Martha Dytz lança livro hoje para preservar a Mata Atlantica

 

A Mata Atlantantica agoniza, ainda, em pleno Brasil. Mas, se depender da escritora e artista plastica Martha Dytz, essa luta será repleta de conciencia e com vitoria certa. Sua arma é pacífica e cativante, o livro “Gigi Pó de Estrela, pela Mata Atlântica eu vou…”, que sera lancado hoje, às 15h, na Livraria da Travessa, no Barra Shopping. Programa imperdível. Valido para adultos e criancas!!!

 

Dia do trigo: mitos e verdades sobre o alimento tão polêmico

 

 

 

Especialistas comentam sobre os benefícios, além das características do segundo alimento mais produzido no mundo. Intolerâncias e alergias podem surgir, mas procure um especialista

 

Dia 10 de novembro é comemorado o Dia do Trigo, cereal cultivado em todo o mundo há mais de oito mil anos e o segundo mais produzido no mundo, atrás apenas do milho. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), o Brasil pode produzir 10 milhões de toneladas de trigo apenas em 2022. O número fica acima da projeção do governo de 9 milhões de toneladas. Mas esse alimento que movimenta a economia brasileira ainda gera muita polêmica quando o assunto é nutrição.

 

Sabe-se que o trigo é um alimento extremamente importante para a saúde no aspecto nutricional. Além de ser uma importante fonte de energia para o organismo, por ser um carboidrato, é um alimento rico em vitaminas e minerais essenciais para vida humana, como as vitaminas do complexo B, o potássio, o fósforo e o magnésio. Mas, onde ele é encontrado? A forma mais comum de consumo do trigo é a refinada, feita através da farinha de trigo encontrada comumente em preparações de doces, salgados, sopas, purês, saladas e iogurtes.

 

De acordo com o nutricionista da Science Play, plataforma de divulgação de conteúdos voltados para o universo da saúde, Omar de Faria Neto, o trigo comum (Triticum spp), representa uma importante fonte alimentar para a população mundial, sendo conhecido por seu uso na culinária, além de seu uso para fins medicinais. O especialista ressalta ainda que existem diversas formas do consumo do alimento, mas que é preciso ficar atento, pois algumas formas podem ser prejudiciais para a saúde.

 

“O trigo pode gerar um papel muito importante na alimentação, promovendo saúde, desde que não seja consumido em sua forma refinada (a famosa farinha branca). Quando há o consumo de alimentos que contenham preferencialmente o farelo de trigo integral, pode oferecer boas fontes de fibras (além de ajudar no funcionamento do trânsito intestinal servindo de alimento para as boas bactérias que vivem em nosso intestino)”, destaca o nutricionista.

 

Omar explica também que o ideal é sempre utilizar o farelo de trigo para elaborar preparações como: bolos, pães, mingau, biscoitos e outros e que o alimento pode ser consumido com frutas e outros alimentos. “É importante ressaltar que a farinha de trigo integral é melhor que a farinha branca, contendo um pouco mais de fibra que sua ‘irmã’ já supracitada, porém, não deixa de ser farinha também, o que é preciso cautela no consumo.”

 

Trigo e o glúten

 

O glúten é a proteína de armazenamento do trigo e é composto por uma mistura complexa de proteínas, principalmente gliadina e glutenina. Um dos componentes do glúten, a gliadina, contém uma série de sequências de aminoácidos (mais de 100) e que possui alta resistência à digestão no sistema digestório, podendo gerar sintomas gastrointestinais e resposta imunológica na doença celíaca, por exemplo. Mas, existem as pessoas que são intolerantes ao glúten.

 

A sensibilidade não celíaca ao glúten (também conhecida como intolerância ao glúten) é uma síndrome caracterizada por sintomas, intestinais ou extra-intestinais, relacionados à ingestão de glúten, mas que geralmente não apresentam lesões orgânicas ou alterações em exames, e que melhoram na sua retirada da dieta. Já na alergia ao trigo, há envolvimento do sistema imunológico e sintomas que podem acometer os sistemas respiratório e cardiovascular, e variam de leves a muito graves.

 

O gastroenterologia do Hospital Anchieta de Brasília, Rodrigo Aires de Castro, conta que a doença celíaca é uma patologia de base genética que se caracteriza pelo desenvolvimento de uma reação imunológica anormal, após a ingestão de glúten, que provoca lesão no revestimento interno do intestino e, em casos mais graves, em outros órgãos do corpo.

