Ação social segue até dia 24, com ponto de coleta nas cinco unidades da instituição oncológica: três em Niterói, uma em São Gonçalo e uma no Rio
Segue até a próxima sexta-feira, dia 24, a tradicional Campanha do Agasalho da Oncomed, que este ano vai contemplar a Associação dos Colaboradores e Amigos dos Pacientes Especiais (Acape), há 30 anos funcionando na Região Oceânica de Niterói. Agasalhos, cobertores e outras peças em bom estado que minimizem o frio podem ser entregues no ponto de coleta instalado em cada uma das cinco unidades da instituição oncológica: três em Niterói, uma no Centro de São Gonçalo e uma na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Lar de 16 pacientes psiquiátricos que necessitam de cuidados 24 horas, a Acape acaba de vencer o desafio de conquistar um imóvel próprio para continuar a existir. Mas a instituição segue precisando de ajuda para adaptar a nova casa às necessidades dos seus moradores, como explica Paulo Sá, administrador da unidade.
“As colaborações são sempre muito bem-vindas, como esta da Oncomed. Temos muitos gastos com nossos pacientes que precisam de medicamentos, fraldas e uma série de outros artigos. Estamos agora em busca de ajuda para a nova sede, pois precisamos adequar os espaços, como preparar os quartos para abrigar 16 camas”, diz Paulo Sá.
Ações sociais – Com uma trajetória de 30 anos e referência em oncologia no Grande Rio, a Oncomed prioriza o atendimento humanizado e acolhedor aos pacientes oncológicos e familiares, e nos últimos anos vem também investindo em uma série de projetos que demonstram a preocupação da instituição com o social. São ações como o Natal Solidário e a Campanha do Agasalho que chega à sua sétima edição.
“Mais do que tratar, a Oncomed vem investindo em uma série de projetos sociais que proporcionam serviços gratuitos não apenas para auxílio material, mas em especial como forma de acolher, fortalecer o emocional e lembrar que há vida após o câncer. E vamos além implantando ações de auxílio a instituições que lutam para sobreviver, como a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa, ONG que recebeu em dezembro mais de 500 latas de leite arrecadadas no nosso Natal Solidário, e a Acape, que será a contemplada com a nossa campanha do agasalho deste ano”, adianta o médico oncologista Alexandre Coury, fundador da Oncomed hoje com cinco unidades em três municípios.
ONDE DOAR: Niterói
* Rua Ministro Otávio Kelly, 157, Icaraí
* Rua Araribóia, 6, São Francisco
* Rua da Conceição, 188, sala 704, Centro
São Gonçalo
* Rua Coronel Serrado,1000, salas 1112 a 1114, Centro
Rio De Janeiro
* Rua Paulino Fernandes, 68, Botafogo
Unidade de saúde vai funcionar em imóvel desapropriado pelo município
A Prefeitura de Niterói iniciou as obras da primeira Unidade Básica de Saúde (UBS) de Icaraí, na Rua Álvares de Azevedo. O novo equipamento funcionará em um imóvel que abrigava uma clínica pediátrica privada, desapropriado pelo município para ampliar a rede de Atenção Primária à Saúde. A unidade será voltada especialmente ao atendimento da população idosa, já que Icaraí é o bairro com a maior proporção de moradores com 60 anos ou mais da cidade.
Durante vistoria às obras, o prefeito Rodrigo Neves destacou a importância do investimento para a região.
“Estamos iniciando a reforma deste prédio, que funcionava como uma clínica privada e foi desapropriado pela Prefeitura. Aqui vamos implantar a primeira Unidade Básica de Saúde de Icaraí, com foco especial no atendimento à população com 60 anos ou mais. Teremos clínica médica, geriatria, sala de vacinação e o primeiro Programa de Atenção Domiciliar ao Idoso (PAD) do bairro, em parceria com o Ministério da Saúde. As obras já começaram e nossa expectativa é entregar a nova unidade no segundo semestre. A partir daí, os idosos e outras pessoas do bairro não precisarão se deslocar até o Vital Brasil”, ressaltou o prefeito.
A secretária municipal de Saúde, Ilza Fellows, reforçou que a nova UBS foi planejada para responder às necessidades da população do bairro.
