Exposição “Marc Chagall: sonho de amor” já encantou mais de 40 mil visitantes e permanecerá aberta no feriado desta semana

 

O público pode visitar a mostra agendando o ingresso, gratuitamente, pelo site ou aplicativo Eventim;
Atração reúne 186 obras do artista conhecido por criar um universo único, pautado pelo lirismo, pela
poesia e pelo amor à arte e à vida;
O uso de imagens e versões deste texto em outros idiomas estão em: www.agenciagalo.com/chagall
Visita à mostra “Marc Chagall: sonho de amor” no CCBBRJ (foto: divulgação)
Rio de Janeiro, abril de 2022 – A exposição “Marc Chagall: sonho de amor” estará aberta ao público
normalmente nesta quinta-feira (21/04), feriado de Tiradentes, e no fim de semana, quando serão realizados
os desfiles de Carnaval. As visitas podem ser agendadas pelo site ou aplicativo Eventim. Até 17 de abril
43.417 mil pessoas conferiram a mostra em exibição no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
(CCBBRJ), que permanece em cartaz até 6 de junho.
Com entrada gratuita, essa é uma oportunidade única de apreciar 186 obras do artista que marcou o século
20 pelo uso revolucionário das formas e das cores, pela criação de um universo lírico, poético e fantástico e
por sua trajetória única, pautada pelo amor que devotava à vida e às artes.
“Só o amor me interessa, e eu estou apenas em contato com coisas que giram em torno do amor”
Esta frase célebre de Chagall, de certa forma, orienta a exposição. Chagall enfatizava repetidamente que suavida e arte eram suas formas de expressar amor. Nascido em 7 de julho de 1887 no bairro judaico da cidade
de Vitebsk, na antiga Rússia, Marc Chagall viveu uma vida quase centenária, chegando aos quase 98 anos de
idade. Faleceu na França, em 1985, após atravessar a Revolução Russa e a 1° e 2° Guerras Mundiais, assistir à
criação e consolidação do Estado de Israel, e ser reconhecido como um dos nomes mais importantes da arte
moderna, sobretudo pela criação de uma linguagem artística única.
Logo na entrada da exposição, o “Sonho de amor” é anunciado pela instalação contemporânea Air Fountain,
gentilmente cedida pelo artista Daniel Wurtzel. Nas salas de exposição, o percurso contínuo apresenta uma
seleção de obras produzidas por Chagall ao longo da carreira, de onde emergem os temas: origens e tradições
russas; o amor e o exílio na representação do mundo sagrado; o lirismo e a poesia, reencontrados em seu
retorno à França, e o amor transcendente, uma ode ao sentimento de estar apaixonado, presente na figura
dos enamorados que flutuam nas telas ou estão imersos entre ramos de flores.
Segundo a curadora da exposição, Lola Durán Úcar, couberam na seleção obras “que mostram diferentes
técnicas e suportes que Chagall utilizou com grande virtuosismo: óleos, têmperas e guaches, litografias e
águas-fortes branco e preto e coloridas à mão”.
Entre os trabalhos de Chagall exibidos no Brasil, que contemplam o período de 1922 a 1981, pode-se destacar
o raríssimo guache O avarento que perdeu seu tesouro (L’avare qui a perdu son trésor), de 1927, produção
que dá início à série gráfica das Fábulas de La Fontaine (Fables, Jean de La Fontaine), encomendada por
Ambroise Vollard no final dos anos 1920 e impressa somente em 1952.
Também fazem parte da mostra as gravuras coloridas à mão da série Bíblia, animadas por um sentimento de
reconexão do artista com suas origens, com sua essência, com suas experiências na comunidade judaica de
Vitebsk. Além disso, a exposição conta com litografias publicadas em 1954 na revista francesa Derrière Le
Miroir – Edições 66, 67 e 68 – Marc Chagall: Paris, produzidas como uma homenagem do artista à cidade que
tão bem o acolheu, no auge de seu domínio técnico da litografia. A série é uma declaração do seu amor por
Paris.
Em cada seção da exposição encontram-se obras emblemáticas, entre as quais podemos citar: Os amantes
com asno azul (Les amoureux à l’ âne bleu), de c. 1955, O galo violeta (Le coq violet), de 1966-1972, Os
reflexos verdes (Le reflets verts), de 1964, Duas cabeças (Deux têtes), de 1966, Buquê de flores sobre fundo
vermelho (Bouquet de fleurs sur fond rouge), de ca. 1970, Os noivos com trenó e galo vermelho (Les mariés
au traîneau et au coq rouge), de 1957, e Primavera (Le Printemps), de 1938-1939, estas duas últimas
provenientes respectivamente dos acervos da Casa Museu Ema Klabin e do Museu de Arte Contemporânea
da Universidade de São Paulo (MAC USP), especialmente cedidas para a exposição. Segundo a curadora da
exposição, “as obras emprestadas pelas instituições brasileiras são de grande importância no discurso
expositivo”.
Módulos da exposição
A exposição apresenta quatro seções, que tratam de diferentes temas da obra do pintor russo. A primeira
parte intitula-se Chagall. Origens e tradições russas. Nessa seção estão presentes duas pinturas de
importância significativa, o Vendedor de gado (Le marchand des bestiaux), de 1922, e Aldeia Russa (Russian
village), de 1929. Também faz parte dessa primeira seção da mostra um dos mais importantes projetos de
Chagall, no qual sua ideia de tradição está intimamente ligada à vida campesina da infância e adolescência no
vilarejo de Vitebsk, na companhia de animais e cercado pela natureza. Destacamos a série gráfica completa
das Fábulas inspirada na obra de La Fontaine, escritor francês do século 17, na qual dialoga com a cultura
popular e mergulha no comportamento humano, metaforizado nos textos do escritor francês.
Chagall mergulha no universo onírico e reflexivo das fábulas, atraído por uma forma tradicional da arte
popular russa, os lubki, que eram pequenos textos com ilustrações coloridas usados para facilitar a educação
de pessoas com pouca formação.
Os trabalhos relacionados aos textos sagrados e ao universo espiritual de Chagall compõem o segundo bloco da exposição, intitulado Mundo Sagrado, que se subdivide em “Bíblia” e “A história do Êxodo”. Nele se
destacam as pinturas No caminho, o asno vermelho (En route, l’âne rouge), de 1978, e Davi e Golias (David et
Goliath), de 1981, além de gravuras coloridas à mão, que representam alguns dos capítulos mais importantes