 

“O diagnóstico rotineiramente é feito com a avaliação combinada de sinais, sintomas, exames laboratoriais e biópsia de intestino, correlacionados com a ingestão do glúten. Em casos selecionados podemos nos valer de um teste genético.O único tratamento real para todas as doenças relacionadas ao glúten é a sua retirada da dieta. Alguns medicamentos podem ser úteis para redução dos sintomas, mas não tratam a doença em si”, explica o gastro.

 

Rodrigo alerta ainda para que as pessoas que sintam desconforto após o consumo de glúten procure um(a) gastroenterologista, pois ele(a), junto a toda uma equipe multidisciplinar, poderá lhe ajudar tanto a chegar a um diagnóstico do seu problema, quanto a conduzir um tratamento que lhe permita viver com qualidade de vida.

 

O nutricionista Omar de Faria Neto acrescenta que, para os alérgicos ou aqueles que não têm interesse em consumir a proteína, é possível consumir o trigo sem o glúten. “O trigo sarraceno não possui glúten. Diferente do cereal convencional, o sarraceno é uma semente de casca dura. Rico em fibras e minerais, ajuda na função intestinal e pode ajudar no controle da saciedade.“Outra possibilidade seria usar possíveis farinhas sem glúten, mas, que não são de trigo, para fazer preparações, como: farinha de amêndoas, de arroz, de milho, de coco, amaranto, aveia sem glúten, psyllium e até de feijão branco.”

 

Polêmicas

Apesar de ter quem ame ou odeie o trigo, um fato que causa muita polêmica envolvendo o alimento é de que muita gente acredita que ele engorda e deixa as pessoas inchadas, prejudicando assim quem está fazendo acompanhamento para emagrecer. Omar esclarece que casos de inchaço podem ocorrer por uma intolerância, já o consumo em dietas vai depender da necessidade de ingestão energética ao dia x quantidade de carboidratos, sempre determinados por um especialista.

“Existem pessoas que podem apresentar intolerância ao trigo, mas não são portadoras da doença celíaca. Algumas podem apresentar ainda certa dificuldade na digestão desse alimento, fazendo o intestino liberar determinados hormônios que desaceleram o trânsito gastrointestinal, promovendo sensação de inchaço abdominal. Já para o emagrecimento, tudo vai depender da quantidade do alimento a ser consumido. O trigo pode conter alta densidade energética, principalmente, quando se trata de carboidratos. Porém, assim como o trigo, o arroz, o pão, a aveia, frutas, tubérculos (batatas, mandioca e outros) podem fazer parte sim de um plano alimentar para emagrecimento”, finaliza .

 

 

Karen Acioly – quatro décadas estimulando o pensamento criativo e o afeto das crianças

A artista, que trabalha com multilinguagens, lança o seu 19º livro: A Dramaturgia da Ópera para Crianças – Cultura e Simbolismos

No dia 25 de novembro, sexta-feira, às 19h, será lançado no Rio de Janeiro o mais novo livro da multiartista Karen Acioly: A Dramaturgia da Ópera para Crianças – Cultura e Simbolismos, na sede da Editora Multifoco, no Centro. Com 40 anos de carreira, a autora apresenta sua 19ª obra ampliando ainda mais o espaço da literatura infantojuvenil. São 144 páginas, com 24 imagens de óperas infantis escritas e dirigidas por Karen. E no dia 1º de dezembro, haverá uma noite de autógrafos e bate-papo com Marcelo De Carvalho e Lívia Jacob, no Janela, no Jardim Botânico.

“Nestes dois anos e meio de pesquisa e imersão sobre a ópera para crianças descobri que havia um mar de dúvidas sobre o que é, afinal, a ópera para crianças. Maestros, compositores, cantores, encenadores, artistas, musicólogos discordavam entre si. Pareciam dominar as “regras” da ópera tradicional, porém tais regras não levavam em conta o universo ainda bem misterioso: a criança e seu imaginário. Esse livro é, para mim, a pedra de toque para desvendar esse mistério pleno de potência, símbolos, histórias, sonhos, afetos e sensações. Matérias – primas fundamentais para entender a importância da narrativa das crianças na ópera a elas dedicada” – afirma Karen Acioly.

A pré-venda já está disponível através deste link:

https://editoramultifoco.com.br/loja/product/pre-venda-a-dramaturgia-da-opera-para-criancas-cultura-e-simbolismos/

Karen Acioly – Foto: Duharte Fotografia

Sobre Karen Acioly

Ela poderia ser mais uma na multidão. Mas escolheu trilhar pelos caminhos da criação, nas mais diversas linguagens artísticas. Seus trabalhos são diferenciados e com conteúdo não só para os pequenos, mas também para os adultos que desejam enxergar aquilo que está visível aos olhos do cotidiano.