“Esta será a primeira Unidade Básica de Saúde de Icaraí e foi pensada com um olhar especial para a população idosa, já que o bairro concentra a maior proporção de pessoas com 60 anos ou mais da cidade. A unidade também será a primeira de Icaraí a oferecer o Programa de Atenção Domiciliar (PAD), desenvolvido em parceria com o Ministério da Saúde. Além do atendimento na unidade, haverá uma equipe dedicada ao acompanhamento domiciliar dos idosos que necessitam desse cuidado, fortalecendo a Atenção Primária e ampliando o acesso da população à saúde”, afirmou a secretária.
Com capacidade para realizar entre 800 e 1.000 consultas médicas e de enfermagem por mês e aplicar até 1.200 doses de vacinas mensalmente, a nova unidade contará com consultórios para atendimento multiprofissional, sala de vacinação, espaços para procedimentos de enfermagem, acolhimento e atividades coletivas, oferecendo uma estrutura completa para o acompanhamento da população.
O equipamento foi dimensionado para atender às necessidades de um território com grande concentração de idosos e alta demanda por acompanhamento de doenças crônicas, reunindo, em um mesmo espaço, assistência, imunização, ações preventivas, grupos de convivência e atividades de promoção da saúde, fortalecendo o cuidado contínuo e a qualidade de vida dos moradores.
O administrador regional de Icaraí, Raphael Costa, destacou a expectativa dos moradores com a nova unidade.
“A população está muito animada com essa conquista. Este imóvel já era uma referência em atendimento de saúde para a região e agora passa a oferecer um serviço público de qualidade. Estamos falando de uma área que atende cerca de 100 mil habitantes, que há muitos anos aguardava uma Unidade Básica de Saúde”, concluiu Raphael Costa.
Profissional do Departamento Médico da Alerj, Natália Crespo explica sintomas, formas de tratamento e a importância do diagnóstico precoce; pessoa com diabetes relata como descobriu a doença aos 12 anos
Sede excessiva, emagrecimento sem causa aparente e o surgimento frequente de furúnculos podem ser sinais de alerta para o diabetes, uma doença crônica que afeta milhões de brasileiros e que, muitas vezes, pode se desenvolver de forma silenciosa. O portal da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aborda os principais sintomas da doença, a importância do diagnóstico precoce e os cuidados necessários para garantir qualidade de vida aos pacientes.
Para esclarecer as principais dúvidas sobre a doença, a nutricionista do Departamento Médico da Casa, Natália Crespo, explica os sintomas, as formas de tratamento e a importância do diagnóstico precoce. A reportagem também traz o relato da professora Theresa Carvalho, que convive com diabetes tipo 1 desde os 12 anos e compartilha os desafios enfrentados desde o diagnóstico até a adaptação ao tratamento.
Desafio na adolescência
Theresa Carvalho tinha apenas 12 anos quando percebeu que algo não estava bem. Os primeiros sinais, no entanto, não foram imediatamente associados ao diabetes. “Muita sede, surgimento de furúnculo e emagrecimento. Fui tratar e não resolvia, até que passei mal e fiquei no hospital. Lá, fiquei desacordada, eles tentaram medir minha glicose, quando conseguiram estava em mais de 500. Não conseguiram medir antes porque estava muito alta”, relatou.
Receber o diagnóstico ainda na adolescência trouxe inseguranças e receios. “Fiquei muito insegura, eu tinha 12 anos, estava entrando na adolescência. O medo de ter que me privar de muitas coisas me assustava. Eu raramente contava para alguém que eu tinha diabetes tipo 1. Tinha medo do julgamento, de acharem que foi devido ao alto consumo de açúcar, o que não foi”, afirmou.
A adaptação ao tratamento também foi um desafio para Theresa. “No início, quando descobri, contava com a ajuda dos meus familiares para a aplicação da insulina. A própria aplicação era desconfortável. A seringa, fornecida pelo SUS, inicialmente era grande. Pelo menos duas vezes ao dia eu tinha que aplicar e, no início, a glicose estava descontrolada, então eu tinha que aplicar mais vezes ao dia. A alimentação era muito controlada e, em 2014, não tínhamos muitos produtos ‘zero açúcar’ e ‘diet’. Foi bem desafiador”, lembrou.
