










Comunica










A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, promoverá palestra no próximo dia 13, segunda-feira, com o tema “Questões Relevantes da Bioética, Biodireito e Direito Médico.
Coordenado pela Comissão de Bioética e Biodireito, o evento acontece a partir das 17h, no auditório da entidade, com abertura de Pedro Gomes e mediação de Mariana Brito Simões, presidente da Comissão.
Os expositores serão: Solange Cunha, presidente da Comissão de Direito Médico e da Saúde; Patrícia Paiva Abade, Tainah Guimarães Damião Estebanez, Luciana Gurgel e Magna Costa, respectivamente, vice-presidente, delegada, secretária e colaboradora da Comissão de Bioética e Biodireito; Pedro Porto Alves, Fernanda Melo e Fernando Lamego de Souza Campos, respectivamente, delegados e colaborador da Comissão de Direito Médico e da Saúde.
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@dr.pedro_gomes
@juniornit84










Por meio da SEAS e do INEA, Limpa Rio vai remover cerca de 105 mil metros cúbicos de sedimentos do rio, minimizando impactos de enchentes










sobre futuro da reabilitação no país
Os desafios para a democratização da saúde no Brasil atual serão o eixo principal do IX Colóquio dos Centros Especializados em Reabilitação, que acontece no dia 23 de novembro, no auditório da Pestalozzi de Niterói. Os colóquios, que são realizados anualmente pelas instituições credenciadas pelo Ministério da Saúde como CER (Centro Especializado em Reabilitação), sediadas em Niterói, são um compromisso assumido desde a criação do programa pelo Governo Federal.
Em Niterói, a Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), a Associação Fluminense de Amparo aos Cegos(AFAC) e a Pestalozzi de NIterói integram a rede CER no município e são as organizadoras do Colóquio, que conta com o apoio da Associação das Instituições do Terceiro Setor (Assist-Niterói). As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico www.coloquiocerniteroi.com
“Esse tipo de encontro não se trata de uma obrigação formal exigida pelo poder público, mas um compromisso que as instituições niteroienses firmaram entre si, desde quando o programa foi instituído. Fazemos uma espécie de balanço do trabalho desenvolvido até aqui e procuramos apontar as perspectivas do cuidado com a pessoa com deficiência para os próximos anos”, destaca Jussara da Silva Freitas, presidente da Pestalozzi, que é a anfitriã do encontro de 2023.
Entre os convidados estão especialistas da área da pessoa com deficiência do município, do governo federal e de instituições acadêmicas como a Universidade Federal Fluminense e a Fiocruz. Também está prevista a participação de autoridades das secretarias de saúde do Estado e de Niterói.
Serão três mesas de debates que vão girar em torno dos seguintes temas: Viver Sem Limites 2: Novas Perspectivas; Sustentabilidade e Custeio da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência; e a última sobre Avaliação Biopsicossocial da Deficiência.
O Colóquio está previsto para começar às 9 horas, com encerramento às 17 horas. As inscrições são gratuitas e abertas a estudantes e profissionais da área da saúde, reabilitação e serviço social e dirigentes de instituições do terceiro setor.
A Pestalozzi de Niterói fica na Estrada Caetano Monteiro, 857, em Pendotiba – Niterói – RJ




















