DOE! O CCDIA está quase alcançando a meta. Participe ofertando para este trabalho social.

Para o CCDIA fechar o ano de 2020 no azul,  é necessário verba para pagamento do 13º salário. Muita gente não sabe como alunos  de escolas públicas passam em concursos, são aprovados com recomendações e alcançam carreiras profissionais tecnicamente aperfeiçoados. Basta conhecer uma instituição séria como esta ONG para que crianças de família em situação de baixa renda dêem, literalmente,  a volta por cima, chegando ao topo, aptos a contribuir para uma sociedade melhor. Se você gostaria de ver vidas sendo alavancadas neste projeto social, está em tempo de contribuir! O déficit atual é de R$ 12.859,24! Falta pouco para quitar todos os compromissos. As doações devem ser direcionadas à conta 02280-6, da agência 0059, do Banco Itaú. Para transferências, utilizar  o CNPJ 39.174.883/0001-91, em nome do CCDIA. Corra para ajudar! Eles merecem todo reconhecimento!

Neste momento de pandemia, por conta da paralisação das aulas nos colégios, a equipe do CCDIA está empenhada no ensino à distância, dando aos alunos a oportunidade de tirar dúvidas pelo whatsapp. Aulas de produções e interpretação de textos, e ortografia, se revezam com a mais básica matemática, tão fundamental.  È uma corrida contra o tempo, pois o ano letivo deve voltar com a chegada da vacina contra a Covid-19. Desta forma, os pais ficam aliviados de verem seus filhos estudando, enquanto as crianças se preparam para um futuro promissor.

Fábio Talão Pontes, Gerente Administrativo do CCDIA, define o trabalho tão necessário da instituição:

 

”Trabalhar em uma instituição no Brasil é muito difícil, mas prazeroso. O CCDIA não tem apoio de governos em nada (muito por opção nossa também) e tudo que realizamos é com ajuda de pessoas físicas e jurídicas”. E, completa: ” Nossa maior preocupação é pagar o 13º. A maioria das pessoas não se dá conta que uma associação sem  fins lucrativos também paga o 13⁰ salário. Somos como uma pequena empresa. Recolhemos todos os impostos.”

O CCDIA atua desde 1991, atendendo a comunidades de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Foi criada pelo Professor Doutor Altair Souza de Assis, com apoio de amigos.  Uma das inspirações do fundador foi o Sermão da Montanha, dito por Jesus Cristo, além do “Pacto de Lausanne”, na Suíça, firmado em 1970, por 1400 líderes cristãos de todo o mundo. Vale mensurar que há cláusula neste pacto sobre a atuação social do cristão. E esta diz:” Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Por tanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e conciliação  em toda sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão”.

A boa notícia é que o CCDIA vai distribuir cestas básicas de natal e que estas já estão compradas e terão o necessário.

 

Oportunismo: tema abordado no quinto e último book trailer de A Violeta 19 – Uma Transmutação Pandêmica.

 

 

Em tempos de pandemia, há oportunistas para todos os lados. E Oportunismo é o tema abordado neste quinto e último book trailer de A Violeta 19 – Uma Transmutação Pandêmica, em que se acentua o perigo de acreditarmos nas notícias que lemos/vemos na grande mídia, sem antes pesquisarmos as fontes e nos informarmos cada vez mais. Para que não façamos parte deste jogo ideológico nos palanques da insensatez.
Leia o E-book A Violeta 19 – Uma Transmutação Pandêmica, de Val Mello e Jorge Ventura, sob o selo da Ventura Editora. Prefácio de Márcio Marcio Catunda e revisão de Claudia Manzolillo.
39 poemas, 20 aldravias, 113 páginas.
Book trailer sobre o tema Oportunismo:
Uma produção da StudioFilm33. Direção e edição: Rodrigo Tavares.
Assistência de câmera e áudio: Marcos Pedro.
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Curta, comente, compartilhe e prestigie a obra.
A Arte poética tem o nosso voto.
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A Violeta 19 é uma obra poética repleta de significâncias e significados.
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Niterói avança nas metas de desenvolvimento da ONU

Cidade passa a fazer parte do mapa das cidades do mundo que já elaboraram o Relatório Voluntário Local em parceria da Prefeitura com o ONU-Habitat. Documento é mais uma ferramenta de transparência e controle social

 

Niterói acaba de entrar para o mapa das cidades do mundo que já elaboraram o Relatório Voluntário Local (RLV). O Município é o primeiro do Estado e quarto do Brasil a produzir o documento. A conclusão e entrega do relatório é mais uma iniciativa do município na prestação de contas à sociedade de como Niterói está fazendo políticas públicas estruturantes para modificar a realidade da cidade com vistas a cumprir as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 do Sistema das Nações Unidas.

