Palácio Tiradentes recebe exposição inédita sobre 75 anos do Maracanã

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Abertura será realizada neste sábado (30/08) e conta com visita teatralizada gratuita

O Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), recebe a exposição 75 Anos do Maracanã: “Um senhor estádio a todo vapor”. Concebida pelo colecionador Alex Braga, a mostra apresenta mais de 400 peças, com itens raros e inéditos. A abertura será realizada neste sábado (30/08), a partir das 10h, e conta com visitas teatralizadas de hora em hora sobre a trajetória deste gigante. A exposição é gratuita e fica em cartaz até 20/10.

A mostra reúne um acervo raro, apresentando itens como a cadeira perpétua do estádio (1950), a bola utilizada na despedida de Pelé da Seleção Brasileira (1971) e a camisa utilizada e autografada por Garrincha em seu último jogo no Maracanã (1973).

Com início no período de construção do maior estádio do Brasil, a exposição passa por eventos inesquecíveis, como a visita do Papa João Paulo II e o show do cantor Frank Sinatra, até chegar a jogos e jogadores que marcaram a história do futebol brasileiro e internacional, seja no passado ou no presente. Serão exibidos itens históricos de atletas como Pelé, Garrincha, Zico, Roberto Dinamite, Romário, Renato Gaúcho, Neymar, Maradona, dentre outros craques.

“O futebol é uma das maiores paixões da nossa cultura nacional, por isso, é uma honra trazer uma exposição tão simbólica para a Alerj, que é a casa do povo. A sede histórica do Parlamento fluminense abre as portas para que o público se emocione e relembre momentos marcantes vividos no Maracanã, o gigante do esporte”, celebra Marcos Brito, diretor geral da Alerj.

“É uma honra participar, viver e contar essa história através de um acervo inédito, jamais reunido; fruto de um trabalho de pesquisa imersiva que resulta nesta grande exposição. O meu desejo é que o público volte no tempo e encontre um momento inesquecível, resgate uma vitória, um gol – quer seja de cabeça, perna, bicicleta ou até mesmo de barriga”, comenta Alex Braga, curador da mostra.

Visita teatralizada na estreia

Quem for à estreia da exposição poderá participar de visitas teatralizadas sobre a história do estádio. Sete atores vão interagir com o público e contar mais detalhes sobre as peças e eventos apresentados na mostra. Representações de Pelé, Frank Sinatra, da taça Jules Rimet e de craques do futebol feminino estão no roteiro especial. As visitas acontecem no sábado, dia 30, às 10h, 11h, 12h, 14h, 15h e 16h. A entrada é franca e a distribuição de senhas será realizada na entrada principal do Palácio.

Guarda Municipal de Niterói prende dupla com apoio do Cisp após furto de fios no Fonseca

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Suspeitos foram flagrados por câmeras do Centro Integrado de Segurança Pública e levados para a delegacia

A Guarda Municipal de Niterói prendeu dois homens, na madrugada desta quarta-feira (27), por furto de fios na Alameda São Boaventura, no bairro do Fonseca. A ação contou com apoio direto do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), que monitorou os suspeitos em tempo real e repassou as imagens à equipe de patrulha.

As câmeras do Cisp identificaram os dois indivíduos cortando fios de sinais de trânsito nas proximidades do Hospital Getulinho, sentido Centro. Imediatamente, equipes da Secretaria de Ordem Pública (Seop). Com os suspeitos, foram encontrados uma faca e fios rompidos.

A dupla foi conduzida inicialmente à 78ª DP no Fonseca e depois apresentada à 76ª DP, (Centro), onde foi autuada em flagrante.

O Cisp é uma ferramenta da Prefeitura de Niterói que integra tecnologia e inteligência a serviço das forças de segurança. São 522 dispositivos operados por guardas municipais que monitoram a cidade 24 horas por dia, auxiliando no combate à criminalidade e permitindo ações rápidas e precisas. A população pode colaborar com denúncias pelo número 153.

Niterói sedia o Niterói Bike Fest Bicicultura 2025, maior evento nacional de mobilidade por bicicleta e cicloativismo

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Evento acontece entre os dias 4 e 7 de setembro, no Reserva Cultural, com expectativa de 5 mil participantes

Entre os dias 4 e 7 de setembro, Niterói será palco do Niterói Bike Fest Bicicultura, o principal encontro brasileiro voltado à mobilidade por bicicleta e ao cicloativismo. Pela primeira vez na cidade, o evento será realizado no Reserva Cultural.

