Sonori EcoParque traz experiência musical ecológica gratuita para o MAC

BICICLETÁRIO ARARIBÓIA

 

Exposição da Sonori criada por Kiko Menezes com grandes instalações plástico-sonoras ecológicas, estará aberta ao público por 10 dias a partir do sábado dia 1o de outubro

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói recebe, de 01 a 11 de outubro, “Sonori EcoParque”, uma mistura de exposição com show e oficina, para todas as idades. O projeto conta com o incentivo do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, por meio do Edital Retomada Cultural RJ2.

A experiência é vivenciada em um parque sonoro-musical com grandes instalações percussivas rítmicas e melódicas, que são obras de arte interativas feitas unicamente com sucatas e materiais alternativos, formando uma exposição-laboratório.

Panelas, bandejas e latas de vários tamanhos e materiais. Baldes e galões de plástico e metal. Bujões e torre de computador, tubos e conexões PVC e de alumínio de diversos tipos e medidas. Mangueiras, passa fios, cabos de aço, parafusos e grades. São estes alguns dos materiais reutilizados e adaptados por Kiko Menezes para a criação do “Sonori EcoParque” com singulares técnicas plástico-sonoras, acústicas e pedagógicas.

Nos eventos deste projeto, o público terá a oportunidade de vivenciar diferentes tipos de programação. A exposição é interativa e as pessoas podem visitar e experimentar, tocar e criar à vontade com todos os instrumentos do parque e, assim, descobrir de maneira educativa as sonoridades e a sua própria musicalidade.

Também estão previstas oficinas de prática musical em conjunto e jogos musicais criativos; apresentações musicais com explicações ecológicas, acústicas e criativas, sempre estimulando a participação do público.

Sobre o Sonori EcoParque

O Sonori EcoParque é um projeto da empresa Sonori – Experiências Musicais, que foi criado há mais de dez anos pelo designer de experiências de aprendizagem criativa musical, Kiko Menezes, que já atuou em quase todo o estado do Rio. Kiko trabalhou para despertar a musicalidade de mais de quarenta mil pessoas de todas as idades, em conjunto com uma média de oitenta instituições como SESC Rio, OI Futuro, CBM, MAC, FLADEM, UFF, CCBB, além de ONGs como o CDDH e a Reciclarte e mais de trinta instituições educacionais (educação básica e do ensino superior) – envolvendo hoje uma equipe com mais de 20 pessoas desde os bastidores até o dia a dia dos eventos.

SERVIÇO:

Sonori EcoParque

Local: Museu de Arte Contemporânea de Niterói (Pátio)

Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/no – Boa Viagem, Niterói – RJ

Data: de 01 a 11 de outubro (com exceção do domingo dia 2 que o Museu estará fechado)

Horário: 10h as 12h e 13 as 17h

Abertura: sábado 01 de outubro às 15h com apresentações e oficinas

Agendamento de Grupos: pelo email faleconosco.sonori@gmail.com (com Assunto:

Agendamento MAC).

Classificação indicativa: livre

Atividade gratuita

Mais informações: WhatsApp (21) 98854-6109

Atualizações da programação no Instagram @kiko.sonori

FOTOS: Renato Mangolin

“A arte de governar a si mesmo” leva universo das histórias para o Teatro Popular

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O evento conta com oficinas, lançamento de livro e performance de narração oral de contos

O Teatro Popular recebe nos dias 30 de setembro, 04 e 05 de outubro o projeto “A arte de governar a si mesmo”. As dinâmicas acontecem em três ações, entre elas, o espetáculo de mesmo nome; a oficina de contos “As mil e uma noites: o poder da palavra feminina” com Gislayne Matos; o lançamento do livro “Narração artística: modos de fazer” (AbraPalavra); e roda de conversa mediada pela contadora de histórias Rita Gama.

“A Arte de Governar para si mesmo” é uma performance narrativa concebida pela contadora de histórias Daniella D`Andrea em parceria com Warley Goulart, coordenador do grupo Os Tapetes Contadores de Histórias — que também faz a direção cênica. A partir de uma história base, Daniella narra outras histórias da tradição oral do oriente. Desse modo, surgem “A cidade melão” (Afeganistão) e “O cego Abdallah” (Arábia), além de trechos de um texto de Hakim Sanai, poeta persa do século XII.

A reestreia em Niterói contará também o lançamento do livro “Narração Artística: modos de fazer” (editora Abrapalavra) com ensaios de 12 contadores de histórias de todo o Brasil e roda de conversa com a participação especial de Aline Cântia e Fernando Chagas — organizadores do livro que virão de Belo Horizonte — e convidados.

Nos dias 4 e 5 de outubro, terça e quarta-feira, a mestra narradora Gislayne Matos, especialista em Art et Thérapie pela Sorbonne – Paris VI e INECAT-Paris e Mestra em Educação pela UFMG, estará presente, vindo também de Belo Horizonte, para mediar uma oficina sobre sete temas presentes na clássica compilação de contos populares do oriente “As Mil e Uma Noites”.

O espetáculo tem entrada gratuita e reúne os contos a partir do tema “governo” e sua relação com uma conduta consciente perante a vida. Foi vencedor do edital de teatro adulto para espaços alternativos/2019 da Fundação de Arte de Niterói e do edital Retomada Cultural 1 e 2 da Lei Aldir Blanc/SECEC-RJ. Ganhou destaque em eventos, abrindo a 5ª Candeia – Mostra Internacional de Narração Artística de Belo Horizonte e o 11º ECOH – Encontro de Contadores de Histórias de Londrina (PR).

SINOPSE DO ESPETÁCULO:

Espetáculo de narração oral de contos filosóficos ancestrais. Um príncipe temperamental e desinteressado, criado com excesso de cuidados por uma rainha viúva, é colocado sob a observação de um mestre ancião. A partir de uma história da tradição oral árabe, o espetáculo se desenha como uma coletânea onde as histórias se entrelaçam. Assim, essas narrativas atemporais provocam reflexões sobre o tema governo e sua relação com uma conduta consciente perante a vida.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:

Concepção e Roteiro: Daniella D`Andrea e Warley Goulart

Direção: Warley Goulart

Contadora de histórias: Daniella D`Andrea

Consultoria Narrativa: Juliana Franklin

Cenário: Warley Goulart e Leo Thurler

Figurino: Daniella D`Andrea

Iluminação: Warley Goulart

Operação de luz e som: Kadu Moura

Direção de Produção: Daniella D`Andrea

SINOPSE DO LIVRO

“Narração artística: modos de fazer” é o primeiro livro da editora Abrapalavra ligada ao Instituto Cultural Abrapalavra, uma organização social civil sem fins lucrativos sediada em Belo Horizonte que atua no campo das narrativas e das artes integradas, com diversas atividades que incluem fruição artística, formação, pesquisa e fomento entre elas mostra internacional de narração artística Candeia que já acontece em BH há cinco anos.

O livro trata dos modos de fazer narração por meio de relatos, artigos, ensaios e poesia de narradores reconhecidos em todo o Brasil como Gislayne Matos, Josiane Geroldi, Emilie Andrade, Juliana Daher, entre outros. Ao todo 10 contadores de histórias falam sobre seus processos criativos e trabalho.

SOBRE DANIELLA D`ANDREA

Daniella D`Andrea passou por diversos festivais de narradores e o mais recente deles, a CANDEIA em Belo Horizonte. Integrou, ainda, “Os Trovadores”, grupo de contadores de histórias com o qual viajou pelo Brasil, participou de festivais como o Festival de Teatro de Boneco de Curitiba e o Encontro Internacional de Contadores de Histórias Boca do Céu (SP).

SOBRE GISLAYNE MATOS

Mestra em Educação pela UFMG, especialista em Terapia Familiar Sistêmica pela PUC-MG, especialista em Art et Thérapie pela Sorbonne-Paris VI e INECAT-Paris.

