Daniele Bloris apresenta a exposição ‘Metamorfoses’, com curadoria de Lia do Rio, na Casa Paulo Branquinho

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A artista plástica Daniele Bloris apresenta a exposição ‘Metamorfoses’, com curadoria de Lia do Rio, na Casa Paulo Branquinho que, este ano, faz parte da 33ª edição do Arte de Portas Abertas, em Santa Teresa. A artista
apresenta as linhas e cores que tomam vida nas telas e explicam a transformação significativa que provoca no observador as sensações que dão nome à mostra. Impossível não interagir com as obras de Daniele Bloris, que fazem transitar entre as linhas que parecem se completar e formar um único universo.

A abertura será no dia 27 de setembro, às 16h, e pode ser visitada até o dia 16 de outubro, de terça a sexta, das 14h às 19h, na Rua Moraes e Vale, 8 – Lapa. Entrada gratuita e censura livre.

Segundo Lia do Rio, curadora, “Daniele Bloris percorre sua trajetória com espontaneidade, na qual gesto e traço se confundem pelo uso de linhas que passam a ter vida própria ao colocar em atividade ritmos internos. Pensa enquanto a linha progride, não pela ordem do acaso, mas pela metamorfose dos signos gráficos, das linhas multiplicadas que intensificam o movimento expandido. (…) Cada uma dessas unidades é, por si só, um termo modular autônomo que pode ser ajustado segundo diferentes ordens, assim como cada desenho é ponto de partida para posteriores desenvolvimentos formais.”

 

Sobre Daniele Bloris

Daniele Bloris, psicóloga, artista plástica e psicanalista, nasceu e vive no Rio de Janeiro, onde participou de exposições coletivas e individuais. Seus trabalhos também foram expostos em cidades europeias e em Osaka, no Japão.
Suas obras são uma exploração profunda e contínua das possibilidades do traço, do movimento e do espaço. A artista desenvolveu uma linguagem singular, caracterizada por linhas que fluem de maneira orgânica, em um movimento contínuo que parece descrever o infinito. Suas criações são traçadas sobre o papel com uma espontaneidade que revela um profundo diálogo entre a caneta e o papel, entre o consciente e o inconsciente. Cada linha que Daniele desenha não é apenas um elemento gráfico, mas uma expressão de vida, uma defesa de um espaço de liberdade.

Instagram: @daniele.bloris

Serviço

Artista: Daniele Bloris

Exposição: Metamorfoses

Curadoria : Lia do Rio

Local: Casa Paulo Branquinho

Rua Moraes e Vale, 8 – Lapa – RJ

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Abertura: 27/09, às 16h

Visitação: de 27/9 a 16/10

Terça a sexta, das 14h às 19h

Entrada gratuita

Censura livre

FOTORIO 2025 estreia no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) com destaques da fotografia internacional

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Um dos mais respeitados festivais de fotografia da América Latina reúne artistas do Brasil, América Latina e Europa em exposições sobre identidade, meio ambiente, corpo e resistência

O FotoRio 2025 abriu terça-feira, dia 9 de setembro, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), nove exposições que exploram múltiplos campos da fotografia, do documental ao performativo, do político ao poético. Entre elas estão as mostras que integram a Temporada França-Brasil, como “Mulheres: identidade e meio ambiente — Uma cartografia sensível”, com curadoria de Ioana Mello e Jean-Luc Monterosso, fundador e diretor da Maison Européenne de la Photographie, em Paris, e “Sóis Negros”, de artistas afro-guianenses, que também dialoga com a cultura francesa.

Ao mesmo tempo, o festival apresenta projetos de enorme relevância histórica e social, como “O Povo Leva! O Povo Leva! – O Funeral de JK”, com fotografia de Juvenal Pereira e curadoria de Milton Guran, que documenta momentos marcantes de comoção nacional do emblemático funeral de Juscelino Kubitschek, ocorrido há quase 50 anos; “10 Anos de Guerras sem Fim”, de Gabriel Chaim, com uma visão profunda sobre os conflitos em Gaza e outras regiões do Oriente Médio; e o projeto dos artistas indígenas Kamikia Khisêtjê, Renan Khisêtjê e Sâksô Khisêtjê, que denuncia os impactos do agronegócio sobre seus territórios.

