Nittrans comandou ação, que também teve participação da Secretaria de Ordem Pública, da Guarda Municipal, da Polícia Militar e da Inspetoria Geral dos Agentes de Trânsito
A Prefeitura de Niterói, por meio da Nittrans, abordou 161 motos na primeira ação integrada contra veículos barulhentos neste mês de abril. A ação de fiscalização, que já abordou mais de 2 mil motos desde janeiro, realizou, na Rua São Lourenço, a ação que contou com a participação também da Inspetoria Geral dos Agentes de Trânsito, da Secretaria de Ordem Pública (Seop), da Guarda Municipal, de policiais do 12º Batalhão da Polícia Militar, do Proeis e do Segurança Presente.
Ao todo, 29 motociclistas foram autuados por infrações diversas, incluindo a adulteração do cano de descarga, que é o foco da ação. Onze motocicletas foram recolhidas ao depósito, sendo três por causa do escapamento adulterado, que aumenta o ruído e prejudica a qualidade de vida da população.
“Esta é uma ação que tem nos dado um excelente retorno e podemos observar no dia a dia. A população fica mais tranquila e os infratores acabam ficando mais conscientes. Vamos continuar em outros locais e esperamos que este número de abordagens aumente significativamente”, destacou o presidente da Nittrans, Nelson Godá.
As ações de fiscalização têm foco em veículos com escapamento irregular e outras infrações de trânsito. O objetivo das ações é reduzir o barulho excessivo nas ruas de Niterói e garantir mais qualidade de vida à população.
Às sexta-feiras ganham vida no Terraço Notiê by Priceless com uma programação especial na Sala de Música dedicada à discotecagem em vinil. Todas as semanas, a partir das 19h, um artista convidado se apresenta ao lado do curador da casa, Meu Caro Vinho, conduzindo a trilha sonora da noite.
DJ Clebersom, conhecido pela curadoria de sonoridades pretas e urbanas, será recebido para comandar o som do espaço na próxima edição, no dia 10/04, trazendo uma imersão no samba rock e celebrando a cadência desse ritmo clássico das pistas.
A apresentação acontece na Sala de Música, espaço concebido para momentos mais intimistas. Inspirada nos listening bars japoneses, ela é equipada para uma escuta de alta definição e pode funcionar de forma independente ou integrada ao bar, permitindo diferentes formatos de programação cultural e interação com o público.
Inaugurado em 2021, o Terraço Notiê by Priceless foi concebido como um espaço dedicado à gastronomia e à programação cultural. Em junho de 2025, a operação atual reinaugurou o local, consolidando iniciativas anteriores, Abaru e Notiê by Priceless, sob a marca Terraço Notiê by Priceless.
Além da programação regular, o complexo abriga eventos de diferentes formatos e dimensões, distribuídos em ambientes moduláveis. Entre eles estão salas com foyer e três espaços integráveis que totalizam 350 m², o Terraço Equivalente, também com 350 m² e vista para o Centro Histórico, o bar e a Sala de Música, que podem operar de forma independente ou conectada, além do Mirante voltado ao Centro.
Serviço:
Terraço Notiê by Priceless
Data: Todas as sextas-feiras
Horário: 19h
Local: Sala de Música
Instagram: @terraconotie
Link: instagram.com/terraconotie
Endereço: Rua Formosa, 157 – Centro Histórico (acesso pelo estacionamento do Shopping Light)
Horários de funcionamento
Bar, restaurante e terraço
• Segunda: 12h às 15h30
• Terça e quarta: 12h às 23h
• Quinta a sábado: 12h às 02h
• Domingo: 12h30 às 18h
Sala de música
• Quarta a sábado, a partir das 19h
Reservas
• Telefone: (+55) 11 5043-3822
• WhatsApp: (+55) 11 92044-5601 (somente mensagens)
População pode acionar resgate de animais silvestres pelo Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), pelo telefone 153
A Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal de Niterói foi acionada, nesta terça-feira (07), para realizar o resgate de uma serpente com cerca de 2,5 metros em área urbana, em Piratininga, na Região Oceânica. Somente em 2025, a equipe especializada realizou o resgate ou captura de 3.180 animais silvestres em diferentes regiões da cidade.
