Mariáh Victória: novo talento do cinema e da televisão brasileira

 

Mariáh Victória Davies Mathias, conhecida pelo seu nome artístico
Mariáh Victória, nasceu na cidade de Curitiba, Paraná (21/06/2011).
Desde cedo demonstra interesse pela atuação. Aos 5 anos começou a
desfilar e a fazer propagandas e participou de vários desfiles de Miss,
até aos 7 anos e meio de idade. Conquistou 23 títulos e participa há 4
anos de corridas de rua.

 A arte culinária do ator e diretor Claudio Fits

 

O ator e diretor Claudio Fits mostrou na sua última novela Amor de Mãe o papel de Ceará como cozinheiro, que também em sua vida real é apaixonado pela arte culinária. O ator está no seu último período de Gastronomia de Culinária Contemporânea pela Faculdade Estácio de Sá e pretende abrir o seu próprio negócio no Rio de Janeiro.

Colaborações vão ocorrer nas áreas de integridade na gestão pública e de cidadania

 A Prefeitura recebeu, nesta terça-feira (18), a visita institucional do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Niterói, Pedro Gomes, que foi eleito em novembro e empossado no início deste mês. O prefeito Axel Grael destacou a importância da OAB na história de Niterói e do país, na defesa da democracia e da cidadania. Acompanhado do procurador geral do município, Michell Maron, o prefeito conversou com o presidente da OAB-Niterói sobre parcerias em duas áreas: integridade na administração pública e cidadania, mais especificamente sobre o Niterói Cidadã, programa da Prefeitura de apoio ao Terceiro Setor, com foco no aprimoramento da gestão para que as organizações da sociedade civil possam se formalizar, se desenvolver, captar recursos de forma independente e participar de editais do município.  

A OAB Niterói estará presente no “Niterói Compliance Week: o que estamos fazendo por você?”, entre os dias 31 de janeiro e 04 de fevereiro. Axel Grael lembrou que a Prefeitura está investindo muito em seu programa de integridade e compliance. O prefeito destacou que a participação da OAB-Niterói no “Niterói Compliance Week” é muito importante. “O programa de compliance da Prefeitura tem várias dimensões. Uma delas é a dimensão do risco administrativo. A Controladoria Geral do Município (CGM) tem liderado esse debate sobre a questão da integridade. Buscamos o apoio da OAB para a capacitação do pessoal interno da Prefeitura como das instituições que se relacionam com o município, como fornecedores, terceirizados e parceiros de um modo geral. O objetivo é criar em Niterói, cada vez mais, uma ambiência de integridade e de compliance”, explicou o prefeito.

O “Niterói Compliance Week” é uma iniciativa da Controladoria Geral do Município (CGM), em parceria com a Procuradoria Geral do Município (PGM), Secretaria de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (SEPLAG)/Escola de Governo e Gestão (EGG), Secretaria Municipal de Fazenda (SMF), Secretaria Municipal de Administração (SMA) e Secretaria Municipal de Participação Social (SEMPAS). O objetivo é divulgar as iniciativas e ações dos órgãos e entidades da Prefeitura de Niterói no que se refere à integridade e transparência na administração municipal.

O procurador geral do município, Michell Maron, disse que a parceria com a OAB é fundamental para o sucesso da “Niterói Compliance Week”. “Esse evento é o pontapé inicial do nosso movimento de replicar na sociedade a experiência positiva do município em compliance e nas práticas de integridade. Ao mesmo tempo, vamos colher dos parceiros, como a OAB, experiências que podem ser trazidas para a administração pública. Isso vai gerar um círculo virtuoso, em que as boas práticas administrativas estarão presentes em toda a sociedade”, disse o procurador geral.

Axel Grael e Pedro Gomes também falaram sobre a viabilidade de uma parceria no âmbito do programa Niterói Cidadã. O prefeito disse que a OAB pode desempenhar um trabalho de capacitação e apoio jurídico a entidades da sociedade civil. “Temos instituições muito antigas com uma contribuição grande para a cidade, na assistência social e na ação comunitária. Nossa preocupação é sempre incentivar esses movimentos na sociedade. É uma forma de fortalecer a cidadania e de gerar oportunidades de trabalho. As ONGs também têm capacidade de oferecer vagas de trabalho”, afirmou o prefeito.

O presidente da OAB-Niterói, Pedro Gomes, afirmou que as parcerias com a Prefeitura são muito positivas. “Nossa instituição tem condições de colaborar com a cidade e atuar em defesa da cidadania. Foram discutidas duas linhas de colaboração entre o município e a OAB. Outras parcerias podem surgir ao longo do tempo”, concluiu Pedro Gomes.

Estilista Brayann Ivanovick cria coleção de moda inédita em universo alternativo “Cassino do Sol”

Projeto junta moda, arte, cinema e diversidade como proposta de um novo tempo
 

O estilista Brayann Ivanovick criou o projeto “Cassino do Sol”, em parceria com o cantor/compositor Lucca Maria e o arquiteto/artista visual Valério Araújo, que apresenta uma coleção de moda em formato de filme curta-metragem. Trata-se de um contexto inédito, onde Brayann dialoga com o público de forma inovadora e compartilha seu processo criativo.