Formada em Interculturalidade pela Association Interferences Culturelles – Paris. Pesquisadora de contos de tradição oral e contadora de histórias. Autora de livros e capítulos de livros com vários autores e artigos em revistas especializadas, sobre o tema dos contos e contadores.

Estudiosa autodidata d’As Mil e Uma Noites desde os anos 1980, a partir de 2003 Gislayne Matos vem realizando oficinas sobre a obra. Além de Belo Horizonte e cidades mineiras, também os interessados em Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Branco, Recife, Salvador e Buenos Aires já puderam desfrutar do encantamento d’As mil e uma noites, nessas oficinas.

SERVIÇO

 “A arte de governar a si mesmo”

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Data: 30 de setembro

Horário: 20h

Duração: 54 min

Classificação: 12 anos (espetáculo)

Entrada gratuita

SERVIÇO

“As mil e uma noites: o poder da palavra feminina” – OFICINA PRESENCIAL

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Data: 4 e 5 de outubro

Horário de início do evento: 13h às 16h

Duração: 3h (2 dias)

Classificação: 16 anos

Entrada: Gratuita, mediante inscrição pelo e-mail: constelariodehistorias@gmail.com

*Serão disponibilizadas 30 vagas*

SERVIÇO

RODA DE CONVERSA e LANÇAMENTO do livro “Narração Artística: modos de fazer” (Editora AbraPalavra)

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Data: 30 de setembro

Horário: 17h às 19h

Duração:  2h

Classificação: 16 anos

Entrada gratuita

Para mais informações:

Contato do Teatro Popular: (21) 97104-2002

Niterói homenageia Dia do Surdo com replantio

 

BICICLETÁRIO ARARIBÓIA

 

Ação envolveu crianças surdas e filhos de surdos e teve como objetivo chamar a atenção para a data, além de ensinar sobre educação ambiental

 

 

Na manhã da última segunda-feira (26) – Dia Nacional do Surdo, a Prefeitura de Niterói levou crianças surdas, com baixa audição e filhos de surdos para um passeio diferente: o grupo participou de um replantio na Estrada do Maceió, como forma de homenagear a data, por meio da inclusão e da educação ambiental. A programação foi uma parceria entre a Secretaria Municipal de Acessibilidade, o Parque Natural Municipal de Niterói (ParNit) e a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Audição (Apada).

 

 “Ter uma ação junto com a Apada, uma instituição referência na área da pessoa com deficiência auditiva, no dia nacional do surdo foi de suma importância visto que a Secretaria de Acessibilidade busca se pautar em políticas públicas com quem é de direito. Foi um dia marcante para as crianças que participaram da ação, vê-las interagindo com a natureza com a língua dos sinais, mostra que estamos no caminho certo, a educação quebra barreiras e muda atitudes”, afirmou Simone Capella, subsecretária de Acessibilidade.

 

A ação teve a participação de 13 crianças com idade entre 5 e 6 anos, alunos da rede municipal de ensino, na Creche Comunitária Professor Geraldo Cavalcanti de Albuquerque, e fazem parte da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Audição (Apada). A escola, que é bilíngue – ensina a Língua Brasileira de Sinais (Libras), além da Língua Portuguesa – abriga crianças que fazem parte da comunidade surda.  

 

“A Apada Niterói agradece essa parceria, as nossas crianças estão muito felizes de estarem plantando no parque”, comentou Tatiana Pontífice, diretora da Apada.

 

Sobre a data – O Dia do Surdo, no Brasil, foi oficializado em 2008, por meio do decreto de lei nº 11.796. O dia 26 de setembro foi escolhido por ser a data da fundação da primeira escola de surdos no país: o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).

Fotos: Divulgação 

Programa Aprendiz Musical: novidades em 2023

 

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Prefeitura de Niterói vai ampliar o número de vagas para os alunos que se destacarem

Considerado um dos maiores programas de desenvolvimento social através da arte no País, o Programa Aprendiz Musical, da Prefeitura de Niterói, foi reformulado para melhor atender alunos e professores.  A partir do próximo ano letivo, serão oferecidas 7,5 mil vagas para crianças e adolescentes. Atualmente, 2,1 mil crianças, moradoras de Niterói, têm aulas gratuitas de iniciação musical, prática de instrumentos de cordas, sopros e percussão e canto e coral.

“O Aprendiz é um importante instrumento de transformação social através da arte. O objetivo é ampliar o universo das artes, cultura e cidadania de crianças e adolescentes, através do ensino da música. Hoje atendemos 2,1 mil jovens de Niterói. A reformulação do programa era uma demanda de muitos dos anos e estamos felizes de podermos atender nossos professores. A Cultura e a inclusão social sempre foram prioridades na nossa gestão e o Aprendiz Musical vem de encontro com esses temas”, explica o prefeito de Niterói, Axel Grael.

Dos 2,1 mil alunos inscritos hoje, 1,9 mil estão na iniciação musical e 200 nos módulos avançados do programa. A expectativa é chegar a 600 estudantes nos módulos avançados, que acontecem fora da grade curricular regular. Outra novidade é que o imóvel onde funcionava a ONG More Project, no Bairro Chic (Fonseca), será utilizado provisoriamente como sede do Aprendiz até a conclusão das obras do histórico casarão Norival de Freitas, no Centro.

“Este é, sem dúvida, um dos maiores projetos municipais do país. Vamos inaugurar a Casa Aprendiz, que vai ficar em frente ao Conservatório de Niterói, nosso grande parceiro. Lá vamos contar com equipamentos mais modernos e salas para concertos. Mas o espaço do Fonseca continuará sendo usado como polo da Zona Norte”, detalhou Grael.

Coordenadora do programa, a secretária de Ações Estratégicas e Economia Criativa, Mariana Zorzanelli, explica que atualmente são oferecidas aulas de violino, viola, violoncelo, flauta transversa, cavaquinho, violão e percussão, além do canto e coral. As aulas acontecem com apoio do Conservatório de Música de Niterói, no centro da cidade, e nas escolas municipais que participam do programa.

“Queremos que o Aprendiz cresça e se torne um programa de excelência para transformar a vida desses meninos, dar legitimidade, pertencimento e cidadania a todos eles para que tenham desenvolvimento pleno”, destaca Mariana, acrescentando que os alunos interessados em participar podem procurar os professores do Aprendiz nas escolas municipais ou através do site www.aprendizmusica.com.br.

Aprendiz Musical – O programa é desenvolvido em três estágios principais. O primeiro é a iniciação musical, voltada para turmas do 3º e 4º anos escolares com aulas que acontecem durante o horário escolar. As turmas têm aula de música uma vez por semana durante 50 minutos. O segundo estágio é o de prática de instrumentos e canto-coral, opcional para crianças e adolescentes em horário complementar às aulas. Neste estágio os alunos podem optar pela prática de instrumentos ou pelo canto coral. As turmas têm aula de música uma vez por semana durante 2 horas.

Já o terceiro estágio é de formação continuada. Nesta etapa, os jovens que apresentam habilidades técnicas mais desenvolvidas são encaminhados para a Casa Aprendiz, onde podem participar das formações orquestrais. As atividades são diárias e há um calendário de apresentações e concertos didáticos.

O programa também foi remodelado para melhor atender os professores e educadores: foi implantado um novo formato de contratação dos professores, que terão 13º salário, férias, FGTS e vale-transporte.

“Isso deu uma injeção de ânimo nessa equipe de trabalho, já que os professores são o coração do programa. Através deles a gente passa esse conhecimento, acolhe essas crianças, passa segurança”, afirma Mariana.

Também haverá um sistema de monitoramento e avaliação, reunião de pais, mais participação das famílias e novos uniformes.

Fotos: Lucas Benevides

“Derrama e Queima”no Centro Cultural Correios RJ

 

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Exposição “Derrama e Queima”, de Maria Eduarda Boabaid, agita o mundo das artes, no Centro Cultural Correios RJ, com telas de cores viscerais, reais, intensas e profundas.
 
 
 
A individual mostra que a arte é ressignificação e expressão de vida, com curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez.
 