do Velho Testamento, como Moisés e Arão diante do Faraó (Moïse et Aaron devant Pharaon), Travessia do
Mar Vermelho (Passage de la Mer Rouge) e Morte de Moisés (Mort de Moïse), estas com impressão realizada
em Paris em 1956.
Em 1930, Chagall foi convidado pelo colecionador de arte Ambroise Vollard a ilustrar textos sagrados. Antes
de iniciar as séries, e em companhia de sua esposa, Bella Rosenfeld, e de sua filha Ida, empreendeu uma
viagem à Palestina em 1931, que implicou não somente um retorno à sua tradição judaica, mas uma reflexão
profunda sobre sua identidade em comunhão com a natureza. A passagem do Êxodo da Bíblia, presente nesta
seção num conjunto de 24 litografias, encontra ressonância em sua trajetória pessoal, marcada pelo
dramático exílio nos Estados Unidos, onde se refugiou face à perseguição aos judeus durante a 2° Guerra
Mundial. O exílio foi tristemente marcado pela morte de Bella, em 1944.
O terceiro segmento da exposição, intitulado Um poeta com asas de pintor, reúne trabalhos ligados ao
regresso de Chagall do exílio nos Estados Unidos.
Em sua casa em Saint-Germain-en-Laye, nos arredores de Paris, Chagall recebia visitas de amigos intelectuais
e poetas, tais como Paul Éluard, Yvan Goll, Pierre Reverdy e Aimé Maeght, além do editor grego Tériade,
responsável pela publicação de livros de arte com obras do pintor. Chagall teria mais duas companheiras
(Virginia Haggard, de 1945 a 1952, e Valentina Brodsky, de 1952 até a morte do artista, em 1985). Desse
período emergem trabalhos marcados pela presença de palhaços e acrobatas. A arte circense remete não
apenas a sua memória dos circos de Vitebsk mas também à lembrança das sessões circenses na própria Paris,
onde, acompanhado por Ambroise Vollard, Chagall voltou a se divertir, admirando trapezistas, domadores de
animais e shows de luzes. O mundo do circo, a vida parisiense e o amor a Paris são os protagonistas das obras
desta sessão, em que figuram desenhos e pinturas a óleo, guache e nanquim, como O galo violeta (Le coq
violet), de 1966-1972; Pintor e acrobata (Peintre et acrobat), ca. 1961; Os reflexos verdes (Les reflets verts),
de 1964; Músico e dançarina (Musicien et danseuse), de 1975; A inspiração (L’inspiration), de 1978; e a série
litográfica publicada na revista Derrière Le Miroir.
Por fim, o quarto e último módulo da mostra é intitulado O amor desafia a força da gravidade, em que o
sentimento de amor, a sensação de estar apaixonado, o enlace dos enamorados são os temas das pinturas,
reforçando sempre o fato de o amor ter sido a força motriz do artista, frente aos inúmeros obstáculos da
vida. Ao seu lado, a musa e primeira esposa, Bella Rosenfeld, com quem partilhava uma visão muito particular
de perceber e habitar o mundo. Apesar de sua morte prematura, Bella continuou a inspirar trabalhos de
Chagall.
Consta dessa parte da exposição uma seleção de obras em que Chagall trata do tema ao longo de sua vida:
Buquê de rosas (Bouquet de roses), de 1930, Os amantes com buquê de flores (Les amoureux au bouquet de
fleurs), de 1935-1938, Grande nu (Grand nu), de 1952, O buquê da Lua ou Os lírios brancos (Le bouquet de la
lune ou Les arums blancs), de 1946, Os amantes com asno azul (Les amoureux à l’anê bleu), de c. 1955.
O amor como força que move a vida e a arte, tal como Chagall expressou vividamente em sua obra, encerra a
exposição, com as obras Os noivos com trenó e galo vermelho (Les Mariés au traîneau et au coq rouge), de
1957, O sonho (Le rêve), de 1980, Os noivos e o anjo (Les mariés et l’ange) e Casamento sob o dossel
(Mariage sous le baldaquin), ambos de 1981.
No Brasil, a mostra conta com trabalhos que não foram vistos em outros países. Apesar de a exposição fazer
parte de uma itinerância que foi concebida na Itália, o projeto brasileiro inclui outros repertórios, como a
série litográfica Chagall: Paris para a revista Derrière Le Miroir, e obras de 1946, como a belíssima O buquê da
Lua ou Os lírios brancos (Le bouquet de la lune ou Les arums blancs), além do diálogo com obras provenientes
de coleções museológicas brasileiras, como Vendedor de gado (Le marchand de bestiaux), do acervo do
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), raramente vista, sem deixar de mencionar as obras
da Fundação José e Paulina Nemirovsky, em comodato com a Pinacoteca do Estado de São Paulo, cedidas para a exposição: O violinista apaixonado (Le violoniste amoureux), de c. 1967, Cidade cinzenta (Village gris),
de c. 1964, Casa em Peskowatik (Maison à Peskowatik), de 1922, e Autorretrato com chapéu enfeitado
(Autoportrait au chapeau garni), de 1928, integradas aos módulos da exposição.
Um dos objetivos da mostra é reaproximar o público brasileiro desse artista ímpar, proporcionando uma
imersão em seu universo vibrante e conceitual. A proposta visa a embalar o visitante numa atmosfera de
conhecimento e encantamento, “na qual possa dialogar e se sentir tocado pelos diversos sentidos do amor
que perpassa a obra de Chagall, […] num momento de fragilidades mundiais”, completa a curadora.
A exposição tem patrocínio da BB Seguros e do Banco do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à
Cultura. A organização e produção são da empresa Cy Museum, em parceria com a italiana Arthemisia.
Marc Chagall: sonho de amor
Abertura nacional: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Quando: de 16/3 a 6/6/2022
Demais cidades:
 CCBB DF: 28/6 a 18/9/2022
 CCBB BH: 12/10 a 9/1/2023
 CCBB SP: 1/2 a 10/4/2023
PROTOCOLO DE VISITAÇÃO AO CCBB RJ
 O CCBB RJ funciona segundas das 9h às 21h; terças é fechado; de quarta a sábado das 9h às 21h e
domingo das 9h às 20h. O horário permanece o mesmo no feriado de Tiradentes e no fim de semana
de desfiles de Carnaval.
 A entrada do público é permitida apenas com apresentação do comprovante de vacinação contra a
COVID-19.
 O acesso ao prédio é livre, mas os ingressos para os eventos devem ser retirados na bilheteria ou
previamente pelo site ou aplicativo Eventim.
O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro fica na Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro,
RJ.

