova que acontece, em 11 de setembro, dentro do calendário esportivo oficial da cidade. Quem pensa que ainda é cedo para a corrida na disputa pelas inscrições, abertas pelo site www.meiamaratonadeniteroi.com.br, pode ficar fora da disputa dos kits, porque a expectativa é de que o número de participantes chegue perto dos 3 mil atletas, o que pode dificultar o acesso daqueles que deixarem para a última hora.

A prova principal acontece em 11 de setembro, mas, no total, serão três dias de evento. A entrega dos ktis – camisa, cinto porta número e chip – acontecerá nos dias 9 e 10 de setembro, no Caminho Niemeyer, no Centro de Niterói. Nesses dois dias acontecerá, no mesmo local, uma feira esportiva com a venda de equipamentos, roupas e acessórios, além do espaço gourmet com food trucks.

No sábado (10/9), a partir das 10h, acontece a Meia-Maratona Kids, para crianças e adolescentes, entre 2 e 16 anos, com o objetivo central de incentivar a prática esportiva ao ar-livre e orientar os responsáveis sobre os benefícios que as atividades físicas imprimem na saúde como um todo, além de fortalecer a autoestima, a concentração, socialização e o controle do peso.

Domingo, 11 de setembro, acontecerá a prova principal, a 4ª Meia-Maratona adulto, com largada na Praça do Povo (Caminho Niemeyer), no Centro da cidade, com percurso pela bela orla niteroiense, passando pelos bairros do Gragoatá, Boa Viagem, Ingá, Icaraí, Estrada Fróes e São Francisco, com retorno em Charitas para o mesmo percurso de volta, em sentido contrário, até o Caminho Niemeyer. Serão três opções de percursos/distância: 21Km, 12Km e 5Km.

 

Exposição “A alegria não é a prova dos nove (ou um arquipélago de singularidades)” abre na Casa França-Brasil

 

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A mostra ocupa todos os espaços e conversa com a arquitetura e com a história do local

 

Ivani Pedrosa, Helena Trindade, Myriam Glatt e mais 6 artistas vão participar da exposição “A alegria não é a prova dos nove (ou um arquipélago de singularidades)”, que vai ocupar a Casa França-Brasil, de 9 a 31 de julho. A curadoria é assinada por Alexandre Sá.

 

A mostra funciona como um arquipélago de 9 ilhas – cada uma é um expositor, que possui técnicas, mensagens e instalações diversas. Não se trata de uma coletiva, no sentido de uma construção ampliada com trabalhos diversos de modo a potencializar questões em comum, mas de um revés, como explícito no subtítulo. São individuais que formam este arquipélago de pontos singulares, excêntricos, capazes de provocar a construção de um espaço-tempo. Os trabalhos têm relação com a arquitetura do local.

 

“Os tais 100 anos da Semana de Arte Moderna surgem apenas como névoa para que possamos pensar o Brasil, não necessariamente primitivo, mas profundo como um tropeço, como uma epifania, a partir de questões individuais que se colocarão nesse prédio e em sua (nossa) história. O desejo indiciário não é pensar o país estrito e dicotômico dentro de uma talvez já obsoleta cidade partida, mas discorrer em algum silêncio sobre aquele algo do país que ainda murmura, apesar de. Sem desconsiderar tantas histórias e narrativas que por aqui passaram, bem como seus bons fantasmas que talvez conosco, problematizem a velha tensão entre nós e os interesses internacionais. Exatamente por isso, as ilhas desconhecidas do nosso arquipélago promoverão outras nuvens, sem nenhuma assertividade de precipitação, para que o público, de acordo com sua deambulação física e emocional, vá construindo suas teias de afeto, luto e

Regeneração”, diz o curador.

