Fagner comemora 50 anos de carreira  no Qualistage

Compositor cearense festeja com os cariocas  no dia 10 de novembro
Sexta-feira, dia 10 de novembro, às 21h30, o Qualistage será palco de um passeio por uma das mais prolíficas e importantes (além de bem-sucedidas) carreiras da MPB. No principal palco do país, o cearense Raimundo Fagner comemora 50 anos de carreira, contados a partir do lançamento de seu primeiro disco, “Manera, Fru Fru, Manera: o último Pau de Arara”, de 1973, uma carta de intenções que já contava com parcerias dele com Belchior (o clássico “Mucuripe”) e com Ronaldo Bastos (“Tambores”), além de “Canteiros”, poema de Cecília Meireles musicado pelo bardo de Orós.
Com uma carta de intenções como essa, Fagner tomou a dianteira da chamada Turma do Ceará (que incluía nomes como Belchior e Ednardo) e construiu uma carreira sólida na MPB, que abrange outros gêneros e sempre deixa evidentes suas raízes nordestinas.
A travessia terá, então, sucessos e surpresas de todas as épocas da carreira de Fagner, como “Coração Alado”, a pungente versão para “As Rosas Não Falam”, de Cartola, os poemas musicados de Florbela Espanca e o lado seresteiro, destacado no disco “Serenata”, de 2020. Um recital para cantar e encantar.
Data: 10 de Novembro (sexta-feira)
Horário: 21h30
Local: Qualistage
Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ
A partir de R$ 140,00
Classificação etária: 18 anos
Menores somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais
Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas
O espaço possui acessibilidade.
A casa segue os protocolos de segurança, como disponibilizar álcool em gel.
O local é periodicamente higienizado. Tudo para garantir a diversão com segurança.

OAB Niterói aborda “Questões Relevantes da Bioética, Biodireito e Direito Médico” no próximo dia 13

 

A OAB Niterói, presidida por Pedro Gomes, promoverá palestra no próximo dia 13, segunda-feira, com o tema “Questões Relevantes da Bioética, Biodireito e Direito Médico.

Coordenado pela Comissão de Bioética e Biodireito, o evento acontece a partir das 17h, no auditório da entidade, com abertura de Pedro Gomes e mediação de Mariana Brito Simões, presidente da Comissão.

Os expositores serão: Solange Cunha, presidente da Comissão de Direito Médico e da Saúde; Patrícia Paiva Abade, Tainah Guimarães Damião Estebanez, Luciana Gurgel e Magna Costa, respectivamente, vice-presidente, delegada, secretária e colaboradora da Comissão de Bioética e Biodireito; Pedro Porto Alves, Fernanda Melo e Fernando Lamego de Souza Campos, respectivamente, delegados e colaborador da Comissão de Direito Médico e da Saúde.

#advogado #advocacia #oabrj #oabniteroi #esaniteroi #cfoab #caarj

@dr.pedro_gomes

@juniornit84

 

Governo do Estado inicia limpeza do Rio Alcântara em São Gonçalo

Por meio da SEAS e do INEA, Limpa Rio vai remover cerca de 105 mil metros cúbicos de sedimentos do rio, minimizando impactos de enchentes

A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) e o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) iniciaram, nesta terça-feira (07/11), uma nova etapa do Limpa Rio em São Gonçalo, Região Metropolitana. Com previsão de seis meses de serviços, a limpeza e o desassoreamento do Rio Alcântara contemplarão um trecho de 4,8 km, entre o bairro de Alcântara e o seu deságue no Rio Guaxindiba, Jardim Catarina. Cerca de 300 mil moradores serão beneficiados com a segurança ambiental e a qualidade de vida que a limpeza do rio proporciona. O início das ações foi acompanhado pelo secretário do Ambiente e vice-governador, Thiago Pampolha, secretário das Cidades, Douglas Ruas, e do prefeito gonçalense, Capitão Nelson.
 