Outras exposições ampliam ainda mais a diversidade do FotoRio 2025, incluindo “Vale Night”, de Aleta Valente, que convida mães a registrarem suas próprias experiências de liberdade; “Altinha”, de Tanara Stuermer, que ressignifica gestos do jogo popular na Praia do Leblon; “Como Olhar Junto”, de Luiza Baldan, que explora memórias e afetos em paisagens portuguesas; e “Nego Fugido – Memórias Quilombolas”, de Nicola Lo Calzo, um projeto documental sobre resistência negra na Bahia, que une história e poética visual.

Todos os artistas, nacionais e internacionais, estarão presentes na abertura, garantindo ao público uma experiência de diálogo direto com os criadores e curadores, fortalecendo o caráter único do FotoRio.

Milton Guran, fotógrafo, antropólogo e um dos coordenadores do festival, comenta:

“Nesta edição de 2025, o FotoRio lança um olhar atento sobre temas centrais da contemporaneidade: pertencimento identitário, memória social e política, diversidade cultural, conflitos civilizatórios, sororidade e, por fim, a tragédia — infelizmente recorrente — da guerra. Cada exposição nasce de uma ação fotográfica singular: da documentação de fatos noticiosos à fotografia como instrumento de resistência, passando pela experimentação no campo das artes visuais. Reunimos autoras e autores com trajetórias distintas, mas com excelência estética e conceitual.”

Além das exposições, o FotoRio 2025 oferece atividades paralelas que aprofundam o diálogo com o público e fortalecem a troca de conhecimentos entre artistas e pesquisadores. Entre elas estão a Rede de Fototecas (11/09), que discute a criação de fototecas estaduais; o relato da fotógrafa Luciana Whitaker sobre sua experiência no Alasca (17/09); e a conversa com Juvenal Pereira (22/10), que revisita a cobertura histórica do funeral de JK. Essas ações complementam a programação e ampliam a experiência de imersão na fotografia contemporânea.

Um dos mais longevos e respeitados festivais de fotografia da América Latina, o FotoRio reafirma seu compromisso com a pluralidade de olhares e o intercâmbio global. Nesta edição, o público encontrará uma constelação de exposições inéditas reunindo artistas do Brasil, América Latina e Europa em diferentes espaços culturais da cidade: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), Instituto Cervantes, Galeria da Aliança Francesa, Centro Carioca de Fotografia e Casa Proeza. O festival oferece uma oportunidade única de ver expoentes da fotografia contemporânea, nacionais e internacionais, explorando temas como identidade, ancestralidade, justiça social, meio ambiente e reinvenção dos corpos. Todas as atividades são gratuitas.

Com mais de duas décadas de existência e mais de 1.200 exposições realizadas, o FotoRio se consolida como plataforma de encontro entre artistas, curadores, pesquisadores e público. O FotoRio 2025 tem o patrocínio do Itaú e da Helexia Brasil, com a realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Uma plataforma de escuta, troca e transformação

O FotoRio 2025 reafirma sua identidade como um movimento coletivo e horizontal de fotógrafas e fotógrafos, oferecendo um espaço vivo de reflexão sobre acesso, práticas e políticas da imagem. Sob a coordenação do colegiado formado por Érika Tambke, Ioana Mello, Milton Guran, Paulo Marcos de Mendonça Lima, Thomas Valentin e Marina S. Alves, o festival se consolida como um ponto de resistência, visibilidade e invenção fotográfica, promovendo diálogos contemporâneos e fortalecendo a presença da fotografia como instrumento de transformação cultural.

Serviço

📷 FotoRio 2025 – Programação

📍 Centro Cultural Justiça Federal – CCJF

Período: 10/09 a 08/11/2025

Abertura: 09/09 – 18h

Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro, RJ

Funcionamento: Terça a domingo, 11h às 19h

Entrada: Gratuita

 

🎨 Temporada França – Brasil

Mulheres: identidade e meio ambiente — Uma cartografia sensível

· Artistas: Alice Pallot, Karen Paulina Biswell, Caroline Tabet, Sophie Zénon, Flora Nguyen

· Curadoria: Jean-Luc Monterosso e Ioana Mello

· Descrição: Explora vínculos entre identidade e meio ambiente com poética sensível e crítica.

Sóis Negros

· Artistas: Nathyfa Michel, Karl Joseph & Marc-Alexandre Tareau, OJOZ, NouN & T2i, Dayfe

· Curadoria: Ioana Mello e Paul-Aimé William

· Descrição: Fotógrafos afrodescendentes e bushinengues da Guiana exploram resistência cultural, identidade e memória.

