Eliana Sorrini participa de debate sobre relacionamentos abusivos e violência contra a mulher, ao lado da ex-Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, após o espetáculo O ÚLTIMO DIA, no CCJF, no próximo dia 15 (quarta)

Eliana Sorrini, Psicóloga Social e do Trabalho e Consultora Estratégica em Saúde Mental, participa de debate com atores e plateia, ao final do espetáculo O ÚLTIMO DIA, no Centro Cultural Justiça Federal, no próximo dia 15 de abril (quarta), com participação especial de Anielle Franco, ex-Ministra da Igualdade Racial.

Baseada no livro homônimo de Mariana Reade e Wagner Cinelli, a peça lança luz sobre os ciclos de controle, medo e violência que atravessam relacionamentos abusivos. O Brasil registrou, em 2025, o maior número de feminicídios dos últimos anos.

Segundo Eliana Sorrini, “a peça nos faz relembrar todos os tipos de assédios pelos quais passa uma mulher em caso de agressão: Violência Física, Psicológica, Sexual, Patrimonial e Moral… Como psicóloga, vejo nitidamente a dependência emocional patológica nos dois casos. A impossibilidade de pedir ajuda”.

O Último Dia evidencia que o feminicídio é o desfecho extremo de uma longa sequência de abusos. Ao colocar o público diante dessa escalada, o espetáculo rompe com a ideia de que a violência se resume ao ato final, revelando suas múltiplas formas e permanências. Produzido pela Nanni Produções Artísticas, com coordenação de Guilherme Nanni, em parceria com Ana Capella, o projeto reafirma o papel da arte como instrumento de reflexão social e transformação. Em um país que registra índices alarmantes de violências contra a mulher, reconhecer a violência é o primeiro passo para interrompê-la.

Tema que vai permear o debate entre Dra. Eliana Sorrini, Anielle Franco, ex-ministra da Igualdade Racial, atores e o público.

Sobre Eliana Sorrini

Eliana Sorrini, psicóloga social e do trabalho há mais de 10 anos com MBA em gestão de negócios! Executiva por mais de 20 anos no Brasil e América Latina, hoje uma Talento Sênior que leva para empresas e empresários a discussão sobre saúde mental como estratégia para conquistar resultados e melhoria de performance. Como psicoterapeuta especializada em Ansiedade, Depressão , Transtornos de Humor e doenças do trabalho como Burnout

Instagram: @eliana_sorrini

Serviço
Espetáculo: O ÚLTIMO DIA
Debate com a Dra. Eliana Sorrini: 15 de abril de 2026, após o espetáculo
Horário espetáculo: 19h
Centro Cultural Justiça Federal
Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Duração: 1h15
Classificação etária: 16 anos
Assessoria de Imprensa Dra. Eliana Sorrini: Paula Ramagem
Instagram: @oultimo.dia

Niterói assina acordo com Governo Federal para fortalecer segurança pública

Adesão ao programa “Município Mais Seguro” amplia integração, capacitação e apoio às guardas municipais

A Prefeitura de Niterói formalizou, nesta segunda-feira (13), por meio da Secretaria de Ordem Pública (Seop), a adesão ao programa “Município Mais Seguro”, ao lado de Maricá, Araruama, Cabo Frio e Resende. A parceria com o Governo Federal reforça a política pública de segurança da cidade e amplia a atuação integrada entre municípios e União.

Nos últimos 10 anos, Niterói vem investindo em inúmeras ações, consolidando uma política consistente de apoio às forças de segurança. A assinatura ocorreu na Cidade da Ordem Pública, no Barreto, reunindo autoridades locais e federais. Em seguida, foi realizado um seminário sobre os benefícios do programa para as cidades.

Coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), em parceria com a Prefeitura, o programa “Município Mais Seguro” amplia a participação das cidades no Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com foco em capacitação, tecnologia, gestão integrada e valorização profissional. Durante o encontro, foram apresentadas diretrizes como o uso diferenciado da força, policiamento comunitário, integração entre as forças de segurança e atenção à saúde mental dos agentes.

O secretário municipal de Ordem Pública, Gilson Chagas, destacou que a adesão representa mais um avanço na política de segurança de Niterói.

“Niterói vem construindo uma política pública consistente, baseada em planejamento, investimento e integração. A adesão a um programa estruturante do Governo Federal fortalece ainda mais a nossa capacidade de atuação, com foco na prevenção e na proteção da população”, afirmou o secretário.

O coordenador-geral de Gestão e Governança do Sistema Único de Segurança Pública, Márcio Mattos, ressaltou a importância da parceria com municípios como Niterói.