– O Limpa Rio vai minimizar os transtornos que as inundações decorrentes do transbordamento do Rio Alcântara causam aos moradores de bairros que estão entre os mais populosos do estado, como Alcântara e Jardim Catarina. A previsão é retirar aproximadamente 105 mil m³ de sedimentos desse importante corpo hídrico para o município. É um serviço fundamental à população, fruto de uma parceria entre o Governo do Estado e a prefeitura de São Gonçalo – destacou Pampolha.
 
Só no primeiro semestre deste ano, o Programa Limpa Rio beneficiou 401 rios e canais de 50 cidades fluminenses. Foram 183 quilômetros de limpeza e desassoreamento.  As intervenções retiraram 491.775 metros cúbicos de sedimentos para destinação ambiental adequada.
 
Visitas às obras do MUVI
 
Em visita às obras do MUVI (Mobilidade Urbana Verde Integrada), junto ao secretário das Cidades e ao prefeito de São Gonçalo, Thiago Pampolha destacou ações coordenadas de limpeza de rios no entorno de uma das maiores obras de infraestrutura do estado.
 
Com a proximidade do período chuvoso, o objetivo do serviço é dar fluidez à drenagem dos trechos que recebem intervenções, impedindo atrasos nas obras e transtornos à população da cidade. Entre os bairros de Neves e Guaxindiba, a Secid executa a construção de 18 quilômetros de corredor viário seletivo para ônibus e implantação de 16 quilômetros de ciclovia, além de pavimentação, drenagem e sinalização.

Instituições de  Niterói promovem mesa de debates

 sobre futuro da reabilitação no país

 

Os desafios para a democratização da saúde no Brasil atual serão o eixo principal do IX Colóquio dos Centros Especializados em Reabilitação, que acontece no dia 23 de novembro, no auditório da Pestalozzi de Niterói. Os colóquios, que são realizados anualmente pelas instituições credenciadas pelo Ministério da Saúde como CER (Centro Especializado em Reabilitação), sediadas em Niterói, são um compromisso assumido desde a criação do programa pelo Governo Federal.

Em Niterói, a Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), a Associação Fluminense de Amparo aos Cegos(AFAC) e a Pestalozzi de NIterói integram a rede CER no município e são as organizadoras do Colóquio, que conta com o apoio da Associação das Instituições do Terceiro Setor (Assist-Niterói). As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico www.coloquiocerniteroi.com

“Esse tipo de encontro não se trata de uma obrigação formal exigida pelo poder público, mas um compromisso que as instituições niteroienses firmaram entre si, desde quando o programa foi instituído. Fazemos uma espécie de balanço do trabalho desenvolvido até aqui e procuramos apontar as perspectivas do cuidado com a pessoa com deficiência para os próximos anos”, destaca Jussara da Silva Freitas, presidente da Pestalozzi, que é a anfitriã do encontro de 2023.

Entre os convidados estão especialistas da área da pessoa com deficiência do município, do governo federal e de instituições acadêmicas como a Universidade Federal Fluminense e a Fiocruz. Também está prevista a participação de autoridades das secretarias de saúde do Estado e de Niterói.

Serão três mesas de debates que vão girar em torno dos seguintes temas: Viver Sem Limites 2: Novas Perspectivas; Sustentabilidade e Custeio da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência; e  a última sobre Avaliação Biopsicossocial da Deficiência.

O Colóquio está previsto para começar às 9 horas, com encerramento às 17 horas. As inscrições são gratuitas e abertas a estudantes e profissionais da área da saúde, reabilitação e serviço social e dirigentes de instituições do terceiro setor.

 

A Pestalozzi de Niterói fica na Estrada Caetano Monteiro, 857, em Pendotiba – Niterói – RJ

O jornalista e fotógrafo Pedro Mendes Levier aapresenta a exposição “Entre Fronteiras”, no Centro Cultural Correios RJ, sobre migrantes em busca de refúgio e suas histórias.

 
 
 
Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico/iluminação de Alê Teixeira, a mostra traz fotos inéditas no Brasil.
 