Nego Fugido – Memórias Quilombolas

· Artista: Nicola Lo Calzo

· Curadoria: Ioana Mello

· Descrição: Projeto documental sobre resistência negra na Bahia, unindo história e poética visual.

 

Exposições Nacionais

O Povo Leva! O Povo Leva! – O funeral de JK

· Artista: Juvenal Pereira

· Curadoria: Milton Guran

· Descrição: Documenta o velório de Juscelino Kubitschek em Brasília (1976).

Vale Night

· Artista: Aleta Valente

· Curadoria: Pulo Marques de Mendonça Lima e Milton Guran

· Descrição: Mães registram experiências de ter uma noite livre enquanto a artista cuida de seus filhos.

Como Olhar Junto

· Artista: Luiza Baldan

· Descrição: Videoinstalação sobre memórias, afetos e paisagens da Cova do Vapor, Portugal.

Altinha

· Artista: Tanara Stuermer

· Curadoria: Milton Guran

· Descrição: Fotografia performativa que ressignifica gestos de jogadores de altinha nas praias do Rio de Janeiro.

Khisêtjê – Terra é vida – Hwykha ra anhïntwa mberi

· Artistas: Kamikiá Khisêtjê, Renan Khisêtjê e Sâksô Khisêtjê

· Descrição: Cultura e denúncia do povo Khisêtjê do Xingu (MT).

10 Anos de Guerras sem Fim

· Artista: Gabriel Chaim

· Curadoria: Paulo Marcos de Mendonça Lima e Fernando Costa Netto

· Descrição: Série documental sobre conflitos armados no Oriente Médio — Israel-Palestina, Ucrânia e Síria.

 

🏛 Espaços Parceiros

CELEBRAÇÃO. 15 anos do Ateliê Oriente

· Local: Centro Carioca de Fotografia, Tv. do Comércio, 11 – Centro, RJ

· Período: 11/10 a 08/11

· Descrição: 40 trabalhos selecionados a partir da 8ª convocatória do Ateliê Oriente.

Caruru

· Local: Aliança Francesa Botafogo, Rua Muniz Barreto, 730 – Botafogo, RJ

· Período: 14/08 a 25/09

· Artistas: Karl Joseph e Marc-Alexandre Tareau

· Descrição: Obra imersiva sobre espiritualidades afro-caribenhas, identidade e território.

 

📅 Eventos

Rede de Fototecas – CCJF

· Data: 11/09, 18h

· Descrição: Roda de conversa sobre criação de fototecas estaduais com Monica Maia (Rede dos Produtores Culturais da Fotografia no Brasil) , Laís Almeida (Diretora de projetos da Funarte) e Dani Balbi (deputada Estadual, autora do projeto de lei que criou a Fototeca do Estado do RJ) e o fotógrafo Bruno Bou Haya. Mediação: Paulo Marcos.

Exposição Geografias do Corpo – Visita guiada

· Data: 13/09, 15h

· Local: Casa Proeza, Rua do Ouvidor, 26 – Centro

· Artistas: Alair Gomes, Ba Rosalinsk, Demian Jacob, Fedoca Lima e Kurt Klagsbrunn

· Curadora: Gabriela Toledo

Viver no Alasca – CCJF

· Data: 17/09, 18h

· Descrição: Relato de Luciana Whitaker sobre sua experiência no Alasca.

Fotolivro – lançamento da coleção Rosa Brava – CCJF

· Editora: Vento Leste

· Data: 14/10, às 18h

· Descrição: Lançamento e roda de conversa com curadores e autoras Ana Dalle, Vedome, Juliana Corsi e Juliana Monteiro, e participação de Helena Rios e Marcelo Greco.

O Povo Leva! O Povo Leva! – O funeral de JK – CCJF

· Data: 22/10, 18h

· Descrição: Conversa com o artista Juvenal Pereira.

Escola de Artes Visuais do Parque Lage participa da 15ª ArtRio com obras de sete artistas

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A Escola de Artes Visuais (EAV) estará presente na 15ª edição da ArtRio, de quarta-feira (10) a domingo (14) de setembro, na Marina da Glória. Ao lado da Casa Brasil, os dois equipamentos da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio irão compartilhar o stand número l4, no Pavilhão MAR. No total, será um conjunto de sete obras de artistas já pertencentes à coleção da EAV, para incentivar doações à escola que serão convertidas em bolsas sociais, contribuindo para a formação de novos artistas. Serão expostas os trabalhos de Rafael Pinto, o Pérola, de Roraima, e Mayara Velozo, a Mayara, do Rio de Janeiro, artistas residentes da Casa Brasil; e também de mais mais cinco artistas: Anna Bella Geiger, Angelo Venosa, Iole de Freitas, Lucia Laguna e Marcus André.

