Alteração foi planejada de maneira a dar oportunidade aos garis de passar as festas de fim de ano com suas famílias, sem prejuízo do trabalho de limpeza
A Comlurb preparou um esquema especial de coleta de lixo domiciliar e seletiva para as vésperas de Natal e Ano Novo em toda a cidade. Nos dias 24 e 31 de dezembro, os horários de coleta serão excepcionalmente antecipados, de maneira a possibilitar que os garis tenham a oportunidade de comemorar as datas junto com as suas famílias. A Companhia pede a colaboração da população colocando os sacos de lixo nos pontos de coleta no horário planejado. A Comlurb está realizando a distribuição porta a porta de cartões informativos aos moradores sobre as alterações.
Coleta domiciliar:
Com a mudança, a coleta domiciliar noturna de toda a cidade será antecipada para às 15h nos dias 24 e 31 de dezembro.
Somente em Copacabana, a coleta domiciliar noturna do dia 31/12 será transferida para 1º de janeiro, a partir das 7h da manhã.
Já a coleta domiciliar noturna no dia 1º de janeiro segue em horário normal.
Coleta seletiva:
Toda a coleta seletiva noturna da cidade no dia 24 de dezembro será antecipada, para o mesmo dia, a partir das 15h20. No dia 31 de dezembro não haverá coleta seletiva, e no dia 1°/1 os roteiros serão realizados normalmente.
É importante que todos colaborem colocando o lixo e os materiais recicláveis para coleta próximo ao horário do caminhão da Comlurb passar, assim evita-se que os resíduos fiquem na rua indevidamente, podendo resultar em multa ao infrator.
Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) foi às unidades orientar sobre práticas ambientais
Com o objetivo de implementar mais boas práticas ambientais, a Prefeitura de Niterói realizou este ano o projeto Coleta Seletiva nas Escolas, que levou orientações sobre como agir no dia a dia e multiplicar ideias e comportamentos sustentáveis. A Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) fez a capacitação em 78 escolas públicas municipais, impactando 11.115 alunos e 1.300 professores com 735 palestras sobre o tema. A Clin também levou o projeto a cinco escolas particulares, atingindo 493 alunos e 99 professores com 56 palestras.
O projeto Coleta Seletiva nas Escolas é executado pela equipe de educação ambiental da Companhia, que vai até a unidade escolar e orienta alunos, professores e funcionários sobre a importância do descarte correto de resíduos. O projeto monitora o volume descartado para a reciclagem com o objetivo de que os alunos sejam multiplicadores das ações de sustentabilidade, como explica a coordenadora do projeto, Juliane Porto.
“A escola é um espaço muito importante porque todos são multiplicadores das informações, principalmente, as crianças. Nossas palestras dão orientações técnicas de todo o processo de descarte e como os alunos, professores e funcionários podem e devem participar do projeto”, ressaltou Juliane Porto.
Como parte das atividades, a equipe de educação ambiental da Clin realiza oficinas e exposições nas escolas ao longo do ano. São utilizados brinquedos feitos com material reciclável como garrafas PET e caixas de leite confeccionados pelos funcionários da companhia.
Iniciado em 2019, o projeto Coleta Seletiva nas Escolas da Clin serve como exemplo para as instituições privadas de ensino, que solicitam cada vez mais que a equipe de Educação Ambiental da empresa ministre palestras sobre a execução do programa.
O presidente da Clin, Acílio Borges, elogia o projeto e destaca o fato de as escolas da rede privada estarem interessadas no trabalho desenvolvido pela Companhia.
“O projeto é um sucesso e estamos muito satisfeitos com a participação das instituições particulares. O importante é que toda a sociedade se envolva na coleta seletiva e nas ações de sustentabilidade”, explicou Acílio Borges.
As instituições particulares que tiverem o interesse em receber a capacitação para desenvolver o programa podem entrar em contato com a empresa e solicitar uma palestra: www.clin.rj.gov.brou nos telefones 0800 367 9100 e WhatsApp (21) 99753-1952.