O documento foi o resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Niterói e o ONU-Habitat. Este tipo de relatório vem sendo estimulado pelo Sistema das Nações Unidas como ferramenta de transparência e controle social sobre o processo de implementação da Agenda 2030.

A Agenda 2030 foi estabelecida em setembro de 2015 quando líderes mundiais reuniram-se na sede da ONU, em Nova Iorque, para construir um plano voltado à erradicação da pobreza, proteção do planeta, alcance da paz e prosperidade das nações. O plano possui 17 ODS e 169 metas, para erradicar a pobreza e promover vida digna para todos com o pressuposto de “não deixar ninguém para trás”.

“Niterói construiu, em parceria com a sociedade, o planejamento Niterói que Queremos, um plano de voo de 20 anos que norteou nossa gestão desde o primeiro governo. A parceria com o ONU-Habitat nos deu a oportunidade de vincular o planejamento estratégico à Agenda 2030 da ONU. Investimos em Niterói na adoção das melhores práticas mundiais de desenvolvimento sustentável para as cidades e seus habitantes”, disse o prefeito Rodrigo Neves.

A secretária municipal de Planejamento, Orçamento e Modernização da Gestão, Ellen Benedetti, ressaltou que a parceria com o ONU-Habitat foi celebrada em 2017, através do projeto “Sistemas de Responsabilidade Pública para medir, monitorar e informar sobre políticas urbanas sustentáveis na América Latina” envolvendo outras cinco cidades latino-americanas do Brasil, Peru e Bolívia.

“Além do relatório, lançamos, no ano passado, o ObservaNit com indicadores da cidade. Tanto o relatório quanto o observatório são ferramentas de controle social que permitem aos munícipes participarem da construção das políticas e do monitoramento dos seus resultados”, afirmou a secretária.

O RLV de Niterói enfatizou a avaliação do ODS 11 – Comunidades e Cidades Sustentáveis – e foi estruturado da seguinte forma: habitação, transporte sustentável, planejamento participativo, redução de riscos e espaços públicos. Foram incluídas três seções: políticas educacionais; políticas de saúde; e políticas de inclusão e redução de vulnerabilidades.

Neste sentido, o Plano Estratégico Niterói que Queremos, o Plano Plurianual e o Plano Diretor, bem como os planos setoriais foram alicerces para a construção do documento. Optou-se por trabalhar com as ações da gestão municipal desde 2013, a fim de analisar a continuidade da política implementada nas duas últimas gestões, tão importante para a consolidação das estratégias de governo. Por fim, cada análise temática apresenta uma seleção de novos possíveis indicadores, com metas e prazos pré-definidos, que possam ser necessários para contribuir no monitoramento da gestão pública.

“O ONU-Habitat só tem a agradecer pela parceria com a Prefeitura de Niterói, que não só realizou todas as atividades programadas no projeto, como trouxe outras oportunidades que somaram na iniciativa. Niterói, novamente, saiu na frente e assumiu responsabilidade com a sociedade e com a cooperação internacional de reportar dados e informações sobre a cidade e os ODS. Niterói é uma cidade que também avança na implementação das diretrizes da Nova Agenda Urbana, declaração da ONU que orienta o planejamento e a gestão urbana”, declarou Rayne Ferretti Moraes, oficial nacional para o Brasil do ONU-Habitat.

A gestão municipal tem apostado no planejamento de ações estratégicas e integradas entre diferentes secretarias, o que amplia o alcance de abrangência das diferentes dimensões de política urbana.

Mobilidade – Um dos maiores desafios de Niterói diz respeito à qualidade do ar devido à intensa circulação de veículos automotores. O número de carros aumentou 28% nos últimos 10 anos, o que significa que há um carro para cada três habitantes. Esse desafio está sendo enfrentado com as diretrizes do novo Plano Diretor e do Plano de Mobilidade, e com projetos estruturantes voltados para a mobilidade sustentável, a expansão do transporte público e o fortalecimento da mobilidade ativa.

