Museu Histórico Nacional amplia programação com oficinas e atividades educativas

Saiba mais em: https://niteroi.rj.gov.br/

Até outubro, atividades gratuitas propõem experiências para crianças, famílias e públicos de todas as idades a partir da alimentação, da arte, da escrita e dos saberes tradicionais chineses;

Integrante oficial da programação do Ano Cultural Brasil-China 2026, a exposição reúne mais de 120 objetos oriundos do Museu Nacional da China, em Pequim.

O Museu Histórico Nacional (MHN) promove, ao longo de setembro e outubro, uma programação educativa relacionada à exposição “Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga”. Com propostas voltadas a diferentes públicos, as ações convidam os visitantes a conhecer aspectos da história e da cultura chinesas a partir da alimentação, dos utensílios, dos símbolos, da escrita e de tradições milenares. As atividades são gratuitas sem necessidade de inscrição prévia.

Em 25 de setembro, às 14h, acontece “Ervas que curam: saberes da terra e da tradição”, atividade que promove um encontro transcultural entre a tradição milenar do chá chinês e os saberes botânicos dos povos originários brasileiros. A proposta aborda o chá como uma filosofia de equilíbrio físico e espiritual regida pela harmonia do Qi e estabelece um diálogo com conceitos como a “planta como sistema de cura” e o “território como corpo vivo”. A ação integra a programação da 20ª Primavera dos Museus.

Para 26 de setembro, às 15h, o Bonde da História conduz “A história da alimentação a partir das lendas chinesas”. A atividade utiliza narrativas da mitologia chinesa para percorrer a evolução dos hábitos alimentares e explorar a origem cultural de ingredientes, utensílios e rituais à mesa. A proposta relaciona essas histórias à compreensão da sociedade chinesa e de como mitos antigos ainda influenciam a identidade gastronômica e os valores contemporâneos do país.

Finalizando a programação de setembro, no dia 27, às 11h30 e às 15h, a exposição recebe a oficina “Símbolos de Sorte: Criação de artes em argila”. A atividade convida o público a criar peças inspiradas na tradição e na simbologia chinesa. Por meio da modelagem manual, os participantes entram em contato com padrões milenares associados à prosperidade, longevidade e harmonia, criando seus próprios amuletos.

Outubro encerra programação com história, escrita e criação

Em 3 de outubro, às 15h, o Bondinho da História retorna com “Pequenos artesãos: Louças que contam histórias”, repetindo a experiência de observação dos motivos tradicionais presentes nas louças chinesas e de criação de novas composições pelo público infantil.

Encerrando a programação expositiva, em 10 de outubro, às 15h, o Bonde da História apresenta “Um olhar sobre a história da China Antiga a partir da alimentação”. A atividade investiga aspectos sociais, políticos e econômicos da civilização chinesa por meio de sua cultura gastronômica. A partir de temas como a transição da caça para a agricultura, as rotas comerciais e os banquetes dinásticos, a proposta mostra como a comida refletia a hierarquia social e as filosofias da época, aproximando o público do cotidiano, das crenças e da organização da China antiga.

Sabores da Tradição tem curadoria do Museu Nacional da China, instituição fundada em 1912 e sediada na Praça Tiananmen, em Pequim. Com um acervo de mais de 1,4 milhão de peças, o museu é um dos maiores do mundo e guarda a principal coleção de artefatos relacionados à história e à arte chinesas. A exposição integra a programação oficial do Ano Cultural Brasil-China 2026, tem entrada gratuita e conta com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Sobre o Museu Histórico Nacional – O Museu Histórico Nacional, órgão vinculado ao Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), foi inaugurado em 11 de outubro de 1922. Ao longo de 104 anos de existência, o MHN formou um dos maiores e mais importantes acervos sob a guarda de um museu histórico no país, com mais de 300 mil itens. Um dos principais desafios do MHN é promover a valorização da diversidade de representações sociais no processo de longa duração que caracterizou a formação da sociedade brasileira, ampliando seu diálogo com a sociedade a partir de uma nova percepção do papel social dos museus na atualidade. Na prática, o Museu busca implementar ações comprometidas com a proteção e a valorização dos conhecimentos e expressões das culturas populares e tradicionais, impressas no cotidiano e nos modos de fazer e viver. Atualmente o MHN é um museu reconhecido nacional e internacionalmente em razão da qualidade de suas exposições, de suas coleções, de seu projeto educativo, de sua produção científica, dentre outras ações.

Sobre a Expomus – A Expomus atua há 44 anos no desenvolvimento de exposições, projetos museológicos e gestão de acervos culturais no Brasil e no exterior. Seus projetos são pautados pela valorização do patrimônio material e imaterial, pela promoção da diversidade cultural e pela construção de experiências de conhecimento acessíveis ao grande público. Ao longo de sua trajetória, a empresa trouxe pela primeira vez ao público brasileiro acervos de instituições como o Musée d’Orsay, de Paris, e o Museo Reina Sofía, de Madri. Exposições como Impressionismo: Paris e a modernidade, Picasso e a modernidade espanhola e O triunfo da cor: o pós-impressionismo tornaram-se referências de público e impacto cultural no país.

SERVIÇO

25/09, às 14h
Ervas que curam: saberes da terra e da tradição

26/09, às 15h
A história da alimentação a partir das lendas chinesas
Bonde da História

27/09, às 11h30 e às 15h
Símbolos de Sorte: Criação de artes em argila

03/10, às 15h
Pequenos artesãos: Louças que contam histórias
Bondinho da História

10/10, às 15h
Um olhar sobre a história da China Antiga a partir da alimentação
Bonde da História

Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga

Visitas mediadas para grupos com mais de dez pessoas: mhn.agendamento@museus.gov.br (agendamentos disponíveis entre 10h e 17h)

Visitas mediadas para grupos com menos de dez pessoas: de hora em hora, das 11h às 16h, sem necessidade de agendamento prévio e conforme a disponibilidade da equipe

Atividades educativas: de quarta-feira a domingo, após as visitas mediadas agendadas, com oficinas e dinâmicas também disponíveis para o público espontâneo

Local: Museu Histórico Nacional

Endereço: Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro, Rio de Janeiro/RJ

Período: até 11 de outubro de 2026

Funcionamento: Quarta a domingo, das 10h às 17h (último acesso às 17h e encerramento às 18h)

Entrada: gratuita

Foto: Selmy Yasuda


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