Niterói recebe, a partir desta quarta-feira (26), a Tomorrow Blue Economy, um dos principais eventos de economia azul do mundo. Realizado em parceria com a Prefeitura de Niterói, o encontro é organizado pelo iCities — hub pioneiro em cidades inteligentes e chancelado pela Fira Barcelona — e tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento sustentável a partir do nosso inestimável patrimônio aquático.
Segundo estudo da ONU e da Fundação Getulio Vargas (FGV), a chamada Economia do Mar já representa cerca de 20% do PIB nacional e movimenta entre US$ 3 e 6 trilhões por ano no mundo.
Na primeira edição, o evento reuniu mais de 2 mil participantes. Para 2025, a expectativa é receber mais de 3 mil pessoas, incluindo 700 executivos e líderes da indústria, 100 palestrantes e diversos expositores. Nesta segunda edição, o tema será “The debate that makes waves” (O debate que gera ondas, em tradução livre).
Data: 26 (quarta-feira) e 27 (quinta-feira) de novembro de 2025
Horário: 10h às 18h
Local: Caminho Niemeyer
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/nº — Centro, Niterói
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Petrópolis, expediu uma recomendação à Prefeitura de Petrópolis e à Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (COMDEP) para que seja instituída uma cobrança específica pelos serviços de manejo de grandes geradores de resíduos sólidos urbanos. A recomendação não se refere à taxa de lixo já existente no município e vinculada ao IPTU, que cobre a coleta e destinação dos resíduos domiciliares e comerciais equiparados.
As Promotorias recomendam a regulamentação da cobrança pela geração de resíduos que, por lei, devem ser custeados diretamente pelos seus geradores, conforme previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). Entre eles estão resíduos de serviços de saúde (hospitalares e laboratoriais); resíduos de grandes geradores comerciais e industriais; resíduos da construção civil; resíduos perigosos ou especiais.
Ainda segundo as Promotorias, esses segmentos têm a obrigação legal de elaborar e executar seus Planos de Gerenciamento de Resíduos, arcando com os custos de coleta, transporte e destinação adequada. A recomendação do MPRJ busca assegurar que, caso o município seja obrigado a assumir esses serviços, por ausência de cumprimento legal dos geradores, haja cobrança específica aos segmentos, evitando renúncia de receita e prejuízo ao erário.
Outro objetivo da recomendação é garantir a sustentabilidade financeira do sistema de manejo de resíduos sólidos no município, protegendo o meio ambiente e assegurando que os custos pela gestão destes resíduos sejam suportados por quem efetivamente é responsável pela sua geração, em conformidade com a legislação federal.
Legislação contribuiu para o aumento de 64% no volume de recicláveis recolhidos pelo projeto Recicla Niterói
“Desde que os prédios e o comércio começaram a usar contêineres, o nosso trabalho melhorou muito. Perdíamos um tempo enorme limpando o lixo espalhado pelos catadores. Agora, com o contêiner, tudo ficou mais rápido, pois já recolhemos os resíduos ensacados. Também nos sentimos mais respeitados.” O depoimento é de Luiz Claudio Cruz, gari da Clin há dez anos, sobre as melhorias trazidas pela Lei 3987/2025, a Lei dos Contêineres, que alterou o Código de Limpeza Urbana do Município e entrou em vigor no dia 6 de outubro. Além de promover a sustentabilidade, a nova regra valoriza e humaniza o trabalho dos profissionais da limpeza.
A legislação determina novas normas para o acondicionamento e a disposição dos resíduos em prédios multifamiliares. A coleta deve ser feita, obrigatoriamente, em recipientes plásticos com tampa, de duas rodas, com capacidade de até 1000 litros e em sacos pretos de até 100 litros, que impedem o contato direto do lixo com o recipiente. A Lei foi sancionada em abril e os condomínios tiveram seis meses para se adequar às novas normas.
A adesão à nova legislação avança de forma significativa. Em Icaraí, por exemplo, em maio, um mês após a publicação da Lei, apenas 31 condomínios utilizavam contêineres. Em novembro, esse número saltou para 368, um aumento de 1.087,10%. Os dados também revelam um reflexo positivo na coleta seletiva: no mesmo bairro, o número de condomínios que não reciclavam caiu de 514 para 289 no período. A Lei dos Contêineres contribuiu ainda para o aumento de 64% no volume de recicláveis recolhidos pelo projeto Recicla Niterói: somente em outubro foram 18 toneladas.