“Niterói tem feito uma escolha clara por um futuro mais sustentável e inclusivo, no qual a bicicleta ocupa um papel central na mobilidade urbana. Esse grande evento nacional reforça o reconhecimento do trabalho que temos feito para transformar a cidade em referência no Brasil em ciclomobilidade. O Bicicultura é mais do que um encontro de ciclistas: é um espaço de diálogo, inovação e celebração de uma cultura que une saúde, meio ambiente e cidadania”, destacou o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

Nesta edição, o Bicicultura, Encontro Brasileiro de Cicloativismo e Mobilidade por Bicicleta, que chega à sua 12ª edição e é realizado anualmente pela União de Ciclistas do Brasil (UCB), une forças ao Niterói Bike Fest. Com uma malha cicloviária em expansão e políticas públicas consolidadas no incentivo ao uso da bicicleta, Niterói foi escolhida como cidade-sede pelo destaque nacional que vem conquistando na área nos últimos anos.

“Niterói vem mostrando que é possível construir uma mobilidade mais humana, na qual a bicicleta se consolida como ferramenta de democratização do espaço público. Iniciativas como o NitBike, sistema gratuito de bicicletas compartilhadas, e o Bicicletário Arariboia, com 900 vagas, reforçam esse compromisso. O Niterói Bike Fest Bicicultura será um momento de união de todos que pedalam — seja para trabalhar, estudar, praticar esportes, passear ou simplesmente se deslocar pela cidade”, explicou o coordenador do Niterói de Bicicleta, Filipe Simões.

O presidente da Associação de Ciclistas do Estado do Rio de Janeiro (Acerj), Claudio Santos, afirmou que sempre quis realizar um evento desse porte em Niterói.

“Hoje, Niterói está na vanguarda e se destaca em tudo relacionado à bicicleta. É com muito orgulho que agradecemos a todos que estão nos ajudando a realizar este grande evento”, declarou.

A programação contará com mais de 40 atividades, como conferências com palestrantes nacionais e internacionais, a Copa UpHILL, gincana cultural, escola Bike Anjo e o passeio ciclístico do Dia Mundial Sem Carro. A expectativa é de que o evento receba até 5 mil participantes, entre moradores da cidade e visitantes de diversas regiões do Brasil.

“Pela primeira vez estamos unindo esses grandes eventos e trazendo toda a diversidade do universo da bicicleta para essa programação. Essa união representa diferentes perspectivas do uso da bicicleta na cidade e nos permite contemplar de forma mais ampla seus diversos usos e significados”, ressaltou Vivian Garelli, organizadora do evento e voluntária do Bike Anjo Niterói.

Ao longo dos quatro dias, o público poderá participar de diversas atividades gratuitas, como pedais, palestras, rodas de conversa, oficinas, feiras e atrações culturais. Estarão presentes especialistas, ciclistas, ativistas, pesquisadores e gestores públicos, promovendo debates e trocas de experiências sobre cidades mais acessíveis, seguras e humanas.

Um dos destaques da programação é o Biciculturinha, espaço voltado ao público infantil, com brincadeiras e atividades educativas para estimular, desde cedo, o uso da bicicleta de forma segura e divertida. Outra atração aguardada é o Desafio UpHILL, com percurso de aproximadamente 2,5 km de distância e ganho de elevação de 260 metros.

Para encerrar o evento, no dia 7 será celebrado o Dia Mundial Sem Carro. A programação prevê um passeio ciclístico de cerca de 16 quilômetros, com largada às 9h30 no Reserva Cultural. O trajeto percorre pontos emblemáticos da cidade, como a orla da Boa Viagem, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), Praia de Icaraí, Estrada Fróes, São Francisco e Charitas, retornando ao ponto de partida. O percurso foi pensado para valorizar as paisagens da cidade e reforçar o uso da bicicleta como meio de transporte urbano.

O Niterói Bike Fest Bicicultura 2025 é uma realização da Associação de Ciclistas do Estado do Rio de Janeiro (Acerj), da Bike Anjo Niterói e da União de Ciclistas do Brasil (UCB), com patrocínio da Prefeitura de Niterói, por meio da Coordenadoria Niterói de Bicicleta.

Serviço
Data: de 4 a 7 de setembro
Local: Reserva Cultural – Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos
Programação completa e inscrições: https://bicicultura.org.br/

Fotos: Arquivo / Livia Gass

Varanda Sonora do Parque Lage recebe Tato Taborda com entrada gratuita na sexta (29)

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A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage terá uma nova edição do Varanda Sonora com entrada gratuita, na sexta-feira (29), a partir das 19h. No jardim do espaço cultural, Tato Taborda – compositor, intérprete e produtor – apresenta seu trabalho dedicado à experimentação. O encontro sonoro-musical é realizado desde 2017 e, nesta temporada , quando a EAV completa 50 anos, será dedicada aos Fundamentos – com a pluralidade de abordagens e perspectivas artísticas.