Com mais de 50% do território formado por áreas verdes protegidas, Niterói possui regiões onde o espaço urbano convive diretamente com áreas de mata. Na ocorrência registrada nesta terça-feira (07), os agentes da Guarda Municipal foram acionados para realizar o manejo de uma jiboia encontrada na calçada de uma casa, em Piratininga. A equipe especializada realizou o resgate seguindo protocolos técnicos e ambientais, garantindo a segurança dos moradores e a integridade do animal.
Após a captura, a cobra foi retirada do local de forma segura pelos agentes e encaminhada para soltura em área de mata apropriada, na sede do Parque Natural Municipal de Niterói (Parnit), procedimento padrão adotado pela Coordenadoria de Meio Ambiente para garantir que o animal retorne ao seu habitat natural sem riscos à população.
A Coordenadoria de Meio Ambiente da Guarda Municipal atua continuamente em ocorrências envolvendo animais silvestres em áreas urbanas, realizando capturas seguras, resgates e reintegrações à natureza sempre que necessário. O trabalho inclui manejo especializado, equipamentos adequados e treinamento específico para lidar com diferentes espécies.
De acordo com dados da própria Coordenadoria, somente em 2025 foram capturados ou resgatados 3.180 animais silvestres em diferentes pontos da cidade. O número inclui aves, mamíferos, répteis e outras espécies que acabam chegando a áreas urbanas, muitas vezes por conta da proximidade com fragmentos de mata.
Segundo o coordenador Renato Macedo, o principal cuidado da população é evitar qualquer tentativa de contato com o animal.
“Os animais silvestres estão no seu ambiente natural e não devem ser tocados ou manipulados pela população. Quando alguém encontrar um animal desse tipo, a orientação é manter distância e acionar imediatamente os canais oficiais da Prefeitura, para que uma equipe especializada possa fazer o manejo correto e garantir a segurança de todos”, explica Renato Macedo.
A recomendação da Prefeitura é que moradores que se deparem com animais silvestres entrem em contato com o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), pelo telefone 153. A partir do chamado, a equipe especializada da Guarda é acionada para avaliar a situação e realizar o atendimento adequado.
Unidas pela potência da arte e por laços de amizade, Anna Bella Geiger e Raquel Saliba ocupam duas salas do Museu Histórico da Cidade a partir de 1º de março, sob curadoria de Shannon Botelho. No segundo pavimento do casarão, a exposição conjunta “Avesso” propõe um campo de diálogo entre as obras de Geiger e as esculturas de Saliba, revelando camadas, contrastes e afinidades. No primeiro pavimento (térreo), Raquel apresenta a individual “Bashar: nós humanos” reunindo esculturas recentes em diferentes técnicas na cerâmica e instalações que ampliam sua investigação material e espacial.
“Bashar: nós humanos”
“No presente, marcado pela crença em uma subjetividade autossuficiente e pelo enfraquecimento das lógicas comunitárias, a obra de Raquel Saliba sinaliza um gesto de atenção ao que ainda nos constitui. Suas figuras não celebram o indivíduo isolado, mas evocam a condição compartilhada do existir. Bashar — que significa humanidade — nomeia este encontro de corpos que, feitos de barro, carregam a memória do tempo, das diferenças e da vida em comum. Entre nascimento e desgaste, permanência e transformação, as obras aqui expostas nos lembram que a humanidade é constituída, antes de tudo, pelas relações que estabelece e pelos vestígios sensíveis que lega à eternidade”. Shannon Botelho, 2026.
Cerâmica e bronze se transformam em instigantes peças escultóricas nas mãos de Raquel Saliba. Nascida em Itaúna, Minas Gerais, formada em Psicologia, a artista dedica-se exclusivamente à arte há 15 anos, movida por um fascínio singular por técnicas ancestrais e processos primordiais. Entre elas estão a queima Anagama — queima japonesa — e a Obvara, método de queima cerâmica originado no Leste Europeu no século XII, que consiste em retirar a peça incandescente do forno. Raquel também experimenta o uso de gás em fornos híbridos combinados com lenha. Em uma de suas séries mais recentes, deixou que a ação do mar oxidasse algumas peças, resultando em superfícies que alternam entre o reluzente e o rústico.