A narrativa  utiliza recursos diversos como depoimentos, música, lives e entrevistas, bem como interação com um universo alternativo que dialoga com todo o processo criativo. Ao fim desse processo, Brayann leva a um desfile no Piscinão de Ramos, como proposta de um novo mundo para 2022, com muita diversidade, moda, arte e cinema.
 
Cassino do Sol traz moda em forma de show, realidade virtual, multilinguagem, novos tempos e a criatividade de Brayann Ivanovick, que explica o projeto: ” são convergências urbanas exploradas através do lifestyle carioca, em conexão direta com os discursos urgentes da cidade maravilhosa”.
A previsão de lançamento de Cassino do Sol é abril de 2022 e promete ser um novo marco na cultura brasileira.
 
Instagram @cassinodosol
Instagram assessoria @_paula_r_soares
 
Projeto incentivado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal

Niterói completa um ano de vacinação contra a Covid-19 nesta quarta 

 

 
Na última segunda-feira (17), quase um ano depois das primeiras doses aplicadas no município, as crianças mais novas começaram a ser vacinadas. Nesta quarta, é a vez das crianças de 05 a 11 anos com comorbidades ou deficiência permanente 

Niterói completa, nesta quarta-feira (19), um ano do início da campanha de vacinação contra a Covid-19 no município. No dia 19 de janeiro de 2021, a enfermeira Bruna Lemos e a idosa Clice de Souza Carvalho recebiam suas primeiras doses do imunizante Coronavac e marcavam o início de uma grande virada na luta contra a doença. Um ano depois, as duas já foram vacinadas com três doses da vacina.

O prefeito de Niterói, Axel Grael, lembrou as ações que a prefeitura colocou em prática desde o registro dos primeiros casos de Covid-19 no país, em março de 2020.

“O início da vacinação foi um momento histórico no enfrentamento à Covid-19. Ao longo de 2020, a Prefeitura de Niterói desenvolveu políticas públicas inovadoras de apoio às famílias, apoio às empresas, estruturação da retaguarda hospitalar. Em janeiro de 2021, chegamos a essa grande virada, que foi o começo da imunização. Um ano depois, vemos com clareza que a vacina tem sido uma proteção essencial no momento em que muitas pessoas estão testando positivo para a doença. A grande maioria, com sintomas leves, sem que a rede de saúde seja sobrecarregada”, lembrou.

O secretário municipal de Saúde de Niterói, Rodrigo Oliveira, frisou que a vacina salva vidas, reduz internações e diminui a taxa de transmissão.

“Com um trabalho muito sério, a responsabilidade e a consciência cívica de sua população, Niterói mantém a melhor cobertura vacinal entre os municípios do estado do Rio de Janeiro. O início da imunização, em 2021, foi um marco entre tantas medidas sanitárias desenvolvidas sempre na premissa de que toda a vida vale a pena”, destacou.

Primeira profissional de saúde vacinada em Niterói, Bruna Lemos é enfermeira de rotina, ou seja, profissional que acompanha o dia a dia dos pacientes, da entrada até a alta. Ela integra a equipe do Oceânico Gilson Cantarino desde abril de 2020, acompanhou a entrada do primeiro paciente e muitas das mais de três mil altas que já aconteceram no hospital. No começo de 2022, Bruna testou positivo para Covid-19. Ela atribui à vacina a rápida recuperação, com sintomas leves.

“Tive muito orgulho de ser a primeira profissional imunizada em Niterói. Posso garantir como uma profissional de saúde que a vacina deu uma tranquilidade para quem lida com os pacientes. Retornamos este ano com as internações Covid positivo, mas com uma proporção muito menor do que as registradas antes, com uma necessidade muito menor de CTIs, apenas cuidados de enfermaria. Isso é um sinal de que a vacinação vem fazendo a diferença. Temos que acreditar que  as vacinas salvam vidas”, defendeu Bruna.

Vacinação – A vacinação contra a Covid-19 continua em Niterói. Na última segunda-feira (17), quase um ano depois das primeiras doses aplicadas no município, as crianças de 5 a 11 anos começaram a ser vacinadas. Nesta quarta-feira (19), serão vacinadas as crianças de 05 e 11 anos de idade com comorbidade ou deficiência permanente. Na quinta (20) e sexta-feira (21), o município aplica a primeira dose da vacina em todas as crianças de 11 anos. Niterói também está aplicando a quarta dose da vacina contra a Covid-19 em pessoas com alto grau de imunossupressão, a partir de 18 anos. É necessário que o intervalo entre a primeira e esta segunda dose de reforço seja de, no mínimo, 4 meses.

O município segue em repescagem contínua para a aplicação da primeira e segunda dose da vacina. A segunda dose está sendo aplicada em pessoas a partir de 12 anos, com 8 semanas de intervalo da primeira dose. A terceira dose está disponível para pessoas a partir de 18 anos com intervalo de 4 meses entre a segunda dose. Para a dose de reforço/terceira dose em idosos a partir de 60 anos, profissionais e trabalhadores da saúde, está mantido o intervalo de 3 meses da segunda dose. A dose de reforço também está sendo aplicada em pessoas com alto grau de imunossupressão, a partir de 18 anos, que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 28 dias.