“A Varanda Sonora é um convite a se deixar atravessar pelo som e pelas experiências que ele provoca. Desde 2017, convidamos artistas e pesquisadores para transformar a EAV Parque Lage em um espaço de convivência e descobertas coletivas”, destaca o professor e artista Saulo Laudares, que, ao lado de Franz Manata, é criador do evento.

O Varanda Sonora é um encontro sonoro-musical que contribui para a ampliação das noções de convivência, uso e produção de conteúdo. A cada edição, artistas, músicos, DJs, produtores e pesquisadores compartilham seus percursos e experiências. Os encontros são transmitidos, gravados e disponibilizados gratuitamente, na forma de podcasts e mixtapes em: artesonora.net.

“No ano em que completa cinco décadas, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage está com suas atividades em pleno funcionamento, com vasta programação para alunos e visitantes durante toda a semana. O Varanda Sonora é uma atividade gratuita, quando convidamos toda a sociedade para participar. O Palacete está passando por uma grande obra de restauro, mas toda a estrutura da escola foi remodelada nos outros espaços do Parque Lage e na área externa”, conta a diretora da EAV, Tania Queiroz.

Sobre Taborda

Nascido em Curitiba, em 1960, Tato é um compositor, intérprete e curador dedicado à experimentação musical, Doutor em Composição Musical pela UNIRIO, é professor do Curso de Artes e do Programa de Pós-Graduação Estudos Contemporâneos das Artes da UFF, onde investiga as interfaces da sonoridade com as artes da cena, artes visuais e audiovisual. Compôs obras como a ópera A Queda do Céu, estreada na Bienal de Munique e Estratos, encomenda do festival de Donaueschingen.

Serviço

Data: 29 de agosto, sexta-feira, 19h

Local: Jardim do Parque Lage

Classificação: Livre

Atividade gratuita

Niterói sedia maior congresso mundial sobre renda básica 

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Encontro reúne participantes de mais de 40 países para debater experiências inovadoras, como a Moeda Social Arariboia

 O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, participou, nesta quarta-feira (27), da mesa de abertura do 24º Congresso da Rede Mundial de Renda Básica (Basic Income Earth Network – BIEN), na Sala Nelson Pereira dos Santos, no Reserva Cultural. Com o tema Renda Básica e Economia Solidária: Novos Horizontes para a Proteção Social”, o evento acontece nas cidades de Niterói e Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro, reunindo participantes de mais de 40 países até sexta-feira (29).

É a segunda vez que o evento acontece na América Latina: o primeiro ocorreu em 2010, na Universidade de São Paulo (USP). A última edição foi realizada na Inglaterra em 2024. O encontro anual da BIEN é conhecido pelo caráter multidisciplinar e por abranger um público amplo, formado por gestores públicos, formuladores de políticas, acadêmicos, estudantes, ativistas e representantes de organizações nacionais e internacionais com objetivo de discutir caminhos e apresentar experiências inovadoras sobre renda básica, economia solidária e sistemas de proteção social.

O prefeito Rodrigo Neves fez uma saudação de boas-vindas aos convidados da mesa e aos participantes do congresso e destacou o orgulho do município em implementar a Moeda Social Arariboia.

“A Moeda Social Araribóia que implementamos em Niterói é o maior programa de renda básica do Brasil. Não tenho dúvida que os resultados que temos alcançado na área da segurança pública, na prevenção à violência urbana e no desenvolvimento econômico, sendo a segunda cidade que gera mais empregos no estado do Rio de Janeiro, têm muito a ver com o programa de renda básica e com as estratégias de economia solidária. Temos aqui em Niterói todas as famílias pobres e de classe média mais baixa atendidas pelo programa de renda básica”, afirmou Rodrigo Neves.

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, reforçou a importância das políticas sociais do governo federal como parte da estratégia econômica, citando o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“O social precisa ser olhado como parte estratégica do econômico. É isso que trabalha o governo do presidente Lula. Na Constituição, a renda básica passou a ser um direito. O atual Bolsa Família é um passo importante que o Brasil dá à renda básica. São cerca de 50 milhões de pessoas que recebem 40 dólares per capita. Superar a pobreza não é só comida e não é só dinheiro. É preciso olhar o ser humano de forma integral, com moradia. Por isso o Minha Casa, Minha Vida vai alcançar 3 milhões de novas moradias no Brasil até o próximo ano. São 42 programas sociais. Além do Bolsa Família, o Brasil trabalha com o BPC, benefício da prestação continuada, garantido a pessoas que não completam condições na seguridade”, explicou o ministro.

Secretário Nacional de Economia Popular e Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Gilberto Carvalho ressaltou o respeito à soberania nacional e à dignidade das pessoas, além dos direitos à habitação, saúde, trabalho, educação, cultura e liberdade.