Nos últimos sete anos Niterói triplicou a rede cicloviária, de 15 km para 45 km. Está em processo de licitação a implantação de mais 23 quilômetros de ciclovia na Região Oceânica. Em 2017, foi inaugurado o bicicletário Araribóia, ao lado da Estação das Barcas, que oferece 446 vagas e tem 11 mil usuários cadastrados. Nos últimos anos, segundo o programa Niterói de Bicicleta, o fluxo de ciclistas nas principais vias da cidade aumentou cerca de 300%.

Em março, a Prefeitura de Niterói iniciou o projeto de requalificação de ciclovias e ciclofaixas. Estão sendo implantados dispositivos segregadores e balizadores ao longo das vias e de seus pontos considerados críticos, além do reforço da sinalização horizontal, com mensagens estimulando o respeito aos pedestres e de alerta nos cruzamentos e garagens. O trabalho começou pelas ciclovias das Avenidas Roberto Silveira, em Icaraí, Amaral Peixoto e Rua São Lourenço, no Centro. A ciclofaixa da Estrada Leopoldo Fróes, que liga Icaraí e São Francisco, e a Avenida Benjamin Constant, no Barreto, também já receberam estas melhorias. A próxima via será a Professor Sílvio Picanço, em Charitas.

A Transoceânica foi um dos projetos mais importantes de Niterói. O corredor viário, que começa em Charitas e segue até o Engenho do Mato, tem extensão de 9,3 quilômetros e 13 estações de ônibus BHLS (Bus of High Level of Service), beneficiando cerca de 80 mil usuários diariamente. Parte da TransOceânica, o túnel Charitas-Cafubá era esperado pelos niteroienses há mais de 40 anos. A nova ligação entre a Zona Sul e a Região Oceânica trouxe resultados positivos no trânsito ao desafogar pontos tradicionalmente críticos como o Largo da Batalha e a Avenida Presidente Roosevelt, em São Francisco. Cada uma das galerias do túnel tem 1,3 km de extensão e três pistas (duas para carros, uma para ônibus do sistema BHS), além de uma ciclovia, proporcionando ainda mais espaço na cidade para a bicicleta como meio de transporte.

Meio ambiente – Sobre as políticas ambientais, Niterói passou a ter 42% de seu território protegido por unidades de conservação e 56% de áreas verdes. A cidade também desenvolve, há sete anos, o projeto Enseada Limpa para despoluição da Enseada de Jurujuba (parte da Baía de Guanabara). O índice de balneabilidade aumentou de 28% para 61% em quatro anos.

Um desafio em muitas cidades brasileiras é o saneamento. O município tem 100% de abastecimento de água tratada e 95% da população tem acesso a rede de esgoto. Apenas 10 cidades no Brasil têm mais de 80% da população com rede de esgoto. Niterói também se lançou seu Plano Municipal de Saneamento, que tem por objetivo estabelecer metas de curto, médio e longo prazos com vias às melhorias no atendimento dos serviços de saneamento básico e, principalmente, ser mais uma ferramenta que visa a garantir a universalização do acesso de toda a população aos serviços que são essenciais à adequada qualidade de vida e saúde pública.

Pelo terceiro ano consecutivo, Niterói está entre as cidades mais bem avaliadas no que diz respeito ao saneamento básico, de acordo com levantamento da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (ABES). O município foi um dos 41 com melhores indicadores entre as cidades avaliadas em todo o Brasil, integrando o grupo do estudo denominado “Rumo à universalização”. Nos anos de 2018, 2019 e, agora em 2020, Niterói foi considerada a melhor em saneamento do estado do Rio de Janeiro e ganhou destaque por ter sido convidada a participar do evento como modelo de gestão do saneamento básico por meio de concessão. Em março deste ano, a cidade também esteve no ranking da Trata Brasil, onde permaneceu na liderança do saneamento básico do Estado. Levantamento do Instituto Trata Brasil mostrou que a cidade alcançou 95,34% de esgoto e 100% de água tratados para a população (ano base 2018).

Sociedade civil – As ferramentas de governo aberto como o ObservaNit, o SiGeo e o Colab.re estão desempenhando importante papel na relação estabelecida entre poder público e sociedade civil. Por meio do Colab, por exemplo, foram realizadas quase 70 consultas mobilizando 11.843 pessoas. A plataforma também é utilizada para que os cidadãos registrem fiscalizações relacionadas ao ordenamento urbano de maneira territorializada. O Colab.re já registrou mais de 50 mil solicitações de serviços, com uma taxa de resolução de 83.89%.