 
 


A exposição “Derrama e Queima”, da artista plástica catarinense Maria Eduarda Boabaid tem agitado o Centro Cultural Correios RJ, com obras em acrílico sobre tela, transformando palavras em sentimentos, usando cores viscerais, reais, intensas e profundas, mostrando que a arte é ressignificação e expressão de vida, com curadoria de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez.

Seu processo criativo começa em suas emoções e percepções, passam pela espátula e renascem nas telas, improváveis de serem decifradas com palavras mas repletas de mensagens e ideias, que encantam e conversam com o observador.

A artista plástica de 24 anos já possui um currículo de peso, com exposições inclusive no exterior, como Nova York, Roma, Finlândia, Paris (Louvre) e Bruxelas. Também possui trabalhos em galerias e coleções particulares.

“Arte para mim, é expressão. É deixar os sentimentos falarem por nós. Vivemos em um mundo que teme e foge da vulnerabilidade, mas é através dela, e somente dela, que conseguimos nos conectar profundamente com os outros seres humanos. A arte é uma vulnerabilidade compartilhada, podendo acontecer de diversas maneiras”, explica Maria Eduarda Boabaid, que promete ser a nova promessa da arte abstrata.

 
 
A artista pelos olhos da irmã Manoella Boabaid
 


“Maria Eduarda, pequena grande mulher, que se descobre através das suas cores viscerais, reais, intensas e profundas. Assim como ela, tão jovem e tão entregue aos seus processos internos de expansão. Que mergulha fundo nas suas emoções, e viaja… Já entendeu que a maior viagem que acontece é do lado de dentro… Sua arte é a extensão disso… Quem conhece ela sabe, Sente. Transcende junto. É preciso ter olhos para não só enxergar, mas para ver. O convite intrínseco dela, vem como um desafio: Você sabe olhar devagar? Presente. Aqui & agora. O que essas cores te mostram, provocam, revelam? É subjetivo… Mas só quem se permite sentir o selvagem universo interior, com todas as suas nuances de emoções & delírios, pode realmente experienciar e fazer parte do que ela, Maria Eduarda veio trazer ao plano material.”

“DERRAMA E QUEIMA” – por Maria Eduarda Boabaid
 

‘os dias se passaram e o tempo foi cobrando atenção. atenção ao que era
sutil, atenção aos detalhes.
os perigos do sentir me afastaram do meu centro, e foi nessa distância
que pude perceber, dar colo a todas as emoções que vivem dentro…
sentir, doer, respeitar, morrer para renascer.
derramar cada pedacinho e deixar queimar o que só estava ocupando
espaço.
derramei em tudo que fui, tudo que achei que era e que achei que
conhecia.
deixei tudo queimar… porque é com esse ato de amor, onde a gente
consegue abrir caminho para o sentir no seu extremo e perceber a nossa
alma, podendo assim transmutar.
nessa exposição pude ressignificar.
pinturas que refletem um infinito de delírios. chorei, ri, relembrei, doí,
entendi, me entreguei e só assim me senti viva de novo. mergulhando
nessa imensidão que sou e transformando todos essas pessoas que abrigo
no peito.’

 
 
 
Sobre Maria Eduarda Boabaid
 
 

Me chamo Maria Eduarda Boabaid, tenho 24 anos e nasci numa ilha no Sul do Brasil, Florianópolis. Desde pequena sempre me encontrei entre cores, lápis e desenhos. 

 
Formalmente tentei manifestar a minha arte em Design de Moda e Design Gráfico, até que em 2019, a minha avó, Elci Irene Marçal Boabaid, me
deu todo o seu material de pintura. Foi aí que a artista em mim sentiu-se compreendida. Finalmente, encontrei a minha verdadeira paixão na vida:
transformar minhas emoções e experiências em arte. 
 
Os sentimentos são muito solitários, confusos e muitas vezes assustadores. Com a pintura, sinto que consigo me conectar comigo e com as minhas emoções, e este é o meu processo criativo. É através da pintura que tento decifrar os sentimentos que não consigo pôr em palavras. A pintura é a minha cura. Arte para mim, é expressão. É deixar os sentimentos falarem por nós. 
 
Vivemos em um mundo que teme e foge da vulnerabilidade, mas é através dela, e somente dela, que conseguimos nos conectar profundamente com os outros seres humanos. A arte é uma vulnerabilidade compartilhada, podendo acontecer de diversas maneiras. Além de tudo, a arte não é algo para ser explicada ou racionalizada, ela vive num lugar muito sutil e me permito adentrar nesse mistério em que ela me leva.

Sou apenas um instrumento para canalizar isso.  Arte, para mim, é entrega.
 
 
Sobre a Tartaglia Arte


A Tartaglia Arte foi fundada em 1950 como um estúdio de pintura pelo artista Piero Tartaglia, então conhecido como Piery. Após alguns anos, criou um ponto de referência e encontro cultural com outros artistas e jovens talentos onde, sob a orientação do Mestre, desenvolveram seu estilo pessoal. A paixão avassaladora de Tartaglia  pela expressão pictórica com explosões de cor pura e contrastes violentos que tornam a tela viva, deu vida à Escola do Disgregacionismo.  Posteriormente fundou as Galerias, para exposição permanente de seus trabalhos e os de seus alunos, e que hoje são dirigidas pelo filho Riccardo.

O amor pela arte e uma visão cultural ampla são as peculiaridades deste grande artista, e representam sua herança moral e espiritual. Herança que continua sendo representada por Riccardo Tartaglia, que trabalha com a mesma seriedade e tenacidade na propagação da arte, através de exposições e eventos internacionais. Mas tudo com a assinatura de Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez (Membro da Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro e Embaixatriz Cultural com Honoris Causa, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina – Honra da Arte de Florianópolis), o que confere um atestado de credibilidade e sensibilidade criativa.


Site: tartagliaarte.org

Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia @tartagliaarte
Showroom Tartaglia Arte – Galeria 221 de Melinda Garcia – Shopping Cassino Atlântico
 
 
SERVIÇO:
 
Exposição: “Derrama e Queima”
Artista: Maria Eduarda Boabaid 
Instagram: @mariaeduardaboabaid
Curadoria: Riccardo Tartaglia e Regina Nobrez
Instagram: @riccardotartaglia @reginanobreztartaglia
Visitação: 20 de setembro a 03 de novembro de 2022
Realização: Tartaglia Arte e Centro Cultural Correios RJ
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Instagram: @_paula_r_soares
 
Local: Centro Cultural Correios RJ –  3º andar – Salão A
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Tel: (21) 2253-1580
De terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada: gratuita
Classificação: livre

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção a Rua da Alfândega); ônibus (saltar em
pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na
Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio
Branco/Uruguaiana).
Informações: (21) 2253-1580 / E-mail: centroculturalrj@correios.com.br
A unidade conta com acesso para pessoas cadeirantes e limita a quantidade de visitantes, visando a não
aglomeração. 

 

 

Búzios: “6a Edição do Festival da Sardinha” foi um sucesso em seus três dias de realização

 

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"6a Edição do Festival da Sardinha" foi um sucesso em seus três dias de realização
No último final de semana, durante os dias 23, 24 e 25, aconteceu no Campo da SEB, a “6ª Edição do Festival de Sardinha”.
O evento é realizado pela Sociedade Esportiva de Búzios (SEB) e tem o apoio da Prefeitura de Búzios. A festa, já tradicional na cidade, reuniu centenas de pessoas para apreciar o fruto do mar, que é destaque do festival.
Sardinha frita, temaki de sardinha, kafta e outras delícias foram servidas nas 18 barracas expositoras enquanto o público assistia a apresentação de bandas que embalaram a festa com ritmos variados.
O Festival da Sardinha se consolidou pois reúne a gastronomia com a valorização do pescador e cultura local, o que o torna singular e relevante para os moradores do município.