“Meu fascínio pelo figurativo e pela cerâmica vem da história do nosso (ante)passado. A cerâmica é um dos vestígios culturais utilizados pela arqueologia para reconstruir narrativas históricas anteriores à escrita”, afirma a artista.
Habitantes do imaginário de Raquel, seus seres — sem gênero definido — moldados em argila ou barro, podem atingir dois metros de altura.
Saiba mais sobre Raquel Saliba
Raquel Saliba já morou em diferentes partes do mundo, o que possibilitou que ela fizesse vários cursos e exposições como no Carrossel do Louvre (maio de 2018), por exemplo. Residindo atualmente no Rio de Janeiro, ela vem se dedicando cada vez mais às esculturas em cerâmica, bronze e outras matérias. Parte de sua formação artística: Curso Objeto e Poema 2025 e 2026 com Xico Chaves no Parque Lage; Colagem com Pedro Varela em 2024; O Processo Criativo com Charles Watson em 2020 no Parque Lage; Encontros e Reflexões, com Iole de Freitas, 2019, Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil; exposição coletiva A Cara do Rio (Centro Cultural dos Correios), 2018; curso Conversando sobre esculturas objeto etc. e tal com Joao Goldberg, Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil em 2016 e 2017; cursos de escultura e cerâmica no Morley College, Londres, Reino Unido 2014 e 2015; cursos de escultura no Heatherley School of Art, Londres, Reino Unido em 2015; workshop “O inconsciente na argila”, com Sandy Brown, Inglaterra, junho de 2015; cursos de Cerâmica e Escultura na UAL (University Arts of London), professor Timothy Harker, Londres, Reino Unido em 2013; Centro de Artes de Fremantle, Austrália Ocidental 2003.
“Avesso”
“Os trabalhos de Anna Bella Geiger apresentados em ‘Avesso’ foram realizados a partir dos anos 1960. Neles, a artista desloca a imagem de um campo compositivo para um campo orgânico, fazendo da superfície uma espécie de pele tensionada, onde cortes, cavidades e dobras insinuam um interior que insiste em emergir. Mais do que um gesto expressionista, trata-se de uma investigação estrutural da imagem: Geiger expõe o avesso, desestabiliza o plano e transforma a matéria em linguagem crítica. Ao afirmar uma poética centrada no corpo em um sistema historicamente regulado por narrativas masculinas de autonomia e universalidade, a artista tensiona os limites da imagem e inscreve, de modo não panfletário, uma presença feminina que reivindica espaço na redefinição da arte e de seus discursos.
Por sua vez, Raquel Saliba apresenta um conjunto de corpos femininos que discutem a condição da mulher não apenas no contexto das violências físicas, mas também nas formas de negação da individualidade e da plenitude do ser produzidas por uma lógica patriarcal e por agressões simbólicas naturalizadas. Corpos acéfalos, reduzidos a troncos, instauram um discurso contundente sobre a experiência feminina no contemporâneo: a supressão da identidade como mecanismo de controle. Uma obra de caráter instalativo sintetiza a narrativa: cabides sustentam troncos femininos como se fossem mercadorias expostas, evocando a objetificação do corpo da mulher — transformado em produto, disponível ao consumo. Contudo, nesses corpos aparentemente destituídos de identidade reside uma força latente: se denunciam a redução e as violências, também afirmam autonomia, beleza e potência expressiva”, diz Sannon Botelho.
De Anna Bella Geiger foram selecionadas gravuras em metal, telas em guache e nanquim sobre papel, obras em técnica mista, objetos escultóricos. O recorte é mapeado a partir da produção dos anos 1960 e chega a trabalhos mais recentes, explorando volume, textura e espaço.