“Há ainda desafios importantes a serem alcançados em diferentes áreas. O RLV de Niterói tem se revelado uma ferramenta útil de controle social, que possibilita a avaliação do alcance dos ODS no nível local em diversas cidades ao redor do mundo, revelando avanços e temas que ainda necessitam ser trabalhados. Uma vez feita a publicação do primeiro RLV de Niterói, inicia-se o desafio de ampliar o diálogo e realizar dinâmicas participativas virtuais e presenciais, quando for possível, com a sociedade civil, para que a população possa opinar sobre seu conteúdo e contribuir com suas futuras atualizações até 2030”, enfatizou a subsecretária municipal de Planejamento, Marília Ortiz.

 

Cultura do Estado investe R$ 100 milhões em editais da Aldir Blanc

Recurso foi ampliado após reprogramação financeira da renda emergencial. 
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj) publicou, no Diário Oficial desta sexta-feira (27), o remanejamento dos recursos da Lei Federal Aldir Blanc. A reprogramação financeira da Renda Emergencial para os editais garante o investimento de R$ 99,5 milhões em projetos culturais. Com a nova soma, a pasta aumentou em 40% o total de vagas disponíveis nos seis editais lançados.

Com a reprogramação, as vagas nos editais da Aldir Blanc no Estado passam para 2.792, com acréscimo de 1.123 novos projetos. Atualmente, a secretaria analisa recursos dos projetos apresentados na plataforma Desenvolve Cultura e o resultado final está programado para a primeira quinzena de dezembro. Na Renda Emergencial, o investimento é superior a R$ 5 milhões.

– Seguimos trabalhando para apoiar a cultura fluminense em todo o estado. Esse remanejamento permite o aumento de vagas dos contemplados pelos seis editais, que agora vai ter um investimento de quase R$ 100 milhões. Isso mostra que o Governo do Estado está dialogando com todos os setores, recebendo as pessoas, construindo uma política pública coletiva e trabalhando todos os dias para que a cultura seja presente em todo o Rio – disse a secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio, Danielle Barros.

Diálogo com o setor
Desde o início dos debates para a mobilização em torno da Lei Aldir Blanc a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa dialoga com todo setor cultural e definiu seis editais dentro da Lei Aldir Blanc: Retomada Cultural RJ, Fomenta Festival RJ, Cultura Presente RJ, Passaporte Cultural, Juntos pelo Circo RJ e Cultura Viva RJ. Na última quinta-feira, foi iniciada a revisão de todos os recursos apresentados que foram inabilitados. A medida foi tomada após reuniões com o setor cultural de forma democrática.

No total, a Sececrj recebeu 4.082 inscrições pelo Desenvolve Cultura, sistema criado em 2020 para concentrar as informações referentes a editais e apresentações de projetos via Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

– Do total de projetos apresentados na plataforma, nós tivemos mais de 70% de projetos habilitados, mas entendemos os pleitos da categoria e estamos fazendo uma nova reanálise dos recursos, para garantir que tenhamos ainda mais projetos contemplados. A cultura do estado sairá fortalecida em todas as regiões, uma vez que temos editais regionalizados, como entendemos que deve ser a democratização do acesso aos recursos do setor –  completa Danielle Barros.

Lei Aldir Blanc no Rio
A renda emergencial e os editais são as linhas da Lei Aldir Blanc que cabem aos Estados. No total, o Rio de Janeiro recebeu mais de R$ 104 milhões. De forma transparente, seguindo o que determina a lei federal, todas as ações foram publicadas em Diário

 

Prefeitura de Niterói alerta para horário de atividades físicas nas praias da cidade

  1. Só é permitido se exercitar na orla das 6h às 12h30 e das 16h às 22h. Objetivo é deter propagação do coronavírus

 

A Prefeitura de Niterói alerta para o horário permitido para atividades físicas individuais ou orientadas no mar, areia e calçadão da orla da cidade: 6h às 12h30 e das 16h às 22h. O uso da máscara cobrindo nariz e boca é obrigatório. As medidas fazem parte dos protocolos sanitários definidos pela Secretaria Municipal de Saúde para mitigar a propagação do coronavírus.

O secretário municipal de Saúde de Niterói, Rodrigo Oliveira, fala da importância da colaboração da população.