“Esse acordo fortalece o papel dos municípios na segurança pública, com investimento em equipamentos como armas de menor potencial ofensivo, e também no cuidado com os profissionais. O apoio psicológico por meio de aplicativo já está em funcionamento e será ampliado com a adesão de cidades como Niterói”, destacou Márcio Mattos.

Foto: Luciana Carneiro

Cabo Frio recebe pela primeira vez a Feira Nacional do Podrão

Cabo Frio recebe, pela primeira vez, a Feira Nacional do Podrão, que chega à sua 36ª edição durante o feriadão de abril. O evento acontece entre os dias 18 e 21 de abril (sábado a terça-feira), no estacionamento do Shopping Park Lagos, no bairro Palmeiras.

Com estrutura montada em uma área de aproximadamente 4 mil metros quadrados, a feira reunirá cerca de 30 expositores com alguns dos mais famosos lanches de rua do Rio de Janeiro, conhecidos pelo tamanho generoso, criatividade e sabor marcante.

A Feira Nacional do Podrão é reconhecida por reunir opções icônicas da gastronomia popular. Entre as novidades desta edição estão: a “Coxinha na Chapa” e o “Picolé de Coxinha”. Já os clássicos que conquistaram o público em edições anteriores também marcam presença, como: “Hambúrguer de Três Quilos”, “Coxinha de Dois Quilos”, “Churrasco”, “Acarajé de Dois Quilos”, ”Cachorro-Quente de 120 centímetros”, “Comida Nordestina”, “Hambúrguer de Coxinha”, “Buquê de Coxinha”, “Torre de Batata”, “Torre de Churros”, “Sorvete na Chapa”, entre outras delícias.

“Estamos muito felizes em levar, pela primeira vez, a Feira Nacional do Podrão para a Região dos Lagos. Queremos proporcionar uma experiência completa para o público cabofriense, com um grande evento gastronômico e atrações para toda a família durante o feriadão”, afirma Suzanne Malta, idealizadora e promotora do projeto, conhecida pelo perfil gastronômico @ondecomernorio, ao lado do produtor Filipe Machado.

“Estamos ansiosos para receber esta edição da Feira Nacional do Podrão. Eventos deste porte, que acontecem em todo o Brasil, consolidam o Shopping Park Lagos como um dos principais espaços de lazer e entretenimento da Região dos Lagos. Nosso shopping é muito mais que um centro de compras. É ponto de encontro de moradores e turistas, que buscam programação variada, conforto e segurança”, diz Valéria Zettel – Gerente de Marketing do SPL.

Com entrada gratuita, o evento contará ainda com uma área exclusiva para o público infantil, com monitores e brinquedos infláveis, como touro mecânico, grande tobogã, discoplay, jacaré inflável e cama elástica.

A programação musical também promete animar os quatro dias de evento, com roda de samba e pagode ao som de James e do grupo D’Início, além de muito rock com as bandas Mamonas Assassinas (cover) e Protocolo B, que trazem clássicos dos anos 80 e 90.

SERVIÇO: 36ª Edição da Feira Nacional do Podrão
Local: Estacionamento do Shopping Park Lagos (Av. Henrique Terra, 1700 – Palmeiras – Cabo Frio)
Dias: 18, 19, 20 e 21 de abril (sábado, domingo, segunda e terça).
Horários: Todos os dias do evento – das 14h às 22h.
Entrada: Gratuita.
Siga @feiradopodrao / @parklagos

Novo filme de Guilherme Araponga, “Encontro e Despedida”, inicia gravações em Belo Horizonte

A partir do dia 18 de abril, Belo Horizonte recebe as gravações de Encontro e Despedida, novo filme escrito e dirigido por Guilherme Araponga. Inspirada em uma história real vivida na capital mineira, a produção tem no elenco José de Abreu, Bernardo Filaretti, Luiza Filaretti e Eda Costa, e tem pré-estreia prevista para o segundo semestre de 2026. O filme conta com realização da Filaretti Produções, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet) e patrocínio master da Gasmig.

Com narrativa centrada no reencontro entre pai e filho após anos de afastamento, o roteiro acompanha estes dois personagens em um leito de hospital, no momento final da vida do pai. A partir dessa situação limite, o filme se debruça sobre temas como abandono afetivo, relações familiares e os atravessamentos emocionais que emergem quando não há mais tempo para reorganizar o passado.

“O cinema que me interessa nasce muito mais do que não é dito do que do que é falado. Em Encontro e Despedida, o silêncio tem peso. Ele atravessa o quarto, preenche os intervalos, está entre pai e filho o tempo inteiro. O filme não tenta fechar feridas que passaram a vida inteira abertas. Ele observa o momento exato em que dois homens, unidos por um abandono que nunca cicatrizou, são obrigados a permanecer um diante do outro até o fim. Sem redenção”, afirma o diretor Guilherme Araponga.