Já Raquel Saiba expõe delicados torsos femininos em cerâmica, submetidos a diferentes técnicas de queima ou moldados com tecidos ou transformados pela ação do mar depois de algum períodos de submersão. Alguns estarão suspensos em um conjunto de instalações que flutuam no ambiente, presos por fios de metal a armações de ferro; outros, “protegidos” por redomas de vidro ou agrupados, ostentando medidas diversas.
“Para mim, como mulher, o feminino é forte. Está e estará sempre presente no meu trabalho. Como escultora, gostaria de abrir mais portas para outras mulheres, especialmente aquelas que vivem sob opressão, preconceito e diferentes formas de violência. A intimidação das mulheres ainda é muito grande, sobretudo entre as que lutam por independência e liberdade”, define Raquel Saliba.
Serviço
“Avesso” – exposição de Anna Bella Geiger e Raquel Saliba (2º pavimento)
“Bashar: nós humanos” – individual de Raquel Saliba (1º pavimento)
Curadoria: Shannon Botelho
Visitação: de 3 de março a 3 de maio de 2026
Local: Museu Histórico da Cidade
Endereço: Est. Santa Marinha, s/nº – Gávea, Rio de Janeiro
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 16h
Após 48 anos de carreira na diplomacia, Marcos Duprat se dedica integralmente à pintura e apresenta sua nova exposição, “Matéria e Luz”, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. A mostra, que ficará em cartaz até o dia 3 de maio, reúne 32 obras que refletem suas experiências e a luz dos diversos lugares onde trabalhou, como Washington, Lima, e Tel Aviv.
Duprat, agora com 81 anos, dedica-se ao seu ateliê na zona sul, onde utiliza sua técnica de veladura para captar a luz e a difusão dos reflexos na água. “Uma tela pode me ocupar até dois meses de trabalho. Isso exige paciência, pois não consigo me submeter à pressa do mercado”, afirma o artista. Ele menciona que a atualidade imediatista contrasta com sua abordagem atemporal da arte.
Na varanda da Casa de Cultura, as obras se debruçam sobre a movimentada Avenida Vieira Souto, trazendo à tona sua série “Horizontes” (2025) e o díptico “Águas” (2023). Duprat reflete sobre como o mercado de arte brasileiro evoluiu, destacando uma época mais amigável, onde o convívio entre artistas era incentivado. “O ambiente era ótimo, todos se encontravam e trocavam ideias”, lembra.
Influências e Formação Artística
Entre os encontros marcantes na trajetória de Duprat está o Atelier Livre do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro. Ali, nos anos 60, teve aulas com mestres como Fayga Ostrower e Aluísio Carvão. Sua formação artística continuou em Washington, onde obteve um mestrado na American University, enquanto trabalhava na diplomacia. Uma das obras apresentadas na mostra, “Figura em interior” (1977), remete à sua primeira exposição na capital americana.
Duprat menciona que seus professores eram influenciados pelo movimento abstrato-expressionista, mas o encorajaram a seguir seu próprio caminho. “Eles me diziam para fazer o que achasse bom. Mesmo De Kooning, que era uma referência, trabalhava com modelo vivo. As linhas de tensão do corpo humano são fundamentais para o aprendizado. Criar uma figura em pé, por exemplo, é um grande desafio”, explica.
Um Último Homenagem a Antônio Cicero
Uma das figuras que marcou a vida de Duprat foi o poeta e compositor Antônio Cicero. O texto de apresentação da exposição, escrito por Cicero e adaptado para a mostra, serve como uma homenagem ao amigo, que faleceu em um procedimento de morte assistida na Suíça. “Falamos sobre trazer seu texto para a exposição como uma forma de manter sua presença viva aqui”, conta Duprat.
Ele relembra o momento em que conheceu Cicero em Washington, onde este fazia doutorado em filosofia. Duprat recorda da jovem Marina Lima, irmã de Cicero, que já mostrava talento e interesse pela música. “Antonio sempre foi uma pessoa lúcida, mesmo enfrentando problemas de saúde. O texto dele capta com precisão meu ‘mundo interior’, refletindo a introspecção que é crucial para a pintura”, revela.