“É fundamental a população seguir as orientações de medidas de prevenção à Covid-19 e respeitar os horários das atividades. Mantemos o monitoramento da epidemia diariamente, assim como as ações de enfrentamento”, declara o secretário.

As ações da Prefeitura são baseadas no Plano de Transição Gradual para o Novo Normal, elaborado com a participação de especialistas da Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e protocolos sanitários baseados nas melhores experiências internacionais, que orienta a retomada de atividades econômicas. Atualmente, a cidade está no estágio amarelo nível 2 – alerta máximo.

O secretário municipal de Ordem Pública, Paulo Henrique de Moraes, informa que agentes da Guarda Municipal seguem realizando varredura nas praias para garantir que os espaços fiquem livres nos horários em que a prática esportiva não é permitida e que a Fiscalização de Posturas está vistoriando os quiosques e estabelecimentos comerciais, mas ressalta a importância do cidadão cumprir as determinações das autoridades de Saúde.

“O niteroiense tem colaborado usando máscaras e mantendo o distanciamento. Não é o momento de a população negligenciar esses cuidados. É importante perseverar para mantermos o controle da pandemia em nossa cidade. O vírus continua circulando e as medidas restritivas e os horários são importantes para que possamos minimizar sua propagação. O município está fazendo a sua parte é importante que o cidadão também faça”, explica o secretário.

Ele ressalta que está proibida a permanência nas áreas das praias e prática de esportes tipicamente praianos, como altinho e frescobol.

Niterói é a única cidade do Brasil a receber o reconhecimento da Organização das Nações Unidas (ONU), Congresso Smart City e Fira de Barcelona pela atuação para deter o coronavírus. Além dos protocolos sanitários e restrições de circulação, a Prefeitura retomou a sanitização das ruas com quaternário de amônio de quinta geração e a distribuição de máscaras de tecido.

Quiosques – Os quiosques nas praias estão autorizados a funcionar apenas no horário permitidos para atividades físicas e devem obedecer aos protocolos sanitários, como limitação na ocupação, mesas no calçadão com espaço de 1,5 metro entre elas. Não estão permitidas mesas na areia. Os comerciantes devem disponibilizar álcool em gel 70%, antissépticos ou sanitizantes de efeito similar para o público e os funcionários, em locais estratégicos e de fácil acesso.

Os estabelecimentos deverão fornecer equipamentos proteção individual aos colaboradores, afastar colaboradores que apresentarem sintomas de Covid-19 e utilizar barreiras entre os funcionários e clientes, quando possível. O uso da máscara é obrigatório quando estiver no recinto coletivo e só deve ser retirada na hora das refeições. As mesas e cadeiras deverão ser higienizadas a cada troca de clientes. Os quiosques devem manter o controle rigoroso da higiene dos ambientes e nas superfícies que possam ser tocadas.

Principais medidas – A Prefeitura de Niterói abriu o primeiro hospital público do País exclusivo para tratamento de pacientes com o coronavírus, com 140 leitos com respiradores, contratou mais de 1.200 profissionais de saúde para ampliar o atendimento na cidade e realizou cerca de 140 mil testes gratuitos para a Covid-19. A cidade foi pioneira na sanitização de ruas e comunidades; foram entregues cerca de 2 milhões de máscaras de tecido para os cidadãos e distribuídos 80 mil kits de limpeza para a população mais carente.

Entre as iniciativas, também se destacam os programas Renda Básica Temporária e Busca Ativa, que beneficiam cerca de 50 mil famílias com o crédito mensal de R$ 500, até dezembro deste ano, pagos através de um cartão pré-pago que pode ser usado no comércio local para compra de alimentos e medicamentos.

A Prefeitura de Niterói desenvolveu o programa Empresa Cidadã, em que o poder público municipal paga um salário mínimo para funcionários de empresas, entidades religiosas, filantrópicas, clubes e organizações sindicais que não reduzirem seu quadro funcional. Cerca de 2.800 empresas são atendidas pelo programa, preservando aproximadamente 11 mil postos de trabalho.

Foram criados os fundos de crédito Niterói Supera e Supera Mais, que injetam recursos na economia da cidade através do apoio às micros e pequenas empresas sediadas na cidade que terão direito a pegar empréstimos a juro zero em instituições financeiras credenciadas pelo município. Os dois programas já concederam cerca de R$ 38 milhões em empréstimos a centenas de micro e pequenas empresas.