 
 
 
Pedro Mendes Levier abre a exposição “Entre Fronteiras”, no Centro Cultural Correios RJ, trazendo fotos inéditas no Brasil, de diversas regiões do que ficou conhecida, entre migrantes, em lugares como a Ilha de Lesbos, na Grécia e regiões da Rota dos Balcãs, trajeto de diversos migrantes a caminho da Europa ocidental, com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico/iluminação de Alê Teixeira, ate 11 de novembro.
 
 
Realizado entre 2019 e 2020, o trabalho envolve fortes componentes humanos e se concentrou em regiões fronteiriças do Espaço Schengen (formado por 26 dos 27 países que formam a União Europeia), em países como Bósnia, Grécia e Macedônia do Norte. Lugares onde migrantes eram confinados e enfrentaram grande resistência para continuar seu caminho em busca de refúgio em países da Europa ocidental. 
 
 
A mostra certamente vai impactar os visitantes, pois transporta a uma época em que os migrantes já eram pessoas confinadas em suas realidades e espaço, logo antes da epidemia da COVID-19 confinar o restante do mundo. 
 
 
 
“Entre Fronteiras” por Pedro Mendes Levier 
 
 
“O Jogo” – é assim que pessoas em busca de refúgio se referem ao momento em que vão cruzar alguma fronteira. Em 2019, meses antes da pandemia da COVID-19, o mundo via crescer tanto uma nova onda migratória em direção à Europa ocidental. 
 
 
Em dezembro daquele ano, visitei a região montanhosa e rural do noroeste da Bósnia, perto da fronteira com a Croácia. O governo criou um campo de refugiados no meio da mata, em um antigo aterro sanitário. Chamado de Vučjak, o lugar gerava apreensão de diversas organizações de defesa dos direitos humanos. 
 
 
Situado em um vale a 10 quilômetros da pequena cidade de Bihać, as condições eram muito precárias e apenas a Cruz Vermelha tinha autorização para entrar. Quando cheguei, a neve deu uma trégua e parou de cair por alguns dias. Mas a chuva, o vento e o frio permaneceram. Quase 700 pessoas – todas homens – faziam uma greve de fome, que já durava 4 dias, para protestar contra as condições desumanas que enfrentavam. A polícia local diariamente recolhia migrantes pelas estradas ou em prédios e fábricas abandonadas, e os levavam para o campo de Vučjak: um descampado sem assistência médica, com acesso precário à água e à energia elétrica. A piora do inverno, com previsão da volta de neve e quedas bruscas de temperatura, indicava que uma enorme tragédia humanitária estava prestes a acontecer.
 