A encenação aposta em um caminho naturalista, com uma câmera que acompanha a ação de forma discreta, quase como uma observadora. O hospital, mais do que cenário, funciona como um espaço de confinamento emocional, onde o tempo se dilata e não há possibilidade de fuga. A escolha pelo formato de imagem 4:3 e pelo preto e branco contribui para essa sensação de proximidade e intensidade, destacando os rostos, os gestos e o desgaste físico e emocional dos personagens.

José de Abreu, que vive o pai, destaca a força do tema e sua conexão pessoal com a história. “Essa relação pai e filho é uma coisa que me interessa muito. Eu perdi um filho quando ele tinha 21 anos e isso deixa uma marca muito grande. O roteiro é extremamente interessante, me pegou, e as conversas com o diretor são sempre muito boas. Estou bastante animado”, conta.

Encontro e Despedida se constrói como uma investigação sensível sobre memória, culpa e herança emocional. “Dirigir esse filme em Minas, com uma equipe majoritariamente mineira, diversa e formada em sua maioria por mulheres, tem um peso simbólico enorme pra mim. Voltar a Belo Horizonte, onde essa história real aconteceu, é quase como fechar um ciclo que ficou aberto dentro de mim. Trabalhar com José de Abreu, Bernardo Filaretti, Luiza Filaretti e Eda Costa é uma responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma honra imensa, porque são atores talentosíssimos dando corpo e voz a algo que foi muito meu”, finaliza o diretor.

Bernardo Filaretti, também mineiro, reflete sobre a profundidade de seu personagem: “Eu tenho buscado histórias que me coloquem em conflito de verdade. Eu gosto de personagens que eu preciso fazer uma pesquisa imensa pra entender o que se passa dentro dele, descobrir os porquês, investigar minha vida e meus sentimentos. Além disso, ter José de Abreu como meu pai no cinema é um privilégio enorme. Me sinto muito alimentado”, comenta.

A locação escolhida é o Hospital São Rafael, em Belo Horizonte, que dará ainda mais veracidade ao filme.

Ficha técnica:
Autor e diretor: Guilherme Araponga
Elenco: Bernardo Filaretti, José de Abreu, Luiza Filaretti, Eda Costa
Realização: Filaretti Produções via Lei Rouanet, com patrocínio master Gasmig
Estreia: segundo semestre 2026

Sinopse: após anos de silêncio e afastamento, um filho reencontra o pai em um leito de hospital, à beira da morte. Enquanto o pai é forçado a abandonar o orgulho para depender do filho em suas funções mais básicas, o jovem enfrenta o paradoxo brutal de cuidar de quem um dia o abandonou.

Exposição “Aonde eu queria estar”, de Marjô Mizumoto, na Gávea

A Galeria Anita Schwartz inaugura a exposição Aonde eu queria estar, de Marjô Mizumoto. A mostra reúne dez pinturas em grande formato — com telas que chegam a 2,5 metros de altura — e marca o primeiro solo da artista paulistana no Rio de Janeiro.

Formado majoritariamente por trabalhos inéditos concebidos para a individual o conjunto apresenta cenas do cotidiano doméstico, encontros familiares e momentos de lazer que, na pintura de Marjô, ganham densidade emocional e força visual. São imagens construídas a partir de fotografias do dia a dia, reorganizadas em composições que suspendem o tempo e transformam o banal em matéria pictórica.

As pinturas operam a partir de uma contenção do tempo. Ele não avança, se concentra. Pequenos gestos, situações corriqueiras e encontros íntimos são deslocados de sua função cotidiana e passam a ocupar o centro da cena, acentuados por escolhas cromáticas, enquadramentos e elementos simbólicos que ampliam seus sentidos. O resultado são imagens que parecem familiares à primeira vista, mas que, pouco a pouco, instauram um leve estranhamento e convidam o olhar a permanecer.

As cenas não se fecham em um único significado. Sugerem o que veio antes e o que pode vir depois, ativando a memória e a experiência do espectador. Ao reunir referências de diferentes tempos, como infância, vida adulta, memórias pessoais e imagens coletivas, a artista cria composições em que passado e presente coexistem no mesmo plano.

A curadora Vanda Klabin, que assina o texto de apresentação da mostra, destaca que Mizumoto “manipula a linguagem imagética, fortemente figurativa, por meio de dispositivos narrativos, direcionando o olhar para o universo de fragmentos do cotidiano doméstico atuantes em sua órbita poética”. Para Vanda, a artista parte de imagens reconhecíveis da vida comum que, “ao serem inflamadas por uma iconografia pulsante, fazem com que acontecimentos banais ou efêmeros adquiram uma densidade visual inesperada, por vezes tornando estranhas representações outrora familiares”.

