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Cidade recebe etapa estadual do Fórum Nacional de Participação Social
No próximo sábado, 27 de setembro, Niterói será palco de um importante momento de fortalecimento da democracia participativa. A partir das 9h, o Centro de Formação Darcy Ribeiro, no Barreto, receberá a aula inaugural da primeira edição da Escola de Educação Popular de Niterói. Na parte da tarde, das 13h às 17h, o espaço sediará a etapa estadual do Fórum Nacional de Participação Social, reunindo cerca de 50 entidades fluminenses para debater caminhos e propostas em torno da democracia participativa.
O evento contará com a presença do secretário nacional de Participação Social, Renato Simões, e do secretário municipal de Participação Social, Octávio Ribeiro. Segundo Octávio, a iniciativa inaugura um novo marco para a cidade:
“A Escola de Educação Popular será um ponto de partida para uma política local de formação contínua, estimulando a participação social como prática concreta e contribuindo para que os colegiados de Niterói exerçam seu papel de forma cada vez mais efetiva na construção de políticas públicas”, disse o secretário municipal.
Inspirada em experiências como o Curso de Formação da Secretaria Nacional de Participação Social, a versão municipal da Escola terá início em outubro e abordará temas essenciais para a qualificação da gestão democrática, entre eles: democracia participativa, representatividade, participação institucionalizada, articulação comunitária e planejamento participativo.
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Atividade aconteceu na AABB de São Francisco e teve a participação de 55 estudantes da Escola Municipal Ernani Moreira Franco
As crianças do projeto Clin Social, da Companhia de Limpeza de Niterói, tiveram uma programação especial na AABB de São Francisco. Além das atividades esportivas, elas participaram de um bate-papo sobre o conselho tutelar de uma forma lúdica, para que pudessem compreender o papel do órgão como fiscalizador e garantidor dos direitos de crianças e adolescentes e não como substituto da família e do Estado.
Foi um dia de aprendizado e diversão para cerca de 55 alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental da Escola Municipal Ernani Moreira Franco, localizada no Fonseca, zona norte de Niterói, em dois turnos (sempre no contraturno escolar).
A roda de conversa foi comandada pelo conselheiro tutelar Raphael Lírio Guimarães. Os estudantes participaram tirando dúvidas e relatando histórias.
Diana de Souza (12), integrante do projeto, achou a conversa muito esclarecedora. “Foi muito importante essa atividade, pois orienta as crianças que têm dificuldades. Eu pensava que o conselheiro prendia crianças, mas aprendi que ajuda, que temos direitos e deveres e que devemos respeitar mãe e pai”, afirmou Diana.
Raphael falou sobre as responsabilidades do órgão, o funcionamento, e sobre direitos e deveres das crianças e adolescentes. Ele explicou, ainda, o papel dentro da escola, que é combater o bullying, o racismo, esclarecer sobre o significado de ato infracional, e como deve ser a conduta em casa e na escola.
“O conselho tutelar tem a atribuição de zelar pelo direito das crianças e dos adolescentes. Quando há a iniciativa de sair da sede do órgão e visitar as instituições, o intuito é fazer um trabalho de prevenção para que eles aprendam e no futuro não venham a responder por isso. Assim, vão poder levar para outras crianças os direitos e os deveres delas. A curiosidade e o interesse fazem com que saiam instruídos”, explicou o conselheiro.
As principais competências do conselho tutelar, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), incluem atender crianças e adolescentes com direitos violados ou ameaçados, e aconselhar pais ou responsáveis. O conselho aplica medidas de proteção, encaminha casos ao Ministério Público e à Justiça, fiscaliza entidades de atendimento e requisita serviços públicos para garantir a proteção e os direitos dos jovens.
Sobre o projeto Clin Social – Desenvolvido pelo setor de Serviço Social da Companhia, o programa tem o objetivo de estimular a permanência no sistema regular de escolas destas crianças e adolescentes, entre 9 e 12 anos, e que muitas vezes moram em áreas de vulnerabilidade. No total, o projeto atende a 60 crianças. Realizado pela Clin desde 2010, são disponibilizadas atividades esportivas, culturais, musicais, artísticas e pedagógicas para os alunos, proporcionando a transformação social das crianças e das famílias.
