Exposição na FGV Arte destaca a potência da arte dos povos originários da América

Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, a mostra apresenta um conjunto amplo e heterogêneo de produções que operam como formas de pensamento, conectando imagem, matéria e narrativa.

Pinturas, fotografias, esculturas, objetos, mantos, instalações e artefatos históricos compõem um panorama plural de linguagens e cosmologias, reunindo criações de diversos povos originários da América Latina.

Ao confrontar leituras universalizantes, o projeto inscreve essas produções no campo expandido da arte contemporânea, em diálogo direto com disputas territoriais, institucionais e epistemológicas do presente.

Coletiva se constrói também como desdobramento da exposição Adiar o fim do mundo, apresentada em 2025 na FGV Arte e orientada pelas reflexões de Ailton Krenak, deslocando o foco do diagnóstico da crise para a afirmação de práticas e presenças que persistem e transformam mundos.

Eu chorei rios: arte dos povos originários da América, coletiva
FGV Arte | Praia de Botafogo, 190 – Botafogo
Abertura: 6 de maio de 2026, das 19h às 21h
Até 20 de setembro de 2026.
De terça a sexta, das 10h às 20h
Sábados e domingos, das 10h às 18h
Entrada gratuita


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