“A Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Casa Brasil são dois importantes equipamentos culturais da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, que compartilham objetivos e valores. Ambos têm como missão promover a cultura, a arte e a educação, contribuindo para o desenvolvimento social e cultural da comunidade. Essa parceria se concretiza em projetos comuns, como a formação de artistas e de públicos para as artes, e a capacitação de profissionais da área cultural e será oficializada na ArtRio’, ressalta Danielle Barros, Secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.

A EAV Parque Lage é uma das principais escolas de arte do Brasil e da América Latina, na formação de novos artistas e novos públicos, contribuindo de maneira singular com a arte contemporânea brasileira. São mais de 50 cursos em diversas áreas criativas para formar e desenvolver as habilidades artísticas. Em 2025, a escola completa 50 anos, apresentando uma programação para celebrar a data.

“A participação dos nossos residentes se dará em colaboração com a Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, que apoia o programa de financiamento de bolsas de estudos para a Escola. Uma parceria que reforça o compromisso das duas instituições com o desenvolvimento artístico no Estado, contribuindo para a construção de uma sociedade mais rica e diversa culturalmente”. destaca Tania Queiroz, diretora da CASA BRASIL e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Obras

No stand estarão expostas as obras dos sete artistas, entre eles dos dois residentes, que poderão ser adquiridas pelo público, mediante doação dos recursos para o Programa de Bolsas da Escola, da Associação dos Amigos da EAV. A fotoperformance de Rafael Pinto, que integra a série Como(ver) a Cidade registra e demarca uma Boa Vista (RR)imaginada/contada/vivenciada por pessoas que moram em diferentes bairros, trazendo retratos e relatos das suas relações com a cidade. Esses retratos e relatos foram transcritos, reproduzidos, e colados em forma de lambe-lambe nos bairros dessas pessoas que, junto com o artista, dividem a autoria da obra.

A fotoperformance Cozinha Americana, que integra a série com o mesmo nome, faz parte de uma coleção de fotos que investiga símbolos da vivência da artista, sua intimidade e o recorte social onde ela se insere. Inspirada pela artista Carrie Mae Weems, a série é uma homenagem ao trabalho de artistas racializadas e à perspectiva brasileira e favelada de Mayara, moradora do Salgueiro, na zona norte do Rio de Janeiro.

Mais cinco artistas irão expor seus trabalhos, que integram a Coleção Amigos EAV: O Outro (1973/2019 – Iole de Freitas); Jardim e Paisagem (2019 – Lucia Laguna); Lunar I (1973 – Anna Bella Geiger); Sem título (2014 – Angelo Venosa) e Califórnia (2022 – Marcus André).

 

Serviço:

ArtRio – 15ª edição da Feira de Arte do Rio de Janeiro da ArtRio

Datas e horários: 10 a 14 de setembro, das 13h às 20h

Local: Marina da Glória (Av. Infante Dom Henrique, S/N – Glória)

Localização: stand I14, no Pavilhão MAR

Entrada: ingressos disponíveis na plataforma GoDream

Classificação: Livre

Maratona de Niterói 2025 bate recorde e reúne mais de 4 mil atletas

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Prova será realizada nos dias 13 e 14 de setembro e promete movimentar esporte, turismo e economia da cidade

A tradicional Maratona de Niterói acontecerá nos dias 13 e 14 de setembro, com um número histórico de inscritos. São 4.150 atletas confirmados, marca nunca antes registrada em corridas da cidade. O evento, que se consolida como um dos principais do calendário esportivo nacional, contará com participantes de diversos estados do Brasil e competidores internacionais, gerando impacto positivo no turismo e na economia local. A Maratona de Niterói 2025 conta com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL).

A arena principal será montada no Caminho Niemeyer, cartão-postal da cidade. Outras duas arenas serão utilizadas para o revezamento: o gramado de Charitas e o final da Praia de Piratininga. Haverá ônibus circulares para transporte dos atletas entre os pontos da prova e o Caminho Niemeyer.