 

 

KARLA SABAH retorna ao Beco das Garrafas

 

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No próximo dia 29 de Setembro/2022 (quinta feira, 21h) a cantora e compositora KARLA SABAH voltará aos palcos cariocas, depois de um jejum de quase 12 anos, apresentando o show inédito A CEREJA DO BOLO, no tradicionalíssimo Beco das Garrafas, em Copacabana.

 

Neste show, KARLA SABAH estará muito bem acompanhada pelos músicos feras da bossa nova, André Gonçalves (no violão), Geferson Horta (no baixo elétrico), Carlinhos Mac (na percussão) e Zé Maria (no sax e flauta).

Juntos apresentarão sucessos como ‘Cala a Boca e Me Beija’ (Karla Sabah e Rildo Hora), que faz parte da trilha sonora da novela ‘Ti Ti Ti’ da TV Globo, ‘O Barquinho’ (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), música de abertura da novela ‘Prova de Amor’ da TV Record, clássicos da bossa nova como ‘Samba de Verão’ (Marcos Valle e Paulo Sergio Valle), ‘Mas Que Nada’ (Jorge Ben), ‘Vivo Sonhando’ (Tom Jobim), ‘Lobo Bobo’ (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli), além dos clássicos ‘Chiclete com Banana’ (Gordurinha e Almira Castilho), ‘Vou Começar’ (Roberto e Erasmo Carlos), ‘Baby’ (Caetano Veloso), ‘Nem Vem que Não Tem’ (Carlos Imperial), ‘Congênito’ (Luiz Melodia), a versão do clássico de Stevie Wonder ‘Luz do Meu Olhar’ (‘You are the Sunshine of my Life’) e muito mais …

O nome do show “ A CEREJA DO BOLO” foi inspirado em um comentário da cantora Rosana Sabença que convidou Karla para cantar em seu aniversário, lá mesmo no Bottles Bar, e a deixou por último na ordem das canjas, por ela cantar uma bossa diferenciada, com o suingue de William Magalhães, parceiro inseparável de Karla Sabah em toda a sua trajetória, que mistura o drum’n’bass à bossa nova, em todos os seus arranjos até hoje gravados.

Título do show – KARLA SABAH, A CEREJA DO BOLO

Com os músicos André Gonçalves (no violão), Geferson Horta (no baixo elétrico), Carlinhos Mac (na percussão) e Zé Maria (no sax e flauta).

Beco das Garrafas

Rua Duvivier 37 – Copacabana

Dia 29 de Setembro /2022

Quinta feira 21h

Couvert Artístico: 50 reais / Lista Amiga: 35 reais

 

Theatro Municipal de Niterói recebe a quinta edição do CaRIOca ProgFestival

 

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O Theatro Municipal de Niterói recebe nos dias 30 de setembro e 1 de outubro (sexta e sábado), às 19h, a quinta edição do CaRIOca ProgFestival. Consolidado como referência nacional na música progressiva, o festival recebe as bandas Jubal Troupe, Anxtron, Ronaldo Rodrigues e Organic Reaction.

CaRIOca ProgFestival surgiu em 2017, com a sua 1ª edição, com quatro dias e um show por dia, no Centro da Música Carioca, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro. A partir de 2018, em sua 2ª edição, cresceu e foi adquirindo uma maior credibilidade no cenário cultural abrangendo tanto teatros públicos quanto privados, no Rio de Janeiro e em Niterói, fazendo um circuito integrado de rock progressivo, da Zona Norte ao Centro e à Zona Sul do Rio de Janeiro, e em Niterói.

Teatros do Rio de Janeiro, como: Centro da Música Carioca, na Tijuca, na Zona Norte. O Centro Cultural Justiça Federal, no Centro. E, o Teatro Solar de Botafogo e a Casa de Pedra, na Zona Sul do Rio de Janeiro. E, em Niterói, compondo desde a 3ª edição, em 2019, o Theatro Municipal de Niterói, que possui um histórico junto ao mundo do rock e potencialmente com o rock progressivo.

As bandas da 5ª edição

Formada em 2003 na cidade de Niterói, Anxtron é rock progressivo instrumental com músicas repletas de solos e improvisos, influenciada pelo pop ao heavy metal, proporcionando distintas atmosferas ao longo das apresentações. A discografia é composta pelo debut Brainstorm e o segundo disco, Jellyfish, além do ao vivo gravado na edição de 2020 do CaRIOca ProgFestival.

Jubal Troupe, formada por cinco músicos, tem a diversidade em seu DNA, desde a pluralidade dos integrantes até o estilo eclético instrumental com base no rock progressivo. O EP de estreia chama Negative Revealed.

Ronaldo Rodrigues, tecladista e compositor carioca, que já contabiliza mais de uma dezena de álbuns oficiais lançados, entre trabalhos próprios e participações. Também é crítico musical e escreve periodicamente para os sites Consultoria do Rock e BeProg.

Suas bandas, Caravela Escarlate e Arcpelago, figuram entre os principais expoentes da nova geração do rock progressivo brasileiro; integra também o projeto musical multinacional Blue Rumble, contando com músicos da Suíça, Luxemburgo e EUA. Ronaldo também toca teclado para a banda de stoner blues Blind Horse e fez parte da última formação da lendária Módulo 1000.

O Organic Reaction, também do Rio de Janeiro, que foge de rótulos e apresenta trabalho autoral repleto de influências notáveis, que vão do rock progressivo dos anos 70 até o moderno heavy metal. O primeiro álbum “Mysteries of the Lost World” foi lançado no início de 2021 em todas as plataformas digitais e em CD.

SERVIÇO

CaRIOca ProgFestival

Datas: 30 de setembro e 01 de outubro

Horário: 19h.

Duração: 180 min

Classificação etária: livre

Ingressos: R$ 90,00

Local: Theatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro 35, Centro, Niterói.

Telefone: 3628-6908

BILHETERIA

Sympla – vendas online.

Ingressos à venda na bilheteria do teatro – aceita dinheiro, cartões de crédito/débito e Vale Cultura

Horário de Funcionamento:

Dias com espetáculo – Quarta a domingo, das 14h até o início do mesmo.

Dias sem espetáculo – Quarta a sexta, das 14h às 18h.

Doze livros para o mês das crianças

 

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Ibis Libris Editora apresenta doze livros para o mês das crianças durante a Primavera dos Livros de 2022 no Palácio do Catete, RJ, muitos deles concorrendo ao Prêmio Jabuti.

A editora lança também 22 títulos, um para cada ano de aniversário, no dia 8/10 (sábado), confirmando sua pluralidade temática e incentivo à cultura carioca.

Ibis Libris Editora, dentro das comemorações de seus 22 anos e do mês das crianças, apresenta doze títulos infanto-juvenis como sugestão de leitura, e que tratam de temas do dia a dia das crianças, de forma lúdica e divertida.

A leitura estimula a criatividade e a construção de uma sensibilidade artística e cultural nas crianças. Além disso, os livros são importantes para o desenvolvimento da concentração, do raciocínio lógico e da compreensão do mundo para as crianças e para todas as idades! Alguns desses livros da Ibis Libris estão concorrendo ao Prêmio JABUTI 2022 em diversas categorias!

Além das dicas para as crianças, a Ibis Libris vai lançar 22 livros, um para cada ano de atividade, no dia 8 de outubro, das 16h às 19h, no stand da editora na Primavera de Livros, tradicional feira de livros, há 20 anos, que retorna após a pandemia, entre 7 e 9 de outubro, nos jardins do Palácio do Catete/Museu da República, com uma intensa programação cultural e também conhecida por sua bibliodiversidade. Participam mais de 100 editoras com os mais variados temas e autores.

“Formar leitores e multiplicadores de leitores apaixonados por descobrir mundos, dinamizando processos criativos, educacionais e de saúde por meio do livro é a nossa maior missão. Assim, ser responsável pela curadoria da Primavera dos Livros do Rio de Janeiro, um evento que vivencia a bibliodiversidade é, não apenas uma grande felicidade, como uma oportunidade de apoiar esses encontros entre livros e leitores”. (Renata Costa, do Plano Nacional do Livro e Leitura – PNLL).