Fotos: crédito no nome do arquivo

 

Hospital Itaipu inicia suas atividades com Pronto Atendimento 24 horas.

 

O Hospital Itaipu inicia suas atividades no dia 1º de dezembro com o seu pronto atendimento 24 horas adulto e infantil na região oceânica de Niterói.
O novo local, onde já funcionavam o centro de imagem e o atendimento pediátrico recém inaugurado da cooperativa Unimed Leste Fluminense, irá substituir o Espaço Unimed, em Icaraí, que deixará de funcionar a partir do dia 30 de novembro. Além de atender aos beneficiários da Unimed Leste Fluminense, o pronto atendimento poderá ter credenciamento com outras operadoras de saúde de acordo com as negociações. O espaço tem fácil acesso através do Túnel Charitas-Cafubá e estacionamento, além de um laboratório exclusivo da Unimed Leste Fluminense com resultados imediatos, uma estrutura ampla e moderna. A emergência será dividida em diversos setores, oferecendo atendimentos especializados como ortopedia, sala específica para medicação, área restrita de isolamento para doenças infecciosas, realização de diversos exames cardiológicos, radiografia e ultrassonografia.

 

Presidente do Tribunal de Justiça suspende liminar que determinava a volta imediata das aulas nas unidades de Niterói

Prefeitura de Niterói segue Plano de Transição Gradual nas unidades municipais, a exemplo do que foi feito com o retorno das aulas presenciais no Ensino Médio na cidade

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Claudio de Mello Tavares, suspendeu a liminar impetrada pelo Ministério Público Estadual, que determinava o retorno imediato das aulas presenciais nas creches, unidades de educação infantil e de ensino fundamental da cidade. A decisão atendeu a um recurso da Procuradoria-Geral do Município.

A prefeitura está preparando um Plano de Transição Gradual para a retomada das aulas nas unidades municipais a exemplo do que foi feito com êxito na retomada das aulas do Ensino Médio.

“Com suspensão da medida judicial, que autorizava retorno imediato das aulas presenciais do ensino fundamental e educação infantil em Niterói, garantimos ações de controle da pandemia em nossa cidade e vamos retomar o diálogo para um plano de retomada das aulas presenciais em 2021”, comentou o prefeito Rodrigo Neves.

Ensino Médio – Sobre o Ensino Médio, a Prefeitura de Niterói informa que, conforme o Termo de Acordo Judicial firmado com o Ministério Público e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, as escolas de Niterói que assinaram o termo de adesão aos protocolos sanitários e foram vistoriadas pela vigilância sanitária puderam retomar as aulas do terceiro ano do Ensino Médio em 5 de outubro.

No dia 20 de outubro, foi a vez do segundo ano do Ensino Médio. Já o primeiro ano teve a volta autorizada a partir do dia 3 de novembro. O retorno das atividades é facultativo e as aulas serão em regime híbrido (presencial e remoto), com uma carga horária presencial reduzida inicialmente a 3 horas diárias.

Vale destacar que as escolas públicas e particulares devem cumprir o protocolo de vigilância da saúde escolar para receberem a autorização para retomar as atividades presenciais nas escolas do Ensino Médio. É obrigatório um distanciamento de, pelo menos, um metro e meio entre as carteiras. Professores e funcionários com mais de 60 anos ou que apresentem comorbidades deverão seguir afastados das atividades presenciais.

As escolas devem exigir máscaras para professores, funcionários e alunos, além de orientar a troca deste equipamento a cada duas horas. É obrigatória a medição de temperatura na entrada das unidades de ensino, além da existência de tapetes sanitizantes e a disponibilização de álcool gel em pontos estratégicos. A presença de agentes de desaglomeração também é obrigatória. As escolas devem manter portas e janelas abertas. Onde isso não for possível, é necessário redobrar a atenção com os protocolos de higiene e refrigeração do ambiente.

 

Prefeitura alerta para circulação de mensagem falsa sobre estado de emergência em saúde pública

 A Prefeitura de Niterói alerta que está circulando uma mensagem falsa sobre a cidade estar em estado de emergência em saúde pública. Essa publicação foi feita em março nas redes sociais da Prefeitura e, atualmente, não há nenhuma ordem de fechamento de equipamentos públicos. Niterói segue o plano de transição gradual e todas as medidas são tomadas baseadas na ciência.   