Ela é multiartista: autora, roteirista, dramaturga, diretora, curadora, professora e teatróloga brasileira. Com extensa bagagem artística-cultural, Karen Acioly acumula prêmios e elogios. Carrega consigo a expertise de quem já escreveu e dirigiu mais de 30 peças infanto-juvenis e publicou – até o momento- 17 livros para os novos públicos. Recebeu diversos prêmios tanto na Literatura, como no teatro: Prêmio Melhor Livro de Teatro pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (PNLD) por seus livros Tuhu, o menino Villa Lobos (2008), Os Meus Balōes (2010), Viva o Zé Pereira (2012) e o Prêmio Hors Concours pelo livro A Excêntrica Família Silva (2014). Seus livros Cabelos Arrepiados e Fedegunda receberam o Selo Altamente Recomendável (FNLIJ), sendo este último adotado pelas Escolas Públicas brasileiras pelo Programa PNLD Literário. No teatro recebeu prêmios como Shell, Mambembe, Coca-Cola, Sharp e Zilka Salaberry.

Antes de tudo, foi atriz e participou de grupos de teatro tais quais o Navegando, de Lúcia Coelho, Manhas e Manias e Asdrúbal Trouxe o Trombone. De lá seguiu para a TV Globo, TV Manchete, e, ao lado do tempo, , é referência nas artes do país, principalmente quando o assunto é conteúdo inovador para crianças e adolescentes. Com contribuição primordial para o segmento infantojuvenil, a autora de livros, séries e espetáculos teatrais premiados, Karen Acioly, é especialista na Cultura da (e para a) Infância.Tem atuação destacada na criação de programas e projetos multidisciplinares para novos públicos (novas plateias).

É referência na literatura, no teatro musical e na ópera para crianças e jovens (destacam-se “Fedegunda”, “Bagunça, a ópera baby”, “Experiência Yellow” e “Tuhu, o menino Villa-Lobos”). Sem falar na trajetória como diretora do Centro de Referência Cultura Infância que funcionou durante 14 anos no Teatro do Jockey (fechou em 2014).

Criou seu filho mais ilustre na seara artística: o FIL (Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens), que fez 19 anos em 2022 e trouxe um universo de criadores e criações para uma edição especial: A Experiência da Literatura. Foram 12 espetáculos presenciais, com direito à abertura xamânica, uma ópera instalação, uma exposição, 17 lançamentos de livros, 10 bate-papos com autores e ilustradores da literatura infantil e juvenil, além do Seminários Fil – Encontros Notáveis com nomes da literatura infanto-juvenil.

É fundadora da Borogodó Empreendimentos Culturais e desde 1995 realiza suas produções criativas independentes. Importante ressaltar seu trabalho como membro e fundadora do Grupo Nacional Cultura Infância que visa implementar uma Política pública​ de Estado​ para a Cultura Infância.

(foto: Aralume Fotografia) – Karen Acioly no cenário da ópera-instalação Bem no Meio de sua autoria

Novos tempos

Karen enfrentou a pandemia de forma corajosa, não parou de trabalhar e de estudar. O fruto desta inquietação artística rendeu a ideia de montar a ópera-instalação “Bem no Meio”.

A ópera-instalação foi conhecida, pela primeira vez, no Centro Cultural do Banco do Brasil, dentro da programação do FIL Festival, neste ano patrocinado pela Petrobras.Criada para ser uma experiência contemplativa (como um cinema de várias telas, sem a presença de atores) a montagem joga uma lupa sobre os sentimentos infantis pouco atentos aos ouvidos adultos. A ideia surgiu após dois anos de pesquisa narrativa em que Karen teve uma escuta atenciosa entre diversas crianças de 4 a 12 anos, de diferentes escolas, sobre temas delicados de seus cotidianos dentro do FIL (Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens em 2018 e 2020) – produzido de modo virtual. A pesquisa faz parte da dissertação do Mestrado em Educação “A dramaturgia da ópera para crianças – cultura e simbolismos” (UFF/2022) e está sendo desenvolvida no corpus do Doutorado “A Dramaturgia pontilhada: Cultura, Imaginário e Educação”, na mesma instituição, ambos inspirados nas obras dos filósofos Gaston Bachelard, Joseph Campbell e Gilbert Durand, autores que estudam o imaginário e os mitos.