“Desde janeiro equipes de Sustentabilidade da Clin realizam ações de conscientização nos bairros de Niterói, orientando moradores e síndicos sobre a forma correta de separar e descartar os resíduos. Os técnicos explicam que, quando o lixo é deixado diretamente no chão, fica sujeito à ação de animais, vento, chuva ou de catadores antes da chegada do caminhão, gerando sujeira e transtornos. Com a conteinerização, reduz-se a poluição e o mau cheiro. A cidade fica mais organizada e diminui a proliferação de vetores, como ratos, baratas e mosquitos. Durante as visitas, as equipes também reforçam os horários corretos da coleta domiciliar,” explicou a engenheira ambiental e sanitarista da Clin Lélia Lomardo.
Com a Lei em vigor, as ações continuam e o roteiro vem sendo ampliado para outros bairros. Na semana passada, o Ingá recebeu novamente a equipe de educação ambiental, que aproveitou a visita para verificar se os condomínios realizam coleta seletiva e reforçar a importância da destinação adequada dos recicláveis, bem como os dias e horários da coleta municipal. Essas práticas contribuem para a redução do volume de resíduos e para a mitigação dos impactos ambientais.
Ação reuniu jovens do Niterói Jovem EcoSocial, voluntários e equipes municipais no esforço de recuperação ambiental da área atingida por incêndios
A Prefeitura de Niterói realizou uma grande ação de reflorestamento no Morro Santo Inácio, no Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit), com o plantio de 600 mudas nativas da Mata Atlântica, doadas pela Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Clin). A iniciativa integra as políticas ambientais da cidade alinhadas à COP30 e reuniu jovens do programa Niterói Jovem EcoSocial, voluntários, equipes municipais e autoridades.
A iniciativa contou ainda com a presença da vice-prefeita de Niterói, Isabel Swan, também à frente da Secretaria do Clima (Seclima) e do ex-prefeito, Axel Grael. Isabel Swan agradeceu a todos pela presença, destacou a importância da Clin para o projeto e plantou uma muda.
“Hoje é meu aniversário e é motivo de orgulho ver tantos voluntários participando deste momento simbólico. Estamos dando início ao reflorestamento de mais esta área verde na cidade. A participação da Clin é fundamental, com todo o seu conhecimento e o trabalho efetivo, de quem já cuida de nossa cidade”, afirmou Isabel Swan.
Estudantes dos territórios do Cavalão, Palácio, Monan, Travessa e Ciclovia também participaram da atividade, percorrendo a trilha até o topo do morro para integrar o plantio das mudas — entre elas pau-brasil, angico-vermelho, copaíba, jatobá, peroba do Cerrado e tapia, parte das 45 espécies fornecidas pela Clin. A presença dos jovens reforça a missão do Niterói Jovem EcoSocial de engajá-los nas pautas ambientais e proporcionar experiências práticas de cuidado com o território.
Para muitos, como Kleiton dos Santos Borges, 22 anos, morador do Palácio e integrante do projeto há mais de um ano, a vivência representa um novo olhar sobre a relação com a natureza.
“A juventude fica muito ligada em tecnologia e um projeto como esse nos leva a ter contato com a natureza. Gosto muito”, disse Kleiton dos Santos.
O plantio no Morro Santo Inácio integra o processo de revitalização da área, atingida por incêndios no início do ano, e contribuirá para a recomposição da vegetação nativa e a neutralização de gás carbônico. A Clin segue ampliando suas frentes de reflorestamento em Niterói, apoiada pelo viveiro municipal que mantém mais de 140 mil mudas de aproximadamente 90 espécies da Mata Atlântica, produzidas a partir do reaproveitamento de resíduos de poda e embalagens recicláveis.
O gari Sérgio Duarte de Azevedo, há 25 anos na Clin, afirmou gostar muito da rotina na equipe de educação ambiental.
“Trabalho há 7 anos no setor de educação ambiental e todos os dias estou em alguma área verde da cidade plantando. O contato com a natureza é muito bom e sinto orgulho de estar ajudando a cidade com o meu trabalho”, reforçou Sérgio Duarte.