“Esse congresso ocorre em um momento importante de afirmação da nossa soberania. Nada mais soberano do que permitir que cada cidadão tenha a renda básica assegurada. Muito além da questão econômica, a renda básica é uma questão profundamente ética. Ela diz respeito, ao contrário do que diz o capital, ao cidadão e à pessoa humana”, afirmou Gilberto Carvalho.

O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP), responsável pela lei que instituiu a Renda Básica de Cidadania, participou do evento dor videoconferência devido a um problema de saúde. Ele destacou que Niterói é exemplo com a implementação da moeda social e o programa de renda básica.

“Tenho convicção de que a Renda Básica de Cidadania, quando se tornar universal, constitui a solução urgente para garantir segurança nacional econômica a todos. Em especial realizar o objetivo maior que significa maior liberdade pessoal e dignidade para todos os seres humanos. Neste congresso temos a possibilidade de discutir como levar essa proposta adiante. Mais do que isso, vamos aprender com experiências internacionais e locais em debate com os maiores intelectuais do mundo sobre esse tema. Vamos unir forças junto aos governos, às universidades e aos movimentos para pressionar por política ousadas”, destacou Eduardo Suplicy.

Também participaram da abertura do evento a secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Élida Lauris; o vice-prefeito de Maricá, João Maurício de Freitas; o reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Antonio Claudio da Nóbrega; o presidente da rede mundial de renda básica, Sarath Davala; o vice-presidente da rede brasileira de renda básica, Marcelo Lessa; o secretário de Assistência Social e Economia Solidária de Niterói, Elton Teixeira; a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, Tatiana Roque; e o secretário de Economia Solidária de Maricá, Matheus Gaúcho.

Entre os palestrantes estão grandes referências internacionais e nacionais em renda básica como Philippe Van Parijs, Laura Carvalho, Aldaíza Sposati, Eduardo Suplicy, Joaquim Melo, Ariana Brito, Pablo Yanes, Verena Löffler, Jorge Pinto, Catarina Neves, Mariana Almeida, Sarath Davala, Hilde Latour, Carlos Perez, Louise Haagh, Ugo Gentilini e Neil Coleman.

O evento representa uma oportunidade única para ampliar o diálogo global sobre políticas que promovem justiça social. As inscrições podem ser feitas pelo site www.bien2025.com.br.

Apoio e organização – O 24º Congresso da BIEN é realizado em parceria com a Rede Brasileira de Renda Básica e o CEDE (Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento), da Universidade Federal Fluminense (UFF). O evento tem o apoio da FAPERJ, da CAPES, do CNPq, das prefeituras de Niterói e Maricá, da Universidade de Vassouras, da Fundação de Arte de Niterói e com a produção executiva da Síntese Eventos.

O congresso conta com quase 500 pessoas inscritas e cerca de 280 trabalhos vindos de 40 países, entre eles Brasil, Estados Unidos, Argentina, Reino Unido, Alemanha, Itália, Portugal, África do Sul, Holanda e Índia. 

Sobre a BIEN – A BIEN é uma organização sem fins lucrativos, com sede no Reino Unido, criada em 1986. Ela funciona como um fórum para discussões entre indivíduos e grupos interessados em renda básica. Os objetivos são promover debates sobre o tema e servir como repositório de pesquisas, incluindo artigos de conferências, blog acadêmico e uma revista independente, a Basic Income Studies.

A BIEN começou como uma organização europeia até se tornar oficialmente uma rede global em 2004. Sob a liderança do deputado Eduardo Suplicy, o Brasil ocupou um espaço importante na organização e no debate global sobre renda básica.

Sobre a Moeda Social Arariboia – A moeda Arariboia é um programa de transferência de renda da Prefeitura de Niterói, que visa fortalecer a economia local e combater a pobreza. A moeda social Arariboia pode ser usada em estabelecimentos comerciais cadastrados na cidade. Atualmente, cerca de 55 mil famílias são beneficiadas. Em Niterói, já são cerca de 8 mil comércios cadastrados para receber a moeda social.

Fotos: Evelen Gouvêa

Lançamento do livro infanto-juvenil “Eu na Minha Terra Distante”

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Primeiro livro infantil de Chris Fuscaldo e Taís Salles foi escrito há 26 anos e será lançado em 31 de agosto na Blooks Niterói

“Eu na Minha Terra Distante” foi escrito em 1999, quando Chris Fuscaldo tinha 19 anos e Taís Salles, 22, e elas tinham acabado de se conhecer. Como contam na abertura do livro, eram “jovens sonhadoras e sofredoras, passarinhas presas em gaiolas e termos fome e sede de viver e ver nossa criatividade voar”. Taís tentava escrever uma carta de amor quando Chris percebeu que ela rabiscava uma história. A correspondência ficou para depois e as duas viraram a noite terminando a saga do Eu, um menino que vivia sozinho em uma terra distante e que descobriu a felicidade ao conhecer a Música. No dia seguinte, Chris começou a ilustrar a trama com lápis e papel, desenhos que anos depois foram coloridos e completados pela amiga designer Fernanda Bonvini.