ENDEREÇOS DE VACINAÇÃO DE CRIANÇAS

– Policlínica Regional Doutor Renato Silva – Avenida João Brasil, s/nº, Engenhoca.

– Policlínica Sérgio Arouca – Rua Vital Brazil Filho, s/nº – Vital Brazil.

– Policlínica Regional de Itaipu – Avenida Irene Lopes Sodré – Itaipu.

A imunização está disponível de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, com entrada até 16h.

DOCUMENTAÇÃO

Carteira de vacinação da criança
Identidade ou certidão de nascimento
CPF ou cartão SUS
Comprovante de residência do representante legal
Laudo médico indicando condição clínica (comorbidades e deficiência permanente)

VACINAÇÃO MAIORES DE 12 ANOS

Documentos – quarta dose:

Identidade, CPF, comprovante de residência e comprovante da primeira, segunda dose e dose de reforço.

Documentos – dose de reforço/terceira dose:

Identidade, CPF, comprovante de residência e comprovante da segunda dose.

Documentos – segunda dose:

Adultos: identidade, CPF e comprovante de residência

Adolescentes: identidade, CPF e comprovante de residência. É necessário a presença do responsável legal.

De acordo com a 12ª edição do PNO, entende-se por pessoas com alto grau de imunossupressão (imunocomprometidos):

I – Imunodeficiência primária grave.
II – Quimioterapia para câncer.
III – Transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) uso de drogas imunossupressoras.
IV – Pessoas vivendo com HIV/AIDS.
V – Uso de corticóides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por ≥14 dias.
VI – Uso de drogas modificadoras da resposta imune (vide tabela 1).
VII – Auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias.
VIII – Pacientes em hemodiálise.
IX – Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas.

Locais de vacinação:

Policlínica Sérgio Arouca – Rua Vital Brazil Filho, s/nº – Vital Brazil.

Policlínica Dr. João da Silva Vizella – Rua Luiz Palmier, 726 – Barreto.

Policlínica Regional de Itaipu – Avenida Irene Lopes Sodré – Itaipu.

Policlínica Regional Carlos Antônio da Silva – Avenida Jansen de Melo, s/nº – São Lourenço.

Policlínica Regional Doutor Guilherme Taylor March – R. Desembargador Lima Castro, 238 – Fonseca.

Policlínica Regional de Piratininga Dom Luís Orione – Rua Dr. Marcolino Gomes Candau, 111– Piratininga.

Policlínica Regional Dr. Renato Silva – Avenida João Brasil, s/nº – Engenhoca

A imunização está disponível de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, com entrada até 16h.

Fotos: Berg Silva

Covid-19: Posto de testagem em Piratininga passa por manutenção nesta quarta



Outras 54 unidades terão funcionamento normal

A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói informa que, nesta quarta-feira (19), a testagem para Covid-19 na Igreja da Lagoinha (Piratininga) vai acontecer somente durante a manhã. Os testes serão realizados de 8h às 12h, com acolhimento até 11h. No período da tarde, a unidade vai passar por manutenção na rede elétrica. Na quinta-feira (20), a testagem retorna normalmente.

Nos outros 54 pontos de testagem para Covid-19, o funcionamento será normal. No drive-thru no Campus da UFF, o atendimento é feito apenas com agendamento prévio pelo aplicativo Dados do Bem. Nas outras unidades, há testagem por demanda espontânea. Em todas as unidades, a testagem está acontecendo de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (aberto ao público até às 16h). No drive, também há testagem aos sábado, das 8h às 12h (aberto ao público até às 11h).

LOCAIS DE TESTAGEM EM NITERÓI NESTA QUARTA-FEIRA (19)

Policlínicas: Dr. Carlos Antônio da Silva, São Lourenço; Dr. Guilherme Taylor March, Fonseca; Dr. Francisco da Cruz Nunes, Largo da Batalha; Dr. João da Silva Vizella, Barreto e Policlínica de Piratininga.

Unidades Básicas de Saúde (UBS): Centro, Morro do Estado, Santa Bárbara.

Programa Médico de Família (PMF) e Clínica Comunitária da Família (CCF): Baldeador, Badu,  Bernardino, Boa Vista, Cafubá I, Cafubá II, Cafubá III, Cantagalo, Caramujo, Colônia, Coronel Leôncio, Engenho do Mato, Grota I, Grota II, Ititioca, Jonathas Botelho, Jurujuba, Leopoldina, Maceió, Maravista, Marítimos, Martins Torres, Maruí, Matapaca, Nova Brasília, Palácio, Ponta D’areia, Preventório I, Preventório II, Sapê, Souza Soares, Viçoso, Vila Ipiranga, Viradouro, Vital Brazil e CCF Badu, Ilha da Conceição, Teixeira de Freitas e Várzea das Moças, Morro do Céu, Cavalão, Coronel Leôncio e Jacaré.

Praça do Vital Brazil – R. Maestro José Botelho, Vital Brazil

Capela Divino Espírito Santo – Rua Ver. José Vicente Sobrinho, 485, Engenhoca

Drive-thru da UFF.

DOCUMENTAÇÃO

Documento de identificação com foto e comprovante de residência.

No drive-thru, também será preciso apresentar o QrCode de agendamento recebido via aplicativo.