Serviço:

Lançamento Livro de Karen Acioly: a Dramaturgia da Ópera para Crianças – Cultura e Simbolismos

Local: Editora Multifoco

Data: 25 de novembro – sexta-feira

Horário: 19h

Endereço: Av. Mem de Sá, nº 126 – Centro

Noite de autógrafos de Karen Acioly com bate- papo com Marcelo De Carvalho e Lívia Jacob

Local: Janela Livraria, Vinho e Café

Data: 1º de dezembro – quinta-feira

Endereço: Rua Maria Angélica, 171 – Loja B – Jardim Botânico

 

Horário de funcionamento: Segundas às quartas: das 10h às 19h; Quintas e sextas: das 10h às 21h; Sábados: das 10h às 19h

Todos os direitos reservados

Empresa 2020

Endereço

Rua das oliveiras, 222 – 7º andar – São Paulo – SP

CEP: 12345-000

Refugiada de guerra radicada em Maricá lança romance biográfico  

 

No dia 12 de novembro, sábado, a professora angolana Luisete Furtado, lança o livro “As Sete Vidas de Lisa”, no Grupo de Artistas de Maricá (GAM). Produzido sob o selo da Afeto Editora, a obra será apresentada pela escritora a seus leitores e amigos, às 15h. O GAM fica na rua Álvares de Castro, 1277 – Lagoa da Araçatiba – Maricá.

O romance biográfico, apresenta a trajetória de uma jovem professora portuguesa, natural de Angola, que vê sua vida virar do avesso ao conviver, em diversos momentos, com as consequências da Guerra Civil de seu país. Os anos foram passando, Lisa amadurecendo e a guerra tomando corpo. Até que ela se vê obrigada a fugir de sua terra natal, deixando tudo para trás, sem saber de seus familiares, levando com ela sua cadela Boneca, sua irmã, um jovem aluno, sonhos, medos e esperanças de dias melhores e de regresso a sua amada Angola. Mas, enquanto este dia não chega, Lisa constrói novos sonhos em seu novo lar, o Brasil.

Informações técnicas:

ISBN: 978-65-998333-2-8

Páginas: 134

Formato 16x23cm

Categoria: Romance biográfico

Preço de capa: R$35,00

 

Sobre a autora:

Lu, Lisa…Vários nomes para uma pessoa sempre em mutação. Nascida em Angola, colônia portuguesa da África Ocidental.
Formada em História pela Universidade de Lisboa, Portugal. Curso adicional de Ciências Pedagógicas. Pós-graduação em Pedagogia e mestrado profissionalizante em Educação e Meio-Ambiente pela faculdade Plínio Leite, em Niterói.
Portuguesa por documentação, brasileira pelo coração e pela gratidão.
Professora em Luanda durante nove anos. Metodologa de história de África e de Angola nos anos de 1974/5.
Refugiada no Brasil a partir de 1975 devido à Guerra Civil angolana.
Professora de vários colégios particulares em Campo Grande, Zona Oeste do Rio e em Maricá, onde fixou residência em 1990. Aprovada nos concursos públicos de 1990 e 1995.
Colaboradora do jornal Correio de Ponta Negra e Correio da Cidade. Colaboradora na Expedição à Serra do Camburi, na qual foram descobertas ruínas gigantescas de um edifício colonial e de um marco de divisa de São. José D’ el-Rei.
Colaboradora e coautora de Compêndios da História de Maricá, publicado pela jornalista Alexandra Lambraki.
Organizadora e coautora do levantamento geográfico do município de Maricá publicado pela PMM, em 2001.
Autora de “Maricá. da pré-história aos tempos do petróleo e gás”, publicado em 2021.
Agraciada com o prêmio de escritora do ano de 2021, concedido por vários órgãos da imprensa maricaense e da Pr-Produções.
Membro fundadora do Instituto Cultural Povo do Livro de Maricá.

 

Ocupa Praça: Prefeitura de Niterói oferece serviços para população

 

A ação faz parte das atividades comemorativas em alusão ao Novembro Negro, mês que comemora a luta pelo Dia da Consciência Negra.

 A Prefeitura de Niterói participou, nesta quarta-feira (09), do Ocupa Praça, evento realizado em parceria com a Universidade Federal Fluminense. A Secretaria Municipal de Direitos Humanos (SMDH) realizou o agendamento de pessoas para o serviço de emissão de documentos e também fez orientação sociojurídica da população que esteve no local. A atividade aconteceu na Praça da República, no Centro, e faz parte das ações do Novembro Negro que comemora a luta pelo Dia da Consciência Negra.

 
O secretário de Direitos Humanos, Rafael Adonis, reforça a importância da aproximação dos serviços com a população.