O projeto da Prefeitura é uma parceria que envolve a Companhia de Limpeza de Niterói (Clin); Secretaria Municipal do Clima (Seclima); Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade (SMARHS); Secretaria de Conservação e Serviços Públicos (Seconser); Secretaria Municipal de Participação Social (Sempas) e Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit).
Ação promove capacitação em artesanato e sustentabilidade para mulheres em situação de vulnerabilidade
A Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) promoveu uma importante ação de capacitação voltada a mulheres em situação de vulnerabilidade e risco social da Comunidade do Buraco do Boi, no Barreto. Por meio do módulo “Capacitação Clin – Artesanato e Sustentabilidade”, ministrado por Rosemary Telva, integrante da equipe de sustentabilidade da empresa e responsável pelo Ponto de Entrega Sustentável (PES), as participantes tiveram a oportunidade de aliar aprendizado, criatividade e geração de renda.
Desde julho, foram realizadas trinta oficinas, concluídas em novembro, com a entrega de certificados às participantes. Ao longo do curso, as mulheres aprenderam sobre gestão de resíduos sólidos e reciclagem, temas especialmente relevantes para a comunidade, que já conta com um PES e com os moloks (contêineres semienterrados nas cores marrom, destinados a resíduos orgânicos, e azul, para materiais recicláveis secos).
Os encontros proporcionaram momentos de troca, aprendizado e bem-estar. Materiais como rolinhos de papel higiênico, garrafas PET, latas de metal e papelão se transformaram em porta-retratos, cestinhas, caixas de joias, porta-lápis, objetos decorativos e até em um painel ornamental.
Para Rozária de Fátima, de 67 anos, a experiência trouxe mais do que conhecimento.
“Estava dentro de casa, com ansiedade, e essa programação foi maravilhosa. Foi o que me motivou a procurar outras atividades, como pilates. Sempre morei aqui, mas só agora, com essa ação, fiz amizades com as outras integrantes. Aqui, a gente formou uma família. Gostei de tudo, principalmente de trabalhar com papelão. Fiz quadrinhos, caixinhas de joias. Adorei”, afirmou Rozária de Fátima.
Os cursos e oficinas de reciclagem e gestão de resíduos sólidos integram as metas estabelecidas pelo governo municipal. A Clin concluiu a entrega da ação antes do prazo previsto.
Ação de integração teve visita ao Centro Eco Cultural Sueli Pontes, em Piratininga
Os colaboradores da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) participaram de uma atividade diferente e inspiradora promovida pelo programa “Mais Vida Clin”. Em vez das tradicionais palestras e encontros mensais realizados na sede da empresa, o grupo viveu uma experiência cultural no Centro Eco Cultural Sueli Pontes, em Piratininga.
O passeio foi marcado por momentos de integração, aprendizado e descontração. Primeiro equipamento cultural da Região Oceânica, o espaço municipal se destaca por ser sustentável e inclusivo, conectando ecologia, cultura e comunidade. Durante a visita, os participantes conheceram a história do bairro, o ecossistema local, as ações de proteção ambiental e os projetos de revitalização da área, além de refletirem sobre a importância de ocupar e preservar os espaços públicos da cidade.
De acordo com Aline Onofre, facilitadora do programa, a proposta do encontro foi oferecer novas formas de cuidado e convivência entre os funcionários.
“Queremos mostrar que é possível se relacionar com a vida de maneira saudável, prazerosa e consciente. O passeio é uma oportunidade de ampliar o olhar, conectar-se com a natureza, a cultura e, principalmente, com as pessoas. Esses momentos fortalecem os vínculos entre os colaboradores e reforçam a mensagem central do nosso projeto: cuidar da vida em todas as suas dimensões”, destacou Aline Onofre.
Visita técnica reforça protagonismo da cidade em ações de sustentabilidade e cuidados com o meio ambiente
Representantes do Ministério do Meio Ambiente e do Grupo C40 (Grandes Cidades para a Liderança Climática) estiveram, nesta sexta-feira (07), no Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis (POP) para conhecer as soluções desenvolvidas pela Prefeitura de Niterói para a preservação da fauna e flora local. Os visitantes fizeram um tour pelo espaço, conheceram a história do local e aprenderam sobre a participação da população local no desenvolvimento das ações.