Sobre os livros infantis

. O primeiro livro infantil de Thereza Christina Rocque da Motta é um conto de fadas sobre uma menina que ainda não conhece o pai, que foi para as Cruzadas. Como era Ano Novo, sua mãe resolveu fazer uma torta para comemorarem e pediu que ela fosse colher frutinhas na floresta. Lá encontra a Fada das Pedrinhas. Mal sabia quanto a sua vida iria mudar a partir daquele momento. Um conto em que o amor incondicional fala mais alto. 

A FADA DAS PEDRINHAS, Thereza Christina Rocque da Motta, ilustrações de Felipe Trigueiro, ISBN 978-85-7823-134-7, 28 p., 21×21 cm, grampo, R$40,00.

. “Criado pela avó? Deve ser muito mimado!” Quem nunca ouviu isso? Mas será que é mesmo verdade? Nesta história divertida e emocionante sobre o relacionamento entre um menino e sua avó, você descobrirá que o amor deixa suas marcas e ilumina nossas vidas para sempre. Uma bela homenagem aos vovôs e vovós que, com seu exemplo e sabedoria, contribuem na criação e formação dos seus netos. Ilustrado por Ana Maria Moura.

CRIADO PELA AVÓ, Marcus Vinicius Lucio, ISBN 978-85-7823-302-0, 32 p., 21x28cm, grampo, R$ 40,00.

. Este segundo livro infantil de Daisy Justus surgiu da história contada para sua neta sobre uma árvore na praça que frequentavam quase todos os dias. Fala da preservação do ambiente e do stress causado pelo barulho da cidade. Ilustrado por Ana Lua. A Autora em três livros de poesia publicados: O vestido grená (Ilustração, 2006), Sala de ensaio (Ibis Libris, 2010) e Um fio de silêncio (7letras, 2016). Poemas em língua de cachorro (Rayuela, 2017) e Florinha (Ibis Libris, 2017) assinalam seus primeiros passos na literatura infantil.

FLORINHA, Daisy Justus, ISBN 978-85-7823-294-8, 36 p., 21×21 cm, grampo, R $40,00.

.  Um dia na vida de Aninha. O que aconteceu quando Aninha foi pela primeira vez à escola? O que a mãe disse para ela? Quem ela conheceu lá? Aninha tem três anos e está descobrindo que existe um mundo do lado de fora de sua casa. Aninha levou Juça para a escola, mas ele não podia ficar lá. E o que aconteceu depois? Vocês vão descobrir lendo este “Juça e Aninha”, segundo livro infantil de Thereza Christina Rocque da Motta, baseado em uma história real que aconteceu com a própria autora. Ilustrações de Julia Flohr.

JUÇA E ANINHA, Thereza Christina Rocque da Motta, ISBN 978-65-990002-6-3, 32 p., 21×21 cm, grampo, R$40,00

. Coroco e Coroca são vovós muito simpáticos, que vivem perto de um lago e de uma enorme floresta Querem saber o que eles fazem em casa? Coroca gosta de cozinhar e fazer pãezinhos. Coroco gosta de pescar e contar histórias para Coroca antes de dormir. Todo dia é sempre bastante agitado. Aposto que seu dia também é.

COROCO E COROCA, Thereza Christina Rocque da Motta, ISBN 978-85-7823-349-5, 28 p., 21×21 cm, grampo, R $40,00.

. Coletânea de sete poemas por sete poetas sobre o animal de estimação preferido dos escritores. Os poemas escolhidos falam do mistério dos gatos, e têm fotos de Fabio Giorgi. Reúne poemas de Charles Baudelaire, Fernando Pessoa, John Keats, Jorge Luis Borges, T.S. Eliot, Beatriz Motta e Thereza Christina Rocque da Motta. Edição tetralíngue: português, inglês, francês e espanhol.

7 POEMAS DE GATOS, Org. Thereza Christina Rocque da Motta, ISBN 978-65-81240-00-4, 40 p., 21×21 cm, grampo, R$40,00.

. Lílian Maial é carioca, médica, escritora e poeta. Em 2000, publicou “Enfim, renasci!”, e, em 2019, “Duetto”. Em 2021, lançou “Equilátero”, de poetrix. Participou das antologias digitais de “poetrix”, “Quatro estações” e “Quatro elementos”, org. por Diana Pilatti e José de Castro. Foi Coordenadora Regional do MIP (Movimento Internacional Poetrix) e ocupa a Cadeira nº 12 da Academia Internacional Poetrix (AIP). Filiada à REBRA, participou de quatro antologias lançadas em Bienais Internacionais do Livro em São Paulo. Filiada à APPERJ, foi Consulesa do Rio de Janeiro para o movimento POETAS DEL MUNDO. Participa do “Mulherio das Letras”, tem trabalhos em inúmeros sites nacionais e internacionais e foi colaboradora de revistas eletrônicas em vários estados do Brasil e no exterior. Em 2021, lançou “O menino dos olhos de lua” e “O bico da Laura”, também ilustrados por Felipe Trigueiro.

A DOR DA MORTE, Lílian Maial, ISBN 978-65-89331-56-8, 24 p., 21x21cm, grampo, R$40,00.

. Ariel nasceu com a sensibilidade de enxergar a arte em cada detalhe do seu dia. Esse dom faz com que possamos mergulhar em um mundo de possibilidades, onde artistas e suas obras magníficas ganham destaque e aparecem, como em um passe de mágica, em conversas e em coisas do nosso dia a dia. Com muita criatividade e percepção, Ariel faz jus ao lema que leva em sua vida: “Há arte em toda parte!” Anderson Lopes já publicou “A árvore dourada”, “Os olhos de Sofie”. Ilustrações de Dry Caetano.

HÁ ARTE EM TODA PARTE, Anderson Lopes, ISBN 978-65-89331-58-2, 36 p., 21×21 cm, grampo, R$40,00.

. Sheherazade encantou a Humanidade por vários séculos com suas lendas e histórias fantásticas, influenciando todos os autores que vieram depois, maravilhando leitores e tradutores do mundo inteiro. Thereza Christina Rocque da Motta usou o mesmo tema, dando voz àquela que enfeitiçou o Sultão para adiar sua morte após a noite de núpcias. Surgiram 14 novas histórias, com o mesmo sabor oriental das lendas da Arábia,  como “O gato e o sapateiro”, “O tapete mágico”, “O rei solitário” e “O príncipe das 12 luas cheias”, e inclui três histórias já conhecidas, que não poderiam faltar ao livro: “Ali Babá e os 40 ladrões”, “Aladim e a lâmpada mágica” e a última da própria Sheherazade, quando o Sultão lhe diz que não irá matá-la depois de ouvi-la por 1.001 noites. As ilustrações são de Felipe Trigueiro, que também ilustrou para a autora seu primeiro livro infantil, “A Fada das Pedrinhas” (2018) e o terceiro, “Coroco e Coroca” (2020).

SHEHERAZADE, Thereza Christina Rocque da Motta, ISBN 978-65-89331-16-2, 64 p., 21×21 cm, brochura, R$40,00.

.  Lílian Maial é carioca, médica, escritora e poeta. Em 2000, publicou “Enfim, renasci!”, e, em 2019, “Duetto”. Em 2021, lançou “Equilátero”, de poetrix. Participou das antologias digitais de “poetrix”, “Quatro estações” e “Quatro elementos”, org. por Diana Pilatti e José de Castro. Foi Coordenadora Regional do MIP (Movimento Internacional Poetrix) e ocupa a Cadeira nº 12 da Academia Internacional Poetrix (AIP). Filiada à REBRA, participou de quatro antologias lançadas em Bienais Internacionais do Livro em São Paulo. Filiada à APPERJ, foi Consulesa do Rio de Janeiro para o movimento POETAS DEL MUNDO. Participa do “Mulherio das Letras”, tem trabalhos em inúmeros sites nacionais e internacionais e foi colaboradora de revistas eletrônicas em vários estados do Brasil e no exterior. Ilustrado por Felipe Trigueiro.