 

Mega Hair: Renata Mattos, do Evidence, conta tudo!

Com a pandemia, é inegável: lá vieram as perdas nutricionais, de vitaminas, aliadas ao estresse de perdas familiares,  gerando, mais do que antes, a perda capilar. Por conta disso, Renata Mattos, profissional super treinada, do staff Evidence Beauty Spa, aposta  no Mega Hair – alongamento dos fios -, que antes era um recurso eventual, e que tornou-se muito mais procurado, chegando a ser carro-chefe do salão. Vale dizer que, nos casos de quedas capilares, convém que o Mega Hair venha sempre aliado a tratamentos com endócrinos para resolver a queda pós-Covid, juntamente com medidas sugeridas por endocrinologistas e dermatologistas.

Renata trabalha com técnicas que não têm peso para o bulbo capilar – a fita adesiva, micro-cápsula de queratina, entre outros recursos, como a prótese capilar, feminina e masculina. E entre os inumeráveis benefícios, a cabeleireira destaca que a visão é ter o Mega Hair como um “up” para a auto-estima, além de grande aliado para que o cabelo vá retornando ao seu crescimento normal. “Usa-se o Mega Hair e ao mesmo tempo, faz-se tratamentos do couro cabeludo,  com vitaminas e as estimulações que os médicos recomendam, para que as práticas se somem gerando um cabelo bonito e saudável” explica Renata Mattos.

               Ela também  é procurada nos casos oncológicos, quando, antes mesmo do cabelo cair, programa  um prótese, peruca, lace, com as mesmas características do cabelo original: cor, volume, intensidade, etc., fazendo com que a mulher passe bem o período de tratamento. “O Mega Hair, hoje, é um processo leve. Fica bem parecido com o cabelo original. Não se coloca mais 300gr ou 400gr de cabelo, com nós, tracionando o couro cabeludo, provocando queda. Com o advento da fita – Fita Adesiva Express, Fita Adesiva Térmica e Fita Invisível – o processo  está fazendo tanto sucesso, que resultou em curso profissionalizante”, explica, uma vez que Renata Mattos vai ensinar, no Evidence, o preparo de A a Z. “O tratamento da alopecia é multidisciplinar. É endocrinológico, dermatológico e o Mega Hair entra no sentido de resgatar à auto-estima, já que se pode aliar vários  tratamentos com grande sinergia”, sintetiza.

Renata Mattos tem 47 anos, é casada, tem uma filha de 20 anos e é apaixonada pelo que faz. Sempre teve cabelo cacheado e vivia com queda de cabelo.Por ter sido cliente em tratamentos errados, resolveu estudar sobre o assunto e, alinhou a formação de cabeleireira com a de esteticista – sua primeira profissão -, e, neste ínterim , já são 25 anos. Ela  tem, entre outros cursos, formação pelo Senac, onde também fez Maquiagem Artística e Social, o que ajuda no visagismo total da cliente. Fez cursos de próteses com profissionais da Rede Globo, aprendendo a tecer cabelo, até que cursou o politécnico, na Estácio, em Beleza e Estética Pessoal. Quando terminou o curso, já era coordenadora da Embeleze, dando aula inclusive, posição que permaneceu por cerca de 10 anos, ensinando protocolos da L´oreal  Profissionel. Mas, é para atender a muitos casos, em uma época tão necessária, que, agora, retorna ao cenário de cursos.

Renata Mattos foi dona de salão e não passou pela posição de assistente. Já saiu do treinamento para abrir a sua própria empresa, tendo feito Pós-Graduação em Cosmetologia, pela Estácio, que “linka” a fisiologia humana, com a fórmula do produto e a técnica aplicada.  “Como minha grande paixão sempre foi atuar, voltei para os salões e, alguns anos antes da pandemia, me voltei para o Mega Hair, quando notei que as mechas platinadas deixavam as pessoas com necessidades de cuidados especiais”, comenta sobre a deterioração capilar promovida pela ignorância, o que a fez  recorrer a São Paulo para conseguir atender, aperfeiçoadamente,  sua clientela, grande parte encaminhadas por médicos, é sempre bom comentar. “A Covid deixou uma área ampla para se trabalhar com Mega Hair.To muito feliz no Evidence. Aqui, investe-se muito nos profissionais, no conhecimento e publico.”, diz.

Entre suas experiências com Mega Hair, destaca mesmo a própria, desde o tempo da micro-trança, que tinham que colocar pomada, de tanta dor que dava. “ Acabei experimentando todas as técnicas doloridas da época e os tipos de cabelos não eram humanos. Só fazia quem precisava demais”, revela . Quando comecei a fazer cursos de Mega Hair, por sentir o desconforto que as clientes sentiam, entendi até onde eu poderia agir com as técnicas, compreendendo, também, a solução de vários problemas – os endócrinos, dermatológicos, endógenos, orgânicos, e direcionar a pessoa a procurar uma ajuda específica, já que o cabeleireiro não medica. As minhas experiências hoje, com a faculdade, é preservar ao máximo a saúde do couro capilar, solucionando questões relativas à cor, estrutura, mas, sobretudo, da saúde do bulbo, para manter o crescimento do cabelo,  a atividade microbiana do couro, fazendo que a pessoa tenha resultados positivos com Maga Hair.