Ingá ganha feira do Circuito Arariboia, sempre às quartas-feiras

 


Circuito de Economia Solidária da Prefeitura de Niterói tem atividades também às quintas e sábados, no Centro, Icaraí e Itaipu

Há uma semana, o Circuito Arariboia de Economia Solidária da Prefeitura de Niterói passou a funcionar também na Praça César Tinoco, no Ingá, entre a praia das Flechas e a R. Dr. Paulo Alves. Os moradores do bairro e da região do entorno ganharam uma nova opção para as suas compras. A feira vai funcionar todas as quartas-feiras, das 8h às 14h, com objetivo de ajudar os produtores locais e valorizar o produto niteroiense. São mais de 30 produtores em barracas de artesanatos, roupas, queijos, verduras e legumes de agricultura familiar, além de pães artesanais e doces. A feira também conta com rodas de debates, música e arte.

O secretário de Assistência Social e Economia Solidária de Niterói, Elton Teixeira, reforça que a expansão beneficia a economia solidária do município.

“A expansão do Circuito Arariboia permite que mais produtores tenham espaço para vender seus produtos. Neste momento de aumento do desemprego, muitos trabalhadores estão vendo na economia solidária uma forma de gerar renda”, contou o secretário.

O Circuito Arariboia é gerido pela Secretaria de Assistência Social e Economia Solidária, em cogestão com o Fórum de Economia Solidária de Niterói, e é composto de feiras que ficam localizadas no Centro, Icaraí e Itaipu. No Centro, a feira funciona ao lado do Terminal João Goulart, na Avenida Visconde do Rio Branco. A feira acontece de forma quinzenal, às quintas-feiras, e a próxima acontece no dia 28 de abril.  São diversas barracas com produtos artesanais, trabalhos manuais, produtos orgânicos e arte popular. A feira de Itaipu fica na Praça das Amendoeiras e ocorre aos sábados, próximo ao ponto final do ônibus 38, das 8h às 18h. E no Campo de São Bento o evento começa às 8h e vai até às 14h, todos os sábados do mês.

Identidade visual – As feiras do Circuito Arariboia ganharam identidade visual. As feiras do Centro e do Ingá foram as primeiras a receber a nova roupagem, com banner de identificação aventais para os produtores. As do Campo de São Bento e de Itaipu também já receberam e vão passar a utilizar em suas próximas edições.

Segundo o secretário Elton Teixeira, “identificar as feiras do Circuito Arariboia de Economia Solidária era uma reivindicação antiga do movimento social e que, aos poucos, estamos atendendo. Nesse primeiro momento foram aventais e banners. Em breve teremos panfletos e toda estrutura necessária para a realização das feiras”, contou.

O Circuito Arariboia de Economia Solidária foi estabelecido como uma das ações da Política Municipal de Economia Solidária (Lei 3.473 de janeiro de 2020) e conta com quatro feiras, com a perspectiva de ser ampliada até o fim deste ano.

 
 
 
fotos: Divulgação

Secretaria de Fazenda de Niterói oferece capacitação em Libras para a equipe da Central de Atendimento ao Cidadão

 



Curso básico será ministrado pelo Departamento de Letras – Libras da UFRJ e terá 40 horas de conteúdo

A Secretaria Municipal de Fazenda de Niterói (SMF) realizou, nesta segunda-feira (18), a aula inaugural do curso básico de capacitação em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para a equipe da Central de Atendimento ao Cidadão (CAC). O curso terá formato online, com duração de 10 semanas, e será ministrado pelo Departamento de Letras – Libras da Universidade Federal do Rio do Janeiro (UFRJ).

Participaram da aula inaugural a secretária de Fazenda de Niterói, Marilia Ortiz; a diretora geral de Acessibilidade da UFRJ, Amélia Rosauro; o coordenador geral do Curso Básico de Libras, Alex Sandro Lins; e o supervisor da Equipe de Execução do Curso, Felipe Miguel. A iniciativa da SMF tem o apoio da Coordenadoria de Acessibilidade de Niterói.

De acordo com a secretária de Fazenda de Niterói, Marilia Ortiz, o curso básico de capacitação em Libras vai reduzir as barreiras comunicacionais entre a SMF e o público.

“Já temos na Central de Atendimento ao Cidadão uma atendente formada em Libras, mas agora, com as aulas de capacitação, vamos estender esse conhecimento a toda equipe, e promover inclusão, acessibilidade e o tratamento adequado à pessoa com deficiência auditiva”, explicou Marilia.