 
Em outra parte da Rota dos Balcãs, estive na região montanhosa do município de Kumanovo – noroeste da Macedônia do Norte, fronteira com a Sérvia. Lá, fica o acampamento de trânsito de Tabanovce. Migrantes chegavam no meio da madrugada, recebendo atendimento médico e uma cama para poder descansar por alguns dias, antes de seguirem viagem. A partir das primeiras horas da manhã, uma equipe de paramédicos percorria as montanhas em busca de quem precisasse de comida ou algum tipo de ajuda.
Um ponto onde se iniciam muitos desses percursos era o Campo de Moria – na ilha grega de Lesbos. Estive lá em fevereiro de 2020 – semanas antes do campo entrar em lockdown por causa da COVID-19. Sete meses depois, no auge da pandemia, o campo ardeu em chamas e foi completamente destruído. Moria era um desastre anunciado: um lugar construído para acomodar 2800 pessoas, mas que já reunia quase 20 mil homens, mulheres e crianças. Nessa época, a pequena ilha grega estava em ebulição – moradores protestavam contra o contínuo crescimento do Campo de Moria – os botes, com pessoas em busca de refúgio, vindos da Turquia, chegavam diariamente. Jornalistas e fotógrafos não eram bem-vindos. Acho que tive sorte: em uma situação tensa a caminho do campo, o que salvou meu equipamento foram as bandeiras do Brasil coladas tanto na câmera, como no meu casaco.
Um registro de tempo, de pessoas vivendo confinadas em condições desumanas, logo antes do mundo entrar em um outro tipo de confinamento.”
Sobre Pedro Mendes Levier 
Nascido e criado no Rio de Janeiro, Pedro Mendes Levier passou seus primeiros anos profissionais atuando como redator, roteirista e diretor, em agências de propaganda e produtoras audiovisuais, como W/McCann e Conspiração Filmes.
Desde 2014, integra o time jornalístico do programa Fantástico, na TV Globo. Apaixonado por narrativas visuais, concluiu em 2022 um mestrado em Documentário e Fotojornalismo na renomada agência de fotografia Magnum Photos, fundada em 1947 por grandes fotógrafos como Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, George Rodger, entre outros. O mestrado foi realizado em parceria com a escola francesa de fotografia – Spéos Photography School.
Pedro participou de exposições coletivas na Galeria da Magnum (Paris) e na InsideOut (Shangai). Seu trabalho fotográfico foi reconhecido em diversos eventos internacionais, tendo recebido prêmios nos festivais PX3 Prix de La Photographie Paris, Grand Prix Photo Reportage Paris Match, Tifa – Tokyo International Foto Award, Budapest International Photo Award, Documentary Family Awards, entre outros.
Sobre Carlos Bertão (Curadoria)
 
 
Carioca, advogado, formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com mestrado na Universidade de Nova Iorque (NYU), trabalhou em escritórios de advocacia no Rio de Janeiro, São Paulo e Nova Iorque.
Em 1980, foi contratado pelo Banco Mundial, em Washington, onde trabalhou por quase vinte anos.
Colecionador de obras de arte há mais de 40 anos, ao se aposentar do Banco Mundial retornou ao Brasil e passou a se dedicar à produção e curadoria de exposições.
 

Foi curador, entre outras, de exposições no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro, Espaço Cultural Correios, em Niterói,no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal, em São Paulo, no Museu de Arte Contemporânea do Estado de Mato Grosso do Sul – MARCO.
 
 
Hoje divide seu tempo entre o Rio de Janeiro e Bonito, MS, tendo concebido e executado o projeto IMERSÕES MS, que envolveu um trabalho de residência do renomado artista plástico Carlos Vergara na região da Serra da Bodoquena, também com a previsão de  uma exposição no Museu de Arte Contemporânea do Estado de Mato Grosso do Sul – MARCO e a preparação e execução de um livro e de um vídeo do trabalho desenvolvido durante a residência.
 
 
Foi, também, Curador da exposição CONSCIÊNCIA, do artista peruano Ivan Ciro Palomino, produzida pela ONU, e realizada no Centro Cultural Correios RJ, no período de 25/09/19 a 19/01/20, que foi visitada por 143.524 pessoas.
 

Em todas as exposições que curou, nas quais apresentou obras de mais de 40 artistas, Carlos Bertão contou com a participação de Alê Teixeira, que foi responsável pelo design e pela iluminação delas.
 
Serviço
 

Exposição: “Entre Fronteiras”
Artista: Pedro Mendes Levier
Curadoria: Carlos Bertão
Design expográfico e iluminação: Alê Teixeira
Abertura: 28 de setembro de 2023 às 15h
Visitação: 28 de setembro a 11 de novembro de 2023
De terça a sábado, das 12h às 19h
Local: Centro Cultural Correios RJ – 2º andar – salas B e C
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – 20010-976 – Rio de Janeiro – RJ
Censura Livre
Gratuito
Apoio: Centro Cultural Correios RJ
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Público alvo: O projeto pretende atingir estudantes, professores, artistas, críticos, visitantes do espaço cultural, frequentadores do Centro do Rio e público em geral de faixa etária, nível socioeconômico e cultural diferenciados. 
Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção a Rua da Alfândega); ônibus (saltar em pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio Branco/Uruguaiana).
Informações: (21) 2253-1580 / E-mail: centroculturalrj@correios.com.br
A unidade conta com acesso para pessoas cadeirantes

O artista plástico Diego Mendonça traz coleção que retrata crianças com roupas de realeza e estampas africanas para homenagear o mês da Consciência Negra

 
 
 
Recém premiado com o Top of Mind de Artista Internacional, Diego provoca o observador com um questionamento através da arte, onde cada quadro representa aquilo que as crianças necessitam.
 