Na obra ‘Bonança’ – da série ‘A Joia da Coroa’ – um painel de gaze de linho branco com bordados com fios de lã branca, fio dourado e pedra dolomita, de Ivani Pedrosa, que ocupará a Sala das Projeções da Casa França-Brasil, em uma diagonal, conduzindo o visitante a transitar por toda a sua extensão e o direcionando até o vídeo Bastaaa!!! (2’30”, com edição de Aline Chagas). Para esta criação, a artista decidiu dar uma guinada nas pesquisas sobre rotas de fugas usadas no mundo por povos em guerra e percorridos. Entretanto, ela se concentrou num movimento oposto: caminhos percorridos em busca do bem. O primeiro caminho encontrado foi no Brasil, um muito antigo usado pelos indígenas. “É o caminho do Bem como os indígenas o proclamam e que está sendo demarcado com fio dourado no mapa do Brasil, bordado no painel ‘Bonança’ que, como o título sugere, paz para os povos como um sonho dourado possível. Foi isso que trouxe para meu trabalho”, explica.

 

Myriam Glatt também levou para sua obra uma época do Brasil marcante e que tem tudo a ver com o espaço em que ocupará. Em ‘Praça de comércio’, a artista apresenta 3 telas e 65 caixas de papelão pintadas. A Casa França-Brasil foi construída para ser a primeira Praça de comércio do Rio de Janeiro, no Reinado de D. João VI. Então, ela quis fazer uma ligação com essa função inicial dessa casa. As caixas foram deixadas ao chão como um lugar de comércio, algumas são fechadas e outras abertas, dando ideia de movimento, de pessoas mexendo, abrindo vendendo. Um murmurinho de comércio de rua, onde o próprio piso de pedras grandes e pé direito monumental dão essa sensação de estar do lado de fora, mesmo estando do lado de dentro. “As caixas no chão, que representam meu trabalho, remetem a um espaço de comércio. Eu uso formas geométricas e as cores utilizadas são da bandeira do Brasil colônia – verde, amarelo e azul, além da vermelha, de Portugal”, afirma a artista.

 

Helena Trindade, em sua obra, coloca em jogo as questões de trabalho, valor e linguagem. E fica atenta à questão do espaço simbólico que está ocupando – o cofre – que era uma praça de comércio no Brasil colonial. Ela fala sobre o mito de Sísifo, que enganou os deuses e sofreu, então, um castigo. Ele teve que subir a montanha com a pedra e cada vez que ele subia, a pedra caía e, assim, sucessivamente. Um eterno subir, um eterno trabalhar. ‘SÍSIFO’ é uma instalação composta de um objeto sobre uma duna de pedras. Esse objeto resulta de uma assemblage que envolve peças de uma antiga máquina de escrever. Os pequenos tipos com letras, números e outros caracteres cobrem o rolo que deveria receber o papel. Posta a funcionar simbolicamente sobre uma duna de pedras, esta estranha máquina frustra a promessa de escrever ou mesmo imprimir qualquer marca. “Remete aos nossos trabalhadores, explorados e invisíveis. Toda a riqueza é produzida pelo trabalho humano. O meu trabalho também foi carregado pelos proletários. Eles é que são os verdadeiros heróis dessa história”, diz.

 

9 exposições individuais de:

Alex Frechette
Clarisse Tarran
Davi Pereira
Eduardo Mariz
Helena Trindade
Ivani Pedrosa
João Paulo Racy
Myriam Glatt
Nathalie Nery

Serviço:

“A alegria não é a prova dos nove (ou um arquipélago de singularidades)”

Curadoria: Alexandre Sá
Abertura: 9 de julho, sábado, das 15h às 18h
Visitação: de 12 a 30 de julho de 2022
De terça a sábado, das 10h às 17h

Local: Casa França-Brasil

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro – RJ

Telefone: (21) 2332-5275

Entrada gratuita

 

Prefeitura de Niterói realiza pesquisa sobre uso de trailer sanitário nas praias

 

 