De acordo com o coordenador do Curso Básico de Libras, Alex Sandro Lins, o conteúdo das aulas foi pensado para solucionar as particularidades e as necessidades dos profissionais que atendem pessoas surdas sinalizantes nos mais variados espaços públicos.

“O curso será realizado em um ambiente virtual de aprendizagem. Serão 40 horas de curso com diversos conteúdos, entre eles podemos destacar vocabulário, gramática e parâmetros fonológicos da Libras e Legislações. Por fim, será realizado um trabalho de conclusão, que poderá ser aplicado na própria instituição”, esclareceu Alex.

ChocoSerra 2022 começa nesta quinta, 21

 

Prefeito Vinicius Claussen participa da abertura oficial do festival

 

 

Teresópolis, 19 de abril de 2022 – O ChocoSerra  2022 começa nesta quinta-feira, 21, e terá programação variada até domingo, 24. O tradicional festival, que terá shows, animação, recreação e teatro infantil, acontece no Sesc Alpina, com entrada gratuita. O evento faz parte do calendário do município, integrando a Estação Chocolate, conta com a parceria do Fecomércio e Sincomércio. Na quinta, 21, às 16h, o Prefeito Vinicius Claussen participa da abertura oficial do festival. A programação segue na sexta, 22, também a partir das 16h, e no sábado, 23, e no domingo, 24, a partir das 10h.

A programação musical inclui apresentações com os saxofonistas Leandro Lopes e Oziel Silva, Isa & Ju Duo, DJ Duda Ramalho, Yug Samba e Bossa, Fhernanda Fernandes, ‘Cardápio Musical’, Baile da Comadre com Comadre Dávilla, ‘Vem Dançar com a Gente’ – com Yug Werneck e Banda, ‘La Petit Farofa’ e ‘Isso me Fará’ com Luis Kiari. O Espaço Infantil terá animação, recreação e teatro infantil, com Grupo Pirueta e Grupo Hocus Pocus.

 

ChocoSerra 2022

21 DE ABRIL (QUINTA-FEIRA)

16h – Abertura do evento – Leandro Lopes (sax solo)

17h – 21h30 – DJ Duda Ramalho

19h – Show Isa & Ju Duo

21h – Show Yug Samba e Bossa

22 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA)

16h – Abertura do evento – Oziel Silva (sax solo)

17h às 21h30 – DJ Duda Ramalho

19h – Show Fhernanda Fernandes

21h – Show ‘Cardápio Musical’

23 DE ABRIL (SÁBADO)

10h-Abertura do evento

13h – Show Leandro Lopes

15h às 22h – DJ Duda Ramalho

18h – Show Isa & Ju Duo

20h – Show Baile da Comadre com Comadre Dávilla

21h30 – Show ‘Vem Dançar com a Gente’ – com Yug Werneck e Banda

24 DE ABRIL (DOMINGO)

10h – Abertura do evento

13h – Show ‘La Petit Farofa’

15h às 20h – DJ Duda Ramalho

18h – Show ‘Brasileiríssimos’ com Mariana Pereira

19h30 – Show Isso me Fará com Luis Kiari

Espaço Infantil

21 DE ABRIL (QUINTA-FEIRA)

16h – Animação

17h – Recreação Infantil

19h – Teatro Infantil – Grupo Pirueta

22 DE ABRIL (SEXTA-FEIRA)

16h – Animação

17h – Recreação Infantil

19h – Teatro Infantil – Grupo Hocus Pocus

23 DE ABRIL (SÁBADO)

10h – Teatro Infantil – Grupo Hocus Pocus

14h – Animação Infantil

17h – Recreação Infantil

 

24 DE ABRIL (DOMINGO)

10h – Teatro Infantil – Grupo Pirueta

14h – Animação Infantil

17h – Recreação Infantil

Vencendo a demora do INSS com mandado de segurança.

 

Mandado de segurança tem sido opção para casos que estão em avaliação pelo INSS por mais de um ano

A advogada Patrícia Reis Neves Bezerra, do escritório Neves Bezerra Sociedade de Advocacia, destaca que nos últimos meses, além da greve, o INSS tem demorado muito além dos prazos estabelecidos por lei para avaliar processos administrativos.

“Temos casos que estão há mais de dois anos aguardando as análises administrativas do INSS. Por conta disso, os segurados do INSS têm optado por solicitar ajuda da justiça por meio de mandado de segurança com pedido de liminar que obriga que seus casos sejam avaliados imediatamente”.

O aposentado Leone Basílio procurou o INSS em dezembro de 2019 para ter seu pedido de revisão de aposentadoria por tempo de contribuição avaliado pela autarquia. Com mais de dois anos sem resposta, se viu na condição de fazer valer o seu direito, considerando o direito líquido e certo de ter a análise concluída em até 90 dias.

É interessante observar que o INSS não tem solicitado expressa prorrogação devidamente motivada, razão pela qual o Segurado Impetrante não teve outra alternativa que não fosse recorrer ao Judiciário.

Em março de 2022, a Juíza Federal Rosangela Lucia Martins da 18a Vara Federal do Rio de Janeiro deferiu a medida liminar para determinar à autoridade coatora que tome as providências necessárias para que o requerimento  seja analisado e julgado, no prazo de 30 dias.

Caso semelhante aconteceu com o engenheiro Paulo Roberto Soares, que teve seu benefício suspenso. Em março de 2021, ingressou com recurso administrativo de reativação de benefício de aposentadoria no INSS. Inicialmente, o órgão teria prazo de 90 dias para a análise, mas o não cumpriu. O recurso aguarda julgamento há cerca de um ano.

“Existe um acordo firmado com o MPF e homologado pelo STF, que estabelece que nenhum prazo para análise de requerimentos pelo INSS ultrapasse 90 dias e prevê sanções em caso de descumprimento. Mas, já é prática do INSS. Ocorre sistematicamente por falta tanto de estrutura operacional quanto de pessoal”, esclarece Patrícia Reis Neves Bezerra.