Após alguns anos, Theresa deixou de seguir parte dos cuidados necessários, situação que resultou em uma nova internação em 2023. Em setembro de 2023, ela foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com pneumonia que, somada ao diabetes, gerou complicações.
Ela ainda conta que, desde então, passou a lidar de forma mais saudável com a doença. “Juntamente com minha psicóloga, comecei a lidar melhor com o diabetes, a entender que não era culpa minha. Hoje em dia, eu consigo falar sem culpa e partilho até mesmo para que as pessoas possam me ajudar quando estou com hipoglicemia e hiperglicemia. Também fizemos alterações, melhorando a marca e a qualidade da insulina, passei a usar a canetinha, monitorar a glicemia sempre, além da prática de atividade física e de uma alimentação mais equilibrada”, completou.
Afinal, o que é diabetes?
Natália Crespo, explica que o diabetes é uma doença crônica causada pelo aumento dos níveis de glicose no sangue.
“Esse aumento acontece porque o organismo não produz insulina suficiente ou não consegue utilizar a insulina de forma eficiente. A insulina é um hormônio responsável por permitir que a glicose entre nas células para ser usada como fonte de energia. Quando esse processo não acontece adequadamente, a glicose se acumula na corrente sanguínea”, explicou.
Segundo a especialista, os sintomas podem surgir gradualmente e, muitas vezes, passar despercebidos. “Os sinais mais comuns são aumento da sede, vontade frequente de urinar, aumento da fome, cansaço excessivo, perda de peso sem explicação aparente, visão embaçada, principalmente ao acordar, e dificuldade de cicatrização de feridas”, afirmou.
Ela ressalta que, em muitos casos, especialmente no diabetes tipo 2, a doença pode permanecer sem sintomas por anos, por isso, a realização de exames periódicos é fundamental.
Tratamento e qualidade de vida
De acordo com a nutricionista, embora o tratamento varie conforme o tipo de diabetes e as características individuais de cada paciente, a mudança no estilo de vida é importante.
“Uma alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle de peso, sono adequado e manejo do estresse são fundamentais. Em muitos casos, também é necessário o uso de medicamentos e, algumas vezes, insulina. O mais importante é entender que a diabetes pode ser controlada e que, com acompanhamento adequado, a pessoa pode ter qualidade de vida”, explicou.
A especialista também reforça que a doença não está relacionada exclusivamente ao consumo de açúcar. “O diabetes não está relacionado apenas com o consumo de açúcar. Ele é uma condição multifatorial que envolve genética, hábitos de vida e fatores metabólicos. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, melhores são os resultados para a saúde e qualidade de vida do paciente”, concluiu.
Diabetes na legislação
Além do trabalho de orientação realizado pelo Departamento Médico, a Alerj aprovou leis voltadas à prevenção e ao tratamento do diabetes.
A Lei nº 3.885/2002 definiu diretrizes para uma política de prevenção e atenção integral à saúde da pessoa com diabetes no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Já a Lei nº 4.119/2003 dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos e materiais necessários para aplicação de insulina e monitoramento da glicemia. A Lei nº 4.614/2005, por sua vez, instituiu o Programa de Prevenção e Controle do Diabetes nas escolas das redes pública e privada de ensino do Estado do Rio de Janeiro.
Ação da Prefeitura levará equipes de imunização às unidades de educação infantil para atualizar cadernetas de vacinação e ampliar a cobertura vacinal das crianças
A Prefeitura de São João de Meriti, através da Secretaria Municipal de Saúde, dará início, na próxima segunda-feira (06-07), à 2ª edição do programa Vacina na Mochila, iniciativa que leva equipes de imunização às creches municipais para verificar as cadernetas de vacinação das crianças e atualizar as doses que estiverem em atraso, mediante autorização dos responsáveis.
A abertura da ação será na Creche Municipal Maria Alves Lavouras, localizada na Rua Olaria, s/nº, no Centro, marcando o início da programação que seguirá ao longo do mês de julho nas unidades de educação infantil do município.
O objetivo da iniciativa é ampliar a cobertura vacinal infantil, facilitar o acesso às vacinas e reforçar a importância da imunização como uma das principais formas de prevenção contra diversas doenças.