 
 
 

No mês da Consciência Negra, Diego Mendonça empresta seus pincéis para dar voz à ancestralidade e à herança africana, tão presentes em nossa cultura, através de sua coleção que retrata crianças com roupas da realeza, mas com estampas africanas, cada uma delas representando um direito ou sentimento necessário ao desenvolvimento infantil.  Com uma técnica aprimorada e esse conceito, o artista  mostra aquilo que as crianças, seja qual for a sua cor, necessitam: amor, alimento, palavra de Deus, oração, cuidado, luz e dedicação. Dessa maneira, por intermédio da arte, oferece ao observador aspectos da nossa sociedade que precisam ser urgentemente revisitados.

Se existe uma pretensão nessa coleção, é acabar de vez com qualquer dúvida que recaia sobre a existência e a potência da cultura negra brasileira. Essas crianças  não são notas de rodapé, são o tema que atravessa todos os capítulos do que se chama de arte brasileira, pelas mãos de Diego Mendonça que, em outubro, recebeu em Londres, o Prêmio Top of Mind, na categoria Artista Internacional. Além disso, essa realidade presente nas obras não são fruto de imaginação, mas de inspiração – neto de avô materno negro, muitas vezes presenciou o mesmo sendo discriminado. Hoje, sua resposta, sua luta pela conscientização, tem voz através de sua arte.

“O conceito é justamente o de colocar em nova perspectiva diversos aspectos da sociedade que muitas vezes consideramos consolidados como verdades estabelecidas. Nesse contexto de pensar de novas maneiras, por que não imaginar, por exemplo, que o mundo poderia ter sido colonizado por povos oriundos da África e não pelos europeus?

Isso teria gerado museus, moda e arquiteturas diferentes no mundo ocidental. Basta pensar que a iconografia tradicional de reis e rainhas seria outra. Encarar o mundo de uma outra maneira nos faz perceber como muito do que consideramos normal não passa de hábitos aprendidos – e que pode e deve sempre ser redimensionado em visto por outras perspectivas.”

(Oscar D’Ambrosio é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br )


 

Sobre Diego Mendonça

O olhar do mineiro Diego Mendonça vê o mundo em cores. Perspectiva que coloca em quadros. Sua pintura expressa retratos da vida. Na visão desse artista, a arte fala por si e leva o espectador a reflexões sobre quem somos, o que fazemos e com que emoção fazemos.

Diego Mendonça não é apenas uma promessa, mas uma realidade artística que já conquistou reconhecimento internacional. Sua capacidade de expressar emoções e questionar conceitos por meio de sua arte é uma prova do profundo legado criativo de Minas Gerais. Como um artista em ascensão, ele contribui para a rica construção artística do estado, agregando uma visão contemporânea e autêntica.

Nascido em 1982, em São João Del Rei/MG, Diego Mendonça é um exemplo notável de alguém que trocou a carreira de advogado para dedicar-se às artes, sua grande paixão. É mestre em Artes, Urbanidades e Sustentabilidade pela Universidade Federal de São João del Rei – MG e foi discípulo de grandes nomes como o pintor Quaglia e Yara Tupynambá.  Graduando do curso de Artes Aplicadas da Universidade Federal de São João del Rei – MG. Formado em Direito pelo Instituto de Ensino Superior Presidente Tancredo de Almeida Neves, 2009.