A pintura é o território central de Marjô, formada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), desde o início de sua trajetória, em 2008. Ao longo de quase duas décadas de percurso, um eixo permanece constante: o interesse pelas relações humanas. “O que sempre ficou no meu trabalho são as relações. Eu sinto que é algo silencioso, mas uma das coisas mais importantes da vida”, afirma. Se antes sua atenção recaía mais sobre o indivíduo isolado, hoje o foco se desloca para aquilo que acontece entre as pessoas, como o cuidado, a convivência e o tempo compartilhado.

Esse deslocamento se intensifica após a experiência da maternidade, que passa a atravessar de forma decisiva a sua pesquisa pictórica. “Eu comecei a entender minha pintura muito mais a partir das relações do que do indivíduo em si. Aprendi a cuidar e meu olhar foi para esse lugar do cuidado”, comenta a artista. Mesmo quando retrata uma única figura, a cena sugere uma presença fora do quadro, como se o observador também estivesse implicado naquele momento.

Nesse contexto, Aonde eu queria estar pode ser lida a partir de um deslocamento crítico da representação da maternidade. Em vez de reiterar a mulher como figura central e naturalizada do cuidado, Mizumoto redistribui esse papel dentro da cena. Em algumas pinturas, a figura masculina assume gestos de atenção e cuidado doméstico, presença ainda rara na história da arte. Ao mesmo tempo, a artista se ausenta como personagem para ocupar o lugar de quem observa e registra, influenciada por uma memória forte familiar: “Meu pai nunca aparecia nas fotos porque era ele quem fotografava”, relembra. Ao assumir esse ponto de vista, Marjô desloca a maternidade de um lugar idealizado e afirma a possibilidade de a mulher se retirar da cena para existir como olhar e autoria.

Esse gesto de afastamento como personagem se desdobra diretamente no modo como a artista constrói suas imagens. O processo de trabalho envolve a combinação de múltiplas imagens e referências afetivas, reunidas em uma única cena. “Eu tiro muitas fotos durante o dia e depois construo a pintura a partir delas. Não é a reprodução da foto, é uma cena construída, quase como um frame de um filme”, explica Marjô. Essa operação cria um campo aberto à projeção do espectador, que frequentemente reconhece nas imagens fragmentos de sua própria memória.

Segundo Vanda Klabin, “ao remover imagens de sua natureza cotidiana e ampliar seus sentidos por meio de uma narrativa parcial, Marjô interrompe o fluir do tempo e redireciona o observador para novos eixos de leitura e significado”. Nesse processo, o trivial torna-se objeto de investigação plástica e as cenas deixam de ser fugazes para se consolidarem como composições visuais autônomas.

A dimensão relacional atravessa também a escala das obras. Executadas em grandes formatos, as pinturas ampliam a intimidade da cena e a projetam no espaço expositivo, criando uma relação de proximidade física com o público. O que poderia permanecer restrito ao âmbito privado, como a casa, a família, o descanso e a infância, ganha dimensão pública e simbólica.
As obras reunidas em Aonde eu queria estar abordam infância, vida familiar, lazer e trabalho, combinando humor, delicadeza e tensão. Para a artista, a pintura também carrega uma dimensão de permanência: “Eu sinto que a pintura tem esse momento de eternizar. É uma forma de manter vivo um instante que, na vida, passaria muito rápido”.
Anita Schwartz apresenta um conjunto de trabalhos que reafirma a potência da pintura figurativa como espaço de memória, afeto e experiência compartilhada, a partir de um olhar feminino atento às dinâmicas do cuidado e da vida cotidiana.

Serviço
Exposição | Aonde eu queria estar
De 5 de março a 18 de abril
Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 18h
Local: Anita Schwartz Galeria de Arte
Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea, 22470-100, Rio de Janeiro – RJ

Principais meios de transmissão: vôlei Chinês no Brasil

Com base nas informações disponíveis para o calendário esportivo de 2026, a Rede Globo e o sportv2 possuem os direitos de transmissão das principais competições internacionais, incluindo a Liga das Nações (VNL) e eventos na China.

No entanto, não há uma grade fixa dedicada exclusivamente à Superliga Chinesa de clubes na TV aberta (Rede Globo).

As transmissões de voleibol chinês no Grupo Globo em 2026 focam principalmente na seleção chinesa em competições internacionais e em jogos de brasileiras.

TV Globo: Jogos selecionados da seleção brasileira (VNL e Mundiais).
sportv2: Transmissor principal da VNL 2026 masculina e feminina.
ge.globo/GE TV: Tempo real e possíveis transmissões no YouTube, com foco na Superliga 25/26 e conteúdos selecionados.

Recomenda-se acompanhar a grade de programação oficial do SporTV e ge.globo próximo às datas mencionadas, pois a tabela detalhada da VNL 2026 com horários exatos é divulgada perto do início da competição (junho de 2026).