A vice-prefeita e secretária do Clima, Defesa Civil e Resiliência, Isabel Swan, acompanhou o grupo durante a visita e destacou a importância do projeto.
“Esse projeto nos orgulha muito. É um processo de Soluções Baseadas na Natureza (SBNs) nos alagados construídos, limpando essa água que vai para a Lagoa de Piratininga, transformando a lagoa num grande viveiro de pássaros de diversas espécies. É um trabalho que é referência para o Brasil”, afirmou Isabel Swan.
O Ministério do Meio Ambiente vem conduzindo uma agenda com o programa Cidade Verde e Renovação Nítida, no qual consta, pela primeira vez em uma política do Governo Federal, as soluções baseadas na natureza como eixo temático. Além das SBNs, a arborização urbana e o uso sustentável da ocupação do solo são eixos que constam no programa e são essenciais para que as cidades sejam resilientes às questões climáticas.
O diretor do Departamento de Meio Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Carlos Maurício da Fonseca Guerra, se mostrou entusiasmado sobre como Niterói já tem exemplos práticos do que o Governo Federal busca.
“Temos aqui uma importante forma de tratamento de esgotos. A conservação da mata ao redor da lagoa demonstra a importância de preservar os maciços junto aos rios. A biovaleta (canal projetado para acumular e escoar águas pluviais) implantada, extremamente adequada e que tem uma capacidade enorme de trazer resiliência climática e biodiversidade. Esse é o exemplo que a gente quer passar. Não tenho dúvida que a cidade de Niterói é referência com esse projeto”, disse Carlos Maurício da Fonseca Guerra.
Sobre o POP – O Parque Orla Piratininga Alfredo Sirkis possui 680 mil metros quadrados, 8 píeres e 17 praças, incluindo jardins filtrantes que tratam as águas pluviais sem o uso de produtos químicos. Ele não apenas protege o meio ambiente e trata as águas dos rios, mas também promove a recuperação de uma área degradada, oferecendo novos espaços para cultura e esporte.
Os jardins filtrantes filtram as impurezas das águas pluviais e das três principais bacias hidrográficas que desaguam na Lagoa de Piratininga: Bacia do Rio Cafubá, Bacia do Rio Arrozal e Bacia do Rio Jacaré, devolvendo água de qualidade para a Lagoa de Piratininga.
No ano em que a marca austríaca celebra seu 130º aniversário, Carla Assumpção, Diretora Geral LATAM da Swarovski, fala sobre as iniciativas sustentáveis da marca no Brasil e novos projetos
Nesta quinta-feira (06), dias antes da tão aguardada COP30, acontece às margens do Fórum de Líderes Locais, no Rio de Janeiro, o Design For The Planet, evento promovido pelo Escritório das Nações Unidas para Parcerias em colaboração com a Fashinnovation cuja temática neste ano é “Fortalecendo a Ação Climática Local”, com painéis e discussões sobre moda e sustentabilidade no Brasil.
Entre as participações que se destacam, está Carla Assumpção, Diretora Geral LATAM da Swarovski, que integra o painel “Lifestyle for the Planet: Leadership Discussion”, ao lado de Oskar Metsavaht, fundador da Osklen e Embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Na ocasião, Carla foi convidada para abordar as diversas iniciativas da marca austríaca, que celebra 130 anos em 2025, em prol da sociedade e do planeta, em especial por meio da Swarovski Foundation.
A executiva comentou sobre o compromisso da marca com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incluindo os resultados reportados nos relatórios de sustentabilidade anuais, e destacou a missão da Swarovski Foundation em promover meios de subsistência sustentáveis por meio da educação, a fim de reduzir desigualdades em suas três áreas de foco: Equidade, Água e Criatividade.
Entre as iniciativas mais emblemáticas estão Waterschool, um programa educacional em comunidades, no qual já foram educados mais de 800 mil jovens em mais de 2.500 escolas sobre a preservação de recursos hídricos, e Creatives for Our Future, uma iniciativa global realizada junto ao Escritório das Nações Unidas para Parcerias, que está em seu quarto ano, oferecendo apoio financeiro e mentoria para jovens talentos de diversas áreas criativas.