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Espaço foi aprovado por 99% das pessoas que responderam ao questionário 
A Prefeitura de Niterói instalou um trailer sanitário com oito cabines, incluindo um para pessoas com deficiência, emtre os dias 11 a 19 de junho, na Praia de Itacoatiara. O espaço foi aprovado por 99% das pessoas que estiveram no local e responderam a um questionário online se manifestando pela continuidade do serviço e 98,2% disseram que o trailer deveria ser expandido para outras praias. A iniciativa se deu através da Neltur, da Administração Regional da Região Oceânica e da Gestão de Orlas.
Para o presidente da Neltur, Paulo Novaes, é uma fase de experiência que precisa ser amadurecida por todos os órgãos envolvidos. Há uma necessidade de que todas as praias tenham banheiros que atendam os moradores, visitantes e turistas. “Temos certeza de que vamos avançar com este serviço como já estamos fazendo nos eventos”, destacou.
O trailer é equipado com fraldário e conta com uma equipe de limpeza e manutenção diária. O serviço gratuito com os trailers sanitários, ficou disponível de quinta a domingo, das 10h às 17h, atendendo uma média de 385 pessoas por dia. Nos finais de semana, a média subiu para 540 utilizações diárias.
“Niterói precisa de cultura de praia. A iniciativa do governo de Niterói vem corroborar para uma praia acessível, solidária e limpa. A pesquisa foi muito importante. Pensar a praia não só é importante para os banhistas, mas para o morador que através do trailer sanitário verá a praia mais limpa e organizada”, destacou o gestor de Orlas, Leandro Magaldi.
Durante os nove dias de operação, o trailer contribuiu, sobretudo, com a preservação do meio ambiente de forma consciente e sustentável. Foram coletados materiais como fraldas e absorventes, evitando assim o seu descarte de forma incorreta, na areia, restinga, no mar, calçadas e vias públicas da região.
“A instalação de sanitários é uma demanda antiga dos frequentadores da praia de Itacoatiara e foi comprovada através de pesquisa. A Secretaria Municipal da Região Oceânica está trabalhando para trazer melhores condições de uso da praia e seguirá acompanhando os desdobramentos até a instalação definitiva dos sanitários”, afirmou Binho Guimarães, secretário da Regional Oceânica.
A maioria das pessoas (72,6%)  que respondeu  a pesquisa de satisfação,  através  do questionário online,  é de Niterói. Moradores de cidades vizinhas como Rio de Janeiro, Maricá e São Gonçalo também participaram da pesquisa, assim como de outros estados, como de São Paulo e Belo Horizonte.
O trailer foi aprovado por 58,7% das mulheres e 41,3% dos homens. Os moradores apresentaram várias sugestões: no verão prolongar até mais tarde, vigilância no local e no dia-a-dia até 19h.
“Simplesmente maravilhoso! Amei a ideia, é super organizado”, “Sou moradora e adorei” A menina da limpeza muito caprichosa”, “Fiquei satisfeito com este serviço oferecido pela Prefeitura”, “Bem melhor que os químicos”, “É muito importante para quem faz caminhadas, exercícios, principalmente para os idosos”, “Crianças e famílias inteiras precisam desse serviço”, ‘A restinga não pode ser usada para as pessoas fazerem suas necessidades”. Esses foram alguns dos depoimentos dos frequentadores da praia que se manifestaram positivamente sobre a instalação do trailer.
Fotos: Divulgação

O produtor musical e sound designer Marcello Space lança o álbum

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O produtor musical e sound designer Marcello Space lança o álbum “Coming in a Spaceship, Pt. 1”, com 6 músicas autorais, em todas as plataformas digitais.
Músicas trazem a influência da psicologia sobre a arte, provocando um ‘estado espacial’, com sintetizadores e drum machines, surpreendendo os amantes da música eletrônica.

produtor musical, multi-instrumentista e sound designer Marcello Space (@marcello.space) lança o álbum “Coming in a Spaceship, Pt. 1“, em todas as plataformas digitais e YouTube, com seis músicas autorais, estilo eletrônico, que trazem a influência da psicologia sobre sua arte, universo e mente, e elementos escolhidos com a ideia de provocar um estado espacial, celestial, utilizando sintetizadores e drum machines, em nível software.