 
“É muito importante este tipo de atividade nos espaços públicos da nossa cidade. É nossa missão aproximar cada vez mais os serviços essenciais da Prefeitura para garantir mais dignidade à população em situação de vulnerabilidade social”.

 
Cerca de 20 pessoas foram agendadas para continuar o atendimento na Casa dos Direitos Humanos. Lucas S., de 19 anos, está em situação de vulnerabilidade social e foi um dos beneficiados com o atendimento oferecido pela equipe da SMDH. Sem documento de identidade, Lucas deseja retomar os estudos, interrompidos no 1º ano do Ensino Médio.

“Essa ação foi uma forma de conhecer o trabalho desenvolvido por vocês, oferecendo a oportunidade de garantir os nossos direitos. Não sabia, por exemplo, que ter minha identidade facilitaria o acesso a tanta coisa. Quero voltar a estudar, ter mais dignidade e aqui a equipe me muito ajudou a ter essa possibilidade”, disse.

 
As ações acontecem durante todo o mês. No último sábado (5), foi realizada uma roda de conversa sobre a temática: “Há mediação nos conflitos raciais?”, na Sede da Orquestra da Grota, em São Francisco. Participaram cerca de 40 jovens, entre outros convidados.

 
Atividades da Economia Solidária – Nos dias 28, 29 e 30 de novembro a Casa Paul Singer de Economia Solidária, gerida pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Economia Solidária, vai promover uma exposição e venda de produtos de gastronomia afro brasileira, exibição de curtas metragem, roda de conversa e debates, também em alusão ao Novembro Negro. Não é necessário inscrição prévia para participar. A Casa Paul Singer fica na Avenida Amaral Peixoto, 901, Centro. As atividades acontecem das 10h às 17h.

Fotos: Divulgação SMDH

 

 

Aniversário de Niterói: Fim de semana tem shows em Piratininga

Comemorações pelos 449 anos do município começam no próximo dia 11, com shows de Chico César e Geraldo Azevedo, Diogo Nogueira e João Gabriel

Começam na próxima sexta (11), em Piratininga, as comemorações pelo aniversário de 449 anos de Niterói, organizadas pela Prefeitura. A festa começa com show de Chico César e Geraldo Azevedo, com Lucas Felix tocando na abertura, na sexta (11). No dia 12, é a vez de Diogo Nogueira subir no palco, com abertura de Inácio Rios, e, no dia 13, a banda Mullatto abre o show de João Gabriel. Os eventos são gratuitos e vão até o domingo, 27.

No dia 15, a festa vai para o Horto do Fonseca, com show de Bruno Diegues. Amigos da Bamba toca no show de abertura. Do dia 16 a 22 de novembro, a Sala Carlos Couto recebe a exposição Niterói por Elas, com fotografias de Patrícia Grossi, Dominicci Prestrello, Livia Gass, Marianna Rosa, Marcela Viana e Paula Li Causi.

No dia 16, o Theatro Municipal de Niterói recebe o espetáculo “Beatles num Céu de Diamantes”. Nos dias 17 e 18, o Theatro apresenta a Orquestra da Grota e Fernando Rosa, respectivamente.

A Praia de São Francisco se prepara para receber os Titãs no dia 18, com a banda Oriente tocando na abertura, e, no dia 19, é a vez do grupo Pink Floyd UK fazer a festa no local. Também no dia 19 é a vez de Blues Etílicos e Nanda Moura subirem ao palco do local e, no dia 20, Dylan Triplett & The Simi Brothers se apresentarem no Theatro.

Na Cantareira, no dia 20, está programado show com Tereza Cristina, com abertura de Drik Barbosa.

No dia do aniversário da cidade (22), o Theatro Municipal apresentará o show Zé Catimba – 90 anos, com participação de Jorge Aragão, Zé Inácio, Inácio Rios e Mirandinha Sambista.

Para fechar a programação, o Reserva Cultural receberá o Festival Niterói Cervejeiro 450 nos dias 25, 26 e 27 de novembro, com shows de Va’a Surf Band, Dr. Gori, BR 80 e Bilhete Blues.

Niterói Solidária – O evento contará com pontos de arrecadação de alimentos e produtos de higiene e limpeza da campanha Niterói Solidária nos dias de eventos no Theatro Municipal e na Reserva Cultural para ajudar famílias que estão em situação de vulnerabilidade.