O BICO DA LAURA, Lílian Maial, ISBN 978-65-89331-32-2, 32 p., 21x21cm, grampo, R$40,00.

.  Lílian Maial é carioca, médica, escritora e poeta. Em 2000, publicou “Enfim, renasci!”, e, em 2019, “Duetto”. Em 2021, lançou “Equilátero”, de poetrix. Participou das antologias digitais de “poetrix”, “Quatro estações” e “Quatro elementos”, org. por Diana Pilatti e José de Castro. Foi Coordenadora Regional do MIP (Movimento Internacional Poetrix) e ocupa a Cadeira nº 12 da Academia Internacional Poetrix (AIP). Filiada à REBRA, participou de quatro antologias lançadas em Bienais Internacionais do Livro em São Paulo. Filiada à APPERJ, foi Consulesa do Rio de Janeiro para o movimento POETAS DEL MUNDO. Participa do “Mulherio das Letras”, tem trabalhos em inúmeros sites nacionais e internacionais e foi colaboradora de revistas eletrônicas em vários estados do Brasil e no exterior. Ilustrado por Felipe Trigueiro.

O MENINO DOS OLHOS DE LUA, Lílian Maial, ISBN 978-65-89331-31-5, 32 p., 21×21 cm, grampo, R$40,00.

.  Em ‘Não briga comigo’ a menina conversa com o trovão, com o relâmpago e com a chuva. A natureza cria vida e expressão através da imaginação da menina que pensa o mundo à sua volta de acordo com os seus sentimentos. Rosália Milsztajn é carioca, escritora, poeta, contista, médica e psicanalista. Publicou cinco livros de poesia: No azul (1991), ItgadalMemória dos ausentes (1996), Luminosidades (1999), Aqui dentro de mim (2003) e Esse recorte (2014), e ainda dois de contos: A história dos seios (2010) e Era uma vez e outros contos (2018). Ganhou o Prêmio SESC de Poesia, em 1999, e o Prêmio Literário Nacional do Pen Clube do Brasil, em 2016. Publicada em várias antologias e jornais de literatura, e ainda possui um blog: www.ahistoriadosseios.blogspot.com.

NÃO BRIGA COMIGO, Rosália Milsztajn, ISBN 978-85-7823-249-8, 24 p., 21×21 cm, grampo, R$ 40,00

Segundo Thereza Rocque da Motta, “Ibis Libris” foi criada para dar voz aos autores que desejam transformar seus sonhos em livros e, com isso, dividir com eles os seus sonhos, como o meu, de ter o seu livro e, posteriormente, uma editora para transformar sonhos em realidade. Hoje, tenho o orgulho de poder apresentar todo esse empenho de 22 anos para provar que a força da mulher está e sempre estará presente”. 


Instagram: 
@ibislibris @tcrmotta

 


Sobre Thereza Christina Rocque da Motta



Thereza Christina Rocque da Motta é poeta, editora e tradutora. É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Fundou a Ibis Libris em 2000 e criou o selo BisBilibisbalabás em 2002. Em 2021, criou o selo Maat para autoras femininas. Esse ano, a Ibis Libris comemora 22 anos que se completam em agosto. Coordena a ‘Ponte de Versos’ desde 2000.Em julho, aniversário de 23 anos da Ponte de Versos, Thereza Christina participou do 23º Festival Internacional de Poesía de Medellín, onde foi a única poeta brasileira a ser convidada para ler 15 poemas. Em setembro, foi a única brasileira convidada a participar do 3º Festival Internacional de Poesia de Santiago do Chile. Em outubro, lança a 4ª edição especial de 40 anos de “Joio & trigo”, com ilustrações e caderno de fotos, além do prefácio para esta edição de Álvaro Alves de Faria e posfácio da Autora. 


Instagram: @tcrmotta / @ibislibris

Sobre a Primavera de Livros 2022


A PRIMAVERA DOS LIVROS, que ocorre entre os dias 7 e 9 de outubro, no Museu da República, completa 20 ANOS e a Libre prepara um evento marcante para o cenário cultural da cidade. Serão mais de 100 editoras independentes, mais de 20.000 títulos em exposição, dezenas de lançamentos diários e programação cultural intensa para os leitores, professores, escritores, ilustradores, editores etc, incluindo atividades para crianças em uma tenda especialmente produzida para elas. Depois de dois anos de pandemia, esta será a maior edição de todos os tempos. Novas editoras foram criadas e se associaram à LIBRE e vão mostrar obras que os leitores nem sempre encontram nas livrarias.


A LIBRE é a entidade das editoras independentes no Brasil, com foco na defesa da bibliodiversidade, fortalecimento do mercado editorial independente e lutas pelas políticas nacionais do livro e leitura.Para viabilizar seu histórico, ao longo dos anos, a LIBRE teve o apoio fundamental da Prefeitura do Rio de Janeiro e, este ano, está pleiteando que o evento se torne oficial no calendário da cidade: Rio de Cultura, de livros, de informação e educação.


O tema dessa edição será a mulher na política, promovendo a necessidade da participação de mais mulheres em cargos políticos e evidenciando histórica importância delas para a construção da política sociocultural do país, seja na literatura, nas artes cênicas, na música, nas artes plásticas e em tantas outras áreas em que as mulheres também atuam.

“A Primavera dos Livros nasceu em 2002 como uma feira de livros carioca e chega a 2022 como um guarda chuva de eventos de promoção do mercado editorial independente, do livro e da leitura, sempre com entrada e programação cultural gratuitas. São eventos realizados em diversas cidades e com o objetivo de se interiorizar pelo Brasil afora.”, comenta  Lara Kouzmin-Korovaeff, da Semente Editorial.


Instagram: @ligabrasileiradeeditoras
Site: www.libre.org.br

Sobre os 22 livros que serão lançados no dia 08/10 em comemoração ao aniversário da Ibis Libris às 16h.

1. 20 poemas e um segredo – Leyla Lobo

2. 67 sonetos para uma rainha – Álvaro Alves de Faria

3. Breves poemas para insones – Montserrat Villar González

4. Canto coral, O – David de Souza

5. Cartas da irmã – Simone Braga

6. Casa de João Fernandes Vieira, A – Cláudio Aguiar

7. De portas abertas – Maurício Séllos

8. Decidida – Marco Antonio Martire

9. Dor da morte, A – Lílian Maial

10. Eletrochoques – Rômulo Pacheco

11. Há arte em toda parte – Anderson Lopes

12. Incenso – João Rasteiro

13. Joio & trigo – Thereza Christina Rocque da Motta

14. Livro-arbítrio – Álvaro Alves de Faria

15. Menina e seus balões, A – Georgia Annes

16. Meu corpo minha terra prometida, O – Shala Andirá

17. No auge do juízo – Paulo Thomaz

18. Planeta Sempre Vivo – Barbara Fechter

19. Poesia dos fracos – Daniel Costa

20. Quando eu conheci você – Deborah Jurberg Sargentelli

21. Sheherazade – Thereza Christina Rocque da Motta

22. O Último romance de Proust – Cláudio Aguiar

Sobre o Prêmio Jabuti 2022

Ibis Libris Editora inscreveu, pela primeira vez, mais de 10 títulos no Prêmio Jabuti deste ano, concorrendo em 16 categorias. A participação no Jabuti vem juntar-se à comemoração dos 22 anos da editora.