Todas as músicas foram escritas em MIDI, através dos sintetizadores e drum machines, dentro do programa DAW (acrônimo para Digital Audio Workstation), que tornou a criação de música eletrônica mais acessível, o que explica o fato de Marcello Space não ter utilizado nenhum sample de outro artista, sendo tudo criado na base da programação musical.

“Coming in a Spaceship, Pt. 1”
 vem confirmar a máxima de que a música é reconhecida por muitos como uma modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento. As músicas do álbum representam uma viagem em uma ‘nave espacial’, a alma humana, e busca os aspectos espirituais de cada um com um aprofundamento sensorial.

SOBRE AS MÚSICAS DO ÁLBUM

Track 1 vem com a ideia de começo (Introdução), buscando a simplicidade, apesar de uma sonoridade complexa, a estrutura é simples.

Track 2 é sobre um hipotético Android (ou Inteligência Artificial), criando sua própria música enquanto “relaxa”. Ela é importante, não só por si, mas também por alguns elementos repetidos em outras músicas.

Track 3 é o Remix do primeiro single, “Acid for the Masses”. Além das mensagens subliminares, possui elementos de um estilo da música eletrônica chamada Acid.

Track 4 continua a “homenagem” ao gênero Acid, aqui mais experimental na primeira parte da música, tornando-se uma espécie de Trance, também experimental. Primeira tentativa de Marcello Space unindo os dois gêneros.

Track 5 é talvez a prova concreta da influência da psicologia na arte de Marcello. Todos os elementos foram escolhidos com a ideia de provocar uma espécie de hipnose.

Track 6 tem o mesmo nome do álbum. Representa o mesmo pela ideia do Metal (com a guitarra super-distorcida), em contraste com timbres “espaciais” ou “celestiais”, como uma nave espacial nas nuvens.

FICHA TÉCNICA

Título: Coming in a Spaceship, Pt. 1

Gênero: Electronic

Subgênero: Techno

Artista: Marcello Space

Catálogo: LR-1985366

© Composition Owner: Marcello Space

© Year of Composition: 2022

© Master Recording Owner: Marcello Space

© Year of Recording: 2022

Universal Product Code (UPC)692531643155

Featured Artist Label: Marcello Space

MÚSICAS DO ÁLBUM

01. Introduction

02. Android Chillin

03. Acid for the Masses (Remix)

04. Second Acid by the Sea

05. Hipnose

06. Coming in a Spaceship

SINTETIZADOR E DRUM MACHINE

Por Marcello | Janeiro 7, 2020

“Recebi pelos correios meus dois novos instrumentos, um sintetizador e um Drum Machine, voltados à produção de música eletrônica. Os dois são da marca Roland, decidido após uma boa pesquisa envolvendo qualidade e bom preço. Aprendendo e avançando no estudo dos instrumentos concluí que foram ótimas escolhas.

O sintetizador é usado para criação de sons melódicos, tanto notavelmente eletrônicos, quanto cópias perfeitas de instrumentos de corda, sopro e até percussão. Porém a percussão é geralmente realizada pelo Drum Machine (bateria eletrônica, como é conhecida no Brasil).

Como uma pesquisa antes da compra é muito importante, pois envolve saber qual sub-gênero de música o artista vai criar ou tocar, e quais instrumentos combinam melhor com ele, vou especificar o nome de cada. O sintetizador é Roland Plug-Out Synthesizer System-1 e a bateria eletrônica Roland TR-09 Rhythm Composer.

O Drum Machine é uma produção recente em uma versão menor que a original Roland TR-909 Rhythm Composer, produzido na década de 1980, conhecido por não ter sido um sucesso de vendas na época, mas respeitável pela influência que provocou na cena de subgêneros como techno, house e acid.”