Durante a semana, profissionais da Secretaria Municipal de Saúde visitarão as creches para conferir as cadernetas de vacinação. Os responsáveis receberão um termo de autorização, que deverá ser preenchido e devolvido à unidade para que, caso haja necessidade, as vacinas em atraso sejam aplicadas conforme o Calendário Nacional de Vacinação.
A ação fortalece o trabalho intersetorial entre as secretarias municipais de Saúde e de Educação, levando mais comodidade às famílias e contribuindo para que as crianças permaneçam protegidas contra doenças imunopreveníveis.
Terceira edição do projeto Unidos Pela Vida alcança recorde de doações e pode beneficiar até 400 pessoas na região de São Geraldo do Araguaia (PA)
O Grupo Masterboi alcançou um marco importante em sua campanha anual de doação de sangue na unidade de São Geraldo do Araguaia, no Pará. Por meio do projeto Unidos Pela Vida, a empresa mobilizou colaboradores, familiares, parceiros e membros da comunidade e atingiu a marca de 100 bolsas de sangue arrecadadas, número que representa o limite de coleta do banco de sangue parceiro e tem potencial para beneficiar até 400 pessoas.
A ação chegou à terceira edição consolidando-se como uma das principais iniciativas de responsabilidade social da companhia na região. O resultado praticamente dobrou o desempenho registrado em 2025, quando foram coletadas 53 bolsas de sangue. Neste ano, a mobilização alcançou 100 doadores, reforçando o crescimento do engajamento em torno da campanha.
Para a vice-presidente do Grupo Masterboi, Guilhermina Bezerra, a iniciativa traduz o propósito da empresa de contribuir para a sociedade para além de sua atividade produtiva.
“Essa campanha reforça que nossa missão vai além de alimentar vidas: também buscamos ajudar a salvá-las. Cada doação representa um gesto de solidariedade e esperança para quem depende desse ato para continuar vivendo”, afirma.
Mais do que os números alcançados, a campanha simboliza o compromisso da empresa com a valorização da vida e o fortalecimento das comunidades onde atua. A mobilização reuniu colaboradores, familiares, amigos e parceiros em torno de uma causa coletiva, transformando solidariedade em um impacto concreto para a saúde pública da região.
Segundo a empresa, o resultado é fruto de um trabalho construído com propósito, empatia e responsabilidade social, valores que fazem parte da cultura organizacional da Masterboi. “Quando pessoas se unem por um objetivo maior, o impacto gerado é transformador”, destaca a companhia.
Ação CardioFut 2026 busca ampliar o acesso à prevenção cardiovascular no esporte e pode contribuir para a criação do primeiro ambulatório público de cardiologia esportiva do Rio de Janeiro
Entre os dias 25 e 27 de junho, o Estádio do Maracanã receberá uma estrutura temporária de atendimento médico voltada à avaliação cardiovascular de jovens atletas durante o CardioFut 2026. Paralelamente à programação voltada aos profissionais multidisciplinares que atuam na formação e no acompanhamento de atletas, cerca de 180 jovens vinculados a projetos sociais, clubes esportivos e associações atléticas passarão por avaliações médicas gratuitas ao longo dos três dias de evento. A expectativa é atender aproximadamente 60 atletas por dia, em consultas conduzidas por especialistas em Medicina do Esporte, Cardiologia e Ecocardiografia, com foco na avaliação cardiovascular e na prevenção de riscos à saúde.
Batizado de Ambulatório Afya, o espaço foi criado para ampliar o acesso a avaliações especializadas, uma realidade ainda distante para muitos jovens atletas brasileiros. A proposta é identificar precocemente alterações cardiovasculares que possam comprometer a prática esportiva segura, contribuindo para a conscientização sobre a importância do acompanhamento médico regular no esporte.
Os participantes serão submetidos a eletrocardiograma de repouso, ecocardiograma, anamnese e exame físico. Os atendimentos serão realizados por uma equipe formada por seis médicos, sob a coordenação do Dr. Selênio Campos Filho, médico da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e do Flamengo, além de coordenador da pós-graduação em Medicina do Esporte da Afya Educação Médica.