Introspecção e Representação Artística
Duprat destaca que suas obras não carregam necessariamente uma tensão social ou ideológica. Para ele, a arte deve falar de forma humana e íntima. “O que faço é simples, não busca chocar à primeira vista. Cada um pode encontrar seu próprio significado nas minhas telas”, conclui. Assim, a exposição “Matéria e Luz” se apresenta não apenas como um recorte da trajetória de Duprat, mas como um convite à contemplação e à introspecção.
O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta, entre os dias 21 de março e 9 de maio, a exposição Casa Própria, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella e produção da Atelier Produtora, a mostra reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo.
Ana Hortides’Raios’ série Platibanda 2025. Concreto e cerâmica 70 x 70 x 7 cm
A partir de referências diretas à arquitetura do subúrbio carioca, Ana Hortides desenvolve uma investigação plástica que transforma elementos recorrentes da construção civil popular em matéria artística. Cimento, azulejos, pisos e fragmentos cerâmicos aparecem em esculturas, instalações e pinturas que deslocam esses materiais de seu uso funcional, criando estruturas que tensionam noções de permanência, improviso e pertencimento.
Sobre a artista Ana Hortides
Oriunda de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a artista estabelece uma relação direta entre sua trajetória pessoal e os modos de construção presentes nas periferias urbanas.
Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.
Sobre a exposição do Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea
A exposição ocupa a galeria Carlos Miguel do Museu Bispo do Rosario reunindo obras das séries Casa 15 (2020-2026), Platibanda (2024-2026) e To and fro (2026). Em Casa Própria, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. Essas composições, muitas vezes nomeadas pela artista como “padrão” ou “raios”, compõem um repertório visual que atravessa o cotidiano urbano e ganha densidade poética no espaço expositivo.
Serviço Exposição ‘Casa Própria’, de Ana Hortides
Curadoria: Pollyana Quintella
Local: Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea
Endereço: Edifício Sede da Colônia Juliano Moreira – Estr. Rodrigues Caldas, 3400. Taquara, Rio de Janeiro.
Período: de 21 de março a 09 de maio de 2026.
Visitação: de terça a sábado, das 9h às 17h.
Classificação: livre.
Entrada Gratuita.
Acessibilidade: audiodescrição e intérpretes de Libras.
Mostra tem apoio da Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL)
Niterói é cenário de arte, movimento e sensibilidade com a abertura da exposição fotográfica “Niterói de Todos os Ângulos”, que estreou nesta terça-feira (07) no Parque da Cidade, um dos cartões-postais mais emblemáticos do município.
A mostra propõe um novo olhar sobre o tecido acrobático, reunindo imagens que capturam a beleza, a técnica e a expressividade dessa prática que transita entre o esporte e a arte.
A exposição apresenta registros impactantes que exploram diferentes perspectivas — do alto, do movimento e da emoção — valorizando o corpo em cena e sua interação com paisagens icônicas da cidade.
Com o tema voltado ao tecido acrobático, a exposição convida o público a enxergar Niterói sob novas óticas, onde arte e esporte se encontram em composições visuais únicas, tendo como cenário um dos pontos mais visitados da cidade.
O evento conta com o apoio da Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), fortalecendo o incentivo a iniciativas que promovem cultura, bem-estar e ocupação criativa dos espaços urbanos.
“O esporte também é expressão artística. Projetos como o “Niterói de Todos os Ângulos” ampliam o olhar da população sobre modalidades como o tecido acrobático e mostram o potencial da nossa cidade como palco de experiências culturais inovadoras”, afirma o secretário municipal de Esporte e Lazer de Niterói, Luiz Carlos Gallo.
A exposição reforça o papel de Niterói como cidade que valoriza a integração entre cultura e esporte, promovendo experiências acessíveis e inspiradoras para toda a população.