Fotos: João Pedro Torres
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Segunda edição do evento teve programação diversificada
A 2ª edição do PUD Games Comunidades agitou o Caminho Niemeyer no final de semana passado. Organizado pela Prefeitura de Niterói, um dos maiores eventos de jogos eletrônicos do Estado do Rio teve uma programação diversificada que reuniu entretenimento, inclusão digital, tecnologia e inovação. O público participou de exposições tecnológicas, competições com os principais jogos da atualidade, concurso de cosplay, oficinas especializadas e palestras com dubladores de personagens marcantes de filmes como Lego, Os Incríveis, Avatar, Guardiões da Galáxia e do game League of Legends, entre outras atrações.
Após o sucesso da edição anterior, que atraiu quase 5 mil visitantes, o evento teve o objetivo de consolidar o PUD Games como referência na democratização do acesso às novas tecnologias. O evento foi um espaço inclusivo e familiar, voltado para a troca de conhecimento, formação de redes de contato e descoberta de novas oportunidades, em ambientes de acolhimento e experimentação tecnológica.
“Essa é a segunda versão do PUD Games. O setor de games é o que mais cresce no Brasil. No mundo, esse setor movimentou mais do que música e audiovisual juntos. A gente não pode negligenciar a potência desse setor. A gente quer mostrar que Niterói está consciente do quanto pode empregar pessoas e movimentar a partir dos games. Também é um evento super inclusivo. Um evento para toda a família, desde as crianças até os idosos”, destacou a secretária municipal de Inovação, Ciência e Tecnologia.
O PUD Games Comunidades teve ainda ações voltadas para acessibilidade, como a Sala do Silêncio, um espaço de acolhimento sensorial, e propostas de formação e capacitação digital, ampliando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional.
O autônomo Alessandro Pereira Martins, 37 anos, estava com uma fantasia do personagem Ash Ketchum, protagonista da série de anime Pokémon.
“Estou fazendo uma homenagem com esse personagem do Pokémon, que é um anime clássico e as pessoas gostam muito. Dá esse ar de nostalgia para as pessoas. É um personagem que uso também paras minhas festas e animações. Trabalho com isso. O evento está muito bem organizado. Sou do Rio e vim para Niterói para prestigiar o PUD Games”, afirmou Alessandro.
Além de estimular a prática de jogos eletrônicos e valorizar novos talentos, o evento utilizou o universo gamer como instrumento de mobilização comunitária, integração tecnológica e fortalecimento das ações das Plataformas Urbanas Digitais (PUDs).
Fotos: Lucas Benevides
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Estudantes universitários conheceram espécies com diversas propriedades
Cerca de 25 alunos do quarto período do curso de enfermagem da Unilasalle visitaram o viveiro da Clin, orientados por funcionários da Divisão de Educação Ambiental (DIEA), sob coordenação do engenheiro florestal Luiz Vicente. Em dois turnos, manhã e tarde, eles conheceram de perto algumas das mais de 170 mil mudas, sendo aproximadamente 305 espécies da Mata Atlântica, embora o foco da visita tenha sido as plantas medicinais.
São aproximadamente 150 espécies de plantas medicinais encontradas no viveiro, como abajeru, que possui propriedades antidiabéticas, antirreumáticas, diuréticas e para o controle do colesterol; açafrão; gengibre e arnica, que servem como anti-inflamatório; capim limão, um calmante natural; malva, que funciona como anti-inflamatório, laxante e cicatrizante; erva de macaé, recomendada para problemas digestivos; entre outras.
Joyce Muniz, professora e coordenadora do curso de enfermagem na Unilasalle, está trabalhando com a turma o projeto de extensão “Diagnóstico Situacional em Saúde”, e disse que a visita foi muito produtiva.
“Nessa disciplina, eles precisam conhecer a realidade das comunidades para que possam fazer um projeto de intervenção. Então, estar aqui, nesse espaço, é importante para que adquiram conhecimento a respeito do uso das plantas medicinais e, assim, orientar a população de forma mais adequada. Ficamos encantados com esse local”, destacou a professora.
Os estudantes viram também plantas que auxiliam nas dores musculares, como erva baleeira, arnica e canela de velho.
“Nunca tinha vindo nesse lugar. Quando a professora disse que iríamos conhecer as plantas medicinais, achei que seria apenas uma pequena horta, mas me deparei com esse paraíso, que tem uma variedade enorme”, afirmou a aluna Kailayne Cardoso.
Fotos: João Pedro Torres