Serviço:
Aniversário de Niterói – 449 Anos

11/11 – Piratininga
19h Lucas Felix
21h Chico César e Geraldo Azevedo

12/11 – Piratininga
19h Inácio Rios
21h Diogo Nogueira

13/11 – Piratininga
17h30 Mullatto
19h30 João Gabriel

15/11 – Horto do Fonseca
15h Amigos de Bamba
17h Bruno Diegues

16/11 – Theatro Municipal de Niterói
19h30 Beatles num Céu de Diamantes
Abertura da exposição “Mostra Niterói por Elas” na Sala Carlos Couto

17/11 – Theatro Municipal de Niterói
19h30 Orquestra da Grota

18/11 – Theatro Municipal de Niterói
19h30 Fernando Rosa

18/11 – Praia de São Francisco
19h Oriente
21h Titãs

19/11 – Theatro Municipal de Niterói
19h30 Blues Etílicos

19/11 – Praia de São Francisco
19h30 Pink Floyd UK – The Wall Live

20/11 – Theatro Municipal de Niterói
19h30 Dylan Triplett & The Simi Brothers

16 a 22/11 – Sala Carlos Couto
Exposição “Mostra Niterói por Elas”

22/11 – Theatro Municipal de Niterói
18h Zé Katimba 90 anos

25, 26 e 27/11 – Reserva Cultural
Niterói Cervejeiro 450

Fotos: Divulgação

Sala Carlos Couto recebe a exposição fotográfica “Niterói por Elas”

A Sala Carlos Couto abre no dia 16 de novembro (quarta-feira), às 18h, a exposição “Niterói por Elas”, do coletivo Lümina. A mostra, composta por 24 fotografias, integra a programação do evento “Aniversário de Niterói – 449 Anos”.

Como um movimento natural dos encontros fotográficos de seis mulheres, nasceu o desejo de criar uma mostra que retratasse as diversas faces de Niterói. Cada fotógrafa traz o seu olhar peculiar sobre a cidade, com encantamento e sensibilidade.

Assim, a exposição Niterói por Elas é um encontro de mulheres que escolheram a fotografia para a vida e a cidade de Niterói para viver.

Sobre o Coletivo Lümina

Lümina é um coletivo de fotógrafas que se uniram pela vontade de fotografar Niterói através do olhar feminino. Assim, nasceu a parceria entre Patrícia Grossi, Dominicci Prestrello, Lívia Gass, Marianna Rosa, Marcela Viana e Paula Li Causi.

Patrícia Grossi

Artista visual, fotógrafa autoral e jornalista, usa a arte digital como suporte para expressão de seu trabalho através de registros documentais com um olhar singular e espontâneo. Em seu processo artístico, busca captar os movimentos entre o céu e a terra, em imagens que sugerem um tempo de pausa, um espaço para o contemplamento.

Marianna Rosa

Estilista e fotógrafa, mãe de dois. Apaixonada por artes e esportes. Movida a luz solar e água salgada. De olhar curioso, criatividade aguçada e hiperatividade atacada, está  sempre se renovando e transformando tudo à sua volta.

Lívia Gass

Enfermeira e Fotógrafa que ama estar em conexão com o mar. Seu trabalho é a busca por vivências e imagens que eternizem a conexão do ser humano com a natureza. Essa viagem quase sempre a leva para o mundo dos esportes aquáticos, especialmente surf e canoa havaiana. O mar é o local onde se sente em casa e de “alma salgada”.

Marcela Viana

Arquiteta Urbanista e Fotógrafa. Seu objeto de estudo sempre foi a cidade. Amante da natureza, explora a fotografia lifestyle através do seu estilo de vida entre o mar e a montanha. Com olhar único para a paisagem, texturas e elementos naturais, suas imagens propõem uma conexão singular com a natureza.

Dominicci Prestrello

Paraibana de nascimento e niteroiense de coração. Uma fotógrafa ex-advogada apaixonada pela beleza que enxerga na vida e nas coisas. Se inspira em luzes e sombras, texturas e linhas geométricas, e usa a fotografia como forma de expressar a sua percepção aguçada e detalhista do mundo ao seu redor.

Paula Li Causi

Psicóloga e Fotógrafa, moradora de Niterói. Amante das artes visuais, suas imagens buscam captar a beleza das cores e das formas da arquitetura e da natureza.  Acredita que a fotografia é uma ferramenta de criação, reflexão e saúde, ao abrir espaço para uma nova forma de olhar o mundo e a si mesmo.

SERVIÇO

Exposição Niterói por Elas | Coletivo: Lümina

Fotógrafas: Patrícia Grossi, Dominicci Prestrello, Lívia Gass, Marianna Rosa, Marcela Viana e Paula Li Causi.