REDES SOCIAIS

·        Streaming: https://artists.landr.com/spaceship

·        Instagram: https://www.instagram.com/marcello.space/

·        Site: https://marcello.space/

·        Facebook: https://www.facebook.com/marcello.space/

·        YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCeGDsC70EOqj16NYCSKCgdQ

NOTA DA OAB NITERÓI, 10/07

 

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Ao contrário do que vem sendo divulgado sobre o desligamento da advogada Danielle Velasco da presidência da Comissão de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica, a OAB Niterói, através da presidente e da vice-presidente da comissão da OAB Mulher, Erika Spinelli e Andréa Coutinho, esclarece:
“A OAB Niterói jamais negou assistência à advogada Danielle Velasco. Acompanhamos a advogada, no dia 7 de julho, à DEAM Niterói, dando o apoio jurídico para registro policial devido ao descumprimento de medida judicial protetiva por parte do seu marido,” declarou Erika Spinelli.
“No dia 7 de julho, presenciei o ato da advogada Danielle Velasco na redação do requerimento de desligamento, feito por decisão própria e espontânea, sem nenhuma atitude de coação ou ameaça”, afirmou Andréa Coutinho.
A presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, Andrea Kraemer, que presenciou as tentativas de agressão do marido da advogada Danielle Velasco contra os funcionários da OAB Niterói esclarece:
”Fui a primeira pessoa a acolher a Danielle Velasco, e após ouvir seu relato sobre a intenção de afastamento da presidência da comissão, me prontifiquei a ser testemunha no ato de descumprimento de medida protetiva junto ao procedimento na DEAM”.
“No dia 08 de julho, retornei à delegacia oficiando à DEAM para que a comissão de direitos humanos tenha acesso e possa juntamente à autoridade policial dar apoio a Danielle Velasco, conforme pedidos da advogada. Nesta visita à delegacia, eu estava acompanhada do presidente da OAB Niterói, Pedro Gomes, que aproveitou para realizar o Boletim de Ocorrência sobre as tentativas de agressão contra funcionários da OAB.”
“A OAB Niterói se orgulha de ter cerca de 70% de mulheres como integrantes. Seguiremos acompanhando o caso de perto dando total suporte à advogada Danielle Velasco”, afirma Erika Spinelli, presidente da Comissão OAB Mulher.

Andrea Kraemer (presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania)
Erika Spinelli (presidente da Comissão da OAB Mulher)
Andréa Coutinho (vice-presidente da Comissão da OAB Mulher)

 

Adriana Ninsk & Pedro Braga e banda se apresentam no Theatro Municipal de Niterói

 

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O Theatro Municipal de Niterói recebe no dia 13 de julho, quarta-feira, às 19h, Adriana Ninsk & Pedro Braga e banda. Reconhecidamente dois dos maiores representantes do Blues/Rock no Brasil, o show conta com importantes temas de suas carreiras como “Alma Negra”, além de clássicos do rock e do blues que impactam gerações.

Adriana Ninsk começou a se apresentar profissionalmente durante sua adolescência, quando passou a integrar a banda de country music Saloon e Cia. Estudou canto clássico e popular no Conservatório de Música Fluminense, em Niterói/RJ e Teoria e Percepção Musical na UNIRIO.

Gravou vários jingles que lhe renderam prêmios concedidos pela ABRACOMP (Associação Brasileira de Colunistas de Marketing e Propaganda), bem como temas para trilhas musicais de minisséries e novelas produzidas pela TV Globo. Participou como backing vocal dos discos “Quando a noite cai”, “Indiana Blues” (Celso Blues Boy), “Embaixador do Reggae” (Nabbi Clifford) e da tournée Internacional da banda Double You, além de ter integrado a banda os Lobos.

Pedro Braga cursou Harmonia Funcional e Improvisação na Escola Rio Música, em 1986, e Licenciatura em Música na Uni-Rio, em 1991. Como guitarrista e violonista, acompanhou artistas como Rosemary, Dalto, Joanna, Déborah Blando, Marcos Sabino, Elymar Santos, Fred Martins, entre outros. Já se apresentou em palcos renomados, como o San Francisco Jazz Festival, Festival de Jazz de Seattle e o Blue Note de Nova York.