A programação da Maratona de Niterói 2025 terá início no sábado, dia 13 de setembro, com a Corrida Kids. No domingo, 14 de setembro, acontecem as principais provas: a Maratona (42 km, nas modalidades solo, dupla e quarteto, com arenas exclusivas para revezamento), além das provas de 15 km, 6 km, 2,5 km (caminhada) e a Corrida Infantil. A largada será às 5h29 para a categoria Elite e às 5h30 para as demais. No pós-prova, os corredores terão acesso a frutas, isotônicos, bananadas, massoterapia e itens de recuperação.

“A Maratona de Niterói 2025 é um marco para nossa cidade. Mais do que uma competição, ela representa saúde, turismo, qualidade de vida e a celebração da nossa vocação esportiva. Estamos preparados para receber atletas e famílias em um evento inesquecível”, destacou o secretário municipal de Esporte e Lazer, Luiz Carlos Gallo.

Serviço
Evento: Maratona de Niterói 2025
Data: 13 e 14 de setembro de 2025
Local: Arena principal no Caminho Niemeyer, Niterói (RJ)

 

PUD Games Comunidades reuniu entretenimento, inclusão digital e inovação no Caminho Niemeyer

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Segunda edição do evento teve programação diversificada

A 2ª edição do PUD Games Comunidades agitou o Caminho Niemeyer no final de semana passado. Organizado pela Prefeitura de Niterói, um dos maiores eventos de jogos eletrônicos do Estado do Rio teve uma programação diversificada que reuniu entretenimento, inclusão digital, tecnologia e inovação. O público participou de exposições tecnológicas, competições com os principais jogos da atualidade, concurso de cosplay, oficinas especializadas e palestras com dubladores de personagens marcantes de filmes como Lego, Os Incríveis, Avatar, Guardiões da Galáxia e do game League of Legends, entre outras atrações.

Após o sucesso da edição anterior, que atraiu quase 5 mil visitantes, o evento teve o objetivo de consolidar o PUD Games como referência na democratização do acesso às novas tecnologias. O evento foi um espaço inclusivo e familiar, voltado para a troca de conhecimento, formação de redes de contato e descoberta de novas oportunidades, em ambientes de acolhimento e experimentação tecnológica.

“Essa é a segunda versão do PUD Games. O setor de games é o que mais cresce no Brasil. No mundo, esse setor movimentou mais do que música e audiovisual juntos. A gente não pode negligenciar a potência desse setor. A gente quer mostrar que Niterói está consciente do quanto pode empregar pessoas e movimentar a partir dos games. Também é um evento super inclusivo. Um evento para toda a família, desde as crianças até os idosos”, destacou a secretária municipal de Inovação, Ciência e Tecnologia.

O PUD Games Comunidades teve ainda ações voltadas para acessibilidade, como a Sala do Silêncio, um espaço de acolhimento sensorial, e propostas de formação e capacitação digital, ampliando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.

O autônomo Alessandro Pereira Martins, 37 anos, estava com uma fantasia do personagem Ash Ketchum, protagonista da série de anime Pokémon.

“Estou fazendo uma homenagem com esse personagem do Pokémon, que é um anime clássico e as pessoas gostam muito. Dá esse ar de nostalgia para as pessoas. É um personagem que uso também paras minhas festas e animações. Trabalho com isso. O evento está muito bem organizado. Sou do Rio e vim para Niterói para prestigiar o PUD Games”, afirmou Alessandro.

Além de estimular a prática de jogos eletrônicos e valorizar novos talentos, o evento utilizou o universo gamer como instrumento de mobilização comunitária, integração tecnológica e fortalecimento das ações das Plataformas Urbanas Digitais (PUDs).

Fotos: Lucas Benevides

Cia Bachiana Brasileira faz homenagem aos 275 anos de vida póstuma de Bach no BNDES, na próxima sexta, dia 12

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Música para Cordas é o Concerto da Orquestra Bachiana Brasileira que fará uma única apresentação no dia 12 de setembro, às 19h, na Série Sextas Instrumentais, do BNDES, sob a direção do maestro Ricardo Rocha.

O concerto será uma homenagem aos 275 anos de morte de Bach, o maior gênio da música de todos os tempos e o compositor que mais tem crescido em termos de popularidade e volume de obras executadas no mundo inteiro, especialmente do século XX até hoje. “Este evento representa um gesto não de memorial à sua ausência, mas de uma singela celebração de sua presença entre nós, de brinde à sua vida póstuma’ – ressalta o maestro Ricardo Rocha.

Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis através do site https://www.bndes.gov.br/espacobndes

Sociedade Musical Bachiana Brasileira

SMBB é uma associação civil, de caráter privado, sem fins lucrativos, tornada Bem de Utilidade Pública Federal. Seu objetivo é a produção e a realização de atividades de música clássica, tais como: concertos, recitais, óperas, musicais, gravações, festivais, cursos de extensão, assim como seminários de música, aulas e atividades similares, realizados com alto padrão de qualidade e profissionalismo, nos quais todos os recursos auferidos são reinvestidos em prol de novos eventos musicais e de seu próprio desenvolvimento e expansão.

Sobre o maestro Ricardo Rocha: acesse https://ricardo-rocha.mozellosite.com/

Cia. Bachiana Brasileira

Coro, Orquestra e Solistas – Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro – Corpo artístico da SMBB, a Cia. Bachiana Brasileira configura a expressão de uma atitude cujas consequências estéticas constituem a sua meta e o seu principal diferencial. Desde 1999, desenvolve projetos com repertório, elenco e tempo de realização definidos para cada produção, buscando, de forma disciplinada e perseverante, uma sonoridade própria na execução da música de concerto, nacional e estrangeira. O alto padrão de qualidade com que executa do colonial brasileiro e barroco europeu à música contemporânea explica a posição ímpar que a Cia. Bachiana Brasileira ocupa hoje no cenário musical brasileiro, como atestam o recebimento do 1º Prêmio de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, em 2009 e as distinções do jornal O Globo, que apontou concertos da Cia. Bachiana Brasileira entre os 10 melhores de cada ano em 2007, 2008 e 2011.

 

REPERTÓRIO

1 – J. S. Bach

– Concerto para dois violinos BWV 1043……………….. 17’

– Vivace

– Largo ma non tanto

– Allegro

2 – Edvard Grieg

– Holberg Suite…………………………………………………….. 21’

– Prelude

– Sarabande

– Gavotte

– Air

– Rigaudon

3 – J. S. Bach

– Suite em si menor BWV 1067…………………………….. 22’

– Ouverture

– Rondeau

– Sarabande

– Bourrée I & II

– Polonaise

– Menuet

– Badinerie (Battinerie)

 

SOLISTAS: Gabriela Queiroz e Priscila Rato, Violinos; Alexis Angulo, Flauta;

Contínuo: Emília Valova, Violoncelo; Eduardo Antonello, Cravo

Gabriela Queiroz – 1º violino

Priscila Rato – 2º violino

Alexis Angulo – flauta

Serviço:

Sextas Instrumentais – Música para Cordas Com a Cia. Bachiana Brasileira

Data: 12 de setembro – sexta-feira Horário: 19h

Local: Espaço Cultural BNDES

Endereço: Av. República do Chile, 100 – Centro, ao lado do metrô estação Carioca

Classificação: Livre

Duração: 1h sem intervalo

Ingressos: gratuitos

Reservas no site do Espaço Cultural BNDES https://www.bndes.gov.br/espacobndes – sujeito a lotação

Acompanhe as plataformas virtuais da Cia. Bachiana Brasileira

Instagram: @cia.bachiana Facebook: Cia.Bachiana Brasileira YouTube: Cia. Bachiana Brasileira

Foto: Daniel Ebendinger

AVA Galleria promove exposição comemorativa dos 150 anos do Jockey Club de São Paulo e dos 130 anos de amizade Brasil-Japão

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A AVA Galleria promove uma exposição especial, em homenagem aos 150 anos do Jockey Club de São Paulo, com curadoria de Edson Cardoso, destacando a importância histórica desse patrimônio cultural, não só para a identidade de São Paulo, mas de todo o Brasil, além de celebrar os 130 anos de amizade entre Brasil e Japão.

A mostra faz parte de uma série de exposições durante o ano de 2025, reunindo a arte de renomados artistas nacionais e descendentes de japoneses, confirmando a relevância artística do local, além conscientizar o público sobre o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação de 1895, e como marco humano a chegada dos primeiros imigrantes japoneses em 1908, que estabeleceram a maior comunidade japonesa fora do Japão.

Entre os artistas convidados estão Adriana D’Ferraz, Alice Yokote, André Itimura, Elza Suzuki, Estela Simomoto, Felipe Garcia, Fernando Saiki, Hanne Hansel, Junko Tsuchiya, Monica Ishiba, Victor Honda e Yasmin Komori.