“Durante a pandemia, comecei a ver um numero muito grande de mulheres com calvície, problemas diversos e o Mega Hair não atingia todo o meu público. Aí,  comecei a entrar o mundo da perucaria, solucionando problemas, conseguindo levar um conforto maior para o paciente oncológico, que quando me procura antes do processo da quimioterapia, posso reproduzir, o tipo, cor, corte minimizando então a dificuldade da ausência de cabelo.  A cada dia que passa você consegue fazer mais cursos na área de beleza, que é extensa”, conta Renata.

Para ensinar, conta que tem uma grande procura de pessoas deste estado e outros, ex-alunos, com várias perguntas, já que formou mais de 1000 profissionais. Para 2022, o projeto é retornar  aos cursos. “Para termos mais é preciso dar e trocar”, segreda. E o Curso de Mega Hair  vai acontecer no dia 7 de fevereiro, de 9h às 17h, em Niteroi . Pessoas de cidades que não têm costureiras de cabelos, poderão confeccionar, na hora, com Renata, em todos os procedimentos, com cabeça de boneca, sem falar que diversos materiais estarão disponíveis.

“Grande parcela das pessoas que trabalham com Mega Hair, não é de cabeleireiro, o que faz com que o curso seja destinado a um público bem eclético. Aqui, qualquer pessoa será direcionada para um trabalho técnico e aperfeiçoado. Os profissionais de Mega Hair ainda se dividem entre aqueles que colocam o apetrecho em qualquer pessoa, sem visagismo, sem saber se a cliente tem habilidade para manter um cabelo que está colocando, o que pode ser arriscado. Pois  havendo queda, o cabelo pode continuar caindo e, em pouco tempo, não haverá mais onde prender. Então tem que ser um profissional preparado. Mega Hair não é para qualquer um fazer aleatoriamente. È preciso entender o que está acontecendo com o cabelo da cliente”, avisa Renata.

“As mulheres têm alterações hormonais. Fases. Mas, quando coloca o cabelo, levanta tudo e a mulher fica com um posicionamento diferente, por se ver com outro olhar, com a auto-estima em cima. Mas bonito do Mega Hair é ver os sorrisos delas, com Instagram com mais de 300 fotos na página! Isso é o mais legal, define a cabeleireira, que esbanja conhecimento e preparo para o desenvolvimento desta técnica internacional que ganha, a cada dia, mais adeptos.

Alice foi a primeira criança a se vacinar contra a Covid-19 em Niterói

A Prefeitura de Niterói deu início, nesta segunda-feira (17), à vacinação contra Covid-19 em crianças de 05 a 11 anos de idade com a vacina Pfizer, de acordo com a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Alice Freire, de 11 anos, foi a primeira criança a se vacinar. A jovem tomou a sua dose na Policlínica Dr. Sérgio Arouca, no Vital Brazil.

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Oliveira, explicou que para ser vacinada, a criança tem que estar acompanhada de um responsável legal que deverá estar de posse da carteira de vacinação da criança.

“A vacinação, ministrada com a vacina Pfizer, está sendo realizada neste primeiro momento para crianças entre cinco e 11 anos com comorbidade e deficiência permanente, semana que vem será liberada também para as demais crianças”, detalhou.

O município recebeu na sexta-feira (14) 2.200 doses para a imunização, que acontece em três unidades de saúde: policlínicas do Vital Brazil, Engenhoca e Itaipu. A testagem para Covid-19 que acontecia nestes três locais foi remanejada para novos postos.

Raylana de Souza, mãe da Alice, falou sobre a sensação de ver sua filha vacinada.

“Estou muito feliz, é uma evolução porque estamos no caminho certo, as crianças estão animadas pois fazem parte da sociedade, estão vendo o que está acontecendo no mundo com a pandemia e precisam ser incluídas nesse espaço. Muito importante que os pais tragam seus filhos para se vacinarem’’, disse Raylan

Alicia Nunes, de 11 anos, também recebeu a vacina contra a covid-19. Para a mãe, Claudiana Ferreira, é uma sensação de vitória ver a filha se vacinando.

“É uma emoção muito grande ver minha filha se vacinando, a gente estava esperando tanto por esse momento. Eu já tomei a primeira e segunda dose e ter ela vacinada traz um conforto também”, relatou Claudiana.

A imunização foi iniciada pelas crianças com comorbidade e deficiência permanente. Posteriormente, a vacinação segue para as outras crianças, de acordo com calendário de idade decrescente, considerando que as maiores faixas etárias ainda são as de maior risco. Para receber a dose da vacina não será exigido qualquer tipo de prescrição médica solicitando a vacinação, apenas o laudo médico para as crianças com comorbidade e deficiência permanente. No ato da imunização é necessária a presença do responsável legal.

Para a vacinação, as crianças precisam ter intervalo de 15 dias de qualquer vacina. A estimativa do município é vacinar mais de 38 mil crianças nessa faixa etária.

A vacinação para esta faixa etária acontece na Policlínica Sérgio Arouca (Vital Brazil), Policlínica Regional de Itaipu e Policlínica Regional Dr. Renato Silva (Engenhoca). A imunização está disponível de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, com entrada até 16h. A testagem para Covid-19 que acontecia nestes locais foi remanejada para Praça Vital Brazil, Capela Divino Espírito Santo (Engenhoca) e Igreja Lagoinha (Piratininga).