São 12 títulos. Em Ciências Humanas, com “Expressões auxiliares da escrita: Manual de consulta e prática”, de Darcy Attanasio e Jucimara Tarricone, na Juvenil, com “Sheherazade: Novas lendas das 1001 noites e três já conhecidas”, de Thereza Christina Rocque da Motta, em Contos, “Ímpar”, de Gilberto Gouma e “Uma mesa de tamanho normal”, de Eliakim Ferreira Oliveira, em Biografia e Projeto Gráfico, “Um coração em verde-oliva”, de Vilma Belfort, “A casa de João Fernandes Vieira: O restaurador de Pernambuco”, de Cláudio Aguiar e “Andar a pé”, de Rogério Daflon, além de Capa, na Infantil, com “O menino dos olhos de lua” e “O bico da Laura”, ambos de Lílian Maial, em Romance, “Barulho de cachoeira”, de Dirce de Assis Cavalcanti e, em Poesia, com “Corpos de Troia”, de Alberto Lins Caldas e “Pandemia: 27 poemas brasileiros”, de Álvaro Alves de Faria, uma turma de peso.

Sobre o I Prêmio Candango de Literatura 2022

“Barulho de cachoeira”, de Dirce Cavalcanti, e “Ímpar”, de Gilberto Gouma, são finalistas do 1º Prêmio Candangos, de Brasília, ela, com romance e, ele, com projeto gráfico.

https://premiocandangodeliteratura.com.br/

Thereza Christina Rocque da Motta

Ibis Libris

Editora

Rua Pereira Nunes, 395 cob. 1.701

Vila Isabel

20.541-022 Rio de Janeiro – RJ

Tel.: 21-3546-1007 / 96580-0499 

 

Coletivo BB Saúda e Pede Passagem”, no Centro Cultural Correios RJ, 6 de outubro.

 

http://niteroidebicicleta.rj.gov.br/bicicletario-arariboia/

 

 

Espaço BB Arte abre a exposição “Coletivo BB Saúda e Pede Passagem”, com curadoria de Marcia Marchhausen, no Centro Cultural Correios RJ, a partir do próximo dia 6 de outubro
Mostra traz 19 artistas de estilos diversos com o objetivo de apresentar a marca transformadora do Coletivo BB no cenário cultural brasileiro
 

O Espaço BB Arte abre a exposição “Coletivo BB Saúda e Pede Passagem” com 18 artistas de estilos diversos, com o objetivo de apresentar o Coletivo BB, com curadoria da arquiteta Marcia Maschhausen, a partir do dia 05 de outubro, no Centro Cultural Correios RJ, revelando
 o espírito do tempo, uma ação de caráter solidária e sustentável, visando novas formas de ação no mundo.
 
 
“O Coletivo BB, criado em 2017, faz contraponto ao egocentrismo e deixa a marca transformadora do trabalho cooperativo, buscando parcerias e modelos comunitários. Formas cooperativas de trabalho que permitam que as pessoas tenham visões diferentes de mundo. Um Coletivo de Arte com galeria e curadoria”, explica Marcia Marchhausen, especializada em arquitetura naval, com pós graduação em Curadoria e Crítica Moderna e Contemporânea pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e mais de 80 exposições no Rio de Janeiro, no CCCRJ, São Paulo e Nova York.
 
 
Sobre os artistas
 

Alcina Morais – natural de Minas Gerais. Vive no Rio de Janeiro. Fotógrafa. Enfatiza temas abstrato-urbanos registrados nas grandes cidades. Participou da IV Bienal Internacional de Arte Contemporânea na Argentina – outubro/2018. Foi premiada em 2º lugar e Menção Honrosa – Categoria Fotografia. Participa de Exposições – individual no RJ e coletivas no Brasil e no exterior.

Angela Lemos – Começou a pintar por puro prazer, mas logo sentiu necessidade de desenvolver a própria linguagem. Iniciou com séries figurativas expressionistas e, através de uma composição em foco, buscou o congelamento de um momento de êxtase ou de beleza. Tendo a música e elementos da natureza como tema, procura transpor a poética da música para a tela. Na abstração encontrou a libertação da narrativa linear. Tentar frear o excesso de urgência da vida moderna levou a artista a criar caminhos, tecer labirintos e dimensões, buscando sempre se transportar, e ao observador também, para um lugar, ora de descanso e prazer, ora de energia e vitalidade.

Cris Duarte – por meio de uma estética contemporânea às vezes realista, outras vezes meramente imaginária, busca transmitir toda a beleza e intensidade dos oceanos. Uma praia, o mar revolto, um céu incrível, um recife de corais, os reflexos da luz na água ou um veleiro em alto-mar são exemplos dos temas que explora em suas pinturas. Arte para quem ama o mar!

Dominique Colinvaux –  natural da Guanabara, Rio de Janeiro, cidadã da vida, buscadora nata, pesquisadora de mundos melhores. Com uma trajetória autodidata, pontuada por cursos aqui e acolá, explorando meios, recursos e técnicas variadas sobre o papel ou na tela, move-se para metamorfosear os ecos do mundo lá fora, em alguma verdade interior que, devolvida ao olhar do outro, possa afetar e provocar diálogo.

Eliane Mourão –  arquiteta e integrante da Academia Brasileira de Belas Artes, vem se destacando no mercado de artes plásticas. Com participação em exposições de âmbito nacional e internacional, tem várias telas adquiridas por conhecedores e amantes do seu estilo. Com formas reais e modelagens definidas, Eliane Mourão cria em seus quadros uma atmosfera de suave mistério. Em resumo, é uma artista que se revela ao mercado de modo discreto, autêntico, com grande plasticidade e muito coerente com seu interior de artista forte, sensível e promissor.


Gilda Goulart – moradora do Méier há mais de 30 anos, Gilda Goulart tem 57 anos de carreira. A artista, formada pela Escola de Belas Artes da UFRJ, já participou de mais de 20 exposições, entre coletivas e individuais. A última delas foi em 2013, no Instituto Cultural Brasil-Argentina. No ano de 2004, ela teve uma grande oportunidade: foi convidada para o evento Dynamic Encounters, em Londres, onde trocou experiências com artistas do mundo todo. Seu trabalho dá significado e cor àquelas pessoas que, muitas vezes, passam invisíveis pela sociedade, como também surpreende com a exuberância de cores e formas encontradas na natureza.

Guilherme Gurgel – trabalhador da preservação audiovisual e da meteorologia, é formado em Cinema pela UFF e tem Mestrado em Memória Social na UNIRIO. Procura criações multidisciplinares e reflexões que transcendam as categorias de arte, memória, ciência e patrimônio. Busca na vida e no tempo as linhas de fuga para criar coisas novas.

 
 
 
Guto Goulart – Carlos Augusto Lopes Goulart, 1959, Muriaé/MG, pintor e gravador. Iniciou, em meados dos anos 80, seus estudos em Artes na EAV- Parque Lage (Escola de Artes Visuais), Rio de Janeiro, RJ/Brasil e nela vivenciou ativamente a “Geração 80”. Retornou ao Parque Lage, em 2002, tendo aulas com João Magalhães e, em 2007,  na EBA (Escola de Belas Artes) da UFF (Universidade Federal do Rio de Janeiro), formou-se como Bacharel em Gravura e Licenciatura em Artes Plásticas; posteriormente (2017) cursou Arte e Crítica com Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale. “Nos últimos anos desenvolvo meus trabalhos de pintura, geralmente abstratas, com tinta acrílica sobre tela, praticamente sem tocar a superfície trabalhada, procuro inovar sempre e transmitir algo que seja agradável ao olhar e aos sentidos respeitando, pela intuição, o fluxo e o desenvolvimento do próprio trabalho, me inspirando nas forças da natureza e em grandes artistas e obras que admiro. Faço pesquisas e experimentos, de preferência com recursos renováveis que o próprio meio ambiente me oferece”.

Naiara Junqueira – Passou pela cerâmica, metal forging e finalmente encontrou o vidro. Apaixonou-se pela transparência e diversidade que o material oferece. Estudou diferentes técnicas como fusing, escultura, sopro e outras, com mestres nos EUA, Amsterdã e Barcelona. Ao voltar ao Brasil desenvolveu métodos próprios, utilizando técnicas variadas e explorando vidros importados, nacionais e reciclados. Faz instalações, esculturas e arquitetura em vidro, muitas vezes chamando a atenção para causas ambientais e humanitárias.