SERVIÇO:
Exposição: Niterói de Todos os Ângulos
Local: Parque da Cidade — Niterói (RJ)
Entrada: Gratuita
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, inaugura na próxima quinta-feira (09/04) duas novas exposições na Casa Brasil, no Centro do Rio. Com entrada gratuita, entram em cartaz a coletiva Casa Fluminense e a individual Cada Cabeça é um Mundo, da artista Melissa Oliveira. O espaço é vinculado ao Governo do Rio, em parceria com o Ministério da Cultura e a Petrobrás, consolidando o acesso público à produção artística.
As mostras reúnem 97 obras de 60 artistas de diferentes regiões do estado e dão continuidade à programação do espaço, que já recebeu mais de 80 mil visitantes em quatro meses com exposições anteriores.
– Celebramos este novo momento da Casa Brasil com uma grande ocupação da cultura do nosso estado, que é tão rica e potente. O apoio da Petrobras tem sido fundamental para abrir as portas para a arte fluminense, reforçando a valorização do nosso fazer cultural, nossa identidade e representa que o Rio de Janeiro ganha mais uma casa para a cultura fluminense – destaca Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
Valorização da Cultura do Estado do Rio
A exposição coletiva “Casa Fluminense” apresenta múltiplos olhares sobre o estado do Rio, abordando temas como identidade, diversidade, turismo e tradições. Com curadoria de Aliã Guajajara Waimiri, Cadu, Jocelino Pessoa, Marcelo Campos e Tania Queiroz, a mostra reúne artistas de cidades como Rio de Janeiro, Niterói, Campos dos Goytacazes, Volta Redonda, Paraty, Maricá e Teresópolis.
Já “Cada Cabeça é um Mundo”, de Melissa Oliveira, o público tem acesso a uma série fotográfica sobre o cotidiano das barbearias em comunidades cariocas. Natural do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, a artista retrata profissionais que movimentam a economia criativa em territórios como Jacaré, Manguinhos e Chatuba.
Roda de conversa
Além das exposições, a programação inclui a ação “Conversas de Casa”, encontro que reúne participantes de cursos livres realizados em parceria com a Escola sem Sítio, promovendo troca de experiências e processos criativos.
– Casa Fluminense e Cada Cabeça é um Mundo dão continuidade ao momento de consolidação e expansão da nova fase da Casa Brasil, após a potência das primeiras exposições, que levaram mais de 80 mil visitantes ao nosso equipamento cultural. Com o patrocínio oficial da Petrobras, a Casa Brasil articula diferentes linguagens, públicos e perspectivas em torno de uma proposta conceitual consistente. Somos a casa da arte brasileira e também fluminense – conta Tania Queiroz, diretora da Casa Brasil.
Vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, a Casa Brasil passa por um processo de reestruturação que inclui nova identidade e ampliação da programação. O projeto é realizado em parceria com a V ARTE e o Ministério da Cultura, com patrocínio da Petrobras, dentro do Programa Petrobras Cultural.
Localizada no Corredor Cultural do Centro do Rio, a Casa Brasil se consolida como um dos principais espaços de difusão da produção artística contemporânea no estado. Esse reposicionamento integra um projeto de reestruturação contemplado no edital Novos Eixos da Petrobras, na linha Ícones da Cultura Brasileira, dentro do Programa Petrobras Cultural. As exposições ficam em cartaz até 8 de julho, com visitação de terça a domingo, das 10h às 17h.
Evento acontecerá na Baía de Guanabara nos dias 11 e 12 de abril e toda a logística será montada no Caminho Niemeyer para delegações de diversos países
A Baía de Guanabara será palco de um espetáculo de velocidade e tecnologia inédito na América do Sul. Nos dias 11 e 12 de abril, a capital fluminense recebe o Enel Rio Sail Grand Prix, quarta etapa da temporada 2026 do Rolex Sail GP Championship, o campeonato mundial da categoria mais veloz da vela. Niterói será base logística do evento: o Caminho Niemeyer será a sede do apoio técnico para as regatas. O Sail GP é considerado a Fórmula 1 dos mares.