Protocolos sanitários:

É necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.

É facultativo o uso de máscaras pelo público durante a permanência nas dependências do teatro.

SERVIÇO

 

Adriana Ninsk & Pedro Braga e banda

Data: 13 de julho

Horário: 19h

Duração: 80 min

Classificação etária: Livre

Ingresso: R$ 40,00

Local: Theatro Municipal de Niterói

 Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói

Telefone: 3628-6908

BILHETERIA

Sympla – vendas presenciais e online.

Ingressos à venda na bilheteria do teatro – aceita dinheiro, cartões de crédito/débito e Vale Cultura

Horário de Funcionamento:

Dias com espetáculo – Quarta a domingo, das 14h até o início do mesmo.
Dias sem espetáculo – Quarta a sexta, das 14h às 18h.

Mestre Zé Borba estará, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, para realizar a oficina de Cavalo Marinho

 

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No dia 10 de julho, domingo, às 17h, vai acontecer, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, a oficina de Cavalo Marinho “Brincantes Raízes da Tradição: Mestre Zé Borba, um Mateus na Vida”. E, claro, Zé Borba, mestre da zona rural de Pernambuco, estará presente para animar todos os públicos, que, além de espectadores, participarão do espetáculo.

Na oficina, Zé Borba mostrará como cria e convoca o palhaço Mateus para a brincadeira, além de ensinar como encher a bexiga do boi. O evento se inicia com a toada de abertura e de licença para os donos da casa. Serão chamadas também figuras importantes como o mestre Ambrósio, empata samba e mane do baile. Vão ser realizadas a dança do magui (mergulhão) – o aquecimento dos brincantes, que se apresentam com os diversos personagens, máscaras, arcos, boi e cavalo, bem como com outros animais fantásticos do Cavalo Marinho.

“Raízes da Tradição” já participou de importantes eventos culturais nacionais e internacionais, como o ‘I seminário nacional para as culturas populares’, além dos festivais: Brasil rural contemporâneo, Emergências, Mãos do Brasil, Recreio nas Férias, Mestres nos Parques, Mestres nas Praças, Seminário Expressões Vivas, Embaixada Pernambuco, entre muitos outros.

Zé Borba ou José Borba da Silva é um músico percussionista e compositor, ator e bailarino, brincante da cultura popular. Nasceu em Aliança, na zona da mata norte de Pernambuco e, atualmente, vive em Caricé, próximo a condado, e chã de Esconso – sede do cavalo marinho boi pintado de aliança – Pernambuco -, onde foi integrante por mais de 27 anos. Zé Borba agora é do boi estrela do Brasil e é o palhaço Mateus do cavalo marinho, há mais de 55 anos! Conhece todos os personagens das brincadeiras populares do Nordeste. Originalmente cortador de cana, agricultor familiar, Erveiro tradicional, indígena e negro, já foi presidente da associação de umbandistas de condado. Autodeclara-se ‘poliancestral’ e já ganhou o prêmio de melhor ator no festival de Brasília com o filme “Jack: o homem da mata”, dirigido por Antônio Carrilho. Ele cria forró, coco, ciranda e maracatu rural na hora.

Sobre o Cavalo Marinho:

O Cavalo Marinho é um derivante do Bumba Meu Boi. Considerado uma espécie de teatro dramatizado e performance popular, muitos historiadores consideram o cavalo marinho um sincretismo da comédia del’arte da Europa, mesclada com a Rabeca, com a poesia popular e com instrumentos melódicos de influências moura e sírio libanesa árabe. Tem, aproximadamente, 76 personagens de máscaras, misturados com os personagens fantásticos e os animais.  O Cavalo Marinho foi tombado e reconhecido no livro dos saberes e fazeres como patrimônio cultural pelo IPHAN, em 2014. Haverá cortejo com alguns animais fantásticos acompanhando.