No Brasil, a Waterschool, projeto conhecido como Escola D’Água, teve início em 2016 em Beruri, município do Amazonas, inspirado em uma experiência anterior realizada em Santarém em 2014 com o Instituto Mureru Ecoamazônia (IMEA). A iniciativa, liderada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS) em parceria com a Mariepáua Sustentabilidade e apoio da Swarovski Foundation, promove educação ambiental e gestão sustentável da água, fortalecendo comunidades ribeirinhas e indígenas do Baixo Rio Purus.
Entre 2016 e 2024, o projeto cresceu de 10 para 67 comunidades, alcançando mais de 10 mil estudantes e capacitando 1.377 professores. Foram construídas 16 escolas (12 financiadas diretamente pelo projeto), instaladas 44 estruturas de acesso à água potável e implementadas melhorias significativas em saneamento, práticas ambientais e gestão de resíduos.
A partir de 2025, o Escola D’Água passou a ampliar sua atuação nas comunidades do rio Purus e em novos municípios, como Anori e Anamã, com apoio da FAS e do Instituto Arumã. Em parceria com o projeto Práticas Pedagógicas Inovadoras – iniciativa da FAS apoiada pelo BNDES e pelo Movimento Bem Maior – será distribuído o Guia de Atividades da Escola D’Água e promovida a formação de professores. A meta inicial é alcançar 200 docentes em 2025, em 10 municípios do Amazonas e também nos estados do Acre e Pará.
Mais recentemente, a Swarovski se juntou ao projeto Filhas da Floresta, iniciativa lançada em junho de 2025 pelo Instituto Arumã, e que tem o objetivo fortalecer as vozes de jovens líderes femininas da Amazônia através do empoderamento audiovisual, visando a preservação e amplificação dos conhecimentos dos povos da floresta.
O projeto Filhas da Floresta, patrocinado pela Swarovski via Lei Rouanet, culminará com a participação das dez jovens da Amazônia na COP30, em Belém. A contribuição da marca possibilita que as jovens atuem como vozes ativas na programação da conferência, abordando temas cruciais como adaptação, juventude e a relevância do território no panorama global.
Sobre a Swarovski
Mestres da Luz desde 1895
A Swarovski cria belíssimos produtos, de qualidade impecável e artesanato refinado, que trazem alegria e celebram a individualidade. Fundada em 1895 na Áustria, a empresa projeta, fabrica e vende os cristais mais finos do mundo, diamantes e zircônias Swarovski Criados, joias e acessórios, além de itens de decoração para casa e cristais para o setor automotivo. O Swarovski Crystal Business está presente em mais de 140 países ao redor do mundo, com 2.300 boutiques Swarovski, complementadas por parceiros multimarcas selecionados, e emprega cerca de 18.600 pessoas. Juntamente com suas empresas irmãs Swarovski Optik (dispositivos ópticos) e Tyrolit (abrasivos), o Swarovski Crystal Business compõe o Swarovski Group. Um relacionamento responsável com as pessoas e o planeta faz parte do legado da Swarovski. Hoje, essa herança se reflete em medidas sustentáveis ao longo de toda a cadeia de valor, com foco na inovação circular, na promoção da diversidade, inclusão e autoexpressão, além do trabalho filantrópico da Swarovski Foundation, que apoia organizações beneficentes gerando impacto ambiental e social positivo.
Sobre A Swarovski Foundation
Fundada em 2013, a Swarovski Foundation reforça o compromisso histórico da Swarovski com a filantropia, apoiando organizações e iniciativas que promovem impacto social e ambiental positivo.
A missão da Swarovski Foundation é promover meios de subsistência sustentáveis por meio da educação, reduzindo as desigualdades ao apoiar iniciativas voltadas para Equidade, Água e Criatividade, além de programas como o Action Fund, o Waterschool e o Creatives for Our Future.Desde a sua criação, a Swarovski Foundation já impactou mais de 2 milhões de pessoas em 93 países, por meio de 85 parcerias que impulsionam o progresso em direção aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.