O Jockey Club de São Paulo é parte integrante da história da cidade. Sua fundação se deu em 14 de março de 1875, com o nome de Club de Corridas Paulistano. A primeira corrida oficial aconteceu em 29 de outubro de 1876, no Hipódromo da Mooca, na rua Bresser, com apresentação de banda de música e presença de um grande público. Os dois únicos cavalos inscritos, Macaco e Republicano, tiveram a honra de inaugurar as raias instaladas nas colinas da Zona Leste da Capital. Apesar do favoritismo de Republicano, Macaco levou o primeiro prêmio. Agora a arte celebra o Jockey para misturar a essência de determinação e persistência dos cavalos com as cores vivas e estilos diversos das obras, confirmando a liberdade que ambos transmitem.

A abertura acontece no dia 05 de setembro , às 17h, e pode ser visitada até o dia 28 de setembro, de sexta a domingo, das 14h às 19h, no Jockey Club de São Paulo.

No dia 06 de setembro ocorre a 31ª Copa Japão de Turfe, reafirmando como culturas tão distantes geograficamente, podem ser tão próximas do ponto de vista cultural, histórico e artístico.

Realização: AVA Galleria e Jockey Club de São Paulo

Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem

Apoio: ICELA / PR Comunicação / Arte Vida Arte

Comissão de Cultura da Câmara de Niterói lamenta a morte de Silvio Tendler

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A Comissão de Cultura, Comunicação e Patrimônio Histórico da Câmara Municipal de Niterói, presidida pelo vereador Leonardo Giordano, manifesta profundo pesar pelo falecimento do cineasta Silvio Tendler, ocorrido na manhã desta sexta-feira (5/9), aos 75 anos. Reconhecido como uma das vozes mais importantes da cultura brasileira e consagrado como o maior documentarista do país, Tendler dedicou quase seis décadas ao cinema, transformando a sétima arte em instrumento de reflexão, denúncia e luta pelo fortalecimento do Estado Democrático de Direito.

O presidente da Comissão de Cultura, Comunicação e Patrimônio Histórico, Leonardo Giordano destacou:

“Silvio Tendler foi um dos grandes nomes da cultura brasileira e o maior documentarista do país. Um artista profundamente comprometido com a democracia e a justiça social, que deu voz aos que lutaram por um Brasil mais justo e construiu um patrimônio inestimável para a memória coletiva do nosso povo. Mais do que um cineasta, Silvio foi um ativista que acreditava no poder transformador da arte e mostrou que a cultura é essencial para o fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Sua partida deixa uma lacuna imensa, mas sua obra seguirá como referência e inspiração para todos nós.”

Conhecido como o “cineasta dos sonhos interrompidos”, ele deu voz a personagens que marcaram a história política do Brasil, como Juscelino Kubitschek, João Goulart, Carlos Marighella, Leonel Brizola e Castro Alves. Sua obra contribuiu para tornar visíveis as injustiças sociais e para reforçar valores de democracia, igualdade e cidadania, utilizando o cinema como ferramenta de educação, conscientização e transformação social.

Com mais de 80 documentários produzidos e cerca de 60 prêmios recebidos, Tendler consolidou um legado único na preservação da memória histórica, reunindo mais de 80 mil títulos sobre a história do Brasil e do mundo. Seu trabalho não apenas registrou fatos, mas também deu simbolismo político a lutas sociais, inspirando reflexão sobre direitos humanos e justiça social, e fortalecendo a importância da cultura como instrumento de resistência e esperança.

A Comissão de Cultura, Comunicação e Patrimônio Histórico se solidariza com familiares, amigos e todos que foram tocados por sua obra e legado. Silvio Tendler deixa uma contribuição que transcende o cinema, fortalecendo a memória, a consciência política e a luta por uma sociedade mais justa. Como ele mesmo dizia: “Sou um utopista e acredito que a vida vai melhorar. Desistir, jamais.”

Foto: Leo Martins

Estrela no pulso: Crônica de Alberto Araújo a Leda Mendes Jorge

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Na noite de 28 de agosto de 2025, a Casa da Amizade não era apenas reflexo de suas próprias luzes. Estava iluminado por algo mais profundo, o calor da fraternidade, a força da palavra e a chama da cultura. Estávamos reunidos na 5ª Reunião do Rotary Club de Niterói em conjunto com a Academia Brasileira Rotária de Letras, celebrando a beleza da amizade e o compromisso de servir.
As vozes se entrelaçavam em discursos emocionantes, e cada gesto parecia semear esperança. O lema da noite acolhido em mim ressoava a todo instante em meu coração: “A palavra quando semeada em fraternidade floresce em cultura e transforma a sociedade.”