Vinte e seis anos se passaram e as duas, que além de amigas viraram parceiras musicais no grupo Eu, Chris e Taís, finalmente conseguiram finalizar aquele projeto que era para ser só uma carta. Voltado para o público infanto-juvenil, “Eu na Minha Terra Distante” (Garotinha FM Livros) é lúdico, mas contém mensagens profundas, ao estilo “O Pequeno Príncipe”, uma das principais inspirações de Chris e Taís: Eu é o personagem principal e pode ser qualquer um. O Senhor Tempo é o pai de tudo e todos. As Sementes Mágicas são plantadas diariamente. A Música é que dá sentido à vida, faz companhia e une os seres humanos. E a Princesa é a companhia perfeita.

Natural de Niterói (RJ), Chris Fuscaldo é jornalista, escritora – autora de biografias de histórias da música brasileira – e cantautora. Taís Salles é cantautora, violonista, publicitária e também trabalha com bichos em sua roça, em Itaperuna (RJ). A música as uniu em 1999, quando ainda eram estudantes. Em 26 anos de amizade, Chris e Taís cresceram, amadureceram, tornaram-se profissionais, mas nunca perderam o encanto de amar e de criar. Escrito em 1999 e colorido pela amiga designer Fernanda Bonvini, também de Niterói mas radicada na Escócia, “Eu na Minha Terra Distante” é o único (ou será só o primeiro?) livro delas, mas a dupla tem uma série de parcerias musicais.

Como Eu, Chris e Taís – antes chamada de ECT –, já realizaram diversos shows, participaram de festivais e registraram algumas canções, indo da roça ao rock, passando pelo folk e pela MPB. No Spotify é possível ouvir “Ninguém Igual”, composta pela dupla e lançada em 2019 pelo selo Astronauta Discos. Enquanto o livro não ficava pronto, Taís começou a compor músicas. Chris se empolgou e também rabiscou algumas letras. “Eu na Minha Terra Distante” já conta com algumas canções que poderão se tornar, um dia (que não seja daqui a 26 anos), uma trilha sonora.

O lançamento oficial acontecerá no dia 31 de agosto (domingo), a partir das 16h, na Blooks Niterói (Rua Miguel de Frias, No 9, Icaraí – junto à Reitoria da UFF), com direito a amostras de músicas tocadas e cantadas por Chris e Taís.

 

Serviço:

Lançamento do livro “Eu na Minha Terra Distante”

Dia 31 de agosto de 2025 (domingo)

Horário: 16h

Local: Blooks Niterói (Rua Miguel de Frias No. 9, Icaraí)

 

“Eu na Minha Terra Distante”

Selo Garotinha FM Livros (Garota FM Books)

Texto: Chris Fuscaldo e Taís Salles

Ilustrações: Chris Fuscaldo e Fernanda Bonvini

36 páginas, 20x20cm

Estado do Rio tem cerca de 1500 crianças e adolescentes em acolhimento institucional vítimas de violência

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A informação foi divulgada pelo Instituto Rede Abrigo em audiência pública da Comissão da Alerj de Assuntos da Criança, do Adolescente e do Idoso. Os acolhidos não apresentam passagem pelo Sistema Socioeducativo e, em sua maioria, têm idade entre 12 e 17 anos, sendo da cor negra e moradores de periferias.

O Estado do Rio de Janeiro tem atualmente cerca de 1500 crianças em acolhimento institucional. Destes, 44% têm idade entre 12 a 17 anos e 41% estão em situação de defasagem escolar que pode chegar a três anos. As crianças e adolescentes acolhidos não apresentam histórico de passagens por instituições socioeducativas e foram retiradas do convívio familiar devido a diversas formas de violência. Os dados foram apresentados pelo Instituto Rede Abrigo, durante audiência pública da Comissão de Assuntos da Criança do Adolescente e do Idoso, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que debateu nesta terça-feira (26/08) o cenário de acolhimento em território fluminense.