Diversos jovens atletas treinam regularmente sem nunca terem realizado uma avaliação cardiovascular especializada, por falta de acesso financeiro e social a um serviço de cuidado multidisciplinar. O ambulatório permite identificar alterações que muitas vezes passam despercebidas e oferece uma oportunidade importante de prevenção e orientação médica”, afirma o especialista.
Entre os jovens atendidos estarão atletas das categorias de base do Sampaio Corrêa-RJ, clube de Saquarema que vem se destacando pelo trabalho de formação de talentos no futebol fluminense. Atualmente na Série D do Campeonato Brasileiro, a equipe alcançou, em 2025, a melhor campanha de sua história no Campeonato Carioca, encerrando a competição na quinta colocação.
A ação integra a programação da segunda edição do CardioFut, seminário que reunirá profissionais da saúde e do esporte do Brasil e do exterior para discutir protocolos de emergência, prevenção e atendimento médico no futebol.
Idealizador do evento, o cardiologista Fabrício Braga destaca que a redução dos casos de morte súbita e eventos cardiovasculares graves no esporte depende de investimento em prevenção, capacitação e acesso a avaliações médicas periódicas. Segundo estudo publicado este ano no British Journal of Sports Medicine, a taxa de sobrevivência após parada cardíaca súbita em atletas chega a 82% na América do Norte e a 63% na Europa, enquanto América do Sul e África ainda apresentam índices significativamente inferiores.
Além do atendimento realizado durante o evento, a experiência servirá como base para um projeto de longo prazo. A proposta dos organizadores é que o modelo contribua para a criação do primeiro ambulatório público de cardiologia esportiva do Rio de Janeiro, ampliando o acesso de atletas jovens a avaliações especializadas e fortalecendo a cultura de prevenção no esporte.
Ao reunir assistência, educação médica e promoção da saúde, a iniciativa busca chamar a atenção para a importância da avaliação cardiovascular no esporte, especialmente entre jovens atletas em fase de formação, para os quais o acesso a esse tipo de acompanhamento ainda é limitado.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas de Medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.
A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), promoverá, nesta terça-feira (23/06), às 10h, audiência pública para discutir a reparação aos filhos separados de seus pais em razão da política de isolamento compulsório de pessoas atingidas pela hanseníase. O encontro acontecerá no auditório do 21º andar, sede do Parlamento fluminense.
A atividade terá como foco a implementação da Lei Estadual nº 9.732/2022, que prevê pensão especial aos chamados “filhos separados”, vítimas de graves violações de direitos humanos decorrentes da política de segregação adotada pelo Estado durante décadas.
“Essa é uma pauta que vai além dos processos judiciais e dos debates administrativos, afinal trata de vidas marcadas pela ruptura de vínculos familiares, de pessoas que cresceram longe dos pais por uma triste política violadora de direitos. Humanizar essa discussão é reconhecer o sofrimento dessas famílias e reafirmar que a reparação não pode ficar apenas no papel. O Estado precisa ouvir essas histórias e garantir que a lei seja efetivamente cumprida”, afirma a deputada Dani Monteiro (Psol), presidente da Comissão.
Foram convidados para o encontro Artur Custódio, coordenador do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (MORHAN); Carlos Nicodemos, representante da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB); a advogada Hannah Mendes; André Luiz da Silva, representante da Secretaria de Estado de Saúde; Marli da Silva Oliveira, filha separada em decorrência da política de isolamento; e Raphael Augusto Sofiati, representante da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), entre outros participantes.
Música, brincadeiras e muito forró transformaram a rotina do Hospital Municipal Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, no Fonseca, na quarta-feira (17). Em clima de festa junina, os Doutores da Alegria promoveram um cortejo pelos corredores da unidade, levando momentos de descontração e acolhimento para pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. A ação integrou as comemorações de São João e reforçou a importância da humanização no ambiente hospitalar.
A secretária municipal de Saúde, Ilza Fellows, destacou a importância de iniciativas que humanizam o atendimento hospitalar.
“Cuidar da saúde vai muito além dos procedimentos médicos. A humanização é uma parte fundamental do tratamento, especialmente no cuidado com as crianças. A atuação dos Doutores da Alegria transforma o ambiente hospitalar, leva acolhimento, afeto e momentos de felicidade para os pacientes, seus familiares e também para os profissionais de saúde”, ressaltou a secretária.