ESPAÇO NA PRAIA DE SÃO FRANCISCO RECEBE NOME DE RICARDO BOECHAT

Iniciativa do vereador Paulo Bagueira (Solidariedade), foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (26/11) a lei 3555/2020 que dá o nome do jornalista Ricardo Boechat ao espaço de convivência localizado junto ao calçadão da Praia de São Francisco. A sanção do Prefeito Rodrigo Neves ao projeto aprovado por unanimidade pela Câmara de Niterói, lembra que o espaço tem como referência o número 251 da Avenida Quintino Bocaiúva, em São Francisco.

Segundo Bagueira a homenagem seguiu orientação dos familiares do jornalista, que gostariam de que a sua memória ficasse perpetuada em um local que ele realmente frequentava e que fosse algo simples e singelo.

“A lei 3555 foi proposta por nosso mandato e teve como princípio na escolha do local, uma indicação da família do grande jornalista Ricardo Boechat, que nos deixou no ano passado de um forma trágica e inesperada. A área que hoje passa a ser denominada Espaço de Convivência Jornalista Ricardo Boechat fica na areia da Praia de São Francisco, local que Boechat viveu desde a sua infância e que continuava a frequentar, mesmo depois de se tornar um dos mais importantes jornalistas do país. Alí ele se reunia com os amigos para jogar futebol de areia, trocar ideias e polemizar sobre os mais diferentes assuntos. A homenagem faz justiça a esse profissional que sempre destacou em todas as suas passagens pela mídia brasileira, do seu carinho, amor e devoção à cidade de Niterói que sua família escolheu para viver. Fico honrado e orgulhoso de ser o autor dessa iniciativa que é singela, mas cercada de um grande significado”, disse o vereador que encerra esse ano o ciclo de sete mandatos consecutivos na Câmara de Niterói, tendo sido eleito vice-prefeito na chapa do pedetista Axel Grael, no último dia 15.

Sobre Boechat

Ricardo Eugênio Boechat, nasceu em Buenos Aires na Argentina, onde seu pai atuava como diplomata, no dia 13 de julho de 1952, mas foi criado, desde a primeira infância, em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro.

Filho do brasileiro Dalton Boechat com a argentina Mercedes Carrascal, Boechat tinha seis irmãos e era pai de seis filhos, dois deles com a também jornalista Veruska Seibel, do seu último casamento.

Iniciou a sua carreira no Diário de Notícias que o indicou para trabalhar como repórter para Ibrahim Sued, ícone do colunismo social na época. “Foi uma coisa decisiva para a minha formação como repórter” – o que era um “bico” se estendeu por 14 anos, disse ele em uma de suas várias entrevistas.

Após uma breve passagem pela coluna do Zózimo, no Jornal do Brasil, Ricardo Boechat foi convidado para trabalhar na tradicional Coluna do Swann, em 1983, no jornal O Globo. Em pouco tempo, passou a assinar suas próprias notas e em 1997, assumiu uma coluna com seu próprio nome: A Coluna do Boechat. Entre 1986 e 1988, escreveu para O Estado de S. Paulo.

Teve duas breves passagens pelo poder público. Durante alguns meses, em 1987, foi Secretário Extraordinário de Comunicação Social do governo Moreira Franco, no Rio de Janeiro. De 1976 a 1979, havia sido assessor de imprensa de Moreira Franco na prefeitura de Niterói e coordenador da campanha dele para o governo do estado em 1982.

No jornalismo recebeu vários prêmios. Entre os mais importantes destacam-se, o Prêmio Esso de Jornalismo dos anos de 1989, 1992 e 2001. O Prêmio Comunique-se dos anos de 2006/2007/2010/2012/2013/2014 e 2017 e o Troféu Imprensa de 2016 como o melhor apresentador de telejornal do país. Também foi premiado, junto com a Jornalista Miriam Leitão como o Jornalista Mais Admirado do país em 2014 e 2015.

Boechat lançou, em 1999, o livro “Copacabana Palace – Um hotel e sua história”, que recuperava a memória do famoso hotel carioca e também foi professor universitário desde 1994.

Reconhecido como comunicador altamente adaptável, passou a comandar um programa de rádio na BandNews FM, em 2005, o que lhe deu enorme popularidade e garantiu um público fiel. No ano seguinte, tornou-se o âncora do Jornal da Band, principal telejornal da emissora, onde trabalhou até o dia do seu falecimento, ocorrido no dia 11 de fevereiro de 2019, aos 66 anos, em um acidente de helicóptero, em São Paulo.