Durante a audiência, o presidente do colegiado, deputado Munir Neto (PSD), pontuou dados trazidos pela pesquisa. “O que vemos é que a maioria desses meninos e meninas têm o mesmo perfil. São negros, moradores de favelas e periferias, oriundos de famílias monoparentais e que tiveram sua trajetória marcada pela pobreza e por múltiplas violências. Esses dados não podem ser apenas estatísticas, eles são um chamado à ação para todos nós. O acolhimento, que deveria ser uma medida protetiva temporária, não pode se transformar em um espaço de reprodução de desigualdades, e esta Casa tem o dever de atuar para que o princípio da proteção integral, garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), seja efetivado”, disse o parlamentar, destacando ainda que tem Projetos de Lei em tramitação para priorizar o acesso desses jovens à saúde e à educação.

Aumento do valor repassado aos abrigos

Juiz da 4ª Vara da Infância, Juventude e do Idoso da capital, Sérgio Luiz Ribeiro também levantou propostas que podem melhorar o panorama de acolhimento a crianças e adolescentes. “A per capita paga aos abrigos particulares é dividida entre Estado, município e governo federal. A maior parte paga pelo município, segundo lugar governo federal e em terceiro o Estado, que disponibiliza o valor de R$ 180,00; não reajustado há muitos anos. A sugestão foi de cobrar junto ao governo estadual o aumento desse valor e também uma coparticipação para o aumento do número de vagas de acolhimento familiar, que o ECA diz que é preferencial em relação ao acolhimento institucional. Ou seja, lembrar que o Estado é parceiro e corresponsável por toda essa pauta da criança e do adolescente”, pontuou o magistrado.

Representante do Instituto Abrigo, Douglas Lopes de Freitas destacou a necessidade de ampliação da participação do Estado na garantia de direitos das crianças e adolescentes que vivem em abrigos. “Cada abrigo pode ter no máximo 20 acolhidos, então nós estamos falando em R$ 3.600,00 para cada unidade de acolhimento. Com esse valor, não se faz muita coisa. Então, o Estado tem que se responsabilizar e colocar dinheiro para colaborar no sustento dessas instituições”, frisou.

Freitas disse ainda que é preciso investimento estatal em apoio às famílias para evitar o acolhimento, com projetos e programas de fortalecimento familiar. Ele destaca que as pastas da Saúde, Assistência Social e Educação precisam trabalhar na interseccionalidade para a garantia destes atendimentos.

Pesquisa Inédita

A Avaliação Longitudinal das Instituições de Acolhimento no Estado do Rio de Janeiro (Alia) foi uma pesquisa inédita, realizada através de parceria entre o Instituto Rede Abrigo, que existe desde 2016, e a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania que percorreu 130 abrigos, cobrindo 87% das instituições do Estado.

A coordenadora da pesquisa, Giovanna Cinacch, explicou que o Instituto Rede Abrigo tem o “Observa Abrigo”, uma parceria com a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFRJ) e com a Unirio, na prestação de suporte ao estudo.

“A partir da pesquisa e do conhecimento científico que a gente consegue juntar diversos membros da sociedade para pensar e lutar para garantir os direitos das crianças e dos adolescentes e para dar visibilidade também ao problema como um tema. Quando nós trazemos os dados concretos, a partir de uma pesquisa feita cientificamente, que passou pela Plataforma Brasil, que cumpriu todos os requisitos éticos para conseguir ser publicada, estamos trazendo o conhecimento científico em prol da sociedade”, disse Cinacch.

O debate contou ainda com a participação da promotora de Justiça, Raquel Madruga; das defensoras públicas, Eufrásia Souza e Clara Luchese; além de conselheiros tutelares e agentes que atuam em abrigos do Estado.

Niterói está entre as melhores cidades do país em gestão pública em ranking nacional de competitividade

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Município é o único do Estado do Rio a aparecer na lista dos 20 primeiros e lidera no Brasil em áreas como transparência municipal e cobertura do abastecimento de água

Niterói é destaque no Brasil e a primeira do Estado do Rio de Janeiro em gestão pública. O município é o único do estado a aparecer entre os 20 melhores do país no ranking de competitividade do Centro de Liderança Pública (CLP). Este ano, a cidade subiu três posições e ocupa o 19º lugar em nível nacional, a melhor colocação desde quando a avaliação começou a ser feita, em 2011.

O ranking do CLP é baseado em 65 indicadores distribuídos em 13 pilares temáticos, que avaliam itens como sustentabilidade fiscal, qualidade da saúde e educação, meio ambiente, infraestrutura, segurança e dinamismo econômico. A cidade do Rio de Janeiro caiu 22 posições e está no 60º lugar. Niterói é a melhor do país nas áreas de transparência municipal, cobertura do abastecimento de água, coleta de resíduos domésticos, destinação do lixo, combate ao desmatamento ilegal e redução da velocidade do desmatamento ilegal.

O prefeito Rodrigo Neves ressaltou os fatores que levaram o município ao bom desempenho no ranking.