Marcelo Galvão – acredita que todo processo criativo é, acima de tudo, um momento de libertação, expresso através das mais diferentes vertentes. Sua obra aborda uma temática variada, e tem como marca característica o emprego de formas geométricas como elemento estruturante, e o uso das cores como forma de suavizar a rigidez dos contornos retilíneos.

Marcelus Gill – Marcelus Gill Cavalcante da Silva, nasceu em Goiânia no dia 29 de setembro de 1971. Em 1973, veio para o Rio de Janeiro onde se formou. Embora não tenha realizado faculdade de artes, aprimorou seu gosto pelas artes tornando-se um auto didata. Em 2014 conheceu através de suas pesquisas, a técnica de colagem do Pop Art, caraterizada pela colagem sobre tela. Sua característica marcante é o trabalho com muita cor e informações implícitas nos quadros que podem ser desde mensagens subliminares sobre política, posição social, entre outros, como particularidades sobre os clientes. Já participou de exposições no Brasil e no exterior.



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Nando Paulino – carioca, por razões profissionais foi morar na cidade de São Paulo, onde dedicou-se à pintura nos intervalos de minhas obrigações profissionais como jornalista, frequentando o ateliê de Dalton de Luca. De volta ao Rio, passou a se dedicar integralmente às artes. Ingressou na Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage e frequentou a oficina de aquarela de Alberto Kaplan. Participa dos encontros do grupo Urban Sketchers Rio de Janeiro, e frequenta as sessões de modelo vivo da Escola de Artes do Brasil. Faz parte do Artistas Sagapa (em parceria com Nora Sari e Rosangela Gayu) e do Coletivo 21.

Rosana Ramalho – formada em Design Gráfico com metrado, doutorado e Pós-doutorado nas áreas de pesquisa relacionada à Imagem, a pesquisadora e artista plástica participou de várias exposições – da Funarte, do Museu de Arte Moderna, dos Novíssimos do Ibeu, do Centro Cultural da UFF, entre outras, também apresentando seu trabalho em importantes Galerias de Arte, em individuais, como na Galeria Contemporânea e na FAN – Fundação de Arte de Niterói. Atualmente realiza trabalhos em pintura cujo mote é a memória.

Rosângela Gayu – carioca, artista visual e atriz. Cresceu em Brasília, onde fez Licenciatura em Artes Cênicas. Em 1990, voltou para o Rio. Morou na Inglaterra por dois anos e estudou aquarela. Entrou para o curso livre de pintura no Parque Lage em 2017. Seu trabalho é influenciado pela música, pela atualidade, por diversos materiais e pela busca do novo.


Samantha Quintans – 
cursou Educação Artística, Arte Terapia e Pedagogia, desenvolveu trabalho de estimuladora visual no Instituto dos Cegos.Expôs no MADD C. C. , Galeria Tipografia, Galeria do Poste, Titocar e Bhering. Atualmente suas pinturas são inspiradas nas semelhanças entre o corpo feminino e a natureza.

Sergil Sias – carioca, amante do Rio, de suas cores e seus personagens. Através da fusão do gráfico com o pictórico, desenvolvida a partir de 2017 na EAV Parque Lage, gosta de retratar cenas, personagens urbanos e da música, com uma pitada de tempero de HQ. Passeio com satisfação também pelo surrealismo e paisagens marinhas vibrantes e luminosas.

Sergio Joppert – Desenha desde sempre. Porque teve todas as condições necessárias para escolher seu caminho. Escolheu ser artista. A arte sempre o fascinou. Tem como referencias básicas Van Gogh, Picasso e Dali. “E aqui estou. Nos afirmamos e perpetuamos atráves da arte.A vida passa, a arte fica”, diz.

Sônia Camacho – professora, engenheira civil e artista visual. Captura cores, formas e texturas, e transmite através de suas obras múltiplos olhares sobre a Natureza. Utiliza aquarela, pastel seco, pastel oleoso e acrílica sobre telas. Desenvolve, em alto forno, reciclagens em vidros (fusing) e pinturas em vidro e porcelana.

Sylvia Cordeiro – apaixonada pela natureza e pelas pessoas. Cursou a Faculdade de Belas Artes de São Paulo, e depois frequentou vários ateliês de artistas, onde fez cursos e workshops de retratos e figura humana. Usa diversos materiais, como grafite, carvão, aquarela e óleo sobre tela. Gosta de captar os momentos, olhares, gestos. O mais importante para Sylvia é transmitir um sentimento; que seu trabalho seja a expressão das conexões interpessoais.

Vanessa Barini – trabalha com fotografia, gravura, encáustica, pintura, instalações e tudo o mais que sirva como técnica ou suporte para a expressão artística. Identifica-se com a pintura abstrata. Cores e formas são as suas questões. Na sua fotografia o abstracionismo não está presente todo o tempo mas as questões continuam as mesmas. Enfim, compartilha do mesmo pensamento que Picasso: “Que a inspiração chegue não depende de mim. A única coisa que posso fazer é garantir que ela me encontre trabalhando.”

 
 
Sobre o Coletivo BB

“Nascemos da necessidade de ter uma galeria que nos representasse legitimamente no Rio de Janeiro, ser do Rio foi uma escolha. Como também foi escolha debutar na Fábrica Bhering, e batizar o Coletivo com o nome do chocolate Bhering _ Meu BB, assim nasceu Meu BB Galeria de Arte _ Atelier Sergio Joppert. Escolhemos a Fábrica Bhering por tudo: sua arquitetura, localização, história e principalmente sua generosa gestão. Os artistas escolheram a Bhering e a Bhering os acolheu, formando o maior polo de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro. Nós, do Coletivo BB, temos Rui Barreto na mais alta estima, sua história pessoal é a história da Bhering, que acompanha o crescimento da cidade.

 

Após 3 anos de Bhering fomos convidados pela artista Jeannette Priolli para ocupar seu atelier, um belíssimo
casarão em Ipanema, onde permanecemos entre 2020 e 2021. Há um ano nos estabelecemos no Shopping Cassino Atlântico em Copacabana _ Espaço BB. Nossa curadoria, assinada por Marcia Marschhausen, não interfere no processo criativo do artista, reverenciamos o momento da criação, cabe ao artista fazer suas escolhas. Conviver com as diferenças é o que nos move, não só internamente, mas em relação à humanidade. O Coletivo BB faz contraponto ao egocentrismo e deixa a marca transformadora do trabalho cooperativo, buscamos parcerias e modelos comunitários. Formas cooperativas de trabalho que permitam que as pessoas tenham visões diferentes de mundo. O Coletivo BB revela o espírito do tempo, uma ação de caráter solidária e sustentável, visando novas formas de ação no mundo.”
 
 
Serviço
 
Exposição: “Coletivo BB Saúda e pede Passagem”
Artistas: coletiva
Instagram: @espacobbartesvisuais
Curadoria: Marcia Marchhausen
Data de abertura: 06 de outubro, das 15h às 19h
Visitação: 06 de outubro a 19 de novembro de 2022
Realização: Coletivo BB
Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem
Instagram: @_paula_r_soares
 
Local: Centro Cultural Correios RJ –  térreo
Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – RJ
Tel: (21) 2253-1580
De terça a sábado, das 12h às 19h
Entrada: gratuita
Classificação: livre

Como chegar: metrô (descer na estação Uruguaiana, saída em direção a Rua da Alfândega); ônibus (saltar em
pontos próximos da Rua Primeiro de Março, da Praça XV ou Candelária); barcas (Terminal Praça XV); VLT (saltar na
Av. Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV); trem (saltar na estação Central e pegar VLT até a AV. Rio
Branco/Uruguaiana).
Informações: (21) 2253-1580 / E-mail: centroculturalrj@correios.com.br
A unidade conta com acesso para pessoas cadeirantes e limita a quantidade de visitantes, visando a não
aglomeração.