Prazos determinados:

Benefício assistencial à pessoa com deficiência – 90 dias
Benefício assistencial ao idoso – 90 dias
Aposentadorias, salvo por invalidez – 90 dias
Aposentadoria por invalidez comum e acidentária (aposentadoria por incapacidade permanente) – 45 dias
Salário maternidade – 30 dias
Pensão por morte – 60 dias
Auxílio reclusão – 60 dias
Auxílio doença comum e por acidente do trabalho (auxílio temporário por incapacidade) – 45 dias
Auxílio acidente – 60 dias

 

Masterclass de canto no Theatro Municipal do Rio

 

A temporada no Theatro Municipal será bastante diversificada em 2022, não só pela programação no palco principal, como também na Sala Mário Tavares, que fica no prédio anexo. A partir de 29 de abril, vão acontecer masterclasses com grandes nomes da ópera, reconhecidos no Brasil e no exterior. Ao longo do ano, serão oferecidas seis aulas com diferentes artistas. Para participar é preciso ter entre 18 e 35 anos (estudantes ou profissionais de canto). Uma banca examinadora irá selecionar quatro nomes por vez. A novidade é que o público poderá assistir às aulas presencialmente, e tanto a aula quanto a entrada serão gratuitas.

Na abertura desta temporada, o convidado é o barítono Inacio de Nonno. As inscrições já estão abertas através do e-mail master.tmrj@gmail.com. Quem quiser ver de perto, poderá chegar meia hora antes do início da aula, e a entrada será sujeita à lotação.

Sobre Inacio De Nonno

Inacio De Nonno é doutor em Música pela UNICAMP e Mestre pela UFRJ, onde é professor nas classes de Canto da Escola de Música da UFRJ. Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro, do repertório de Inacio De Nonno constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas brasileiras, especificamente para ele compostas por autores como Cézar Guerra-Peixe, Edmundo Villani-Côrtes, João Guilherme Ripper, Ernani Aguiar, Ronaldo Miranda, entre outros.

Tem participação em 30 CDs gravados, todos dedicados ao repertório brasileiro, desde restaurações do material colonial, até os compositores contemporâneos mais vanguardistas. O CD da ópera Colombo, de Carlos Gomes, onde Inacio De Nonno interpreta o papel título, ganhou o prêmio da APCA e o prêmio Sharp, assim como o prêmio APCA com sua participação na ópera O Menino e a Liberdade de Ronaldo Miranda.

Seu repertório enfatiza ainda a música antiga, o lied alemão e a canção francesa, onde aborda especialmente os compositores Ravel, Fauré e Poulenc, além da ópera, em que conta hoje com mais de 40 papéis efetivamente apresentados em público. Inacio De Nonno é, também, membro da Academia Brasileira de Música.

 

Masterclasses da temporada 2022:

 

29/04 – Inácio de Nonno (barítono) – 15h (inscrições abertas)

 

11/05 – Piotr Beczala (tenor) – 11h

 

07/06 – Luciana Bueno (mezzo-soprano) – 14h

 

10/08 – Gabriella Pace (soprano) – 14h

 

06/09 – Eric Herrero (tenor) – 14h

 

27/10 – Igor Vieira (barítono) – 14h

 

 

As masterclasses contarão com a participação, ao piano, da maestrina assistente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, Priscila Bomfim, exceto em maio quando o pianista Edvan Moraes vai comandar a aula de Piotr Beczala.

Serviço:

Masterclass com Inacio de Nonno

Data: 29 de abril – sexta-feira

Horário: 15h

Local: Sala Mário Tavares – anexo ao TMRJ

Endereço: Av. Alm. Barroso, 14/16 – Centro – Anexo do Theatro

Entrada franca

Inscrições para estudantes ou profissionais de canto.

Serão selecionados 4 cantores com idades entre 18 e 35 anos.

Os interessados deverão se inscrever pelo e-mail master.tmrj@gmail.com, enviando os seguintes dados: Nome, data de nascimento, bio resumida, dois links para gravações e duas árias de ópera a serem apresentadas.

Classificação: Livre

Se inscreva em nossos canais!

 

Dia Nacional do Choro tem dupla comemoração em Niterói

Eventos vão reunir a nata do choro fluminense no Pólo Gastronômico Jardim Icaraí dias 23 e 24 de abril

O Dia Nacional do Choro é comemorado em 23 de abril, em homenagem à data de nascimento de Pixinguinha, uma das figuras exponenciais da música popular brasileira, e em especial do choro. E para lembrar e eternizar o mestre vão acontecer duas tardes de muita musicalidade, gratuitamente, no próximo sábado (23) e domingo (24), no Pólo Gastronômico do Jardim Icaraí. A realização é da Prefeitura de Niterói, por meio da CGE, com apoio da SMC/Fundação de Arte de Niterói.

No sábado, 23, a festa do chorinho começa a partir das 14h30, com show da consagrada dupla Ronaldo do Bandolim e Rogério Souza (violão), que vão receber como convidado o pianista Márvio Ciribelli. Às 16h, quem toca é o Grupo Café Brasil, convidando Kiko Continentino. E, finalizando a tarde, às 18h30, se apresenta o Grupo Arpejando, que convida bambas como Serginho Chiavazzoli, Marcelo Martins, Silvério Pontes e o neto de Pixinguinha, o cantor e compositor Marcelo Vianna.

Já no domingo, 24, o projeto Choro na Rua recebe, às 16h, a Sinfônica Ambulante, que também terá como convidado especial o compositor Marcelo Vianna.