Com um currículo que abrange mais de 70 exposições, tanto individuais como coletivas, incluindo participações em locais renomados como a Sede da ONU em New York, o Louvre em Paris, o Consulado do Brasil em New York e em Versalhes, na França. As obras de Diego Mendonça são inspiradas em cenas do cotidiano, na natureza, na música e na literatura. Suas criações convidam o espectador a refletir sobre a vida e a necessidade humana, proporcionando uma experiência profunda dentro de seu mundo pictórico.

 
 

Escola Municipal Anísio Teixeira em Niterói recebe prêmio da embaixada francesa

Condecoração tem a missão de promover a educação ambiental em francês e português

 – A Escola Municipal Anísio Teixeira, localizada no bairro de São Domingos, em Niterói, recebeu um prêmio do FrancEcolab, ação desenvolvida pela Embaixada da França no Brasil. A condecoração tem o objetivo de inserir a educação ambiental em francês e português nas escolas brasileiras, principalmente nas redes públicas. A escola já havia conquistado duas medalhas de prata nas edições anteriores, mas foi a primeira vez que alcançou o topo do pódio.

Neste ano, a FrancEcolab escolheu, para o livre desenvolvimento por parte das escolas inscritas, o tema “As florestas do Brasil: preservar a biodiversidade”. A turma premiada foi do 5º ano da E. M. Anísio Teixeira. Eles produziram um livro sobre a preservação ambiental das florestas, produzindo ilustrações a partir do uso de materiais recicláveis, tais como folhas e gravetos. A obra foi organizada pela Embaixada da França.

As professoras Jéssica de Paula e Joelma Oliveira auxiliaram as crianças na elaboração da história. Segundo Jéssica, foi uma satisfação e felicidade enorme ver o projeto ser premiado.

“Toda a comunidade escolar ficou feliz com o prêmio. Além disso, estamos todos emocionados com o fato de a escola pública estar sendo vista, mostrando que existe um trabalho de qualidade sendo desenvolvido na Rede Municipal de Educação”, pontuou.

As crianças também ficaram muito felizes com a medalha de ouro. A estudante Mariana Oliva, de 10 anos, contou um pouco do processo de criação da história campeã.

“O trabalho feito pela turma usou materiais recicláveis, como folhas, gravetos e outras coisas da natureza. Para escrever, a gente recortou letras de revistas. Não usamos tinta, pois tínhamos que usar materiais que poluíssem pouco. Fiquei muito feliz e com a sensação de que fizemos um trabalho muito bonito, bem feito”, explicou.

Já Alice da Silva, de 11 anos, fez questão de contar que a turma se divertiu e aprendeu muito ao participar da competição.
“No momento em que o trabalho estava sendo feito, a turma se uniu ainda mais. A turma mostrou o seu talento. Eu fiquei muito feliz, porque nós fizemos tudo isso com muito amor e carinho”, contou.

Niterói que Somos: Prefeitura cria conselho consultivo para realizar pesquisa em domicílios

 

 

Município será o primeiro do país a fazer uma consulta desta natureza  

 

 – Em reunião que juntou especialistas renomados em pesquisa e gestão pública de diversas partes do país, a Prefeitura de Niterói consolidou a criação do Conselho Consultivo que vai deliberar e acompanhar as etapas de elaboração da pesquisa Niterói Que Somos. Esse trabalho, coordenado pela Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão (Seplag), pretende colher informações adicionais que vão direcionar as políticas públicas no município. A primeira pesquisa está prevista para ir a campo em 2024.

 

O prefeito de Niterói, Axel Grael, destacou que a pesquisa vai aprimorar a capacidade de avaliar e medir os resultados das ações na cidade.

 

“Essa é mais uma ação pioneira de Niterói que busca sempre aperfeiçoar as suas políticas públicas. A gente vai ganhar um conjunto de métricas e ter uma metodologia que nos atualize com dados da cidade com o objetivo de que a gestão seja eficiente no uso dos recursos, assertiva em atender às demandas da população e eficiente na forma de executar as políticas. Então, uma base de dados bem dimensionada e bem elaborada vai nos ajudar muito”, explicou Axel Grael.