Grupo internacional traz instrumentos de época e música renascentista portuguesa ao Teatro da UFF

O Centro de Artes UFF apresenta, no próximo dia 5 de maio, às 19h, um concerto de relevância internacional que une performance artística e rigor acadêmico: “Que he o que vejo?”, projeto financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) de Portugal, que propõe uma imersão na sonoridade da música e da língua portuguesa do século XVI. O espetáculo, que integra a série Música de Câmara, traz diretamente do Porto para Niterói os músicos Ananda Roda, Thiago Vaz, Irene Brigitte e Teodora Tommasi. O grupo apresenta um repertório baseado em profundas pesquisas linguísticas, resgatando a pronúncia histórica do português quinhentista, além do latim e do castelhano da época. A autenticidade sonora é garantida pelo uso de réplicas de instrumentos históricos, que permitem a recriação fiel dos timbres e articulações originais. Como parte da programação, os músicos realizarão uma palestra às 17:30. O encontro é uma oportunidade para que o público conheça detalhes do processo de pesquisa, a construção do repertório e curiosidades sobre a restauração da língua e dos instrumentos antigos. Se você aprecia história, literatura e música de qualidade, este é o seu evento!

· Evento: Concerto “Que he o que vejo?” (Série Música de Câmara)

· Data: 5 de maio (terça-feira)

· Palestra (17:30): Que he o que vejo? – variedade linguística dos cancioneiros portugueses, por Irene Brigitte

· Início do concerto: 19h

· Local: Teatro da UFF – Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói.

· Ingressos: R$20 e R$10 (meia). Preço único promocional: R$ 10. As vendas podem ser realizadas pelo site ingressosuff.com.br ou na bilheteria do Teatro da UFF

Mano Penalva apresenta nova individual na Portas Vilaseca, em Botafogo

Até 9 de maio, a Portas Vilaseca apresenta “Manejo”, nova individual do artista Mano Penalva, com texto crítico do curador e historiador da arte Renato Menezes. A mostra reúne um conjunto de objetos, esculturas, instalações e ready-mades que investigam as relações entre técnica, cultura popular, alimentação, linguagem e economia cotidiana no Brasil.

O nome da exposição origina-se da instalação que ocupa o terceiro andar da galeria. Intitulada “Manejo”, a obra é composta por sessenta caixas de feira pintadas, empilhadas como totens, evocando a ideia de manejo como prática que combina repetição, experiência e intuição. Ao organizar esses engradados — objetos cotidianos de circulação e transporte — Mano Penalva transforma um elemento ordinário em suporte para uma leitura simbólica do Brasil, como se recompusesse o país a partir de seus materiais mais comuns.

Nas ripas das caixas surgem pares de nomes pintados em cores vibrantes — José/Macaxeira, João/Maniva, Silva/Aipim, Santos/Mandioca — aproximando duas linhagens fundamentais da cultura brasileira: de um lado, nomes e sobrenomes amplamente difundidos na população; de outro, os diferentes nomes da Manihot esculenta, raiz ancestral cultivada há milênios e base alimentar em várias regiões do país. Ao cruzar nomes humanos e nomes vegetais, a obra conecta alimento, linguagem e identidade cultural, revelando a diversidade de histórias e tradições que atravessam a formação brasileira.

Segundo Menezes, este campo de observação remete à tradição artesanal e dialoga simbolicamente com a figura de Dédalo, artesão responsável pela construção do labirinto que aprisionava o Minotauro. Assim como no mito, as obras de Penalva sugerem que a técnica raramente se desenvolve de maneira direta: ela se constrói em percursos sinuosos, feitos de tentativa, improviso e aprendizado prático.

Entre os demais trabalhos apresentados está “Um tanto e meio” (2020), obra composta por duas latas metálicas de tamanhos diferentes posicionadas sobre uma base de madeira crua. O gesto simples retoma a tradição moderna do ready-made para refletir sobre sistemas informais de medida presentes na linguagem cotidiana. Expressões como “um tanto”, “um pouco” ou “um bocado” aparecem como indicadores flexíveis de quantidade, que substituem a precisão numérica por uma lógica baseada na experiência sensível.

Essa investigação continua em “Dúzia” (2022), instalação formada por prateleiras de madeira e ovos de madeira tingida organizados na parede. Ao deslocar o sentido habitual da palavra “dúzia”, o trabalho transforma um número fixo em um marcador impreciso e contextual, sugerindo formas populares de contagem que escapam à rigidez dos sistemas matemáticos.