O choro entra na cena musical brasileira em meados e final do século 19, e nesse período se destacam Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga e Ernesto Nazareth. Inicialmente, o gênero mesclava elementos da música africana e européia e era tocado principalmente por funcionários públicos, instrumentistas das bandas militares e operários têxteis. O termo choro resultaria dos sons plangentes, graves (baixaria) das modulações que os violonistas exercitavam a partir das passagens de polcas que lhes transmitiam os cavaquinistas, que induziam a uma sensação de melancolia. Popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical, uma música popular e instrumental brasileira, com mais de 130 anos de existência. O século 20 traria uma grande leva de chorões, compositores, instrumentistas, arranjadores, e entre eles, com destaque, Pixinguinha!

 

SOBRE OS ARTISTAS

 

MARCELO VIANNA

Marcelo Vianna é cantor, compositor e ator. Iniciou sua carreira na década de 90, dividindo palco com Paulinho da Viola, Baden Powell e João Nogueira. Foi semifinalista do Prêmio Visa – Edição Vocal e indicado ao Prêmio Rival BR de música. Neto de Pixinguinha e herdeiro das mais expressivas e referentes expressões da nossa cultura, o Samba, Marcelo tem em sua discografia dois discos emblemáticos “Teu Nome” – Biscoito Fino, dedicado a obra de Pixinguinha, e, “Cai dentro” – Lua Music, sobre a parceria de Baden Powell e Paulo César Pinheiro, discos que lhe renderam elogios, não só do meio artístico, como da crítica especializada. Participou do projeto de compositores Novo de Novo: o Brasil de Pixinguinha no CCBB/SP, ao lado de Tom Zé, Carlos Careqa e Itamar Assumpção. É Diretor Artístico da Série Pixinguinha, projeto que lançou em 2009 três discos Sinfônicos com arranjos originais de seu avô Pixinguinha.

 

MÁRVIO CIRIBELLI

Márvio Ciribelli, pianista, arranjador, compositor e produtor niteroiense, é conhecido pelo seu modo particular de tocar, compor, improvisar e por sua energia durante os shows. Irmão da apresentadora de TV Mylena Ciribelli, Márvio começou a tocar piano no instrumento comprado para a irmã. Expondo seu próprio trabalho desde 1987, gravou 13 discos, vários deles pelo próprio selo,”Mantra”, sendo três deles ao vivo, no Festival de Jazz de Montreux, Suíça. O trabalho “Nazareth na Confraria” contou com a participação especial do cantor americano Freddy Cole interpretando a bossa nova “Stay”, parceria de Márvio com Marcos Valle, que também toca no disco. Entre Novembro de 2001 e Março de 2004, Márvio Ciribelli marcou época liderando o projeto “Fazendo o que gosta”, responsável pela reunião de músicos de alto nível, todos os domingos à noite, no Bar Orquídea, em Niterói. No CD “Autoral”, lançado pela Niterói Discos em 2012, Márvio Ciribelli junta 12 composições próprias, inclusive fonogramas gravados no famoso Montreux Jazz Festival (Suíça), aditivados pela participação de talentosos músicos brasileiros.

ROGERIO SOUZA

Legítimo representante da linguagem carioca do violão brasileiro, sempre envolvido em grandes eventos ligados à MPB e a Musica Instrumental Brasileira, Rogério Souza lançou o CD “Violão Brasileiro”, pelo selo Niterói Discos, em 2009. Começou sua carreira ainda adolescente, em fins dos anos 60, ao lado do irmão, no grupo “Os Jovens da Velha Guarda”. Com Ronaldo, gravou o disco “Retrato Brasileiro”, com canções de Baden Powell. O músico também participou de vários festivais e eventos culturais internacionais em casas de jazz pela Europa, EUA, Japão e América Latina. Produziu o CD “Tributo a Ismael Silva” (Niterói discos, 2005), além de discos de Mio Matsuda, Rodrigo Lessa, Agenor de Oliveira, além do Época de Choro, quando o grupo homenageou Carlinhos Leite. O artista interpreta em seus shows composições próprias e de outros compositores como Yamandú Costa, Adamo Prince, Jeans Viggo Fjord, Renato Velasco e Marcelo Fortuna. Irmão do mestre do bandolim, Ronaldo do Bandolim, Rogério tem uma trajetória recheada de trabalhos com vários artistas da MPB, como Bade Powell, Sivuca, Paulinho da Viola, Altamiro Carrilho, Paulo Moura, João Bosco, Ivan Lins, Ney Matogrosso, Elizete Cardoso e Nara Leão. Seus arranjos podem ser ouvidos em vários CD de Ivan Lins, Ney Matogrosso e Songbook de Tom Jobim.

RONALDO DO BANDOLIM

 

Considerado um dos maiores bandolinistas brasileiros, com passagem pelos mais renomados grupos de choro do país, Ronaldo do Bandolim atua no cenário musical há mais de 30 anos. Ainda adolescente, em fins dos anos 60, o artista fez parte do grupo “Os Jovens da Velha Guarda”, que abriu as portas para que o músico participasse, a partir de então, de inúmeras gravações, apresentações em programas de TV, concertos e filmes. Suas harmonias em poucas notas trazem um sentido especial à música instrumental. Seu carisma e simplicidade não ficam de fora dessa gama de talentos que o músico traz consigo. O artista carrega na bagagem turnês nacionais e internacionais. Live Jazz Ipatinga (MG), Free Jazz Festival (RJ/SP), Veneto Jazz Festival (Itália) e Berlin Festival Jazz (Alemanha) são alguns dos projetos dos quais o músico já fez parte.