O triângulo deu o primeiro toque. “O baile lá na roça foi até o sol raiar”. Outros instrumentos entraram em cena, as vozes começaram a ecoar e logo tomou conta do hospital a música “O Sanfoneiro Só Tocava Isso”, composição de Haroldo Lobo e Geraldo Medeiros, dando início à festança que alegrou, em um dia chuvoso, pacientes, acompanhantes e funcionários.
“Os Doutores da Alegria são essenciais. Eles ajudam no esquecimento da condição das crianças que estão aqui, levando-as para um outro ambiente, afastando-as do trauma hospitalar e contribuindo para a saúde mental de quem está internado”, afirmou Elis Leite, mãe da pequena Mel, internada na UIC 2.
Durante o cortejo pelo hospital, teve palhaça arrancando médico para dançar forró agarradinho, teve palhaço vestido de noiva jogando buquê em forma de cacto e teve clássicos de Luiz Gonzaga cantados ao lado de sucessos populares como “Eguinha Pocotó”. Uma verdadeira farra.
“Isso aqui é uma felicidade imensa! Dá ânimo de trabalhar em um local que tem esse espaço para a atuação dos palhaços, que contribuem para a melhoria do tratamento dos nossos pacientes”, afirmou a técnica de enfermagem Danielle Araújo, que ganhou o cacto-buquê do palhaço-noiva. “É um estímulo para eu casar logo mesmo”, brincou.
A paciente Isabelle Vitória listou os adjetivos que definem a ação dos Doutores da Alegria: “engraçado, animado, criativo, feliz e musical”. Isabelle está em tratamento no hospital após um quadro de pneumonia, asma e bronquite.
A palhaçaria esteve em peso no Getulinho. Além de Matilde (Leticia Medella), Marmelo (Marcelo Oliveira) e Totó (Marcos Camelo), somavam-se à trupe Das Dor (Marcela), Cacá Pitrez (Maria Claudia) e Vitória Régia (Nathalia Cantarino).
Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) poderão ter fone antirruído garantido por lei. A proposta está prevista no Projeto de Lei 854/23, de autoria do deputado Danniel Librelon (REP), que foi aprovado em primeira discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta terça-feira (16/06). Segundo o texto, o equipamento tem como finalidade minimizar incômodos sensoriais e melhorar a qualidade de vida das pessoas com autismo. A medida ainda precisa passar por uma segunda votação na Casa.
Para ter acesso ao dispositivo, o solicitante deverá integrar família com renda mensal de até três salários mínimos, estar inscrito no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e apresentar laudo médico emitido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que comprove a sensibilidade sonora, com validade de até um ano na data da apresentação.
O texto também autoriza o Poder Executivo a definir quais secretarias serão responsáveis pela supervisão, coordenação de cadastros, verificação das informações e entrega dos dispositivos aos beneficiários.
A clínica Muscle Up Icaraí promove neste sábado, 20 de junho, o brunch temático “Corpo Forte – Saúde em Equilíbrio”, um encontro voltado para quem busca mais qualidade de vida, bem-estar e informações sobre saúde metabólica.
O evento contará com a participação da endocrinologista Deborah Beranger, que abordará temas relacionados ao equilíbrio hormonal, saúde e cuidados com o corpo. A programação acontece das 10h às 14h, na unidade da Muscle Up Icaraí, localizada na Rua Ator Paulo Gustavo, 217, sobreloja, em Icaraí, Niterói.
Além do bate-papo com a especialista, os participantes poderão conhecer os serviços oferecidos no espaço e agendar uma sessão gratuita. As vagas são limitadas e a confirmação de presença pode ser feita pelo WhatsApp (21) 99956-5000, com a equipe Cacau Dias.
Serviço
Brunch: Corpo Forte – Saúde em Equilíbrio
Data: 20 de junho
Horário: 10h às 14h
Local: Muscle Up Icaraí – Rua Ator Paulo Gustavo, 217, sobreloja, Icaraí, Niterói (RJ)
Informações e confirmações: (21) 99956-5000.