A relação entre comida, cultura e linguagem atravessa diversos trabalhos presentes na exposição. Em “Natureza-morta – Jardim sintético” (2016), pratos de barro recebem farinha, carne de charque e rapadura dispostas em uma composição que evoca tanto jardins japoneses quanto práticas rituais de oferenda. O trabalho estabelece um diálogo entre tradição pictórica, cultura alimentar e religiosidade.

Outro destaque é “Peão”, instalação em que uma panela de pressão gira continuamente sobre o próprio eixo, evocando simultaneamente o movimento do pião e o giro do relógio. A obra sugere uma reflexão sobre o tempo da comida, a espera e a urgência da fome, ideia frequentemente associada à frase do sociólogo Herbert de Souza: “quem tem fome, tem pressa”. O trabalho dialoga formalmente com as obras da série “Ventana”, como Coivara, Moenda, Amanho, Maniva e Komorebi, nas quais estruturas circulares funcionam como uma espécie de partitura visual. Nesses trabalhos, o círculo aparece como forma simbólica ligada ao ciclo, seja do preparo do alimento, do trabalho manual ou do tempo, sugerindo também um campo gráfico aberto a múltiplas interpretações.

Ao reunir referências que atravessam diferentes campos da cultura e da experiência cotidiana, “Manejo” propõe uma reflexão sobre formas de conhecimento produzidas no dia a dia e transmitidas pela experiência. Nas obras de Mano Penalva, o gesto manual, o improviso e a sabedoria prática tornam-se ferramentas para pensar sistemas de valor, modos de vida e processos culturais no Brasil. Ao mesmo tempo, o artista mobiliza elementos recorrentes da geometria, como o círculo, a repetição e a organização modular, aproximando práticas populares e cultura material de debates mais amplos da arte contemporânea.

Serviço

Manejo – Mano Penalva
Texto: Renato Menezes
Abertura: 26.03 | 19h
Período da exposição: 26.03 – 09.05.2026
Visitação: de terça a sexta, das 11h-19h; sábados, das 11h-17h
Portas Vilaseca – Rua Dona Mariana, 137, casa 2 – Botafogo, Rio de Janeiro
Entrada gratuita

“Um rio em mim” de Manoela Medeiros na Nara Roesler

Nara Roesler Rio de Janeiro tem o prazer de convidar para exposição “Um rio em mim”, com trabalhos inéditos, criados para o evento, pela artista Manoela Medeiros, conhecida por seu processo de escavação na pintura. Vivendo desde 2012 durante longos períodos na França onde tem consolidado sua carreira junto a outros jovens artistas, Manoela Medeiros mora no Rio de Janeiro, onde também tem seu ateliê. Sua relação com a França teve início em Paris, para onde foi cursar a École des Beaux Arts, tendo retornado repetidas vezes à capital francesapara participar de residências artísticas, como a da Cité des Arts, em 2019. Desde 2021 fica também baseada em Marselha, quando foi selecionada para uma bolsa oferecida pela prefeitura da cidade. No ano passado, fez uma individual na Palo Gallery, em Nova York, que ganhou elogiosa crítica na prestigiosa revista Artforum.

“Um rio em mim” é a primeira mostra individual da artista na Nara Roesler Rio de Janeiro, e suas mais recentes coletivas na cidade foram como “Rasura”, com curadoria de Victor Gorgulho, também na Nara Roesler Rio de Janeiro, em 2026; “Hábito-habitante”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2021, e “Superfícies sensíveis”, na Caixa Cultural, em 2018.

Para Manoela Medeiros, tanto as paredes como as suas pinturas são como um “repositório de sedimentos arquitetônicos”. Parte de seu gesto consiste em subtrair camadas sobrepostas, criando composições “a partir da retirada de material que antes cobria a superfície da obra”. “A arqueologia não é vista como um tema, mas como um método de trabalho”, explica. A artista escava as superfícies de suas pinturas – e muitas vezes também as paredes do espaço expositivo –, “revelando as camadas de cores e materiais utilizados, recobertos e, assim, esquecidos ao longo do tempo”. Manoela Medeiros opera em um “espaço liminar entre a construção e a destruição com um gesto que beira o de um pintor-pedreiro-arqueólogo”.

“As obras são marcadas por imperfeições, desgastes e descontinuidades”, diz. Do gesto brutal e eminentemente físico/corpóreo emergem formas sensíveis e delicadas que lembram elementos naturais como plantas, folhas, com cores mais pronunciadas, outras já trazem o caráter mais abstrato da matéria desbotada e rachada.