De acordo com o cronograma, a estimativa é concluir a vacinação das crianças com comorbidade em 5 dias e das demais em 3 semanas. A Secretaria Municipal de Saúde ressalta que o calendário será ajustado de acordo com as doses recebidas pelo Ministério da Saúde.

Em 16 de dezembro de 2021, foi aprovado pela Anvisa a administração da vacina Pfizer contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. Esse é o único imunobiológico autorizado no Brasil para vacinação de pessoas a partir de 12 anos. Mais de 39 países vacinam crianças contra a Covid-19 e, só nos EUA, mais de 5 milhões de crianças já foram vacinadas. Além disso, a OPAS/OMS já ratificou a importância do Brasil iniciar o quanto antes a vacinação das crianças a partir de 5 anos. Segundo o Ministério da Saúde, o imunizante para essa população chega ao país na segunda quinzena de janeiro.

Em nota técnica, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) explicou que as crianças também adoecem por Covid-19, são veículos de transmissão do vírus e podem desenvolver formas graves e até evoluírem para o óbito. De acordo com a Fiocruz, a vacinação de crianças vai reduzir formas graves e óbitos pela doença nessa faixa etária, além de colaborar com a redução das transmissões e ser uma das mais importantes estratégias para o retorno e manutenção segura das atividades escolares presenciais.

CONFIRA O CALENDÁRIO:

Crianças com comorbidades e deficiências permanentes

17/01 – 11 anos

18/01 – a partir de 10 anos

19/01 – a partir de 9 e 8 anos

20/01 – a partir de 7 e 6 anos

21/01 – a partir de 05 anos

Demais Crianças

24 e 25/01 – a partir de 11 anos

26 e 27/01 – a partir de 10 anos

28 e 31/01 – a partir de 9 anos

01 e 02/02 – a partir de 8 anos

03 e 04/02 – a partir de 7 anos

07 e 08/02 – a partir de 6 anos

09 e 10/02 – a partir de 5 anos

ENDEREÇOS DE VACINAÇÃO DE CRIANÇAS

– Policlínica Regional Doutor Renato Silva – Avenida João Brasil, s/nº, Engenhoca.

– Policlínica Sérgio Arouca – Rua Vital Brazil Filho, s/nº – Vital Brazil.

– Policlínica Regional de Itaipu – Avenida Irene Lopes Sodré – Itaipu.

NOVOS LOCAIS DE TESTAGEM

Praça do Vital Brazil – R. Maestro José Botelho, Vital Brazil

Igreja Lagoinha – Estrada Francisco da Cruz Nunes, 5260, Piratininga

Capela Divino Espírito Santo – Rua Ver. José Vicente Sobrinho, 485, Engenhoca

DOCUMENTAÇÃO

Carteira de vacinação da criança
Identidade ou certidão de nascimento
CPF ou cartão SUS
Comprovante de residência do representante legal
Laudo médico indicando condição clínica (comorbidades e deficiência permanente)

Foto: Luciana Carneiro

A Cor Purpura no Teatro Riachuelo

A premiada versão brasileira de Artur Xexéo para o musical A COR PÚRPURA, depois de cinco casos de Covid no elenco, fará uma curta temporada no Teatro Riachuelo, de 20 de janeiro até 20 de fevereiro.

(Crédito da foto: Rafael Nogueira)

“Durante a pandemia tivemos a perda do nosso amigo e grande parceiro, Artur Xexéo. Com a volta do espetáculo, a saudade aumenta. Dedicaremos essa temporada ao Xexéo, nosso querido irmão”, ressalta o diretor, Tadeu Aguiar, que completa 42 anos de carreira. “Será emocionante voltar a ouvir a versão brasileira da música do Xexéo, na cidade onde estreamos e que toda criação foi concebida”, destaca o produtor geral Eduardo Bakr. A COR PÚRPURA recebeu 75 prêmios, entre eles: APTR, Cesgranrio, Shell e Bibi Ferreira. São 17 atores em cena, 90 figurinos, um palco giratório de seis metros de diâmetro e uma escada curva com sistema de traveling em volta do cenário. Haverá sessões de quinta a domingo, sendo que, a partir de 27 de janeiro, às quintas-feiras terão preços populares.

Com o aumento dos casos de Covid, os espaços teatrais dão o exemplo na realização dos protocolos sanitários. ”Testamos a temperatura do público na entrada. Todos terão acesso a álcool gel e máscaras. Será exibido um vídeo antes da peça falando sobre a segurança sanitária”, detalha a coordenadora de produção, Norma Thiré.

Link com fotos e imagens:

https://drive.google.com/drive/folders/1L14A5s4FGpoqUIsIqbFvoVe_uDDPi3P5

SINOPSE

Escrito há mais de 35 anos e vencedor dos Prêmios Pulitzer, Grammy e Tony, A Cor Púrpura é um musical baseado em uma história passada na primeira metade do século XX, na zona rural do Sul dos Estados Unidos, com personagens típicos dessa região. Com um elenco em sua maioria escolhido por meio de testes, o musical permanece, nesta retomada teatral, praticamente com os mesmos atores.