“Niterói é a única cidade do Estado do Rio de Janeiro entre as melhores do Brasil e isso se deve à qualidade da gestão fiscal, aos serviços de saneamento, aos programas de inovação e digitalização do serviço público, e à gestão de resíduos sólidos. É mais um ranking em que Niterói é reconhecida nacionalmente como modelo de gestão e qualidade de vida”, comemorou ele.

Segundo o levantamento do CLP, em relação aos outros municípios do Rio de Janeiro, Niterói lidera em três áreas: sustentabilidade fiscal, saneamento e capital humano. Já em acesso à saúde, inovação e dinamismo econômico e qualidade em saúde, a cidade aparece em segundo lugar. No ranking nacional, a cidade está no sétimo lugar em crescimento do PIB per capita.

Outros bons resultados – Em julho, o Instituto Trata Brasil divulgou a lista nacional de localidades com o melhor atendimento e tratamento de água e esgoto. Niterói subiu quatro posições e ocupa o terceiro lugar, sendo a primeira colocada no Estado do Rio de Janeiro e a única que aparece entre as dez melhores do país.

Niterói possui 100% da população atendida pelo serviço de abastecimento de água, 95,6% de cobertura no atendimento de esgoto e 100% de tratamento do esgoto coletado. Entre 2019 e 2023, a cidade recebeu cerca de R$ 197 milhões em investimentos em melhorias no setor.

 

Guarda Municipal de Niterói prende dupla com apoio do Cisp após furto de fios no Fonseca

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Suspeitos foram flagrados por câmeras do Centro Integrado de Segurança Pública e levados para a delegacia

A Guarda Municipal de Niterói prendeu dois homens, na madrugada desta quarta-feira (27), por furto de fios na Alameda São Boaventura, no bairro do Fonseca. A ação contou com apoio direto do Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), que monitorou os suspeitos em tempo real e repassou as imagens à equipe de patrulha.

As câmeras do Cisp identificaram os dois indivíduos cortando fios de sinais de trânsito nas proximidades do Hospital Getulinho, sentido Centro. Imediatamente, equipes da Secretaria de Ordem Pública (Seop). Com os suspeitos, foram encontrados uma faca e fios rompidos.

A dupla foi conduzida inicialmente à 78ª DP no Fonseca e depois apresentada à 76ª DP, (Centro), onde foi autuada em flagrante.

O Cisp é uma ferramenta da Prefeitura de Niterói que integra tecnologia e inteligência a serviço das forças de segurança. São 522 dispositivos operados por guardas municipais que monitoram a cidade 24 horas por dia, auxiliando no combate à criminalidade e permitindo ações rápidas e precisas. A população pode colaborar com denúncias pelo número 153.

CIA O Grito apresenta o espetáculo “O Gigante Adamastor” em Duque de Caxias (30/8) e Nova Friburgo (31/8) no RJ

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Adaptação de Heloísa Prieto para o ‘Canto V’, de Os Lusíadas, é dirigida por Roberto Morettho e reflete a apurada pesquisa estética da companhia

A Companhia O Grito, com mais de 20 anos de trajetória reconhecida nos palcos, voltada especialmente para a criança e a juventude, apresenta o espetáculo “O Gigante Adamastor” neste fim de semana nas unidades Sesc RJ das cidades de Duque de Caxias (sábado, 30/8, 15h) e Nova Friburgo (domingo, 31/8, 16h).

Em itinerância pelo Rio de Janeiro com o edital Pulsar, a companhia também já passou por Petrópolis, Niterói e pela capital fluminense. A apresentação no Sesc Duque de Caxias é gratuita e contará com serviços de intérprete de libras e audiodescrição. Já no Sesc Nova Friburgo, também com intérprete de libras, os ingressos custam R$ 15 (inteira), R$ 7,50 (meia e convênio) e R$ 5 (comerciários e dependentes), Mais informações sobre ingressos podem ser obtidas em www.sescrj.org.br.

“O Gigante Adamastor”, com dramaturgia da premiada escritora infantojuvenil Heloísa Prieto e encenação do diretor Roberto Morettho, leva ao palco um estudo do ‘Canto V’ da obra Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões, clássico da literatura universal. Além de incentivar o hábito da leitura, explorando a sensibilidade do público a partir da poesia do texto camoniano e da mitologia grega, a montagem também reflete uma profunda pesquisa da companhia em compreender a língua portuguesa.

“É um trabalho refinado por muito tempo em sala de ensaio, influenciado pelos jogos teatrais, pela relação com o cenário e derivado do teatro de objetos, máscaras e bonecos”, resume o diretor Roberto Morettho. Ele ressalta que a peça também assume uma postura questionadora em relação à língua que nos foi imposta durante a colonização. “Será mesmo uma língua mãe… Ou uma língua madrasta?”, provoca.