 

Niterói Que Somos é uma pesquisa por amostra de domicílios dentro do município de Niterói e mais uma inovação na gestão pública. A pesquisa vai abranger 8% da população niteroiense, que equivale a cerca de 15 mil domicílios. A consulta será realizada a cada quatro anos com o objetivo de oferecer insumos técnicos para o planejamento e tomada de decisões governamentais regionalizadas; subsidiar a formulação de políticas públicas, avaliar e monitorar ações de governo; além de possibilitar o acompanhamento e desenvolvimento de indicadores.

 

De acordo com a secretária de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão, Ellen Bonadio Benedetti, a pesquisa vem complementar as ações de planejamento estratégico iniciada em 2013.

 

“A Niterói Que Somos é uma maneira da gente conhecer a cidade e a população de Niterói e ir muito mais a fundo nos dados, entendendo a percepção da cidade e os desejos dos moradores. Temos um planejamento de 20 anos e para que possamos ter políticas cada vez mais eficientes, precisamos conhecer mais a nossa população”.

 

A secretária de Planejamento reforçou ainda que o Conselho é formado por grandes especialistas do Brasil. “São pessoas que nos ajudaram a construir o que seria o nosso sistema municipal de avaliação e gestão da informação e agora nos ajudam a pensar a elaboração e a implementação dessa iniciativa para que a gente possa, de fato, ter cada vez mais os resultados dessa pesquisa direcionados àquilo que nós precisamos”.

 

A pesquisa é um dos instrumentos do Sistema de Avaliação e Gestão da Informação de Políticas Públicas de Niterói (SIMAGI), que é uma inovação no âmbito da gestão pública municipal e envolve todos os órgãos da Prefeitura, assim como entidades parceiras e organizações sociais, na avaliação e gestão da informação de políticas públicas. Essas iniciativas marcam um passo significativo na melhoria da eficiência da administração pública municipal, com a obtenção de dados detalhados e informações precisas para embasar as decisões e políticas para o desenvolvimento de Niterói.

 

O Conselho Consultivo da Niterói Que Somos, cuja formação final será publicada em portaria em breve, é composto por representantes de órgãos e entidades da administração direta e indireta e convidados com notório saber em pesquisas de larga escala. O Conselho tem como atribuições apreciar e propor demandas de interesse governamental para inclusão no questionário da pesquisa; acompanhar o planejamento e a execução da consulta; e prestar o apoio à divulgação dos resultados no âmbito dos órgãos e entidades.

 

O reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Antônio Cláudio da Nóbrega, já é parceiro de diversos projetos da Prefeitura. “Essa é mais uma articulação de muitas iniciativas existentes e outras que se acrescentam e que nos aproxima de uma cidade inteligente que é algo muito legal de construir e de protagonizar. Eu acho que essa é uma oportunidade importante de articular e de ser uma nova fase dessa integração da universidade com o município de Niterói. Esse é um marco importante porque a UFF tem um impacto muito grande sobre a circulação de pessoas na cidade, com o próprio desenho da movimentação de demandas econômicas e de todo tipo de demanda em serviços públicos e privados”.

 

Além do reitor da UFF, Antônio Cláudio da Nóbrega; farão parte do Conselho Bernadete Cunha; Clarissa Schlabitz; Monica Viegas; Fábio Waltenberg; Henrique Paim; Paulo Januzzi; Rômulo Paes; Cimar Azeredo; Betina Barbosa (PNUD); Vilma Pinto; Júnia Quiroga (UNFPA). Órgãos da Prefeitura também farão parte do Conselho, com representantes das secretarias de Fazenda; Urbanismo e Mobilidade; além do Escritório de Gestão e Projetos (EGP); e o Sistema de Gestão da Geoinformação (SIGEO).

 

Um dos especialistas convidados é o professor e coordenador-geral da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE), Paulo Jannuzzi, que falou sobre a gestão acreditar em um projeto de desenvolvimento para a cidade.