No mês da Consciência Negra, Diego Mendonça empresta seus pincéis para dar voz à ancestralidade e à herança africana, tão presentes em nossa cultura, através de sua coleção que retrata crianças com roupas da realeza, mas com estampas africanas, cada uma delas representando um direito ou sentimento necessário ao desenvolvimento infantil. Com uma técnica aprimorada e esse conceito, o artista mostra aquilo que as crianças, seja qual for a sua cor, necessitam: amor, alimento, palavra de Deus, oração, cuidado, luz e dedicação. Dessa maneira, por intermédio da arte, oferece ao observador aspectos da nossa sociedade que precisam ser urgentemente revisitados.
Se existe uma pretensão nessa coleção, é acabar de vez com qualquer dúvida que recaia sobre a existência e a potência da cultura negra brasileira. Essas crianças não são notas de rodapé, são o tema que atravessa todos os capítulos do que se chama de arte brasileira, pelas mãos de Diego Mendonça que, em outubro, recebeu em Londres, o Prêmio Top of Mind, na categoria Artista Internacional. Além disso, essa realidade presente nas obras não são fruto de imaginação, mas de inspiração – neto de avô materno negro, muitas vezes presenciou o mesmo sendo discriminado. Hoje, sua resposta, sua luta pela conscientização, tem voz através de sua arte.
“O conceito é justamente o de colocar em nova perspectiva diversos aspectos da sociedade que muitas vezes consideramos consolidados como verdades estabelecidas. Nesse contexto de pensar de novas maneiras, por que não imaginar, por exemplo, que o mundo poderia ter sido colonizado por povos oriundos da África e não pelos europeus?
Isso teria gerado museus, moda e arquiteturas diferentes no mundo ocidental. Basta pensar que a iconografia tradicional de reis e rainhas seria outra. Encarar o mundo de uma outra maneira nos faz perceber como muito do que consideramos normal não passa de hábitos aprendidos – e que pode e deve sempre ser redimensionado em visto por outras perspectivas.”
(Oscar D’Ambrosio é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br )
Sobre Diego Mendonça
O olhar do mineiro Diego Mendonça vê o mundo em cores. Perspectiva que coloca em quadros. Sua pintura expressa retratos da vida. Na visão desse artista, a arte fala por si e leva o espectador a reflexões sobre quem somos, o que fazemos e com que emoção fazemos.
Diego Mendonça não é apenas uma promessa, mas uma realidade artística que já conquistou reconhecimento internacional. Sua capacidade de expressar emoções e questionar conceitos por meio de sua arte é uma prova do profundo legado criativo de Minas Gerais. Como um artista em ascensão, ele contribui para a rica construção artística do estado, agregando uma visão contemporânea e autêntica.
Nascido em 1982, em São João Del Rei/MG, Diego Mendonça é um exemplo notável de alguém que trocou a carreira de advogado para dedicar-se às artes, sua grande paixão. É mestre em Artes, Urbanidades e Sustentabilidade pela Universidade Federal de São João del Rei – MG e foi discípulo de grandes nomes como o pintor Quaglia e Yara Tupynambá. Graduando do curso de Artes Aplicadas da Universidade Federal de São João del Rei – MG. Formado em Direito pelo Instituto de Ensino Superior Presidente Tancredo de Almeida Neves, 2009.
Com um currículo que abrange mais de 70 exposições, tanto individuais como coletivas, incluindo participações em locais renomados como a Sede da ONU em New York, o Louvre em Paris, o Consulado do Brasil em New York e em Versalhes, na França. As obras de Diego Mendonça são inspiradas em cenas do cotidiano, na natureza, na música e na literatura. Suas criações convidam o espectador a refletir sobre a vida e a necessidade humana, proporcionando uma experiência profunda dentro de seu mundo pictórico.










Condecoração tem a missão de promover a educação ambiental em francês e português
– A Escola Municipal Anísio Teixeira, localizada no bairro de São Domingos, em Niterói, recebeu um prêmio do FrancEcolab, ação desenvolvida pela Embaixada da França no Brasil. A condecoração tem o objetivo de inserir a educação ambiental em francês e português nas escolas brasileiras, principalmente nas redes públicas. A escola já havia conquistado duas medalhas de prata nas edições anteriores, mas foi a primeira vez que alcançou o topo do pódio.
Neste ano, a FrancEcolab escolheu, para o livre desenvolvimento por parte das escolas inscritas, o tema “As florestas do Brasil: preservar a biodiversidade”. A turma premiada foi do 5º ano da E. M. Anísio Teixeira. Eles produziram um livro sobre a preservação ambiental das florestas, produzindo ilustrações a partir do uso de materiais recicláveis, tais como folhas e gravetos. A obra foi organizada pela Embaixada da França.
As professoras Jéssica de Paula e Joelma Oliveira auxiliaram as crianças na elaboração da história. Segundo Jéssica, foi uma satisfação e felicidade enorme ver o projeto ser premiado.