 

GRUPO CAFÉ BRASIL

O Grupo Café Brasil é um típico regional de choro e samba composto por Paulinho Bandolim (bandolim/violinha-tenor), Léo Fernandes (violão de 7 cordas), Felipe Reis (violão de 6 cordas), Phelipe Ornellas (cavaquinho) e Diogo Barreto (pandeiro). Buscando valorizar a essência do choro, o Café Brasil realiza um trabalho conjunto na concepção dos arranjos, inspirados pelos antigos regionais, principalmente o conjunto Época de Ouro, maior referência para o grupo. O nome do grupo inclusive é uma citação aos dois últimos discos lançados pelo grupo Época de Ouro, Café Brasil 1 e 2. Época de Ouro foi fundado por Jacob do Bandolim, através do qual alcançou popularidade. Além de seu trabalho de choro, Café Brasil também faz shows com cantores convidados apresentando sambas de diversos compositores consagrados.

 

KIKO CONTINENTINO

Pianista, arranjador e tecladista, Kiko Continentino já tocou com grandes nomes da música popular brasileira. Djavan, Gilberto Gil, João Bosco e Caetano Veloso são apenas alguns deles. O artista, que acompanha Milton Nascimento desde 1998, desenvolveu carreira solo, que carrega a leveza do jazz junto à intensidade da música instrumental. Iniciou aos 15 anos, apresentando-se no Pianíssimo Studio Bar, em Belo Horizonte, onde nasceu. Três anos depois, mudou-se para Niterói. Em 1994, Kiko participou do Hollywood Rock, no Rio, com Fernanda Abreu. Internacionalmente, Kiko esteve com Djavan em turnês pela Europa, apresentando-se em festivais de jazz, e participou da gravação de duas faixas do songbook do cantor, ao lado de Claudio Zolli e do grupo Be Happy. Ao longo de sua carreira, acompanhou diversos outros artistas como Emílio Santiago, Claudio Zolli, Pepeu Gomes, Edu Lobo, Chico Buarque, Os Cariocas, Vanda Sá, Roberto Menescal, MPB-4, Quarteto em Cy, Dalto, Paulinho Moska e Fito Paes, entre outros. Kiko atuou também em trabalhos instrumentais com Arthur Maia, Chico Batera, Robertinho Brandt, Cláudio Infante, Nivaldo Ornellas, Vitor Biglione, Raul Mascarenhas e Robertinho Silva.

 

SERGIO CHIAVAZZOLI

Sérgio Carlos Rodrigues Coelho, que adotou o sobrenome da família materna, não se lembra de sua vida antes de aprender a tocar violão. E nem poderia, pois com apenas quatro anos já arranhava alguns acordes. Produtor musical, arranjador e compositor, iniciou a carreira aos 7 anos na banda de baile formada pela família. Trabalhou com nomes como Oswaldo Montenegro, MPB-4, Quarteto em Cy, Maria Bethania, Milton Nascimento, Belchior e Moraes Moreira. Hoje acompanha o cantor Gilberto Gil como guitarrista e diretor musical, nesta parceria atuou como co-produtor do DVD Eu, Tu, Eles.

 

SILVÉRIO PONTES

Filho de trompetista, Silvério Pontes cresceu ouvindo bandas de músicas do interior e por elas foi influenciado diretamente desde a infância. Mais tarde, aos 17 anos, veio estudar na Escola de Música Villa Lobos e na Escola Nacional de Música. Virou músico profissional para, em seguida, ser convidado por Luiz Melodia para sua primeira turnê, no ano de 1986. Daí em diante não parou mais. Depois desta primeira turnê, gravou e tocou por todo o país com a Banda Vitória Régia, de Tim Maia, por 12 anos. Tocou também com diversos outros artistas como Elza Soares, Ed Motta e Cidade Negra. Mesmo com todas essas atividades, Silvério e o amigo Zé da Velha mantêm uma parceria musical desde 1985 que já rendeu à dupla cincos discos.

SINFÔNICA AMBULANTE

Formada em Março de 2011, a partir do encontro de amigos músicos das mais variadas influências, a Sinfônica Ambulante sempre quis fazer arte de livre acesso ao ocupar espaços públicos com muita música e diversão. Buscando criatividade e irreverência, contaram com a presença de bateristas e percussionistas se juntando ao sopro de metais, como saxofones, trompetes, trombones e flautas, além de surdos, caixas, repique, alfaia, derbak e outros instrumentos. No repertório, desde sambas consagrados ao bom e velho rock, assim como diversos ritmos diferentes, como a funky music, o forró e o maracatu. Com releituras próprias, sempre aliadas a muita descontração e improviso entre os integrantes, atravessam o trabalho de artistas como Zé Kéti, Jorge Benjor, James Brown, Nirvana e Beatles, além de músicas de filmes famosos, dentre muitos outros.

SERVIÇO:

Eventos: Dia Nacional do Choro e Choro na Rua

Datas e Horários: Sábado (23), a partir das 14h30. Domingo (24), às 16h30.

Local: Pólo Gastronômico Jardim Icaraí

Endereço: Rua Leandro Motta, Jardim Icaraí – Niterói

Valor: Entrada gratuita

Classificação Etária: Livre

Saúde: serviços municipais de urgência e emergência funcionarão no feriado


Vacinação contra a Covid-19 e gripe retornam na segunda-feira

 

A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói informa que, durante o Carnaval, as unidades de urgência e emergência do município estarão funcionando 24 horas por dia, como os hospitais municipais Carlos Tortelly, Getúlio Vargas Filho, Psiquiátrico de Jurujuba, Maternidade Municipal Alzira Reis Vieira Ferreira, Unidade de Urgência Mário Monteiro e os Serviços de Pronto Atendimento do Largo da Batalha e da Engenhoca. O Samu estará de prontidão com sua frota completa. Também estarão com funcionamento normal a Unidade de Acolhimento Infanto-Juvenil (UAI) e os serviços de Residência Terapêutica (SRT)

Já as unidades da rede ambulatorial, como módulos do Médico de Família, Policlínicas e Unidades Básicas de Saúde, retornam às atividades na segunda-feira (25), assim como a vacinação contra a Covid-19 e gripe. Não haverá vacinação no período de 21 a 24 de abril.