Foi então que, em meio a tudo isso, meus olhos se detiveram em um detalhe. Sentada à nossa mesa, Leda Mendes Jorge sorria, envolta na serenidade dos que trazem consigo a luz da experiência. E em seu pulso, vi algo que cintilava de modo diferente. Uma pulseira, pedras brilhantes tecidas em arte, pedras que lembravam estrelas, cores que dançavam como notas de uma música silenciosa.

Naquele instante, compreendi que não era apenas uma joia. Era uma metáfora da própria noite.
O vermelho ardia como o coração da amizade.
O azul refletia o infinito do céu que nos cobre.
O dourado era o sol que, mesmo ausente, continua a iluminar.

Olhei demoradamente e pensei: a pulseira era um círculo, como o tempo que nos envolve e retorna. Era também corrente, como o laço invisível que une os que servem e os que sonham. Cada pedra parecia guardar uma memória, cada brilho falava de uma história.

Enquanto as falas ecoavam no salão, enquanto o Rotary e a ABROL semeavam letras e afetos, eu via naquela pulseira uma poesia silenciosa. E compreendi que a beleza das noites eternas não está apenas nas palavras que ouvimos, mas nos detalhes que guardamos dentro da alma.

Assim, para mim, a pulseira de Leda não foi apenas ornamento. Foi símbolo. Foi lembrança. Foi estrela no pulso de uma companheira, iluminando discretamente uma noite que se fez inesquecível.

Foto: Christiane Victer
Crônica de ©️ Alberto Araújo

MAC Niterói inaugura exposição individual de Edo Costantini

Saiba mais em: https://nqq2050.niteroi.rj.gov.br/

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC Niterói) inaugura, neste sábado (6), a primeira exposição individual de Edo Costantini no Brasil. Com curadoria de Nicolas Martin Ferreira e texto crítico de Paulo Herkenhoff, a mostra reúne uma década de produção do artista, incluindo fotografias, vídeo, música e esculturas em bronze — estas últimas criadas em colaboração com a artista Delfina Braun e a arquiteta Delfina Muniz Barreto.

A exposição traz cerca de 20 fotografias de grande formato, realizadas entre 2013 e 2025 nas florestas de Katonah-Bedford Hills, em Nova York, onde Edo vive e trabalha. Suas imagens etéreas exploram o sublime na natureza e refletem sobre o fluxo do tempo e a existência humana.

Entre os destaques, estão a instalação de escultura sonora “Opium Whispers” e o filme “Last Survivors”, de 30 minutos, projetado em uma das paredes principais do museu. Produzido durante a pandemia, o longa é narrado pela atriz islandesa Hera Hilmar e combina roteiro de Costantini e Martín Hadis com trilha sonora original composta pelo artista em seu projeto musical The Orpheists. O trabalho propõe uma reflexão sobre resiliência, perda e transcendência.

As esculturas em bronze apresentadas no MAC celebram a beleza e os ritmos da natureza. Inspiradas em cogumelos e no micélio — rede subterrânea vital para o equilíbrio dos ecossistemas —, as obras evocam tanto a força invisível da vida quanto metáforas de cura e renovação.

Em paralelo à exposição, será lançado um catálogo bilíngue em capa dura, com 110 páginas, reproduções das obras e textos críticos de Ferreira, Herkenhoff e Barbara Golubicki, oferecendo múltiplas perspectivas sobre a trajetória de Costantini.

Sobre o artista

Eduardo Francisco Costantini (Edo) nasceu em Buenos Aires, em 1976, e atualmente vive em Nova York. Fotógrafo, cineasta, compositor e fundador do coletivo artístico KOLAPSE, Edo tem trabalhos exibidos em galerias e feiras internacionais como arteBA, Praxis Gallery (NY), Mario Cohen Fine Art Gallery (SP) e Silvia Cintra + Box 4 (RJ). Foi produtor de filmes premiados, como Tropa de Elite (Urso de Ouro em 2008).

Sobre as colaboradoras

Delfina Braun é artista argentina radicada em Nova York, com pesquisa voltada para a relação entre natureza, cura e psique humana.

Delfina Muniz Barreto é arquiteta e artista argentina, com trabalhos em escultura, instalação e design, explorando formas orgânicas e memórias ligadas à natureza.