Protocolos sanitários:

É necessário apresentar o comprovante de vacinação em dia, no formato impresso ou digital, acompanhado de um documento com foto.

É facultativo o uso de máscaras pelo público durante a permanência nas dependências do teatro.

SERVIÇO:

Evento: “Brincantes Raízes da Tradição: Mestre Zé Borba, um Mateus na Vida”.

Data:  10 de julho, domingo

Horário: 17h

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ – Tel.: (21) 2719-9900

Classificação etária: livre

Entrada gratuita

Palestra “Oswald de Andrade e o Teatro de ruptura” no Solar do Jambeiro

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Salão Amarelo recebe Marco Guayba, que investiga o modernismo na obra do autor

No próximo dia 14 de julho, quarta-feira, às 17 horas, o Solar do Jambeiro irá promover o evento “Oswald de Andrade e o Teatro de ruptura”, onde o palestrante Marco Guayba irá abordar a presença do modernismo na obra teatral de Oswald de Andrade. Com entrada gratuita, a atividade acontece no Salão Amarelo. A realização é da Secretaria Municipal das Culturas (SMC) e da Fundação de Arte de Niterói (FAN).

Em “O Homem e o Cavalo” há um grande painel histórico criticando o mundo antigo e enaltecendo o novo homem surgido das lutas sociais. Em “O Rei da Vela” um burguês exibe sua forma de ser um brutal explorador e ao mesmo tempo um lacaio do capital internacional. “Panorama do Fascismo” é um sketch que tem como cena a praça pública em dia de comício. Já em “O Santeiro do Mangue”, Oswald aborda a degradação humana presente no mundo da prostituição. Em todas essas peças há os traços inovadores que eram muito caros ao autor: a ruptura com o teatro convencional e a força de um humor crítico demolidor; a ideia de que arte é transposição e não cópia; e que a estética forjada pela criação artística é mais fundamental que a imitação de outros estilos.

SERVIÇO:

Evento: Palestra “Oswald de Andrade e o Teatro de ruptura”, com Marco Guayba

Local: Solar do Jambeiro – Salão Amarelo

Endereço: Rua Presidente Domiciano, 195 – Ingá, Niterói – RJ

Data: 14 de Julho (quinta-feira)

Horário: 17h

Duração: 50min

Lotação: 40 pessoas

Ingresso: Entrada gratuita

Classificação Indicativa: Livre

 

Milena Pereira da Silva lança “Callahara – O Assistente” pela editora Serpentine na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

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Misturando romance e suspense, a autora autografa exemplares do segundo romance a partir das 20h e conversa com leitores no Estande A 47.

autora Milena Pereira da Silva lança seu novo livro   Callahara – O Assistente “, pela editora Serpentine, onde os leitores encontrarão romance e suspense, na pele do misterioso personagem Felipe Callahara, no próximo dia 08 de julho, na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com sua presença para autógrafos às 20h, Estande A47 Complexo Tuthor.

“Callahara – O Assistente” é uma obra que confirma o fato de que ler livros de romances ajuda a viver, em média, dois anos mais em relação aos que não possuem o hábito, de acordo com um estudo publicado no periódico científico Social Science and Medicine. Além disso, a dose certa de mistério vai manter a  adrenalina sempre alta até o último capítulo.

 

 

Sobre o livro



O livro começou a ser escrito em 2016, com o nome original “O Meu Assistente”, e carinhosamente apelidado de “OMA”.

Foi publicado em sua versão original em Ebook no Wattpad, sem revisão e era publicado em capítulos semanais. Também em 2016 ele recebeu o prêmio dentro do próprio site Wattpad como: “Jóia Escondida”, pois na época a autora não assinava o livro e muito menos fazia a divulgação do mesmo.

Após o lançamento do primeiro livro físico da autora: “Baldizón – O Professor”, em contato com a editora Serpentine, foi decidido o lançamento de um novo livro, e  ” Callahara – O Assistente  ” foi o escolhido, pois este foi o que inspirou a escritora a continuar escrevendo. 