Município será o primeiro do país a fazer uma consulta desta natureza
– Em reunião que juntou especialistas renomados em pesquisa e gestão pública de diversas partes do país, a Prefeitura de Niterói consolidou a criação do Conselho Consultivo que vai deliberar e acompanhar as etapas de elaboração da pesquisa Niterói Que Somos. Esse trabalho, coordenado pela Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (Seplag), pretende colher informações adicionais que vão direcionar as políticas públicas no município. A primeira pesquisa está prevista para ir a campo em 2024.
O prefeito de Niterói, Axel Grael, destacou que a pesquisa vai aprimorar a capacidade de avaliar e medir os resultados das ações na cidade.
“Essa é mais uma ação pioneira de Niterói que busca sempre aperfeiçoar as suas políticas públicas. A gente vai ganhar um conjunto de métricas e ter uma metodologia que nos atualize com dados da cidade com o objetivo de que a gestão seja eficiente no uso dos recursos, assertiva em atender às demandas da população e eficiente na forma de executar as políticas. Então, uma base de dados bem dimensionada e bem elaborada vai nos ajudar muito”, explicou Axel Grael.
A Niterói Que Somos é uma pesquisa por amostra de domicílios dentro do município de Niterói e mais uma inovação na gestão pública. A pesquisa vai abranger 8% da população niteroiense, que equivale a cerca de 15 mil domicílios. A consulta será realizada a cada quatro anos com o objetivo de oferecer insumos técnicos para o planejamento e tomada de decisões governamentais regionalizadas; subsidiar a formulação de políticas públicas, avaliar e monitorar ações de governo; além de possibilitar o acompanhamento e desenvolvimento de indicadores.
De acordo com a secretária de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão, Ellen Bonadio Benedetti, a pesquisa vem complementar as ações de planejamento estratégico iniciada em 2013.
“A Niterói Que Somos é uma maneira da gente conhecer a cidade e a população de Niterói e ir muito mais a fundo nos dados, entendendo a percepção da cidade e os desejos dos moradores. Temos um planejamento de 20 anos e para que possamos ter políticas cada vez mais eficientes, precisamos conhecer mais a nossa população”.
A secretária de Planejamento reforçou ainda que o Conselho é formado por grandes especialistas do Brasil. “São pessoas que nos ajudaram a construir o que seria o nosso sistema municipal de avaliação e gestão da informação e agora nos ajudam a pensar a elaboração e a implementação dessa iniciativa para que a gente possa, de fato, ter cada vez mais os resultados dessa pesquisa direcionados àquilo que nós precisamos”.
A pesquisa é um dos instrumentos do Sistema de Avaliação e Gestão da Informação de Políticas Públicas de Niterói (SIMAGI), que é uma inovação no âmbito da gestão pública municipal e envolve todos os órgãos da Prefeitura, assim como entidades parceiras e organizações sociais, na avaliação e gestão da informação de políticas públicas. Essas iniciativas marcam um passo significativo na melhoria da eficiência da administração pública municipal, com a obtenção de dados detalhados e informações precisas para embasar as decisões e políticas para o desenvolvimento de Niterói.
O Conselho Consultivo da Niterói Que Somos, cuja formação final será publicada em portaria em breve, é composto por representantes de órgãos e entidades da administração direta e indireta e convidados com notório saber em pesquisas de larga escala. O Conselho tem como atribuições apreciar e propor demandas de interesse governamental para inclusão no questionário da pesquisa; acompanhar o planejamento e a execução da consulta; e prestar o apoio à divulgação dos resultados no âmbito dos órgãos e entidades.
O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Antônio Cláudio da Nóbrega, já é parceiro de diversos projetos da Prefeitura. “Essa é mais uma articulação de muitas iniciativas existentes e outras que se acrescentam e que nos aproxima de uma cidade inteligente que é algo muito legal de construir e de protagonizar. Eu acho que essa é uma oportunidade importante de articular e de ser uma nova fase dessa integração da universidade com o município de Niterói. Esse é um marco importante porque a UFF tem um impacto muito grande sobre a circulação de pessoas na cidade, com o próprio desenho da movimentação de demandas econômicas e de todo tipo de demanda em serviços públicos e privados”.
Além do reitor da UFF, Antônio Cláudio da Nóbrega; farão parte do Conselho Bernadete Cunha; Clarissa Schlabitz; Monica Viegas; Fábio Waltenberg; Henrique Paim; Paulo Januzzi; Rômulo Paes; Cimar Azeredo; Betina Barbosa (PNUD); Vilma Pinto; Júnia Quiroga (UNFPA). Órgãos da Prefeitura também farão parte do Conselho, com representantes das secretarias de Fazenda; Urbanismo e Mobilidade; além do Escritório de Gestão e Projetos (EGP); e o Sistema de Gestão da Geoinformação (SIGEO).
Um dos especialistas convidados é o professor e coordenador-geral da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE), Paulo Jannuzzi, que falou sobre a gestão acreditar em um projeto de desenvolvimento para a cidade.
“Gostaria de fazer um registro da importância de termos administrações que acreditam no papel do poder público e acreditam efetivamente em políticas públicas. Tivemos tantas turbulências nesse Brasil e vocês persistiram acreditando na importância das políticas públicas. A União, o Estado e os municípios têm um papel absolutamente fundamental da promoção do bem-estar e da felicidade das pessoas. Essas evidências estão por detrás de projetos como o Niterói Que Queremos, de promoção da coesão social da sociedade niteroiense. Também quero evidenciar o esforço no planejamento estratégico com a apropriação dos registros administrativos para constatar o que Niterói precisa para continuar com o seu projeto de desenvolvimento”, concluiu Paulo Januzzi.
Fotos: Lucas Benevides