Para atingir este propósito, “O Gigante Adamastor” traz figurinos, adereços e cenários de Telumi Hellen, que são manipulados pelos atores – Junia Magi, Samira Pissinatto e Wilson Saraiva, revezando-se entre os personagens, cantando e dando vida a bonecos para moldar ambientes cotidianos e mágicos nas cenas; e ainda com a trilha sonora de Maurício Maas, acentuando uma abordagem onírica, que convida o público a adentrar a trama.

Assim, em uma jornada repleta de mistério e aventura, o espetáculo conta a história de Zito, irmão caçula de Pedro, que o segue pela cidade toda. Essa parceria fica em risco com a chegada de um circo misterioso e o sumiço do irmão mais velho. Para ter seu irmão de volta, Zito tem que desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos.

“O Gigante Adamastor” estreou em abril de 2018, no Sesc Ipiranga, em São Paulo (SP). Também na capital paulista, cumpriu temporadas no Sesc Santo Amaro, Biblioteca Mário de Andrade, Sesc Parque Dom Pedro e na sede do grupo, no tradicional bairro do Brás. Em circulação pelo estado, foi encenado em Sorocaba, Bauru, Presidente Prudente, Birigui, Piracicaba, Santos, São Caetano, Ribeirão Preto e Campinas. Durante a pandemia, ganhou duas versões online, exibidas no Sesc Santos, Sesc Araraquara e no Festival Conpoema, em Francisco Morato.

Ao longo de sete anos de trajetória, a montagem foi indicada ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem nas categorias de “Melhor Cenário” e “Melhor Iluminação”, finalista do Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) na categoria “Grande Prêmio da Crítica” e do Prêmio Guia da Folha de “Melhor Espetáculo infantil do Ano” e vencedora da categoria “Melhor Iluminação” do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem.

“Acredito que a longevidade do espetáculo se deva principalmente à forma como trabalhamos a fruição estética do tema, buscando formas, cores e uma comunicação que atraia as crianças, mas, ao mesmo tempo, possa ser apreciada sem fronteiras etárias”, complementa Morettho.

Companhia O Grito

A companhia paulistana já encenou 14 peças, 11 delas voltadas para crianças e jovens que, juntas, somam mais de mil apresentações, para mais de 500 mil espectadores. Para a Cia, o teatro atende uma reivindicação de acesso de crianças e adolescentes à experimentação estética e, como fenômeno espetacular, deve propor, por meio de sua linguagem, uma ampliação dos questionamentos humanos acerca do mundo e de sua complexidade.

Além do reconhecimento de crítica e público, a Cia também realiza projetos culturais no âmbito dos editais públicos e privados para produção e circulação de diferentes trabalhos.

 

SERVIÇO: O GIGANTE ADAMASTOR

 

Sábado, 30 de agosto de 2025 – 15h.

Duque de Caxias(RJ)

Sesc Duque de Caxias

Rua General Argolo, 47 – Centro

Com intérprete de libras e audiodescrição.

Entrada gratuita.

 

Domingo, 31 de agosto de 2025 – 16h.

Nova Friburgo (RJ)

Sesc Nova Friburgo | Av. Presidente Costa e Silva, 231 – Centro

Com intérprete de libras.

Ingressos: R$ 15 (inteira), R$ 7,50 (meia e convênios), R$ 5 (comerciários)

 

FICHA TÉCNICA

Encenação: Roberto Morettho

Dramaturgia: Cia O Grito inspirada no original de Heloisa Prieto

Assistência de Direção: Wilson Saraiva

Elenco: Junia Magi, Samira Pissinatto e Wilson Saraiva

Direção Musical e Trilha Sonora: Maurício Maas

Operação de som: Fúlvio Bicudo

Participação Especial nas Trilhas: Manoela Amaral

Iluminação: Robson Lima

Operação de Luz: Robson Lima e Givva

Cenário, Figurinos e Adereços: Telumi Hellen

Confecção de Livro: Clau Carmo (Cenógrafo/Figurinista Convidado)

Confecção de Bonecos das Personagens: Camila Olivetti e Paula Rosa

Costura: Salete André Silva

Designer Gráfico: Ed Peixoto

Edição de Vídeos: Samira Pissinatto

Consultoria em acessibilidade: Andressa Samanta

Intérprete de Libras: Daniel Monteiro Pereira

Audiodescrição: Incluir Pela Arte e Imagética Acessibilidade

Coord.de projeto e direção de produção: W S Moraes Prod. Artísticas – Wilson Saraiva

Produção de Campo e Mídias Sociais: Monica Soares

Produção Artística: Companhia O Grito