Abertura: 16 de novembro (quarta feira).

Horário: 18h

Visitação: 17 a 22 de novembro

Horário: Quartas a Sextas de 11h às 18h; Sábados e Domingos de 15h às 18h

Local: Sala Carlos Couto – anexo Theatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói

Tel: 3628-6908

Entrada gratuita

Feriados não funciona

 

“TRANSVENDO O MUNDO” ESTÁ EM CARTAZ NO MUSEU JANETE COSTA

Exposição traz obras de artistas da cidade com olhar aguçado para a acessibilidade cultural.

O Museu Janete Costa de Arte Popular lança nesta quarta-feira, 09/11, às 18h, a exposição “Transvendo o Mundo”, uma realização da prefeitura de Niterói e da Fundação de Arte de Niterói (FAN), com obras de três artistas que trazem a acessibilidade de forma visceral.

Com curadoria de Jorge Mendes, a exposição cujo título foi inspirado na poesia de Manoel de Barros “O olho vê, a lembrança revê, e a imaginação transvê. É preciso transver o mundo” apresenta três artistas que utilizaram muita imaginação para vencer barreiras e preconceitos. Utilizando técnicas e materiais diferentes, esses artistas caminham paralelamente e estão interligados pelos olhares e histórias de vidas que se unem na luta contra a exclusão social e pelo reconhecimento artístico.

Nos salões do museu, é possível contemplar uma combinação de esculturas, fotografias e pinturas nascidas das mãos e pelo olhar de três artistas que apresentam a cultura popular como forma de resistência e de inúmeras possibilidades.

Marcelo da Conceição, que trabalhou como carregador em feiras, como pedreiro, como vendedor ambulante e é “garimpeiro urbano”, como ele mesmo se define, expõe suas esculturas e objetos confeccionados com materiais descartados.

Josemias Moreira, niteroiense nascido e criado no Morro do Palácio, com visão monocular (apenas do olho direito) driblou dificuldades e preconceitos tornando-se artista visual com uma sensibilidade ímpar e contundente em suas fotografias.

Rafael Matos tem seu atelier localizado no Hospital Psiquiátrico de Jurujuba. O artista plástico já teve exposições individuais de suas obras em diversos museus no Brasil e em outros países, além de ser capa de importantes publicações especializadas.

Para Fernando Brandão, presidente da Fundação de Arte de Niterói (FAN), inclusão não é somente adicionar coisas e pessoas a grupos. Segundo ele, acessibilidade é muito mais do que facilitar o acesso, é a quebra de qualquer tipo de obstáculo que cause a separação.

“Como músico, não tenho a menor dúvida de que a arte é um instrumento poderoso de união, de igualdade e de criação de pares iguais. ‘Transvendo o Mundo’ está aqui ao alcance de todos, nascida das mãos determinadas, sensíveis e inspiradas de quem sabe o que é essencial de verdade. Porque transver é ver além, é enxergar além dos olhos. É olhar com a alma e com o coração”, afirma Brandão.

A exposição, que eleva o protagonismo dos três artistas pretos, é lançada no mesmo mês em que é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra (20/11) — que recebe o olhar atento da diretoria de Acessibilidade Cultural da FAN, braço da Superintendência Cultural, gerida por Joel Vieira. Novembro também é o mês no qual o Museu Janete Costa de Arte Popular completa 10 anos.

“Transvendo o Mundo” é um convite à renovação, a certeza de que a arte é para todos, sem nenhuma exceção, tanto para quem cria quanto para quem a contempla.

SERVIÇO:

Exposição Trasvendo o Mundo

Local: Museu Janete Costa de Arte Popular

Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá, Niterói, RJ.

Período expositivo: De 09/11/22 a 26/03/23

Horário de visitação: De terça-feira a domingo, de 10h às 17h.

Entrada Gratuita

Classificação livre

 

Prefeito de Niterói destaca a importância das cidades no combate às mudanças climáticas em stand da União Europeia na COP27


Axel Grael ressaltou a captação de recursos e a busca de soluções locais para alcançar justiça climática

A captação de recursos para iniciativas municipais de combate às mudanças climáticas foi o tema abordado pelo prefeito de Niterói, Axel Grael, na manhã desta quarta-feira (09), na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), que acontece no Egito. No stand do EUROCLIMA+, programa financiado pela União Europeia, Grael falou sobre os avanços da Prefeitura de Niterói, que inova com ações como a implementação de um programa de justiça climática no Caramujo. Na parte da tarde, o foco foi a justiça climática nos municípios brasileiros, tema abordado no Brazil Climate Hub, pavilhão da sociedade organizada.  