Observação: A mudança do nome original do livro veio em comum acordo entre a editora e a autora. Os motivos foram a intenção de dar ainda mais ênfase ao personagem, uma vez que Callahara é o sobrenome do assistente Felipe, e para haver um padrão entre os livros da escritora Milena Pereira. 
 
Outro ponto importante que se tornou uma característica da autora é a intenção de dar um rosto aos seus personagens. Em seu primeiro livro físico “Baldizón”, o ator e modelo Sidney Sampaio personificou o personagem Carlos Eduardo Baldizón, também apelidado de “Cadú” ou mesmo “Baldizón”. Agora em “Callahara”, o modelo Felipe Carrete dará vida a Felipe Callahara ou “Lipe”, para os mais íntimos. Porém, em Callahara, outro personagem também ganhará rosto, Paulo, diretor financeiro e inimigo declarado de Lipe, este está sendo representado pelo ator e modelo Lucas Casonatti.  

 
Onde comprar ” Callahara – O Assistente” –  Impresso e ebook
 

Sinopse de Callahara – O Assistente

 
Helena Fontenelle é responsável por uma das maiores empresas de petróleo e gás do mundo, a “Andese”. Controladora e responsável, gosta de se certificar de que tudo está conforme o planejado. Contra a sua vontade, os donos da empresa contratam Felipe Callahara para ser seu assistente pessoal, com o intuito de auxiliar em todo o seu trabalho e Helena terá que suportar a presença dele por pelo menos por 3 (três) meses, ou seja, até o fim do contrato de experiência. Depois disso ela terá a opção de efetivá-lo ou demiti-lo. Porém, Felipe não se encaixa nos padrões normais de um executivo desse porte, ele tem opiniões próprias, não espera e nem pede autorização para agir e ainda se porta como se fosse o guardião de Helena. Como ela, que está acostumada a ter a submissão de todos, conseguirá se adaptar a ele? Seria possível uma parceria assim dar certo? O que você faria se um estranho entrasse na sua vida sem pedir licença?  
 
Fotos Divulgação Callahara.zip – Google Drive  (fotos promocionais personagens)


Sobre a autora


Milena Pereira da Silva é paulista, mas vive no RJ há mais de 20 anos, sempre em Niterói. Cristã e costuma dizer que ler abre a mente para crescermos em todos os sentidos.

Ama viajar, aprender coisas novas e fazer novas amizades. Acredita que é por isso que gosta tanto de livros, pois através deles pode fazer tudo isso, sem deixar as responsabilidades do dia a dia. Antes de decidir escrever, já era uma leitora voraz, é bem eclética nas escolhas, gosta mesmo é de um bom livro!

E foi de tanto ler, acabou se empolgando e começando a escrever, como hobby, pois a ajuda a relaxar e sair da rotina. Só não imaginava que chegaria aonde está hoje e é muito grata a todos que de alguma forma lhe proporcionaram isso. É o tipo de autora que ama desconstruir os famosos clichês, mas não os destroem! Gosta de misturar o romance, com suspense, com  paradigmas, porém, não pode faltar as conquistas e um pouco do tempero que todo romance precisa ter.

Além de autora, é bacharel em Administração, está se especializando em Psicologia Organizacional e Direito Tributário, atua na área em uma empresa de Comércio Exterior, o que lhe permitiu um grande aprendizado. Também recebeu uma Moção de Aplausos na Câmara Municipal de Niterói como: “Mulher Profissional Destaque” em 2019, com ênfase na escritora como profissional. Em 2016 o livro titulado “O Meu Assistente” também foi premiado no site Wattpad como: “Jóia Escondida”. Em 2022 concorreu no Prêmio Reflexo Literário em na categoria “Melhor Autora” e o seu livro “Baldizón” como “Melhor Capa”.  
 
 
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Fotos: Capa 
Autora Milena Pereira da Silva (crédito Fernando Ocazione)