Manoela Medeiros ressalta que nesta mostra na Nara Roesler Rio de Janeiro “foi a primeira vez em que o processo de criação aconteceu de forma bastante orgânica e livre”. “Dessa vez,foi o processo no ateliê que ditou mais as obras da exposição. Fui fazendo livremente, principalmente pinturas escavadas, e a partir delas formando um conjunto e sua conversa”.Os trabalhos que estarão em “Um rio em mim”terão três formatos: 150 x 120 cm: 130 x160cm, e 50 x 70 cm.Ela acrescenta que provavelmente irá decidir definitivamente quais obras irão ou não entrar no espaçosomente durante a montagem da exposição. “Busco trabalhar de forma mais intuitiva e aberta”, afirma.

LIMIAR ENTRE NATUREZA E CULTURA

Manoela Medeiros diz que seu trabalho “está em um limiar entre natureza e cultura”. “O que me interessa não é exatamente a arquitetura em si, mas o entorno, onde as coisas estão inseridas. Então, seja a arquitetura do espaço expositivo onde realizo trabalhos site specifics [feitos para o local], ou uma ruína abandonada, local onde coleto fragmentos de paredes – matéria-prima essa que é utilizada em trabalhos –, o ambiente onde sujeito e coisas se encontram e as relações que são tecidas entre eles são o que me interessam”.

Sua pintura feita do mesmo material arquitetônico da parede traz de forma quase-escultórica imagens de elementos naturais onde ela salienta que “a natureza surgiu em sua pesquisa nessa dualidade que é a ruína”. “Uma arquitetura construída e ao mesmo tempo uma arquitetura destruída, que é pouco a pouco invadida e devolvida à natureza. Essa espécie de suspensão, esse lugar entre duas coisas, ou não-lugar, que na verdade nada mais é do que um ateliê vivo, é o que me interessa”.

Em seu processo criativo, a artista comenta: “No ateliê procuro não antecipar o que irei trabalhar. As decisões acontecem de forma livre e no presente. Nunca sei onde uma pintura vai me levar, pois não costumo trabalhar com esboços prévios. Cada camada é uma camada de decisão daquele instante. O que rege muitas vezes é a preferência por alguma paleta ou tonalidade. Por exemplo, tenho trabalhado principalmente em uma paleta um pouco mais lavada e clara”.

A recente maternidade influenciou principalmente no tempo dedicado ao trabalho e em estar cada vez mais aberta a espontaneidade, mas ela conta que sua expectativa com esta exposição “é a de continuar experimentando de forma livre”.

SOBRE MANOELA MEDEIROS

Em seu trabalho, Manoela Medeiros (1991, Rio de Janeiro) articula uma abordagem da pintura que ultrapassa a especificidade de seu próprio meio, utilizando recursos da escultura, da performance e da instalação. Nessa perspectiva híbrida do pictórico, Medeiros interroga os meios artísticos além de seus formatos convencionais, onde pinturas e instalações in situ servem para explorar as relações entre espaço, tempo e a corporeidade da arte e do espectador.

Intervindo muitas vezes de maneira direta nos espaços expositivos, Medeiros concebe suas obras a partir de detalhes do lugar, sejam eles materiais, elementos estruturais ou até mesmo sua relação com a iluminação, natural e artificial. Sua prática introduz no espaço uma organicidade ao expor suas entranhas, ou estruturas, fazendo da arquitetura não apenas uma estrutura, mas um corpo específico em si mesmo na experiência da arte.

Através de procedimentos arqueológicos, Medeiros torna visível aquilo que muitas vezes subjaz, nutrindo-se da ideia de ruína, um índice espacial da passagem do tempo. A artista escava as superfícies, como as paredes do espaço expositivo, para trazer à tona as diferentes cores e materiais que ali foram aplicados e que permaneciam esquecidos. Desse modo, Medeiros visa refundar nossa experiência temporal ao expor, simultaneamente, suas sucessivas camadas, cada qual portadora da memória do momento em que foi aplicada, deixando-as coexistir e interpenetrar-se. Medeiros opera entre a construção e a destruição, mostrando sua complementaridade, mais do que seu antagonismo.

Manoela Medeiros vive e trabalha no Rio de Janeiro e em Marselha. Estudou na École Des Beaux-Arts, em Paris, e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Exposições individuais incluem: “Tropical Still life” na Palo, New York (2025), “Comment naissent les formes”, Double V, Marselha, Franca (2025) “O carnaval da substância”, naNara Roesler (2022), São Paulo; “Concerto a céu aberto”, na Kubik (2020), Portugal; “L’être dissout dans le monde”, na Chloé Salgado (2019), em Paris; “Poeira varrida”, na Fortes D’Aloia & Gabriel (2017), em São Paulo. Entre exposições coletivas encontram-se: “Rasura”, com curadoria de Victor Gorgulho (2026), Afirmacao, La Fab, Paris (2023), “Arqueologias no presente”, na Nara Roesler (2021), em São Paulo; “Recyclage / Surcyclage”, na Fondation Villa Datris (2020), na L’Isle-sur-la-Sorgue, França; “Reservoir”, no 019 (2020), em Ghent, Bélgica; “Vivemos na melhor cidade da América do Sul”, na Fundação Iberê Camargo (FIC) (2018), em Porto Alegre; “Espaces témoins”, na Praz Delavallade (2018), em Paris; 67ème Prix Jeune Création, Thaddaeus Ropac (2017), em Paris, França; 62ème Salon Montrouge (2017), em Paris; “In Between”, na Bergamin & Gomide (2016), em São Paulo; 11º Abre Alas, A Gentil Carioca, (2015), no Rio de Janeiro, entre outras.