“Essa é uma das maiores competições de vela do mundo que, pela primeira vez, acontece na América do Sul. É muito importante para Niterói fazer parte deste evento com o Caminho Niemeyer servindo de base de apoio logístico para os competidores. Niterói é a cidade da vela. Temos vários e várias atletas que conquistaram medalhas olímpicas. A relação da cidade com os esportes marítimos é muito forte. Por isso vamos participar do Sail GP”, explicou o prefeito Rodrigo Neves.
O Sail GP é conhecido globalmente pela alta performance de seus catamarãs F50, embarcações de última geração que atingem velocidades de até 100 km/h. Com um formato dinâmico, a competição reúne os melhores atletas do mundo em regatas curtas e intensas.
O grande destaque da etapa é a bicampeã olímpica Martine Grael. Líder do time brasileiro desde 2024, Martine fez história como a primeira mulher a assumir essa função na liga e permanece como a única mulher no comando de uma equipe no circuito atual.
“Competir na Baía de Guanabara é algo muito especial. É um lugar que faz parte da nossa história na vela e poder finalmente disputar uma etapa do SailGP em casa, com a torcida acompanhando de perto, é uma motivação enorme”, afirma Martine Grael.
A equipe brasileira chega ao Rio em um momento de ascensão após sua melhor performance na temporada na etapa anterior, em Sydney. Além de Martine, o time conta com talentos nacionais como Marco Grael, Mateus Isaac e Breno Kneipp, apoiados por uma equipe técnica internacional de elite.
Além do Brasil, os países representados no Sail GP são: Austrália, Espanha, Canadá, Grã-Bretanha, Nova Zelândia e Estados Unidos. A temporada 2026 já teve duas etapas na Austrália e uma na Nova Zelândia. Até o fim do ano, o campeonato terá 13 Grandes Prêmios, o maior calendário já realizado pelo Sail GP.
A cantora Theresa da Costa apresenta o show ‘Elton por Mim’, no próximo dia 18 de abril, no Teatro Grajaú, interpretando clássicos eternos do artista em versões que revelam novas camadas de emoção — unindo teatralidade, interpretação vocal e um toque de intimismo que convida o público a reviver memórias e sentimentos. O show é uma viagem afetiva pelo universo de Elton John, com arranjos cuidadosamente elaborados para piano e Cello, e momentos de pura conexão entre artista e plateia.
Sobre Theresa da Costa
Theresa da Costa é cantora, atriz, bailarina e fisioterapeuta, com trajetória marcada pela união entre arte e sensibilidade humana. Como intérprete, se destaca pela expressividade cênica e pelo timbre suave e emocional que transita entre o pop, o soft belt e o semi- lírico. Nos palcos, apresenta projetos próprios, homenageando grandes nomes da música nacional e internacional, sempre com identidade própria e presença marcante.
Instagram: @theresadacosta.art
YouTube: https://www.youtube.com/@Theresadacosta
Ficha Técnica
Theresa da Costa no show Elton Por Mim
Idealização / Voz e Performance / Roteiro – Theresa da Costa
Direção cênica e de movimento – Paulo Marques
Direção Musical / Arranjos para Piano e Cello / Piano – Isaías Alves
Cello – Gibran Moraes
Preparação Vocal – Jardel Maia
Projeto Gráfico – Martelo Marketing
Figurino – Paulo Marques
Fotografia – Mauricio Maia
Direção Geral – Theresa da Costa
Recepção/ bilheteria – Staine Motta
Assessoria de Imprensa – Paula Ramagem
Produção – Butterfly Produções
Co – produção – Juliana Torrez
Serviço
Show: Elton por Mim
Artista: Theresa da Costa
Local : Teatro Grajaú
Grajaú Tênis Clube – Av. Engenheiro Richard, 83 – Tijuca
Data:18 de abril de 2026, às 19h
Ingressos pelo Sympla LINK https://www.sympla.com.br/evento/theresa-da-costa-apresenta-elton-por-mim/3339376?share_id=whatsapp
Inteira: R$ 40,00 / Meia: R$ 20,00 / Valor promocional: R$ 25,00 (em 3 lotes)