O espetáculo apresenta a trajetória e luta de Celie (Letícia Soares) contra as adversidades impostas pela vida a uma mulher negra, na Geórgia, no decorrer da primeira metade do século XX. Na adolescência, a personagem tem dois filhos de seu suposto pai (Jorge Maya), que a oferece a um fazendeiro local para criar seus herdeiros (entre eles, Harpho – Alan Rocha), lavar, passar e trabalhar sem remuneração. Ela é tirada à força do convívio de sua irmã caçula Nettie (Ester Freitas) e passa a morar com o marido Mister (Wladimir Pinheiro). Enquanto Celie resigna-se ao sofrimento, Sofia (Erika Affonso) e Shug (Flávia Santana) entram em cena, mostrando que há possibilidade de mudanças e novas perspectivas, esperança e até prazer. A saga de Celie é permeada por questões sociais de extrema relevância até os dias atuais como a desigualdade, abuso de poder, racismo, machismo, sexismo e a violência contra a mulher. Completam o elenco: Analu Pimenta (Squeak); Suzana Santana (Jarene); Hannah Lima (Doris); Cláudia Noemi (Darlene); Caio Giovani (Grady Ensemble); Leandro Vieira (Chefe da Tribo Olinka Ensemble); Gabriel Vicente (Bobby Ensemble); Thór Junior (Pastor Ensemble); Renato Caetano (Soldado Ensemble); Nadjane Pierre (Solista da Igreja Ensemble).

HISTÓRICO

Alice Walker foi a primeira escritora negra a ganhar o Pulitzer pelo seu livro A Cor Púrpura, que continua contemporâneo ao retratar relações humanas, de amor, poder e ódio, em um mundo pontuado por estruturais diferenças econômicas, sociais, étnicas e de gênero. O livro A Cor Púrpura foi lançado em 1982.

Com direção de Steven Spielberg, a obra foi adaptada para o cinema em 1985, recebendo 11 indicações ao Oscar. A transposição para musical aconteceu em 2005, na Broadway. Em 2016, houve uma nova montagem, rendendo à produção 2 Tony e o Grammy de melhor álbum de teatro musical.

DETALHES DA PRODUÇÃO

A direção musical de A COR PÚRPURA é de Tony Lucchesi. São 32 números musicais, contando com as vinhetas. “Tem uma parte do espetáculo que acontece na África. Para este momento, abri as vozes, trabalhei com polifonia, com outros sons, uma música por trás da cena”, revela Tony. No espetáculo, os atores precisam ter grande extensão vocal, dando conta de vários ritmos como jazz, blues, música africana e gospel. Logo na abertura da peça, há um número que lança mão de diversas sonoridades, representando o coro de uma igreja entrecruzado ao sermão do pastor. A orquestra é composta por 8 músicos que tocam piano-condutor, teclado, saxofone alto, clarinete, flauta, saxofone barítono, clarinete, clarinete baixo, saxofone tenor, trompete, fliscorne, violões, baixos, bateria e percussão.

Tanto no livro como no musical, as mudanças de vida da protagonista estão relacionadas ao ambiente no qual ela vive. Cenas no bar de Harpho e Sophia e nas casas do pai, marido e Shug provocam alterações no percurso de Celie. A cenógrafa Natália Lana criou uma casa giratória como elemento central, representando as diferentes facetas da trajetória da vida da personagem. Contornando a casa, uma espécie de escadaria construída ao longo do tempo e de forma não ortogonal, representando a diversidade de ambientes externos e de aprisionamento em certos pontos da história. A estrutura da casa foi baseada nas construções do sul dos Estados Unidos e teve como inspiração as shack, representando o tradicional porch, varanda onde se reúnem famílias americanas. “Para a criação do cenário, foi fundamental a leitura do livro, mergulhando fundo no estudo do texto, pensando em como poderíamos representar esta história que se passa em outro país, mas que ao mesmo tempo representa tanto da nossa história e da força destas mulheres negras que construíram o Brasil”, descreve a cenógrafa Natália Lana.

São 90 figurinos, confeccionados com 350 metros de tecidos, passando por processos de tingimento artesanal e impressão em serigrafia. O figurino de A COR PÚRPURA retrata o tempo da costura feita em casa. “Na América, as colchas de retalhos produzidas desde a colonização, são influenciadas pela estética da África, onde o trabalho de costura de retalhos é prática centenária. Desta forma, o conjunto de figurinos do espetáculo formará um “quilt”, em tons envelhecidos, retratando a Geórgia da primeira metade do século passado. Na concepção do figurino é no trabalho de costura manual que Celie encontra refúgio na dura realidade de seu dia a dia. Neste panorama, a cantora de jazz Shug Avery é o manifesto de amor e liberdade de Celie e pontua sua trajetória com trajes de tons de cor púrpura saturados”, minucia o figurinista Ney Madeira. A iluminação do espetáculo é do Rogério Wiltgen.

O trabalho da coreógrafa Sueli Guerra dialoga com a direção de movimento dos atores, priorizando a dramaturgia do espetáculo. “Os números de canto e dança ultrapassam o conceito da coreografia e organização de passos. O físico, a situação dramatúrgica em que o personagem se encontra e a movimentação corporal, estão totalmente a serviço de contar uma história, estimulando um mergulho mais profundo na obra”, finaliza Sueli.