SOBRE NARA ROESLER

Nara Roesler organizou sua primeira exposição de arte contemporânea em 1976 em Recife, em sua galeria, que se chamava Gatsby. Em 1986, mudou-se para São Paulo, onde integrou a Montesanti Galleria até 1989, quando o espaço passou a se chamar Montesanti Roesler. Em 1993, ganha o nome Nara Roesler. Atualmente, Nara Roesler é uma das maiores galerias do Brasil, reconhecida por desempenhar um papel fundamental na promoção e internacionalização de seus mais de 50 artistas. Com sede em São Paulo, Nara Roesler expandiu sua atuação para o Rio de Janeiro em 2014, e em 2015, tornou-se a primeira galeria brasileira a ter um espaço no exterior, ao inaugurar uma unidade em Nova York, reforçando seu compromisso com a difusão da arte nacional no cenário global.

Com o objetivo de fomentar consistentemente a prática curatorial e a pesquisa crítica, criou, em 2002, o Roesler Hotel, um programa que promoveu o intercâmbio entre curadores e artistas estrangeiros e brasileiros. Em 2011, foi a primeira galeria de arte contemporânea a criar uma editora, a Nara Roesler Books, que já publicou mais de 30 títulos.

Ao longo de sua trajetória, a Nara Roesler tem contribuído significativamente para o desenvolvimento das carreiras de seus artistas, oferecendo suporte contínuo e plataformas de destaque para a apresentação de seus trabalhos, incluindo-os em importantes instituições, bem como em relevantes coleções privadas, tanto no Brasil quanto no exterior. Seu programa inclui nomes consagrados, como Abraham Palatnik, Amelia Toledo, Antonio Dias, Artur Lescher, Daniel Buren, Heinz Mack, Julio Le Parc, Lucia Koch, Tomie Ohtake, Vik Muniz, e uma nova geração de artistas reconhecidos, como André Griffo, Bruno Dunley, Jaime Lauriano, Jonathas de Andrade e JR.

Serviço
Exposição “Manoela Medeiros – “Um rio em mim”
Até: 9 de maio de 2026

Entrada gratuita

Nara Roesler
Rua Redentor, 241, Ipanema, Rio de Janeiro, CEP 22421-030
Segunda a sexta, das 10h às 18h
Sábado, das 11h às 15h

Telefone: 21 3591 0052
info@nararoesler.art
https://nararoesler.art/

Andréia Pedroso apresenta o show Cheia de Bossa, numa edição especial em homenagem a Edu Lobo, no Little Club/Beco das Garrafas

A cantora carioca Andréia Pedroso, intérprete da MPB e da Bossa Nova, apresenta o show CHEIA DE BOSSA, numa edição especial em homenagem a Edu Lobo, no próximo dia 18 de abril (sábado), no Little Club/Beco das Garrafas, berço da Bossa Nova e palco de muitas histórias de nossa cultura musical.

Para esta edição “Edulobianas”, Andreia estará acompanhada por Henrique Ayres (violão), Zé Luiz Maia (baixo) e Marcio Bahia (bateria).

Sobre Andreia Pedroso

Cantora carioca, intérprete, letrista e compositora da MPB. Mestre em Educação Musical pela Escola de Música da UFRJ, licenciada em Educação Artística pela Universidade Metodista/ BENNETT, no Rio de Janeiro. Curso de Letras Português-Literaturas pela Faculdade de Letras da UFRJ (incompleto). Curadora e Preparadora vocal no projeto PreparaVoz – Oficina de Canto – realizada no Centro da Música Carioca Artur da Távola/ SMC (2019-2021), do Voz em Canto Oficina de Canto – realizada no Atelier Geraldo Aguiar (2023)e Preparadora vocal da bateria TIM e das Oficinas de Canto da COART/ UERJ (2001-2003).

Serviço

Show: Cheia de Bossa

Data: 18 de abril de 2026

Horário: 20h

Assessoria de Imprensa – Paula Ramagem

Ingressos: R$ 60,00 (no local)

Local: Little Club/Beco das Garrafas

Rua Duvivier, 37 – Copacabana, RJ

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Classificação Livre