“Se apostarmos todas as fichas no financiamento internacional, não conseguiremos avançar. Claro que esses recursos são extremamente importantes, mas é preciso buscar soluções locais. Em Niterói, já reflorestamos mais de 10 hectares só com compensação ambiental. No Caramujo, bairro que tem o menor IDH, implementamos um programa de transferência de renda atrelado a ações de redução da emissão de gases do efeito estufa”, contou Grael, que também é vice-presidente de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), entidade que reúne os 500 maiores municípios do País.

Axel Grael também ressaltou que, até 2050, 70% da humanidade estará morando nos centros urbanos, onde são gerados 80% do PIB mundial. As cidades, segundo ele, precisam aplicar o desenvolvimento com sustentabilidade em cada política pública, mas para isso é preciso planejamento.

“As parcerias com os bancos e agências que têm linhas de financiamento verdes são importantes ferramentas para colocar em prática projetos alinhados ao desenvolvimento com sustentabilidade. O enfrentamento de emergências climáticas localmente consiste em processo de longo prazo, com desafios e limitações. A maior parte da população mundial mora nas cidades e em nível mundial a maior parte das emissões de gases de efeito estufa vem das cidades. Por isso, os municípios têm uma responsabilidade muito grande”, disse o prefeito de Niterói.
 
Justiça climática – Nesta quinta-feira, Axel Grael também participou de um debate sobre justiça climática nas cidades brasileiras. O painel contou, entre outros, com a secretária de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy; a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, e o embaixador do Brasil no Egito, Antônio Patriota, ex-ministro de Relações Exteriores.

“Quando chove forte, fica ainda mais fácil entender o termo ‘justiça climática”. Os maiores danos sempre ocorrem nas áreas mais pobres. Quando abordamos mudanças climáticas, portanto, também estamos falando de pobreza, desigualdade e racismo, daí a importância das ações sociais, como a que estamos fazendo no Caramujo”, disse Axel Grael.

Saiba mais sobre o programa implantado no Caramujo:

O Programa Social de Neutralização de Carbono na Comunidade do Caramujo vai capacitar os moradores da comunidade do Caramujo para agirem de forma ativa no processo de redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) na cidade. Dentre as medidas estão o plantio de mudas e orientação às comunidades sobre meios de reduzir o carbono através de palestras e oficinas. As famílias que conseguirem reduzir as emissões de gases serão compensadas com uma transferência de renda mensal.

A ideia é levar o debate acerca das mudanças climáticas em comunidades de baixa renda e se expandir para outras localidades, atingindo toda a cidade como forma de envolver todos os cidadãos com ações concretas de redução de emissões de gases de efeito estufa.

No pavilhão da Educação  Climática, Axel Grael ressaltou que Niterói é a única cidade brasileira a ter uma Secretaria do Clima, que vem realizando trabalho de conscientização junto a estudantes, professores e lideranças comunitárias.

“O engajamento da sociedade é fundamental para que as ações contra as mudanças climáticas sejam implementadas e produzam resultados”, disse Grael, que está no Egito acompanhado do secretário municipal do Clima, Luciano Paez.

“Neste momento que estamos passando no que diz respeito às mudanças climáticas, precisamos repensar nosso modo de vida perante aos usos dos recursos naturais. E esta mudança cultural só vai existir com base na educação. Por isso que estamos construindo, em parceria com a Secretaria de Educação um amplo programa onde a questão do clima será transversal e multisetorial, com a participação ativa de toda a comunidade escolar!”, explica Paez.

LABORATÓRIO EM NITERÓI OFERECE TESTE DE GLICOSE GRATUITO EM NOVEMBRO

 

O Laboratório São Francisco oferece, de 14 a 19 de novembro, teste rápido de glicose gratuitos. Os interessados podem comparecer às unidades Icaraí ou Centro e solicitar o exame, obedecendo à ordem de chegada.
É uma iniciativa em comemoração ao Dia Mundial do Diabetes (14), doença silenciosa, que pode
ser evitada e/ou detectada através de testes preventivos de glicose.
O Laboratório faz parte do Grupo São Francisco, considerado referência há mais de 10 anos no
atendimento à população na cidade e arredores.
Serviço:
Rua Ator Paulo Gustavo, 35 (Icaraí): Seg-Sex: 07h às 17h, Sábado: 08h às 12h.
Rua Acadêmico Walter Gonçalves, 1 (Centro): Seg-Quinta: 07h às 17h, Sex: 07h às 16h, Sábado:
08h às 12h.