Atendimento de emergência

Hospital Municipal Carlos Tortelly (HMCT, ex-CPN)
Rua Desembargador Athayde Parreiras, 266 – Bairro de Fátima

Unidade Municipal de Urgência Dr. Mário Monteiro (Umam)
Estrada Francisco da Cruz Nunes Filho, s/n° – Piratininga

Serviço de Pronto Atendimento da Policlínica Regional do Largo da Batalha
Rua Vereador Armando Ferreira, 30 – Largo da Batalha

Serviço de Pronto Atendimento da Policlínica Regional da Engenhoca
Avenida Professor João Brasil, S/Nº – Engenhoca

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU – 192)
Emergência psiquiátrica: Hospital Psiquiátrico de Jurujuba (24 horas)
Avenida Quintino Bocaiúva s/n° – Jurujuba

Emergência do Aparelho Digestivo: Hospital Orêncio de Freitas (24 horas)
Avenida Machado, s/n° – Barreto

Emergência Infantil: Hospital Getúlio Vargas Filho – (24 horas)
Rua Teixeira de Freitas, s/nº – Fonseca

Emergência obstétrica: Maternidade Municipal Alzira Reis Vieira Ferreira (MMAR)
Avenida Carlos Ermelindo Marins, s/n, Charitas

O retorno da vacinação ocorrerá na segunda-feira (25), das 8h às 17h, com entrada até às 16h.

 

Alerj: ESTADO PODE TER MAIOR HOSPITAL PÚBLICO VETERINÁRIO DA AMÉRICA LATINA

 

comisso_animais

Foto: Tiago Lontra | Texto: Juliana Mentizingen 

Informação foi dada pelo governo numa audiência pública realizada pela Alerj na qual se debateu ações em defesa dos animais

 

Com previsão de inauguração para 2023, o Estado do Rio terá o maior hospital público veterinário da América Latina, com especialidades de oftalmologia, oncologia, ortopedia e internação. A informação foi dada pelo secretário municipal de Proteção e Defesa dos Animais do Rio, Vinícius Cordeiro, durante a audiência pública da Comissão de Meio Ambiente (CDMA), presidida pelo deputado Gustavo Schmidt (Avante), realizada nesta terça-feira (19/04).

 

Ainda segundo o secretário, a maioria da demanda é por procedimentos de ortopedia devido a casos de atropelamento de animais, além de ser um serviço mais caro e que a população carente não tem acesso. “Nós precisamos urgentemente da construção de rede de saúde de bem-estar animal no Rio e no interior do estado. Estamos no processo de construção do maior hospital universitário da América Latina, que provavelmente será na Zona Norte da cidade do Rio. O projeto inicial já está pronto e estamos indo para a segunda fase, que é o processo de licitação do edifício, que terá três andares”, explicou.

 

Durante a audiência, protetores e criadores de animais foram unânimes ao defender o uso de microchips nos animais domésticos, um dispositivo introduzido no animal contendo os dados da pessoa responsável pelo animal. “Os microchips seriam uma grande saída, porque a pessoa que adota um animal microchipado pensaria duas vezes antes de abandoná-lo, uma vez que abandono é considerado crime de maus-tratos”, comentou o criador Elísio Paiva.

Disque-denúncia em defesa dos animais

O presidente do colegiado, Gustavo Schmidt (Avante), propôs a elaboração de dois projetos de lei para serem debatidos e votados pela Casa. “Saímos com diversas ideias desta reunião, entre elas um número de três dígitos para denúncia de maus-tratos e de qualquer outro tipo de crime, e outro para a microchipagem dos animais, como forma de inibir o abandono e controlar a natalidade dos animais de rua”, ressaltou. O parlamentar também informou que o estado do Rio tem quase três milhões e meio de animais abandonados, entre cães e gatos. O deputado Carlos Minc (PSB) também participou do debate de forma virtual.

 

“O Doente Imaginário” terá leitura dramatizada no Theatro Municipal

XIII Ciclo de Leituras Dramatizadas apresenta texto clássico de Molière dia 26 de abril

  

O Theatro Municipal de Niterói recebe na terça-feira, dia 26 de abril, dentro do XIII Ciclo de Leituras Dramatizadas a apresentação do texto clássico “O Doente Imaginário”, escrito por Jean-Baptiste Pocquelin Moliére – que está sendo lembrado pelos seus 400 anos de nascimento. A direção é de Anselmo Fernandes e a leitura conta com a participação de um elenco formado por atores niteroienses.

A peça conta a história de Argan um velho senhor rico, avarento e hipocondríaco, que deseja casar a filha, Angèlique, com um médico, Dr. Thomas Desáforus, somente para economizar nas consultas e receitas. Argan é apaixonado pela segunda esposa, Bèline, que é amante do tabelião Boafé e com o qual tenta armar um golpe para ficar com a fortuna do velho, e assim, mandar Angèlique para um convento. A empregada, Toinette, juntamente com o irmão de Argan, consegue desmascarar a esposa desonesta e ainda ajudam Angèlique a ficar com seu verdadeiro amor – desfazendo, assim, a trama contra Argan e beneficiando a vida de sua filha.

Participam do elenco os atores Anselmo Fernandes, Rosângela Andrade, Charles Mota Shana Magalhães, Keyla Fogaça, Fernando Caiado, Jonathan Rodrigues, Leo Zulluh e Wanderson Bernardo. A produção executiva é de Ana Lobianco, iluminação de Raphael Grampolla, sonoplastia e vídeo de Igor Lobianco.

SERVIÇO:

 

Evento: Leitura dramatizada da peça teatral “O Doente Imaginário”

Data e Horário: Única apresentação. Terça-feira, 26 de abril, às 19h

Local: Theatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro, 35. Centro – Niterói

Valor: Entrada gratuita (sujeito à lotação)

Classificação Etária: Livre