 

“Gostaria de fazer um registro da importância de termos administrações que acreditam no papel do poder público e acreditam efetivamente em políticas públicas. Tivemos tantas turbulências nesse Brasil e vocês persistiram acreditando na importância das políticas públicas. A União, o Estado e os municípios têm um papel absolutamente fundamental da promoção do bem-estar e da felicidade das pessoas. Essas evidências estão por detrás de projetos como o Niterói Que Queremos, de promoção da coesão social da sociedade niteroiense. Também quero evidenciar o esforço no planejamento estratégico com a apropriação dos registros administrativos para constatar o que Niterói precisa para continuar com o seu projeto de desenvolvimento”, concluiu Paulo Januzzi.

Fotos: Lucas Benevides

 

 

Menina que sofre com câncer raro ganha caminhada de apoio pela cura*

Neste sábado (11), às 9h, no Campo de São Bento, em Icaraí, Niterói, familiares e amigos da menina Maria Flor, de seis anos, que enfrenta uma batalha contra o um tumor cerebral raro agressivo, glioma pontino intrínseco difuso (DIPG), realizam a 1ª Caminhada Pela Vida da Maria Flor, para mostrar que ela não está sozinha na busca pela cura e que todos acreditam na sua recuperação.

A caminhada também é uma forma de dar visibilidade à campanha de arrecadação de fundos para custear o tratamento da Maria Flor, em Miami, nos Estados Unidos, onde há um estudo na fase três que oferece esperança de cura. Diante do drama da família, amigos tiveram a iniciativa de criar uma vaquinha on-line para que as passagens, os exames e outros custos da viagem de Maria Flor e dos pais aos Estados Unidos. Segundo o pai da menina, Stanley Silva, a família precisa arrecadar entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão. Qualquer valor por menor que seja pode ser doado.

“No primeiro mês, temos que ficar 30 dias em Miami para o acompanhamento médico. E, depois que voltarmos, um dos tutores, eu ou pai, terá que buscar o medicamento pessoalmente. Ele não é passado a terceiros, nem com procuração, para que não haja risco de extravio e nem tráfico de remédio”, explica a mãe da Maria Flor, Juliana Dantas. A menina já passou por 30 sessões de radioterapia. “Vimos melhorias significativas, mas, infelizmente, no mês de agosto, os sintomas retornaram, e o tumor voltou a crescer. Diante dessa situação, decidimos buscar ajuda nos Estados Unidos.

Os pais da Maria Flor, Stanley Silva e Juliana Datas, convida a todos a participar da caminhada, que é uma corrente de amor e solidariedade. “Vista-se de rosa ou branco, leva a sua família, seus amigos, seu bichinho de estimação e junte-se anos neste movimento em favor da vida da nossa filha. Queremos fazer um momento especial e lindo para a nossa princesa”, frisa Juliana Dantas.

Serviço:
1ª Caminhada Pela Vida da Maria Flor
Dia: 11/11 (sábado)
Horário: 9h
Local: Campo de São Bento, em Icaraí, Niterói

Ponto de encontro: Coreto – entrada pela Rua Gavião Peixoto

 

Psicologia das cores com Vanessa Sobral Pinto e Angela Alves

 

As convidadas presentes no encontro “Psicologia das cores na construção da autoesma”
O encontro com a especialista em coloração pessoal Vanessa Sobral Pinto e a psicóloga
AngelaAlves,comotema”Psicologiadascoresnaconstruçãodaautoesma”foium
sucesso!
Asconvidadasouviramumdepoimentosobrecomoulizarascoresaseufavor,e
assisramVanessarealizandoumacoloraçãopessoalnasortudaThaísdePaula,que
foi a escolhida para ser agraciada nesta noite.
Terminamosemclimadefesta,comumbrindedeespumanteedescontração,turma
linda e animada!
Marcarampresença:AdrianaDagfal,AnaLauraRanquine,AndreaCaldas,CarlaLage,
CarolineSandenberg,CidaBaihana,TerezaHelmold,ThaisdePaula,ViviVenturae
Amanda Siqueira.