 

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Marsha Norman

Músicas: Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray

Versão Brasileira: Artur Xexéo

Direção Geral: Tadeu Aguiar

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Letícia Soares, Wladimir Pinheiro, Flávia Santana, Jorge Maia, Alan Rocha, Ester Freitas, Erika Affonso, Analu Pimenta, Suzana Santana, Cláudia Noemi, Hannah Lima, Caio Giovani, Renato Caetano, Thór Jr, Gabriel Vicente, Leandro Vieira, Nadjane Rocha.

Cenário: Natália Lana

Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal

Desenho de luz: Rogério Wiltgen

Desenho de som: Gabriel D’Angelo

Coreografia: Sueli Guerra

Assessoria de imprensa: Barata Comunicação

Mídias sociais: Rafael Nogueira

Coordenação de produção: Norma Thiré

Produção Geral: Eduardo Bakr

SERVIÇO

A Cor Púrpura – O Musical

Temporada: de 20 janeiro a 20 de fevereiro de 2022

Quinta e sexta: 20h

Sábado: 16h | 20h30

Domingo: 18h

Local: Teatro Riachuelo

Endereço: Rua do Passeio,38/40 – Centro – Rio de Janeiro.

Classificação: 12 anos.

Duração: 180 minutos.

Gênero: Musical

Vendas:www.sympla.com.br

Ingressos: entre R$ 25,00 e R$ 170,00

Teatro Popular de Niterói recebe projeto multiartístico internacional

Ação discute o futuro do trabalho e dá prioridade a artistas periféricos da cidade
O Teatro Popular Oscar Niemeyer recebe, de 18 a 23 de janeiro, o projeto multiartístico internacional “Zona Futuro”, que propõe o tema “Trabalho e Ficção”, em diálogo com a tragédia da pandemia da Covid-19. O projeto, em formato de residência artística em grupo, é voltado para artistas de diversas linguagens e resulta de uma parceria entre o Teatro Popular, o Coletivo Internacional ZONA D e o Centro Cultural Casa 264.
Facilitada pela artista e iniciadora de projetos alemã Eliza Goldox e pelo multiartista brasileiro Fell (Fellipe Vergani), a residência provoca os participantes a refletirem sobre o impacto, em diversos países, da situação de emergência da economia capitalista e da produtividade baseada na exploração de recursos naturais. Esse cenário convida a uma reflexão mais radical sobre formas de trabalhar, direitos e liberdades. Trata-se do primeiro capítulo do Projeto Zona Futuro, abrindo um espaço para que o grupo de artistas selecionados crie um ambiente temporário para reflexões e colaborações sobre questões trabalhistas, geração de valores e futuros possíveis através das próprias experiências e interesses artísticos.
O Coletivo ZONA D trabalha com experimentações em grupo e dá tempo para cada artista mergulhar e relaxar para criar um espaço acolhedor para as trocas em conjunto. O projeto “Trabalho e Ficção” será realizado em português e inglês, mas não há obrigatoriedade de falar os dois idiomas. Ao final do processo, o Teatro Popular Oscar Niemeyer abrirá as portas para que os artistas compartilhem com o público os múltiplos fragmentos artísticos nascidos das atividades realizadas durante a residência.
Os encontros acontecerão nos espaços multiuso do Teatro Popular Oscar Niemeyer, sempre das 14h às 18h. A atividade aberta ao público será no domingo (23), às 18h, em um espaço aberto do Teatro.
“Além de ser um programa realizado com a colaboração de artistas internacionais, o que nos levou a acolher o projeto no Teatro Popular foi a possibilidade de oferecer residência de forma gratuita a artistas periféricos da cidade. É mais uma ação com foco na ampliação de direitos culturais, um compromisso do Teatro alinhado com a Secretaria das Culturas de Niterói”, afirmou Andréa Terra, diretora artística do Teatro.
SERVIÇO:
Residência Artística Zona Futuro
Apresentação aberta ao público
Dia 23/01 – Domingo às 18h
Classificação Etária – 18 anos
Duração: 55 min
Ingresso solidário: 1 kg de alimento não perecível, material de limpeza ou de higiene pessoal. A ação faz parte da campanha Niterói Solidária, da Prefeitura de Niterói.
O evento será realizado em espaço aberto, sujeito a lotação e sem lugar marcado! Capacidade para 60 espectadores.
Perguntas e mais informações: zonadynamic@gmail.com
 Teatro Popular Oscar Niemeyer: R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói (atrás do Terminal!)
Instagram: @teatroniemeyer
Em atendimento ao Decreto n° 14141/2021 – que institui o Programa Novo Normal Niterói –, o acesso ao Teatro Popular Oscar Niemeyer só será permitido comprovando as devidas etapas de vacinação. A comprovação pode ser feita através do cartão de vacinação ou da apresentação impressa ou virtual do portal “CONECTE SUS”.
O Teatro Popular Oscar Niemeyer segue todas as normas de segurança, com distanciamento social, utilização de máscaras e álcool em gel.
Foto: Leo Zulluh