Neste sábado (11), às 9h, no Campo de São Bento, em Icaraí, Niterói, familiares e amigos da menina Maria Flor, de seis anos, que enfrenta uma batalha contra o um tumor cerebral raro agressivo, glioma pontino intrínseco difuso (DIPG), realizam a 1ª Caminhada Pela Vida da Maria Flor, para mostrar que ela não está sozinha na busca pela cura e que todos acreditam na sua recuperação.
A caminhada também é uma forma de dar visibilidade à campanha de arrecadação de fundos para custear o tratamento da Maria Flor, em Miami, nos Estados Unidos, onde há um estudo na fase três que oferece esperança de cura. Diante do drama da família, amigos tiveram a iniciativa de criar uma vaquinha on-line para que as passagens, os exames e outros custos da viagem de Maria Flor e dos pais aos Estados Unidos. Segundo o pai da menina, Stanley Silva, a família precisa arrecadar entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão. Qualquer valor por menor que seja pode ser doado.
“No primeiro mês, temos que ficar 30 dias em Miami para o acompanhamento médico. E, depois que voltarmos, um dos tutores, eu ou pai, terá que buscar o medicamento pessoalmente. Ele não é passado a terceiros, nem com procuração, para que não haja risco de extravio e nem tráfico de remédio”, explica a mãe da Maria Flor, Juliana Dantas. A menina já passou por 30 sessões de radioterapia. “Vimos melhorias significativas, mas, infelizmente, no mês de agosto, os sintomas retornaram, e o tumor voltou a crescer. Diante dessa situação, decidimos buscar ajuda nos Estados Unidos.
Os pais da Maria Flor, Stanley Silva e Juliana Datas, convida a todos a participar da caminhada, que é uma corrente de amor e solidariedade. “Vista-se de rosa ou branco, leva a sua família, seus amigos, seu bichinho de estimação e junte-se anos neste movimento em favor da vida da nossa filha. Queremos fazer um momento especial e lindo para a nossa princesa”, frisa Juliana Dantas.
Serviço:
1ª Caminhada Pela Vida da Maria Flor
Dia: 11/11 (sábado)
Horário: 9h
Local: Campo de São Bento, em Icaraí, Niterói
Ponto de encontro: Coreto – entrada pela Rua Gavião Peixoto



















